Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo do mês: dezembro 2012

Armageddon é mais potente do que o uísque ou conhaque. Quem não é forte para o álcool, tem uma arma letal na mão

Para aqueles que se consideram “Highlanders” na rodada das happy hours, eis um desafio vindo dos campos de Aberdeenshire, na Escócia: Armageddon, a cerveja mais forte do mundo com 65% de teor alcoólico, ou seja, é comparada na força “para derrubar” com o uísque e o conhaque, por isso o nome sugestivo, que significa “fim do mundo”.

Brewmeister

A fabricante Brewmeister justifica a criação “da bomba alcoólica” devido à cultura local, uma vez que os escoceses consomem 20% a mais de álcool que os ingleses, por exemplo.

Vale lembrar que aquela cervejinha que pedimos no bar tem 5% de álcool, por isso aconselha-se beber a Armageddon em doses, nunca uma garrafa de uma vez, do contrário suas chances de conhecer um pronto socorro podem aumentar em 100%.

A cerveja é amarga, propicia para ser degustada como um malte, o líquido é um pouco mais viscoso que o normal e a receita leva malte caramelo, trigo, aveia em flocos e água de nascente.

A quantidade ignorante de álcool não está nos ingredientes e sim no processo de fabricação: a mistura toda vai para o freezer e como a água congela, mas o álcool não, o excesso de água é retirado, fazendo com que a porcentagem de álcool dispare.

A ideia da marca é para pessoas acostumadas consumir como um bom brandy, em pequenas quantidades, e não sentadas no bar pedindo várias rodadas de cerveja jogando papo fora com os amigos. “São garrafas para serem partilhadas”, sacramenta o fabricante.

Ela é feita em uma escala muito pequena: apenas 40 garrafas por lote. É possível encomendar a cerveja pelo site da fabricante, ao preço de 50 dólares a garrafa de 330 ml. A Armageddon será lançada oficialmente mês que vem, durante o Inverness Beer Festival, na Escócia.

FONTE: AREAH.


Gentileza repassar aos demais colegas:

Gostaria de desejar Feliz Natal, que a luz do nascimento do menino Jesus o acompanhe em seu caminho e que em 2013 realize todos os sonhos!
Saúde, paz, prosperidade e harmonia em sua vida!
Abraço fraterno
Profª Inês Campolina
Gestora curso de Direito
Universo/BH

Oração pela família no Natal

Senhor, diante de teu presépio venho pedir por minha família.

Abençoa as pessoas que amo onde quer que estejam.

Que dentro de nosso lar habite a confiança de tua mãe, Maria, o zelo de teu pai, José, e a inocência de teu rosto de criança.

Afugenta de nossa casa as dores, lágrimas e angústias causadas por tantos Herodes que lutam para matar nossos sonhos de paz.

Concede-nos a saúde do corpo e da alma, para que possamos cantar teus louvores a cada dia deste novo ano.

Que nossas portas estejam sempre abertas para ti, nas visitas que nos fazes em tantos rostos sofridos.

Dá-nos a alegria de tua presença em nosso lar: o maior de todos os presentes possíveis.

Abençoa minha família neste Natal, Senhor.

Amém!


Acabou a happy hour, meia dúzia de gatos pingados na mesa, cabeça fora do lugar devido à diversão etílica e uma conta pra pagar que sobra sempre para quem costuma ficar até o fim da festa

Depois da alegria, o susto. A conta, que mais parece ficha criminal de bandido, parece ter muito mais elementos cobrados do que realmente foram consumidos. Por isso que conferir é sempre necessário.
Bem que podiam fazer uma pesquisa dessas aqui em BH… O resultado provavelmente seria ainda mais surpreendente.
A Proteste, mais conhecida como Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, avaliou dez estabelecimentos no Rio de Janeiro e nove em São Paulo e constatou que 42% deles cobraram por chopes que não foram consumidos.

Onze dos 19 bares avaliados mostram que quem não tem noção do que consumiu e não confere a conta, paga a mais.

Os problemas estão sempre relacionados à quantidade de bebidas. . Em São Paulo, os bares Genésio e Exquisito cobraram 13 e 11 chopes a mais, além dos 60 consumidos. No Rio de Janeiro, o Botequim Itahy cobrou, no total, 65 chopes, cinco a mais.

A Proteste alerta os consumidores para ficarem atentos também com relação à taxa de serviço. Em alguns bares a cobrança vem na nota fiscal como troco dado ao cliente.

Veja a relação do bares que foram avaliados:
 Botequim do Itahy (RJ) – Cobrou 5 chopes a mais


Botequim Informal (RJ) – Cobrou 4 chopes a mais


Buxixo Choperia (RJ) – Cobrou 3 chopes a mais


Rosa Chopp (RJ) – Cobrou 1 chope a mais


Bar do Genésio (SP) – Cobrou 13 chopes a mais


Boteco Brasil (SP) – Cobrou 2 chopes a mais


Cervejaria Patriarca (SP) – Cobrou 6 chopes a mais


Exquisito (SP) – Cobrou 11 chopes a mais


FONTE: UAI e PROTESTE.

Nº 191 -INTERESSADOS: INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
(IES) CUJOS CURSOS DE GRADUAÇÃO OBTIVERAM RESULTADOS INSATISFATÓRIOS NO CPC REFERENTE AO ANO DE 2011.

O SECRETÁRIO DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR, no exercício de suas atribuições previstas no ordenamento legal vigente, acolhendo a íntegra da Nota Técnica nº 933/2012-SERES/MEC, inclusive como motivação, com fulcro nos arts. 206, VII, 209, I e II, e 211, §1°, da Constituição Federal; art. 46, § 1º, da Lei 9.394, de 1996; art. 2º, parágrafo único e art. 4º da Lei nº 10.861, de 2004, bem como dos arts. 2°, 5º, 45 e 50, §1°, da Lei n.º 9.784, de 1999; arts. 45 a 57, do Decreto n.º 5.773, de 2006 e Portaria Normativa MEC n° 40, de 2007 e suas alterações, determina que:

1.Sejam aplicadas medidas cautelares preventivas em face
dos cursos de graduação que obtiveram resultados insatisfatórios no
CPC, referência 2011, das IES referidas nos ANEXOS I e II, de:

a)Suspensão de prerrogativas de autonomia previstas no art.
53, IV, e parágrafo único, I e II, da Lei nº 9.394, de 1996, em relação aos cursos ofertados presencialmente e à distância que obtiveram resultados insatisfatórios no CPC, referência 2011, para as Univer-sidades constantes no ANEXO I;

b)Suspensão das prerrogativas de autonomia previstas no art.
2º, caput, e § 1º do Decreto nº 5.786, de 2006, em relação aos cursos
ofertados presencialmente e à distância que obtiveram resultados in-satisfatórios no CPC, referência 2011, dos Centros Universitários
constantes no ANEXO II.

2.Notifiquem-se as IES constantes no ANEXO I e II do teor da ecisão, nos termos do art. 28 da Lei nº 9.784, de 1999, nos termos do art. 28 da Lei nº 9.784, de 1999.

ANEXOS (PDF)
Escolas com baixo rendimento

Escolas com baixo rendimento-2

Escolas com baixo rendimento-3

Escolas com baixo rendimento-4

Escolas com baixo rendimento-5

Escolas com baixo rendimento-6


A MÁ NOTÍCIA: diferente da OAB, que não permite o exercício da profissão aos bacharéis com baixo aproveitamento no Exame de Ordem, o CREMESP faz o seu exame apenas para efeitos estatísticos.

Mais da metade dos alunos recém-formados em medicina no estado de São Paulo foram reprovados no exame do Conselho Regional de Medicina (Cremesp). A prova foi realizada em novembro deste ano e é obrigatória a todos os formandos do estado.

Dos 2.411 participantes, 54,5% acertaram menos de 60% da prova, ou seja, menos de 71 das 120 questões. O exame contou com a presença de 2.525 estudantes das 28 escolas médicas paulistas que funcionam há mais de seis anos. Desses, 114 tiveram suas provas invalidadas.
Ao todo, 2.943 recém-formados se inscreveram na avaliação. Desses, 71 (2,5%) não compareceram. Dos 2.872 presentes, 119 (4,2 %) tiveram as provas invalidadas (114 de São Paulo e cinco de outros estados), sendo que 86 boicotaram o exame, assinalando a letra “b” em todas as questões, e 33 apresentaram outros padrões de respostas consideradas pelo Cremesp como inconsistentes.

Compareceram à prova recém-formados de 51 cursos de medicina de outros estados (347, do total de 2.872 presentes) que irão se registrar no Cremesp e atuar em São Paulo.

O exame contou com 120 questões objetivas de múltipla escolha que abrangem problemas comuns da prática médica, de diagnóstico, tratamento e outras situações, em nove áreas básicas: clínica médica, clínica cirúrgica, pediatria, ginecologia, obstetrícia, saúde mental, epidemiologia, ciências básicas e bioética.

 

FONTE: Estado de Minas.

 

Aos 45 anos, F.* entrou em desespero quando começou a receber mensagens cifradas. O problema se agravou a partir do momento em que foi ameaçada por pessoas que a espionavam e a perseguiam dia e noite. “Elas pareciam conhecer detalhes da minha vida que eu nunca havia revelado a ninguém”, relatou. Então, ela procurou ajuda especializada. Não em uma delegacia de polícia, mas na ala psiquiátrica de um hospital. Sem histórico de distúrbios mentais, perto de chegar à meia-idade, a mulher acabou diagnosticada com crise psicótica aguda. O que teria desencadeado o episódio seriam horas intermináveis no Facebook.

Doida internet

A dependência em internet já é um assunto bem discutido por psicólogos e psiquiatras, que consideram o vício semelhante ao de jogar ou beber. Agora, artigo publicado na revista Israel Journal of Psychiatry and Related Sciences sugere que a rede mundial favoreceu o surgimento de um tipo específico de distúrbio mental, a psicose de internet. O psiquiatra israelense Uri Nitzan encontrou três casos de mulheres previamente saudáveis que tiveram surtos psicóticos depois de começar a frequentar as redes sociais e salas de chat. Ele defende que pessoas sem muita intimidade com computadores e emocionalmente frágeis – F., por exemplo, cuidava de um idoso que morreu dois meses antes do surto – ficam mais suscetíveis a confundir realidade e ambiente virtual, a ponto de desenvolver o grave distúrbio.

“No nosso artigo, descrevemos apenas três casos. É claro que precisamos de estudos mais aprofundados, que incluam um número maior de pacientes. Contudo, delírios desencadeados pela internet já foram bem explorados pela literatura médica”, observa Nitzan. “Além disso, os sintomas apresentados pelas três pacientes encaixam-se perfeitamente no diagnóstico da psicose. Todas elas passavam por momentos difíceis em sua vida, tendo uma característica em comum: estavam tentando se reerguer com o auxílio da comunicação mediada pelo computador (CMC).” Esse termo refere-se a qualquer tipo de relação interpessoal exercida por meio de máquinas conectadas remotamente. Redes sociais, chats e serviços de mensagem instantânea são as mais populares.

O delírio não é uma condição exclusiva dos transtornos psicóticos. O uso de remédios e drogas, além de tumores no cérebro, também podem desencadeá-los. Nos casos descritos por Nitzan, porém, as pacientes não tinham contato com narcóticos nem tinham lesões cerebrais. O psiquiatra também não acredita que os surtos sofridos pelas três possam ser dissociados do uso da internet, daí a defesa de que esse tipo de psicose mereceria uma classificação à parte no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM, na sigla em inglês), um guia organizado pela Associação Psiquiátrica Americana e usado por profissisonais de todo o mundo, inclusive do Brasil.

Mensagens cifradas

“Nos três casos, elas afirmaram que os episódios psicóticos estavam intimamente relacionados com a internet. Os surtos giravam em torno de mensagens trocadas em sites, de pessoas que elas só conheceram no ambiente virtual e de supostos avisos cifrados que chegavam pelo computador”, diz Nitzan. O psiquiatra conta que tentou encaixar os casos nos transtornos de personalidade borderline, no transtorno delusional erotomaníaco – quando a pessoa acredita, erroneamente, que outra está apaixonada por ela –, na esquizofrenia e no transtorno esquizoafetivo, caracterizado por períodos de depressão e mania.

“Porém, nenhum deles se ajustava. Baseado em nossas experiências profissionais e em consultas que fizemos com outros colegas, nossa impressão é de que a CMC é capaz de gerar um espectro amplo de fenômenos psicopatológicos, que vão de leves experiências dissociativas a um episódio verdadeiramente psicótico”, diz.
Na ausência de uma classificação oficial para a psicose de internet, as três mulheres cujos relatos são descritos no artigo receberam diagnósticos diferentes dos hospitais psiquiátricos. Enquanto o caso de F. foi considerado um episódio psicótico leve, o de M., de 30 anos, foi classificado como esquizofrenia. A única experiência prévia da mulher com distúrbios mentais havia sido 10 anos antes, quando, pressionada pelos exames da universidade, passou a sofrer de ansiedade e teve de tomar um antidepressivo, além de fazer psicoterapia.

Na época em que entrou para o Facebook, M., que também não tinha muita intimidade com a internet e era totalmente leiga em redes sociais, estava separada do marido. Ela adicionou o perfil de um homem casado, que morava no exterior e não a conhecia. Esse usuário, com quem M. passou a trocar mensagens, tinha o hábito de postar videoclipes, e foi aí que os surtos começaram. “Gradualmente, ela começou a atribuir importância às cores, às palavras e às músicas dos clipes, convencida de que mensagens íntimas estavam escondidas por trás dessas ‘pistas’, imaginando que todas eram destinadas a ela”, conta Nitzan.

“Mergulhei em uma relação, comecei a fantasiar sobre o homem e a criar esperanças. Cheguei a um ponto em que minha correspondência com ele ocupava a maior parte do dia”, confessou a mulher. Ela respondia às mensagens achando que eram privadas, mas, como era ignorante em tecnologia, descobriu que qualquer pessoa poderia lê-las. M. começou a desconfiar de que a mulher ou os conhecidos do “namorado virtual” é que mandavam as mensagens, com alguma intenção maléfica. Ela procurava recados dele no rádio, na televisão, em anúncios publicitários e acreditou estar sendo perseguida.

Indícios fortes 
No caso de R., de 30, as alucinações chegavam a ser físicas. A mulher passou a frequentar redes sociais depois que foi demitida. Queria buscar emprego e novos contatos, mas o que encontrou foi um desconhecido, por quem acreditou estar apaixonada. “A um certo ponto, quando interagia pela internet com o homem, ela sentiu as mãos dele tocando suas costas e sua barriga. Essa alucinação ocorreu diversas vezes, acompanhada de muita ansiedade. Quando foi atendida (no hospital psiquiátrico), não conseguia explicar a impossibilidade de aquilo ocorrer. Seu diagnóstico final foi breve episódio psicótico”, recorda Nitzan.

O psiquiatra Tom Heston, da Universidade de St. Louis, concorda que é preciso considerar a psicose de internet como um distúrbio único, para facilitar o diagnóstico e o tratamento dos pacientes. “A comunicação mediada pelo computador passou por um crescimento explosivo nas últimas duas décadas.

Esse meio relativamente novo de interação com os outros tem o efeito único de eliminar dicas sociais que normalmente conseguimos captar quando estamos falando com uma pessoa diretamente. Isso pode criar mal-entendidos, erros de julgamento e, em casos extremos, o desenvolvimento de problemas mentais, como psicose”, diz.

“Embora ainda não tenha sido definida suficientemente bem para ser incluída no DSM, há indícios fortes para considerá-la um novo tipo de transtorno”, defende o médico. A psicose é uma condição mental severa e se for possível preveni-la, então isso precisa ser feito. No caso da psicose de internet, ela parece facilitada por comunicações em chats, redes sociais, e-mails etc.. Portanto, é possível prevenir alguns indivíduos mais suscetíveis por meio de educação, explicando a eles as limitações das relações interpessoais on-line”, acredita.

Para o pesquisador Peter W. Halligan, da Faculdade de Psicologia da Universidade de Cardiff, as alucinações associadas ao uso da internet precisam ser levadas em conta na avaliação psiquiátrica para uma indicação correta de tratamento. “A terapia cogntiva, por exemplo, pode ser extremamente útil para essas pessoas”, afirma.

Em 2005, ele publicou artigo na revista Psycopathology no qual também descrevia episódios psicóticos desencadeados por sites. Em um deles, um homem achou ter descoberto uma rede terrorista e começou a imaginar que seu telefone estava sendo grampeado pelas autoridades, que também teriam instalado câmeras escondidas em sua casa.

Assim como no estudo israelense, a falta de intimidade com a tecnologia foi considerada um fator de risco. “Essa é uma linha de pesquisa que merece atenção. Novos estudos poderão colaborar para constatar se, de fato, a psicopatia de internet deve ser considerada um fenômeno diferente dos que já conhecemos”, diz Halligan.

 

FONTE: Estado de Minas.


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