Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo do mês: janeiro 2014

Micos são flagrados com maconha no quintal de casa religiosa em Uberaba

Uma pessoa chamou a polícia depois que um bando de animais agitados passou por uma área verde e deixou cair uma bucha da droga

macaco

Uma ocorrência inusitada chamou a atenção de policiais militares da cidade de Uberaba, no Triângulo Mineiro. Eles foram acionados para recolher uma porção de maconha que caiu no quintal de uma casa religiosa após a passagem de um bando de micos na tarde de quinta-feira.

O caso aconteceu no Bairro Cidade Jardim. De acordo com a Polícia Militar (PM), uma testemunha acionou o 190 dizendo que alguns micos estavam pulando nas árvores do local, muito agitados. Um funcionário do local jogou uma manga em direção aos animais, para espantá-los. Foi quando eles deixaram cair uma bucha de maconha e fugiram. Os policiais foram até o local e recolheram a droga, que foi levada para a delegacia da cidade. Conforme a PM, a suspeita é de que a droga estivesse escondida em alguma árvore da região e tenha sido encontrada pelos micos.

Nesta manhã, uma moradora da casa religiosa informou que há muitas árvores no local e os animais podem ter vindo de um clube próximo. Ela afirma que apenas um animal, sem qualquer comportamento estranho, passou pelas árvores ontem e deixou cair dois pedaços da droga. A polícia foi acionada, ouviu o funcionário do local e o material foi recolhido.

FONTE: Estado de Minas.

TJ apresenta sistema Jippe na Advocacia-Geral do Estado

Jipe---advocacia-geral

Com a inovação, os advogados poderão peticionar online, de casa, independentemente do horário de funcionamento do Judiciário

No dia 17 de janeiro, foi a vez da Advocacia-Geral do Estado conhecer o sistema Justiça Integrada ao Povo pelo Processo Eletrônico (Jippe), por meio do qual todas as peças processuais de competência originária do TJMG serão produzidas em formato digital, a partir de 24 de fevereiro de 2014. O 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e superintendente judiciário, desembargador Almeida Melo, apresentou o sistema para o advogado-geral do Estado, Marco Antônio Rebelo Romanelli.

Resolução 740/2013, que criou o Jippe, foi publicada em 11 de outubro de 2013 e retificada no Diário do Judiciário eletrônico(DJe) de 14 de outubro. Com ele, as petições iniciais, as intermediárias e os recursos interpostos contra decisões proferidas em processo eletrônico de algumas classes processuais serão recebidos exclusivamente de forma informatizada. Entre elas estão a ação direta de inconstitucionalidade, a ação declaratória de constitucionalidade, o agravo de instrumento cível e criminal, a ação rescisória, o mandado de segurança, agravos internos, reclamações e representações. De acordo com o desembargador, 45% do movimento do TJ se refere a esses casos.

Com a inovação, os advogados poderão peticionar online, de casa, independentemente do horário de funcionamento do Judiciário. As peças processuais serão produzidas em formato digital PDF (portable document format).

Segundo o advogado-geral, o Jippe “é um sistema facilitador, que diminui o uso do papel, permite a transmissão da informação de uma forma mais rápida, evita o deslocamento do profissional até a unidade judiciária e, com essa racionalização do serviço, há economia de tempo e advogados podem se dedicar mais ao trabalho intelectual”. Ele ressaltou que, só no ano passado, houve um percurso de 1,4 milhão de quilômetros para realização de trabalhos jurídicos no interior. Ele tem esperança de que o processo eletrônico na Segunda Instância represente o marco de uma iniciativa arrojada e seja estendido a todo o Estado. “Com o Jippe em todas as instâncias poderemos nos deslocar somente para a realização de audiências e julgamentos, evitando a ida às comarcas para buscar ou analisar peças do processo.”

O desembargador Almeida Melo solicitou ao advogado-geral do Estado o apoio da instituição para que os procedimentos internos necessários para a implantação do Jippe sejam finalizados. Na oportunidade, o magistrado ressaltou os benefícios do processo eletrônico, entre eles, a economia de papel, a facilidade para restauração dos processos e a racionalização dos trabalhos.

O processo eletrônico em Minas será implantado em duas fases. Inicialmente, a partir de 24 de fevereiro de 2014, serão contemplados todos os feitos de competência originária do Tribunal de Justiça, os recursos internos e os agravos de instrumento. Em médio prazo, o processamento eletrônico se estenderá às apelações. O 1º vice-presidente do TJMG explicou que, durante o período de 60 dias contados da implantação do Jippe, as petições e recursos cabíveis poderão ser apresentados tanto em meio físico quanto em meio eletrônico.

O processo eletrônico será acessado por meio do Portal do Processo Eletrônico, por qualquer profissional legalmente habilitado e credenciado mediante uso de certificação digital (ICP-Brasil) ou de login e senha fornecidos pelo Tribunal de Justiça e, nos sistemas internos, por desembargadores, juízes, servidores, funcionários e auxiliares da Justiça autorizados pelo TJMG.

Para o peticionamento eletrônico, os advogados precisarão de certificado digital (ICP-Brasil). Quem já possui a ferramenta pode se autocadastrar no Portal do Processo Eletrônico. Os advogados que não tiverem certificado digital poderão comparecer ao Tribunal de Justiça para obtenção de cadastro. Já os membros do Ministério Público Estadual, da Defensoria Pública Estadual e os procuradores dos entes públicos serão cadastrados por intermédio de suas próprias instituições. O uso inadequado do Portal do Processo Eletrônico será passível de penalização com o bloqueio provisório do cadastro do usuário.

A autenticidade e a integridade das peças processuais serão garantidas por sistema de segurança eletrônico com uso de certificação digital. Todos os atos praticados no processo eletrônico serão registrados com a identificação do usuário, a data e o horário da sua realização. Havendo determinação judicial, a consulta de peças de caráter sigiloso poderá ser inibida.

FONTE: TJMG.


Mais de 70 bairros na Capital e três cidades da Grande BH ficarão sem água no domingo

água

O trabalho de interligação de adutora e a substituição de registros localizados na esquina entre as ruas Benjamim Constant e Felipe dos Santos e avenida Nacional, na divisa de BH e Contagem, deixará sem água mais de 70 bairros no próximo domingo (26).

Serão afetadas as duas cidades, além de Ribeirão das Neves e Vespasiano, na região Metropolitana. O corte irá ocorrer a partir das quatro horas da manhã.

Confira os bairros que serão afetados em cada município:
Belo Horizonte – Céu Azul, Esplendor, Jardim dos Comerciários, Jardim Leblon, Lagoa, Mantiqueira, Nova América, Nova Pampulha, Nova York, Santa Mônica, Sarandi e Xangrilá.
Contagem – Arvoredo, Arvoredo II, Bom Jesus, Cabral, Caiapós, cândida Ferreira, Carajás, Chácaras Campestre, Chácaras Campo do Meio, Chácaras Cotias, Chácaras Novo Horizonte, Chácaras Planalto, Chácaras Reunidas Santa Terezinha, Distrito Industrial Dr. Hélio Pereira Guimarães, Estrela Dalva, Jardim Alvorada, Lua Nova da Pampulha, Morro do Confisco, Nacional, Nossa Senhora da Conceição, Novo Boa Vista, Pedra Azul, Pôr Do Sol, Recanto da Lagoa, Vale das Amendoeiras, Vila Boa Vista, Vila Francisco Mariano, Vila São Matheus e Xangrilá.
Ribeirão das Neves – Areias de Baixo, Centro de Areias, Céu Anil, Fazenda Misongue, Fazenda Severina, Havaí, Jardim Alvorada, José Maria Da Costa, Kátia, Landi I, Landi II, Luar da Pampulha, Mangueiras, Maria Helena II, Pedra Branca, Pedreira, Rosemeire, Santa Margarida, Santana, Santana II, Soares, Sônia, Tancredo Neves, Tocantins, Verônica, e Vila Bispo de Maura.
Vespasiano – Nova York, Sueli e Vida Nova. A normalização do abastecimento ocorrerá, de forma gradativa, no decorrer da noite do mesmo dia.

 FONTE: Hoje Em Dia.


REAJUSTE COLETIVO
Dos 20 municípios mineiros que reduziram o valor da passagem de ônibus depois das manifestações nas ruas em 2013, três já o aumentaram e outros três farão o mesmo

A redução do valor das tarifas de ônibus municipais ocorrida depois das manifestações de rua em junho do ano passado, durante a Copa das Confederações, começa a ceder à pressão das empresas de transporte. Dos 20 municípios que chegaram a baratear as passagens à época dos protestos, pelo menos três já as reajustaram e outros três pretendem fazer o mesmo, conforme levantamento feito pelo Estado de Minas. Alfenas (10%) e Poços de Caldas (7,7%), no Sul de Minas, e Divinópolis (6,1%), no Centro-Oeste do estado, confirmaram o aumento. Itajubá, no Sul, Montes Claros, no Norte, e Uberlândia, no Triângulo, admitem o reajuste da tarifa, mas não informaram o percentual ainda. Apenas Uberlândia já estabeleceu fevereiro como data do aumento, ainda não definido também.

As 20 prefeituras ouvidas pelo EM consideram que o principal componente para a primeira redução nas tarifas foi a isenção do pagamento das alíquotas federais sobre as contribuições do PIS/Pasep e Cofins e a receita do transporte urbano municipal. Sem os tributos, foram possíveis recuos de até 15% no valor das passagens, segundo o governo federal. Mas o alívio durou pouco, pois, já em outubro, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) inaugurou a escalada dos preços depois que autorizou reajuste de 6,981% nas tarifas de ônibus interestaduais e internacionais, em percursos superiores a 75 quilômetros, a partir da origem. Em dezembro, as linhas de ônibus do sistema de transporte intermunicipal sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) também tiveram alta de 6,06%.

A manutenção do congelamento do preço das passagens também tem pesado no orçamento das prefeituras. Só a isenção de impostos que resultou na primeira redução de R$ 0,05 em BH, em julho, causou uma renúncia fiscal de R$ 12 milhões, segundo a prefeitura. Em Betim, na Grande BH, o custo para os cofres públicos municipais chega a R$ 480 mil, média de R$ 80 mil por mês.

Ontem, a PBH publicou no Diário Oficial do Município um decreto do prefeito Marcio Lacerda que extingue a cobrança do Custo de Gerenciamento Operacional (GCO) no sistema de transporte coletivo, a ser iniciado em até 90 dias. O CGO cobre os custos administrativos e operacionais de fiscalização e regulação dos serviços de transporte coletivo. Apesar de a decisão beneficiar as empresas de ônibus, o valor das tarifas não será alterado por enquanto. Isso ainda será averiguado na auditoria que faz a revisão do contrato de concessão do sistema viário. Apesar de representar perda de R$ 20 milhões por ano, a PBH informa que será compensada com o aumento de receita com a elevação de alíquota do Imposto sobre Transferência de Bens Imóveis (ITBI), que entra em vigor em maio.

Em dezembro ainda, a Setop concedeu reajuste de 4% nas tarifas de 749 linhas de ônibus metropolitanos. O encarecimento não afetou os preços das passagens, porque o governador Antonio Anastasia determinou o subsídio dos valores com a suspensão da cobrança da taxa de custo de gerenciamento operacional nos mesmos 4%. A Setop não informou quanto custará essa renúncia fiscal.

Tendência de alta

Para o mestre em engenharia de transportes pelo Instituto Militar de Engenharia do Rio de Janeiro (IME) Paulo Rogério da Silva Monteiro, a tendência é que as tarifas subam em todas as cidades, uma vez que os custos aumentaram e a única alteração feita pelo poder público foi a desoneração do PIS/Pasep e Cofins. “Não se alterou a estrutura de gestão do sistema para ser mais eficiente e não se aprimorou a tarifação. O que se fez foi meramente mudar um dos custos no final da planilha, que era o imposto”, afirma. “Enquanto isso, os custos dos operadores continuaram a subir com combustíveis, salários e impostos. A desoneração sobre o combustível do transporte público, por exemplo, deveria ser regra, já que se trata de um serviço essencial”, disse.

Outro problema, avalia o especialista, é que muitas prefeituras desconhecem o sistema pelo qual contratam serviços. “O poder público municipal desconhece as relações de custo, demanda e receita. Por isso, é incapaz de contestar os aumentos apresentados pelas empresas que operam o sistema viário.”

Quem aumentou a passagem destaca que o valor ainda está abaixo dos praticados antes das manifestações do ano passado. A Prefeitura de Alfenas, por exemplo, justifica o aumento alegando que a concessionária que administra o serviço de transportes tinha apresentado planilha com tarifa de R$ 3,03, mas o prefeito Maurílio Peloso (PDT), sob justificativa de que a população necessita de “valores mais acessíveis”, fixou o preço em R$ 2,20 – ainda R$ 0,05 menor do que o praticado em janeiro do ano passado. A administração municipal de Divinópolis informou que com o encarecimento de 14% do óleo diesel as empresas queriam que a passagem subisse de R$ 2,45 para R$ 2,77, mas o índice foi negociado e ficou em R$ 2,60.

TARIFAS DE ÔNIBUS

Situação nos 20 municípios que reduziram o valor da passagem em 2013

JÁ REAJUSTADA

» Alfenas
R$ 2 para R$ 2,20

» Divinópolis
R$ 2,45 para R$ 2,60

» Poços de Caldas
R$ 2,60 para R$ 2,80

SERÁ REAJUSTADA

» Itajubá
R$ 2,50 Valor a ser definido

» Montes Claros
R$ 2,30 Valor a ser definido

» Uberlândia
R$ 2,70 Valor a ser definido

MANTIDA

» Araxá
R$ 2,55

» Belo Horizonte
R$ 2,65

» Betim
R$ 2,75

» Contagem
R$ 2,75

» Esmeraldas
R$ 2 e R$ 3

» Lavras
R$ 2,45

» Nova Lima
R$ 2,60

» Ribeirão das Neves
R$ 2,60

» Sabará
R$ 2,70 a R$ 3,20

» São João del-Rei
R$ 2,50 e R$ 4,10

» Sete Lagoas
R$ 2,50

» Uberaba
R$ 2,80

» Varginha
R$ 2,60

» Vespasiano
R$ 2,65 a R$ 4,10

FONTE: Estado de Minas.


Bieber é preso por dirigir embriagado

Astro canandese é liberado após pagar fiança, mas fãs do cantor se dizem desapontadas com o mau comportamento

Justin Bieber deixa delegacia de Miami, após ser flagrado em um %u201Cpega%u201D (Joe Raedle/Getty Images/AFP)
Justin Bieber deixa delegacia de Miami, após ser flagrado em um %u201Cpega%u201D

O cantor Justin Bieber foi preso na madrugada de ontem, em Miami, depois de participar de um “pega” embriagado, informaram meios de comunicação locais, no mais recente escândalo envolvendo o astro pop. A afiliada local da rede NBC em Miami informou que no momento de sua prisão Bieber estava dirigindo uma Lamborghini alugada. O cantor canadense foi liberado da prisão após pagar uma fiança de US$ 2,5 mil. O incidente é mais um de uma longa série de manchetes polêmicas que mancharam a imagem de Bieber, que já vendeu mais de 12 milhões de álbuns desde que se lançou no cenário musical, em 2009, como ídolo de milh’oes de adolescentes.

Eu, Justin B. 19 anos, embriagado, fazendo pega, preso (e ainda acho graça)

bieber

O cantor pop canadense Justin Bieber foi detido em Lamborghini alugada na madrugada de ontem após sair de boate em Miami (EUA). Na delegacia, onde admitiu uso de álcool, medicamentos e maconha, sorriu ao tirar foto para sua ficha criminal. Levado para presídio, pagou fiança de US$ 2,5 mil e foi liberado. Em BH, fãs lamentam escândalos recentes do ídolo, que em novembro foi flagrado saindo de casa noturna e pichando muro no Rio de Janeiro. Foto: Departamento de correção e reabilitação de Miami

As trapalhadas do cantor canadense estão repercutindo mal entre os fãs. Em Belo Horizonte, a maioria dos admiradores afirma que não reconhece o cantor pelo qual se apaixonaram em 2009. Para eles, Bieber tem um comportamento agressivo, que não acompanha a faixa etária de seu público. A adolescente Letícia Campos, de 16 anos, segue a carreira do ídolo desde os 11 anos e já foi em três shows, um em Toronto, no Canadá, e dois no Brasil, em 2009 e 2011. Ela afirma que o cantor deveria ficar preso por, pelo menos, três dias, para aprender a dar valor aos fãs e às suas várias conquistas. “Ele sempre faz coisas erradas, mas nunca aprende nem promete parar. Deixamos mensagens de apoio no Twitter, mas nada resolve”, comenta. Letícia afirma ainda que não é mais fã da personalidade do cantor, mas apenas das músicas dele.

A pequena Gabriela Lobato Moreira, de 10 anos, conta que não é fã de Justin desde o ano passado, quando ele passou pela turnê na América do Sul. Durante sua estada no Rio, foi visto saindo de um casa noturna escondido sob um lençol e foi expulso do hotel em que estava por tentar entrar com prostitutas. Furioso, quebrou vários objetos de sua suíte. Também foi denunciado por grafitar um muro da cidade. A menina afirma ainda que ficou decepcionada com o último clipe do cantor, que, segundo ela, não condiz com a sua idade. “No vídeo aparece uma mulher com peitos grandes, de silicone. Isso não é legal para minha idade”, reflete.

Na semana passada, a polícia de Los Angeles encontrou drogas e prendeu um amigo de Justin em uma batida feita na casa do cantor, depois que ovos foram jogados na residência do vizinho do astro. Na ocasião, o cantor de 19 anos foi acusado pelo vizinho de causar danos em milhares de dólares a sua casa ao atirar os ovos. Esse foi mais um episódio que decepcionou a adolescente Mariana Gonçalvez, de 15 anos. “Ele tem umas atitudes muito bobas. Fico chateada porque é errado usar drogas, mas parece que no meio de artistas é comum”, comenta. Mariana atribui as polêmicas de Bieber às más companhias e ao término do namoro com a atriz americana Selena Gomez. Para ela, o cantor deveria se redimir com os fãs, ficar bem consigo mesmo e procurar tratamento médico para deixar de ser dependente químico. “Ainda gosto das músicas, mas as atitudes não me agradam. Ele precisa rever seus conceitos”, diz.

Segundo a imprensa, em julho autoridades da fronteira entre Estados Unidos e Canadá confiscaram maconha e drogas em um dos ônibus de turnê de Bieber. Ele não estava a bordo no momento da apreensão. O cantor também atraiu críticas em sua viagem recente pela Austrália, depois de supostamente pichar a parede de um hotel. Na Argentina saiu de uma casa noturna sem pagar a conta, além de ter “varrido” uma bandeira argentina do palco durante um de seus shows. O cantor também foi expulso de um hotel luxuoso em Buenos Aires depois de provocar danos em seu quarto. Durante as festas de Natal, Bieber anunciou pelo Twitter que estava se aposentando oficialmente. Sua produtora, porém, disse que o comentário era uma brincadeira.

O comportamento também assusta as mães dos fãs de Bieber. Elas afirmam que apoiam as filhas, mas ficam preocupadas com a visão que elas podem criar sobre a vida adulta com drogas e bebidas. Segundo elas, o diálogo aberto é a melhor forma para evitar que as fãs tenham trajetória parecida com a dele. “Tenho uma filha e incentivo a prática de esportes. Converso sobre o mal que as drogas podem fazer a uma pessoa”, afirma a mãe de Gabriela, a advogada Tatiana Lobato dos Santos. (Com agências)

A belo-horozontina Gabriela afirma que não é mais fã do cantor (Cristina Horta/EM/D.A Press)
A belo-horozontina Gabriela afirma que não é mais fã do cantor

FONTE: Estado de Minas.


CONSUMIDOR » Quem cobra caro vira chacota no Facebook

surreal

Quase três décadas depois do surgimento do movimento das donas de casa, em que mães de família fiscalizavam semanalmente a evolução de preços nos supermercados, o Brasil assiste a novo formato de protesto em que grupos pressionam contra a cobrança de valores abusivos no comércio e nos serviços. E, claro, sugerem boicote aos estabelecimentos onde identificam abuso. O novo ambiente de protesto é o Facebook, maior rede social do planeta, onde os grupos criaram uma nova moeda, a $urreal – estampado com o rosto do pintor Salvador Dalí, mestre do surrealismo –, para denunciar os preços abusivos. O movimento começou no Rio de Janeiro, ganhou réplicas em outras capitais e chegou a BH no domingo.

Até as 21h de ontem, a comunidade BH $urreal contava com 9.238 seguidores – média diária de 1.952 adesões. A maior parte das postagens no grupo reclama de preços em bares, restaurantes e similares, um dos principais setores da economia da cidade. Numa casa de shows da Grande BH, por exemplo, um membro do grupo informa que a embalagem de 500 ml de água mineral é vendida a R$ 5. Em vários pontos comerciais da cidade, a mesma mercadoria sai por R$ 1,50. Outro seguidor lamenta que a pipoca na Praça do Papa seja vendida por R$ 15. Outro membro do grupo denuncia que um bar da Savassi cobra mais pelo chope servido sem colarinho.

“A ideia da página é que o comerciante pratique um valor justo pela mercadoria. Há estabelecimentos que pedem R$ 21,90 na porção de 300 gramas de batata fria. O quilo do produto congelado, porém, sai por cerca de R$ 3. Sei que o dono tem custos, como óleo, gás e funcionários, mas pedir 700% a mais? É surreal”, indignou-se o comunicador Flávio Peixe Silva Rosa, um dos organizadores da página. Ele teve a ideia de criar a BH $urreal depois de perceber que a primeira página do gênero, feita há poucos dias por três amigos no Rio de Janeiro e com mais de 110 mil adeptos, havia conquistado bons resultados.

surreal

Além do Rio e de BH, páginas com a expressão “$urreal – não pague” foram montadas em São Paulo, Brasília, Curitiba e Recife. No caso da capital mineira, a maioria das críticas é direcionada a bares e restaurantes, setor em que muitas mercadorias subiram bem acima da inflação oficial do país em 2013 (5,91%). Aqui, a inflação da cerveja disparou 13,53%. A da refeição fora de casa, 7,34%. A do lanche, 9,77%. Na prática, porém, alguns empreendimentos subiram os preços bem acima desses percentuais. Quem conta é o professor Renan Loreto: “Uma cerveja num bar da Rua Francisco Sales custava R$ 6 no meio do ano passado. Agora, R$ 8 (diferença de 33,3%)”. Insatisfeito, ele passou a prosear e a beber com amigos em outro bar, na mesma rua, onde uma garrafa idêntica é negociada a R$ 5. “O bar é tradição do belo-horizontino. Nosso lazer está cada vez mais difícil. Como pode haver preços tão diferentes na mesma rua?”, questiona o rapaz.

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DEFESA
 O diretor-executivo da seção mineira da Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel-MG), Lucas Pêgo, informou que o setor não repassou para a clientela todos os aumentos a que se submeteu. Prova disso, justifica, é que os bares e restaurantes, em média, tiveram um faturamento 7% maior em 2013 na comparação com 2012. “Levando-se em conta que a inflação ficou em torno de 6%, é como se tivéssemos obtido um crescimento perto de zero, foi como se houvesse um empate. A margem de lucro nos restaurantes tem diminuído, justamente porque não repassamos todos os aumentos para os clientes”, sustentou.

Lucas acrescenta que é difícil analisar mercadorias semelhantes com preços bem diferentes em estabelecimentos que não sejam da mesma rede. “No caso da batata frita, por exemplo, não é só a porção que você está comprando. Você está ‘comprando’ o ambiente: as pessoas do lugar, o atendimento etc. Já no caso da cerveja, as fabricantes vendem a mercadoria por preços diferentes (para estabelecimentos vizinhos), pois levam em conta fatores como o interesse pelo ponto e o poder de barganha (do comerciante).”

Repercussão faz preço cair 33% no RJ

A primeira comunidade $urreal – não pague foi criada no Rio de Janeiro, na sexta-feira, por três amigos. A comunidade, que já conta com mais de 110 mil adeptos, rendeu resultado: um ambulante na Praia de Copacacbana que vendia cada coco por R$ 6 reduziu o valor para R$ 4, depois de fotos de suas mercadorias serem postadas no fórum virtual.

“Eu e dois amigos – Flávio Soares e Andréa Cals – reclamávamos dos preços no Rio e um quarto colega propôs, numa nota de jornal, que o real fosse substituído pela ‘moeda’ surreal. Daí tivemos a ideia de fazer a página. Em 24 horas, tínhamos 20 mil curtidas. Já são mais de 110 mil”, disse a crítica de arte Daniela Name, uma das fundadoras do grupo.

Uma das primeiras postagens no Rio $urreal foi a foto de um cardápio de um quiosque da Praia de Ipanema que vende o misto quente por R$ 20. O dono do empreendimento ainda não se sensibilizou com os vários comentários. “Se a gente se recusar a pagar o preço cobrado, as vendas caem e o dono baixa o preço. O brasileiro precisa ser um consumidor consciente, precisa compreender que só há comerciantes que cobram valor abusivo porque tem quem pague”, completa.

A quantidade de seguidores e o interesse de outras capitais em fundar comunidades semelhantes levaram Daniela a avaliar que o brasileiro tem uma demanda reprimida em relação a protestos relacionados aos preços exorbitantes praticados em várias partes do país. “A onda é deixar de comprar. É bom saber que outras capitais estão fazendo o mesmo”.

COMENTÁRIOS Em Belo Horizonte, ontem, vários internautas se manifestaram sobre a criação da comunidade no site do Estado de Minas. O internauta Marcelo Loschi, por exemplo, elogiou a iniciativa: “Ótima. Parte da culpa é dos consumidores, que gostam de pagar caro”. Ele acrescenta que conhece muita gente que “gosta do que é caro; não necessariamente do que é bom!!!!”.

Gilson Júnior acredita que a internet poderá ajudar a reduzir os preços cobrados no país: “Finalmente as pessoas estão utilizando a força das redes sociais para algo útil, que poderá favorecer a todos! As empresas que abram os olhos e baixem seus preços abusivos”.

Renato Rego, por sua vez, alerta para a possibilidade de aumentos exorbitantes em função da Copa do Mundo: “Já era esperado. Com a chegada da Copa, todos os serviços vão ser inflacionados! Até parece que a cidade vai ficar superlotada de estrangeiros. Quem é prejudicado somos nós mesmos. Resta saber se, ao final da fanfarra absurda e abusiva da Copa, os preços vão voltar ao normal”.

FONTE: Estado de Minas.


Hospital João XXIII atende quase 500 pessoas por ano para a retirada de anéis

Unidade adota uma técnica especial que evita o corte do acessório. Inchaço causado por anel apertado pode levar à perda dos dedos anel

Acessório que, aparentemente, não representa nenhum risco à saúde, os anéis são responsáveis por ocorrências que envolvem cerca de 480 atendimentos por ano no Hospital João XXIII (HJXXIII), da Rede Fhemig, maior hospital de pronto Socorro da América Latina. Artigo de uso comum entre mulheres e homens das mais variadas idades, os anéis são os protagonistas de casos que requerem a sua retirada devido ao inchaço (edema) dos dedos (seja das mãos ou dos pés), em geral causado pela inadequada utilização do acessório. Os acidentes são mais frequentes em mulheres jovens, mas há um número considerável de casos envolvendo homens.

O médico cirurgião do HJXIII Luiz Antônio Paulino ressalta que, em média, o ambulatório de sutura do hospital atende cerca de 40 casos por mês. Paulino afirma que o uso de anéis traz consigo o risco da perda do dedo uma vez que o inchaço causado pelo uso incorreto pode provocar a alteração da circulação. Assim, o médico recomenda a compra do objeto observando-se a medida correta.Como primeira ação a ser adotada, antes mesmo de se chegar ao hospital, é importante manter o braço elevado acima da altura do ombro por alguns minutos para que o dedo vá desinchando. Sempre que perceber alguma ferida na região entre o dedo e o anel, é recomendável a retirada do acessório antes que aconteça algum processo inflamatório. Também deve ser evitado o uso de anéis de aço, pois eles são mais difíceis de cortar, caso seja necessário.Técnicas de retiradaSão várias as técnicas para a retirada dos anéis nessas circunstâncias, o uso de cada uma delas vai depender das condições do dedo atingido. Desse modo, pode ser utilizado fio de sutura (nylon) enrolado ao dedo, alicate especial para corte do anel e o método, atualmente mais empregado pelo HPS, da fita feita a partir de esparadrapo dobrado e introduzido no espaço entre o dedo e o anel com a ajuda de uma solução oleosa que permite o deslizamento do anel, o que evita cortar o acessório. Todavia, a adoção das técnicas que não implicam no corte do anel ficam impedidas nos casos de presença de ferimento, fratura ou luxação do dedo inchado.

Passo a passo para a utilização da técnica do esparadrapo

1º:Corte uma tira de esparadrapo de aproximadamente 20 cm de comprimento por 3 cm de largura. Caso não tenha esparadrapo, utilize uma fita de tecido ou até mesmo aquelas utilizadas para enfeitar embalagens de presentes.

2º:Dobre o esparadrapo ao meio (de forma que a fita fique com 1,5 cm de largura) para que a pele não tenha contato com a cola.

3º:Coloque a fita entre o anel e o dedo com o auxílio de uma espátula de madeira ou outra objeto semelhante que não seja pontiagudo.

4º: Puxe a fita de modo que as duas extremidades fiquem do mesmo tamanho.

5º: Lubrifique o dedo utilizando solução oleosa como óleo mineral, vaselina ou óleo de cozinha, isto facilitará o deslizamento da fita sobre o anel.

6º:Com uma mão segure a fita puxando-a em direção à ponta do dedo e girando a fita no sentido horário. Use o seu polegar e o indicador para empurrar o anel auxiliando a sua retirada.

Símbolo de afeição

Apesar dos riscos, um número significativo de pessoas insiste em manter os anéis ainda que apertados, pois estabelecem uma relação afetiva com o objeto. Muitas vezes, eles representam a lembrança de alguma pessoa com a qual têm ou tiveram uma relação de afeto. Todavia, é de bom senso utilizar formas alternativas para usar o uso do anel sem, necessariamente, colocá-lo no dedo. Uma possibilidade é utilizá-lo em uma corrente como se fosse um pingente.

Disseminar o conhecimento

Para facilitar a assistência nos casos de anéis que se prendem ao dedo, o médico da Rede Fhemig acredita que é importante os profissionais dos postos de saúde serem treinados para a adoção das diversas técnicas, pois não é incomum a chegada de pacientes ao Hospital João XXIII, principalmente durante a madrugada, ou após terem percorrido os postos de saúde e/ou unidades de pronto atendimento cujos profissionais não dominam a metodologia.

FONTE: Estado de Minas.


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