Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

REVOLTA NO ENTERRO DO SOLDADO ANDRÉ – PM manda recado – ATUALIZAÇÃO – preso o último envolvido

ATUALIZAÇÃO: 21/05/2014, 03:30.

Preso foragido suspeito de matar PM durante assalto na Pampulha

Presos suspeito de matar policial no Ouro Preto
Wilson confessou participação no crime, mas negou ter sido o autor do disparos que mataram o policial
Foi preso nesta terça-feira (20) o segundo suspeito de atirar e matar o soldado da Polícia Militar (PM) André Luiz Lucas Neves, de 27 anos, durante um assalto na última sexta-feira (16), no bairro Ouro Preto, na região da Pampulha. Wilson Guimarães Filho, de 25 anos, se apresentou à polícia e foi ouvido na sede da Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) do Centro de Belo Horizonte.
Segundo informações de familiares, Wilson estaria com medo de retaliações por parte da polícia e, por isso, não teria se entregado antes. Entretanto, nesta terça, ele teria pedido que uma pessoa entrasse em contato com uma tia que possui um estabelecimento comercial no Centro de BH e pediu que ela o encontrasse. No encontro, ele decidiu se apresentar à polícia e foi preso.
Na delegacia, Wilson confessou participação no crime, mas negou ter sido o autor do disparos que mataram o policial. Segundo ele, Itálo Pedro de Souza Júnior e José Henrique da Silva Bento estavam praticando assaltos a pedestres na avenida Fleming no dia do crime. Durante uma das abordagens, o trio foi interceptado pelo policial e eles lutaram. Wilson afirmou que quem atirou foi José Henrique e revelou que, depois de ferirem André Luiz, todos fugiram. Na fuga, Wilson, que pegou a arma do policial no chão, tirou a arma da cintura e acertou a nuca do comparsa Ítalo, que morreu na hora.
Agora, a Polícia Civil irá investigar quem foi realmente o autor dos dois disparos que atingiram o soldado.
Após a prisão, Wilson foi encaminhado ao Hospital de Pronto-Socorro João XXIII por estar com hematomas no rosto. Ele ainda disse que os ferimentos foram adquiridos durante luta corporal com a vítima.
Conforme os militares do 13º Batalhão da PM, Wilson tem cinco passagens pela polícia, entre elas por roubo, infrações de trânsito e tentativa de homicídio. Enquanto menor de idade, ele também já havia sido apreendido por furto e roubo. 
Entenda o caso
Na noite da última sexta-feira, André Luiz Lucas Neves foi baleado durante um assalto no bairro Ouro Preto. Ele estava de folga, à paisana, com um amigo em bar na avenida Fleming e, quando deixava o estabelecimento, percebeu que três homens tentavam assaltar uma vítima e reagiu.
Segundo informações da PM, André Luiz chegou a lutar com os bandidos, mas durante a briga levou dois tiros. Atingido na cabeça e nas costas, ele foi socorrido e levado ao Hospital Odilon Behrens por uma viatura policial, mas não resistiu.Na ocasião, José Henrique da Silva Bento, de 30 anos, foi preso e Ítalo Pedrosa de Souza Júnior, de 22 anos, e Wilson Guimarães fugiram em um Peugeot preto rumo à Pampulha. O carro foi abandonado na região e, dentro do veículo, a polícia encontrou Ítalo, conhecido como “Júnior Negão”, já morto. A suspeita é a de que os dois assaltantes discutiram durante a fuga, e Wilson tenha atirado na cabeça do comparsa.No último domingo (18), centenas de policiais fizeram uma manifestação em homenagem ao soldado (lei mais abaixo).

FONTE: Hoje Em Dia.

“Se ameaçam sua vida, você tem que atirar”, diz PM em manifestação após velório

Enterro de PM morto na Pampulha durante tiroteio com suspeitos de assalto reúne mais de mil pessoas; colegas protestaram

O corpo do soldado da PM André Luiz Lucas Neves, de 27 anos, morto ao tentar impedir um assalto na Pampulha, foi enterrado sob clima de forte comoção no Cemitério da Saudade, na manhã desse domingo. Durante o sepultamento, a mãe do policial, Elizabeth Lucas Neves, agradeceu a presença das centenas de pessoas indignadas com o crime. Além de familiares, também foram ao enterro policiais de diversos batalhões da PM, que seguiram em carreata, em direção à Praça da Liberdade, onde realizaram protesto pacífico pela morte do policial.Os policiais ocupavam os dois sentidos da Avenida Bias Fortes, proximo ao Palácio da Liberdade e com sirenes dos carros da Polícia Militar ligadas. Usando o microfone do veículo, um PM manifestou: “Se um camarada estiver ameaçando sua vida ou de outrem (sic) não tem que segurar o cara, tem que atirar nele. Aqui está sendo dado o nosso recado. Não aceitamos mais sacagem conosco”. Centenas de policias bateram palmas e gritaram em sinal de aprovação.   Os presentes fizeram ainda um abraço simbólico no quartel do comando geral da PM, também na Praça da Liberdade.

FONTE: Alterosa.

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