João Leite (PSDB) e Alexandre Kalil (PHS) disputam 2º turno em BH

Os dois candidatos polarizaram as pesquisas durante a campanha.
Terceiro lugar ficou com Rodrigo Pacheco (PMDB).

João Leite (PSDB) e Alexandre Kalil (PHS) vão disputar o 2º turno em Belo Horizonte (Foto: Pedro Ângelo/G1)
João Leite (PSDB) e Alexandre Kalil (PHS) vão disputar o 2º turno em Belo Horizonte
O segundo turno das eleições para prefeito de Belo Horizonte será disputado entre os candidatos João Leite (PSDB) e Alexandre Kalil (PHS).

João Leite foi vereador em Belo Horizonte (1992 a 1994), secretário municipal dos Esportes da capital (1994) e exerce o sexto mandato como deputado estadual de Minas Gerais.

Kalil disputou pela primeira vez uma eleição em 2014 quando se candidatou a deputado federal pelo PSB. Ele desistiu no meio da campanha. Esta é a segunda vez que ele se candidata a um cargo eletivo. Desta vez, Kalil concorre pelo PHS.

Propostas
Alexandre Kalil tentou se distanciar da figura de “político” durante a campanha. Entre suas propostas está a melhoria da gestão para que os pacientes tenham o atendimento correto. Na educação, ele propõe ampliação do número de Umeis em articulação com creches conveniadas.

João Leite se comprometeu a melhorar a segurança, equipando melhor a Guarda Municipal. Ele também pretende garantir vaga para todas as crianças na educação infantil de Belo Horizonte e criar o Centro de Referência do professor para capacitação permanente dos educadores.

Campanha
Ao longo da campanha, os candidatos sempre apareceram nos dois primeiros lugares, segundo as pesquisas. Elas apontavam primeiro lugar para João Leite e Kalil em segundo.

Kalil foi criticado pelos adversários por dever Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e ter decretado falência de uma de suas empresas. Nas duas semanas que antecederam a votação, candidatos usaram o horário eleitoral e entrevistas para criticá-lo. João Leite chegou a dizer que Belo Horizonte não “deveria arriscar”. Já Kalil rebateu dizendo que tem dívidas por ser “um cidadão como outro qualquer”. Ele também criticou João Leite, chamando-o de “boca de aluguel”.

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FONTE: Estado de Minas.