Blog dos alunos da Universidade Salgado de Oliveira, Campus Belo Horizonte, Curso de Direito.

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07 a 13 de setembro de 2015

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Ideia – Por falta de ideias não me perco. A última tem relação com o futebol, que dá seus primeiros passos nos Estados Unidos com o nome soccer, shortening and alteration of association football.

Assunto que veio à balha depois que li, no provedor Terra, as confissões da senhora Monique Evans sobre suas atividades sexuais com Cacá. Ora, Cacá já foi o melhor jogador do mundo e foi devoto da bispa Sônia, casada com o apóstolo Hernandes, ramo evangélico dos mais originais que mereceu do craque 10% dos seus ganhos futebolísticos. Tive curiosidade de saber como se comporta o veterano craque na cama e li o texto transcrito no provedor Terra para descobrir que Cacá não é o jogador, mas a jovem Cacá Werneck, DJ, carioca de 28 anos que se define como sedutora, agitada, até bipolar, mantendo seu corpo bem definido pela prática de esportes. Monique, sua namorada, é o nome artístico de Monique Rezende Nery da Fonseca, modelo, atriz e apresentadora de tevê. Nasceu no Rio, RJ, tem 59 anos, dois filhos, e foi casada com Pedro Aguinaga, José Clark e Oswald Evans, antes de namorar Cacá Werneck e detalhar pela mídia o relacionamento amoroso das duas.

Os estádios norte-americanos têm tido média de público bem maior que a brasileira, o que se explica pelo futebolzinho que temos visto por aqui. Nossas séries C e D têm jogos divertidíssimos em que há muito mais gente nos gramados e nas cabines de tevê do que nas arquibancadas. Mesmo nas séries A e B temos visto arquibancadas vazias e  comentaristas enchendo as respectivas bocas para dizer que o público pagante foi de 15 mil pessoas em cidades de seis ou doze milhões de habitantes.

E tem mais uma coisa: se o Bragantino joga com o Ituano e a partida termina 5 x 4 para o time de Bragança Paulista, ou para o esquadrão de Itu, não há um comentarista brasileiro que não diga que “foi um jogão de bola”.

Por quê? Pelo número de gols, que em Portugal chamam golos. Quando um jogo das ligas espanhola, alemã ou inglesa termina zero a zero, nossos analistas concordam em que foi um jogão de bola “apesar da falta de gols”.

Por aí se vê que o gol é a alma do negócio e quantos mais golos, melhor. Na faixa de sete ou oito contra por seis ou sete, em 90 minutos de jogo, dá para a assistência se divertir à beça e à bessa assistindo a uma partida entre dois bons times, com dois bons guarda-valas. Sim, porque os ótimos arqueiros também levam golos.

Sem modificar as regras do jogo, onde o segredo de minha brilhante ideia? É fácil: aumentando a distância entre as traves, que atualmente é de 7,32m. Nem precisa mexer na altura do travessão ao relvado. Basta aumentar a distância entre as traves, digamos, para 7,92 metros, que todas as partidas do soccer se transformarão em jogões de bola ainda mais animados que o love de Monique e Cacá.


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Recuerdos – Certa feita, lá se vão muitos anos, avistei Luiz Fernando Verissimo na livraria do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, comprei dois livros seus e lhe pedi que os autografasse para querido amigo meu, gaúcho, militar, professor de Latim, Francês, Redação & Estilística.

Esse amigo vivia elogiando os escritos do filho de Érico Verissimo. Li todos os livros do pai; nunca li uma linha escrita pelo filho e vou explicar por quê. Volto ao tempo de muito antigamente, quando estive em Porto Alegre a trabalho, conheci bela morena interessada em agropecuária, que havia lido textos meus nas revistas especializadas.

Rolou um clima. No esquisito tutear gaúcho, a moça disse: “Tu escreve igual ao Luiz Fernando”. Até então, confesso que nunca tinha ouvido falar do Luiz Fernando, que começava a fazer sucesso nos jornais do Sul. Se não o conhecia, nunca tinha lido uma linha escrita por ele e “escrevia igual” (sic), achei prudente fugir da leitura de seus textos para evitar a tacha de imitador ou plagiário.

Duas vezes por semana Verissimo escreve em  jornais que assino. Evito ler até os títulos de suas crônicas. Contei o fato a pouquíssimas pessoas – e olhe que, por culpa da morena gaúcha, a evitação é velha de mais de 30 anos. Claro que o conheço das fotos nos jornais, tanto assim que o reconheci na livraria do aeroporto, mas nunca li um texto seu.

Temos agora na internet cópia da carta que a professora das filhas de Verissimo mandou ao pai de suas ex-alunas, depois que ele escreveu não ver diferença entre as manifestações de rua contra o governo lulopetista e as matilhas de vira-latas.

Antes de ler a primorosa carta da professora fico sabendo pelo sempre lúcido Augusto Nunes que Luiz Fernando Verissimo “é o patriarca dos humoristas estatizados”, que morre de medo do fim da era lulopetista, ele que tem a liderança na lista dos autores mais recomendados pelo Ministério da Educação. O possível rebaixamento na lista dos escritores federais oferece milhões de motivos para que um cachorrinho de madame vire pitbull de quadrilha. Donde se conclui que a memória de Érico Verissimo foi desonrada pela canalhice do filho. Fico triste.


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Economia – Só o agronegócio vai de vento em popa na desastrosa situação em que o país foi metido pelos petistas, mas o pilinegócio faz sucesso em nossa política: pilinegócio, o negócio do plantio de cabelos. Normalmente tiro o som e me preocupo com assuntos mais sérios, sempre que o ministro Edinho Silva aparece na tevê. Não me parece figura que se deva olhar e ouvir, porque emana sujeira. Noite dessas, inadvertidamente, descobri que também plantou cabelos no alto de sua triste cabeça.

O Senado e a Câmara fazem a fortuna dos médicos que se dedicam ao pilinegócio, dos quais o melhor deve ser o cirurgião pernambucano que disfarçou as calvas do Renan, do Dirceu e daquele ministro do TCU, sujeito simpático que toca violão e canta nos jantares promovidos pelo deputado Fabinho Ramalho (PV-MG).

Sabatinado no Senado, Rodrigo Janot Monteiro de Barros (Belo Horizonte, 1956), procurador-geral da República, avistou diversos senadores de cabelos transplantados. O espetáculo televisivo demorou mais que 10 horas – o que configura uma imbecilidade em termos de resistência humana – com uma só passagem divertida, quando o presidente da Comissão de Constituição e Justiça passou a palavra, pela ordem, à senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB, AM), e o pedido “pela ordem” havia sido feito pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).

Acontece que a voz de Randolfe é igualzinha à de Vanessa. Procurador-geral, presidente, relator, senadores, platéia, todos caíram na gargalhada, até Randolfe, justiça lhe seja feita. Senador que nasceu em Garanhuns, PE, onde foi registrado como Randolph Frederich Rodrigues Alves, nome esquisito para um garanhuense.


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Terra – Fugitivos, imigrantes, transmigrantes, refugiados ou lá os nomes aplicáveis aos quadros que temos visto, milhões de pessoas de diversas etnias vivem um problema que me parece insolúvel não só para elas como também para os países que têm procurado. Fenômeno que não se compara às transmigrações do início do século passado, quando havia terras e empregos de sobra e a população do planeta somava 1.650.000 pessoas, a Europa tinha 408.000 e a América Latina cerca de 74.000.

Transcorridos 115 anos, a população orça por 8 bilhões a caminho de 10 bilhões e a fatia habitável continua do mesmo tamanho. Para complicar o problema, a meu ver insolúvel, são 224.000 crianças nascidas a cada 24 horas.

Ainda que o quadro energético talvez seja solucionável com as energias solar e eólica, o resto é mais que complicado. Ainda outro dia, a internet nos mostrou novo sistema de energia eólica que tem tudo para ser um sucesso e rende, segundo seus inventores, 70% da energia produzida com as pás que giram tocadas pelos ventos. Ficam faltando somente comida, saúde, segurança, transportes, habitação e outros probleminhas.


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Showman – O paulista Luís Carlos d’Ugo Miele é divertidíssimo nos shows e imbatível fora deles, quando conta coisas que nos palcos não pode contar. Conheci-o há cerca de 30 anos na festa de aniversário de uma amiga, terraço de um apartamento na Lagoa Rodrigo de Freitas, ali perto da Curva do Calombo. Noite quente, que no Rio não chega a ser novidade. Dez ou doze pessoas. Uísque  da melhor supimpitude.

Miele tomou conta do pedaço e nos contou que, da cozinha de seu apartamento na Barra, avistava a cozinha do apartamento de famosa cantora casada com famosa atriz global – as duas vivas e operantes até hoje.

Na cozinha, enquanto a atriz se ocupava do fogão preparando o café da manhã, a cantora ficava sentada à mesa em pose marital. Do lado de cá, Miele se acostumou com cena conjugal.

Passam-se os meses e a cantora abandonou a atriz para experimentar casamento hétero com um cantor também famoso, sete anos mais novo que ela, pai de cinco filhos, hoje conhecido por seus dez casamentos.

De sua cozinha, quando viu o cantor e a cantora aos beijos e abraços, Miele não resistiu e gritou para os dois: “Olha esta pouca vergonha!”.

O episódio reforça a tese de que o lesbianismo em muitos casos é oscilante, enquanto o homossexualismo masculino tem a solidez, a firmeza dos monumentos romanos, e só acaba com a explosões criminosas do Estado Islâmico.


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Tristeza – A ex-petista Marta Suplicy deve ter 100 anos de vida pública, pariu e criou o Supla, largou o bobo do pai do Supla, casou-se com um picareta internacional naquele espetáculo deprimente, que envolveu a presença dos figurões desta República estercorosa, fui chutada pelo picareta, quer ser prefeita de São Paulo e ainda não aprendeu a diferença entre ir ao encontro de e de encontro a. Foi o que vi na tevê no dia em que a velha senhora, querendo elogiar, disse que o trabalho sério do procurador-geral da República vai “de encontro” ao desejo do povo brasileiro.

Ao encontro de  significa “em procura de, no esforço por, em atendimento a, em favor de”. De encontro  a significa “em direção contrária, em trajetória de colisão com, em desacordo com, em oposição a”. Ainda que da mãe do Supla, o mínimo que se pede de uma senadora é que saiba o significado daquelas locuções.


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Imputabilidade – Como sabe o leitor, em direito penal imputabilidade é a possibilidade de se atribuir a autoria ou responsabilidade por fato criminoso a alguém, ou por circunstâncias lógicas ou por ausência de impossibilidades jurídicas. No mesmíssimo direito penal, culpa é o ato voluntário, proveniente de imperícia, imprudência ou negligência, de efeito lesivo ao direito de outrem.

A partir dessas acepções, confesso minha dificuldade em atribuir a diversas pessoas a culpa dos crimes que praticaram e continuam praticando. Collor, Dilma, Lula, Rose, Erenice, Negromonte, Dirceu e centenas de outros, milhares deles, são o que sempre foram. Se culpa existe – e é claro que existe – é a de quem os pôs lá.

Dilma, Rose, Gleisi, Erenice, eleitas ou nomeadas, não se transformam em Madres Teresas de Calcutá: continuam sendo Erenice, Gleisi, Rose, Dilma.

Lula, Collor, Negromonte, Lobão e tantos outros, milhares de outros, são e sempre foram Negromonte, Lobão, Collor, Lula. Em rigor, pelo esplendor de sua inteligência, pela extensão de sua cultura, pelo seu aplomb, pelas virtudes dos seus ascendentes, só existe uma figura solar na política brasileira: o deputado Sarney Filho (PV-MA). Foi emocionante vê-lo na CPI da Petrobras defendendo a ex-governadora Roseana Sarney, por sinal sua irmã e neta de dona Kiola Ferreira de Araújo Costa, a pernambucana Kiola Leopoldina França Ferreira, doce criatura que nos deixou em 2004.

Contando com Roseana e Sarney Filho, o Brasil tem tudo para brilhar no concerto das nações  civilizadas, desmentindo quem diz que não temos conserto.


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Despeito – Ando pior que o Dr. Simão Bacamarte, psiquiatra do conto O Alienista, de Machado de Assis, que botou toda a população de Itaguaí no hospício. Ligo a tevê e acho que todos estão malucos; leio os jornais e fico furioso, como na matéria sobre a morte de um operário atropelado pelo filho de Ivo Pitanguy.

Conheço Ivo desde que ele voltou de uma temporada na Inglaterra, onde se especializou em cirurgia plástica. O jovem cirurgião tinha vinte e poucos anos e era notável causeur. Quase todos os domingos, depois do almoço, aparecia na casa de meu avô materno encantando a plateia com as histórias de suas viagens.

Em pouco tempo começou a se destacar no Rio. Perguntei o motivo de seu sucesso ao professor J. J. Velho da Silva, catedrático de Clínica Médica das duas melhores escolas de Medicina do Rio, e o doutor Velho explicou: “O Ivo conhece Medicina”.

Aí é que está: não basta ser hábil. Todo grande cirurgião deve conhecer Medicina para saber onde pode cortar e costurar. Namorei uma das primeiras secretárias de Pitanguy. Ela me contou que grande parte do trabalho de seu patrão era consertar ou tentar consertar as besteiras feitas pelos outros cirurgiões que surgiam no Rio. Não todos, é verdade, mas uma boa parte deles.

Ivo casou-se com Marilu, teve filhos e se transformou num dos maiores cirurgiões-plásticos do mundo. Operou rainhas, princesas, esportistas famosos e gente comum, comprou ilha em Angra, avião, lancha, ficou rico graças ao seu trabalho e ao seu imenso talento. Cirurgiões do mundo inteiro vinham estagiar em sua clínica.

Não tem culpa se um de seus filhos parece ter problemas, bebe, dirige bêbado, perde centenas de pontos na carteira, atropela e mata um pobre operário que andava pela calçada de uma rua da Gávea, no Rio. O filho chama-se Ivo Nascimento de Campos Pitanguy, tem 59 anos e está sendo processado por homicídio culposo, “quando não há intenção de matar”, como gostam de explicar os jornalistas televisivos. Claro que não havia intenção. Ninguém tromba num poste com a intenção de matar operário que não conhecia. Foi um acidente. Triste e condenável, mas acidente.

Aí entram dois repórteres de um jornal e aprontam matéria de uma canalhice revoltante. Descrevem a infância do operário numa família paupérrima do Nordeste e a infância do menino rico, que tinha ilha, lancha, avião e convidados ilustres em sua casa, esquiava na Europa, frequentava a chamada melhor sociedade internacional.

Texto imenso, invejoso, abjeto para descrever um acidente condenável, sim, mas notícia que se limita à esfera judicial. E se esquecem de dizer que o pai do bêbado, que atropelou o operário, já operou durante anos, de graça, sem cobrar um tostão, milhares de brasileiros tão ou mais pobres que o operário em sua clínica na Santa Casa de Misericórdia da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.


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Besteirol – Entrevistado por Ilze Scamparini sobre o seu novo livro Número Zero , Umberto Eco disse que a internet, através das redes sociais, deu voz ao imbecil, que, sabemos todos, abunda por aí e se manifesta nas urnas votando no PT. Contudo, a imbecilidade também se manifesta noutras áreas não necessariamente idiotas. Inda outro dia tivemos o tablóide sensacionalista inglês The Sun estampando foto da então princesa Elizabeth em 1933, com 7 aninhos, fazendo a saudação nazista.

Ora, bolas, em 1933 a saudação nazista era somente um gesto exagerado e ridículo, quando ninguém podia adivinhar o nazismo e a Segunda Grande Guerra. Ridícula foi também a saudação do larápio José Dirceu preso na Papuda, aquela mão fechada levantada à moda Panteras Negras, quando habitualmente Dirceu usa a mão para embolsar dinheiro roubado.

Ridícula tem sido nossa publicidade, que já foi brilhante. Aproveitando a onda midiática “beba com moderação”, uma agência adotou “aprecie com moderação” na propaganda de sua cerveja.

Apreciar não significa beber. O sujeito deve apreciar com imoderação, com exagero, com louvação, se a cerveja for boa, e beber com moderação. Se for dirigir, não deve beber. Só isso.


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Trinta metros – No Dicionário InFormal do Google vejo que Paranoá é uma variante de Paranaguá (Paraná, rio caudaloso ou mar + cuá, bacia ou cavidade).  Paraná vem do tupi “semelhante ao mar”. Não encontrei cuá, mas o Houaiss tem cuada, etimologia cu + -ada, parte da calça, da cueca ou das ceroulas que corresponde ao assento; remendo aplicado a essa parte da roupa; pancada ou batida com as nádegas, bundada, nadegada.

Isto posto, sugiro que se mude o nome do Paranoá, em Brasília, para Lago Paranoia, termo psiquiátrico, diante da maluquice que estão aprontando naquela cidade com uma faixa de 30 metros entre as centenas de mansões “que dão para o Paranoá” e as margens do lago.

Vamos por partes e pelo bom senso. Se os projetistas de Brasília quisessem a tal faixa teriam feito as avenidas à beira do lago, como na Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. A partir do momento em que as ruas têm os lotes entre elas e o Paranoá, parece evidente que as casas devem ser construídas voltadas para o lago e seus limites estendidos até às margens.

Não pensam assim as excelentíssimas autoridades que inventaram as faixas de 30 metros entre as margens e os lotes. Para quê? Para uso de toda a população de Brasília, Planaltina, Santa Bárbara, Barreiro, Jardim, Ceilândia, Gama, Samambaia, Cidade Eclética, Santo Antônio do Descoberto etc. sonhando com os ônibus que os levem à faixa de 30 metros com os frangos, os sons que consideram música e as farofas de praxe.

Há 30 anos passei com as filhas, a convite de amigos, dez dias numa bela casa do Lago Norte, quase vizinha da Casa da Dinda, onde residiam Rosane, Fernando Affonso e a pombajira. O terreno chegava ao Paranoá, mas só tomamos banhos de piscina.

Agora, entupida de brasileiros curtindo barulhos funk, rapp e sertanejo nas alturas, frangos, farofas, tiroteios e arrastões, a faixa de 30 metros vai se transformar numa cópia, sem mar, das praias do Rio aos sábados e domingos.


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Delícia – Atenuando o pavoroso noticiário dos últimos dias, uma notícia divertida. Na noite do dia 1º de setembro, o vereador Pedro Reis (PCdoB) reuniu 10 pessoas em seu escritório, no bairro de Padre Eustáquio, para debater o problema da segurança naquela região de Belo Horizonte. Deixou  aberta a porta para permitir a entrada de outras pessoas. Dois ladrões aproveitaram a porta aberta e roubaram os pertences de todos os debatedores – dinheiro, jóias e celulares, numa ação de 15 minutos em que as vítimas foram obrigadas a deitar no chão.

 

FONTE: Jornal da ImprenÇa.

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