Blog dos alunos da Universidade Salgado de Oliveira, Campus Belo Horizonte, Curso de Direito.

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25 a 31 de maio de 2015

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Fatos – Não adianta protestar, criticar, menosprezar os fatos, tentar modificar as pessoas: quando algum fenômeno toma conta do pedaço, o máximo que uma criatura lúcida consegue fazer é apertar o botão mute do televisor, trocar de canal ou deixar de ler a notícia impressa.

Por exemplo: a música sertaneja. Desejo que os sertanejos sejam felizes, como também desejo continuar fugindo de sua caipirice musical.

Na literatura é mais fácil porque basta fugir do papel impresso: Paulo Coelho caiu no goto do planeta. Um de seus livros está há meses na lista dos mais vendidos do New York Times. Se há milhões de pessoas, no mundo inteiro, comprando os livros de Paulo Coelho, ótimo para ele, sua família e seus editores. Fico feliz desde que não me obriguem a ler seus livros. Na fazenda de um amigo, há muitos e muitos anos, peguei um exemplar de um dos livros do autor que estava ficando famoso. Parei nas primeiras páginas depois que o jovem Coelho contou de sua espada embarafustando o sovaco de sua mulher – espada mesmo, arma branca de lâmina comprida – e do sonoro beijo que teria dado na boca da companheira. Sonoro beijo na boca? Só se o artista sincronizar o beijo com um peido.

Não bastassem Coelho e os sertanejos, o Brasil já seria objeto da admiração universal por uma série de motivos. Exemplos: Dilma Vana Rousseff na presidência da República, Renan Calheiros, ex-namorado de Mônica Velloso, presidindo o Senado Federal, e o índio ianomâmi Matake Terany estuprando uma menina de 9 anos em Búzios, RJ.

Conheci pessoalmente a jornalista numa festa belo-horizontina. É bonita e simpática. Dá o que tem de melhor e depois cobra, às vezes na Justiça. O recipiendário paga tentando evitar que sua mulher fique sabendo da aventura. Aí é que está: recipiendário, adjetivo e substantivo masculino, “pessoa que é solenemente recebida numa instituição”. E a jornalista é uma instituição: “Estrutura humana que serve à realização de ações de interesse social ou coletivo”.

Quanto ao índio Matake Terany não é ianomâmi e se chama Carlos Alberto Monteiro da Silva. Neste imenso Piscinão de Ramos, em que abundam Lulas e Calheiros, Carlos Alberto espetou um pedaço de pau no nariz para discrepar dos milhões que se fazem tatuar e não dispensam piercings metálicos.

Nariz espetado e cocar de penas, voou de parapente para ser filmado pelo Jornal Nacional, passou a ministrar palestras como índio e aproveitou a embalagem para estuprar a menina. Foi preso em Alfredo Chaves, ES. Talvez seja julgado e condenado a pouquíssimos anos de cadeia. O país é grande e bobo.


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Turismo – Guardo para ler mais tarde todos os cadernos de Turismo dos jornais que assino, que acabo não lendo porque não gosto de viajar. Durante séculos, a trabalho, viajei muito de carro, trem e avião. Adolescente, viajando de trem para o Mato Grosso em companhia do meu futuro padrinho de casamento, aprendi a viajar vendo. São inúmeras as pessoas capazes de ir do Rio a Corumbá, a pé ou a cavalo, sem ver absolutamente nada. No turismo atual muita gente viaja para contar que viajou, sem que a viagem acrescente algo às suas vidas além dos carimbos e vistos nos passaportes.

Noite dessas passei a vista no caderno Boa Viagem, doGlobo, interessado num capítulo sobre “exclusividade sem ostentação”. Aprendi que por R$ 8.707,00 você pode passar 10 dias hospedado em barco-hotel e no Mirante do Gavião (?) em expedição pelas Anavilhanas fazendo caminhadas, sessões de ioga, visitando comunidades, tomando banhos em igarapés, excursionando em canoas, vendo botos cor-de-rosa e – maravilha suprema! – na focagem noturna de jacarés.

Putzgrila!, focagem noturna de jacarés… Você liga a lanterna e aparecem os dois olhinhos vermelhos de cada jacaré. Como pode uma pessoa continuar vivendo, trabalhando, tentando fazer algo por sua família e seu país, sem ter focado jacarés?

Há outras coisas interessantíssimas para ver longe das Anavilhanas, como por exemplo: árvores derrubadas pelos castores na Tierra del Fuego, extremidade sul da Argentina. Imagino o drama dos ambientalistas histéricos: como proteger castores que derrubam árvores?

E o pior, o mais grave, o mais assustador sobre a Tierra del Fuego ocorreu há cerca de 15 anos, quando estive para passar por lá metido num navio que partia de Santiago  do Chile para o Rio de Janeiro, parando em Ushuaia. Ganhei passagem da TAM para o Chile e quase fiz a besteira de voltar de navio, mas tenho acessos de lucidez e dispensei até as passagens de avião sorteadas num congresso jornalístico realizado no Araxá, MG.


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Face – Você está no Face? Claro que está! Não há ninguém que não esteja no Facebook com a honrosa exceção do autor destas bem traçadas, que se inscreveu outro dia, passou duas semanas e caiu fora. Nos 15 dias em que estive no Face abri aquela bobagem duas ou três vezes e acabei de me desiludir com a humanidade. Senhoras que tinha na conta de inteligentes e trabalhadoras passam os dias postando fotos ou comentando tolices ditas por “amigos”, num espetáculo de entristecer.

Que é aquilo? Que pretendem os “amigos”?  Amizade é postar fotos e comentários no Face? Só me faltam, agora, o Twitter e o Instagram. O Google tem 2.480.000.000 de entradas para Instagram “a fast, beautiful and fun way to share your life with friends and family”.

Celebridades têm milhares, milhões de seguidores no Face, no Twitter, no Instagram. No Brasil, esta conversa de seguidor é perigosa. Antônio Vicente Mendes Maciel teve a mulher roubada por um sargento no final do século 19. Incomodado pelos chifres, sumiu do mapa durante anos e reapareceu como Antônio Conselheiro, cabeludo, metido num camisolão azul, abordoado ao clássico bastão em que se apoia o passo tardo dos peregrinos. Dali para o arraial de Canudos e a Guerra de Canudos foi um pulo.


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Acreditáveis – Não sou de acreditar piamente em nada, tanto assim que não creio em nenhuma  religião. Contudo, acredito no que dizem os delatores da Lava-Jato, que viveram a ladroeira e não têm motivos para mentir. É claro que omitem certos episódios que não devem ser contados, sob pena de complicar suas relações familiares. Trancado em casa, de tornozeleira eletrônica, tudo que um delator não quer é a família implicando com ele. Dá para imaginar a farra sexual vivida por um diretor da Petrobras, na flor dos seus 45 aninhos, faturando milhões de dólares além do “modesto” salário mensal de 60 mil reais. Se uma namorada do doleiro Youssef foi capa de Playboy é de se presumir que os diretores da petroleira tenham namorado outras capas de várias revistas.

Não faz sentido embolsar muito dinheiro esquecendo a filantropia, que é o “profundo amor pela humanidade”, mas é também “desprendimento, generosidade para com outrem, caridade”. O pronome indefinido outrem, no caso, significa namoradas ou nova companheira.

George Soros nasceu em 1930 na Hungria e se naturalizou norte-americano. Ganhou rios de dinheiro sem deixar de se dedicar à filantropia. Ainda outro dia, o pai de Alexander, Andrea, Gregory, Jonathan e Robert Soros, depois de ter sido casado com Annaliese Witschak e Susan Weber Soros, casou-se na flor dos seus 83 aninhos com Tamiko Bolton, 41 anos mais moça, magra, morena, bonita, cheia de amor para dar. Amor sincero custa caro.

Cada um dos primeiros casamentos de Soros durou 22 anos. É muito de desejar que Tomiko possa curtir os próximos 20 anos, pois se casou em 2013. O filantropo não usa tornozeleira eletrônica.


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Smartelderly – Contei-lhes do smartphone que repousa na mesa da sala há meses, sem que o proprietário saiba mexer com ele. O adjetivo elderly (idoso) talvez sirva para explicar que os smartphones não foram feitos para maiores de 60 anos. Outro adjetivo inglês, aged, também pega bem.

Compatibilizado com a internet domiciliar, o smartphone ficou quieto durante semanas, quando vi que não me ajeitava com ele. Vai daí que, ligado, mostrava dia e hora corretos, mas o tempo ficou parado no dia 29 de março. Contratei uma professora, moça educada, simpática, eficiente, cujos horários disponíveis não conjuminam com os meus. Trabalhadeira como ela só, a moça dispõe de uma hora às terças-feiras, que coincide com a minhasiesta. É duro aprender qualquer coisa lutando contra o sono. E o certo é que depois de três lições em que a moça pelejou com o Samsung o tempo continuava firme no dia 29 de março.

Já me disseram que a gente aprende a operar um smartphone mexendo nele. É, bebé? Cavalheiros de certa idade só apertam um botão quando sabem o que vai acontecer. Aprender mexendo é coisa de jovem.

Acontece que o Samsung estava à mão e resolvi mexer nele. Ligado, passei o dedão na tela (conforme recomendação do próprio aparelho) numa bolinha à direita do tempo que fazia no dia 29 de março, coisa que a professora havia feito sem sucesso dezenas de vezes.

Aí, sabe o leitor o que aconteceu? Se não sabia, fique sabendo: a data e o tempo consertaram no ato. Algo me diz que vou continuar mexendo naquele Samsung. Hoje se diz “naquela merda”, mesmo nas colunas mais lidas dos melhores jornais, mas sou do tempo antigo e continuo sem escrever merda, palavra que uso a três por dois sempre que algo não sai como desejo.


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iMundo – Dia 12 de abril, primeira página do Globo, foto de um grupo de cavalheiros da minoria muçulmana rohingya, oriundos de Bangladesh, com passagem por Mianmar, resgatados pelos governos da Indonésia e da Malásia. Nos primeiros meses de 2015, vinte e cinco mil fugiram da “perseguição de budistas”. Confesso que até ontem pensei que budista não perseguia ninguém. Deve ter sido engano do redator da matéria. Os rohingya não têm passaportes e “não existem” como cidadãos. Em Bangladesh o budismo só tem 0,6% da população, contra 86,6% do islamismo e 12% do hinduísmo. Como é possível que 0,6% de budistas expulsem muçulmanos de um país com 86,6% de fãs de Maomé? Em Mianmar, sim, o budismo soma 89% dos mianmarenses, mas continuo sem acreditar em perseguições budistas.

Aí começa o programa Bom Dia-Brasil e nos mostra 800 haitianos e alguns senegaleses e dominicanos refugiados no Acre de governo petista, que deve 5 milhões de reais às empresas de ônibus através das quais despachou haitianos para São Paulo. Pouco depois, uma reunião da CEE sem saber o que fazer com os milhares de árabes e africanos que fogem para a Europa em barcos precários operados por traficantes de gente. Só este ano os analistas estimam que dois mil fugitivos tenham morrido em naufrágios no Mar Mediterrâneo.

Aquela conversa de imigrantes e emigrantes confunde a gente. É mais simples falar de fugitivos e perguntar como é que a Europa vai sair da entalada. São centenas de milhares, milhões de pessoas fugindo ou querendo fugir para a Europa, que não vai lá das pernas em termos de empregos e crescimento econômico. A Alemanha de Angela Merkel já tem um milhão de curdos fugidos do Curdistão, região cultural e geográfica majoritariamente habitada por eles. Tem cerca de 500.000 km2 e se concentra, em sua maior parte, na Turquia, distribuindo-se também entre o Iraque, o Irã, a Síria, a Armênia e o Azerbaijão.

Estima-se que a população curda oscile entre 27 e 36 milhões de muçulmanos sunitas, que falam curdo, zazaki, gorani, turco, árabe, persa e… alemão.

iPhone, iPad, iPod e outros is tecnológicos nos permitem falar do iMundo em que vivemos. Sem o eme maiúsculo fica imundo, latim immúndus,a,um ‘sujo, impuro’ e, acrescento, ‘insolúvel’. Tenho dito e philosophado.


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Mute – Acrescentei a figura do piauiense Sebastião Machado de Oliveira, geógrafo que faz política no Acre, à lista das criaturas que merecem o botão mute (mudo) no televisor LG LED de 47 polegadas, que exorna a parede aqui da sala. Exornando, põe ornamento na parede, enfeita, adorna a obra de alvenaria que tem por cima uma gravura de Inimá de Paula. Portanto, tevê não pode ser conspurcada pelas falas do piauiense, que se mudou para São Paulo aos 20 anos e lá trabalhou como cobrador de ônibus. Em 1986 fixou residência no Acre, filiou-se ao PT e à onipresente Comissão Pastoral da Terra, elegeu-se presidente seccional da CUT e se bacharelou em Geografia pela Universidade Federal do Acre.

Até aí, tudo bem. Só não dá para entender que um partido político, que deputou dezenas de cavalheiros e damas à Câmara Federal, eleja seu líder o geógrafo Sebastião Machado de Oliveira, codinome Sibá Machado.

Valhacouto de cavalheiros e damas nem sempre muito honestos, o PT deve ter alguns deputados alfabetizados. É impossível que não vejam a figura do geógrafo piauiense e não ouçam suas opiniões sobre os mais diversos assuntos. Ainda bem que o mute me salva do doutor Sibá, siba oxítono. O molusco proparoxítono siba, cefalópode nadador do gênero Sepia, produz um líquido negro, chamado sépia, usado para defesa e utilizado também como pigmento na confecção de tintas.

De repente, ao escolher o geógrafo, o PT pensou na produção de sépia que possa esconder a ladroeira do partido, sem precedentes na história deste país grande e bobo. João Vaccari Neto, sem a prática de cobrador de ônibus, sabia cobrar propinas vultosas.

Enquanto isso, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) tentava desmoralizar a delação do doleiro Alberto Youssef dizendo que se trata de um criminoso condenado. Luiz Sérgio queria o quê? Naquele valhacouto de bandidos é impossível colher depoimentos de alunas do Sion, do velho Sion que educava meninas no tempo de antigamente.


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Origâmi – Em latim, pertinax sum tamquam parta sus é isto mesmo que você entendeu: sou teimoso feito porca parida. O sistema do computador não se conforma com sus, que muda para SUS naturalmente inspirado no Sistema Único de Saúde, maravilhosa instituição nacional baseada na interjeição sus, em nosso idioma desde 1537, expressão para infundir ânimo, eia, coragem que o paciente deve ter para encarar o SUS. Reservo-me o direito de continuar teimoso e fiel ao meu gosto, sem me deixar influenciar pelos modismos.

Em questões de móveis e demais petrechos caseiros, origami é a moda atual, do japonês oru, “dobrar” e kami, “papel”, arte e brincadeira secular japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas de uma folha de papel sem cortá-la ou colá-la, como aprendo na Wikipédia.

Neste país grande e bobo, a partir da ideia japonesa, produzimos mesa lateral Pétala 04, de Jorge Zalszupin, à venda na Arquivo Contemporâneo por R$ 10.284,00. Na Velha Bahia você pode encontrar o revisteiro em madeira de demolição por R$ 1.156,00 e no Studio Ignez Ferraz a mesa Slim, em madeira tauari, por 6.358,00.

É madeira amazônica abundante também nas Guianas, mas deu um treco aqui no computador e não consigo copiar do Google detalhes sobre o cheiro da madeira, desagradável quando perceptível, e o gosto levemente amargo. Suponho que ninguém compre mesa Slim para cheirá-la ou comê-la. É baixa, tem um buraco quadrado no meio, deve ser mesa de centro.

Pois muito bem: não tenho dinheiro para comprar as três peças, se tivesse não compraria e se me dessem não aceitaria. Por quê? Ora, porque não agradei delas e continuo pertinax sum tamquam parta sus. É isso aí, bicho.


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Belo Horizonte – Depois de idoso morei 16 anos na capital de todos os mineiros, período em que tive dois casamentos à moda antiga, daqueles de homem com mulher. Um durou três meses e dezoito dias, outro durou vários anos e a ex até hoje é minha amiga.

A primeira tinha problemas, a começar pelos cinco casamentos com o mesmo marido: um, dois, três, quatro e cinco recaídas com um só médico. De família ilustre – seu pai foi o único brasileiro elogiado por um ex-presidente da República, culto e honesto, num livro/depoimento de 780 páginas – a moça detestava minhas filhas, que nunca viu de perto, e implicava com as fotos das três que tive nas paredes do apê belo-horizontino.

Comigo sofria de anosgarmia, pois sacrifiquei regularmente no altar de Afrodite sem sucesso. Diz o Google que mais de 50% das mulheres podem sofrer de anosgarmia e a disfunção orgástica da moça era do subtipo chato, maçante, preocupante. Basta dizer que lia, mas não guardava um só livro em seu apartamento. Comprava, lia e doava.

Ao cabo de três meses e dezoito dias, numa tarde em que almoçávamos em Ibirité no sítio de amigos, quando foi aberta a quinta ou sexta garrafa de vinho, um Bordeaux da melhor supimpitude, elogiei o produto e ela fez observação que muito me ofendeu, digna de surra antológica, que me arrependo de não ter dado. Mas é a tal coisa: na mulher não se bate nem com uma flor. Levantei-me da mesa, esfriei a cabeça numa torneira de água fria, voltei para casa mudo e nunca mais a procurei nem lhe dirigi uma palavra. Como tínhamos apartamentos próximos, o dela próprio e o meu alugado, foi fácil consumar a separação.

O leitor de Marcia Lobo tem o direito de saber do motivo do meu encantamento inicial pela jovem senhora. Explico: no Monza de uma amiga, viajamos em grupo para o Triângulo Mineiro e nos perdemos numa encruzilhada asfaltada, quando a divorciada anosgármica retirou da bolsa um Guia Quatro-Rodas. Imbecil que sempre fui, encantei-me com o fato de uma passageira levar na bolsa aquele guia.

Falávamos de BH e me perdi num casamento. Volto ao tema de nossa conversa. Clima admirável, quase tão bom quanto o de Vassouras no Vale do Paraíba. Em 1996 o trânsito era tolerável. Bares a montões, alguns restaurantes bons, mineiras bonitas refertas de amor para dar, posto que barulhentas numa roda de desquitadas. Mulheres refertas de amor para dar fazem a felicidade de um philosopho.

Em 16 anos de estada (estadia é coisa de navio surto em um porto) vi e soube de tanta coisa, mas tanta coisa, que um livro de memórias teria 10 mil páginas. A vida é muito complicada e tem coisas assaz divertidas, salvo quando um idiota se encanta por uma jovem senhora pelo só fato de transportar um Guia Quatro-Rodas. Vou parando por aqui. Sempre foram 477 palavras que não deram para contar um milionésimo das coisas que vi, vivi e soube em 16 aninhos.

FONTE: Jornal da ImprenÇa.


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