Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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PUC-MG promove feira de estágios com mais de 2 mil ofertas

ESTÁGIO

A Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) vai promover uma feira de estágios nos dias 10, 11 e 12 de Setembro. Serão mais de 2 mil ofertas de grandes empresas como: Fiat, Nemak, Accenture, Cemig, Gerdau, KPMG, GE, Arcelor Mittal, CI&T, Anglogold Ashanti, JSL, Top Oportunidades, IEL, Ciee, entre outras. A expectativa é receber 15 mil visitantes.Além de se candidatar às vagas, os visitantes poderão assistir a uma série de palestras sobre mercado do trabalho realizadas por profissionais de sucesso das empresas participantes. É uma oportunidade para os alunos obterem mais informações sobre as ofertas, desafios e tendências do atual mundo do trabalho.O evento acontece das 11h às 20h, a entrada é gratuita e aberta aos alunos de outras instituições de ensino.ServiçoLocal: Av. Dom José Gaspar – 500, – Coração Eucarístico | Belo Horizonte – MG.
Data: 10, 11 e 12 de Setembro
Horário: 11h às 20h
Entrada Franca

FONTE: Estado de Minas.

OAB divulga gabarito da primeira fase do 11º Exame de Ordem

A candidata Juliana Regina Pereira foi para o local errado e perdeu o 11º Exame de Ordem (OAB) cuja primeira fase acontece neste domingo (18) Leia mais

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou o gabarito da primeira fase do 11º Exame de Ordem, que aconteceu no domingo (18). O candidato teve cinco horas para responder a 80 questões de múltipla escolha.

GABARITO DA PRIMEIRA FASE DO 11º EXAME DE ORDEM

Pre-pa-ra para me ver passar… No exame da OAB, é lógico! O professor Alexandre Sanchez chama a atenção pelo visual e aproveita para passar dicas de conteúdo em sua paródia do Show das Poderosas Leia mais

A segunda fase do exame deve acontecer em 6 de outubro de 2013 e terá, também, cinco horas de duração. Na segunda fase é cobrada a redação de uma peça profissional e aplicação de quatro questões discursivas sobre uma das seguintes áreas: direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito tributário

Mantenha o controle emocional Leia mais

Redução do número de Exames

Está em debate na Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado uma possível redução do número de provas anuais para a obtenção do registro para exercer a advocacia. Atualmente, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) aplica três provas por ano (cada uma com duas fases). O objetivo, segundo Leonardo Avelino Duarte, coordenador do grupo, é diminuir para dois exames a cada ano.

“A redução [do número de provas] se faz necessária para que haja mais tempo de correção. É uma medida de segurança para aprimorar a prova e melhorar a logística. Com dois exames, daria tempo de preparar melhor as questões, de fazer outras revisões. Hoje o calendário é muito apertado”, disse o coordenador nacional do Exame de Ordem.

OAB da depressão: piada com exame.

Com mais de 222 mil assinaturas somadas, cinco fanpages fazem sucesso dentro do “universo jurídico” no Facebook. Nas páginas, os autores fazem piadas sobre a vida do estudante, o trabalho do profissional de direito, questões salariais e, ainda, o Exame de Ordem Unificado. Diante desse sucesso, separamos algumas imagens relacionadas ao Exame da OAB. O objetivo é levar um pouco de descontração para os candidatos mais aflitos relaxarem nos dias que antecedem a prova Leia mais

FONTE: UOL.


Dia Nacional de Lutas tem atos pacíficos em Belo Horizonte
Segundo PM, cerca de 7 mil participaram de passeata na capital.
Metrô parou totalmente; 3 estações BHBus chegaram a ficar fechadas.

O Dia Nacional de Lutas mobilizou centrais sindicais, movimentos sociais e estudantis em Belo Horizonte nesta quinta-feira (11). Os atos foram pacíficos, começaram pela manhã e seguiram por todo o dia. O metrô não funcionou em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. O serviço de ônibus foi afetado pela manhã, pois três estações BHBus ficaram totalmente fechadas. Cerca de sete mil pessoas participaram de uma passeata que percorreu diversos pontos da cidade, segundo a Polícia Militar (PM).

Integrantes de ato também protestaram em frente à Prefeitura de Belo Horizonte (Foto: Sara Antunes/G1)
Integrantes de ato também protestaram em frente à Prefeitura de Belo Horizonte

A concentração para a manifestação foi na Praça Sete, no Centro da capital mineira. Pela manhã, os manifestantes começaram a se reunir no local. No início da tarde, eles saíram em passeata até a Prefeitura, na Avenida Afonso Pena, onde pediram uma reunião com o prefeito Marcio Lacerda. O objetivo desse encontro é apresentar para o chefe do Executivo uma pauta de reivindicações das classes trabalhadora e estudantil.

Depois de passar pela Prefeitura, a passeata seguiu para a região da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul, onde também passou pelo Banco Central e pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

Lideranças sindicais se reuniram pela manhã com o presidente da Casa, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), e entregaram um ofício com reivindicações regionais. O grupo reforçou a pauta nacional, que pede aumento geral dos salários e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. De acordo com a ALMG, o presidente se comprometeu a identificar e analisar projetos em tramitação que tratam das demandas apresentadas.

Dentre outras reivindicações, o movimento pedia o fim das Parcerias Público Privadas (PPPs); a valorização de aposentadorias; 10% do PIB para educação; 10% do orçamento da União para saúde; passe-livre; transporte de qualidade; reforma agrária e democratização de meios de comunicação.

Na capital mineira, faixa levada por manifestantes pede reforma do Executivo, Legislativo e Judiciário (Foto: Pedro Ângelo/G1)
Na capital mineira, faixa levada por manifestantes pede reforma do Executivo, Legislativo e Judiciário

O ato passou também pelo Elevado Castelo Branco – que liga o Centro à Região Noroeste –, onde os manifestantes reivindicaram a troca de nome do local, que faz referência a um dos presidentes do Brasil no período da ditadura militar. O novo nome sugerido foi de Viaduto Helena Grecco. Ela foi vereadora pelo PT por dois mandatos em Belo Horizonte e morreu em 2011.

Parte dos manifestantes, convocados pelas centrais, terminaram o evento na porta TV Globo Minas, onde lideranças fizeram discursos e puxaram palavras de ordem contra a emissora. Depois de cerca de uma hora se dispersaram, sem tumultos.

Metrô e trem de passageiros
As estações de metrô ficaram fechadas durante todo o dia em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Os trabalhadores descumpriram uma liminar favorável a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) que determinava o serviço em escala mínima, com 50% do serviço funcionando em horários de pico.

A assessoria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) informou que o Sindicato dos Metroviários de Minas Gerais (Sindmetro) deverá pagar R$ 50 mil por descumprimento de escala mínima em Belo Horizonte. A multa inicial era de R$ 5 mil, mas, após um recurso da CBTU, o valor foi aumentado. De acordo com a assessoria do Sindmetro, o setor jurídico da entidade tomará as medidas cabíveis.

O trem de passageiros entre Belo Horizonte e Vitória (ES) também não funcionou. A Vale, empresa que administra a linha, informou que a medida teve como objetivo garantir a segurança dos passageiros. Segundo a empresa, passagens compradas para esta quinta-feira (11) podem ser trocadas ou reembolsadas dentro de um prazo de 30 dias.

Ônibus
Três estações BHBus ficaram fechadas em parte desta quinta-feira (11): Barreiro, Diamante e Venda Nova.   No fim da manhã e início da tarde, os serviços foram restabelecidos.  De acordo com a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), 73 linhas deixaram de operar e 194 mil usuários das estações Barreiro, Diamante, Venda Nova e São Gabriel foram afetados.

Já na estação de integração com o metrô São Gabriel, uma linha foi afetada, segundo a BHTrans. As demais linhas de ônibus da cidade circularam normalmente, conforme a empresa.

Escolas
A Secretaria Estadual de Educação informou que, das 3.686 escolas estaduais de Minas Gerais, 2,5% foram afetadas pelas mobilizações. Destas, dez escolas – o que corresponde a 0,27% – pararam completamente. Outras 83 (2,24%) funcionaram parcialmente.

FONTE: G1.


Metrô não vai circular nesta quinta em Belo Horizonte, diz sindicato
De acordo com entidade, haverá paralisação entre 5h e 23h.
Ruas da região central também podem ser fechadas em dia de protestos.
Metrô não vai circurlar em Belo Horizonte, informou sindicato (Foto: Reprodução/TV Globo)
Metrô não vai circular em Belo Horizonte,
informou sindicato

Os trens do metrô não vão circular durante o Dia Nacional de Lutas e Paralisações, em Belo Horizonte, de acordo com a assessoria do Sindicato dos Metroviários de Minas Gerais (Sindmetro). Em assembleia realizada na noite desta quarta-feira (10), foi decidido a realização de paralisação total entre as 5h e as 23h desta quinta-feira (11). Ainda de acordo com a entidade, o serviço estendido por causa da partida do Atlético-MG pela Libertadores, nesta quarta-feira, está mantido.

A decisão foi anunciada depois de a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) ter  entrado com uma medida cautelar na Justiça, que deferiu o cumprimento de escala mínima para o metrô da capital. O sindicato alega, entretanto, que não há tempo hábil para que se monte este esquema de trabalho.

Usuários de ônibus também podem ser afetados no dia de protestos. O Sindicato dos Trabalhadores  em Transporte Rodoviário de Belo Horizonte informou que vai participar da paralisação, mas adiantou que os motoristas que quiserem circular nesta quinta não serão impedidos, assim como não serão montados piquetes.

As manifestações podem alterar o trânsito em ruas e avenidas da região central da capital mineira. De acordo com a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), um esquema especial vai ser montado. Agentes de trânsito, policiais militares e guardas municipais foram destacados para acompanhar os deslocamentos e garantir a segurança dos manifestantes. O trânsito será interditado à medida que a passeata avance.

Na cidade, os atos foram convocados por sete centrais sindicais e pela Assembleia Popular Horizontal, movimento que ocupou a Câmara Municipal durante mais de uma semana. A concentração dos protestos deve ocorrer ao longo do dia na Praça Sete, a partir das 8h. Serviços como atendimento de saúde, em agências bancárias e  aulas também podem ser afetados, de acordo com informações de sindicatos.

Saúde
O Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde/MG) informou que os serviços da rede estadual, que inclui a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), funcionarão com escala mínima de 50% nesta quinta-feira. Já de acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos de Belo Horizonte (Sindibel), os serviços municipais de saúde, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), não devem ser afetados. O Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed) afirmou que não convocou os filiados para participar dos atos.

Educação
Na educação, há indicativo de paralisação em instituições federais, estaduais, municipais e particulares, de todos os níveis de ensino. O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) fez convocação para paralisação total das atividades, assim como o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sindrede-BH) e o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro). As secretarias Municipal e de Estado de Educação dizem que as aulas estão mantidas.

Entre as instituições públicas de ensino superior, houve convocação para adesão ao movimento tanto na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) quanto no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG).

Bancos
Os bancos da capital também poderão ser afetados. Segundo o Sindicato dos Bancários de BH e Região, a expectativa é de grande adesão. O Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais também promete paralisações, especialmente nas agências da região central.

 

MANIFESTAÇÃO

Metrô para, trânsito deve ser caótico, mas não haverá aula

Greve geral marcada para hoje tem adesão de várias categorias, inclusive de professores

As manifestações para o Dia Nacional de Luta, que acontecem hoje em todo o país, irão parar vários setores e atingir milhares de pessoas em Belo Horizonte e região metropolitana. O ato geral está marcado pelas centrais sindicais, entidades estudantis e movimentos sociais no centro da capital, com concentração a partir de 8h30.
Mas já desde as 5h o metrô da cidade não deve funcionar normalmente, após decisão tomada pelos metroviários em assembleia ontem no sindicato da categoria (Sindimetro-MG).

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) chegou a conseguir uma liminar obrigando a garantia de escala mínima de 50% dos trens nos horários de pico (5h20 às 9h e 17h às 20h), sob pena de multa diária de R$ 5.000. Mesmo assim, até o fechamento desta edição, o posicionamento do sindicato, já notificado, era de não acatar a decisão, por “não ter tempo hábil para fazer a escala”.

Os ônibus da capital e da região metropolitana devem circular normalmente, mesmo com as atividades anunciadas pelo sindicato da categoria, como panfletagem e adesão ao protesto da praça Sete. Mesmo assim, deve haver impacto no trânsito, uma vez que há manifestações e passeatas previstas para diversos pontos da cidade, e em diferentes horários. “É possível que o movimento feche corredores de ônibus na capital. Aliás, muitas ações devem ser definidas durante o dia”, disse o presidente da Força Sindical em Minas Gerais, Luiz Carlos Miranda.

Ele ressalta que 150 sindicatos de Minas filiados à Força devem participar de manifestações em várias cidades do Estado. Além de bancários, metalúrgicos e eletricitários, entre outros, instituições de ensino da rede pública municipal e estadual também não irão funcionar na capital. E professores de escolas particulares cogitam parar não só hoje, mas estudam uma greve em agosto. “Iremos participar da concentração às 9h na praça Sete, mais tarde, às 15h, haverá assembleia, que pode resultar em greve”, diz o presidente do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro-MG), Gilson Reis.

Metalúrgicos. Na madrugada também estão previstas manifestações em 20 indústrias pelos metalúrgicos do Sindicato de Belo Horizonte e Contagem, que contempla ainda Sarzedo, Ibirité, Rio Acima, Nova Lima, Raposos e Ribeirão das Neves.

A presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-MG), Beatriz Cerqueira, disse que estava programada paralisação na Regap, em Betim, a partir da 0h de hoje. Ela ressalta que as manifestações não são exclusivas da capital. “Vamos ocupar a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), em Montes Claros.” Segundo ela, o comércio pode funcionar parcialmente hoje. “Mas a intenção é de paralisação por 24 horas.”
Rodovias serão bloqueadas

Os protestos também devem interferir nas rodovias. Segundo o presidente da Força Sindical em Minas, Luiz Carlos Miranda, a BR–381 será fechada nos dois sentidos em Ipatinga, a partir das 5h30, por ao menos três horas, para impedir a entrada de funcionários da Usiminas. “Em Uberlândia, devemos parar próximo do rodoanel”, diz ele.

As seis centrais sindicais também devem ter encontros com líderes do executivo e legislativo. A presidente da CUT-MG, Beatriz Cerqueira, disse que elas se reúnem às 8h30 com o presidente da Assembleia, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), e às 11h30 com o governador Antonio Anastasia – embora o encontro não constasse na agenda do governador.

FONTE: G1 e O Tempo.


Ônibus circularão normalmente na capital durante a greve geral desta quinta-feira

Outras categorias, no entanto, vão aderir à paralisação em Belo Horizonte

greve

Diversos sindicatos decidirão ao longo desta quarta-feira se as categorias que representam irão parar as atividades durante a greve geral do país, marcada para esta quinta. Em Belo Horizonte, os metroviários realizam uma assembleia às 17h para debater o tema. No entanto, eles já distribuem folhetos anunciando a paralisação.

Os rodoviários, por sua vez, já anunciou que os coletivos rodarão normalmente na capital. O presidente do sindicato, Ronaldo Batista, explicou como será a participação da categoria no dia da greve. “Em primeiro lugar, fecharemos o sindicato para funcionários e diretores aderirem ao movimento. Depois, soltaremos um material convocando os trabalhadores para participar voluntariamente do movimento. Ou seja, se reunirem às 7h na Praça Sete”, explicou Ronaldo.

Segundo o líder sindical, os rodoviários optaram pela não paralisação justamente para proporcionarem transporte aos trabalhadores que quiserem aderir ao movimento. “Não seria uma greve geral se os rodoviários parassem. Isso iria inviabilizar que outras categorias se manifestassem. Como o camarada que mora em Santa Luzia, por exemplo, chegaria ao Centro para se manifestar?”, argumentou.

Saúde pública e educação

Na área da saúde pública, de acordo com os sindicatos, será mantida a escala mínima de trabalho e apenas os casos de urgência e emergência serão atendidos.

Professores das redes públicas, estadual e municipal, também devem aderir à paralisação. Na rede particular, algumas escolas optaram, por motivo de segurança, dispensar os alunos.

Já as agências bancárias localizadas no Centro de Belo Horizonte estarão com as portas fechadas.

Veja mais AQUI!

FONTE: Itatiaia.


Instituições – I

Os jornais estão a informar hoje que foi aprovada na CCJ da Câmara a admissibilidade da PEC 33/11, que aparentemente prevê que as decisões do STF sejam submetidas ao Congresso. Dizem ainda certos matutinos que isso seria uma reação ao julgamento do mensalão. Lendo o headline, é fácil se revoltar. No entanto, nós operadores do Direito não podemos levar a manchete pelo todo. É bom ler o conteúdo da PEC para melhor situar as coisas. O que se pretende com a reforma constitucional é : (i) exigir quorum qualificado para declaração de inconstitucionalidade ; (ii) regulamentar as súmulas vinculantes e, de fato, submetê-las à apreciação do Congresso (mas se este não analisá-las em tempo xis ela passar a valer tacitamente) ; e, por fim, (iii) vincular a declaração de inconstitucionalidade de EC à análise do Congresso. Neste último caso, se os parlamentares não concordarem com os ministros do Supremo, seria feita uma consulta popular. (Clique aqui)

3Poderes

Freios e contrapesos

A PEC dos Contrapesos (como  provisoriamente intitulamos a PEC 33/11) é uma evidente reação do Legislativo diante da legiferação promovida pelo Judiciário. A questão toda começou quando o STF, cansado de julgar mandados de injunção, resolveu dar tratos à bola. Um dos primeiros casos é o da greve dos servidores. O Congresso não promovia a regulamentação desse direito constitucionalmente garantido, e os ministros não tinham instrumentos para julgar os casos que aportavam no Judiciário acerca dessa questão. Sem saída, resolveu ele próprio estabelecer regras. O mesmo se fez com o aviso prévio proporcional. Agora, o Congresso quer retomar as rédeas. E pelo visto ainda concorda com certo ativismo, reconhecendo sua desídia, tanto que vai analisar as questões só depois do Judiciário, exercendo de certa forma um poder moderador. É preciso frisar que não estamos aqui defendendo ou criticando a PEC, mesmo porque é cedo ainda para fazer juízos. Estamos apenas a contextualizar a questão e mostrar que isso não afeta em nada o julgamento do mensalão. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Devemos estudar a questão com mais cuidado. Ouçamos os constitucionalistas. E a ágora migalheira está à disposição. 

Direto da Redação

Um foca da redação, quando ouviu da PEC dos Contrapesos, não resistiu e em plena reunião de pauta saiu-se com esta : deixa o homem da capa preta voltar dos EUA e saber disso ! Todos silenciaram diante do inoportuno comentário, ainda mais quando nosso amado Diretor censurou-o apenas com um olhar. Ao final da reunião, salvaram-se todos, menos o jovem repórter falastrão que foi punido com 10 chibatadas para aprender a não interromper a reunião e mais 10 pela escolha duvidosa do ídolo. Da próxima vez, já sabe : é bilhete azul.

FONTE: Migalhas.



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