Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Passagem de ônibus em Belo Horizonte sobe para R$ 4,05

As tarifas do transporte coletivo ficam mais caras na semana que vem na capital. Táxi-lotação, suplementares e metropolitanos também tiveram reajuste

Juarez Rodrigues/EM/DA Press

Os belo-horizontinos vão começar 2017 com passagens de ônibus mais caras. A partir da terça-feira, 3 de janeiro, o valor da tarifa das linhas troncais e principais sobe dos atuais R$ 3,70 para R$ 4,05. A tarifa das linhas alimentadoras vai de R$ 2,65 para R$ 2,85. O reajuste, que chega a 9,4%, foi anunciado na tarde desta sexta-feira em uma coletiva de imprensa com o presidente da BHTrans, Ramon Victor César. A tarifa dos suplementares e dos táxis-lotação também fica mais cara.

Segundo a empresa de trânsito, o reajuste é calculado segundo fórmula paramétrica prevista nos contratos de concessão. A fórmula compreende a variação anula dos preços de cinco grandes itens de custo do sistema: óleo diesel, rodagem, veículos, mão-de-obra operacional e despesas administrativas. Eles são apurados e publicados pela Fundação Getúlio Vargas, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Saiba mais: Ônibus do Move começam a circular sem cobrador em BH

O último reajuste foi anunciado há exatamente um ano
, em 30 de dezembro de 2015, quando os valores tiveram aumento de 8,24%, com a passagem chegando aos R$ 3,70. Na época, a BHTrans informou que  o índice estava abaixo da inflação medida do INPC no mesmo período do cálculo tarifário, que era de 10,97%.

Cartazes informativos com os novos valores serão afixados nos ônibus. Ainda segundo a BHTrans, os créditos do Cartão BHBus Vale Transporte (amarelo) adquiridos até 2 de janeiro terão seu valor de compra mantido até o fim de sua validade. Se quiser, o usuário poderá trocar os créditos antigos pelos valores das tarifas reajustadas até 30 dias depois da data atual do reajuste, sem complementação de valor.

Já quem possui o Cartão BHBus Usuário (azul) com créditos adquiridos também até o dia 2 poderão usar esses créditos até 16 de fevereiro de 2017, com cobrança da tarifa antiga. A partir de 17 de fevereiro, será debitado o novo valor da tarifa reajustada. Veja como ficam os novos valores:

Ônibus convencional

Linhas perimetrais, radiais, semi-expressas, diametrais, troncais e o Move: R$ 4,05
Tarifa de integração com o metrô: R$ 4,05
Linhas circulares e alimentadoras: R$ 2,85
Linhas de vilas e favelas: R$ 0,90
Linha Executiva SE02 (Buritis/Savassi): R$ 6,10 (em dinheiro) e R$ 5,70 (desconto aos usuários do Cartão BHBus)

Ônibus suplementar

Linhas longas: R$ 4,05
Linhas intermediárias: R$ 4,05
Linhas curtas: R$ 2,85

Táxi-lotação

A tarifa do serviço que opera nas avenidas Afonso Pena e do Contorno passa de R$ 4,05 para R$ 4,45

METROPOLITANOS A Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) publicou na edição desta sexta-feira do Minas Gerais, o diário oficial do estado, o reajuste das tarifas dos ônibus do transporte metropolitano da Grande BH. As novas tarifas passam a valer a partir deste domingo, dia 1º de janeiro de 2017.  A tarifa média, com base no valor dos 30 preços diferentes de passagens, subiu 9,46%. O percentual superou a prévia da inflação oficial, o IPCA-15, que apontou 6,58% para 2016.

Já a tarifa predominante, que custava R$ 4,45, aumentou 8,99% e passará a custar R$ 4,85. Ela será aplicada, por exemplo, para quem quiser usar os coletivos do Move Metropolitano, que partem dos terminais São Gabriel, Vilarinho, Justinópolis (Ribeirão das Neves), Morro Alto (Vespasiano) e São Benedito (Santa Luzia). (Com informações de Guilherme Paranaíba)

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FONTE: Estado de Minas.


ABRE E FECHA NO ANO NOVO

Confira o funcionamento dos principais serviços municipais.

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ABASTECIMENTO

Banco de Alimentos (Rua Tuiutí, 888, Padre Eustáquio) – Não funciona no sábado e no domingo.

Central de Abastecimento Municipal (Rua Maria Pietra Machado, 125, bairro São Paulo) – Abre no sábado, das 7h às 14h. Fecha no domingo.

Direto da Roça – O funcionamento é facultativo no sábado, das 7h às 13h. Não funciona no domingo.

Feira Coberta do Padre Eustáquio (Rua Pará de Minas, 821, Padre Eustáquio) –Abre no sábado, das 7h às 14h. Fecha no domingo.

Feiras de Orgânicos – Não funcionam no sábado e no domingo.

Feiras Livres – O funcionamento é facultativo no sábado, das 7h às 13h. Não funcionam no domingo.

Feiras Modelo – Não funcionam no sábado e no domingo.

Mercado da Lagoinha (Avenida Antônio Carlos, 821, São Cristóvão) – Fecha no sábado e no domingo.

Mercado do Cruzeiro (Rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro) – Abre no sábado, das 7h às 16h. Fecha no domingo.

Restaurantes Populares – Fechados no sábado e no domingo.

Sacolões Abastecer – Abrem no sábado, das 7h às 14h. Fecham no domingo.

BH RESOLVE

Fechado para atendimento ao público no sábado e no domingo.

DEFESA CIVIL

O plantão da Defesa Civil funciona 24 horas por dia, todos os dias, inclusive aos domingos e feriados. Os telefones são 199 e 3277-8864.

 

EQUIPAMENTOS CULTURAIS

Arquivo Público da Cidade (Rua Itambé, 227, Floresta) – Fecha no sábado e no domingo.

Casa do Baile (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha) – Fecha no sábado e no domingo.

Casa Kubitschek (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 4.188, Bandeirantes) – Fecha no sábado e no domingo.

Museu de Arte da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.596, Pampulha) – Fecha no sábado e no domingo.

Museu da Moda de Belo Horizonte – Mumo (Rua da Bahia, 1.149, Centro) – Fecha no sábado e no domingo.

Museu Histórico Abílio Barreto (Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) – Fecha no sábado e no domingo.

 

LIMPEZA URBANA

No sábado, todos os serviços de limpeza urbana serão realizados normalmente. No domingo, equipes da SLU estarão de plantão para atendimentos de urgência.

 

PARQUES E ZOOLÓGICOS

Os parques municipais funcionam normalmente no sábado e no domingo. O Parque Municipal Américo Renné Giannetti (Avenida Afonso Pena, 1.377, Centro) abre das 6h às 18h. Já o das Mangabeiras (Avenida José do Patrocínio Pontes, 580, Mangabeiras) e o da Serra do Curral (Avenida José do Patrocínio Pontes, 1.951, Mangabeiras) abrem das 8h às 17h. Os demais parques funcionam das 8h às 18h.

O Mirante do Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) funciona no sábado e no domingo, das 10h às 22h. Excepcionalmente no domingo, a Tirolesa BH não irá funcionar.

O Jardim Zoológico, o Jardim Botânico, o Aquário da Bacia do Rio São Francisco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Pampulha) e o Parque Ecológico da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 6.061, Pampulha) funcionam parcialmente no sábado e fecham no domingo. No sábado, o Jardim Botânico, o Zoológico e o Aquário funcionam das 8h às 12h e o Parque Ecológico, das 8h30 às 12h.

 

INFORMAÇÕES TURÍSTICAS

Aeroporto de Confins (Rodovia MG-10, Confins) – Funciona no sábado e no domingo, das 8h às 17h.

Centro de Referência Turística Álvaro Hardy – Veveco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 855, São Luís) – Funciona no sábado e no domingo, das 8h às 17h.

Mercado Central (Avenida Augusto de Lima, 744, Centro) – Funciona no sábado, das 8h às 17h20. Não haverá funcionamento no domingo.

Mercado das Flores (Avenida Afonso Pena, 1.055, Centro) – Funciona no sábado e no domingo, das 8h às 15h.

Rodoviária (Praça Rio Branco, Centro) – Funciona no sábado e no domingo, das 8h às 17h.

 

SAÚDE

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o Hospital Municipal Odilon Behrens, a Central de Internação, o Samu e os laboratórios das UPAs funcionam 24 horas por dia.

Os centros de saúde, os Centros de Controle de Zoonoses, os Laboratórios de Zoonoses, os Centros de Esterilização de Cães e Gatos, os Centros de Convivência, os Centros de Especialidade Médicas (CEMs), os Centros de Treinamento e Referência (CTR), as Unidades de Referência Secundária (URSs), o Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem (CMDI), o Centro de Oftalmologia (CMO), os Centros de Reabilitação (Creabs), os laboratórios Distritais e Central e a Farmácia Distrital fecham no sábado e no domingo.

As Academias da Cidade não funcionam no sábado e no domingo.

Cersams – No sábado e no domingo, funcionam em regime de plantão.

Serviço de Urgência de Psiquiátrica Noturno – Funciona normalmente entre sábado e domingo.

 

TRANSPORTE

As linhas do sistema de transporte coletivo gerenciadas pela BHTrans circulam normalmente no sábado e no domingo. Os horários das partidas de todas as linhas da BHTrans podem ser consultados no site http://www.bhtrans.pbh.gov.br e também pelo aplicativo de celular SIU Mobile, disponível gratuitamente.

 

FONTE: O Tempo.


Shoppings de BH funcionarão em horário especial neste fim de ano

Durante o mês de dezembro, os estabelecimentos adotam horários especiais nos próximos feriados e nas vésperas de Natal e Ano Novo

Del Rey. Testou a iluminação de Natal na última sexta-feira, encantando que estava no local

Mesmo com a crise, a expectativa de aumento nas vendas é de cerca de 20%

Neste mês de dezembro, os shoppings de Belo Horizonte e região metropolitana funcionarão em horários especiais. Confira abaixo a lista dos comércios e o horário que ficarão abertos nos dias úteis e feriados de final de ano.

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Shopping Cidade
Dia 08/12 (Feriado) – Lojas: 9h às 22h; Praça de Alimentação: 10h às 22h.
Dias 11/12 e 18/12 (Domingo) – Lojas: 10h às 22h; Praça de Alimentação: 10h às 22h.
Dias 19/12 a 23/12 – Lojas: 9h às 22h; Praça de Alimentação: 10h às 22h.
Dia 24/12 (Véspera de Natal) – Lojas: 9h às 18h; Praça de Alimentação: 9h às 18h; Cinema só exibirá sessões iniciadas antes das 18h.
Dia 25/12 (Natal) – Lojas estarão fechadas e a Praça de Alimentação funcionará em ponto facultativo das 10h às 22h; Cinemas exibirá sessões iniciadas após às 15h.
Dias 26/12 a 30/12 – Lojas: 9h às 22h; Praça de Alimentação: 10h às 22h.
Dia 31/12 (Véspera de Ano Novo) – Lojas: 9h às 18h; Praça de Alimentação: 10h às 18h; Cinema só exibirá sessões iniciados antes das 18h.

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Boulevard Shopping
Dia 08/12 (Feriado) – Lojas e Praça de Alimentação: 10h às 22h.
Dia 11/12 (Domingo) – Lojas: 10h às 22h; Praça de Alimentação: 10h às 23h.
Dias 17/12 a 23/12 – Lojas: 10h às 23h; Praça de Alimentação: 10h às 0h.
Dia 24/12 (Véspera de Natal) – Lojas e Praça de Alimentação: 9h às 18h
Dia 25/12 (Natal) – Lojas estarão fechadas e Praça de Alimentação funcionará em ponto facultativo das 10h às 22h.
Dia 31/12 (Véspera de Ano Novo) – Lojas e Praça de Alimentação: 10h às 18h.
Dia 1º de Janeiro (Ano Novo) – Lojas estarão fechadas e Praça de Alimentação funcionará em ponto facultativo das 10h às 22h.

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Minascasa
Dia 08/12 (Feriado) – Lojas e Praça de Alimentação: 14h às 20h.
Segundo assessoria do Minascasa, o shopping ainda não estabeleceu horário especial de funcionamento para os dias 24, 25 e 31 de dezembro e para 1º de Janeiro. Nos demais dias deste mês, o horário de funcionamento será das 10h às 22h, de segunda a sábado, e das 14h às 20h nos domingos.

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Ponteio Lar Shopping
Dia 08/12 (Feriado) – Lojas e Praça de Alimentação: 14h às 20h.
Segundo assessoria do Ponteio Lar Shopping, ainda não foi estabelecido o horário especial de funcionamento para os dias 24, 25 e 31 de dezembro e para 1º de Janeiro. Nos demais dias deste mês, o horário de funcionamento será das 10h às 22h, de segunda a sábado, e das 14h às 20h nos domingos.

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Minas Shopping
Dia 08/12 (Feriado) – Lojas: 10h às 22h; Praça de Alimentação: 10h às 23h.
Dias 11/12 e 18/12 (Domingo) – Lojas: 12h às 20h; Praça de Alimentação: 10h às 23h.
Dias 16/12 a 21/12 – Lojas: 10h às 23h; Praça de Alimentação: 10h às 23h.
Dia 24/12 (Véspera de Natal) – Lojas e Praça de Alimentação: 9h às 18h.
Dia 25/12 (Natal) – Lojas estarão fechadas e a Praça de Alimentação funcionará das 10h às 23h.
Dia 31/12 (Véspera de Ano Novo) – Lojas e Praça de Alimentação: 10h às 16h.
A assessoria do Minas Shopping informa que em todas as datas acima o cinema estará aberto conforme a programação do Cineart.

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Diamond Mall
Dia 11/12 (Domingo) – Lojas e Praça de Alimentação: 10h às 22h; Empório Verdemar: 7h às 21h; Cinema funcionará normalmente.
Dia 18/12 (Domingo) – Lojas e Praça de Alimentação: 10h às 22h; Empório Verdemar: 7h às 22h; Cinema funcionará normalmente.
Dias 15/12 a 23/12 – Lojas e Praça de Alimentação: 10h às 23h; Empório Verdemar: 6h às 22h; Cinema funcionará normalmente.
Dia 24/12 (Véspera de Natal) – Lojas e Praça de Alimentação: 9h às 18h; Empório Verdemar: 6h às 20h; Cinema funcionará até às 16h.
Dia 25/12 (Natal) – Lojas e Empório Verdemar estarão fechados; Praça de Alimentação: das 10h às 22h; Cinema funcionará a partir das 16h.
Dia 31/12 (Véspera de Ano Novo) – Lojas e Praça de Alimentação: 9h às 18h; Empório Verdemar: 6h às 20h; Cinema funcionará até às 16h.
Dia 1º de Janeiro (Ano Novo) – Lojas e Empório Verdemar estarão fechados; Praça de Alimentação: das 10h às 22h; Cinema funcionará a partir das 16h.
A assessoria do Diamond Mall informa que os horários especiais são facultativos para as lojas.

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Shopping Estação BH
Dia 11/12 (Domingo) – Lojas e Praça de Alimentação: 10h às 22h.
Dia 17/12 (Sábado) – Lojas: 09h às 23h; Praça de Alimentação: 10h às 23h.
Dia 18/12 (Domingo) – Lojas e Praça de Alimentação: 10h às 22h.
Dias 19/12 a 23/12 – Lojas e Praça de Alimentação: 09h às 23h.
Dia 24/12 (Véspera de Natal) – Lojas e Praça de Alimentação: 09h às 18h.
Dia 25/12 (Natal) – Lojas estarão fechadas; Praça de Alimentação: 11h às 21h.
Dia 31/12 (Véspera de Ano Novo) – Lojas: 09h às 16h; Praça de Alimentação: 10h às 18h.
Dia 1º de Janeiro (Ano Novo) – Lojas estarão fechadas; Praça de Alimentação: 11h às 21h.

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FONTE: O Tempo.


Após dura derrota eleitoral, a sigla bate cabeça sobre o futuro e até o sistema interno de cotas é questionado
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Comentário de Reginaldo Lopes revela a falta de rumo do PT em meio à crise

A reunião da Executiva Nacional do PT, realizada na quarta-feira 5 em Brasília, mostrou que, no pior momento da história do partido, a legenda continua batendo cabeça para definir novos rumos. O objetivo do encontro era discutir o resultado do primeiro turno das eleições municipais de 2016. No pleito, o partido perdeu 60% das prefeituras conquistadas há quatro anos. A legenda, no entanto, parece estar longe de chegar a um consenso sobre qual o melhor caminho para sair dessa situação e voltar a se conectar com a classe trabalhadora do País.

Antes mesmo do fim da reunião, o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), da Secretaria de Assuntos Institucionais, deixou a sede do partido em Brasília e defendeu que a legenda precisa passar por um processo de reforma mais profundo, e não apenas trocar seu comando.

“Precisa decidir se vai refundar o partido ou fazer a frente de esquerda…[escolher um novo] nome é bobagem. Acho que ficou tarde”, disse sobre a possibilidade de escolha de um novo presidente para o PT. “Não tem salvador da pátria. Acho que na situação em que estamos, nem se colocássemos Deus no cargo resolveria”, afirmou.

Lopes foi um dos candidatos derrotados do partido. Ele disputou a prefeitura de Belo Horizonte e terminou em quarto lugar, com 7,27% dos votos. “O PT deve uma resposta à sociedade. Chegou a hora de apresentar um conjunto de ideias para resolver a crise econômica. Ficar só batendo na tecla do golpe, não dá. Aí é ficar dentro da bolha que já é nossa”, analisou.

A crítica de Lopes à troca de comando do partido como solução para os problemas da legenda é porque essa deve ser a primeira ação do PT após o fracasso nas eleições. Na mesma reunião, a Comissão Executiva Nacional definiu uma parte do calendário para que a mudança na presidência do partido seja feita no primeiro semestre de 2017. O presidente do PT, Rui Falcão, minimizou as declarações do deputado sobre uma possível “refundação”. “Isso é uma opinião pessoal dele”.

Como essa troca na presidência deve ser feita é algo que também tem gerado debates internos. Correntes do partido defendem a realização de um Congresso ou Encontro extraordinário ainda este ano, com o objetivo de eleger novas e novos delegados para a direção do partido. No ponto de vista desses grupos, é necessário uma resposta imediata e, por isso, esse processo não deveria ser feito por PED (Processo de Eleições Diretas do PT), como manda o estatuto.

Essa visão ganhou ainda mais força após a esmagadora derrota sofrida nas eleições. Para uma parcela dos petistas, Rui Falcão perdeu a capacidade de dialogar com a base social e precisa ser substituído como aceno à militância.

Rui Falcão
Falcão: a forma de substituição do presidente do PT ainda não está definida (Paulo Pinto / AGPT)
Uma das explicações para a resistência ao PED, que sempre foi o mecanismo utilizado pelo PT para a escolha das direções, é que o sistema é tido como burocrático. Isso porque, se optar pelo PED, o partido precisa assegurar algumas cotas, como de etnia, juventude e paridade de gênero, na eleição para os cargos.

De acordo com integrantes do partido, essas regras são vistas como obstáculos por membros da sigla para a formação de uma diretoria capaz de responder aos problemas atuais do PT. Para isso, no entanto, seria necessário fazer um Reforma Estatutária, o que poderia ser visto como retrocesso.

A decisão pelo PED ou por uma nova forma de eleição ainda segue em aberto, segundo Falcão. De acordo com o calendário divulgado pelo presidente do partido, no dia 21 de outubro, acontecerá uma nova reunião da Executiva, para acompanhamento da disputa de segundo turno das eleições.

Nessa ocasião, as forças políticas vão apresentar nomes para construir uma comissão sob coordenação de Rui Falcão. Nos dias 9 e 10 de novembro acontecerá a reunião do diretório nacional, que definirá a pauta de todas as questões a ser desenvolvidas para o processo de renovação da direção. Depois haverá uma nova reunião da Executiva no final de novembro.

Resolução política

Na reunião, a Executiva Nacional também aprovou uma nova resolução política baseada nos resultados do primeiro turno. Em uma tímida autocrítica, o partido atribui o distanciamento da classe trabalhadora ao ajuste fiscal promovido pela equipe econômica de Dilma Rousseff e às operações da Operação Lava Jato, realizadas às vésperas do primeiro turno.

Além disso, o documento reconhece que o PT não conseguiu “construir uma contra-narrativa capaz de desmascarar o programa defendido pelas forças golpistas e associá-lo a seus projetos privatistas para as cidades.” Em vez disso, o partido reconhece que continua sendo responsabilizado, com apoio da imprensa, pela situação fiscal do País.

A legenda também reconheceu o peso da reforma política, feita sob comando do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cassado por quebra de decoro parlamentar, no resultado final das eleições. Segundo a nota, “ao permitir autodoações sem teto para os candidatos e ao não fixar um limite nominal para as contribuições individuais, abriram-se brechas para a influência do poder econômico”, escreveu o partido em clara referência à vitória do candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Dória, que financiou 40% de sua campanha multimilionária na capital paulista.

Por conta do resultado inexpressivo, o Diretório Nacional do PT resolveu ainda orientar a militância a apoiar, incondicionalmente, “as candidaturas do PSOL, do PCdoB, da Rede e do PDT nas capitais, bem como daqueles com quem já estivemos no primeiro turno”. “Conclamamos a militância a cerrar fileiras em torno das sete candidaturas petistas neste segundo turno: Recife, Juiz de Fora, Santo André, Mauá, Vitória da Conquista, Santa Maria e Anápolis. É decisivo envidar esforços para unir o eleitorado democrático e popular, abrindo nossas campanhas para todos e todas que desejarem compartilhar dessa empreitada”, diz o texto.

FONTE: Carta Capital.

 


Eleições têm 95 candidatos únicos que precisam de um voto para se eleger

O voto pode, inclusive, ser do próprio concorrente. Minas tem 16 candidatos a prefeito que podem ser eleitos com voto único

Nos últimos 45 dias, os 17 mil candidatos a prefeito que disputam as eleições deste domingo (2/10) foram às ruas, distribuíram panfletos, gravaram programas de rádio e televisão em busca de votos. Para 95 desses candidatos, no entanto, a “disputa” pelo voto será bem mais fácil amanhã. Isso porque eles concorrem como candidatos únicos e para serem eleitos precisarão apenas de um voto, que pode ser o dele mesmo.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os 95 candidatos a únicos são de 14 partidos: PMDB, PP, PSDB, dez PSB, PDT, PSD, PV, DEM, PR, PTB, PPS, PT, PRB e PEN.

Os municípios com candidatos únicos estão distribuídos em 12 estados – Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Ceará, Mato Grosso do Sul, Piauí e Tocantins.
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No caso de Minas, 16 candidatos a prefeitos não enfrentam concorrência e precisam só do próprio voto para serem eleitos. Mesmo assim, dizem que corpo a corpo na campanha é necessário para defender suas propostas de governo e garantir o apoio da população.

Dos 95 candidatos únicos, de acordo com a dados da Justiça Eleitoral, 86 são do sexo masculino e nove do sexo feminino. Oitenta e um são da cor branca e 14 declararam-se pardos.

Com 37.680 eleitores, o município paulistano de Jales é o que tem maior eleitorado entre as 95 cidades em que a eleição para prefeito tem apenas um candidato. Já Engenho Novo (RS), com 1.200 eleitores, e Carlos Gomes (RS), com 1.411 eleitores, têm o menor número de votantes nesse caso.

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FONTE: Estado de Minas.


Campanha para a PBH chega a R$ 8 mi

Com a restrição a doações neste pleito, soma dos gastos dos 11 candidatos representa menos de um terço do que Lacerda desembolsou sozinho na disputa pela reeleição, há quatro anos

 

Até a antevéspera da eleição municipal, os 11 candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte gastaram, juntos, pouco mais de R$ 8 milhões em suas campanhas eleitorais. O valor é equivalente a menos de um terço do que foi gasto na campanha que reelegeu o prefeito Marcio Lacerda (PSB), em 2012. Há quatro anos, apenas Lacerda desembolsou R$ 28,5 milhões. Este ano, com a proibição da doação de empresas e a redução do período de campanha, os gastos caíram significativamente.
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O candidato que mais gastou para divulgar suas propostas foi Rodrigo Pacheco, do PMDB. Segundo o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que atualiza diariamente as verbas desembolsadas em campanha, o peemedebista gastou até ontem pouco mais de R$ 3 milhões. Mais de 70% desse montante saiu do bolso do candidato, que doou R$ 2,2 milhões para a própria campanha. Na última pesquisa eleitoral, divulgada pelo Ibope, Pacheco tinha 2% das intenções de voto.
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O vice-prefeito Délio Malheiros (PSD) foi o segundo que mais gastou até ontem. O candidato apoiado pelo prefeito Marcio Lacerda desembolsou R$ 1,7 milhão, sendo que mais da metade desse montante foram doações do próprio prefeito e da mulher dele. Ele doou R$ 400 mil e Maria Regina Nascimento de Lacerda, R$ 580 mil. Na pesquisa Ibope, Délio registrou 3% das intenções de voto.
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O candidato do PSDB, deputado João Leite, é o terceiro que mais gastou até agora: R$ 1,2 milhão. A direção nacional do PSDB foi responsável pela doação de 76% das verbas destinadas à campanha do tucano. Ele está na primeira posição das pesquisas e seus gastos podem triplicar no segundo turno, uma vez que ele já contratou valores acima de R$ 4 milhões para a campanha.
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Os deputados federais Marcelo Álvaro Antônio (PR) e Reginaldo Lopes (PT) e  estadual Sargento Rodrigues (PDT) estão respectivamente na quarta, quinta e sexta colocação da lista dos que mais gastaram com a campanha até a antevéspera da votação. Os dois parlamentares federais, Marcelo Álvaro e Reginaldo, contaram com cerca de 80% das doações de seus partidos. Já o deputado estadual do PDT, desembolsou R$ 456 mil em sua campanha, o que representa 67% do total dos recursos.
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O candidato Alexandre Kalil (PHS) é o sétimo na lista dos gastos com campanha. Ao todo o ex-presidente do Atlético desembolsou R$ 510 mil. Na última pesquisa eleitoral do Ibope, Kalil apareceu na segunda colocação, com 24% das intenções de voto.
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COBRANÇA O deputado federal Luis Tibé (PTdoB), apesar de ser um dos que mais arrecadaram para a campanha (R$ 1,6 milhão), é o oitavo que mais gastou até agora. Suas despesas até ontem foram de R$ 274 mil. Nos últimos dias, um grupo de jovens têm cobrado do candidato o pagamento por serviços prestados durante a campanha. Cerca de 30 jovens foram até a porta do Teatro Alterosa, onde aconteceu um debate eleitoral, e esperaram a saída de Tibé para cobrar os pagamentos. O candidato, que está em quarto lugar nas pesquisas, nega que esteja devendo qualquer funcionário.
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Apenas três candidatos gastaram menos de R$ 100 mil com suas campanhas eleitorais. O deputado federal Eros Biondini (PROS), que apareceu em terceiro na última pesquisa Ibope, desembolsou R$ 96 mil. A maior parte do montante veio da direção nacional de seu partido. Maria da Consolação (PSOL) e Vanessa Portugal (PSTU) são as últimas na lista dos gastos com campanha. Consolação gastou R$ 12,8 mil, sendo que doou R$ 10 mil de seu próprio bolso. Já Vanessa Portugal, a que menos gastou até agora, desembolsou R$ 5.099,28.
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Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), de acordo com a resolução de prestação de contas, os candidatos têm até 1º de novembro para entregar suas prestações finais referentes ao primeiro turno. Já os candidatos que disputarem o segundo turno das eleições, têm até 19 de novembro para apresentar ao tribunal seus gastos de campanha.
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Dicas para o dia da votação
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Horário: Das 8h às 17h. Caso ao final ainda haja fila, os eleitores vão receber senha e vão poder votar. Mas se o eleitor se atrasar e chegar após a entrega das senhas, não poderá votar.
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Documentos: É necessário levar um documento oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho ou carteira nacional de habilitação). Mesmo para quem fez o cadastro biométrico. Não é necessário portar o título de eleitor.
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Local de votação: Zona eleitoral e a seção onde você vota estão no título. Qualquer dúvida, basta acessar o site do TSE. Para a consulta, basta informar o seu nome, data de nascimento e nome da mãe.
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O que pode: Usar broche, adesivos, bandeiras.
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O que não pode: Na cabine de votação, é vedado ao eleitor portar aparelho celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto. Caso esteja com esses aparelhos, o eleitor deve deixá-los com os mesários no momento de ir à urna. Já a aglomeração de pessoas em qualquer local público ou aberto ao público portando vestuário padronizado, caracterizando manifestação coletiva, é proibida no dia
da eleição.
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Justificativa de voto: O eleitor que estiver fora de sua cidade pode justificar a ausência em qualquer local de votação, das 8h às 17h. Para justificar no dia da eleição, o eleitor deverá ter o número do título, um documento de identificação com foto e o formulário de justificativa preenchido. Se o eleitor não se justificar no dia das eleições, tem até 60 dias para fazê-lo em qualquer cartório eleitoral.

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FONTE: Estado de Minas.


Atual gestão e segundo colocado são os alvos

Novos ataques ao candidato do PHS e críticas à administração municipal marcam o debate na TV Alterosa entre os oito principais candidatos a prefeito de Belo Horizonte

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Críticas à atual administração municipal e ao segundo colocado nas pesquisas, Alexandre Kalil (PHS), esquentaram o debate promovido pela TV Alterosa na noite de ontem. Pela primeira vez, o deputado estadual João Leite (PSDB), que lidera as intenções de voto, confrontou Kalil, mas de forma indireta. Durante quase duas horas, oito candidatos debateram entre si e responderam perguntas de internautas e jornalistas. Eles também apresentaram propostas sobre educação, mobilidade, meio ambiente e saúde. Já nas apresentações iniciais, marcaram posição. Délio Malheiros (PSD) disse que a atual administração é voltada para as pessoas e que, apesar de as pesquisas apontarem dois candidatos muito à frente, a realidade é outra. Luís Tibé (PTdoB) também ressaltou que cabe ao eleitor decidir quem vai administrar a cidade.

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Kalil também usou as pesquisas para dizer que conseguiu chegar à segunda posição com apenas 20 segundos de programa de TV e isso porque foi às ruas conhecer o pobre. Foi a deixa para o deputado Sargento Rodrigues (PDT) alfinetá-lo, dizendo que nunca precisou de “peça de marqueteiro para conhecer a vida dos mais humildes”. As críticas à PBH ficaram por conta do candidato Rodrigo Pacheco (PMDB), que destacou problemas como desemprego, “falta de saúde adequada” e inclusão. Marcelo Alvaro (PR) também disse que a atual gestão ficou focada nas obras e se esqueceu as pessoas.

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No segundo bloco, os candidatos responderam perguntas de jornalistas do grupo Diários Associados sobre camelôs, mobilidade urbana, violência, educação e infestação de carrapatos na Lagoa da Pampulha. Reginaldo Lopes (PT) criticou a atual gestão sobre a atuação dos camelôs e prometeu diálogo maior com eles:”Temos hoje uma insensibilidade desse consórcio que administra BH, do PSDB com Lacerda. Esses trabalhadores estão sendo explorados, e é preciso uma política séria para discutir a situação desses trabalhadores”. Marcelo Alvaro criticou a prefeitura ao falar sobre o risco de febre maculosa.  “A cidade vive um momento difícil, com um problema sério de negligência da atual administração”. O candidato João Leite (PSDB), foi questionado sobre a mobilidade urbana e prometeu integração entre os modais de transporte. “Precisamos fazer rotas dos ônibus entre os bairros, o que não foi feito com o Move”, afirmou.

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Verbas Kalil foi perguntado sobre como vai negociar recursos para BH caso eleito, porque diz que não é político. Kalil prometeu ir atrás de verbas e alfinetou os outros candidatos com trajetória política. “Não precisa de política para negociar verbas, precisamos de ir atrás de homens que podem resolver o problema. Se político resolvesse o problema, a cidade já teria tudo que eles prometem, mas não tem nada pronto”, afirmou.

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O terceiro bloco, com as perguntas entre candidatos, esquentou o debate. A dívida de IPTU de Kalil entrou no debate. Malheiros usou sua pergunta para João Leite para dizer que tem uma proposta de que os que devem IPTU possam pagar prestando serviços ao município. “Tenho a alegria de pagar meus impostos em dia e contribuir com a cidade”, respondeu o candidato tucano.

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Já Reginaldo Lopes e Kalil usaram o embate para fazer críticas à PBH. Lopes disse que a atual gestão privatizou a cidade com as parcerias público-privadas. Afirmou ainda que, se eleito, estabelecerá parcerias com as comunidades. Kalil perguntou como acabar com essa “praga” e, em seguida, disse que, em sua gestão, se alguém for acusado de corrupção ou suspeito, estará fora dos contratos e licitações da prefeitura. “O prefeito tem obrigação de suspender todas as licitações da Odebrecht, porque o dono está sendo acusado de corrupção”, cobrou. Sargento Rodrigues disse que pretende fazer auditoria nas empresa de transporte de BH e prometeu implantar o passe livre e reduzir o preço das passagens de ônibus.

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O primeiro confronto direto entre os candidatos ocorreu no quarto bloco, quando Sargento Rodrigues perguntou a Tibé o que ele pensava sobre a empresa de Kalil que foi à falência e a sobre a dívida de IPTU do candidato. “A Justiça Federal inclusive condenou Kalil à prisão”. Kalil obteve direito de resposta e rebateu. “Entrei no Atlético devendo e saí devendo. Tenho problemas sim. Aqui em BH já venderam o partido, daqui a pouco vão vender até a mãe. Vou resolver meus problemas porque tenho honra e não sou político, não vivo pendurado nas tetas do poder público”, criticou. Malheiros defendeu a atual administração e citou obras em escolas municipais como exemplo de boa gestão. “Criticar e destruir é fácil, mas sente-se na cadeira do prefeito. É preciso muito preparo para lidar com os problemas”, afirmou, ressaltando o momento de crise econômica e queda na arrecadação.

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Internautas No último bloco de perguntas, os candidatos responderam a perguntas de internautas nas redes sociais. Questionado sobre educação, Malheiros aproveitou para falar das unidades de educação infantil da prefeitura (Umeis) e, mais uma vez, destacou: “Ao contrário do que muitos candidatos falam, BH tem muita coisa boa e que funciona bem. Precisamos melhorar”, afirmou. Marcelo Álvaro disse que falta vontade política, ao responder por que o Move não chegou ao Barreiro. Sobre o excesso de multas de trânsito, Reginaldo Lopes disse que vai mudar o modelo da cidade, que hoje prioriza os veículos, para que os usuários da cidade sejam mais importantes. Já Rodrigo Pacheco afirmou que vai respeitar os motoboys e cuidar para que todas as profissões tenham transparência, formalidade e legalidade.

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Kalil criticou a PBH ao falar sobre alagamentos e a colocação de placas de alerta em pontos de risco. “O que tem que fazer é prevenção responsável”, afirmou. Tibé e Sargento Rodrigues responderam perguntas sobre os direitos dos animais. Tibé prometeu um hospital público veterinário e um sistema móvel de castração. Disse que a atual gestão não trata bem as pessoas, quanto mais os animais. Rodrigues falou em separar os animais da área de alimentação do Mercado Central. João Leite disse que seu primeiro ato de governo será chamar os motoristas de Uber e táxi para conversar e resolver a situação na cidade. “O que não pode é ter violência”, afirmou. O último bloco foi de considerações finais, quando os candidatos voltaram a apresentar suas propostas.

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FONTE: Estado de Minas.



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