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Saiba como fazer artigo científico, TCC, monografia de pós, dissertação e tese

Compilado traz modelos pré-formatados, orientações passo-a-passo e até videoaulas instrucionais produzidos por algumas das principais instituições do País, como a USP, UFRJ e UFRGS

A produção de trabalhos científicos, com qualidade e relevância, é um dos gargalos nas instituições

 

 

 

 

 

Ainda é um desafio para muitos estudantes brasileiros de graduação e pós-graduação dominar as técnicas de elaboração de um trabalho científico. A redação, com qualidade, de artigos e de estudos de conclusão de curso requer um amplo domínio da metodologia da escrita acadêmica.

O fato é que nem sempre o aluno é bem orientado, ou por vezes, devido à falta de informações adequadas, o planejamento da pesquisa não é feito de forma produtiva. Tudo isso tende a impactar de forma direta na qualidade do material final produzido, que fica propenso a ser pouco inovador ou ter pouca relevância, por exemplo, em congressos ou periódicos científicos, tanto nacional quanto internacionalmente.

Segundo Zago (USP), metodologia científica ainda não é dominada por jovens pesquisadores

 

 

 

 

Esses são alguns dos aspectos que impedem o crescimento ainda maior da qualidade da produção científica das instituições de ensino do Brasil, incluindo até a principal do País, a Universidade de São Paulo (USP).

“A técnica não é dominada amplamente, em especial pelos pesquisadores principiantes e alunos de pós-graduação”, disse o então pró-reitor de pesquisa da USP Marco Antonio Zago, hoje reitor, em reunião com dirigentes da universidade durante evento acadêmico organizado na gestão anterior.

Para a busca da relevância, contudo, o primeiro passo é dominar a estrutura do trabalho científico, algo que requer atenção especial do estudante.

“Por definição, o trabalho de conclusão de curso é sempre a coisa mais difícil que o aluno precisa fazer. É o momento que ele tem que sair da zona de conforto e tentar criar algum tipo de originalidade acadêmica. O domínio da formatação do trabalho é fundamental”, fala o especialista em educação Claudio de Moura Castro, ex-diretor geral da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), agência federal de fomento responsável pela avaliação da produção científica dos programas de pós-graduação no país.

CompiladoAssim, para facilitar o trajeto acadêmico do graduando ou do pós-graduando, o iG Educaçãoresolveu fazer um compilado de materiais de orientação produzidos por algumas das principais universidades do País.

São guias instrucionais, modelos de trabalhos científicos pré-formatados, além de outras dicas e orientações envolvendo as técnicas e os procedimentos metodológicos que devem ser respeitados pelo estudante. Há ainda materiais extras em formado de videoaulas que podem ajudar ainda mais o aluno na elaboração do trabalho científico.

Periodicamente o iG Educação publica guias específicos como estímulo à formação acadêmica

Confira, a seguir, o mapeamento de materiais produzidos por reconhecidas instituições de ensino do País. Todos eles seguem orientações padronizadas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

1. Orientações gerais sobre os mais diversos trabalhos científicos
Guia de normalização para referências e citações (Universidade Estadual de Campinas)
Normas para apresentação de trabalhos científicos (Universidade Federal do Paraná)
Manual de normalização (Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri)
Estrutura do trabalho acadêmico (Universidade Estadual Paulista)

2. Artigo científico
Manual de elaboração de projeto, artigo e outras regras básicas (Universidade Federal do Tocantins)
Como elaborar um artigo científico? (Universidade Federal de Santa Catarina)
Orientações sobre artigo de acordo com normas oficiais pela professora Eliana Maria Garcia (Universidade de São Paulo)
Confira um modelo padrão de estrutura de um artigo (Intercom)

Videoaulas: curso sobre escrita científica com o professor Valtencir Zucolotto (Universidade de São Paulo)

3. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e monografia de graduação ou de pós-graduação (especialização ou MBA)
Recomendações para elaboração da monografia (Universidade de São Paulo)
Manual para normalização de TCC (Instituto Federal de Educação do Triângulo Mineiro)
Instruções para elaboração de monografia (Inmetro)
Modelo completo de TCC (Universidade Estadual de Londrina)
Modelo de projeto de monografia (Universidade do Vale do Itajaí)
Videoaula: sobre as partes que compõe a monografia com o professor Fábio Maiomone (Universidade Católica de Santos)
Videoaula: “Aprenda a fazer o seu TCC” com o professor José Carlos Abreu (Fundação Getúlio Vargas)

4. Pré-projeto e projeto de pesquisa para seleção de cursos de pós-graduação
Modelo de projeto de pesquisa para candidatos ao mestrado (Universidade Federal de Santa Maria)
Modelo básico de projeto de pesquisa (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
Como elaborar um projeto de pesquisa (Universidade de São Paulo)
Roteiro para pré-projeto de pesquisa (Universidade Federal do Ceará)

5. Dissertação de mestrado
Diretrizes para apresentação de dissertações (Universidade de São Paulo)
Manual para dissertações (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Normas para apresentação de dissertações (PUC Rio)

6. Tese de doutorado
Diretrizes para apresentação de teses (Universidade de São Paulo)
Como escrever uma tese e que ferramentas de software usar? (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Manual para teses (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Normas para apresentação de teses (PUC Rio)

FONTE: iG.


A ideia é fazer com que o computador deixe de ser um privilégio para se tornar um direito. Todas as crianças maiores de 6 anos, quando ingressam nas escolas públicas uruguaias ganham um computador.

Jaleco branco. Laço azul no pescoço. Valentino, de 10 anos, é uma das quase 300 mil crianças que usam o mesmo uniforme do tempo de seus pais. A diferença entre as gerações é que agora os alunos descobrem o mundo em segundos, pela internet.

A ideia é fazer com que o computador deixe de ser um privilégio para se tornar um direito. Todas as crianças maiores de 6 anos, quando ingressam nas escolas públicas uruguaias ganham um computador e acesso grátis à internet.

Além de pesquisa, o computador é usado para leitura, lições de casa e, claro, nas horas de folga eles aproveitam para jogar.

“Isso é um elemento que lhes permite descobrir um mundo desconhecido e também lhes permite aprender. O professor tem que acompanhar essa mudança e as crianças, às vezes, nos ajudam muito mais rápido na aprendizagem”, afirma Naudelina Sineiro, diretora da escola.

O projeto começou há seis anos. Além dos computadores é oferecida manutenção.

As crianças não precisam andar mais que 300 metros para acessar a rede. Aliás, todas as praças, parques e prédios públicos tem internet livre e de qualidade. Um serviço que é oferecido de graça também pelo comércio.

A aula acabou e a família se reúne na praça e as crianças, ao invés de estar correndo por aí, estão no computador.

“Valentino dá pra conectar a internet aqui na praça?”, pergunta a repórter.

“Sim dá. É uma ferramenta fácil de utilizar. Me permite navegar pela internet, buscar coisas úteis e programas”, explica Valentino Zeballos.

Os computadores fazem parte dos planos para capacitar quem começa a vida no Uruguai.

No tempo de Luis Ruiz não existia essa facilidade. Ele já está aposentado, mas também faz parte de um plano. E voltou ao trabalho. Desta vez para ensinar, na prática, tudo o que sabe sobre construção civil.

“Sou jovem ainda penso, com 64 anos e quero fazer algo. E o que melhor que ensinar o que sei para capacitar a gente que entra no ramo pela primeira vez?”, diz Luis Ruiz, aposentado.

Os aposentados uruguaios ganham em torno de 15 mil pesos mensais, pouco mais de R$ 1,6 mil. Quando voltam ao trabalho, nesse projeto do governo de compartilhar experiências, quase dobram a renda: recebem 12 mil pesos por 20 horas semanais.

“Era um desperdício ter gente com experiência, os mestres de obras aposentados em suas casas, sentados, tomando mate, quando poderiam estar dividindo o seu conhecimento com outras pessoas”, conta Santiago Horjales, arquiteto.

Por enquanto, são apenas aposentados da construção civil, mas a ideia é chamar mestres de outros setores.

FONTE: G1.


O hábito de ingerir a substância pode ajudar a fortalecer o organismo e até prevenir a gripe, desde que acompanhada de uma alimentação saudável. Nesse caso, se a doença vier, os sintomas serão mais fracos

 

Reduzir o uso de remédios sem orientação é uma estratégia a favor da saúde (Cristina Horta/EM/D.A Press)

Reduzir o uso de remédios sem orientação é uma estratégia a favor da saúde

A maioria dos casos de gripe se apresenta de forma leve e se resolve sozinha. Dizer que a vitamina C cura ou ameniza a enfermidade não tem sustentação científica. O que os estudos dizem é que a ingestão regular e suficiente da substância – considerando idade, gênero e peso – vai abrandar os sintomas e diminuir a duração da doença. “Um sistema imunológico fortalecido gera uma resistência maior. Não adianta a pessoa começar a tomar vitamina C depois que a gripe já começou. É preciso ter o hábito de consumi-la”, esclarece a nutricionista especialista em obesidade e emagrecimento, Ana Luiza Porto.

Pessoas com tendência a formar cálculo renal ou que tenham casos próximos na família precisam evitar consumir o suplemento. Por isso, é necessário repetir que o uso de qualquer medicação deve ser acompanhado por um especialista, mesmo aquelas que não precisam de receita para serem adquiridas. Algumas marcas do produto vendem o comprimido com um grama. Mas “acima de 500 miligramas, o organismo não absorve mais e o excesso será excretado pela urina”, esclarece a nutricionista.

A nutricionista especialista em obesidade e emagrecimento, Ana Luiza Porto, explica o conceito de alimentação saudável. Clique e veja na galeria de imagens (Arquivo Pessoal)

A nutricionista especialista em obesidade e emagrecimento, Ana Luiza Porto, explica o conceito de alimentação saudável.

Reduzir o uso de remédios sem orientação é uma estratégia a favor da saúde e a conclusão é de que a alimentação é a principal aliada para se evitar doenças. Nesse caso, a gripe é um bom exemplo para entender como um e outro agem. “O próprio organismo resolve a situação. No início da gripe, até o organismo reconhecer qual vírus está atuando, ele vai se replicando e os sintomas aparecem. A partir daí, começa a atuar na defesa e vai matá-los”, explica a médica alergista Ingrid Pimentel. Segundo ela, antitérmicos, anti-inflamatórios, descongestionante nasal servem para aliviar os sintomas e não para solucionar a gripe.

Em casos da gripe já instalada, os alimentos quentes são uma opção para alívio dos incômodos. “Se a pessoa está com a garganta inflamada e ingere uma coisa quente, o alimento vai agir como um anti-inflamatório e diminuir a irritabilidade. Não cura, mas dá um alívio. Da mesma forma, se tomar uma coisa gelada pode piorar”, exemplifica a médica. O tempo médio de duração de uma gripe, de acordo com Ingrid, é de cinco dias. Se os sintomas da doença persistirem, é importante que o paciente procure atendimento médico. Entre as complicações mais comuns estão a sinusite e a pneumonia.

Um outro exemplo da alimentação como aliada no combate aos sinais da gripe está a canja de galinha. “As pesquisas são controversas, mas alguns estudos mostram que a canja de galinha ajuda a reduzir a congestão nasal. A sopa possui um aminoácido chamado cisteína, proveniente do frango cozido, que é capaz de deixar o muco menos espesso”, explica Porto.

A alimentação é importante aliada para se evitar doenças (Marcos Michelin/EM/DA Press)

A alimentação é importante aliada para se evitar doenças

Prevenção
Ingrid Pimentel defende que a melhor maneira de se prevenir a gripe é a vacina. O Ministério da Saúde prorrogou para 10 de maio o prazo para que idosos, crianças de 6 meses a 2 anos, índios, profissionais de saúde e doentes crônicos recebam a imunização.

Mas essa não é a única opção e a especialista não rechaça outros aliados para se evitar a doença. Se alimentar bem, praticar exercícios físicos, manter os locais arejados, ingerir muito líquido e frutas estão entre as práticas que precisam ser adotadas para uma boa saúde.

A nutricionista Ana Luiza Porto ressalta que é possível fortalecer o sistema imunológico com uma boa alimentação e cita outros componentes indispensáveis nessa construção. Segundo ela, as vitaminas A (presente nos alimentos de cor alaranjada como cenoura, abóbora, mamão e também na gordura do leite e do queijo) e C (encontrada na laranja, mexerica, goiaba, morango, tomate, pimentão, limão e acerola) precisam estar no cardápio de qualquer pessoa, não somente nas situações de gripe, quando não há efeito terapêutico. Além delas, as proteínas de alto valor biológico, como as carnes, leite e derivados e o zinco, presente em alimentos à base de cereais integrais, também são imprescindíveis.

FONTE: Estado de Minas.



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