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“Rei da Cachaça” recebe alvará de soltura e deixa presídio de Teófilo Otoni

Os advogados do empresário conseguiram, na noite de sexta-feira, o habeas corpus concedida pela juíza da Comarca de Salinas, Aline Martins Stoianov de Campos

rei da cachaça

O empresário Antonio Eustáquio Rodrigues, de 66 anos, conhecido como “Rei da Cachaça” deixou o presídio de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, na manhã deste sábado. De acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), o preso recebeu um alvará de soltura. Considerado o maior produtor de cachaça artesanal do país, Rodrigues ficou preso preventivamente por 85 dias, suspeito de crimes sexuais e tentativa de homicídios contra adolescentes. Os advogados do empresário conseguiram, na noite de sexta-feira, o habeas corpus. A liberação foi concedida pela juíza da Comarca de Salinas, Aline Martins Stoianov de Campos. 

A ordem para a liberação Antonio Rodrigues foi expedida pela juíza de Salinas após duas audiências realizadas no Fórum da cidade nos últimos dias, para ouvir os depoimentos do suspeito e das testemunhas de acusação e de defesa. Nas duas ocasiões, o fórum foi tumultuado, com a concentração de de curiosos e moradores na porta do prédio, por conta da simples presença do empresário, considerado uma figura muito conhecida. A primeira audiência foi realizada no último dia 30 de outubro, para tratar do processo sobre a acusação de tentativa de homicídio contra adolescentes. Na manhã da última quarta-feira, foi iniciada uma outra audiência, para ouvir o suspeito e as testemunhas de acusação e de defesa no caso da acusação de crimes sexuais. Os trabalhos foram encerrados às 18 horas. Como não deu tempo de ouvir todas as testemunha, a audiência teve prosseguimento na manhã de quinta-feira. Antonio Rodrigues criou, entre outras, as marcas de cachaça “Seleta” e “Boazinha, conhecidas nacionalmente. O empresário é acusado de crimes sexuais por dois adolescentes – uma menina de 15 e um garoto de 14 anos. Em depoimentos à Policia Civil e ao Ministério Público, as vítimas disseram que o empresário Antonio Rodrigues convidou para ir ate fazenda dele, no município, onde teria acontecido contato sexual com os menores. 

A defesa de Rodrigues nega a acusação e argumenta que mesmo que o encontro tenha ocorrido, o fato não configura crime de estupro de vulnerável, porque os dois adolescentes têm mais de 14 anos. Ele foi preso no dia 12 de agosto, na sede da empresa em Salinas. Inicialmente foi levado para Pedra Azul e no dia 20 de agosto transferidos para Teófilo Otoni.

 

REI DA CACHAÇA
Justiça solta empresário

Publicação: 09/11/2014 04:00

Antonio Rodrigues é acusado de crimes sexuais e de tentativa de homicídio (Christiano Lorenzato/EM26/12/02)
Antonio Rodrigues é acusado de crimes sexuais e de tentativa de homicídio

O empresário Antonio Eustáquio Rodrigues, de 66 anos, conhecido como o “Rei da Cachaça”, deixou ontem de manhã (sábado)  o presídio de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. De acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), o preso obteve um alvará de soltura. Considerado o maior produtor de cachaça artesanal do país, Rodrigues ficou preso preventivamente por 85 dias, acusado de crimes sexuais e tentativa de homicídio contra adolescentes. Na noite de sexta-feira, os advogados do empresário conseguiram a liberação, concedida pela juíza da Comarca de Salinas, Aline Martins Stoianov de Campos.

A ordem para a libertação de Antonio Rodrigues foi expedida após duas audiências realizadas no Fórum da cidade nos últimos dias, para ouvir o réu e as testemunhas de acusação e de defesa. Nas duas ocasiões, o fórum foi tumultuado, com a concentração de curiosos e moradores na porta do prédio, por causa da simples presença do empresário, muito conhecido na região. Na manhã da última quarta-feira não houve tempo para ouvir todas as testemunhas, e a audiência teve prosseguimento na manhã seguinte.

Antonio Rodrigues criou as marcas de cachaça Seleta e Boazinha, conhecidas nacionalmente. Ele é acusado de crimes sexuais por dois adolescentes – uma menina de 15 e um garoto de 14 anos. Em depoimentos à Policia Civil e ao Ministério Público, as vítimas disseram que o empresário os convidou para ir até a fazenda dele, onde teria acontecido contato sexual com os menores.

A defesa de Rodrigues nega a acusação e argumenta que, mesmo que o encontro tenha ocorrido, o fato não configura crime de estupro de vulnerável, porque os dois adolescentes têm mais de 14 anos. O empresário foi preso em 12 de agosto, na sede da empresa em Salinas. Inicialmente foi levado para Pedra Azul e depois transferido para Teófilo Otoni.

 

FONTE: Estado de Minas.


Bieber é preso por dirigir embriagado

Astro canandese é liberado após pagar fiança, mas fãs do cantor se dizem desapontadas com o mau comportamento

Justin Bieber deixa delegacia de Miami, após ser flagrado em um %u201Cpega%u201D (Joe Raedle/Getty Images/AFP)
Justin Bieber deixa delegacia de Miami, após ser flagrado em um %u201Cpega%u201D

O cantor Justin Bieber foi preso na madrugada de ontem, em Miami, depois de participar de um “pega” embriagado, informaram meios de comunicação locais, no mais recente escândalo envolvendo o astro pop. A afiliada local da rede NBC em Miami informou que no momento de sua prisão Bieber estava dirigindo uma Lamborghini alugada. O cantor canadense foi liberado da prisão após pagar uma fiança de US$ 2,5 mil. O incidente é mais um de uma longa série de manchetes polêmicas que mancharam a imagem de Bieber, que já vendeu mais de 12 milhões de álbuns desde que se lançou no cenário musical, em 2009, como ídolo de milh’oes de adolescentes.

Eu, Justin B. 19 anos, embriagado, fazendo pega, preso (e ainda acho graça)

bieber

O cantor pop canadense Justin Bieber foi detido em Lamborghini alugada na madrugada de ontem após sair de boate em Miami (EUA). Na delegacia, onde admitiu uso de álcool, medicamentos e maconha, sorriu ao tirar foto para sua ficha criminal. Levado para presídio, pagou fiança de US$ 2,5 mil e foi liberado. Em BH, fãs lamentam escândalos recentes do ídolo, que em novembro foi flagrado saindo de casa noturna e pichando muro no Rio de Janeiro. Foto: Departamento de correção e reabilitação de Miami

As trapalhadas do cantor canadense estão repercutindo mal entre os fãs. Em Belo Horizonte, a maioria dos admiradores afirma que não reconhece o cantor pelo qual se apaixonaram em 2009. Para eles, Bieber tem um comportamento agressivo, que não acompanha a faixa etária de seu público. A adolescente Letícia Campos, de 16 anos, segue a carreira do ídolo desde os 11 anos e já foi em três shows, um em Toronto, no Canadá, e dois no Brasil, em 2009 e 2011. Ela afirma que o cantor deveria ficar preso por, pelo menos, três dias, para aprender a dar valor aos fãs e às suas várias conquistas. “Ele sempre faz coisas erradas, mas nunca aprende nem promete parar. Deixamos mensagens de apoio no Twitter, mas nada resolve”, comenta. Letícia afirma ainda que não é mais fã da personalidade do cantor, mas apenas das músicas dele.

A pequena Gabriela Lobato Moreira, de 10 anos, conta que não é fã de Justin desde o ano passado, quando ele passou pela turnê na América do Sul. Durante sua estada no Rio, foi visto saindo de um casa noturna escondido sob um lençol e foi expulso do hotel em que estava por tentar entrar com prostitutas. Furioso, quebrou vários objetos de sua suíte. Também foi denunciado por grafitar um muro da cidade. A menina afirma ainda que ficou decepcionada com o último clipe do cantor, que, segundo ela, não condiz com a sua idade. “No vídeo aparece uma mulher com peitos grandes, de silicone. Isso não é legal para minha idade”, reflete.

Na semana passada, a polícia de Los Angeles encontrou drogas e prendeu um amigo de Justin em uma batida feita na casa do cantor, depois que ovos foram jogados na residência do vizinho do astro. Na ocasião, o cantor de 19 anos foi acusado pelo vizinho de causar danos em milhares de dólares a sua casa ao atirar os ovos. Esse foi mais um episódio que decepcionou a adolescente Mariana Gonçalvez, de 15 anos. “Ele tem umas atitudes muito bobas. Fico chateada porque é errado usar drogas, mas parece que no meio de artistas é comum”, comenta. Mariana atribui as polêmicas de Bieber às más companhias e ao término do namoro com a atriz americana Selena Gomez. Para ela, o cantor deveria se redimir com os fãs, ficar bem consigo mesmo e procurar tratamento médico para deixar de ser dependente químico. “Ainda gosto das músicas, mas as atitudes não me agradam. Ele precisa rever seus conceitos”, diz.

Segundo a imprensa, em julho autoridades da fronteira entre Estados Unidos e Canadá confiscaram maconha e drogas em um dos ônibus de turnê de Bieber. Ele não estava a bordo no momento da apreensão. O cantor também atraiu críticas em sua viagem recente pela Austrália, depois de supostamente pichar a parede de um hotel. Na Argentina saiu de uma casa noturna sem pagar a conta, além de ter “varrido” uma bandeira argentina do palco durante um de seus shows. O cantor também foi expulso de um hotel luxuoso em Buenos Aires depois de provocar danos em seu quarto. Durante as festas de Natal, Bieber anunciou pelo Twitter que estava se aposentando oficialmente. Sua produtora, porém, disse que o comentário era uma brincadeira.

O comportamento também assusta as mães dos fãs de Bieber. Elas afirmam que apoiam as filhas, mas ficam preocupadas com a visão que elas podem criar sobre a vida adulta com drogas e bebidas. Segundo elas, o diálogo aberto é a melhor forma para evitar que as fãs tenham trajetória parecida com a dele. “Tenho uma filha e incentivo a prática de esportes. Converso sobre o mal que as drogas podem fazer a uma pessoa”, afirma a mãe de Gabriela, a advogada Tatiana Lobato dos Santos. (Com agências)

A belo-horozontina Gabriela afirma que não é mais fã do cantor (Cristina Horta/EM/D.A Press)
A belo-horozontina Gabriela afirma que não é mais fã do cantor

FONTE: Estado de Minas.


Tatuagem na adolescência: o que fazer quando bate o arrependimento?

O nome de alguém que já não é mais importante, uma filosofia de vida que já não diz mais nada, um desenho mal realizado: motivos não faltam para voltar atrás na decisão

Harry Styles antes e depois: em cerca de um ano o cantor fez mais de 25 tatuagens pelo corpo

Um fantasma que assombra qualquer pessoa que já teve vontade de fazer tatuagem é o fato de que o desenho vai ficar ali para sempre. Mesmo com o avanço das técnicas para apagar os vestígios de uma tattoo, o medo de se arrepender é algo que leva todos os interessados a pensar muito antes de encarar a agulha. E, ainda assim, pensar, considerar, esperar, escolher cuidadosamente não são antídotos contra o arrependimento: muita gente gostaria de voltar no tempo até aquele momento em que tomou a terrível decisão de marcar a pele de modo indelével.

Foi assim com o britânico Harry Styles , de 19 anos, vocalista da boyband One Direction . Depois de meses fazendo diversas tatuagens (foram mais de 25 em cerca de um ano) o cantor andou dizendo por aí que já se arrependeu de algumas delas. “Tem algumas que meus amigos fizeram [em mim] e tem algumas que são apenas horríveis”, ele disse em entrevista à revista “We Love Pop.”

No Brasil, fazer tatuagem antes do 18 só é permitido com autorização dos pais

Os motivos para arrependimento podem ser vários: o nome de alguém que já não é mais importante, desenhos mal feitos, imagens que envelhecem, mensagens que sintetizavam a vida da pessoa e que já não dizem mais nada lideram o ranking. Na maioria das vezes, tatuagens feitas na adolescência são as que mais envergonham seus donos – paradoxalmente, é exatamente nessa fase que a maioria das pessoas decide se tatuar. Em tempo: no Brasil, menores de 18 anos só podem fazer tatuagens definitivas com autorização dos pais ou responsáveis.

O caso de Ana*, de 26 anos, se enquadra nessa categoria. Aos 16, a arte educadora fez uma tatuagem bastante peculiar: três borboletas do MSN Messenger na costela direita. “Eu queria uma tattoo que fosse sexy e romântica. Lembro que a Britney Spears e a Mariah Carey tinham borboletinhas e eu achava legal”, recorda. Unindo isso à sua admiração pelo programa de computador, lá estava a sua tatuagem “perfeita”. “O MSN foi o principal veículo de ampliação de amizade e troca de informações. Eu ficava fascinada com a ideia de conhecer pessoas do outro lado do mundo”.

A facilidade para tatuar também foi um dos motivos que a levou ao estúdio. “O tatuador era baratinho, cobrou pouco e não pediu RG”, conta ela, lembrando como em certos casos alguns profissionais “esquecem” da lei e tatuam menores de idade mesmo sem autorização. Segundo o tatuador Sergio Pisani, 39, essa prática é bastante perigosa. “Muitas vezes você não sabe qual é a condição do estúdio, se é tudo esterilizado, que tipo de agulhas que eles usam”, diz ele, que atende no estúdio Tattoo You, de São Paulo.

“Muitas vezes você não sabe qual é a condição do estúdio, se é tudo esterilizado, que tipo de agulhas que eles usam”, alerta o tatuador Sergio Pisani

A insatisfação de Ana se deve ao fato de que ela se decepcionou com o resultado. “O problema não foi de saúde, e sim estético. O tatuador era bem ruim, o desenho não ficou parecido com o original. Se tivesse ficado, acho que seria interessante”, confessa. Além disso, o fascínio pelo MSN passou (veja bem, o software foi até extinto) e a tatuagem já não significa nada. “Na época até achei legal, mas o referencial se amplia e o desenho, além de feio, não faz mais sentido”, conta. Mais: ela acha que as borboletas ficam no caminho de seu estilo atual. “Atrapalham a composição dos meus looks e poluem minha pele”.

Um arrependimento que custa caro

As técnicas de remoção de tatuagens são cada vez mais avançadas e a arte educadora pensa em recorrer a elas para apagar as borboletas do seu corpo. O processo de remoção mais indicado consiste em usar lasers para bombardear os pigmentos de cor da tatuagem até eles explodirem e desaparecerem, como explica a dermatologista Monica Aribi. “As máquinas hoje em dia são muito boas, as remoções ficam quase perfeitas”, afirma a médica.


Justin Bieber recentemente fechou o braço esquerdo de tatuagens

Mesmo assim, o procedimento traz riscos, como a formação de queloide e a perda da pigmentação da pele na região atingida pelos raios. O preço é outra questão que assusta aqueles que querem se livrar de um desenho indesejado. Na clínica da doutora Monica, uma sessão para apagar uma tatuagem de 5 cm de altura e 5 cm de largura sai por R$ 500. Levando em conta que a remoção definitiva leva de quatro a dez sessões, o procedimento todo pode custar até R$ 5.000,00.

A publicitária Maysa Mariano, de 23 anos, arrumou uma alternativa para esconder a tatuagem que a envergonhava. No lugar da borboleta verde que fez aos 16 anos ela desenhou uma flor de lótus. “A borboleta era meio tribal, com pigmentos roxos, minha cor favorita. Bati o olho e gostei, então decidi tatuar”, lembra. O motivo por que a tattoo a desagradou foi puramente estético. “O tatuador era ruim e o resultado foi ruim”, simplifica ela, que fez ainda uma outra tatuagem com o mesmo profissional: um ideograma japonês. Ela foi inspirada por um garoto de quem gostava, mas o resultado também foi desastroso. “Ele disse que significava virtude, eu também quis carregar ‘virtude’ na pele”, explica. Mas, como descobriu depois, o símbolo significava bondade. E isso não é tudo. “A tatuagem é meio grosseira, não é delicada”, lamenta.

Segundo o tatuador Pisani, o processo de cobrir uma tatuagem fazendo um desenho por cima não garante que a aparência ho ficará melhor. “Quando cobrimos um desenho com outro, os pigmentos se misturam e a cor mais forte é predominante. Se a tatuagem original for preta, o novo desenho vai ficar mais escuro, por exemplo”, explica.

Além disso, esse procedimento traz risco para a saúde. “O processo de cobrir a tatuagem pode causar um granuloma de corpo estranho, o organismo pode reconhecer o novo pigmento como um corpo estranho e tentar expulsá-lo, causando cistos”, explica a dra. Monica Aribi. Para ela, o mais indicado é clarear a tatuagem original antes de cobri-la com um novo desenho.

Para evitar arrependimentos, Pisani não recomenda que adolescentes façam tatuagens. “Tem que ter uma maturidade que os adolescentes em geral não têm para tomar essa decisão”, critica. Para Monica Aribi, o ideal é não fazer tatuagem em época nenhuma, já que os dermatologistas consideram o procedimento uma agressão à pele. Mas ela admite que não há riscos maiores se for tudo bem feito. “Em adolescentes, o maior risco é eles crescerem, a pele ficar esticada e a tatuagem deformada”, avisa a médica.

Maysa acredita que sua mãe não se importou com o fato de ela ter feito a primeira tatuagem aos 16 anos. “Ela nunca gostou, nem ia autorizar se eu pedisse, mas eu avisei que faria. Ela não brigou, simplesmente ignorou, nem sequer olhou”, lembra. Hoje, a publicitária tem sete tattoos. “Ela já gosta um pouco mais”, comemora.

FONTE: iG.



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