Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo da tag: ambev

Veja o vídeo e leia o texto logo abaixo…

“Ambev, fabricante das cervejas Brahma, Antartica, Skol e outras, moendo cevada em sua principal fábrica em São Paulo. Os pombos são atraídos p/ cevada e acabam moídos junto. Tudo vai na cerveja. Funcionário filmou escondido e disse que não adianta denunciar porque nada é feito contra os gigante das cervejas.
“Tudo é proteína”, dizem os diretores.”

 

.

FONTE: boatos.org


Justiça emite liminar que impede monopólio da Ambev no Carnaval de BH

Ambulantes não precisarão vender apenas Skol, mas outros produtos da Ambev

Ambulantes não precisarão vender apenas Skol, mas outros produtos da Ambev

A Justiça emitiu uma liminar, nesta quinta-feira (23), pedindo a suspensão do monopólio da Ambev no Carnaval da capital mineira. A decisão foi tomada pelo juiz Rinaldo Kennedy Silva, da 2ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Municipal da Comarca de Belo Horizonte.

Segundo o documento, permitir que apenas produtos de uma empresa sejam comercializados no evento fere o direito de livre concorrência ou livre iniciativa. No processo, o juiz explica que “é nítida a ocorrência de infração da ordem econômica cometida pelo Município de Belo Horizonte, tendo em vista que trata-se de uma festa aberta ao público de toda a cidade”.

Silva também destaca que o monopólio gera efeitos prejudiciais tanto para os vendedores ambulantes quanto para a população consumidora, que sofrerão uma limitação em seus direitos, “garantias constitucionalmente asseguradas e que devem ser respeitadas pelas decisões e atos municipais”.

Ainda de acordo com o documento, caso descumpra a liminar, a prefeitura terá que arcar com uma multa diária de R$10.000,00.

Procurada pela reportagem, a Belotur afirmou que ainda não recebeu nenhuma notificação e que aguardará o envio do processo para se posicionar.

.

FONTE: Hoje Em Dia.


AB InBev e SABMiller anunciam a terceira maior fusão da história

AB InBev e SABMiller anunciam a terceira maior fusão da história
A nova empresa será responsável pela venda de uma em cada três cervejas no mundo

.

A britânica SABMiller e a Anheuser-Busch InBev, de capital belga e brasileiro, anunciaram nesta terça-feira (13) a terceira maior fusão empresarial da história, que criará um gigante responsável pela venda de uma em cada três cervejas no mundo.

.

A SABMiller, número dois do mundo no setor de cervejas, aceitou a última oferta de compra da líder do setor, AB InBev, pelo equivalente a US$ 104 bilhões.

.

O grupo com sede em Londres explicou que o Conselho de Administração alcançou um acordo com a AB InBev, segundo o qual a empresa número um do mundo pagará por cada ação da SABMiller 44 libras.

.

Se a transação for concretizada como o previsto, o novo grupo incluirá as marcas de cerveja americana Budweiser e belga Stella Artois, pertencentes à AB InBev, assim como a italiana Peroni, a tcheca Pilsner Urquell e a holandesa Grolsch da SABMiller.

.

Além disso, esta será a terceira maior fusão-aquisição da história, segundo o instituto de análises Dealogic, atrás apenas das operações Vodafone e Mannesmann em 1999 e da Verizon Communications com a Verizon Wireless em 2013.

.

A empresa gigante criada com a operação venderá uma em cada três cervejas no mundo, da mexicana Corona (exceto nos Estados Unidos) à australiana Foster, passando pela chinesa Snow -a marca mais vendida no mundo-, mas antes terá que receber a autorização das agências reguladoras.

.

Com esta compra bilionária, a AB InBev abre caminho na África, particularmente na África do Sul, onde a SABMiller nasceu há 120 anos.

.

Se ao valor da compra for adicionado à dívida do grupo, a SABMiller fica avaliada em quase 80 bilhões de libras (US$ 122 bilhões, 108 bilhões de euros).

.

O preço de compra representa uma valorização de 50% na comparação com a cotação do título em 14 de setembro, antes dos boatos sobre uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) que elevaram o preço, destacou o Conselho de Administração da SABMiller.

.

Para obter o acordo, a AB InBev teve que aumentar quatro vezes sua oferta, recorda o Conselho em um comunicado.

.

“Observadas as presenças geográficas amplamente complementares e as carteiras de marcas da AB Inbev e da SABMiller, o grupo operaria em quase todos os grandes mercados de cerveja, incluindo as regiões emergentes com fortes perspectivas de crescimento como África, Ásia, América Central e do Sul”, anunciou a AB InBev há alguns dias, quando tentava convencer os acionistas de sua até então grande concorrente.

.

SANTO DOMINGO E LEMANN, ENFIM JUNTOS

.

A operação foi anunciada após uma disputa na qual a SABMiller recusou várias ofertas informais por considerá-las baixas, e apenas um dia antes do fim do prazo para uma oferta firme que, em caso de rejeição, teria obrigado a AB Inbev a interromper as investidas por pelo menos seis meses.

.

As ofertas provocaram divisão na SABMiller e a maior acionista da empresa, a companhia americana de tabaco Altria (proprietária da Marlboro), pressionava a favor da operação.

.

Ao mesmo tempo, a família colombiana Santo Domingo, proprietária de 14% das ações da SABMiller e representada por Alejandro Santo Domingo, era contrária à oferta.

.

Os Santo Domingo são proprietários da marca de cerveja colombiana Bavaria e em meados dos anos 90 receberam uma oferta de compra da brasileira Brahma, que não prosperou na ocasião.

.

O proprietário da Brahma era Jorge Paulo Lemann, que agora é o principal acionista da AB Inbev com o fundo de investimentos 3G. A fusão anunciada nesta terça-feira reúne finalmente duas das famílias mais poderosas da América Latina.

.

Após o anúncio, a ação da SABMiller operava em forte alta de 8,52%, a 39,30 libras, na Bolsa de Londres, enquanto o título da AB InBev registrava alta de 2,85%, a 101,15 euros, na Bolsa de Bruxelas.

.

FONTE: Hoje Em Dia.


 

Terceirização ilícita

Ambev não poderá contratar promotores de vendas terceirizados

TST não conheceu do recurso da empresa.

TST

A Ambev foi condenada pela JT por terceirização ilícita em suas atividades. Promotores de vendas contratados de empresa intermediária desenvolviam atividade-fim para a empresa.

A ação partiu do MPT da 1ª região, que buscava impedir a contratação pela Ambev de trabalhadores da Líder Terceirização Ltda. para exercer atividades-fim da empresa. Segundo o MPT, havia caráter subordinado e não eventual na prestação de serviços, caracterizando fraude à legislação trabalhista na terceirização.

O TRT da 1ª região julgou procedente a ACP e ressaltou que os terceirizados faziam controle de estoque e havia supervisores da Ambev para fiscalizar os serviços prestados pela Líder.

A Ambev retrucou alegando que não cabia ação civil pública no caso por se tratarem de direitos individuais de empregados de empresa determinada. Disse ainda não ter sido demonstrada qualquer subordinação jurídica dos empregados da Líder a ela, e que serviços como reposição, demonstração e publicidade dos produtos foram contratados com a Líder. “A terceirização foi regular. As atividades não são essenciais à Ambev”, sustentou, alegando que sua atividade-fim é a produção e comercialização de bebidas.

No TST, os argumentos da Ambev foram afastados pelo relator, ministro Mauricio Godinho Delgado, que afirmou ser perfeitamente possível a propositura de ação civil pública pelo MPT por se tratar de direitos individuais homogêneos indisponíveis.

Para o relator, o Tribunal Regional decidiu em consonância com a súmula 331, item I, do TST, já que a Ambev contratou trabalhadores por empresa interposta, em caráter subordinado, para a realização de serviços da sua atividade-fim.

Por unanimidade, a turma não conheceu do recurso da empresa, ficando mantida a condenação – pela qual a Líder também não poderá mais fornecer trabalhadores nestas condições à Ambev. Se descumprir, terá de pagar multa diária de R$ 5 mil.

 

FONTE: Migalhas.


O órgão de defesa da concorrência, que já foi visto como decorativo, aplica na Ambev a maior multa da história do País e deixa muitas empresas em alerta

Além da penalidade imposta à Ambev, o órgão regulador também multou a Telefonica em R$ 1,9 milhão

NOTA DO EDITOR – a notícia em si é velha, julho de 2009, mas é emblemática e mostra como age o Conselho Administrativo de Defesa Econômica. É velha, mas atual. Vale a leitura.

Há muitos anos não se viam tantos advogados nos corredores do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade. Na quarta-feira 22, por unanimidade, seis conselheiros do órgão antitruste decidiram aplicar a maior multa da história a uma empresa acusada de concorrência desleal. A Ambev, maior cervejaria do País, com quase 70% do mercado nacional, foi condenada a pagar R$ 352,6 milhões por conta de um programa de fidelização de pontos de venda no varejo, denunciado pela concorrente Schincariol. A multa equivale a 22% do lucro registrado pela multinacional no primeiro trimestre deste ano. “Práticas comerciais que podem ser lícitas em uma pequena empresa podem ser anticoncorrenciais quando feitas por grandes marcas”, disse o conselheiro Paulo Furkin. A decisão, ainda que venha a ser questionada na Justiça, revela uma quebra de paradigmas nos órgãos reguladores. Não faz muito tempo, grandes empresários tratavam com desdém as decisões do xerife da concorrência. “Cansei de ouvir empresários dizerem que o que o Cade faz, a Justiça desfaz”, afirma o advogado Ruy Coutinho, ele próprio ex-presidente do órgão.

Ambev3

Aos 15 anos de vida, o Cade possui, hoje, a mais jovem composição de sua história. É justamente essa gestão a que vem sendo considerada como a mais rígida na aplicação da lei anti-truste. Se no passado o órgão podia ser visto como meramente figurativo, os novos integrantes não têm medo de comprar briga com os pesos-pesados da economia brasileira. E a decisão mais severa da história foi aplicada justamente à empresa que, no passado, era apontada como símbolo da leniência dos órgãos reguladores. Há dez anos, quando a Ambev foi formada, fruto da fusão entre Brahma e Antarctica, o argumento da criação da “multinacional brasileira” permitiu a operação sem maiores restrições.

Nessa nova fase do Case, o presidente Arthur Badin conseguiu impor um ritmo de trabalho frenético. Na mesma reunião em que multou a Ambev, outros 30 processos foram analisados, entre eles o que também aplicou uma multa, de R$ 1,9 milhão, à Telefonica por descumprimento parcial de medidas impostas pelo Cade sobre a oferta de provedores de internet. Esse processo que começou em 2005, quando o próprio Badin era procurador-geral do Cade. Naquele ano, apenas R$ 2 milhões relativos a multas foram inscritos na dívida ativa. Nos dois anos seguintes o volume saltou para R$ 1 bilhão. “Isso ocorreu não porque o Cade condenou mais nesse período”, disse Badin à DINHEIRO. “Passamos a focar o contencioso para que as decisões saíssem do papel”.

   Ambev2

Uma fusão polêmica: quando Marcel Telles e Victorio de Marchi fizeram a fusão entre Brahma e Antarctica, o Cade foi criticado por permitir a concentração. Quase uma década depois, a Ambev foi multada por fidelizar seus clientes

Nem sempre é o que ocorre. Muitos casos arrastam-se durante anos nos tribunais. “o grande problema do Judiciário, que prejudica todas as agências reguladoras, é a prodigalidade na concessão de liminares”, ataca Badin. Num caso envolvendo a mineradora Vale e a CSN, a pendenga encerrou-se quase dois anos após a decisão do Cade, favorável à siderúrgica. Mas o mesmo não pode ser dito sobre a aquisição da Garoto pela Nestlé. Ela foi vetada pelo Cade em 2004, mas a multinacional suíça continua controlando a empresa de chocolates graças a decisões judiciais.

Entre as empresas, é comum ouvir críticas à maneira como o órgão atua. um dos advogados da Ambev, ouvido sob a condição do anonimato à saída do julgamento, não economizou nas farpas. “a SDE, que tem mais cabeça no lugar, não recomendou nenhuma multa. Por que o Cade tem de mudar um parecer que foi feito de forma razoável?”, questionou. Oficialmente, a Ambev diz que ficou surpresa com o resultado e vai esperar a íntegra da sentença para decidir se recorre à Justiça.

Em média, um processo leva 120 dias para chegar ao plenário do Cade. Muitas grandes operações, como as fusões entre oi e Brasil Telecom, Sadia e Perdigão e Itaú-Unibanco estão na fila (leia quadro abaixo). Em 2008, o órgão julgou 809 fusões e aquisições em 2008 e, até junho deste ano, foram 287. Para dar conta da demanda, 200 funcionários serão contratados. “A importância do Cade aumenta a cada ano, pois é ele que tem de responder a um movimento crescente de concentração das empresas, um imperativo da globalização, e ao mesmo tempo manter a concorrência em bases legítimas”, diz o empresário Horácio Lafer Piva, da Klabin.

Desde o início do mês, seguindo determinação do advogado-geral da união, Antonio Dias Toffoli, os procuradores do órgão estão impedidos de atuar nos tribunais superiores, o que facilita os recursos das empresas. No mercado, a decisão mais recente também foi vista como um acerto de contas com o passado. Perguntado se o órgão havia errado ao autorizar a criação da Ambev, em 1999, o conselheiro Fernando Furlan preferiu silenciar. “O importante é que, depois da fusão, nós monitoramos e fiscalizamos a atividade econômica”, afirmou.

i131130.jpg

FONTE: IstoÉ.


O Programa de Trainee Ambev, que oferece vagas em todo o país, já está com inscrições abertas. Até o dia 6 de setembro, universitários no último ano da graduação ou recém-formados podem se inscrever a partir do site do programa (www.traineeambev.com.br). Os selecionados receberão salário inicial de R$ 4,9 mil.

A Ambev não estabelece limite de vagas de trainees. Os aprovados iniciam seu treinamento em janeiro de 2014. Ao final de dez meses, eles estarão preparados para cargos de liderança na companhia.

ambev

Podem participar do processo estudantes ou graduados em administração de empresas (diversas habilitações), administração pública, agronomia, agronegócios, análise de sistemas, biologia, bioquímica, biotecnologia, ciências contábeis, ciências da computação, ciência dos alimentos, comércio exterior, comunicação social (habilitação em marketing, jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas, comunicação mercadológica, comunicação e multimeios, propaganda e marketing), controladoria e finanças, design, direito, direito internacional, economia, engenharia (todas), estatística, farmácia, física, psicologia, química, matemática, processamento de dados, relações internacionais ou sistemas da informação.

A seleção é composta por testes online de perfil, inglês e raciocínio lógico. Após essa etapa, vêm as entrevistas individuais, que ocorrem por todo o país; painel de negócios presencial %u2013 no qual desenvolvem um case em equipe; provas presenciais de raciocínio lógico e entrevistas finais com o presidente e diretores da companhia.

Programa
No período de dez meses, os trainees aprendem sobre todas as áreas da companhia. Na primeira fase (primeiros cinco meses), eles passam dois meses nas unidades fabris da Ambev para conhecer o processo de produção de bebidas; ficam mais dois meses nos Centros de Distribuição Direta para aprender sobre as atividades da área comercial e depois participam, por um mês, de treinamento estratégico no prédio da administração central da companhia, em São Paulo, para se aprofundar na cultura Ambev e no conhecimento das áreas.

Na segunda metade do programa (os cinco últimos meses), os jovens escolhem uma área de interesse na qual recebem orientação dirigida e aprofundam os conhecimentos sobre suas atividades futuras. Durante esta etapa, os trainees passam por um período de treinamento intensivo no exterior.

FONTE: Estado de Minas.



%d blogueiros gostam disto: