Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Cem anos da mais brasileira das bebidas

A caipirinha genuína leva cachaça, limão, açúcar e gelo, mas variações também são permitidas. Conheça sua história e confira algumas dicas para fazer um bom drink

Brasil, 1918. Um remédio é criado no interior de São Paulo para combater um surto de gripe espanhola no país. Sua receita consiste na mistura de limão, alho, mel e um pouco de cachaça para “esquentar o peito”. O sabor ficaria mais agradável, palpitou alguém, se o alho fosse descartado, o mel, substituído pelo açúcar, e o gelo, acrescentado para espantar o calor. De medicamento a drink, surge então a caipirinha, que completa cem anos neste mês.

Essa é a versão mais aceita entre os mixologistas a respeito da origem da mais brasileira das bebidas. Ainda há, porém, quem diga que a caipirinha tenha surgido em festas luxuosas promovidas por latifundiários de Piracicaba (SP) ou nos portos de Paraty (RJ) – nesse caso, a bebida teria 162 anos. Em meio às variadas versões, o mixologista do Tizé, Felipe Brasil, argumenta: “As histórias são tantas que cada uma pode escolher a sua. A caipirinha tem origem popular, e, por isso, a história é contada de geração em geração”.

Independentemente do Estado de origem, certo é que a caipirinha é genuinamente brasileira – em 2003, o governo federal oficializou a informação em decreto –, além de ser produzida a partir de uma bebida tão tupiniquim quanto: a cachaça. O ingrediente, inclusive, é o que demarca o nome da bebida. Drinks semelhantes, feitos com vodca ou saquê, devem ser chamados, respectivamente, de caipivodca (ou caipiroska) e caipisaquê.

Além da cachaça, a receita original da caipirinha leva apenas limão, açúcar e gelo. Esse modo de preparo foi estabelecido em 1994 pela Associação Internacional de Bartenders, conforme explica o mixologista do MeetMe, Cássio Batista. “Em qualquer lugar do mundo, essa é a receita que deve ser seguida, assim como acontece como o dry martini e o mojito”, diz Batista.

A receita original da caipirinha não exige muita técnica, mas alguns cuidados evitam que a bebida se transforme em um desastre. Instrutor de hospitalidade do Senac-MG e criador da caipirinha de cravo com rapadura e gominho de cana-de-açúcar, Maicon de Sá afirma que os limões não devem ser macerados por muito tempo. “As pontas dos limões também devem ser cortadas para não acentuar o amargor. Não é preciso descascar o limão, porque a casca tem mais acidez do que a própria fruta. Deve-se sempre buscar equilíbrio entre a doçura do açúcar e a acidez do limão”, indica. O taiti é o limão mais comum na caipirinha, o que não impede o uso dos tipos siciliano ou capeta.

Quanto ao açúcar, Batista só aconselha não exagerar na dose. “É possível também fazer um xarope, misturando água e açúcar”, reitera. O ideal é usar o refinado, mas outros também são bem-vindos. “O mascavo, porém, tem potencial um pouco menor de adoçar”, diz.

Outra recomendação é que os ingredientes da caipirinha não sejam batidos em coqueteleira ou liquidificador, mas misturados. As cachaças, por sua vez, podem ser tanto as brancas quanto as envelhecidas em carvalho.

Múltiplos sabores. Sem dúvidas, o brasileiro é muito criativo quando vai para a cozinha, e com a caipirinha não é diferente. Contanto que a cachaça seja a bebida-base, não há qualquer problema em misturar diferentes tipos de frutas ou de açúcares no drink. A única ressalva que Felipe Brasil faz é que esteja especificado o nome do ingrediente na carta de bebidas. Se o coquetel levar morango, por exemplo, deve ser chamado de “caipirinha de morango”.

Felipe Brasil criou as caipirinhas de mexerica e carambola para o Tizé. “A combinação dos sabores é harmônica e gostosa”, defende. No MeetMe, as variações também são muitas: drinks feitos com frutas vermelhas, maracujá e lichia. Batista confirma que o brasileiro é adepto de diferentes combinações. “O termômetro para saber se tem estrangeiros no bar é quando os pedidos da caipirinha tradicional aumentam”, detecta o mixologista.

A jabuticaba é a estrela da caipirinha produzida na Horta no Potim. “Como temos um pé que dá fruta o ano inteiro, resolvemos aproveitá-lo para fazer a bebida”, conta a proprietária, Dandara Saraiva. No bar Quermesse, a caipirinha vira Caipilé por dois motivos: é feita com bebidas variadas (além da cachaça, o cliente pode optar por vodca, saquê ou vinho) e um picolé é mergulhado no drink. “As pessoas também podem escolher a fruta, como maracujá, limão, morango e abacaxi, e também o picolé, disponível nos sabores de leite condensado, creme e uva”, conta a proprietária do bar, Fran Rosa.

Para comer. No Experimente Cozinha Food Lab, a mistura de cachaça, limão e açúcar não está na bebida, mas em um bolo desenvolvido para intolerantes a lactose e glúten. “Era uma demanda dessas pessoas, que queriam algo diferente”, conta a criadora do prato, Sabrina Gomide. Para quem não tem restrições alimentares, basta substituir a fécula de batata e a farinha de arroz pela farinha de trigo.

Caipirinha original

Ingredientes:

5 mL de cachaça

1/2 limão-taiti

2 colheres (chá) de açúcar

Modo de preparo:

Macere o limão e o açúcar em um copo. Acrescente gelo. Em seguida, despeje a cachaça

FOTO: Sabrina Gomide/divulgação
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Bolo de limão com cachaça, do Experimente Cozinha Food Lab

Ingredientes

Bolo:

4 ovos

1 xícara de óleo de girassol

Suco de 2 limões

25 mL de cachaça

1 xícara de farinha de arroz

1 xícara de fécula de batata

1 e 1/2 xícara de açúcar demerara

1 pitada de sal

1 colher (sopa) de raspas de limão

Calda:

3/4 de xícara de açúcar

Suco de 2 limões

10 mL de cachaça

Modo de preparo

Bolo:

Preaqueça o forno em 200°C. Bata os ovos, o açúcar, o suco de limão, a cachaça e o óleo no liquidificador por cinco minutos. Coloque a mistura em um recipiente e acrescente as farinhas e o sal. Mexa com uma espátula. Adicione o fermento e mexa bem. Leve ao forno em forma untada.

Calda:

Leve os ingredientes ao fogo. Mexa até o açúcar dissolver. Jogue sobre o bolo.

 

FOTO: Douglas Magno
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Caipirinha de cravo com rapadura e gominho de cana-de-açúcar, do chef Maicon de Sá

Ingredientes:

50 mL de cachaça

10 cravos

Raspas de duas rapaduras

Gelo

1 gomo de cana-de-açúcar

Modo de preparo:

Gele a taça e a coqueteleira com gelo moído. Macere o cravo com a rapadura. Acrescente a cachaça, o gelo e bata na coqueteleira. Sirva em copo Old Fashioned. Decore com o gomo de cana-de-açúcar e cravos.

Serviço

Experimente Cozinha Food Lab. Rua Marte, 320 A, Santa Lúcia, (31) 3586-3721

MeetMe. Rua Curitiba, 2.578, Lourdes, (31) 3297-0909

Tizé Bar e Butequim. Rua Curitiba, 2.205, Lourdes, (31) 3654-7412

Horta no Potim. Rua Mármore, 70, Santa Tereza, (31) 4141-0326

Quermesse. Rua Pium-Í, 1.175, Sion, (31) 3284-9683

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  • caipirinha de jabuticaba
    A caipirinha de jabuticaba é feita com frutas do pomar da Horta no Potim, e a cachaça amarela é da roça. Drink é vendido a R$ 12

FONTE: O Tempo.


Promotor de eventos de BH desaparece e lesa pelo menos oito clientes

Homem mandou uma nota para os clientes pelo WhatsApp, nessa quinta-feira (4), afirmando que não tem mais condições de realizar as festas acordadas; fornecedores também ficaram no prejuízo

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Promotor de eventos fala por nota que não vai cumprir contratos

O sonho de realizar a primeira festa do filho, o aniversário de 15 anos da linda adolescente da família ou até mesmo um chá de panela, tornou-se um pesadelo na vida de pelo menos oito clientes de Belo Horizonte e região, que contrataram o Siga os Balões – Festas e Eventos – e pagaram à vista. O promotor de eventos, que fez toda a negociação, inclusive indo na casa dos consumidores, não é mais encontrado por telefone e nem pela internet.

Em fevereiro, após ver lindas fotos e muitos elogios sobre os eventos realizados por este promotor, a advogada Ana Carolina Rodrigues Oliveira, 29, fechou, por R$ 2.500, um chá de panela temático para 120 convidados, com decoração, buffet, fotografias e espaço já inclusos.

“Eu estranhei o valor, porque como estou mexendo com casamento, sei como estão os preços no mercado, mas ele me disse ‘a cabine (de fotos) é minha, a fotógrafa eu pago mensalmente e o buffet é porque fazemos mais de 15 festas por semana’. Eu procurei sobre ele na internet e só vi elogios”, lembrou.

Nos últimos dias, inclusive, ela e o contratado teriam resolvido sobre o buffet e a decoração. Contudo, no último fim de semana, ela começou a ler reclamações sobre a empresa dele nas redes sociais e, quando o procurou, ele apenas mandou uma nota, dizendo que não tem condições de fazer a festa dela, que seria em junho.

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Promotor de eventos fala por nota que não vai cumprir contratos

A advogada pretende ajuizar uma ação coletiva de reparo material e moral, junto com outras vítimas, que já estão se falando por meio do WhatsApp.Ana Carolina tinha o contato da família do promotor e os procurou. “A irmã dele me disse que eles vão dar conta do prejuízo, que ele está desaparecido, que não atende ao celular, mas que vão vender um apartamento para pagar. Se eles não me ressarcirem até a próxima segunda-feira (8), vou entrar com ação contra ele”.

“Eu estou arrasada, porque é o meu casamento, eu sempre quis ter o chá de panela, já tinha enviado os convites, os meus convidados já começaram a alugar roupa, porque seria um evento temático, e agora eu não tenho dinheiro para fazer e não vou ter chá de panela”, reclamou.

Para Amanda Carolina Diniz Porto, 30, a decepção está ainda maior, porque ela também é dona de um buffet. Desta vez, resolveu contratar uma outra empresa para fazer a festa de 1 ano da sobrinha, para poder aproveitar, para não ter que trabalhar durante o evento, mas só conseguiu juntar prejuízo e dor de cabeça.

Ela trabalha com festas há 16 anos e nunca se imaginou passando por esta situação. “Eu chorei muito quando descobri o problema. A gente trabalha com o sonho das pessoas e outras pessoas acabam com o sonho da gente”, desabafou.

Amanda investiu R$ 3.027 por uma festa para 110 pessoas, com buffet, fotografia, decoração, animação e espaço. “Mandei e-mail para ele e espero que ele resolva comigo a situação amigavelmente. Se isso não acontecer, vou ter que procurar a Justiça, mesmo sabendo que vai demorar”.

A festa de 1 ano da filha da comerciante Juliana Adriana Ferreira Amorim, 33, seria daqui a 15 dias. “Eu estou de luto, era o meu sonho e da minha família, não consigo comer, me deu depressão mesmo essa situação”, contou.

Ela fechou a festa na última quinta-feira (27) e pagou R$ 3.600 para uma festa para 120 pessoas, com buffet, decoração, recreação e fotografias. “Ele parecia confiável, mas já estava com tudo premeditado, porque ele fechou comigo e com mais duas pessoas do Buritis, mas depois descobri que ele já estava vendendo as coisas dele”, afirmou.

Conforme Juliana, o promotor disse a ela que estava com crise de ansiedade, que estava doente, mas que resolveria tudo. A comerciante não tem condições financeiras para fazer a festa, que já estava sendo paga por um padrinho.

A reportagem de O TEMPO entrou em contato com promotor de eventos, mas não conseguiu ser atendida. As páginas em redes sociais da empresa Siga os Balões foram retiradas do ar.

“Decepção e injustiça. É o estou sentindo. Quando eu percebi que ele fez com muitas pessoas, que ele já sabia que não conseguiria fazer as festas e mesmo assim continuou fechando contratos”. São os sentimentos da auxiliar administrativo Pollyanna Rossani de Oliveira Santos, 32, que faria a festa de 1 ano do filho em agosto, na cidade de Nova Lima, na região metropolitana da capital.

Para ela, foi dito que se tratava de uma promoção, com desconto de 20% para as primeiras pessoas que fechassem o contrato. Ela pagou R$ 1.468, metade do valor total, para uma festa para cem pessoas, com buffet, brinquedos, fotografia e decoração. O restante seria pago no fim do evento.

Tramitação na Justiça

O promotor de eventos responde a um processo de indenização por dano moral, que foi ajuizado na última quarta-feira (3), e pode ter que pagar R$ 2.419,59 e a um processo de rescisão de contrato e devolução de dinheiro, nessa quinta-feira (4), podendo ter que arcar com R$ 7.500. Os casos tramitam no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

Ainda, segundo a Polícia Civil, foram registrados, pelo menos três boletins de ocorrência contra o homem, dessa quinta-feira (4) para esta sexta (5), devido ao suposto calote.

Fornecedores também foram vítimas

Ao fechar os contratos com os clientes, o Siga os Balões garantia vários serviços, com os quais teria parceria. Porém, o espaço, onde alguns eventos seriam realizados pertence a Joyce Torquato – Festas Personalizadas, que afirma não ter nenhum contrato com o promotor e que apenas sublocava o espaço para ele.

“Os clientes dele começaram a me procurar e eu expliquei a situação. Eu também fui vítima dele, estou sem receber R$ 8.000, além de materiais de decoração que não me foi devolvido, por alto valem uns R$ 1.000. Neste fim de semana, inclusive, eu vou fazer três eventos de clientes que ele cancelou a festa. Vou cobrar preço de custo para poder ajudar essas pessoas”, explicou Joyce, que inclusive registrou um boletim de ocorrência contra o Siga os Balões e pretende entrar na Justiça também.

Segundo ela, existem algumas pessoas querendo a responsabilizar pelo fato de o contrato que fecharam com o promotor dizer que a festa seria no espaço dela, na região da Pampulha. “Eu não tinha contrato com ele. Eu apenas sublocava o meu espaço para ele e ele me pagava por isso, não sei o que ele acordava com os clientes dele, a minha vida está uma bagunça por conta disso”, reclamou.

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FONTE: O Tempo.


1
Os belo-horizontinos dividem a orla da Lagoa da Pampulha com jacarés e capivaras.
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E todos “convivem bem”…
2
Em alguns bairros, o jeitinho de interior ainda é preservado e as pessoas se cumprimentam pelo nome.

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3
A Av. Afonso Pena, importante corredor da capital, é interditada aos domingos para receber uma das maiores feiras de artesanato a céu aberto do país.
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E os motoristas já se adaptaram a isso…
4
O carnaval de rua, que surgiu de manifestação cultural popular, arrasta milhares de pessoas todos os anos, inclusive de outros estados e países.

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5
Não importa o dia da semana ou o que você vai fazer no Mercado Central. Sempre vai rolar um convite dos balconistas para uma cerveja gelada.
 Não importa o dia da semana ou o que você vai fazer no Mercado Central. Sempre vai rolar um convite dos balconistas para uma cerveja gelada.
Quem vem acompanhada de uma porçãozinha de fígado com jiló.
6
BH recebe, todos os anos, pessoas de várias cidades do interior mineiro, o que garante um mineirês cheio de sotaques em todo canto e boas prosas!
 BH recebe, todos os anos, pessoas de várias cidades do interior mineiro, o que garante um mineirês cheio de sotaques em todo canto e boas prosas!
7
Dependendo do bairro onde você mora, é possível comprar em mercearias, anotar na caderneta e pagar só no fim do mês.
 Dependendo do bairro onde você mora, é possível comprar em mercearias, anotar na caderneta e pagar só no fim do mês.
8
Estádio de futebol todo mundo tem. Mas comer feijão tropeiro no intervalo do jogo só é possível em BH.
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9
Em BH, os bares colocam mesas e cadeiras na calçada, e é possível ver as pessoas passando enquanto o garçom traz mais uma cerveja.
Em BH, os bares colocam mesas e cadeiras na calçada, e é possível ver as pessoas passando enquanto o garçom traz mais uma cerveja.
10
Temos, no coração da cidade, um dos edifícios mais versáteis do país: o Maletta.
Temos, no coração da cidade, um dos edifícios mais versáteis do país: o Maletta.
Residências, escritórios, restaurantes, sebos, lojas e muitos bares dão ainda mais vida ao prédio.
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Enquanto a maioria dos cinemas do país estão dentro de shoppings, BH ainda preserva um cinema de rua: o Belas Artes, que fica ao lado da charmosa Praça da Liberdade.
 Enquanto a maioria dos cinemas do país estão dentro de shoppings, BH ainda preserva um cinema de rua: o Belas Artes, que fica ao lado da charmosa Praça da Liberdade.
12
BH é um ovo! OK, por um lado, isso não é legal… Por outro lado, você pode, por exemplo, encontrar os amigos na balada sem precisar marcar com antecedência.
BH é um ovo! OK, por um lado, isso não é legal... Por outro lado, você pode, por exemplo, encontrar os amigos na balada sem precisar marcar com antecedência.
13
O Parque Municipal. Reduto verde no coração da cidade onde é possível tirar foto das crianças com fotógrafos lambe-lambe e andar de pedalinho.
O Parque Municipal. Reduto verde no coração da cidade onde é possível tirar foto das crianças com fotógrafos lambe-lambe e andar de pedalinho.
14
Em 2016, os três times de BH, América, Atlético e Cruzeiro, estarão juntos na Série A do Brasileirão
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15
BH também tem sua própria roda gigante (assim como Londres). A mineira é considerada a segunda maior da América Latina e tem o preço amigo de R$ 7 por pessoa.
BH também tem sua própria roda gigante (assim como Londres). A mineira é considerada a segunda maior da América Latina e tem o preço amigo de R$ 7 por pessoa.
16
A transformação da capital em metrópole não apagou as lendas urbanas como a da Loira do Bonfim.
A transformação da capital em metrópole não apagou as lendas urbanas como a da Loira do Bonfim.
A história contada é que uma loira de branco conquistava homens na zona boemia da cidade e, depois, os levava para o cemitério!
17
A existência de redutos boêmios como o Bairro de Santa Tereza.
A existência de redutos boêmios como o Bairro de Santa Tereza.
O Santê, como é carinhosamente chamado pelos belo-horizontinos, abriga bares e movimentos culturais como o Clube da Esquina, além de blocos de carnaval e ainda é o berço do Sepultura.
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Só em BH você verá alguém responder, sem titubear, à pergunta “Sas sies sions pas nasavas?”, imortalizada na música de Affonsinho.
E aí, você sabe se esse ônibus passa na Savassi? 😉
19
Temos a melhor comida de buteco do país, inclusive com dois eventos anuais dedicados ao tema que, hoje, já são copiados em várias outras cidades.
Temos a melhor comida de buteco do país, inclusive com dois eventos anuais dedicados ao tema que, hoje, já são copiados em várias outras cidades.
20
BH é uma das capitais brasileiras com a melhor cena rock’n’roll do país, com mais de uma dezena de bares onde a balada tem shows ao vivo nos fins de semana.
BH é uma das capitais brasileiras com a melhor cena rock'n'roll do país, com mais de uma dezena de bares onde a balada tem shows ao vivo nos fins de semana.
21
Todo baile de formatura ou festa de casamento que se preze termina com um bando de engravatados e mulheres de longo trocando quilos de glamour por diversão nos balcões dos botecos do Mercado Central.
Todo baile de formatura ou festa de casamento que se preze termina com um bando de engravatados e mulheres de longo trocando quilos de glamour por diversão nos balcões dos botecos do Mercado Central.
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BH é uma cidade pomar! Goiabeiras, mangueiras, coqueiros e pés de acerola fazem muita gente parar, matar a fome e até encher sacolas para levar para casa.
BH é uma cidade pomar! Goiabeiras, mangueiras, coqueiros e pés de acerola fazem muita gente parar, matar a fome e até encher sacolas para levar para casa.

FONTE: Estado de Minas.


118 anos

BH ganha hospital de presente
No dia em que a capital faz 118 anos, prefeitura inaugura com festa unidade de saúde no Barreiro

Barreiro

Novo hospital vai fazer 400 atendimentos de pronto-socorro por dia e 700 cirurgias e 2.000 consultas por mês

A capital mineira ganha neste sábado um novo hospital para atendimentos de urgência e emergência, além de clínica médica. Depois de sete anos de espera, será inaugurado o Hospital Metropolitano Célio de Castro, mais conhecido como o hospital do Barreiro.

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A abertura é motivo de tanta comemoração que até a festa de aniversário dos 118 anos de fundação de Belo Horizonte, data comemorada neste sábado, foi transferida para a portaria da unidade de saúde e deverá contar com a presença do prefeito Marcio Lacerda (PSB).

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“Realmente é motivo de celebração, pois é uma conquista muito grande para a região, depois de ficarmos com essa obra se arrastando por um bom tempo”, avalia Fábio Daniel Barbosa, presidente da Associação de Moradores e Amigos da Região do Barreiro (AMA Barreiro).
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Ele relembra que o valor inicial da obra, orçado em R$ 150 milhões, acabou saltando para quase o dobro, R$ 285 milhões, por causa dos problemas que a construção enfrentou. “É duro pensar que, se não fosse o mau uso do dinheiro, poderíamos ter dois desses”, critica.

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Projetado em 2009, o hospital tinha a previsão de ser concluído em 2012, mas, em 2011, a primeira construtora abandonou o projeto. Uma nova licitação teve que ser feita, mas a empresa que assumiu a obra paralisou as atividades em 2013, alegando que não estava recebendo os repasses mensais da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A situação se normalizou quando a PBH e a construtora firmaram uma Parceria Público-Privada (PPP), dando para a empresa, por 20 anos, o direito de explorar serviços como lavanderia, hotelaria, estacionamento e manutenção.

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Parcial. A inauguração vai ser parcial. A partir deste sábado, funcionarão os setores de clínica médica, urgência e emergência, com capacidade para 400 atendimentos de pronto-socorro por dia e 2.000 consultas, 1.400 internações e 700 cirurgias por mês. “Essa implantação progressiva, por etapas, é fundamental para que sejam corrigidos eventuais problemas. Vamos fazer tudo com calma”, disse o secretário municipal de Saúde, Fabiano Pimenta.

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A implantação dos outros serviços do hospital deverá ocorrer ao longo de 2016, com 320 leitos de internação, 16 salas de cirurgia, 80 leitos de CTI e o setor de exames de imagem, como tomografia, ressonância e hemodinâmica.

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Vai ter bolo

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Parabéns. A tradicional distribuição de bolo para celebrar o aniversário de Belo Horizonte também será na porta do Hospital do Barreiro. Neste ano, serão distribuídas cupcakes para a população.

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Saiba mais

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Missa. O arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, celebrará neste sábado, na Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem, às 8h, uma missa em comemoração aos 118 anos da capital mineira.

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Presença. Além do arcebispo, também é esperada a presença do prefeito Marcio Lacerda na cerimônia religiosa.

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Criatividade. O Museu Histórico Abílio Barreto recebe nesta sábado, às 14h30, o resultado do evento Virada Criativa, que reuniu dezenas de moradores de Belo Horizonte e mais de 30 associações e entidades para comemorar o aniversário da capital mineira com uma iniciativa diferente.

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Propostas. Os envolvidos na Virada Criativa desenharam suas propostas para a cidade, mostrando quais são as intervenções e melhorias que eles querem para Belo Horizonte.

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Iniciativa. A ideia, muito comum nos Estados Unidos, já foi realizada também em Goiás, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro e resultou em projetos que saíram do papel nestes Estados.

Cantata celebra o dia da capital

Violino

Um frio bom na barriga. É assim que o estudante Bruno Eduardo Fernandes, 15, descreve a sensação de sua primeira apresentação em público com seu violino, que aprendeu a tocar há menos de um ano.

 

Neste sábado, a partir das 19h30, como parte das comemorações do aniversário de Belo Horizonte, ele e outros 189 adolescentes e crianças que compõem o Coral e Orquestra Infantojuvenil da Coordenadoria da Infância e da Juventude (Coinj) do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), se apresentarão na escadaria no Palácio da Justiça, no centro. Eles mostrarão canções como “Maria, Maria” e “Bom Natal”. A expectativa é que 3.000 pessoas assistam à apresentação.

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O foco do projeto são os jovens em situação de vulnerabilidade social. “Temos, inclusive, alunos que vivem nas instituições de acolhimento da cidade”, explica o superintendente do Coinj, desembargador Wagner Wilson. “A cantata, portanto, é o ponto culminante desse trabalho social e a chance de eles se mostrarem para a sociedade”, avalia.

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A oportunidade realmente mexe com a cabeça dos músicos mirins. “Estou fazendo já a contagem regressiva”, diz Fernandes, que mora no bairro Borba Gato, em Sabará, na região metropolitana. Também aprendiz de violino, a pequena Sophia Jerônimo, 8, mostra que está afinada. “Estou fazendo o que eu gosto. Treino todo dia, acho que vai sair tudo bem”.

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Já Ana Lívia Peixoto, 11, virou fã de música clássica, após aprender a tocar violino, tanto que batizou o cachorro de estimação como Beethoven. Ela revela sua expectativa com o instrumento. “Quero me tornar uma grande violinista para poder ajudar a minha família”.

 

Para comemorar aniversário da cidade PBH distribui mil cupcakes para a população

Como parte das comemorações dos 118 anos de Belo Horizonte, a Prefeitura vai distribuir, neste sábado (12), mil cupcakes para os moradores da cidade após a inauguração do Hospital Metropolitano Doutor Célio de  Castro, localizado à rua Dona Luiza, 311, bairro Milionários, Barreiro.
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No preparo dos bolinhos foram utilizados 100 quilos de mistura de bolo sabor laranja, 6 quilos de leite em pó, 10 quilos de chocolate meio amargo tipo gotas, 10 quilos de cobertura fondant e 2 quilos de chocolate granulado. Os ingredientes foram doados pela empresa de produtos de confeitaria e padaria, Nova Safra.
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A produção dos cupcakes ficou por conta dos alunos dos cursos profissionalizantes oferecidos no Mercado da Lagoinha, por meio do Programa Pão Escola, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar (Smasan).
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Para o secretário municipal adjunto de Segurança Alimentar e Nutricional, Marcelo Lana, a produção dos bolinhos marca, de forma positiva, o ano de atividades da Secretaria. “Durante todo o ano, a Smasan desenvolve um grande trabalho social voltado para a alimentação e nutrição. Por isso, a produção dos cupcakes da grande festa da cidade é a coroação de um planejamento anual repleto de bons resultados”, avalia.

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FONTE: Hoje Em Dia e O Tempo.


Tradicional para os moradores de BH, parque municipal completa 108 anos

Inaugurado antes mesmo de Belo Horizonte, um dos espaços urbanos mais tradicionais da cidade oferece várias atrações para comemorar seus 118 anos permeados de histórias

Paulo Filgueiras/EM/D.A Press

Um ano e alguns meses mais velho que a capital mineira, o Parque Municipal Américo Renné Gianneti completou 118 anos ontem carregando consigo o título de um dos espaços urbanos mais tradicionais da cidade. Projetado pelo arquiteto e paisagista francês Paul Villon para ser o maior e mais belo parque da América Latina, o Parque Municipal também é o patrimônio ambiental mais antigo de Belo Horizonte. Para comemorar a data, a Fundação de Parques Municipais (FPM), em parceria com a Fundação Zoobotânica (FZB), oferece, desde ontem, extensa programação gratuita, incluindo atividades ecológicas, oficinas, apresentações teatrais, exposições fotográficas e tendas de serviços.

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O servidor público Jadir Ferreira é frequentador do parque há 12 anos, mas ontem foi até lá com o intuito especial de fazer parte da comemoração dos 118 anos do local. Na oficina de reutilização de materiais naturais, o servidor público confeccionou peças com troncos, galhos e pinheiros secos coletados nos bosques do espaço. “O Parque Municipal é indescritível, não tem preço! Venho aqui sempre que posso para ver as pessoas e a natureza”, conta.

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Na oficina realizada na Praça da Administração também foram distribuídas sementes e mudas para o público. “O aniversário é do parque, mas achamos importante presentear os frequentadores, com o objetivo de incentivar o plantio e o cuidado com a natureza”, disse Joana Aparecida, componente da equipe de educação ambiental do parque, e que orientava os presenteados em relação ao cultivo e cuidado dos grãos.
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Além de sua relevância histórica, o Parque Municipal abriga trabalhadores cujas memórias se confundem com as do espaço e que o consideram a extensão de suas próprias casas. Márcia de Fátima Barbosa hoje vende pipocas em frente à roda-gigante, mas começou nos anos 1960, quando “o parque não tinha piso e os brinquedos eram manuais. .

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Passei toda a minha infância na bilheteria do parque. Para mim, ser uma criança e trabalhar nunca foi problema. Brincava, largava a bilheteria para me divertir nos brinquedos, era uma criança muito feliz. Costumo dizer que o parque foi minha escola e faculdade”, diz.
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Hoje, Márcia já é avó e se orgulha em dizer que pagou os estudos da filha psicopedagoga e contribui financeiramente para a criação dos netos com a renda de seu trabalho como pipoqueira. “Estou aqui de terça a domingo, muito feliz. O parque pode ser o pulmão da cidade, mas para mim é muito mais. Aqui é minha casa”, orgulha-se.
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Entre os clássicos profissionais que todos os fins de semana batem ponto no Américo Gianetti também está João Rafael Antunes, que, em 1947, herdou do pai, Zacarias, a tarefa de gerenciar o famoso passeio de burrinhos e cavalos. .

Experiente em puxar os animais desde os 5 anos, João Rafael hoje conta com 10 jumentos e três cavalos ativos, todos eles devidamente batizados. “Temos também um burrinho aposentado, de 40 anos, que fica louco querendo vir para o parque quando preparamos o transporte, mas ele não aguenta mais”, conta. José salienta, inclusive, que os animais adoram ir ao parque passear com as crianças e sentem falta quando não vão. “Antigamente, o pasto dos animais ficava no Bairro São Bento. Quando o parque fechou para reforma, em 1992, os burrinhos fugiam de lá e era comum encontrá-los aqui na Av. Afonso Pena, em frente aos portões fechados do parque”, diverte-se.
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João Rafael confessa que um dos seus maiores prazeres é ver o sorriso das crianças ao dar uma volta em um de seus animais, mas emenda que o movimento não é o mesmo de outrora. “O parque, antigamente, tinha muito mais movimento. Hoje, as pessoas vão mais para shoppings, clubes. Antigamente, o público fazia fila para o passeio de burrinho, hoje, não mais, somente aos domingos. Mesmo assim, a satisfação ainda é enorme ao ver o sorriso de uma criança conduzindo o animal pela primeira vez. Por isso nunca vou parar”, emociona-se.
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Com 180 mil metros quadrados (m²) e arquitetura inspirada nos parques franceses da belle époque, o projeto original do Parque Municipal previa um cassino, um restaurante e um observatório meteorológico, mas nada disso foi construído. A arborização foi introduzida por meio de transplantio de grandes árvores trazidas de diversos pontos da cidade e por meio do plantio de mudas. Hoje, são árvores centenárias, espécies nativas e exóticas que formam uma flora variada, além de atrações como orquidário, bosques, trilhas ecológicas e lagoas com barquinhos a remo e o tradicional pedalinho.
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Também estão entre as atrações monumentos, teatro de arena, o Teatro Francisco Nunes, quadra de tênis, pistas de patinação, ciclovia para crianças, pista de cooper e caminhada, brinquedos e eventos ao ar livre.
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IRMÃO MAIS NOVO
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O Parque Serra do Curral também faz aniversário este fim de semana. Para festejar, a Fundação de Parques Municipais (FPM) e a Sociedade Mineira de Medicina do Exército do Esporte promovem hoje evento durante o dia todo. Inspirado pelo Dia Internacional sem Carro, será realizado o “Mobilidade Urbana Ativa: Recicle sua vida”, a partir das 9h. As atividades propostas são passeio ciclístico, oficinas e palestras com o tema de segurança no tráfego e responsabilidade urbana e um lanche coletivo para encerrar as atividades.
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Fundado em 2012 e localizado na Av. José do Patrocínio Pontes, no Bairro Mangabeiras, o parque serve como proteção da Serra do Curral. Sua grande riqueza natural e paisagística tem atraído e encantado cada vez mais os belo-horizontinos e estrangeiros, que buscam o local para piqueniques, confraternizações e prática de atividades físicas, como as trilhas guiadas oferecidas, chamadas “Travessias da Serra”.
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SERVIÇO

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Mobilidade Urbana Ativa: Recicle a sua vida – hoje, no Parque Serra do Curral.
9h – Concentração dos ciclistas

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9h45 – Saída para o pedal (circuito a ser definido pelas meninas,
do Pedal de Salto Alto – homens também são permitidos)

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10h às 11h – Aula de ioga da primavera

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11h – Retorno do pedal

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11h às 13h –
Confraternização, lanches, troca de experiências, oficinas e palestras

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Parque Lagoa do Nado
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Para o Parque Lagoa do Nado, setembro também foi motivo de muita festa. A área verde localizada no Bairro Itapoã, na Região da Pampulha, comemorou 21 anos no último dia 22 e reservou programação especial para todo o mês. Do dia 20 até hoje, o parque recebeu apresentações musicais da banda do Exército, exposição de carros, atividades ambientais no Dia da Árvore e diversas solenidades e plantio de árvores em homenagem ao poeta Paulinho Andrade, na data exata de seu aniversário. Hoje, às 10h, o espaço recebe o projeto “É do mato… eu não mato”, com apresentações sobre animais peçonhentos.

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FONTE: Estado de Minas.


Conheça os 10 direitos básicos do consumidor brasileiro

Código de Defesa do Consumidor

Os avanços do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que completa 25 anos nesta sexta- feira (11), são comemorados por especialistas. Para alertar ainda mais os brasileiros sobre seus direitos na hora de comprar produtos e serviços, órgãos e entidades listaram os 10 principais direitos básicos do consumidor.

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Confira abaixo:

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1. Proteção da vida e da saúde
Antes de comprar um produto ou utilizar um serviço você deve ser avisado, pelo fornecedor, dos possíveis riscos que podem oferecer à sua saúde ou segurança.

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2. Educação para o consumo
Você tem o direito de receber orientação sobre o consumo adequado e correto dos produtos e serviços.
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3. Liberdade de escolha de produtos e serviços
Você tem todo o direito de escolher o produto ou serviço que achar melhor.
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4. Informação
Todo produto deve trazer informações claras sobre sua quantidade, peso, composição, preço, riscos que apresenta e sobre o modo de utilizá-lo. Antes de contratar um serviço você tem direito a todas as informações de que necessitar.

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5. Proteção contra publicidade enganosa e abusiva
O consumidor tem o direito de exigir que tudo o que for anunciado seja cumprido. Se o que foi prometido no anúncio não for cumprido, o consumidor tem direito de cancelar o contrato e receber a devolução da quantia que havia pago. A publicidade enganosa e a abusiva são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor. São consideradas crime (Art. 67, CDC).

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6. Proteção contratual
Quando duas ou mais pessoas assinam um acordo ou um formulário com cláusulas pré-redigidas por uma delas, concluem um contrato, assumindo obrigações. O Código protege o consumidor quando as cláusulas do contrato não forem cumpridas ou quando forem prejudiciais ao consumidor. Neste caso, as cláusulas podem ser anuladas ou modificadas por um juiz. O contrato não obriga o consumidor caso este não tome conhecimento do que nele está escrito.

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7. Indenização
Quando for prejudicado, o consumidor tem o direito de ser indenizado por quem lhe vendeu o produto ou lhe prestou o serviço, inclusive por danos morais.
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8. Acesso à Justiça
O consumidor que tiver os seus direitos violados pode recorrer à Justiça e pedir ao juiz que determine ao fornecedor que eles sejam respeitados.

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9. Facilitação da defesa dos seus direitos
O Código de Defesa do Consumidor facilitou a defesa dos direitos do consumidor, permitindo até mesmo que, em certos casos, seja invertido o ônus de provar os fatos.

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10. Qualidade dos serviços públicos
Existem normas no Código de Defesa do Consumidor que asseguram a prestação de serviços públicos de qualidade, assim como o bom atendimento do consumidor pelos órgãos públicos ou empresas concessionárias desses serviços.
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Clique aqui e consulte o Código de Defesa do Consumidor.

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FONTE: Hoje Em Dia.


Diretor é exonerado após festa regada a cocaína e maconha
Secretaria diz que penitenciária foi revistada após ato

Farra

Detentas aparecem cheirando substância branca para comemorar aniversário do PCC

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Um vídeo amador causou um escândalo no setor penitenciário de São Paulo. Após serem divulgadas na internet as imagens de detentas da Penitenciária Feminina de Sant’Anna – na zona Norte de São Paulo – promovendo uma festa regada a muita cocaína e maconha, o diretor da unidade foi exonerado. O motivo da “comemoração” era o aniversário de 22 anos do Primeiro Comando da Capital (PCC).

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Nas imagens, as detentas chegam a fazer, em uma bandeja, a sigla PCC e o número 22 com um pó branco, supostamente cocaína. As imagens também mostram detentas inalando a substância, com canudos. Uma das mulheres organiza as demais presas e explica que a maconha deverá ser consumida em trios. O vídeo teria sido gravado por meio de um telefone celular no dia 31 de agosto e foi revelados pelo Portal R7.

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O celular havia sido apreendido por um dos carcereiros. Os funcionários da penitenciária afirmaram ao site que não há scanner corporal na unidade, o que dificulta o trabalho de evitar que celulares entrem no presídio. O PCC é considerado pelo Ministério Público Estadual de São Paulo como a maior facção criminosa do Brasil.

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Medidas. A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) afirmou que exonerou o diretor assim que tomou conhecimento do vídeo e que o caso está sendo investigado pela Corregedoria Administrativa do Sistema Penitenciário.

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Também foi determinada, segundo a SAP, a revista em todas as dependências da penitenciária e a transferência das detentas que foram identificadas nas imagens.

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Na manhã desta sexta, representantes do Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (Sisfuspesp) foram até a penitenciária para reivindicar a instalação de um scanner corporal, fechamento automático das celas e a adoção do regime de contenção, no qual os presos têm apenas três horas de banho de sol e ficam restante do tempo trancados.

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FONTE: O Tempo.



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