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Bruno é transferido da Nelson Hungria para a Apac Santa Luzia
De acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), ele deixou a unidade prisional às 15h15, escoltado por agentes penitenciários
Bruno.

O goleiro Bruno Fernandes foi transferido para o Centro de Reintegração Social da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. Condenado pela morte de Eliza Samudio, Bruno estava preso no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem, desde novembro do ano passado.

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De acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), ele deixou a unidade prisional às 15h15, escoltado por agentes penitenciários. A transferência aconteceu por determinação judicial, autorizada pela juíza Arlete Aparecida da Silva Coura, da Comarca de Santa Luzia, após um pedido da Defesa.

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De acordo com o advogado de Bruno, Bernardo Coelho, o goleiro vê a transferência de maneira positiva. Além do aprendizado que o cumprimento da pena na unidade proporciona, a localização da Apac facilita o deslocamento de familiares de Bruno para visitá-lo.
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Ainda de acordo com o advogado, a defesa está acompanhando o processo de apelação do julgamento do goleiro, com a expectativa de que a pena seja reduzida. A sessão deve ocorrer até o fim deste ano.

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Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, a transferência foi autorizada com base em critérios objetivos, seguindo a ordem cronológica do pedido e análise do perfil do detento. Durante o processo, foram feitas consultas no presídio de Francisco Sá e no Complexo Penitenciário Nelson Hungria sobre o comportamento de Bruno, para saber se ele se encaixava no perfil da Apac. A juíza salientou que ele não poderá fazer serviços externos, uma vez que cumpre pena em regime fechado, mas poderá realizar atividades dentro da Apac.

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Humanização

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As Apacs são entidades civis de direito privado, onde os detentos trabalham e cuidam do espaço em que vivem. O método Apac é baseado em 12 pilares e tem como principais características a humanização no cumprimento da pena, o envolvimento da família na reintegração dos presos e a recuperação do condenado calcada no arrependimento.

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O Governo de Minas atualmente custeia 33 Centros de Reintegração Social (CRS). O método Apac em Minas é desenvolvido em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (Fbac).

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FONTE: O Tempo.



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