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Ação de marketing prometia dar o dinheiro a quem conseguisse violar o material com os pés.

Mas ninguém conseguiu

Divulgação

Vidro é revestido com filme desenvolvido pela multionacional

 

 

A multinacional 3M tem tanta certeza de que seus vidros de segurança são inquebráveis que lançou uma campanha excepcional: colocou pilhas de dinheiro equivalentes a US$ 3 milhões dentro de um vidro em um ponto de ônibus na cidade de Toronto, Canadá.

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A empresa desafiou quem conseguisse violar o vidro com os pés a levar o dinheiro para casa como prêmio. O anúncio viralizou rapidamente na internet nos últimos dias. Mas de acordo com o site Gizmodo, na verdade só havia US$ 500 disponíveis no ponto – o restante era dinheiro falso.

De toda forma, se o desafio fosse alcançado por alguém – o que não ocorreu –, a multinacional se dispôs a pagar os US$ 3 milhões posteriormente. Um segurança esteve presente durante a ação de marketing para garantir que as regras do desafio fossem cumpridas.

De acordo com o site Liberty Voice, a ação que fez sucesso na internet esta semana, na verdade, ocorreu em 2005 e durou apenas alguns dias. O vidro em questão foi coberto com um filme desenvolvido pela 3M com o nome de Scotchshield, que pode ser colado a qualquer superfície do material para torná-lo mais resistente.

FONTE: iG.


Trabalho

“Cantada” não configura assédio sexual

A 1ª turma do TRT da 10ª região negou provimento ao pedido de indenização por assédio sexual apresentado por uma ex-funcionária da Backstage Promoções e Eventos, por entender que não houve provas do assédio e que o ato ficou caracterizado como uma “popular e tradicional cantada”.

A empregada, contratada em março de 2012, alegou que três semanas depois da sua admissão, passou a ser assediada por outro funcionário, sob a promessa de que se ela “ficasse com ele” seria efetivada no quadro de funcionários; caso contrário, seria demitida. Sua demissão ocorreu em maio do mesmo ano, mas o acusado também foi dispensado logo em seguida, assim que a empresa tomou conhecimento dos supostos assédios.

A trabalhadora, então, entrou com pedido de indenização alegando que sofreu assédio sexual e apresentou como prova duas gravações de conversas entre ela e o funcionário acusado. Contudo, o juízo originário desconsiderou a prova, já que havia sido produzida sem o consentimento da outra parte, e poderia configurar violação ao direito de imagem.

A funcionária recorreu da decisão e os desembargadores da 1ª turma do TRT da 10° região negaram provimento ao recurso. 

Sem considerar essa questão e a má qualidade da gravação, o desembargador relator Dorival Borges de Souza Neto destacou, em seu voto, que não se verificou no diálogo o alegado assédio sexual. “O que se ouve é um diálogo até certo ponto descontraído, sem resistência da autora e até com certa dose de humor, fluindo amigavelmente“, afirmou. Assim, o pedido de indenização foi indeferido por insuficiência de provas. Segundo a decisão, “trata-se da popular e tradicional ‘cantada’, da qual a autora se sai com maestria, rechaçando as investidas do colega de trabalho“.Transitada em julgado, o processo foi arquivado.

A Backstage Promoções e Eventos foi representada pelos advogados Lino de Carvalho Cavalcante, Rogério Oliveira Anderson e Soraia Priscila Plachi, do escritório Advocacia Carvalho Cavalcante.

  • Processo: 00966-2012-013-10-00-0-RO

Veja a íntegra do acórdão.

FONTE: Migalhas.



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