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Polícia apreende mais de 40 celulares em shopping popular de BH

Apreensão foi feita após uma vítima de assalto conseguir rastrear aparelho roubado.

 celuares

O sistema de rastreamento de um celular ajudou a Polícia Militar (PM) a encontrar, nesta sexta-feira (27), dezenas de aparelhos roubados em Belo Horizonte. Dois homens foram presos por suspeita de receptação.

A corporação foi acionada por um homem que foi assaltado nesta quinta-feira (26), no bairro Serra, na Região Centro-Sul da capital. Conforme a polícia, o localizador do celular da vítima apontou que o aparelho estava no Shopping Xavantes.

No local, também foram encontrados outros 44 celulares que não tinham nota fiscal, além de dois notebooks.

Durante o assalto, também foi levado o carro da vítima, que ainda não foi localizado.

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FONTE: G1.


Collor

 

A Polícia Federal apreendeu três carros de luxo na Casa da Dinda: uma Ferrari, uma Lamborghini e um Porsche</p>
<p> (Cristiano Mariz/Veja)

Na trilha de Collor
Casa e empresa do ex-presidente são vasculhadas pela Polícia Federal

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O ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) – que sofreu impeachment por corrupção em 1992 –, os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do partido, e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), e o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) são os primeiros políticos com mandato a ter suas casas e escritórios vasculhados pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato. Outros filiados do PP, como Mário Negromonte – ex-ministro, hoje conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia –, e o ex-deputado João Pizzolati (SC), atual secretário estadual de Articulação Política em Roraima, também foram alvos ontem de mandados de busca e apreensão expedidos pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, e pelos ministros Teori Zawascki e Celso de Mello.
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Além dos políticos, a ação policial – que abre mais uma etapa da Operação Lava-Jato – se estendeu ao advogado Thiago Cedraz, filho do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz. Os federais apreenderam documentos na casa e no escritório dele, em Brasília. Em Pernambuco, a PF fez buscas na casa e na empresa de Aldo Guedes Álvaro, que foi sócio do ex-governador Eduardo Campos e presidente da empresa de gás do governo. Aldo é suspeito de ser o verdadeiro dono do avião que caiu e matou Campos durante a campanha presidencial.
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Policiais federais e procuradores da República cumpriram um total de 52 mandados de busca e apreensão. Dois deles nas residências de Fernando Collor em Brasília, incluindo a Casa da Dinda, que ficou conhecida em todo o país em 1992, durante o processo que resultou no impeachment do ex-presidente. No local, foram apreendidos três carros de luxo de Collor: uma Ferrari vermelha, um Porsche preto e uma Lamborghini prata, além de documentos. Na mesma casa, em 1992, Collor guardava na garagem um Fiat Elba comprado em nome de fantasmas e que foi um das provas usadas no processo para derrubá-lo. Os policiais também fizeram buscas em Alagoas: na residência do senador e na TV Gazeta, afiliada da Rede Globo, que pertence à família Collor de Melo. O trabalho na empresa foi acompanhado por um dos filhos de Collor, Fernando James.
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O ex-presidente foi citado pelo doleiro Alberto Youssef – apontado como operador do esquema de corrupção na Petrobras – como beneficiário de recursos ilícitos. Outro envolvido, o presidente da Construtora UTC, Ricardo Pessoa, afirma ter pago R$ 20 milhões a Collor entre 2010 e 2012 em troca da influência do senador em negócios com a BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras. Em razão disso, a BR Distribuidora também foi alvo de busca e apreensão. Os policiais apreenderam documentos que podem ligar a companhia a casos de corrupção delatados pelo doleiro Alberto Youssef e outros presos.
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Bate-boca  A investida dos federais e procuradores contra três parlamentares foi motivo de tensão e bate-boca. A ação no imóvel funcional de Collor em Brasília desagradou à polícia legislativa. De acordo com ela, a PF se recusou a apresentar o mandado de busca expedido pela Justiça e não deixou ninguém entrar no apartamento para acompanhar a investigação. Para a polícia legislativa, a PF cometeu um erro, pois tradicionalmente ações de busca em casas de parlamentares são realizadas  com participação da corporação. As buscas ocorreram nas casas dos investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos, como a apreensão no gabinete do ex-ministro Mário Negromente, no Tribunal de Contas da Bahia.
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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável pelo pedido de abertura de inquérito contra os políticos, saiu em defesa da PF e seus procuradores. Por meio de nota, Janot disse que as medidas executadas refletem uma atuação fime e responsável do Ministério Público Federal em busca dos esclarecimentos dos fatos. “As medidas são necessárias ao esclarecimento dos fatos investigados no âmbito do STF, sendo que algumas se destinaram a garantir a apreensão de bens adquiridos com possível prática criminosa e outras a resguardar provas relevantes que poderiam ser destruídas caso não fossem apreendidas”, afirmou o procurador-geral.

 

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FONTE: Estado de Minas.


Após denúncia de larva em bolo, Vigilância Sanitária multa padaria Mix Pão, em BH

Mais uma vez a padaria Mix Pão do Bairro Palmares, na Região Nordeste de Belo Horizonte, foi flagrada pela Vigilância Sanitária com diversas falhas de higiene. A loja foi multada em R$ 1.228. Desta vez, a inspeção ocorreu após um cliente denunciar que comprou um bolo de laranja infestado por larvas.O órgão realizou uma inspeção na padaria e foram encontradas irregularidades relativas ao acondicionamento, validade e rotulagem dos produtos, além da limpeza de equipamentos. Além da multa, o estabelecimento recebeu um termo de intimação e outro de advertência.

A loja, localizada na Rua Coronel Jairo Pereira, nº15, não foi interditada, mas todos os produtos em condição irregular foram apreendidos. Segundo a Vigilância Sanitária, o estabelecimento continuará sendo monitorado.

A Itatiaia entrou em contato com a padaria, mas foi informada que apenas o proprietário poderia falar sobre o caso. Ele não atendeu aos telefonemas da reportagem.

Outros casos

Em abril de 2014, a padaria já havia sido advertida pela vigilância sanitária devido a problemas de higiene.

E em novembro de 2013, a unidade da Av. do Contorno foi interditada após serem encontradas larvas em pizzas.

FONTE: Itatiaia.


bens

No dia 17 de abril, a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) com o apoio do governo de Minas Gerais, realizará um leilão dos bens apreendidos de traficantes de drogas.

No total, são 99 lotes de carros, motos, caminhões e sucatas apreendidos em Minas. A estimativa de arrecadação com o leilão é de R$ 200 mil, que serão revertidos ao Fundo Nacional Antidrogas (Funad).

Com o montante arrecadado, serão realizadas ações de redução da oferta de drogas e de prevenção, tratamento e reinserção de usuários e dependentes, conforme determina a legislação brasileira.

Do dinheiro levantado, 80% será repassado para o governo de Minas, que deverá aplicar em políticas de enfrentamento ao consumo e ao tráfico de drogas, e os outros 20% permanecerão no Funad para ser destinado a ações de capacitação, orientação e prevenção ao uso de drogas no país.

Serviço
O leilão acontecerá no Auditório Gaia Eventos, na avenida Dom João VI, 925, Bairro Palmeiras, a partir das 10h.
Mais informações pelos sites http://www.casaleiloeira.com.br ou http://www.obid.senad.gov.br

Funad
O Fundo Nacional Antidrogas (Funad) é constituído, entre outros, de recursos oriundos da alienação de bens apreendidos de pessoas condenadas por tráfico ou envolvidas em atividades ilícitas de produção ou venda de drogas. A alienação só é realizada após decisão judicial tomada em caráter definitivo. Os recursos dos leilões são destinados ao desenvolvimento, à implementação e à execução de ações, programas e atividades de repressão, de prevenção, tratamento, recuperação e reinserção social de dependentes de drogas.

FONTE: O Tempo.



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