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Minas tem sete escolas entre as 20 melhores do Enem 2013

A lista foi divulgada na tarde desta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)

Minas Gerais novamente ganhou destaque no cenário nacional com a qualidade na educação. O estado tem sete escolas no ranking das 20 melhores médias no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013. A lista foi divulgada na tarde desta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

enem

A escola com a nota mais alta nas provas objetivas, sem a redação, foi o Colégio Objetivo Integrado, de São Paulo, com uma média de 741,94 na parte objetiva. Em seguida, está o Colégio Bernoulli, unidade Lourdes, em Belo Horizonte, com média de 722,64. Vale ressaltar que a instituição paulista participou do exame com 44 estudantes, enquanto que a mineira com 254.

Um dos proprietários do Bernoulli, Rommel Domingos, comemorou os resultados do colégio no ranking. “Recebi com muita felicidade e orgulho. Esse resultado é dos alunos, a nota é deles e nos dá muito orgulho”, comentou. Segundo ele, a instituição está há oito anos consecutivos entre as dez melhores do Enem. 

A receita de sucesso para Domingos, é o empenho e interesse dos alunos. “Não dá para resumir em uma coisa só, mas se eu fosse resumir seria trabalhar de mais. Mas, eu considero três fatores muito importantes. O primeiro deles é o aluno ser interessado e esforçado. Depois uma aula de alta qualidade devido ao nível dos professores e por último a qualidade de todo material que é produzido por nós e exclusivo, esse é um diferencial importantíssimo”, afirma. 

Outras escolas mineiras entre as 20 melhores médias são o Colégio Santo Antônio, com 713,44, o Colégio Elite Vale do Aço, com 707,57, de Ipatinga, o Coleguium, 707,55, o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (UFV) – Coluni, com 702,99, – e o Colégio Magnum Agostiniano, com 694,80.   

Levando em conta as melhores médias entre as notas de redação, Minas também está na frente. O Coleguium obteve média de 869, a maior do Brasil, seguida do Colégio São Bento, do Rio de Janeiro, e CEMP Ensino Médio, também da capital carioca.

Em relação às escolas públicas, Minas Gerais tem quatro das 10 maiores notas, inclusive a mais alta. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (UFV) obteve média de 702,99 pontos. Em segundo, está o Colégio de Aplicação do CE da UFPE, de Recife, com 670,66, e Colégio Militar de Juiz de Fora, com 663,09. Também figuram na lista o Colégio Técnico da UFMG (Coltec), com 660,80, o Colégio Militar de Belo Horizonte, com 659,42, e a Escola Preparatória de Cadetes do Ar, de Barbacena, com uma média de 653,35. 

A divulgação deste ano contou com algumas novidades. A principal foi a classificação do índice socioeconômico da escola. No nível classificado como Muito baixo, a mais bem posicionada foi uma escola estadual do Ceará – a Escola de ensino médio de Aiuaba, na cidade de mesmo nome. A unidade teve média de 474,32 na parte objetiva – e ficou como 11.004º posição no País.

FONTE: Estado de Minas.


VAGA DE GARAGEM FICA RESTRITA – MATA DO PLANALTO GANHA PROTEÇÃO

Conferência é retomada, e delegados aprovam uma área para carro por unidade habitacional

A Conferência Municipal de Políticas Urbanas foi retomada nesse sábado com a primeira rodada da votação final. Só com as mudanças aprovadas nesse primeiro dia já é possível dizer que Belo Horizonte se prepara para receber a maior transformação nas regras de ocupação da cidade desde 1996, quando foi aprovado o Plano Diretor da cidade.

Os delegados aprovaram a proposta da prefeitura de unificar o Coeficiente de Aproveitamento (CA) em 1 para toda a cidade, o que significa que a área construída não poderá exceder o tamanho do próprio terreno. Também foram aceitas a criação da outorga onerosa do direito de construir e a limitação de uma vaga de garagem por unidade habitacional.

Alvo de polêmica e insatisfação por parte do setor da construção civil, que abandonou a conferência, a outorga onerosa foi aprovada sem muitas discussões. O instrumento permite que o Executivo cobre para autorizar que a área construída ultrapasse os limites previstos. Atualmente, o CA máximo de Belo Horizonte é 2,7. Isso significa que em um terreno de 1.000 m² é possível construir até 2.700 m² sem pagar nada por isso. Com o CA sendo rebaixado para 1 em toda a capital, os proprietários de um lote de 1.000 m² só poderão construir os mesmos 1.000 m². Quem quiser construir mais do que isso terá que pagar uma contrapartida à prefeitura.

O secretário municipal adjunto de Planejamento Urbano, Leonardo Castro, disse que o abandono dos representantes da construção civil não deslegitima o que foi aprovado na conferência e defendeu a implantação da outorga onerosa. “É um instrumento importante que não deixa o ônus do adensamento de uma região somente para a prefeitura. Os empreendimentos voltados para adensar uma determinada área terão que ser pagos ao Poder Público, que vai utilizar a verba arrecada para melhorar a infraestrutura local”, explicou.

A proposta de limitação das vagas de garagem foi aprovada, porém, não como a apresentada pela prefeitura. O Executivo previa a autorização de apenas uma garagem de 25 m² por unidade habitacional. Já a medida aprovada, sugerida por um dos delegados, acrescenta uma vaga de motocicleta e outra de bicicleta. Quem quiser ter mais opção, precisará pagar ao município.

Preservação. Alvo de interesse de construtoras, a Mata do Planalto, na região Norte da capital, não poderá receber empreendimentos. Inicialmente ignorada na proposta original da prefeitura, um delegado conseguiu aprovar a medida que transforma a mata em Área de Preservação Ambiental 1, garantindo a preservação das características relevantes do local, que tem 200 mil m² de Mata Atlântica.

Cronograma
Datas.
 Ainda estão previstas outras duas sessões para votações de propostas. Elas serão
realizadas nos próximos dias 26 e 2 de agosto, quando a conferência será encerrada.

Saiba mais
Quem vota
. Somente a sociedade civil participa da conferência. A prefeitura não tem poder de voto. Ao todo, são 243 delegados. São 81 de cada setor: popular, empresarial e técnico. O setor popular é composto por nove delegados eleitos em cada uma das nove regionais da cidade.

Propostas são votadas. A Prefeitura de Belo Horizonte apresenta as mudanças que pretende fazer na cidade. Com base nelas, os delegados podem apresentar suas propostas para apreciação.

Validade dos projetos. O que foi aprovado na conferência passa a ser referência para os projetos de lei da prefeitura com relação à política urbana. O prefeito não pode sugerir uma alteração que não tenha sido aprovada na conferência, que ocorre a cada quatro anos.

FONTE: O Tempo.


Aprovação na 1ª fase do Exame da OAB valerá para nova tentativa

Em exame seguinte, reprovado poderá passar direto para a segunda fase.
Mudanças já valem para o XII Exame que começa em dezembro. 

COLABORAÇÃO DO ACADÊMICO FLÁVIO ROBERTO SAMPAIO – UNIVERSO BH

OAB

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovou nesta terça-feira (1º) uma alteração no Exame de Ordem que permite que o candidato reprovado na segunda fase, a prática-profissional, aproveite a aprovação da primeira fase. Dessa forma, no exame seguinte o bacharel terá a chance de se utilizar dessa aprovação da primeira fase e fazer de novo somente a segunda fase. A regra vale somente para o exame subsequente na qual o candidato foi reprovado.

Segundo o coordenador nacional do Exame de Ordem, Leonardo Avelino, a mudança atende uma necessidade pedagógica do processo seletivo. “Pedagogicamente não era inteligente que o candidato fizesse novamente a primeira fase, já que ela demonstra posse de conhecimentos gerais para o exercício da advocacia. Este candidato tem de se dedicar à prova prática.”

Avelino não acredita que a novidade vá impactar os índice de reprovação do exame. Segundo ele, os candidatos aprovados têm sucesso logo na primeira tentativa, e os que reprovam na estreia têm mais dificuldade de ter sucesso depois. “Não acho que teremos mudanças significativas nos índices, para isto ocorrer é necessário mudanças no ensino jurídico.”

A OAB também aprovou a alteração que permite que os estudantes do nono e décimo semestre prestem o exame. As mudanças já valem para o XII Exame de Ordem que começa em dezembro deste ano.

XI Exame de Ordem 
Na segunda etapa (prova prático-profissional), os bacharéis precisam responder quatro questões discursivas e redigir uma peça profissional na área do direito em que optaram no momento da inscrição: direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito tributário e do seu correspondente direito processual.

No XI Exame de Ordem, edição mais recente que ainda está em andamento, mais de 101 mil bacharéis em direito se inscreveram. Pouco mais de 19 mil passaram para a segunda fase. A prova da segunda fase será no dia 6 de outubro, com início às 13h (horário de Brasília).

FONTE: G1.



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