Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Brinquedo que simula assalto a banco é retirado de circulação a pedido do Procon-MG

Um brinquedo que simula um assalto a banco foi retirado de circulação em todo o Brasil a pedido do Procon de Minas Gerais, que avaliou que o produto não era adequado para o público infantil.

O Ministério Público Estadual (MPE) notificou a empresa responsável pela fabricação do City Action Bank e o brinquedo foi recolhido dos comércios após as partes firmarem Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Ao pedir que o City Action Bank não fosse mais vendido no país, o promotor de Justiça Fernando Abreu argumentou que “o produto, direcionado ao público infantil, é impróprio e inadequado porque é um brinquedo que simula um assalto a banco, com os bonecos de ‘ladrão’ e ‘vítima’, sem ter sequer um boneco ‘policial’”.

O promotor baseou-se na legislação que determina que “é vedado ao fornecedor de produtos e serviços prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social para impingir-lhes seus produtos ou serviços”.

Como a empresa cumpriu o acordo, que estabelecia prazo de 30 dias para retirada do produto do mercado, o processo administrativa foi extinto. No entanto, caso o brinquedo ainda seja encontrado, a empresa poderá ser submetida a multa de R$ 45 mil por descumprir o acordo.

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FONTE: Hoje Em Dia.


Quatro suspeitos de envolvimento em explosão de agência bancária em Pompéu são presos

Durante ataque, um militar e um morador foram mortos a tiros e outro policial ficou ferido. Segundo PM, pelo menos 15 pessoas participaram de roubo.

De acordo com o comandante do 7° BPM, a sede da agência bancária continua isolada para os trabalhos da pericia

Quatro suspeitos de envolvimento na explosão de uma agência bancária ocorrida na madrugada em Pompéu foram presos na tarde desta terça-feira (5). Segundo a Polícia Militar (PM), as prisões foram feitas em conjunto com a Polícia Civil na cidade de Moema e na BR-494.

Um policial militar e um morador de Pompéu morreram durante troca de tiros entre criminosos e a polícia na madrugada desta terça-feira. De acordo com a PM, pelo menos 15 pessoas participaram do ataque a uma agência do Banco do Brasil. Em meio ao assalto, os criminosos cercaram o quartel da cidade. Um cabo da PM também ficou ferido.

O comandante da 7ª Região da Polícia Militar (RPM), coronel Helbert Willian Carvalhaes, informou que dois dos detidos foram presos em um posto de gasolina em Moema. Os outros dois suspeitos estavam no trecho da BR-494 entre Pará de Minas e São Gonçalo do Pará.

Durante a tarde desta terça-feira (5), locais onde foram registrados tiroteio e explosões permaneciam isoladados em Pompéu (Foto: TV Integração/Reprodução)Durante a tarde desta terça-feira (5), locais onde foram registrados tiroteio e explosões permaneciam isoladados em Pompéu (Foto: TV Integração/Reprodução)

Durante a tarde desta terça-feira (5), locais onde foram registrados tiroteio e explosões permaneciam isoladados em Pompéu

A polícia não informou a idade nem as circunstâncias da prisão dos suspeitos, que foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Civil de Pompéu. Até esta publicação, a Polícia Civil não havia retornado os pedidos de informação feitos pelo G1. Não foi informado ainda se os criminosos conseguiram levar dinheiro dos caixas.

Ainda conforme a PM, tanto a agência bancária, que continua isolada, quanto a sede do quartel passam por perícia. Uma força-tarefa foi montada em busca de outros suspeitos.

Pregos foram usados por criminosos para despitar a polícia durante fuga (Foto: TV Integração/Reprodução)Pregos foram usados por criminosos para despitar a polícia durante fuga (Foto: TV Integração/Reprodução)

Pregos foram usados por criminosos  durante fuga

Troca de Tiros

De acordo com a PM, criminosos em uma motocicleta e quatro carros chegaram ao Centro de Pompéu por volta das 2h. Parte do grupo cercou o quartel da PM e usou correntes para trancar as grades. Os criminosos ainda fizeram disparos com fuzis, enquanto outra parte do grupo fazia explosões na agência do Banco do Brasil. Na fuga, pregos foram jogados nas ruas pelos criminosos.

Houve reação dos militares. Em meio ao tiroteio, dois policiais, que estavam em uma viatura, foram baleados. O cabo da PM Osías Alvez de Barros, de 33 anos, foi atingido na cabeça e morreu no local.

O outro militar, também um cabo, de 27 anos, foi atingido nas costas e na virilha. O ferido foi levado em estado grave para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, passou por cirurgia e seu quadro era considerado estável na tarde desta terça-feira.

Devido às mortes, o prefeito de Pompéu, Ozéas da Silva Campos (PRB), decretou luto de sete dias na cidade.

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FONTE: G1.


Taxista tenta fugir de assalto na zona Sul do Rio e cai no mar
Ele estava estacionado embaixo de uma árvore, próximo ao Monumento Estácio de Sá, quando foi abordado por dois criminosos

Taxi cai no mar

Um taxista tentou fugir de um assalto na noite deste sábado (30), no Aterro do Flamengo, na zona sul do Rio, e caiu na Baía de Guanabara. Até as 13h30 deste domingo (31), o Corpo de Bombeiros ainda não havia conseguido achar o motorista, que não teve a identidade revelada. Segundo testemunhas, ele estava estacionado embaixo de uma árvore, próximo ao Monumento Estácio de Sá, quando foi abordado por dois criminosos.

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De acordo com informações do 2º Batalhão de Polícia Militar (Botafogo), o taxista caiu no mar ao tentar fugir do assalto dando ré no veículo. Bombeiros do Quartel do Catete, na zona sul, chegaram ao local do acidente por volta das 22h50. Segundo o Corpo de Bombeiros, devido as condições climáticas e a ressaca do mar, a vítima não foi achada.

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Até as 13h30 deste domingo, o táxi também não havia sido retirado do local do acidente. Segundo o Corpo de Bombeiros, o veículo está submerso e preso nas pedras. O primeiro passo, segundo a corporação, é tentar chegar até o veículo para verificar se o corpo está no interior do táxi. Dez bombeiros atuam no local desde às 6h deste domingo, incluindo três mergulhadores.

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FONTE: O Tempo.


PM reage a assalto e três carros são atingidos em tiroteio no Bairro Floresta

Três criminosos roubaram o celular da namorada do policial e trocaram tiros com ele

Ramon Lisboa/EM/D.A.Press

Comerciantes, pedestres e motoristas passaram por um susto no fim da tarde desta sexta-feira no Bairro Floresta, na Região Leste de Belo Horizonte. Um policial militar reagiu a um assalto contra a namorada na Rua Tabaiares e trocou tiros com três criminosos armados. Os ladrões fugiram e três veículos acabaram atingidos pelos disparos. Ninguém ficou ferido e nem preso.

Segundo informações de testemunhas, o casal estava próximo a um posto de gasolina na Rua Tabaiares, quando três homens, ao menos um deles armado, se aproximaram e roubaram o celular da jovem. Diante da situação, o militar reagiu e houve troca de tiros.

Os criminosos fugiram correndo para a Rua Sapucaí. Mesmo em movimento, a troca de tiros continuou. As munições acabaram atingindo uma Hilux que estava parada na Rua Tabaiares. A motorista de 71 anos aguardava a filha, quando a confusão começou. Ela não ficou ferida.

Em seguida, mais tiros foram disparados e uma van, de Pedro Leopoldo, além de um Honda Civic, receberam tiros. Os criminosos conseguiram fugir e não foram encontrados até a publicação desta reportagem. Segundo o Sargento Michel, do 1º Batalhão da PM, o boletim de ocorrência será registrado na Central de Flagrantes da Polícia Civil (Ceflan) como roubo e tentativa de homicídios contra o militar.

Ramon Lisboa/EM/D.A.Press
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FONTE: Estado de Minas.


Empresas devem indenizar passageiro assaltado durante viagem

 

Uma agência de viagens e uma transportadora de Belo Horizonte deverão pagar solidariamente R$ 15 mil por danos morais a um passageiro que foi roubado em viagem. A decisão é da 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que reformou a sentença de primeira instância.

Josy Turismo
Em novembro de 2010, o passageiro adquiriu um pacote de viagem na agência Josy Turismo, que, por sua vez, contratou a transportadora GS Turismo para o traslado de ida e volta de Belo Horizonte a São Paulo.

 
A empresa Josy Turismo oferta pacotes de viagens para São Paulo, com escolta armada, para que os passageiros façam compras no Brás. O passageiro tinha a intenção de adquirir mercadorias para revender.

 
Apesar da escolta armada, antes de chegar ao destino, na Rodovia Fernão Dias, o ônibus foi abordado por três indivíduos armados que roubaram todos os passageiros e levaram três folhas de cheque em branco do autor da ação.

 
Ele afirmou no processo que ficou impedido de comprar as mercadorias que pretendia revender e, por isso, sofreu prejuízo de R$ 2 mil. Segundo o passageiro, no momento do assalto, o serviço de escolta não estava mais sendo prestado.

 
Em primeira instância, a juíza julgou improcedentes os pedidos, alegando que não havia provas nos autos da conduta antijurídica praticada pelas empresas nem indícios de negligência. O passageiro então recorreu, pedindo indenização por danos morais e materiais, pois disse que tinha sido vítima de propaganda enganosa.

 
Em sua defesa, a transportadora alegou que não tinha conhecimento do serviço de escolta armada; e a Josy Turismo, que a existência da escolta não impede a ocorrência de assaltos.

 
Segundo o desembargador Arnaldo Maciel, relator do recurso, “tratando-se de relação de consumo, nos termos do art. 14 do Código de Defesa do Consumidor, os membros da cadeia de fornecimento de pacote turístico respondem solidariamente pelos danos decorrentes da falha na prestação dos produtos/serviços.” Ele entendeu que o fato gerou ao cliente enorme sofrimento, o que justifica a indenização pelos prejuízos morais vivenciados.

 
Quanto aos danos materiais, o magistrado julgou improcedente o pedido, pois o passageiro não apresentou nos autos provas dos prejuízos sofridos.

 
Os desembargadores João Cancio e Sérgio André da Fonseca Xavier votaram de acordo com o relator.

 
Veja o acórdão e acompanhe a movimentação processual.

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FONTE: TJMG.


Irmãs tramam pelo WhatsApp assalto ao próprio pai

Veja trecho da conversa, por WhatsApp, trocada entre uma das filhas e os bandidos

Veja trecho da conversa, por WhatsApp, trocada entre uma das filhas e os bandidos

Dois homens armados invadiram a casa de um comerciante, em Guararapes, interior de São Paulo, fizeram ele e as três filhas reféns, agrediram o homem com coronhadas e fugiram levando R$ 18,5 mil em dinheiro, três armas e R$ 40 mil em joias da família. Pai e filhas foram deixados amarrados. O esclarecimento do assalto, realizado no dia 27 de março, chocou os moradores da cidade. A polícia descobriu que o crime foi planejado pelas duas filhas mais velhas do próprio comerciante. Elas combinaram o crime em detalhes com os executores usando o aplicativo WhatsApp de seus celulares.

A filha de 21 anos, planejou o crime durante 40 dias e acabou envolvendo a irmã, de 17 anos. Apenas a filha caçula, de 14 anos, de nada sabia. A mentora alegou que o pai havia retirado R$ 200 mil de sua conta poupança.

A polícia descobriu a trama após ter acesso às mensagens gravadas no celular da jovem. Ela criou e administrava o grupo pelo qual, com a ajuda de um amigo estudante de Direito, fez contato com os criminosos. A filha chegou a mandar a planta da casa para os assaltantes e fotos do cofre onde estavam o dinheiro e as joias. Também se incumbiu de dopar os cães para facilitar a entrada do trio.

As mensagens trocadas pela filha com os criminosos estarreceram o delegado Alessander Dias Lopes, que investigou o caso. Numa delas, a jovem avisa os bandidos que o pai tem uma arma.

“O lance é surpreender ele”, recomenda. “Se ele atira você atira também”, escreveu. Em outra mensagem, a filha afirma que o pai está “com rolo com a justiça”, por isso deixaria o dinheiro em casa, e não numa conta bancária.

A filha também pede aos criminosos que sejam duros com ela e as irmãs e agridam o pai para dar veracidade à ação. “A gente tem que considerar vocês entrarem com eles aqui”, avisou.

O esclarecimento do caso foi anunciado numa entrevista coletiva, na sexta-feira, 29, com a participação do delegado seccional de Araçatuba, Mauro Gabriel. A polícia desconfiou do envolvimento de alguém da casa porque, além do pai, só as filhas sabiam da existência de um fundo falso num armário, onde eram guardadas as armas e as joias. Além dos dois executores e da jovem, a polícia prendeu dois suspeitos da receptação do material roubado.

Parte das joias e as armas foram recuperadas. O dinheiro deveria ser dividido com as duas irmãs, mas os assaltantes ficaram com todo o valor. O comerciante negou que tivesse ficado com o dinheiro da filha, mas admitiu que tinha um relacionamento “tumultuado” com ela. Os nomes não foram divulgados para preservar as menores – vítima e coautora.

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FONTE: Hoje Em Dia.


Justiça arquiva inquérito de casal que reagiu a assalto em SP: ‘Alívio imenso’

Crime aconteceu em 2015. Mulher foi presa após marido matar criminoso.
Juiz entendeu que o casal de comerciantes agiu em legítima defesa.

A Justiça determinou o arquivamento do inquérito policial envolvendo um casal de comerciantes que reagiu a um assalto e matou um criminoso em Cubatão (SP), em fevereiro do ano passado.

O crime aconteceu na noite de 21 de fevereiro de 2015, na Rua José Teixeira, no bairro Parque São Luis. O comerciante, de 36 anos, chegava na casa da mulher, de 34 anos, quando foi abordado por um gruo de cerca de cinco homens, que anunciaram o assalto.

A vítima voltava do estande de tiros e estava armada. Ele reagiu a abordagem, e iniciou uma troca de tiros com os assaltantes, matando um deles e baleando outro. Os outros integrantes do grupo fugiram em seguida.

O comerciante também foi baleado e encaminhado para o Pronto Socorro de Cubatão. Sua mulher foi presa e encaminhada à cadeia feminina anexa ao 2º Distrito Policial de São Vicente.

“Teve momentos que eu achei que o certo era eu não ter me defendido, ter deixado eles fazerem o que queriam, pelo menos seria só mais um caso, só mais um pai de familia morto por vagabundo, e minha esposa não teria passado o que passou. Mas a população mandava tantas mensagens, tanto incentivo, dizendo que eu estava certo e isso me deu muita força para continuar”, disse o comerciante.

Comerciante de Cubatão reagiu após ter sido alvo de criminosos em 2015 (Foto: G1)
Comerciante de Cubatão reagiu após ter sido alvo de criminosos em 2015
Comerciante de Cubatão, SP, levou um tiro de raspão na lateral da cabeça (Foto: Cássio Lyra/G1)Comerciante de Cubatão, SP, levou um tiro de raspão na lateral da cabeça 

O caso foi registrado na Delegacia Sede de Cubatão. Menos de 12 horas depois, a Justiça também determinou a liberdade provisória do casal.

Recentemente, o juiz da 1ª Vara Criminal de Cubatão, Rodrigo de Moura Jacob, arquivou o inquérito policial, encerrando o caso.

De acordo com a decisão, o juiz entendeu que o casal de comerciantes agiu em legítima defesa.

“A atitude do delegado [da prisão em flagrante], foi uma coisa inexplicável. Minha documentação estava toda em dia. Logo após o arquivamento, me deu um alívio imenso. O promotor e o juiz analisaram o caso e viram que eu e minha esposa éramos inocentes, não cometemos crime algum. Foi comprovado, como eu falei desde o início”, completa o comerciante.

Carro de comerciante ficou com várias marcas de tiros (Foto: Solange Freitas/TV Tribuna)
Carro de comerciante ficou com várias marcas de tiros

FONTE: G1.


Supermercado é condenado a indenizar por assalto a mão armada

Clientes foram assaltados dentro do estacionamento do supermercado, na capital

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O hipermercado Extra foi condenado a pagar R$ 30.600 de indenização por danos morais e materiais a dois clientes que sofreram um assalto a mão armada no estacionamento de uma unidade da empresa em Belo Horizonte. A decisão é da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que manteve sentença proferida pela 18ª Vara Cível da comarca.

 

Os clientes narraram nos autos que, em 13 de abril de 2011, passavam pela cancela do estacionamento do Extra Belvedere, após fazer compras, quando foram abordados por um assaltante armado com um revólver. Um dos clientes recebeu uma coronhada no rosto e foi obrigado a entregar ao homem R$ 4.500. O assaltante levou o relógio do outro cliente e em seguida fugiu em uma moto, levando consigo a chave do carro deles. Os vigilantes do supermercado assistiram inertes aos fatos.

 

Ainda de acordo com os clientes, eles carregavam grande quantia em dinheiro por serem proprietários de uma loja em Muriaé/MG e terem se dirigido à capital para fazer compras. Afirmaram ainda acreditar que foram perseguidos, de ruas próximas a um shopping no Centro, onde adquiriram objetos para revenda, até o supermercado. Na Justiça, pediram indenização por danos materiais e morais, devido à violência que sofreram.

 

Em sua defesa, o supermercado afirmou que não ficou comprovado que os clientes sofreram dano moral nem que o crime ocorreu dentro de suas dependências. Ainda de acordo com a defesa, mesmo que o estacionamento do supermercado tivesse sido o palco do assalto, o crime aconteceu por culpa de terceiro de má-fé, não tendo o Extra nenhuma responsabilidade pelo ocorrido.

 

Em Primeira Instância, o supermercado foi condenado a pagar R$ 15 mil a cada um dos clientes por danos morais e R$ 600 por danos materiais, referentes ao valor de uma nova chave de carro, que tiveram de adquirir. Mas, diante da sentença, o supermercado recorreu, reiterando suas alegações e pedindo que, se condenado, o valor da indenização por danos morais fosse reduzido.

 

Ao analisar os autos, o desembargador relator, Luiz Artur Hilário, observou inicialmente que o Extra Belvedere, nele incluído o seu estacionamento, desenvolve atividades de consumo. Por isso, sobre ele incidem as regras do Código de Defesa do Consumidor (CDC), “em especial o que se refere à responsabilidade objetiva por prejuízos decorrentes de vícios de produtos e serviços comercializados”.

 

Na avaliação do desembargador, as provas produzidas nos autos indicam a veracidade dos fatos narrados pelos consumidores. “A segurança é, de fato, um serviço agregado oferecido pelo fornecedor, cujo custo é repassado ao consumidor, sento tal serviço, não raro, fomentado por pesados investimentos com publicidade, a fim de atrair os clientes”, observou o relator.

 

Considerando que o assalto era algo que poderia ter sido previsto pelo sistema de proteção e segurança do estabelecimento, sendo fato relacionado à atividade desempenhada pelo fornecedor, cabia ao supermercado o dever de indenizar os clientes. Tendo em vista as circunstâncias do caso, manteve os valores fixados em Primeira Instância.

 

Os desembargadores Márcio Idalmo Santos Miranda e José Arthur Filho votaram de acordo com o relator.

 

Leia o acórdão e veja a movimentação processual.

 

FONTE: TJMG.


Bradesco deverá pagar R$ 24.510 a cliente vítima de saidinha de banco

Agência Bancária foi condenada a indenizar cliente por danos morais e materiais

O Bradesco foi condenado a pagar R$ 24.510 para um cliente que foi vitima de saidinha de banco  em Ipatinga, na região do Rio Doce, em julho de 2011. A instituição bancária pagará R$ 15 mil referente a danos morais e R$ 9.510 por danos materiais.

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A decisão é da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que reformou sentença proferida pela 2ª Vara Cível da comarca daquele município.

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No dia 12 de julho de 2011, o motorista E.S.R. sacou de uma agência Bradesco a quantia de R$ 8 mil. Ao deixar o estabelecimento e se dirigir ao próprio carro, estacionado nas proximidades, foi abordado por um homem que, usando um revolver calibre 38, anunciou o assalto e pediu que ele lhe repassasse todo o dinheiro sacado.

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Apesar do motorista não reagir e ter entregado o valor, o assaltante lhe deu várias coronhadas no rosto, amassou uma das portas do veículo e fugiu em uma moto, levando ainda as chaves do carro.

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Na Justiça, o motorista pediu que o banco fosse condenado a indenizá-lo por danos materiais e morais. A vítima alegou que imagens da câmara de segurança do banco mostram um indivíduo acompanhando o momento do saque e usando um celular em seguida.

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O advogado do motorista alegou, assim, que o banco falhou, ao não proporcionar a privacidade da operação e ao permitir o uso de celular dentro da agência. Afirmou também que, além dos prejuízos financeiros, correu risco de morrer durante o assalto.

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Já o Bradesco alegou não ser parte legítima para ser processado, pois o assalto ocorreu fora da agência. Afirmou ainda que não havia prova da negligência da instituição bancária e que a culpa pelo ocorrido era da vítima, que falhou no cuidado, ao sair da instituição com grande quantia de dinheiro.

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Em Primeira Instância, o pedido foi negado e o cliente recorreu, reiterando suas alegações. Ao analisar o processo, a desembargadora relatora, Mariza Porto, observou, entre outros pontos, que, embora o roubo tenha ocorrido fora das dependências do banco, “este fato, por si só, não exime a instituição da responsabilidade pelo evento danoso. Isso porque o banco tem a obrigação legal de garantir a segurança e a privacidade de seus clientes, no momento em que realizam operações bancárias em suas dependências.

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Dessa maneira, a desembargadora relatora reformou a sentença e condenou o banco a indenizar o cliente em R$ 15 mil por danos morais, afirmando que a vítima do assalto conhecido “como saidinha de banco” sofre angústias e aflições e, em R$ 9.510, valor que inclui os gastos do cliente com o reparo do carro.

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Os desembargadores Alberto Diniz Júnior e Marcos Lincoln votaram de acordo com o relator.

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FONTE: O Tempo.


Polícia recupera um dos 10 caminhões roubados do Magazine Luiza

Luíza

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São Paulo, 03 – Um dos dez caminhões de produtos roubados do centro de distribuição do Magazine Luiza foi localizado e recuperado na madrugada deste domingo, 3. O veículo foi abandonado em posto de gasolina em Santo Antônio do Jardim, no interior de São Paulo. A carga roubada era de celulares e tablets.
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O roubo aconteceu na madrugada deste sábado, 2, na Rodovia dos Bandeirantes, em Louveira. Vinte homens armados e encapuzados renderam 80 funcionários do centro de distribuição e roubaram dez caminhões de produtos, em menos de três horas.
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De acordo com o delegado Luís Carlos Duarte, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí, a carga foi localizada por uma equipe da DIG de Campinas após a denúncia de um caminhão abandonado no posto de gasolina. Ninguém foi preso. “O caminhão abandonado foi roubado em Salto [no interior de São Paulo] no mês de abril”, disse Duarte.
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A carga recuperada foi devolvida para a empresa, que ainda realiza o levantamento dos produtos roubados, segundo Duarte.
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Ainda de acordo com o delegado, duas pessoas que participaram da ação já foram identificadas por meio da análise de imagens das câmeras de segurança da empresa, que foram recuperadas. No entanto, até o início da noite deste domingo, nenhum suspeito foi preso.
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Ação semelhante

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O delegado também afirmou trabalhar com a hipótese de que o crime tenha sido organizado pela mesma quadrilha que assaltou a fábrica da Samsung, na rodovia Dom Pedro I, em Campinas, em julho de 2014. “Uma parte dos envolvidos nesse roubo continua solta, e os dois crimes foram muito semelhantes por conta da ação minuciosa. É possível que as mesmas pessoas estejam envolvidas”, disse.
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Em nota, a assessoria do Magazine Luiza informou que nenhum funcionário foi ferido durante o assalto e que está colaborando com as investigações

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FONTE: Estado de Minas.


Banco indeniza por roubo fora de agência

Saidinha

Uma instituição bancária foi condenada a pagar R$ 38 mil de indenização a uma cliente e seu pai, que foram vítimas de assalto depois de sacar R$ 10 mil em uma agência em BH. Os clientes foram abordados por criminosos quando chegavam em casa, porém, o Tribunal de Justiça aceitou a argumentação do advogado Aldo Silva, de que o Banco Bradesco não adotou medidas de segurança, o que acabou por expor seus clientes.“É uma decisão inédita, pois o ataque, conhecido como ‘saidinha de banco’ não ocorreu nas proximidades da agência. E isso abre um precedente para que as instituições cumpram a legislação, que determina a adoção de medidas que garantam a segurança de seus clientes”, destacou o defensor.

O assalto ocorreu em maio de 2012. A cliente fez a previsão de saque com antecedência. Segundo o advogado, na agência, no Centro de BH, ela foi encaminhada a um caixa comum, ficando exposta diante da movimentação de pessoas. O pai dela a esperava no estacionamento e os dois seguiram para casa. Quando chegavam, um homem armado obrigou a mulher a entregar todo o dinheiro.

Em primeira instância, o juiz considerou que o banco não tinha responsabilidade pelo roubo. Porém, o TJ reformou a sentença e estabeleceu indenização de R$ 8 mil para cada vítima, por dano moral, e de R$ 10 mil pelo dano material. A sentença já transitou em julgado e não cabe recurso. Com a correção de valores, a reparação totalizou 
R$ 38 mil. O Bradesco foi procurado, mas informou que não se pronunciaria sobre o assunto.

FONTE: Estado de Minas.


19/09 – Ex-marido de Dilma conta como roubaram 2 milhões e seiscentos mil dólares
   Capa da Revista Piauí – 04/2009

Carlos Araújo conta a ZH como ele e Dilma assaltaram o cofre de Ademar de Barros

Além das cinco páginas com a história de Dilma Roussef, contada a partir da visão do seu ex-marido, Carlos Araújo, o jornal Zero Hora deste domingo conta também a história de José Serra, contada por sua mulher, Mônica Allende, que o conheceu no exílio, no Chile. ZH presta um relevante serviço aos eleitores, já que permite cotejar os dois perfis. A opção pelo melhor será inevitável.

A ex-ministra e presidente Dilma Roussef participou, sim, do assalto ao cofre do ex-governador Ademar de Barros, uma ação armada comandada em 1969 pelo seu futuro marido, o ex-deputado Carlos Araújo, em 1969, numa imponente mansão do bairro Santa Tereza, no Rio

 

Ademar de Barros, ex-governador de São Paulo, foi o fundador da atual Rede Bandeirantes de Rádio e TV. O primeiro dos Saad foi seu genro. Dilma Roussef não gosta de falar sobre o episódio. Sua biografia no site de campanha e nos programas de rádio e TV, omite totalmente o passado terrorista da candidata do PT.

 

Quem contou os detalhes do assalto foi o próprio ex-deputado Carlos Araúhjo, que na época liderava com Dilma Roussef a organização terrorista VAR Palmares, já na época aliada estratégica da VPR, grupo liderado pelo ex-capitão Carlos Lamarca. Está tudo no jornal Zero Hora deste domingo. São 5 páginas recheadas de detalhes colhidos pelos repórteres Luiz Antonio Araújo e Mariana Bertolucci, ao longo de oito horas de gravações. O ex-deputado do PDT, 72 anos, vive na mesma casa de sempre, na Assunção, Porto Alegre, mas sua atual mulher, a terceira, Nize Pacheco, mora na sua própria casa. Dilma foi a segunda mulher de Araújo. Ele tem um filho com cada mulher.
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Na reportagem, Carlos Araújo conta que roubaram o cofre com tudo dentro, usando um sistema de roldanas. Depois ele foi aberto com a ajuda de maçaricos. Dentro dele estavam US$ 2,16 milhões. Onde foi parar o dinheiro ? Conta Carlos Araújo:
– Demos US$ 1 milhão ao embaixador da Argélia, para ajudar exilados brasileiros em Argel. O restante foi usado na luta armada.
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O assalto acabou provocando um racha entre Araújo-Dilma com o grupo de Carlos Lamarca.
Nota do editor – Logo abaixo, outras notas sobre a campanha de Dilma Roussef, com ênfase para os assaltos ao dinheiro público praticados nas suas barbas, na Casa Civil de Lula.
Observação do site : www.averdadesufocada.com
Segundo reportagem da revista Piauí de abril de 2009: “Nem Dilma nem Araujo participaram da ação, mas ambos estiveram envolvidos na sua preparação.”  Eles , não estavam no local no momento do roubo, e Franklin Paixão de Araújo afirma que foi ele que levou, de Porto Alegre , o metalúrgico Delci Fensterseifer para abrir o cofre com maçarico..
Ainda segundo a revista Piauí, “Carlos Franklin Paixão de Araújo, deu um depoimento no DOPs de SP onde declarou que ficou em seu poder com 1.2 milhão de dólares, dividido “em três malas de 400mil dólares cada uma” e que o dinheiro ficou cerca de uma semana, “em um apartamento à rua Saldanha Marinho, onde também morava Dilma Vana Rousseff Linhares “. Araújo não quis comentar o depóimento ao Dops. E nem outros, como um de Espinosa, que fala em 720 mil dólares terem ficado com a organização, ou um outro militante, que chega à soma de 972 mil dólares. “ Portanto, participaram no planejamento , finalização da ação e destino do dinheiro.
Sobre o que foi feito da fortuna jamais se chegou a nenhuma conclusão e Araújo declara na mesma  reportagem da Revista Piauí : ” É impossivel chegar a uma conclusão sobre isso que não tem mais importância nenhuma”.
Continuando a reportagem a revista trancreve o seguinte:” Num dos inquéritos é dito que Dilma Roussef “manipula grandes quantias da VAR-Palmares. É antiga militante de esquemas subversivo-terroristas. Outrossim, através do seu interrogatório verifica-se ser uma das molas mestras e um dos cérebros dos esquemas revolucionários postos em prática pelas esquerdas radicais. (..)”
 O que é crível, pois, Dilma, segundo depoimentos, era encarregada da parte financeira da nova organização, juntamente com seu marido Franklin Paixão de Araújp – “Max” – ,  ambos pertencentes ao comando nacional
O destino desse dinheiro é um mistério. Nenhum dos envolvidos na ação, direta ou indiretamente, comenta.

FONTE: A verdade sufocada.


Morre suspeito envolvido em tiroteio no Túnel da Lagoinha, em BH

Rapaz de 18 anos teria participado de assalto no bairro Floresta, diz PM.

Ele fugiu e houve troca de tiros com pessoas que estavam em um carro.

 

Morreu na manhã desta terça-feira (7) um dos suspeitos envolvidos em um tiroteio no Túnel da Lagoinha, em Belo Horizonte, na noite desta segunda-feira (6).

O rapaz de 18 anos teria participado de um assalto no bairro Floresta e fugiu para o local, junto com outro suspeito, segundo a Polícia Militar (PM). Ao chegarem ao túnel, os dois trocaram tiros com homens que estavam dentro de um carro.

Durante o tiroteio, o jovem foi baleado e socorrido para o Hospital Odilon Behrens, mas não resistiu aos ferimentos. O outro suspeito que estava com ele fugiu em uma motocicleta. A polícia não soube dizer quem eram os homens que estavam no carro.

Um motociclista de 50 anos, que passava pelo túnel, também foi atingido e encaminhado para o mesmo hospital. Nesta manhã, a unidade de saúde informou que o homem estava em estado grave.

VEJA MAIS AQUI!

FONTE: G1.


Dois são baleados no túnel da Lagoinha nesta segunda-feira

 

Tiroteio no túnel da Lagoinha
Perícia da Polícia Civil foi acionada para investigar o caso

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Uma tentativa de assalto causou pânico e confusão no início da noite desta segunda (6) no túnel da Lagoinha, na região Nordeste de Belo Horizonte.
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Dois suspeitos tentaram assaltar uma pessoa em uma rua sobre o túnel. Ao perceber a ação dos criminosos, um motorista que passava pelo local atirou contra os assaltantes. Ainda em fuga, a dupla foi para  dentro do túnel e abordou um motociclista  para fugir do tiroteio, mas ambos foram atingidos pelos disparos.
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Segundo a Polícia Militar, o motociclista José Cirilo Gomes, de 50 anos, foi atingido no rosto. Já o suspeito Guilherme Ferreira de Almeida, de 19 anos, foi alvejado com três tiros.
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Apavorados com a cena, vários  motoristas abandonaram os carros no túnel e outros voltaram na contramão na tentativa de fugir do tiroteio. O trânsito no local chegou a ser interditado por cerca de duas horas.
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Guilherme Almeida e José Cirilo foram socorridos e encaminhados para o Hospital Odilon Behrens. De acordo com a unidade de saúde, o suspeito do assalto estava em estado grave, mas José Cirilo não corria risco de morte.
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Até o fechamento desta matéria, a polícia ainda não havia localizado o motorista que deu início aos tiros, nem o segundo criminoso.
Tiroteio no túnel da Lagoinha

FONTE: Hoje Em Dia.


ATUALIZAÇÃO: 21/05/2014, 03:30.

Preso foragido suspeito de matar PM durante assalto na Pampulha

Presos suspeito de matar policial no Ouro Preto
Wilson confessou participação no crime, mas negou ter sido o autor do disparos que mataram o policial
Foi preso nesta terça-feira (20) o segundo suspeito de atirar e matar o soldado da Polícia Militar (PM) André Luiz Lucas Neves, de 27 anos, durante um assalto na última sexta-feira (16), no bairro Ouro Preto, na região da Pampulha. Wilson Guimarães Filho, de 25 anos, se apresentou à polícia e foi ouvido na sede da Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) do Centro de Belo Horizonte.
Segundo informações de familiares, Wilson estaria com medo de retaliações por parte da polícia e, por isso, não teria se entregado antes. Entretanto, nesta terça, ele teria pedido que uma pessoa entrasse em contato com uma tia que possui um estabelecimento comercial no Centro de BH e pediu que ela o encontrasse. No encontro, ele decidiu se apresentar à polícia e foi preso.
Na delegacia, Wilson confessou participação no crime, mas negou ter sido o autor do disparos que mataram o policial. Segundo ele, Itálo Pedro de Souza Júnior e José Henrique da Silva Bento estavam praticando assaltos a pedestres na avenida Fleming no dia do crime. Durante uma das abordagens, o trio foi interceptado pelo policial e eles lutaram. Wilson afirmou que quem atirou foi José Henrique e revelou que, depois de ferirem André Luiz, todos fugiram. Na fuga, Wilson, que pegou a arma do policial no chão, tirou a arma da cintura e acertou a nuca do comparsa Ítalo, que morreu na hora.
Agora, a Polícia Civil irá investigar quem foi realmente o autor dos dois disparos que atingiram o soldado.
Após a prisão, Wilson foi encaminhado ao Hospital de Pronto-Socorro João XXIII por estar com hematomas no rosto. Ele ainda disse que os ferimentos foram adquiridos durante luta corporal com a vítima.
Conforme os militares do 13º Batalhão da PM, Wilson tem cinco passagens pela polícia, entre elas por roubo, infrações de trânsito e tentativa de homicídio. Enquanto menor de idade, ele também já havia sido apreendido por furto e roubo. 
Entenda o caso
Na noite da última sexta-feira, André Luiz Lucas Neves foi baleado durante um assalto no bairro Ouro Preto. Ele estava de folga, à paisana, com um amigo em bar na avenida Fleming e, quando deixava o estabelecimento, percebeu que três homens tentavam assaltar uma vítima e reagiu.
Segundo informações da PM, André Luiz chegou a lutar com os bandidos, mas durante a briga levou dois tiros. Atingido na cabeça e nas costas, ele foi socorrido e levado ao Hospital Odilon Behrens por uma viatura policial, mas não resistiu.Na ocasião, José Henrique da Silva Bento, de 30 anos, foi preso e Ítalo Pedrosa de Souza Júnior, de 22 anos, e Wilson Guimarães fugiram em um Peugeot preto rumo à Pampulha. O carro foi abandonado na região e, dentro do veículo, a polícia encontrou Ítalo, conhecido como “Júnior Negão”, já morto. A suspeita é a de que os dois assaltantes discutiram durante a fuga, e Wilson tenha atirado na cabeça do comparsa.No último domingo (18), centenas de policiais fizeram uma manifestação em homenagem ao soldado (lei mais abaixo).

FONTE: Hoje Em Dia.

“Se ameaçam sua vida, você tem que atirar”, diz PM em manifestação após velório

Enterro de PM morto na Pampulha durante tiroteio com suspeitos de assalto reúne mais de mil pessoas; colegas protestaram

O corpo do soldado da PM André Luiz Lucas Neves, de 27 anos, morto ao tentar impedir um assalto na Pampulha, foi enterrado sob clima de forte comoção no Cemitério da Saudade, na manhã desse domingo. Durante o sepultamento, a mãe do policial, Elizabeth Lucas Neves, agradeceu a presença das centenas de pessoas indignadas com o crime. Além de familiares, também foram ao enterro policiais de diversos batalhões da PM, que seguiram em carreata, em direção à Praça da Liberdade, onde realizaram protesto pacífico pela morte do policial.Os policiais ocupavam os dois sentidos da Avenida Bias Fortes, proximo ao Palácio da Liberdade e com sirenes dos carros da Polícia Militar ligadas. Usando o microfone do veículo, um PM manifestou: “Se um camarada estiver ameaçando sua vida ou de outrem (sic) não tem que segurar o cara, tem que atirar nele. Aqui está sendo dado o nosso recado. Não aceitamos mais sacagem conosco”. Centenas de policias bateram palmas e gritaram em sinal de aprovação.   Os presentes fizeram ainda um abraço simbólico no quartel do comando geral da PM, também na Praça da Liberdade.

FONTE: Alterosa.

O DIREITO PASSADO A LIMPO
Responsabilidade civil dos estacionamentos

Sérgio Santos Rodrigues – ADVOGADO do escritório S. santos Rodrigues Advogados Associados, mestre em direito, conselheiro federal suplente da ordem dos advogados do brasil (oab), presidente da coordenação de defesa da liberdade contratual e vice-presidente da comissão de direito administrativo do conselho federal da oab

furto

É comum parar o carro em estacionamentos de shopping, restaurantes, entre outros, e receber um ticket com a frase: “Não nos responsabilizamos pelo carro ou pelos objetos deixados dentro dele”. Fato é, entretanto, que o direito não concorda com essa assertiva já que, em regra, a responsabilidade das citadas empresas é total sobre o veículo que lhes foi confiado. A matéria, inclusive, está pacificada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na Súmula 130, que prescreve: “A empresa responde, perante o cliente, pela reparação de dano ou furto de veículo ocorrido em seu estacionamento”.

Curioso, porém, é o fato de, até hoje, aqueles que exploram estacionamento ou o disponibilizam para seus clientes insistirem em se recusar a serem responsáveis pelos danos (furtos etc.) causados em veículos que estavam sob sua guarda. Desnecessário gastar muitas linhas para explicar que, tanto aquele que vai aos shoppings como o que vai a um restaurante é um cliente que, para a lei, é considerado consumidor e é protegido, portanto, pela lei específica que o considera hipossuficiente.

Por isso é que, nos tribunais, não se acha entendimento diferente daquele sumulado pelo STJ, cujas argumentações podem ser assim resumidas: “APELAÇÃO CÍVEL. INDENIZAÇÃO. FURTO DE VEÍCULO EM ESTACIONAMENTO. RESPONSABILIDADE OBJETIVA. FORÇA MAIOR. INOCORRÊNCIA. DANO MATERIAL. PROCEDÊNCIA. VALOR. TABELA FIPE. Em se tratando de responsabilidade civil, como é sabido, a obrigação de indenizar pressupõe três requisitos, quais sejam, a comprovação de culpa, do dano sofrido e do nexo causal entre a conduta antijurídica e o dano sofrido. Contudo, em caso de prestação de serviço de guarda de veículos em estacionamento, de acordo com o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), não há que se perquirir a ocorrência de culpa, tendo em vista tratar-se de responsabilidade objetiva. O furto de veículo em estacionamento privativo de empresa gera a obrigação de indenizar conforme prevê a Súmula 130 do Superior Tribunal de Justiça, tendo em vista a assunção do dever de guarda do veículo, bem como que a finalidade do depósito está diretamente relacionada à segurança do bem. (…)” (TJMG. Processo 1.0024.07.490.892-2/001. Relator desembargador Irmar Ferreira Campos. Publicado em 17/4/09).

Vale frisar também que, mais que responsabilidade pelo dano material sofrido pelo cliente (seja por furto de objeto, do carro ou por dano no mesmo), há ainda a responsabilidade por eventual dano moral sofrido. Em recente caso de furto de veículo em shopping, se pronunciou de forma acertada o desembargador Eduardo Marine, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG): “Ao se dirigir ao shopping e utilizar o seu estacionamento, o cliente confiou a guarda do veículo e tinha expectativa de, ao retornar, encontrá-lo nas mesmas condições em que o deixou. Assim, diante do desconforto, constrangimento, aborrecimento e mal-estar que um furto de veículo acarreta a seu proprietário, fica, sem dúvida, configurado o dano moral”. (Processo: 1.0024.08.981403-2/001).

Deve-se atentar somente para casos específicos em que é flagrante a ocorrência de caso fortuito ou força maior, que são excludentes de responsabilidade. O mais notório dos exemplos neste sentido é o assalto à mão armada ocorrido dentro de estacionamento.

Embora seja dever do explorador da atividade zelar pela segurança do local, é impossível prever ou evitar que alguém entre armado em um estabelecimento e roube um cliente. Admitir esta hipótese seria o mesmo que admitir a responsabilidade do Estado por assaltos ocorridos no meio da rua.

Nesse sentido, citamos julgado do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), que, diga-se de passagem, é conhecido por decisões favoráveis ao consumidor: “AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. ROUBO À MÃO ARMADA EM ESTACIONAMENTO DE SUPERMERCADO. NÃO CONFIGURAÇÃO DO DEVER DE INDENIZAR. Ausência de nexo de causalidade entre o evento danoso e a conduta dos apelados, considerando que o roubo à mão armada corresponde à força maior, excludente da responsabilidade. Configuração de impossibilidade de agir dos recorridos, diante de situação de violência contra a pessoa, sob pena de, com a reação, causar um mal maior do que aquele a ser evitado, inclusive, com recomendação das autoridades competentes nesse sentido. Dever de segurança fica circunscrito ao compromisso de diligenciar as providências e cautelas normais. Em que pese a jurisprudência ter reconhecido a responsabilidade dos comerciantes pelo furto de automóveis nos estacionamentos de suas lojas, a teor da Súmula nº 130 do STJ, o assalto do consumidor nesse local não é situação equivalente. Apelo desprovido”. (Apelação Cível 70006784441, 6ª Câmara Cível, TJRS, relator desembargador Ney Wiedmann Neto, julgado em 25/8/04).

E no Superior Tribunal de Justiça: “AUTOMÓVEL. ROUBO OCORRIDO EM POSTO DE LAVAGEM. FORÇA MAIOR. ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE. O fato de o artigo 14, parágrafo 3º, do Código de Defesa do Consumidor não se referir ao caso fortuito e à força maior, ao arrolar as causas de isenção de responsabilidade do fornecedor de serviços, não significa que, no sistema por ele instituído, não possam ser invocadas. Aplicação do artigo 1.058 do Código Civil [atual artigo 939]” (STJ, REsp 120.647, 3ª Turma, relator ministro Eduardo Ribeiro, DJ 16/3/00).

Pelo exposto, espera-se que os clientes (consumidores) sejam mais respeitados e que não necessitem ser levadas ao Poder Judiciário (já atolado) causas como as acima citadas, que podem ser resolvidas pelo bom senso e, até mesmo, pela necessidade de atender bem. Ressalva se abre, como demonstrado, para os casos em que cabe a discussão acerca da ocorrência de excludentes de culpabilidade, que podem ser reconhecidas em juízo.

FONTE: Estado de Minas.


Estudantes são assaltados na UFMG e um deles tem carro levado por bandidos

Uma jovem de 21 anos e um rapaz de 23 foram assaltados no campus Pampulha da UFMG, próximo à entrada da Avenida Antônio Carlos, na noite dessa quinta-feira (20). Cinco criminosos levaram o carro da estudante, um Renault Sandero, além da carteira de ambos. Um dos assaltantes estaria armado e teria rendido o porteiro da faculdade.

O veículo foi recuperado após ser abandonado no Bairro Santa Terezinha, também na Região da Pampulha. Os suspeitos, entretanto, seguem desaparecidos.

ufmg

INSEGURANÇA

Estudantes da UFMG são roubados dentro do campus Pampulha

Seguranças teriam sido ameaçados pelos cinco suspeitos, e não tiveram como impedir a entrada; universidade ainda não se pronunciou sobre o crime

Dois estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foram roubados na madrugada desta sexta-feira (21), no campus Pampulha da instituição. Os cinco suspeitos teriam ameaçado a segurança do local e entrado pela avenida Presidente Antônio Carlos em um Fiat Palio cinza.Por volta das 1h15, o grupo abordou uma mulher de 21 anos e levou o Renault Sandero cinza dela, além de um celular e a carteira (com R$ 100) e documentos, e também roubaram p celular e os documentos de um jovem de 23 anos. O carro foi abandonado e recuperado pela Polícia Militar (PM) na rua Congonhal, no bairro Santa Terezinha, na mesma região. Os suspeitos fugiram em seguida.A PM informou que já conseguiu identificar Alisson Pimentel Soares, como sendo um dos suspeitos do crime. Os militares teriam chegado até ele nesta manhã após testemunhas informarem a placa do Palio, usado na ação. Ele tem pelo menos 18 passagens por roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma e foi reconhecido pelos estudantes.Uma das vítimas, que é estudante de engenharia, contou à reportagem que a ação foi muito rápida, que os suspeitos não foram truculentos e que não estavam com os rostos tampados. Além disso, contou que ele e a amiga saíam de um encontro dos alunos do curso, que acontece semanalmente em uma praça, ao lado do prédio da Faculdade de Engenharia, quando foram abordados.”(Passar por uma situação como essa) assusta, e a violência está grande na região”, contou o jovem.

FONTE: Itatiaia e O Tempo.



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