Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Jovem advogado, aprovado no XVII Exame de Ordem, é assassinado por conta de uma ação de R$ 2.500,00

Quem nunca iniciou a vida profissional na advocacia executando um cheque ou cobrando uma dívida pequena? No começo da vida profissional toda ação é ação e, claro, uma oportunidade de se criar clientela. A vida não é fácil e nenhuma oportunidade pode ser desperdiçada.

Infelizmente ontem essa simples realidade do início da profissão na advocacia gerou um evento não só trágico como absolutamente covarde e injustificado. O jovem advogado Bruno dos Santos Mendes, aprovado no XVII Exame de Ordem e que pegou sua carteira agora, em 05/11/2015) foi assassinado por ter entrado com uma ação para cobrar o pagamento de uma nota promissória no valor de R$ 2.526,13.

Vejam bem, a ação era para cobrar a mísera quantia de R$ 2.526,13! Inacreditável!!

Bruno estava em seu escritório na Avenida Edelina Meneghel Rando, na cidade de Bandeirantes/PR, quando foi surpreendido pelo agressor, Hércules Xavier de Lima, que foi ao seu escritório para tirar satisfação por conta da cobrança da promissória contra a sua esposa. O agressor, de posse de uma faca, desferiu quatro golpes em Bruno, o atingindo a região do pescoço e do braço.

É revoltante uma história dessas. Nós aqui acompanhamos de perto a saga dos bacharéis em busca da aprovação no Exame de Ordem e, para logo após, enfrentar as agruras do mercado. Não é fácil advogar, não é fácil conquistar um espaço ao sol no mercado, e, ainda por cima, vemos um caso como este, como se o advogado fosse o responsável pela cobrança da dívida. Ele é tão somente a “longa manus” jurídica de seu cliente.

Situação surreal e abominável! Tantos sonhos, tanta vida e um futuro todo pela frente ceifados por um espírito miserável e tacanho.

Desde quando uma vida “vale” apenas dois mil e quinhentos reais. Desde quando isso é justificativa para se matar alguém?

Esperamos que a Polícia localize logo o agressor e que a Justiça seja feita celeremente.

Fica aqui, por fim, uma pequena e simples homenagem ao jovem Dr. Bruno: o seu momento de glória ao ter sido aprovado no XVII Exame de Ordem.

Que Deus o acolha, Bruno.

ATUALIZAÇÃO!

Quem tiver notícias do paradeiro do suspeito, por favor ajude a polícia a localizá-lo!

FONTE: Portal Exame de Ordem.


Mulher é indiciada por mandar matar marido para ficar com apartamento

Casal iria se separar e o homem queria vender o apartamento no Bairro Fernão Dias. Esposa contratou um pedreiro para matar o marido e simular um latrocínio

 

Polícia Civil/Divulgação

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A disputa por um apartamento no Bairro Fernão Dias, Região Leste de Belo Horizonte, foi apontada pela Polícia Civil como o principal motivo do assassinato do corretor de imóveis Moacir Moraes Júnior, de 48 anos. A polícia apontou a viúva dele, Renata Aparecida Menezes Campos, de 39 anos, como a mandante do crime, que aconteceu em novembro do ano passado. 
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O casal passava por um momento conturbado e iria se separar. Moacir queria vender o apartamento para dividir o valor da transação entre os dois, mas Renata queria a posse do imóvel.
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De acordo com as investigações da delegada Alice Batello, do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a mulher contratou um homem para matar o marido. Renata pagou R$ 5 mil a Valdinor Alves dos Santos, de 42 anos, pedreiro que trabalhava em obras no prédio que o casal morava.
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Segundo a polícia, o objetivo da dupla era simular um latrocínio – roubo seguido de morte. Para isso, a mulher recomendou que o pedreiro levasse a aliança, celulares e o relógio da vítima. Renata dizia ao pedreiro que o marido a agredia com frequência e que a teria a ameaçado de morte.
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No dia do crime, o pedreiro pediu Moacir que o acompanhasse na vistoria de um apartamento do prédio que estava em obras. O corretor de imóveis era responsável pela venda do imóvel e não desconfiou da ação. Ao chegar no apartamento, Valdinor agrediu a vítima por trás com uma barra de ferro. O pedreiro ainda atingiu Moacir outras duas vezes enquanto ele estava caído.
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Renata e Valdionor foram indiciados por homicídio duplamente qualificado e tiveram suas prisões temporárias decretadas. A delegada Alice Batello informou que irá pedir a conversão da prisão de Renata para preventiva. Ela foi encaminhada para o Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) Centro-Sul e Valdionor para o Presídio Dutra Ladeira.

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FONTE: Estado de Minas.


Polícia prende terceiro suspeito do assassinato de casal desaparecido na Serra do Cipó

Foi preso no início da noite desta terça-feira (07/01), em Conceição do Mato Dentro, o terceiro suspeito de envolvimento no assassinato do casal Alexandre Werneck de Oliveira e Lívia Viggiano Rocha Silveira. Segundo investigadores da Polícia Civil, o terceiro suspeito foi identificado apenas como “Samuel”, de 17 anos.


Marcos e Helton, suspeitos de matarem o casal na Serra do Cipó

Os suspeitos teriam abordado o casal ainda na Serra do Cipó e, em seguida, levado as vítimas até as margens do rio Santo Antônio, que fica a cerca de 10 quilômetros de Conceição do Mato Dentro. No local, eles pegaram celulares e dinheiro do casal e, em seguida, executaram as vítimas e jogaram os corpos no rio. A caminhonete de Alexandre foi queimada no local.

A polícia chegou aos suspeitos após ver um deles na cidade com parte do rosto queimado. Marcos Magno Peixoto Faria, de 25 anos seria filho de um policial militar e tem passagens pela polícia por furtos e roubos, enquanto Helton Moreira de Castro, de 19, tem passagens por tráfico de drogas.

 

Parentes de Alexandre Werneck de Oliveira, de 46 anos, e da namorada, Lívia Viggiano Rocha Silveira, de 39, ficaram chocados com a notícia da morte dos dois. Durante todo o dia, eles aguardaram com ansiedade o desenrolar das buscas. “Infelizmente eles estão mortos. A polícia já não trabalha com a possibilidade de encontrá-los vivos. É lamentável”, disse Daniel Viggiano, sobrinho de Lívia, que acompanhou as apurações policiais.

Alexandre trabalhava na Assembleia Legislativa de Minas havia 25 anos. Começou como segurança concursado, fez o curso de direito e passou a trabalhar nas comissões legislativas. De 2007 a 2008 trabalhou na Comissão de Segurança Pública da Casa, na época presidida pelo deputado Sargento Rodrigues (PDT). “Uma pessoa supertranquila, da paz, sem inimigos”, descreveu o deputado. Alexandre era separado da mulher, com quem teve dois filhos, e havia três anos namorava Lívia, que foi estagiária do Procon entre 15 de janeiro de 2009 e 1º de junho de 2010.

Ao longo do dia, parentes e amigos próximos de Lívia se reuniram na casa da mãe dela, em Contagem, na Grande BH, para as informações da busca do casal. Caçula de uma família de oito filhos, a recém- formada em direito é natural de Itanhomi, no Vale do Rio Doce. Ela morava no Bairro Silveira, Região Nordeste da capital, e se preparava para prestar o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Histórico.

FONTES: Aconteceu no Vale e Estado de Minas.



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