Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo da tag: assassinato

Suspeitos de homicídio no Bairro Santa Tereza não revelam o motivo do crime

Um adulto foi preso e um adolescente apreendido acusados de matar o vigilante da Justiça Federal João Vitor Abreu. Um terceiro envolvido escondeu o menor e a arma em sua casa e também foi detido

Reprodução/Facebook

Dois suspeitos de envolvimento na morte do vigilante da Justiça Federal João Vitor Abreu, de 34 anos, que levou dois tiros na cabeça às 23h14 de domingo, na Praça Duque de Caxias, no Bairro Santa Tereza, Região Leste de Belo Horizonte, foram presos por policiais militares nesta segunda-feira. O autor dos disparos é um adolescente de 17 anos que aparece nas imagens das câmeras do Olho Vivo recebendo a arma de Lucas Batista Corrêa, de 20. A PM prendeu também Vitor Gomes Barbosa, de 18, que escondeu o menor e a arma em sua casa no Bairro Gutierrez, na Região Oeste da capital. Os suspeitos não revelaram o motivo do crime. Disseram que somente falarão em juízo. O revólver e quatro celulares foram apreendidos. O crime foi em frente ao 16º Batalhão da PM. No mesmo local também funciona o Colégio Militar, onde estudou a vítima, morador do bairro.

O tenente Herbert Feital conta que toda a ação dos criminosos foi registrada pelas câmeras do sistema de monitoramento Olho Vivo. “Levantamos informações com nossos militares que estão de serviço no dia a dia e eles conhecem os infratores da região. Monitoramos a casa de um deles, próximo à Rua Alexandre Tourinho com Ismênia, ao lado do Estádio Independência, no Bairro Sagrada Família, e um desses possíveis autores saiu de sua casa em um veículo. Conseguimos chegar a uma residência de classe média no Bairro Gutierrez, onde o envolvido Vitor estaria dando esconderijo ao autor do homicídio, que é menor”, disse o tenente.

Divulgação/PMMG

Vitor, que escondeu o menor e a arma em sua casa, estava recolhido em um centro de recuperação de menores infratores, por roubo de veículos, receptação de objetos roubados e assaltos e foi solto há pouco tempo. “O pai dele permitiu a nossa entrada na casa e localizamos a arma calibre 38 dentro do armário. O menor assumiu a autoria do crime para a gente, mas depois voltou atrás e negou. Porém, nas imagens das câmeras ficou bem clara a responsabilidade dele. Ele não quis falar a motivação do crime. Disse que somente fala em juízo”, disse o tenente, lembrando que o menor já foi apreendido diversas vezes pela polícia por vários crimes.

Moradores do Santa Tereza reclamam do aumento da criminalidade no bairro, principalmente dos roubos de celulares nas vias de acesso às estações do metrô Santa Tereza e Santa Efigênia. Na Rua Mármore, alguns estabelecimentos, como salões de beleza, trabalham com portas trancadas. Na mesma rua, um assaltante espancou violentamente o barbeiro Moacyr Fraga Nazarete, de 79 anos, que trabalhava sozinho no seu estabelecimento. O crime foi às 16h e revoltou moradores da região. Encontrado inconsciente, Moacyr foi internado no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS).

Saiba mais

  • Ladrão espanca barbeiro de 79 anos no Santa Tereza
    Ladrão espanca barbeiro de 79 anos no Santa Tereza
  • Sargento da Banda de Música da PM é baleado em assalto

O comandante da 20ª Companhia da PM, unidade responsável pela segurança no bairro, major Ronaldo Moreira dos Santos, disse que tem feito várias reuniões com a comunidade do Santa Tereza. “Criamos uma rede em um aplicativo na internet justamente para a comunidade comunicar todas as hipóteses de crimes e suspeitos circulando pelo bairro. Temos um canal de comunicação muito estreito com os moradores e certamente vamos conseguir ótimos resultados. Com relação ao fato que envolveu o senhor Moacyr, o autor da lesão corporal grave também foi preso. Estamos fazendo nosso trabalho, realizando prisões e medidas preventivas com apoio da comunidade”, disse o major.

O assassinato de domingo será investigado pela delegada de homicídios Alice Batello. Uma equipe da Polícia Civil esteve no local do crime na manhã desta segunda-feira para apurar o caso. De acordo com a polícia, quando militares do 16º Batalhão chegaram ao local, encontraram João com um ferimento na cabeça. Ele chegou a ser levado para o Hospital João XXIII, mas teve a morte confirmada pela equipe médica. Segundo a perícia, a bala atingiu o rosto atravessou o crânio do homem

.

FONTE: Estado de Minas.


Execução na porta de boate

Empresário leva quatro tiros na saída de casa noturna em BH. Sucessão de crimes deste tipo preocupa

 

Paulo Filipe Gonçalves, de 28 anos, foi preso em flagrante após matar Guilherme Alves, de 33. Acusado exibe fotos atirando, em seu perfil numa rede social (detalhe) (Paulo Filgueiras/EM/D.A Press)

Paulo Filipe Gonçalves, de 28 anos, foi preso em flagrante após matar Guilherme Alves, de 33. Acusado exibe fotos atirando, em seu perfil numa rede social

 (Reprodução/Facebook)

Mais uma noite que deveria ser de festa terminou em um assassinato covarde e por motivo fútil na porta de uma boate, alertando autoridades e sociedade sobre o aumento da violência em baladas regadas a álcool em tradicionais casas de shows na Grande BH. Ontem, 21 dias depois de um universitário morrer espancado por três homens – incluindo dois PMs –, que teriam furado a fila num estabelecimento em Contagem, um mecânico acertou quatro tiros em um empresário na saída do Alambique, na Avenida Raja Gabaglia, no Bairro Estoril, Região Oeste da capital.

Por volta das 3h30, Guilherme dos Santos Alves, de 33 anos, foi alvejado na perna, no braço e duas vezes no tórax por Paulo Filipe da Silva Gonçalves, de 28. O desentendimento começou no interior da casa noturna. Segundo testemunhas, o autor estava num camarote acima do da vítima e, por mais de uma vez, jogou espumante no rapaz e nos amigos dele. “Ainda fez sinais obscenos. Fomos a ele e perguntamos a razão daquilo”, contou um jovem que preferiu o anonimato.

O mecânico deixou a boate antes do empresário, mas, irritado, não foi para casa. Preferiu buscar uma arma no carro e aguardar pela vítima. O atirador sequer se intimidou com a presença de outras pessoas e apertou o gatilho cinco vezes, errando um disparo. Houve pânico e policiais militares foram acionados. Paulo foi preso em flagrante, quando se preparava para fugir em seu C4 Pallas.

No carro, os militares encontraram uma besta, arma de caça usada para atirar flechas. Paulo foi conduzido à delegacia do Barreiro, onde foi autuado pelo delegado Ânderson Vicente de Souza. “Pode ser condenado de 12 a 30 anos por homicídio qualificado, pois houve motivo fútil e a vítima não teve chance de se defender. O homem chegou de surpresa, sem que fosse percebido por ninguém.”

O autor não tem porte de armas, segundo o delegado. Apesar disso, frequenta um clube de tiros, conforme fotos divulgadas em seu perfil numa rede social.

A vítima morreu no local. Guilherme, que era solteiro, deixou três filhos de relacionamentos diferentes. Ele tinha passagem por furto, estelionato e formação de quadrilha. Havia comprado um apartamento há poucas semanas e ganhava a vida com o que negociava em sua loja virtual do ramo de informática. De acordo com a PM, peritos que atenderam a ocorrência recolheram com a vítima um comprimido semelhante ao de ecstasy, droga alucinógena.

O corpo será sepultado na manhã de hoje.  Ademir Pinto, um dos sócios do Alambique, estava presente no momento da confusão. “Um cliente abriu um espumante e acertou a bebida em outro. Eles começaram uma ‘coisa’ mínima, apaziguada por apenas um segurança. Não acionamos a PM, pois não houve necessidade lá dentro”, disse.

A seção mineira da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-MG) está preocupada com a violência em casas noturnas. Na segunda-feira, a diretoria da entidade vai discutir o assunto. “Hoje, as pessoas estão ‘puxando o dedo’ (atirando) por qualquer coisa. Dependendo do que conversarmos na reunião, poderemos solicitar um apoio técnico da PM, da Polícia Civil”, disse Tulio Montenegro, conselheiro da Abrasil-MG.

CONTAGEM Poucas horas depois do crime, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ofereceu denúncia contra os três acusados da morte do universitário Cristiano Guimarães Nascimento, espancado na porta de uma boate em Contagem no início do mês. Dois dos acusados são policiais militares que estavam de folga. O terceiro é um corretor de imóveis.

Há duas semanas, outro crime banal envolvendo jovens e bebidas foi registrado no estado. Em Montes Claros, no Norte, Vinícius Afonso da Silva Cordeiro, de 23, foi assassinado a tiros por um agente penitenciário, que teria pegado uma garrafa na mesa da vítima e não gostou de ser repreendido em uma casa noturna da cidade.

.

FONTE: Estado de Minas.


Justiça decide manter Champinha internado em São Paulo

Roberto Alves Cardoso continuará na Unidade Experimental de Saúde.
Novos laudos serão apresentados em março de 2016.

Champinha na UES (Foto: Reprodução/ Arquivo/ TV Globo)Champinha na UES

A Justiça decidiu, nesta quinta-feira (27), pela manutenção da internação de Roberto Aparecido Alves Cardoso, de 28 anos, mais conhecido como Champinha. Ele deverá continuar na Unidade Experimental de Saúde (UES). Também foi determinada a apresentação de novos laudos psiquiátrico e psicossocial em 1º de março de 2016. A decisão é do juiz Willi Lucarell, juiz diretor do Fórum de Embu-Guaçu.

Em maio deste ano, a Justiça pretendia ouvir Champinha para talvez colocá-lo em liberdade, em regime ambulatorial para ele continuar o tratamento mental. A possibilidade foi negada, portanto, nesta quinta.

Acusado de participar das torturas e dos assassinatos de Felipe Caffé, de 19 anos, e Liana Friedenbach, de 16, em 2003, Champinha foi internado naquele ano na extinta Febem, atual Fundação Casa. Em 2006, quando o então infrator terminou de cumprir medidas sócio-educativas, ele transferido a UES, onde está atualmente, porque foi considerado perigoso para voltar ao convívio social.

Além de Champinha, o juiz Willi Lucarelli também ouviu a defesa do interno, que pedia o fim da internação; representantes do projeto de desinternação elaborado exclusivamente para ele; a acusação, que queria mantê-lo internado; a perícia, responsável pelos laudos psiquiátricos do paciente; e funcionários da UES, na Zona Norte da capital paulista, onde o interno está desde os 21 anos sem poder sair.

Em março deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, negou recurso da Defensoria Pública que solicitava a desinternação de Champinha. A defesa sugeria a ida dele à casa de um parente e reavaliações periódicas em um hospital psiquiátrico até que se atestasse a existência de condições do seu retorno ao convívio social. Em tese, não cabe mais recurso porque a decisão é da instância máxima da Justiça.

Além do STF, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), na capital federal, e o Tribunal de Justiça (TJ), em São Paulo, já haviam negado pedidos anteriores da defesa de Champinha para ele ir a regime ambulatorial.

Atualmente, Champinha está interditado civilmente na UES, por decisão da Justiça, porque teria doença mental. O interno passa por avaliações semestrais com psicólogos e psiquiatras. Eles elaboram laudos periódicos sobre o comportamento do rapaz, que cometeu os crimes quando tinha 16 anos.

Mas apesar de a Justiça de São Paulo também ter negado o pedido da defesa para desinternar Champinha, ela sugere numa sentença, de abril deste ano, que é preciso discutir os resultados das últimas avaliações sobre o estado da saúde mental do paciente.

Crime em Embu-Guaçu
Há 12 anos, Champinha e mais quatro homens participaram dos assassinatos dos namorados Felipe e Liana. O casal foi morto na mata de Embu-Guaçu, onde tinha ido acampar. Felipe foi assassinado com um tiro na nuca e Liana virou refém do grupo. Ela ficou quatro dias em cativeiro, período em que foi torturada e estuprada. Depois, foi morta a facadas por Champinha.

Aassassinato do casal de namorados Liana Friedenbach e Felipe Caffé completa dez anos (Foto: Reprodução TV Globo)Aassassinato do casal de namorados Liana Friedenbach e Felipe Caffé completa doze anos

Quatro adultos foram condenados pelos crimes. Como era menor de 18 anos de idade à época, Champinha foi inicialmente internado na Fundação Casa, onde ficou três anos cumprindo medidas sócio-educativas, como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Depois, a Justiça paulista acatou pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para decretar sua interdição civil, alegando que ele sofre de doença mental grave que coloca em risco outras pessoas.

Em outras palavras, a custódia de Champinha passou a ser responsabilidade do governo de São Paulo. O MPE recorreu à Lei 10.216/01, que protege portadores de transtorno mental, para garantir contenção mesmo após concluído o prazo máximo de internação na Fundação Casa – no caso de Champinha, isso ocorreu em novembro de 2006.

A decisão da Justiça de levar Champinha para a UES foi baseada em laudo psiquiátrico do Instituto Médico Legal (IML), que diagnosticou o então menor com transtorno de personalidade antissocial, um dos termos médicos para definir os psicopatas, e leve retardo mental, podendo cometer atos irracionais para ter o que deseja.

Segundo o documento, essa doença faz com que Champinha não sinta culpa, desrespeite às leis e regras sociais, tendo predisposição a se envolver em atos violentos, além de ser extremamente impulsivo.

O juiz citou ainda que os peritos concluíram que o interditado tem condições, mesmo que mínimas, de controlar seus impulsos.

Ministério Público Estadual
Desde o crime 2003, o quadro de saúde mental de Champinha tem se mantido inalterado, segundo os laudos médicos.

Champinha é descrito nos laudos como quieto, vivendo em ambiente restrito, de convívio controlado com outros internos por estar jurado de morte. Mantém contato com a mãe, que o visita na UES, que fica no Pari, Zona Norte da capital. A unidade, que é de competência da Secretaria de Estado da Saúde (SES), se destina à recuperar jovens infratores com distúrbios mentais graves.

Para a Promotoria, Champinha tem de permanecer internado na UES porque pode voltar a cometer crimes se for solto para cumprir uma medida ambulatorial.

 

FONTE: G1.


JUVENTUDE INTERROMPIDA »Festa, baderna e assassinato

Rapaz de 22 anos é morto a tiro por causa de esbarrão em calourada perto da PUC Minas. Vizinhos e a própria universidade criticam os excessos nos eventos no entorno do câmpus

Marcada pela violência que vitimou Daniel Vianna (detalhe), festa provocou sujeira e confusão, que 
a comunidade denuncia como frequentes  (edésio ferreira/EM/D.a press)

A festa festa para calouros da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) se transformou em baderna e terminou com um assassinato, além de brigas e acidente com motorista alcoolizado, entre a noite de sexta-feira e madrugada de ontem. Os estudantes que organizaram o encontro fecharam a Avenida 31 de Março, diante da unidade do Bairro Coração Eucarístico, na Região Noroeste de BH, em evento que contou com farto consumo de bebidas alcoólicas e gerou muito lixo.

.

Por volta da 1h30 de ontem, em meio à festa, o estudante Daniel Adolpho de Melo Vianna, de 22 anos, do último período de direito da Faculdade Pitágoras, se desentendeu com o soldador Pedro Henrique Costa Lourenço, de 29. Segundo testemunhas, Pedro Henrique tinha um revólver na cintura e atirou no rosto de Daniel, que morreu na hora. Amigos do universitário morto entraram em luta com o atirador e o imobilizaram. Horas antes, um calouro de 19 anos, do curso de ciências contábeis da PUC, que havia saído da festa, bateu em pelo menos cinco carros estacionados. .

A polícia fez o teste do bafômetro e constatou que o rapaz apresentava mais de três vezes o teor alcoólico limite para crime de trânsito.

“Amor da minha vida, meu filho tão amado e querido. Você agora está com Deus, onde um dia iremos nos encontrar. Meu coração está partido, despedaçado. Mas você foi um anjo que Deus me emprestou, para poder ser sua mãe por 22 anos. Não sei como vou viver com sua ausência aqui na Terra, mas jamais te esquecerei. Te amo, te amo, te amo e assim para sempre será.” Wânia Lúcia Melo Vianna, mãe de Daniel Adolpho de Melo Vianna, em depoimento postado em rede social
.
O rapaz assassinado durante a festa deixou de viajar com a família da mãe para passar o Dia dos Pais em Belo Horizonte, com o pai. Tio materno de Daniel, o comerciante Sérgio Luiz Perpétuo de Melo, de 54, disse que a família está devastada. “Estávamos em Carandaí (137 quilômetros de BH), no meu sítio. Por volta das 4h30, nos deram a notícia. Voltamos na hora. A mãe dele ainda não acredita. A irmã, de 17, está muito abalada. Ninguém entendeu como alguém pode destruir uma família de uma forma tão estúpida”, desabafou.
.
Segundo o comerciante, Daniel era um rapaz de família e muito reservado. “Tinha começado um escritório de advocacia com amigos e todo dinheiro que ganhava usava para comprar algo para casa. Ele era o sonho da minha irmã, que teve de lutar muito em tratamentos para engravidar dele. A ficha dela ainda não caiu”, conta. O pai, em estado de choque, não falou sobre o episódio. O corpo do rapaz deve ser sepultado hoje, às 10h, no Cemitério do Bonfim, na capital.
.
De acordo com uma engenheira ambiental de 26 anos, que participava da festa e pediu para não ser identificada, o homem apontado como assassino chegou ao evento com um grupo que se destacava por um aspecto que ela classificou como “típico de marginais”. “Esse pessoal esquisito mal chegou e a confusão começou, em frente ao banheiro feminino. Escutei um tiro e fiquei apavorada. Fui embora imediatamente. Antes, estava tudo pacífico, com as pessoas dançando e conversando numa boa. Foi só esse pessoal chegar que ocorreu essa tragédia”, conta..

Pelo relato feito à Polícia Civil por seis testemunhas, que são amigas da vítima, Daniel e outro colega estavam de passagem pelo interior do bar, quando o estudante de direito esbarrou na perna de Pedro Henrique e pisou no seu pé, por descuido. O soldador, segundo essa versão, teria se irritado e gritado com Daniel, que abriu os braços, esboçando não ter entendido o que se passava.

.

Nesse momento, o homem teria sacado um revólver da cintura e atirado no rosto da vítima, que morreu na hora. “Pedro correu por 10 metros e os amigos da vítima entraram em luta corporal com ele. Um deles é lutador de jiu-jítsu e conseguiu imobilizar o agressor, que ainda tentou atirar nele, mas a arma caiu”, contou o delegado Sidney Aleluia, da Central de Flagrantes. A Polícia Militar chegou ao local e prendeu o homem, mas a arma desapareceu. “Acredito que algum colega do acusado tenha escondido o armamento”, disse o delegado.

.

EUFÓRICO Na delegacia, Sérgio Luiz, tio do rapaz morto, contou que o soldador não demonstrou arrependimento e seus pais chegaram a zombar da família da vítima. “Minha irmã estava desesperada e os pais daquele monstro ficaram falando que logo ele estaria solto. Se fosse meu filho, iria chegar de joelhos e pedir perdão por ele ter tirado a vida do filho de outra pessoa”, criticou. De acordo com o delegado Sidney Aleluia, o acusado aparentava estar muito eufórico e poderia ter feito uso de alguma substância entorpecente.

.

Pedro Henrique não quis falar sobre o episódio e disse aos policiais militares que não foi ele quem atirou. O advogado Fábio Piló, contratado pela família do acusado para acompanhar a lavratura do flagrante, disse que ainda não havia conversado com o cliente sobre o caso. O delegado disse que indiciaria o homem por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil, impossibilidade de defesa da vítima e com emprego de arma de fogo, além de tentativa de homicídio contra um dos amigos do rapaz e disparo de arma de fogo em via pública. As penas, somadas, em caso de condenação, podem chegar a 54 anos de reclusão e multa.

.

Horas antes do assassinato, ainda pintado de azul, como é tradição na recepção dos calouros, um estudante de 19 saiu da mesma calourada dirigindo seu automóvel Gol, mas perdeu o controle e bateu em pelo menos cinco carros estacionados na Alameda Guajará, a menos de um quarteirão da PUC. Policiais do 34º Batalhão da PM detiveram o motorista, que concordou em soprar o bafômetro. A quantidade de álcool medida no ar expelido pelos pulmões foi de 1,19 miligrama por litro de ar, sendo que o limite para que se configure crime de trânsito é de 0,34 miligrama. O caso foi encerrado na delegacia do Detran e o veículo, levado pela mãe do calouro.

.

Vizinhança pede fim do transtorno

.

Moradores do entorno do bar onde ocorreu o homicídio reclamam que os transtornos relacionados a barulho, sujeira e brigas começaram desde a abertura do estabelecimento, há pouco mais de dois anos. E que, inclusive, procuraram o Ministério Público no fim do ano passado, para relatar os problemas, mas não tiveram retorno. De acordo com o presidente da Associação de Moradores do Bairro Coração Eucarístico, Walter Freitas, festas marcadas em redes sociais chegaram a reunir cerca de 5 mil pessoas nas imediações.

.

“Nas calouradas, vêm alunos da PUC, mas também muita gente de fora, porque os encontros são divulgados na internet. Vira uma verdadeira balbúrdia”, afirma o morador, ressaltando que, ontem, o bar estava aberto. “Estão funcionando, como se nada tivesse ocorrido”, criticou. Os transtornos na região são criticados pela própria PUC, que destacou em nota nada ter a ver com o evento que terminou em morte.

.

O líder comunitário conta que, com tanta gente, o trânsito fica complicado e ônibus das linhas que atendem ao bairro ficam travados entre veículos, muitas vezes estacionados de forma irregular. “Vira um caos generalizado. Os frequentadores ligam o som dos carros e fazem muito barulho madrugada adentro. Atrapalham a passagem de pedestres e de quem chega de carro em casa”, lembrou. Segundo Walter, a associação vai voltar a procurar o MP, desta vez para pedir que o funcionamento dos bares ocorra somente até as 23h, além de reforço de policiamento.

.

Em nota, a PUC Minas informou que o evento não era uma calourada da universidade. E, ainda, que o estabelecimento onde ocorreu o confronto é frequentado por um grande número de pessoas, entre elas, alunos, e que os eventos provocam, muitas vezes, transtornos para o trânsito e riscos para a segurança de toda a comunidade. “Com os moradores da região e a Polícia Militar, a universidade tem mantido um permanente diálogo sobre o problema, entendendo que há prejuízos claros à tranquilidade e à qualidade de vida dos vizinhos do estabelecimento. Além disso, por meio de seus professores, gestores acadêmicos e funcionários, a universidade procura desestimular a ida de seus alunos àquele local, em função, exatamente, das aglomerações que ali eventualmente se dão”, diz trecho da nota.

.

A instituição lamentou o ocorrido, que, de acordo com a nota, “expressa, de modo grave, a banalização da violência em nossa sociedade”. “A PUC Minas reitera sua determinação em continuar buscando uma solução para o fim dos mencionados transtornos, que resulte de um amplo diálogo, envolvendo toda a comunidade”, conclui o texto

.

FONTE: Estado de Minas.


Polícia prende pai de santo que teria incentivado assassinato de mãe e filha em Poços de Caldas

O pai de santo e funcionário público Carlos Henrique Ramos, de 36 anos, foi preso em Poços de Caldas, no Sul de Minas, suspeito de participação na morte de Aline Rosa da Silva, de 30, e da filha dela, de 3. O duplo homicídio aconteceu no último sábado (20).
 .
O principal suspeito do crime, Marcos Francisco Pedrilho, de 23, confessou o crime e contou à polícia que o pai de santo incentivou os homicídios. Segundo o suposto autor, os assassinatos foram cometidos durante um ritual de magia negra.
 .
Ao ser interrogado, Pedrilho disse ser adepto do ocultismo e relatou que teria uma relação homossexual com Ramos, que ainda seria padrasto de Aline. O pai de santo já havia sido ouvido pela polícia e foi preso após a Justiça decretar mandado de prisão preventiva.
 .
O delegado Cleyson Brene, que apura o caso, informou que pretende fazer, na quinta-feira (25) ou na na próxima semana, acareação entre os suspeitos para esclarecer o brutal crime que chocou a cidade.
 .
As vítimas foram encontradas deitadas, abraçadas e cobertas, como se estivessem dormindo. Os dois suspeitos estão reclusos no Presídio de Poços de Caldas.
 .
O caso
 .
O principal suspeito de matar mãe e filha se apresentou à polícia horas após o crime. No primeiro momento, Marcos Francisco Pedrilho disse que tirou a vida da mulher e da filha após Aline falar que a menina não era filha dele.
 .
“Contudo, afastamos a tese de crime passional. As vítimas não apresentavam sinais de defesa, de luta corporal. Além disso, no dia do crime, ele fez publicações no Facebook falando que amava a família”, relatou o delegado.
.
Durante o interrogatório, conforme Cleyson, o homem mudou de versão. “Ele falou que era adepto de magia negra e ocultismo. Disse que os panos eram para que os espírito não saíssem dos corpos. Faltou, também, que uma pessoa teria o instigado a cometer o crime”.

.

Homem confessa que matou mulher e filha em ritual de magia negra

.

O principal suspeito de matar Aline Rosa da Silva, de 30 anos, e a filha dela, de 3 anos, mudou de versão e confessou que o crime aconteceu durante um ritual de magia negra. Marcos Francisco Pedrilho, de 23 anos, se apresentou à polícia após o duplo assassinato.
 .
Os homicídios aconteceram na tarde de sábado (20), em Poços de Caldas, no Sul de Minas. Na ocasião, ele disse tirou a vida da mulher e da filha após Aline falar que a menina não era filha dele.
 .
“Contudo, afastamos a tese de crime passional. As vítimas não apresentavam sinais de defesa, de luta corporal. Além disso, no dia do crime, ele fez publicações no Facebook falando que amava a família”, relatou o delegado Cleyson Brene.
 .
Segundo o investigador, mãe e filha foram encontradas deitadas, abraçadas e cobertas, como se estivessem dormindo. “Ele mostrou frieza e não foi convincente com o relato do crime passional”, disse.
 .
Durante o interrogatório, conforme Cleyson, o homem mudou de versão. “Ele falou que era adepto de magia negra e ocultismo. Disse que os panos eram para que os espírito não saíssem dos corpos. Faltou, também, que uma pessoa teria o instigado a cometer o crime”.
 .
Ao delegado, Marcos Francisco relatou que matou a mulher e a filha incentivado pelo paí de santo do terreiro em que frequentava. Os dois teriam uma relação homossexual e esse pai de santo seria padrasto de Aline.
 .
O homem indicado pelo suspeito foi ouvido pela polícia, que tenta confirmar a ligação entre os dois. Marcos Francisco está recluso no Presídio de Poços de Caldas.

.

FONTE: Hoje Em Dia.


Aprovado projeto que torna crime hediondo o assassinato de policial em serviço

Depois do feminicídio, vem aí o ‘policicídio’.

O texto da lei prevê ainda que o agravamento da pena se estenda em caso de assassinato do cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau do agente público de segurança

Algemas

Projeto de lei que torna crime hediondo e homicídio qualificado assassinar policial, bombeiro militar, integrantes das Forças Armadas, Força de Segurança Nacional e agentes penitenciários, quando estiverem em serviço, foi aprovado nesta quinta-feira pela Câmara. Originário do Senado, o projeto retorna aos senadores para nova apreciação por ter sido modificado pelos deputados. 

O projeto prevê ainda que o agravamento da pena se estende em caso de assassinato do cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau do agente público de segurança. Nesses casos a pena será de reclusão de 12 a 30 anos, enquanto que no caso de homicídios simples a pena de reclusão varia de seis a 20 anos. O texto dos senadores não tratava de penas nos casos dos parentes dos agentes públicos. O projeto aprovado altera o Código Penal e a Lei de Crimes Hediondos e estabelece que a lesão corporal cometida contra agentes de segurança em serviço e seus parentes será aumentada de um terço a dois terços. São classificados, atualmente, como crimes hediondos o genocídio, a tortura, o estupro, o latrocínio, o sequestro, entre outros. Esses delitos não recebem indulto, anistia ou graça e não podem ser objetos de fiança.

Treze tiros marcam escalada do medo
Assassinato de flanelinha na Praça JK às 7h da manhã, quando moradores se exercitavam e crianças brincavam, é ponto alto da sucessão de crimes que amedronta os moradores
Três homens abordaram flanelinha que sempre estava na praça e não deram chance de defesa à vítima (PAULO FILGUEIRAS/EM/D.A.Press)

Bairro em que a tranquilidade cedeu espaço ao medo, o Sion, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, vem acumulando ocorrências de assaltos, arrastões em restaurantes, arrombamentos de veículos, furtos e sequestros-relâmpago. Ontem, esse clima de insegurança chegou ao seu ponto mais alto com uma execução à luz do dia, em um dos pontos mais movimentados da área.

Logo pela manhã, o flanelinha Cleiton Roberto Lopes, de 30 anos, conhecido como Neném, foi assassinado na Praça JK, às 7h, quando diversas pessoas se exercitavam e crianças brincavam no local, usado habitualmente para a prática de atividades físicas e lazer.

O que mais impressionou testemunhas do crime foi a frieza dos três assassinos, que atiraram à queima-roupa no homem, que morreu no local, próximo à casa do vice-governador, Antônio Andrade. “Escutei um barulho, que achei que era bomba, e vi os três fuzilando o rapaz na minha frente. Depois de baleado, ele ainda fez um movimento final de cabeça. Um dos assassinos voltou e deu um tiro de misericórdia”, contou um morador do bairro. Ao todo, foram pelo menos 13 disparos. A testemunha havia acabado de chegar à praça e entregaria o carro ao lavador, que trabalhava diariamente no local. Com o susto, a testemunha voltou pela contramão pela Rua Engenheiro Caetano Lopes e estacionou bem longe do ponto onde faz caminhadas todas as manhãs.

Depois das vários crimes em pontos comerciais – especialmente nas avenidas Uruguai e Nossa Senhora do Carmo – e de rotineiros casos de assaltos e arrombamentos de veículos nas ruas mais desertas, moradores se queixam da mudança de perfil do bairro. “Antes era tranquilo viver aqui. Atualmente, estou impressionada com a violência. Todo mundo tem uma história para contar. Eu já fui assaltada e recentemente minha irmã também, em plena Avenida Uruguai. À noite, as ruas ficam escuras e se chego em casa de carona, desço do carro correndo, com a chave na mão e morrendo de medo”, disse a universitária Jéssica Vieira Taves, de 23. Ele reclama da falta de policiamento no bairro e diz que há poucos dias uma loja de móveis vizinha à sua casa foi arrombada. “Chamamos a polícia, mas eles chegaram depois de 50 minutos, quando os bandidos já tinham fugido e deviam estar bem longe. Até os donos da loja chegaram antes da polícia e entraram sozinhos no estabelecimento”, contou a moça.

Frentista de um posto na Avenida Uruguai, Bruno Marra, de 37, disse também ter sido vítima de bandidos no Sion. “A violência no bairro está geral. Já fiquei refém de um rapaz que chegou aqui com uma faca imensa e me ameaçou de morte. Ele foi embora levando o troco que eu tinha na hora e também o meu sossego. Fiquei amedrontado por muito tempo. Não podia ver uma faca que me lembrava do caso”, disse. Segundo o colega dele André Felipe Monteiro, de 28, são frequentes os casos de furtos em ruas vizinhas ao estabelecimento.

Um morador do bairro que pediu para não ser identificado fez coro às queixas quanto aos problemas de segurança. Segundo ele, havia um pelotão da Polícia Militar instalado no Sion que servia de base para policiais da 127ª Companhia, responsável pelo patrulhamento da área. Há cerca de três anos, no entanto, a corporação encerrou as atividades no local para dar lugar a rondas táticas pela região. “Foi uma luta da comunidade para que a polícia estivesse mais presente. O sossego havia retornado, mas, depois que abandonaram o posto e descentralizaram o serviço, o Sion ficou desguarnecido. Falta policiamento. O bairro está entregue à própria sorte”, critica o morador.

Na avenida Nossa Senhora do Carmo, corredor já apontado pelo site Onde fui Roubado como um dos 10 locais onde mais ocorrem assaltos, os relatos também são de perigo e medo. De acordo com comerciantes, criminosos em motocicletas são os principais responsáveis pelos crimes. Eles costumam abordar as vítimas em sinais ou pontos de ônibus, fugindo com carteiras e celulares.

Um dos casos de maior repercussão na Nossa Senhora do Carmo ocorreu em 27 de maio do ano passado: uma troca de tiros entre policiais militares e dois criminosos causou pânico entre comerciantes e pedestres na via, exatamente na altura do Bairro Sion. Os assaltantes roubaram dois estabelecimentos na Avenida Uruguai e foram surpreendidos na fuga pela PM. A dupla saiu em direção à avenida, onde houve o tiroteio. Um cliente e um frentista foram atingidos. Um comerciante que trabalha perto e pediu para não ser identificado, por medo de represálias, presenciou o caso. “A polícia saiu atirando na rua. Foi um perigo. Os dois bandidos foram presos, mas as pessoas atingidas poderiam ter morrido”, lembra. Segundo ele, assaltos são rotineiros na avenida, que serve ainda como corredor de fuga para os bandidos.

Dois policiais que faziam o patrulhamento ontem na Avenida Uruguai contaram que grande parte dos crimes no Sion e nos bairros do entorno são praticados por moradores de aglomerados vizinhos, especialmente o Morro do Papagaio. “Existe uma disparidade econômica muito grande na região. Os criminosos vêm praticar assaltos aqui, porque sabem que o poder aquisitivo dos moradores do Sion é alto”, disse um deles. “Mantemos presença policial para intimidar a ação dos bandidos, especialmente nos corredores comerciais”, afirmou o outro militar.

Apesar da queixa dos moradores, a Polícia Militar sustenta que os crimes estão em queda no Sion. “A curva é decrescente, se comparado este trimestre com o mesmo período do ano passado. Recebemos, sim, ocorrências, principalmente de arrombamento de veículos, mas as estatísticas do Sion não são diferentes do restante da cidade”, afirmou o comandante da 127ª Cia, major Fabiano Rocha. Segundo ele, o pelotão que funcionava no bairro foi desativado porque a filosofia de trabalho da polícia mudou. “O policiamento fixo não é mais estratégia da PM. Temos o patrulhamento da base móvel, de duas duplas de bike-patrulha, equipes de moto-patrulha, além do monitoramento de rotina e as redes de vizinhos e comerciantes protegidos.” Segundo o comandante, não há previsão de aumento no efetivo do bairro.

O major Fabiano Rocha afirmou ainda que a morte do flanelinha na manhã de ontem foi um caso isolado. “Ele já tinha envolvimento anterior com a criminalidade. Há anos o Sion não registrava nenhum homicídio.” O filho da vítima dos disparos na Praça JK, desolado, esteve no local após o crime. Cleiton era morador da Vila Acaba Mundo, vizinha à praça. Até o fechamento desta edição, os três assassinos não haviam sido presos, segundo a sala de imprensa da PM.

Outros casos de violência

27/5/2014

» Dois homens foram presos, suspeitos de assaltar várias lojas na avenida Nossa Senhora do Carmo. O crime ocorreu à tarde, horário de grande movimento na via. De acordo com a Polícia Militar, os dois fizeram um arrastão na região e roubaram pelo menos três lojas. Uma viatura que fazia o patrulhamento no local flagrou os suspeitos em uma motocicleta. Os homens chegaram a atirar contra a viatura na avenida Uruguai, mas foram detidos e encaminhados à Companhia da PM no Bairro São Pedro.

30/5/2014

» Uma tentativa de assalto terminou com uma pessoa baleada na Nossa Senhora do Carmo. A vítima, um advogado que estava parado no sinal de trânsito, foi abordado em seu veículo, um Volvo XC60 por um rapaz que estava em uma motocicleta preta. O assaltante exigiu que ele entregasse o Rolex que usava. A vítima disse aos policiais que estava tirando o relógio quando o criminoso disparou e atingiu uma de suas pernas. O ladrão fugiu em seguida.


8/8/2014

» Assaltantes fizeram um arrastão em um restaurante na Rua Flórida. Cerca de 20 pessoas estavam no local e enfrentaram momentos de pânico. Segundo as vítimas, enquanto um criminoso armado recolhia os objetos, outro dava instruções para o comparsa atirar. Os bandidos fugiram levando celulares, tablets, dinheiro e outros pertences dos clientes.

6/10/2014

» Dois menores, um de 14 e outro de 17 anos, foram apreendidos, suspeitos de fazer um arrastão em um restaurante de comida japonesa no Sion. Outros dois envolvidos no assalto conseguiram fugir. Foram levados dinheiro e pertences pessoais dos clientes, como celular.

FONTE: Estado de Minas.



%d blogueiros gostam disto: