Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Homem estaciona em vaga para deficientes e tem carro coberto de papeis

Até o momento cerca de oito mil pessoas compartilharam a publicação

Reprodução

Homem para em vaga de deficiente e tem carro coberto com sinalização que indica vaga de deficiente


Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra um motorista, em Maringá (PR), que, ao estacionar no local reservado para pessoas com deficiência, teve seu carro coberto com uma sinalização comumente usada para identificar a restrição da vaga.

No vídeo, ele demonstra uma certa irritação com o ocorrido. Até o fim da tarde esta quarta-feira (24), cerca de 8.000 pessoas já tinham compartilhado a publicação.

Veja o vídeo:

FONTE: O Tempo.


Cruzeiro proíbe torcidas organizadas de usar os símbolos do clube

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Reunião do Conselho Deliberativo aprova decisão depois de casos de confusão que envolveram duas facções cruzeirenses ao longo da disputa do Campeonato Brasileiro

A sequência de confusões envolvendo duas torcidas organizadas do Cruzeiro durante a disputa do Campeonato Brasileiro fez a diretoria celeste tomar uma atitude drástica. Uma reunião do Conselho Deliberativo do clube mineiro na quinta-feira decretou que a Máfia Azul e a Pavilhão Independente estão proibidas de utilizar a marca do clube.

O presidente do Conselho Deliberativo do Cruzeiro, Wilmer Santa Luzia Mendes, explicou a decisão tomada pelo clube.

– Os conselheiros apresentaram um documento decidindo proibir o uso da marca, escudo ou qualquer símbolo do Cruzeiro Esporte Clube por qualquer torcida organizada. O Cruzeiro não pode se responsabilizar pelos atos das torcidas organizadas. A decisão está valendo desde a reunião e teve votação unânime, com quase 300 assinaturas no abaixo-assinado.

Logo após o término do Campeonato Brasileiro, o presidente Gilvan de Pinho Tavares já havia criticado as organizadas e cogitado a proibição do uso da marca do clube por elas.

– Eles usam a nossa marca para ganhar dinheiro. O que eles fazem é tirar receita do clube em benefício próprio. E marginais chegam ao comando dessas torcidas, e conseguem arrecadação usando as cores e a marca do clube. Só servem para brigar, não para torcer. São organizadas na hora de agredir.

A primeira grande confusão ocorreu no clássico contra o Atlético-MG, no dia 13 de outubro, vencido pelo Galo por 1 a 0. Incidentes ocorreram antes e durante a partida no Independência, quando torcedores cruzeirenses brigaram do lado de fora do estádio e jogaram bombas e objetos em direção à torcida rival dentro do estádio.

A outra grande polêmica foi no último jogo do Cruzeiro em casa no Brasileirão. Quando toda a festa estava preparada do lado de fora do Mineirão para celebrar a conquista do tricampeonato, membros das duas torcidas organizadas entraram em confronto e protagonizaram cenas de selvageria, que acabaram cancelando a festa.

FONTE: Máfia Azul.


Em rota de colisão

Cruzeiro e autoridades têm discursos opostos em relação à preparação da festa, e Polícia Militar vai pedir extinção de Máfia Azul e Pavilhão Independente

Vândalos derrubaram uma árvore de grande porte durante o confronto (Paulo Filgueiras/EM/D.A PRESS)
Vândalos derrubaram uma árvore de grande porte durante o confronto

A falta de diálogo e planejamento adequado para o que deveria ter sido a festa do tricampeonato do Cruzeiro, domingo, do lado de fora do Mineirão, pode ter facilitado mais um episódio de guerra entre duas facções organizadas – Máfia Azul e Pavilhão Independente – de conhecida rivalidade e histórico conturbado. Um dia depois do desespero, pânico e correria tomarem conta de torcedores celestes na Avenida Abrahão Caram, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros disseram não ter sido previamente comunicados sobre os preparativos de uma comemoração que, ao ritmo do maior trio elétrico do mundo, prometia a distribuição de 100 mil latões de cerveja a um público de nada menos do que 40 mil pessoas.

Embora Cruzeiro e empresa responsável pelo evento aleguem ter repassado todas as informações necessárias, ambos os órgãos apontam irregularidades e preparam um relatório técnico a ser entregue ao Ministério Público do estado. A PM vai além e solicita a extinção das duas organizadas, que somente em 2013, já protagonizaram pelo menos quatro confrontos registrados em estádios. O saldo da selvageria impressiona: 51 pessoas foram presas, sendo 22 por causa das brigas depois da partida e 28 flagrados no entorno do estádio, como flanelinhas, cambistas e responsáveis por furtos. Foram feitos 38 boletins de ocorrência e 127 ônibus do transporte coletivo de Belo Horizonte foram para as garagens depredados.

“Nós só fomos acionados para tratar do jogo”, disse o tenente-coronel Alberto Luiz, assessor de Comunicação da Polícia Militar, ao sustentar que a corporação não foi consultada para discutir sobre os procedimentos. Segundo ele, em uma discussão mais aprofundada sobre o evento, a PM colocaria em questão dois tópicos. “Seria necessário discutir mais sobre a distribuição de bebidas alcoólicas e a confraternização de torcidas rivais dentro da própria torcida”. O chefe do Comando de Policiamento Especializado da PM mineira, coronel Antônio de Carvalho, corroborou. “A PM não foi acionada para fazer a segurança da festa. Fomos até próativos e entramos em contato com o clube sexta-feira para oferecer suporte, mas a empresa contratada não seguiu nossas orientações básicas de segurança”.

O Corpo de Bombeiros também garante que a festa não foi realizada dentro dos trâmites previstos, com o envio do projeto temporário com 15 dias de antecedência. “Fiscalizamos o local por sabermos do evento”, disse o capitão Wendell Hoover, da Companhia de Prevenção do 3º Batalhão.

O Cruzeiro, por outro lado, garantiu que a PM foi procurada em reuniões com a Comissão de Monitoramento da Violência em Eventos Esportivos e Culturais (Comoveec) e Federação Mineira de Futebol (FMF), quando o pedido de segurança externa no estádio foi reforçado. A empresa Loja Estrutura de Eventos, contratada para organizar a festa, alegou ter repassado todas as informações sobre instalação do trio elétrico, banheiros químicos e realização do evento ao Cruzeiro.

O dia seguinte à selvageria foi de muita limpeza e reparos do lado de fora do Mineirão. Ponto da comemoração que acabou cancelada, a esquina das avenidas Abrahão Caram e Coronel Oscar Paschoal amanheceu com uma árvore de médio porte arrancada e a praça completamente pisoteada, com muita lama no lugar da grama. No Mineirinho, vândalos danificaram parte da grade de proteção e quebraram duas pilastras de concreto que fazem parte da cerca do ginásio. A Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) teve muito trabalho com montanhas de resíduos, formadas por sacos, copos, latas, espetos, além de considerável quantidade de óleo, gordura e carvão deixados por ambulantes.

MORADORES ASSUSTADOS  Já acostumada com a baderna e sujeira depois das partidas, desta vez a população do entorno se assustou com as cenas de violência. Para a membro da Associação Pró-Interesses do Bairro Bandeirantes, Adrienne Moore, o que se viu em frente ao Mineirinho foi uma praça de guerra. “Os moradores ficaram muito assustados. Penso que tudo que aconteceu no domingo é resultado de uma desordem total na regulação desses eventos. A baderna desses jogos está tomando um vulto cada vez maior”, opinou. Um dos diretores da Associação dos Moradores dos Bairros São Luiz e São José, Fábio Souza Melo, chamou a atenção para o fato de que ambulâncias tiveram dificuldades para chegar aos feridos. “Carros particulares tiveram que socorrer as pessoas. A situação era de calamidade.” O MP disse que aguardará documentos da PM e dos Bombeiros para se pronunciar.

PUNIÇÃO No início da noite de ontem, o Cruzeiro divulgou nota em seu site ressaltando que se reuniu com diversas autoridades na preparação do evento. O primeiro encontro ocorreu em 21 de novembro, na Região Integrada de Segurança Pública, com Polícia Civil, Militar, prefeitura, Corpo de Bombeiros, BHTrans e Minas Arena. “No dia seguinte, houve outro encontro, na Minas Arena, para tratar de detalhes do evento e foi encaminhado ofício para a PM reafirmando a festa, com público estimado de 50 mil a 70 mil”. Comparando a ação dos vândalos aos “famigerados Hooligans”, na Inglaterra, o clube pediu rigor na punição e identificação dos vândalos. “O que temos visto não são situações que devam ser tratadas nos tribunais esportivos, mas reprimidas com ações enérgicas dos responsáveis por coibir a violência e manter a ordem pública.”

Rastro da destruição

3,5
toneladas de lixo ficaram acumuladas no entorno do Mineirão

60
garis cuidaram da remoção e lavação das ruas de acesso e dos bairros São Luiz e São José

2
caminhões pipa e dois basculantes foram utilizados

127
ônibus do transporte coletivo foram depredados, mais do que o dobro do jogo contra o Grêmio (54 veículos)

De longa data…
» 6 de agosto de 2012
Briga entre membros da Máfia Azul e Pavilhão Independente na Estação Santa Tereza do metrô acaba com 18 presos. Alguns vagões e as dependências da estação são depredados

» 8 de setembro
Nova confusão, dessa vez durante o jogo Cruzeiro 1 x 0 Flamengo, no Mineirão

» 10 de outubro Logo depois de Cruzeiro 0 x 2 São Paulo, integrantes das facções voltam a se enfrentar na Avenida Abrahão Caram. Sete são detidos. Um torcedor é atingido na cabeça por uma haste de bandeira e fica ferido

» 13 de outubro
Facções se enfrentam nas arquibancadas do Independência, antes do clássico Atlético 1 x 0 Cruzeiro. Na mesma partida, uma bomba é atirada sobre atleticanos. Ambos os clubes são punidos com perda de mando de campo

» 22 de outubro
Ministério Público de Minas Gerais proíbe Máfia Azul e a Pavilhão Independente de entrar nos estádios portando bandeiras, faixas, instrumentos destinados à bateria ou charanga, até 20 de março de 2014

» 1º de novembro
Briga entre as duas torcidas provoca cancelamento da festa programada para a parte exterior do Mineirão, depois de Cruzeiro 1 x 2 Bahia

Veja também:

CRUZEIRO – suspeita de jogo vendido

 

 

FONTE: Estado de Minas.

A iguaria feita com carne de vaca Wagyu, sal azul da pérsia e trufas brancas de Alba promete uma experiência gastronômica única

Sanduíche

O hambúrguer vem com 200g de carne bovina e sal azul extraído das minas ao norte da província de Semman, no Irã

Quanto você pagaria por um hambúrguer? Há quem diga que não há problema em gastar um pouco mais para desfrutar de boa comida. Então, que tal provar um hambúrguer que custa R$225. Este é o preço do Burger Lab Star, o hambúrguer mais caro da cidade de São Paulo.

Um conjunto de ingredientes pra lá de requintados compõem este que, em geral, é um lanche de preparo rápido e com componentes simples. Pra começar, o sanduíche criado por Jorge Boratto, gourmet que viveu na França antes de idealizar a rede Burger Lab, vem com 200g de carne bovina, mas não de qualquer vaca! A carne é de vacas do japão, da raça Wagyu, considerada a melhor e mais cara do mundo.

Para dar sabor, um pouco de sal azul da Pérsia, extraídos das minas ao norte da província de Semman, no Irã. O Burger Lab Star, vem acompanhado de um escalope de 90 gramas de foie gras fresco. Já o queijo, não poderia ser outro se não o “melhor queijo do mundo”, o Gruyère. De acordo com o site do restaurante, este queijo é produzido em condições bem controladas, que vão desde a quantidade de água e pasto ingeridos pelas vacas que produzirão o leite que dará origem ao queijo.

O toque final é dado pelas trufas brancas de Alba, Itália, um dos itens mais caros do prato. Não existe método de cultivo em cativeiro, por esse motivo o preço exorbitante, em que o quilo pode custar até 12 mil euros. As melhores safras ocorrem nos outonos chuvosos e úmidos. Ao que parece, a origem de cada ingrediente é o que confere ao hambúrguer o status de “celebridade”. Provar a iguaria promete ser uma experiência gastronômica única!

FONTE: Estado de Minas.


Candidatos já podem consultar o gabarito oficial do Enem 2013

enem2013

Os candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já podem consultar o gabarito aqui. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta terça-feira as repostas dos cadernos de prova. A previsão era que o gabarito fosse divulgado até nesta quarta-feira (30). O resultado final do exame será divulgado apenas na primeira semana de janeiro.

Sábado, dia 26/10/2013 Domingo, dia 27/10/2013
Gabaritos Gabaritos
CADERNO 1 – AZUL CADERNO 5 – AMARELO
CADERNO 2 – AMARELO CADERNO 6 – CINZA
CADERNO 3 – BRANCO CADERNO 7 – AZUL
CADERNO 4 – ROSA CADERNO 8 – ROSA

Mesmo com o gabarito em mãos os candidatos não conseguirão saber a nota que tiraram, porque o sistema de correção do Enem usa a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), ou seja, o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, um item que teve grande número de acertos será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos e o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.

Nas redes sociais, durante a tarde, a ansiedade era grande: “quarta-feira chega logoo… #gabaritoenem”, escreveu uma usuária do Facebook. Muitos recorreram a gabaritos extraoficiais de cursinhos ou veículos de comunicação. Alguns ficaram satisfeitos, outros, nem tanto: “Arrasada! #gabaritoenem”, comentou uma usuária do Twitter.

O Enem foi aplicado no último final de semana a mais de 5 milhões de estudantes em 1,1 mil cidades em todo o país. No primeiro dia (26), eles responderam a 90 questões a questões de ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia) e de ciências da natureza (química, física e biologia). No segundo dia (27), foram 180 questões de linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, além da redação.

Fonte: site do ENEM.


Ônibus Flecha Azul faz última viagem e vira peça de museu

Após rodar 24 mil quilômetros e transportar 2.561 passageiros, coletivo da Cometa é aposentado em grande estilo. Fãs guardam muitas histórias e até tatuagem do ônibus

Motoristas com uniforme de época e banda para receber os últimos passageiros (Viação Cometa/Divulgação)
Motoristas com uniforme de época e banda para receber os últimos passageiros

O último ônibus Flecha Azul concluiu nesta semana a derradeira viagem e agora vai ganhar aposentadoria em lugar de destaque na garagem da empresa. O trecho ida-e-volta entre São Paulo e Campinas foi o escolhido para a última das 65 viagens comemorativas do aniversário da Viação Cometa. O percurso inaugural foi entre São Paulo e Belo Horizonte, em agosto.

O Flecha Azul prefixo 7455, ano 1999, modelo 1976, foi o último fabricado pela Companhia Manufatureira Auxiliar (CMA), empresa criada pela Cometa para produzir os próprios veículos. Após ser vendida ao grupo JCA, os antigos “Dinossauros”, um dos apelidos dos ônibus, foram pouco a pouco sendo retirados da frota. Esse foi totalmente reformado, ganhou ar-condicionado, Wi-Fi e bancos de couro, mas manteve todo o charme e atração de um ônibus clássico, típico de filmes “On The Road” americanos. Os dois motoristas escolhidos para conduzir o Flecha Azul usavam uniforme de época, com direito a quepe e óculos Ray Ban.O veículo foi colocado em atividade normal, com passagens vendidas no mesmo valor de uma viagem em ônibus executivo equivalente. A cada partida, uma miniatura do Flecha Azul foi sorteada entre os passageiros. Para o trecho final, 15 pessoas com acompanhtes foram selecionadas num concurso cultural que recebeu 193 participações. Os “busólogos”, como são conhecidos os fãs de ônibus, e admiradores da empresa paulista contaram uma história de vida envolvendo o Cometa. O grupo ganhou uma passagem ida-e-volta com direito a almoço, além de muita história para contar.

André Accarini possui três tatuagens com relação à Cometa (Viação Cometa/Divulgação)
André Accarini possui três tatuagens com relação à Cometa

Segundo balanço feito da empresa, foram mais de 24.000 km rodados entre 24 de agosto e 23 de outubro, com 2.561 passageiros transportados em destinos nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. Foram 19 cidades: São Paulo, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Caxambu, Rio de Janeiro, Volta Redonda, Curitiba, além dos municípios paulistas de São José do Rio Preto, Franca, Araraquara, Ribeirão Preto, Lorena, Itapetininga, Santos, Sorocaba, Jundiaí, Campinas e Praia Grande.

Um dos condutores do ônibus é Marcos Ernesto, com 11 anos de casa. Ele e Ricieri Antunes foram selecionados entre outros 1.200 motoristas da Cometa. De acordo com Ernesto, uma das viagens mais marcantes foi o primeira até Belo Horizonte. “O Flecha Azul praticamente fechou a rodoviária na capital mineira, com passageiros e busólogos abraçando e beijando a lateral e a frente do ônibus”, revela.

VEJA FOTOS DO FLECHA AZUL!

O veículo tem motor de seis cilindros em linha com injeçaõ direta de diesel e 360 cavalos de potência. “O bom de dirigir especificamente este ônibus é poder sentir a ‘pegada’ da troca de marchas e sintonia somente pelo ronco do motor”, conta orgulhoso o condutor.

Ar-condicionado, bancos de couro e Wi-Fi para os viajantes  (Viação Cometa/Divulgação)
Ar-condicionado, bancos de couro e Wi-Fi para os viajantes

O jornalista André Accarini, 43 anos, de São Paulo, foi um dos passageiros da última viagem do Flecha Azul. “Desde que me conheço por gente, já gostava dos onibus da Cometa. E o que me mais me marcou foi o patrimônio humano: os motoristas e funcionários sempre foram muito atenciosos”, conta. A paixão é tanta, que André possui três tatuagens com símbolos da empresa: um enorme cometa Halley no braço direito, o logotipo antigo no outro braço e um “estrelão”, outra marca clássica da Cometa.

Além do trecho final, André ainda viajou entre São Paulo e Araraquara (SP) e Campinas a Santos, relembrando bons tempos de infância e adolescência. “Eu acho interessante ver a reação das pessoas nas estradas. Ao viajar no lado esquerdo, é possível notar os carros passando com pessoas fotografando o ônibus”, diz. O jornalista, que não se define como “busólogo”, mas fã da empresa, filmou trechos da viagens e publicou na internet. Um dos vídeos já passou de duas mil visualizações. “Você fica maravilhado ao andar. Gosto muito do ronco do motor, dos bancos, da suspensão”, conta.

Desde os 8 anos de idade que o engenheiro Francisco Araújo admira ônibus clássicos (Arquivo Pessoal)
Desde os 8 anos de idade que o engenheiro Francisco Araújo admira ônibus clássicos

Outro passageiro que reviveu lembranças a bordo da última viagem do Flecha Azul é o engenheiro eletricista Francisco Carlos de Araújo, 58 anos, de São Paulo. Devido compromissos de trabalho, por quase trinta anos viajou pelo estado, quase sempre em ônibus da empresa. Mas a relação com os coletivos vem ainda de mais tempo e valeu uma das histórias escolhidas.

CLIQUE E VEJA FOTOS DA ÚLTIMA VIAGEM DO FLECHA AZUL! 

Aos oito anos, no então pacato bairro de Vila Guilherme, Francisco teve os primeiros contatos com os ônibus. Devido obras para construção da marginal, o trânsito foi desviado para a rua da família, num trajeto em que os ônibus iam da garagem da empresa até a antiga rodoviária de São Paulo, na Estação da Luz. Na época a Cometa operava o GM Coach PD-4104, importado dos Estados Unidos e apelidado de “Morubixaba”.

Vestido com uniforme da companhia, Rubens de Farias exibe ônibus tatuado (Viação Cometa/Divulgação)
Vestido com uniforme da companhia, Rubens de Farias exibe ônibus tatuado

“Posso dizer que foi uma das minhas felicidades da infância. Os ônibus passavam por ali, causavam um certo congestionamento e faziam um ronco forte do motor. Durante os quase dois anos do desvio, sempre pedia meu pai para andar naquele ônibus”, relembra. Mais tarde, quando teve um filho, a situação se repetiu e foi a vez de Francisco levar o rebento para um passeio de onibus.

VEJA FOTOS DO FLECHA AZUL EM BELO HORIZONTE!

O engenheiro fez uma viagem ida-e-volta de São Paulo a São José do Rio Preto a bordo do último Flecha Azul, ainda sem saber se seria um dos escolhidos para o passeio final. Além de ter sido selecionado, ainda ganhou a última miniatura do ônibus rumo a Campinas. “O mundo está hipertecnológico, mas perdeu muito do romantismo daquela época. Os motoristas tinham uniformes completos, com quepe. Existiam todos aqueles códigos entre os condutores nas estradas, com acenos e piscadas de faróis e setas. Com a pressa do dia-a-dia ninguém percebe mais a máquina, pensa apenas na chegada e partida. Existem ônibus modernos e confortáveis, como o Marcopolo G7. Ele é bonito, mas ninguém o admira”, analisa.

Destino do Flecha Azul

Após cumprir a jornada de 65 viagens e 24 mil quilômetros, o Flecha Azul 7455 será guardado no acervo histórico da Cometa, na capital paulista,  que conta inclusive com veículos mais antigos. Ainda não há informações para outras viagens, mas o modelo será exibido entre 9 e 10 de novembro na exposição Viver, Ver e Rever (VVR) de veículos antigos, no Memorial da América Latina, em São Paulo. A empresa não tem planos de comercializar as miniaturas que foram sorteadas nas viagens.

“É muito gratificante ver o reconhecimento e a afeição de nossos clientes, as publicações nas redes sociais, o entusiasmo a cada post na Fan Page. Nos aproximamos muito de nossos clientes com essa campanha, e este é um canal que pretendemos manter ativo”, afirma Carlos Otávio Antunes, presidente da Cometa e do grupo JCA.

Busólogos e admiradores da marca na última viagem (Viação Cometa/Divulgação)
Busólogos e admiradores da marca na última viagem

Veja mais:

https://universobh.wordpress.com/2013/08/24/cometa-flecha-azul-de-volta/

https://universobh.wordpress.com/2013/08/26/cometa-flecha-azul-faz-sucesso/

FONTE: Estado de Minas.


Gol e TAM vendem passagens a partir de R$ 49 e Azul oferece tarifas por R$ 59,90

A Gol divulgou promoção de passagens por R$ 89 o trecho para compra neste fim de semana. A empresa não fez nenhuma divulgação oficial, mas colocou a volta por R$ 39. Com isso, neste fim de semana está no ar a melhor promoção de 2013. Uma passagem de ida e volta de Confins para Guarulhos sai por R$ 98,90. Ou seja, você vai pagar R$ 49 o trecho.
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A TAM não divulgou nenhuma promoção, mas está com ótimos preços. Nos voos do Santos Dumont para Confins a viagem de ida e volta na TAM sai por R$ 107 e na Gol você vai pagar Gol R$ 100,90. De Confins para Congonhas, aeroporto mais importante do Brasil para as viagens de negócios,  a viagem de ida e volta sai por R$ 109,90.
A Azul uma promoção que garante passagem a partir R$ 89 ou três mil pontos por trecho no Tudo Azul, programa de fidelidade da companhia. A empresa também caprichou. Nos voos de Confins para Guarulhos ou Campinas cada trecho custa R$ 59,90. Já na ponte érea da Azul (Campinas/Santos Dumont) a ida ou a volta é encontrada por R$ 85.
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Nos voos da ponte aérea Rio/São Paulo os preços oferecidos pela Gol e TAM são os mesmos. A ida e a volta custam R$ 128. Na Avianca você vai pagar R$ 190.A Azul não tem voos nos dias úteis entre o Santos Dumont e Congonhas e no sentido inverso.
Os preços citados nesta matéria não estão com as taxas de embarques somadas e foram pesquisados para viagem numa terça ou quarta-feira. Em outras datas também é possível encontrar as tarifas mais baratas. Na Gol as viagens poderá ser até 12 de dezembro e na Azul até 30 de novembro.
FONTE: Tudo Viagem.


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