Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Barulho e desconforto

Música alta de madrugada, sujeira espalhada nas calçadas e trânsito caótico são alguns problemas enfrentados por quem vive ou trabalha na Rua Alberto Cintra, no Bairro União

 

Movimento noturno na rua é intenso de quarta a domingo, atraindo grande número de pessoas aos barzinhos e restaurantes (Ramon Lisboa/EM/D.A Press)
Movimento noturno na rua é intenso de quarta a domingo, atraindo grande número de pessoas aos barzinhos e restaurantes
Falta de bom senso e muitas reclamações. Essa é a realidade em um dos mais concorridos pontos da noite belo-horizontina. Entre sorrisos, bate-papo, cerveja gelada e boa comida nas dezenas de bares e restaurantes da Rua Alberto Cintra, no Bairro União, Nordeste da capital, muita gente se sente incomodada com a insistência de alguns donos de estabelecimento em colocar o som a todo volume, muitas vezes do lado de fora, o que tem afastado clientes dos comerciantes vizinhos e tirado o sono de quem mora no local.Fernando Zanforlin, dono de uma delicatéssen e morador de um prédio na via, tem duplo motivo para reclamar. “Na área comercial perdemos aquela característica de ambiente família, ponto de encontro de amigos, local ideal para um happy hour. Há donos de bar que extrapolam com o som em alto volume. Fica um ambiente tenso, com pelo menos quatro bares no quarteirão disputando quem tem o equipamento mais potente. Isso acaba por atrair um público do tipo que coloca música alta no carro e fecha a rua. E, para os outros comerciantes, mesas vazias, pois seus clientes, que buscam um espaço agradável para bate-papo, são afugentados pela poluição sonora”, protestou.

Zanforlin diz que no outro quarteirão não é diferente. Ele conta que não tem como descansar em seu apartamento. “O estresse da poluição sonora que enfrento no trabalho se repete abaixo do prédio onde moro, com a disputa de quem coloca músicas em alto volume, em caixas de som nas áreas externas dos estabelecimentos, sem qualquer isolamento acústico.”

Na noite da quinta-feira, a reportagem do Estado de Minas esteve na Rua Alberto Cintra e constatou que nem a presença de fiscais da Regional Nordeste da Prefeitura de Belo Horizonte inibiu o som alto das caixas que ficam na calçada em frente aos bares. Jomilda Neves, gerente do restaurante de comida japonesa Yohei, um dos pioneiros na rua, disse que o ponto está anunciado para vender. “Não temos mais aquele espaço em que as pessoas vinham se divertir, com parentes e amigos, com música ambiente. Hoje é som alto, músicas que agitam as pessoas, do lado de fora, que atrai quantidades e tumultos. Falta bom senso de alguns donos de bares. Aqui está virando terra de ninguém, sem regras de boa convivência. Famílias e grupos de amigos, que gostam de um bom prato, não se sentem à vontade em meio a tanto barulho”, lamentou Jomilda.

Pelo menos três quarteirões da via concentram bares e restaurantes dos mais variado estilos. São dezenas de estabelecimentos no trecho entre as ruas Flor de Jequitibá e Pitt, onde três bares abusam do som em alto volume, com caixas em espaço externo ou direcionadas para a Rua Alberto Cintra. Num dos casos, o bar fica bem abaixo de um prédio residencial. Já no outro quarteirão, sem prédio residencial, entre as ruas Nelson e Arthur de Sá, a disputa de quem coloca o som mais alto envolve pelo menos cinco bares.

No local há dois imóveis residenciais, um fechado e à venda. No outro, o proprietário colocou um apelo no portão para que urinem nas árvores, para não corroer a estrutura de metal. Além do som alto, a sujeira nas ruas, mesmo com o esforço dos comerciantes com a instalação de lixeiras, é mais um problema na Alberto Cintra, que, nas noites de quarta-feira a domingo, fica com o trânsito complicado devido à quantidade de veículos, muitos estacionados de forma irregular.

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FONTE: Estado de Minas.


Bares no entorno de faculdade criam ‘inferno’ para moradores
Multidão de estudantes se concentra em estabelecimentos até a madrugada, ocupando rua e calçadas

Uni

Obstáculo. Porteiro teme problemas provocados por estudantes que se aglomeram em frente a edifício

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Quatro barzinhos no mesmo quarteirão de uma via residencial estreita vendem cerveja long neck por R$ 2,50 a poucos metros de uma faculdade. É nesse cenário que a rua Vitório Magnavacca, no bairro Buritis, na região Oeste da capital, se tornou há poucos meses um point para estudantes e um verdadeiro inferno para moradores.

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Desde fevereiro, pelo menos oito inquilinos de um prédio residencial acima dos estabelecimentos já se mudaram em razão da bagunça. Em meio à multidão de estudantes que tomam conta da rua nas quintas e sextas-feiras, é acrescido um playlist de músicas que vai de sertanejo e samba a axé e funk. Em volume alto, a cada dois minutos as músicas estão no som de um carro diferente.

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O movimento dos bares no entorno de universidades ocorre principalmente em início de semestre, época das famosas calouradas, e tem sido sinônimo de transtorno para áreas residenciais. No Buritis, a concentração de alunos está no entorno do Centro Universitário Belo Horizonte (Uni-BH).
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No dia 8 de agosto, as festas no entorno da Pontifícia Universidade Católica (PUC Minas) foram interrompidas pelo assassinato de um jovem de 22 anos, caso que motivou a regulamentação dos serviços de bares e um maior rigor na realização de eventos. Há dois anos, os mesmos problemas ocorriam no bairro Cruzeiro, na região Centro-Sul, onde fica a universidade Fumec.

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Balada. Na última semana, a reportagem percorreu regiões onde há a combinação de bares e faculdades. É no intervalo das aulas, às 20h30, que os estudantes trocam as salas de aulas pelas farras no bairro Buritis e deixam ruas, passeios e portas de prédios totalmente ocupados, inclusive com alunos tocando instrumentos em plena calçada. “Eu que chamei a bandinha e negociei a promoção da cerveja no bar”, contou um universitário, que não quis ser identificado.

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Veja vídeo

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FONTE: O Tempo.


Cintra

A primeira vez que passei pela rua Alberto Cintra eu fiquei impressionada com o movimento. Achei sensacional a animação do povo, estava rolando até samba. Para quem ainda não conhece vou explicar melhor.

Imagine bares e restaurantes com movimento de terça a domingo. Em um único fim de semana, cerca de 30 mil pessoas passam por lá. As opções gastronômicas são as mais variadas e vão desde comidas alemã e japonesa até espetinhos e frutos do mar. Não estamos falando da rua Pium-I, no Sion, nem da avenida Fleming, na Pampulha. Essa é a rua Alberto Cintra, no bairro União, o mais novo point de Belo Horizonte.

O grande movimento começou há pouco mais de um ano e meio, pouco tempo depois que o empresário Mauro Henrique Gonçalves inaugurou o Espetáculo Espeteria. “Há dois anos, não tinha nada. Eu dei um pouco de sorte. A avenida se tornou um polo gastronômico. A gente não pode reclamar do movimento”, comemora. O empresário Frederico Moreira também foi surpreendido positivamente pela “explosão” da Alberto Cintra, que ocorreu um mês após a abertura do seu restaurante, o Iscas Gastronomia e Cultura. “Hoje são cerca de 25 estabelecimentos em sete quarteirões”, conta Moreira.

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FONTE: O Tempo.


Dupla é presa falsificando bebidas em fábrica clandestina no Caiçara

Eles revendiam produto para boites, bares e restaurantes da capita; fábrica tinha garrafas vazias, selos e rótulos falsificados

Uma quadrilha especializada na venda de bebidas falsificadas para casas noturnas de Belo Horizonte foi presa e apresentada na tarde desta quinta-feira (25) pela Polícia Civil.

A fábrica ficava no bairro Caiçara, região Nordeste de BH e dois homens que trabalhavam falsificando as bebidas foram presos em flagrante.

Eles compravam garrafas e embalagens originais em buffets e as enchiam com bebidas que tinham um valor comercial menor, em seguida, selavam e lacravam as garrafas para revenderem.

Na fábrica, foram apreendidas várias garrafas vazias de whiskies das marcas Johnny Walker Red Label Black e Buchanan’s, bem como garrafas vazias de vodka, também de marcas famosas.

Além disso, foram encontrados selos, tampas, lacres, caixas intactas, funil, cola, garrafas de álcool, essências e garrafas cheias, lacradas e encaixotadas, prontas para serem comercializadas.

A apresentação aconteceu na 5ª Delegacia Especializada em Repressão a Organizações Criminosas (Deroc),  Na operação, que foi realizada na manhã desta quinta-feira (25), policiais civis também fecharam uma fábrica, no bairro Caiçara, na região Noroeste da capital, onde era feita a adulteração.

A dupla vinha sendo investigada há cerca de um mês e, segundo o delegado Daniel Balthazar.

 

FONTE: O Tempo.


Bares se impõem pela qualidade dos petiscos e atraem clientela de toda BH

Exemplos no Barreiro, Esplanada, Graça, Jardim Guanabara, Padre Eustáquio vão além das fronteiras e fazem clientes de outras regiões atravessarem a cidade em busca do petisco ideal

O Bar do Zezé, no Barreiro, que começou como mercearia e hoje serve clássicos da gastronomia de boteco. O proprietário José Batista Martins conta que a casa costuma receber até estrangeiros que vêm à cidade a trabalho (FOTOS: MARCOS VIEIRA/EM/D. A. PRESS)

O Bar do Zezé, no Barreiro, que começou como mercearia e hoje serve clássicos da gastronomia de boteco. O proprietário José Batista Martins conta que a casa costuma receber até estrangeiros que vêm à cidade a trabalho

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Boa parte dos bares e restaurantes mais conhecidos de Belo Horizonte está na Região Centro-Sul. Tomando a Praça Sete como ponto de partida, o que levaria alguém a cruzar a cidade por 15 quilômetros para beber cerveja e comer algo? Graças a sua boa reputação (e petiscos bem bolados), o Bar do Zezé, no Barreiro, consegue mobilizar fregueses para isso. Outras casas, espalhadas por bairros nos quatro cantos da capital mineira, também conseguem se impor para muito além de alguns quarteirões.

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O caso de José Batista Martins, o Zezé, é mesmo marcante. Seu bar foi inaugurado em 2004, substituindo, pouco a pouco, a mercearia que abriu no mesmo imóvel, em 1980. Eram quatro mesas, um fogão de duas bocas e um pequeno balcão. “Quando os supermercados chegaram ao bairro e ficou difícil (manter a mercearia), tive de dar um jeito. O negócio foi dando certo, fui campeão do Comida di Buteco quando participei pela primeira vez, ampliei a loja e, hoje, virou um botecão”, lembra ele. Atualmente, são quarenta mesas.

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Até hoje, o Zezé mantém no cardápio os mesmos pratos do dia, como a rabada com batata (R$ 27,50, para duas pessoas), às sextas, e a feijoada completa, aos sábados (R$ 48, para três pessoas). Na seção fixa, há itens como o bolinho de milho com bacalhau (R$ 27,50, 12 unidades) e a carne de panela com jiló recheado com bacon, angu mole e queijo de minas e cebolinha (R$ 21,50, para duas pessoas), sendo este uma das criações que mais ajudaram a erguer a fama da casa. Fora galinhada, canjiquinha com costelinha, dobradinha e por aí vai.

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Talvez por ser uma verdadeira coleção de autênticos clássicos de boteco, o cardápio é levado como lembrança por alguns clientes que vêm de longe. “O bar atrai muita gente de fora, incluindo Rio e São Paulo. Até gringo que vem por conta dessas empresas na Cidade Industrial e Contagem aparece aqui. Gente da Itália, Estados Unidos, Inglaterra. Eles pedem para vir”, conta Zezé. Nem ele nem seus funcionários dominam uma segunda língua, mas todo mundo se entende.
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CORRESPONDÊNCIA No extremo oposto da cidade, a 21 quilômetros dali, o Silvio’s Bar é referência não apenas no Bairro Esplanada, mas em boa parte da Região Leste. Foi aberto em 1972 por Maria da Piedade Gonçalves e seu marido, Silvio, que morreu sete anos atrás. As banquetas ao redor do balcão comprido são os lugares mais disputados e também a marca registrada da casa, famosa pelo feijão-tropeiro (R$ 33, para duas ou três pessoas), servido com pedaços de linguiça caseira e torresmo à pururuca.
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Também chamam a atenção petiscos criados por Maria, como a batata 3 em 1 (R$ 27,50, para três pessoas), servida com molho à bolonhesa e parmesão ralado à parte para que o freguês consiga “empaná-la” na mesa, passando os chips primeiro em um, depois no outro. “Eu não tinha experiência de cozinhar para tanta gente, mas, com o conhecimento de casa, não foi tão complicado. Bastou aumentar as quantidades”, conta ela, que executa cardápio com cerca de 50 petiscos. Cervejas (garrafa de 600ml) a partir de R$ 6,50.
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Maria acredita que sua empreitada tenha encorajado outras pessoas a abrir bares na região e está certa de que a concorrência é boa para o comércio e para o público. A opinião é compartilhada por Célio Stropp Fantini Júnior, um dos sócios do Bar do Veio, no Caiçara, a quase 10 quilômetros de distância do Silvio’s: “Moro perto do meu bar e vejo muita correspondência chegar ao meu prédio dando a casa como referência. Acho ótimo. Tem lugar para todo mundo, tem público para tudo e as pessoas vão cada hora a um lugar”.
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O bar iniciou suas atividades em 1986 com cardápio enxuto, mas já com um dos pratos que, até hoje, fazem mais sucesso por ali, o peito de frango recheado com bacon, presunto e queijo (R$ 45, para duas pessoas). As opções de tira-gosto aumentaram com a ampliação da casa (hoje, são 200 lugares), abrindo espaço para receitas mais criativas, como o enroladinho de lombo com bacon e cenoura ao molho de cansanção (R$ 21,90, para duas pessoas), aposta da casa para a edição deste ano do concurso Botecar. Os chopes começam a R$ 5.
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COXINHA A nove quilômetros dali, no Bairro da Graça, está aquele que, nos últimos anos, se consolidou como um dos melhores locais da cidade para se comer coxinha. Simplesmente batizada de Leo Coxinha, a casa mudou de dono há dois anos, mas foi mantida inalterada a receita que Leo e a mãe, Dona Nem, começaram a desenvolver nos anos 1970, quando ainda vendiam o salgado só para a vizinhança, praticamente de porta em porta. “As salgadeiras são as mesmas, só mudamos os garçons”, diz o proprietário, João Mendes Ribeiro.
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Não existe mística em torno da coxinha de lá, qualquer um consegue saber como é feita. A produção é diária, os salgados são mantidos resfriados (e não congelados) e fritos na hora. “A massa é tradicional, mas tem um ponto específico, que envolve o tempo de batê-la e fritá-la”, explica Ribeiro. Entre as coxinhas disponíveis, estão as de frango (R$ 3,50), frango com requeijao (R$ 4), carne seca com requeijão (R$ 5), camarão com requeijão (R$ 5) e uma bem curiosa, que leva exclusivamente requeijão no recheio (R$ 3,50).
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“Recebemos gente de todos os bairros e algumas pessoas levam a coxinha congelada para outras cidades”, conta ele. A casa também serve outros salgados, como bolinho de mandioca, empada, tortinhas e quibe. Para acompanhar a cerveja (a partir de R$ 7, garrafa de 600ml), há, ainda, porções de petiscos, como mandioca com torresmo (R$ 18, para três pessoas), caldos (a partir de R$ 8) e mexido (R$ 11, para duas pessoas).
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ONDE IR
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>> Baltazar

Rua Oriente, 571, Serra. (31) 3221-7361. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 1h; sábado e feriado, 12h à 1h; domingo, 
das 12h às 18h.
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>> Bar do Careca, o Pescador
Rua Gastão da Costa Pinheiro, 210, 
Jardim Guanabara. (31) 3434-6448 e 
(31) 9251-0369. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 18h.
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>> Bar do Veio
Rua Itaguaí, 406, Caiçara. (31) 3415-8455. Aberto terça e quarta, das 17h às 23h; quinta e sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo e feriado, das 11h às 19h.
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>> Bar do Zezé
Rua Pinheiro Chagas, 406, Barreiro. 
(31) 3384-2444. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h às 21h.
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>> Leo Coxinha
Rua Jussara, 150, Bairro da Graça. 
(31) 3309-9440. Aberto de segunda a sábado, das 11h às 14h e das 16h às 23h40.
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>> Nino Pizzaria
Rua Coronel José Benjamin, 824, Padre Eustáquio. (31) 3464-8085. Aberto de segunda a quinta, das 11h às 14h30 e das 17h à 0h; sexta a domingo, das 11h à 0h.
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>> Silvio’s Bar
Rua Begônia, 199, Esplanada. 
(31) 3318-3273. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h.

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FONTE:  Estado de Minas.


Comida-di-Buteco

O sucesso do Kaol, do Café Palhares: ‘O segredo está no molho’.

Careca: ‘meus clientes gostam mesmo é de comer’.

Joana: ‘é fazer com mais carinho’.

Tricampeão do Comida di Buteco, Bar do Zezé quer vencer o Botecar com seus petiscos

gastronomia
Pronto para a disputa – Os petiscos do Bar do Zezé serão destaque do Festival Botecar deste ano
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Único tricampeão do festival Comida di Buteco, o Bar do Zezé, no Barreiro de Baixo, fez história em Belo Horizonte com a especialidade da casa, os bolinhos de bacalhau com milho. Famoso por seus petiscos fartos, o cardápio do Zezé também inclui pratos como galinhada, tropeiro e tutu com linguiça e pernil.
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“Em 1980, abri uma mercearia. O negócio foi crescendo e resolvi abrir um bar ao lado, acabei fechando a mercearia. De lá para cá, o público mudou muito, mas tenho clientes desde quando inaugurei”, conta José Martins, o Zezé, que comanda a cozinha ao lado da esposa, Alfa Martins. “Todas as receitas são nossas, cada um dá um palpite, até encontrar o ponto certo da receita”, disse Alfa.
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Este ano, o bar do Zezé participa do festival “Botecar” com um prato tradicional da região do município de São Domingos do Prata, o bolinho de Cascais: bolinhos arroz com bacalhau acompanhados com creme de alho e ervas.

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Os irmãos João Lúcio Ferreira e Luiz Fernando, que assumiram há 40 anos o Café Palhares
Os irmãos João Lúcio Ferreira e Luiz Fernando, que assumiram há 40 anos o Café Palhares
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Carinhosamente conhecida como a capital dos bares, Belo Horizonte tem botecos de grande tradição. São mais de 18,5 mil estabelecimentos espalhados pela cidade, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-MG), que fazem a alegria de moradores e turistas.
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A gastronomia de boteco passou a ser ainda mais valorizada com a divulgação dos concursos “Comida di Buteco” e “Botecar”, que começaram neste mês em BH. Enquanto alguns bares apostam no conceito de botequim gourmet, outros antigos redutos da boemia tiveram clientela e cardápio repaginados com o passar dos anos.
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Aberto em 1983, o Café Palhares é um deles. Na rua Tupinambás, 638, no Centro (mesmo endereço desde a fundação), o bar, antes frequentado somente por homens, hoje recebe famílias inteiras para o almoço.
Kaol
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“Antigamente, as mulheres não entravam nos bares, só em restaurantes. Algumas até frequentavam, mas eram pouquíssimas. Antes era uma cafeteria que funcionava 24 horas, depois passamos a investir mais no almoço, na gastronomia. Isso fez com que o perfil do cliente mudasse um pouco”, conta um dos proprietários do café, Luiz Fernando Ferreira.
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Luiz e o irmão, João Lúcio Ferreira, assumiram o negócio há 40 anos, aberto pelo pai. O famoso kaol, carro-chefe da casa batizado pelo jornalista e compositor Rômulo Paes, era antes o prato preparado para os funcionários que trabalhavam no café. “Kaol quer dizer: cachaça (com k), arroz, ovo e linguiça. Naquela época, todos tomavam um aperitivo antes de almoçar”, lembrou Luiz.
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A receita clássica foi incrementada e ganhou a companhia da couve, do torresmo, do molho de tomate e da farofa de feijão. A linguiça pode ser substituída por língua ou dobradinha. “O segredo está no molho”, disse o proprietário do Café Palhares, que não revela seu ingrediente secreto.
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Serviço:
Café Palhares
Rua dos Tupinambás, 638, Centro.
Fone: (31) 3201-1841
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No Agosto Butiquim, pratos da cultura popular são tratados com carinho e ganham releituras
Gastronomia
Festival – Joana apresenta sua criação Sertões de Jacuí
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“Para mim, gourmet é aproveitar a referência de pratos de domínio popular, da culinária mineira, e fazer com mais carinho”, resume a chef Joana Machado, proprietária do Agosto Butiquim, no bairro Prado, região Oeste de Belo Horizonte..
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Joana é exemplo da nova geração de profissionais que estudaram gastronomia e continuaram dentro da tradição dos botecos. “Quem frequenta os bares da capital estão ávidos por coisas novas. Apresentar o tradicional de forma mais cuidadosa, essa é a cozinha gourmet”, disse a chef que estudou gastronomia em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, em uma época que BH não tinha tantas opções de curso superior na área.
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Este é o terceiro ano que o bar participa do festival “Botecar”. O prato elaborado para o evento é o Sertões de Jacuí: pernil assado e refogado em mistura mineira, flambado na cachaça com cravo e casca de laranja acompanhado de batatas rústicas. “É uma homenagem à cidade da minha família”, contou Joana.
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No Bar do Careca, comida é principal atrativo: ‘Meus clientes gostam mesmo é de comer’

Gastronomia
O Careca – Orcínio Ferreira não vai participar dos festivais de boteco deste ano
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O simpático Orcínio Gonçalves Ferreira, mais conhecido como Careca, comanda o bar que leva seu apelido há quase 30 anos. É ele próprio quem tempera, corta e cozinha os pedidos. O bar do Careca foi o primeiro vencedor do concurso “Comida di Buteco”, com a famosa língua refogada.
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“Gosto muitos dos festivais de gastronomia, do movimento que eles trazem. Hoje, já são mais de cem botecos participando dos dois concursos. Isso é ótimo para Belo Horizonte, mas neste ano fiquei de fora, já cheguei a uma certa idade, ando um pouco cansado”, diz Careca, bem humorado.
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Segundo ele, a hora do almoço é a mais movimentada e atrativa do bar. “Aqui, recebo muitas famílias, jovens acompanhados dos pais, dificilmente vejo pessoas que vêm só para beber. Meus clientes gostam mesmo é de comer”, contou Careca.
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‘Nos tempos de barraquinha’ é uma homenagem à Festa de São Geraldo

Os quitutes das barraquinhas das festas de Curvelo inspiraram Túlio
Os quitutes das barraquinhas das festas de Curvelo inspiraram Túlio

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Foi em homenagem à festa de São Geraldo, que acontece anualmente em Curvelo, na região Central de Minas Gerais, e onde Túlio Montenegro passou a infância e boa parte da adolescência, que o chef criou o prato “Nos tempos de Barraquinha”, que está no cardápio do festival Botecar de 2015, evento que neste ano vai movimentar 55 bares diferentes da capital.
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“Eu me lembro muito bem das festas de São Geraldo de Curvelo, onde nos deliciávamos com os quitutes das barraquinhas. Recordo-me de uma específica, em que um senhor construiu um fogão a lenha e com uma única panela ele servia churrasquinhos cozidos envoltos em um molho diferente, servido com farofa”, conta.
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Foi nesse momento de sua vida que o Chef Túlio buscou inspiração para criar uma receita de espetinhos de boi, frango e porco banhados em um molho picante de tomate, servido com dois tipos de farofa (uma de beterraba e outra de espinafre), torradinhas ou anéis de cebola, e um complemento de churrasquinho de abacaxi ou banana. “A Maria do Carmo aprovou, e quando ela aprova, eu sirvo”, brinca o chef, que contou ainda que usa a esposa como termômetro para montar o cardápio.
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Curiosidade: o brinco
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Conhecido pelo “chef que usa um brinquinho”, a fama se tornou marca do estabelecimento. Uma argola com um garfo, uma faca e uma colher pendurados estão por toda parte no bar. Seja em esculturas, desenhado na parede ou em produtos como seus exclusivos molhos de pimenta.
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A moda foi lançada por Túlio, “bem antes da Débora Falabella”. “Minha esposa achou um par desses brincos no chão, em Charlottesville, na Virgínia, quando ainda morávamos nos Estados Unidos. Nunca mais eu tirei”, conta, sorrindo.
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Harmonização
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Para harmonizar “Nos tempos de barraquinha”, o chef recomenda uma produção da própria família: o chope artesanal Santa Tulipa. Fabricação que leva o nome de seu filho Thiago Montenegro.
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Do tipo Pale Ale, chope puro malte, coloração dourada, cristalino e brilhante. Tem sabor pronunciado de malte, aromas frutados e médio amargor. Apresenta creme denso e consistente.
Delícia - O prato traz carnes de boi, porco e frango

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FONTE: Hoje Em Dia.


Santa Tereza se transforma em polo gastronômico com bares descolados e tradicionais

Selecionamos 26 endereços para você ficar expert na região que os íntimos chamam de Santê

O bar Birosca s2 serve rolinho de primavera com carne desfiada, queijo minas e couve ao molho de mel. Clientes podem se instalar nas mesas ou em cadeiras de praia (ANDRÉ HAUCK/EM/D. A. PRESS)

O bar Birosca s2 serve rolinho de primavera com carne desfiada, queijo minas e couve ao molho de mel. Clientes podem se instalar nas mesas ou em cadeiras de praia
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Santa Tereza é o bairro boêmio de Belo Horizonte, onde estão casas conhecidas e tradicionais como Bolão, Parada do Cardoso, Köbes, Temático, Bartiquim e o folclórico Bar do Orlando, aberto em 1919 e frequentemente apontado como o mais antigo da capital mineira. Entretanto, ainda que a região não tenha o dinamismo de Lourdes (no vaivém de tendências), não parou no tempo. Nos últimos anos, vem ganhando casas de perfis distintos, nem sempre lembradas pelos visitantes ocasionais.
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Uma interessante mescla de novatos e veteranos tem se formado ali. Do clima descolado da Birosca S2 à simplicidade cativante do Bar do Xumba, há creperia, hamburgueria, cachaçaria, pizzaria, empório,restaurante italiano e até um bar inspirado no mundo fantástico dos duendes, fadas e bruxas. Surpresas aguardam quem tem olhar atento e está disposto a conhecer melhor aqueles quarteirões cheios de história. Aliás, perambular pelas ruas com jeito de cidade do interior já é um programa.

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Santa Pizza
O “catupiry de moranga”, mistura criada no local, é aplicado em pizzas como a de camarão. O ambiente é aconchegante e as redondas são assadas em forno a lenha. Rua Silvianópolis, 452. (31) 2555-8222.
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Birosca S2
Endereço dos mais disputados, reformulou o cardápio e tem no rolinho primavera com carne desfiada, queijo minas e couve ao molho de mel o petisco mais vendido. Rua Silvianópolis, 483. (31) 2551-8310.
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Bitaca da Leste
Apesar de minúsculo, opera como bar e empório. É possível tomar chope e comer torresmo de barriga em meio a queijos, doces e quitandas selecionados a dedo. Rua Salinas, 2.421. (31) 9117-1563.
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Old Bar
Além de espaguetes, o chef Beto Farias prepara petiscos como a polenta frita com provolone e parmesão, uma das especialidades da bar. Rua Alvinópolis, 122A. (31) 3075-0691.
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Primelli
O forte do restaurante, que tem mesas ao ar livre, são as massas feitas no local, como o fagottini de camarão. Há também risotos, como o de alho-poró com salmão. Rua Alabastro, 49. (31) 3421-3008.
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Godofredo
Fundado por Gabriel Guedes, filho do cantor e compositor Beto Guedes, tem agenda intensa de shows. Membros do Clube da Esquina costumam comparecer. Rua Paraisópolis, 738. (31) 3483-6341.
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La Crepe
Nada menos que 33 crepes salgados e doces formam o cardápio, com sabores como camarão com palmito e goiabada com requeijão. Rua Dores do Indaiá, 84. (31) 2552-1317.
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Clube Mineiro da Cachaça
Se for difícil escolher uma entre as 900 cachaças disponíveis, peça a degustação de cinco doses. Para acompanhar, linguiça flambada (na branquinha, é claro). Rua Mármore, 373. (31) 9102-9405.
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Fundos da Floresta
Tem cachaça de São Tomé das Letras, duendes na decoração, rock na trilha sonora e visita de bruxa em noites de lua cheia. Rua Paraisópolis, 855A. (31) 9989-1465 / (31) 3461-8113.
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Odeon 
O bar, que fica num antigo sobrado, mudou de proprietários ano passado e investe na programação de shows, alguns deles de jovens compositores de BH. Rua Adamina, 125. (31) 2514-8487.
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In Casa 
Entre os hambúrgueres produzidos ali, a estrela é o que leva duas carnes e seis tiras de bacon. Rebata com milk shake de paçoca. Rua Tenente Freitas, 149. (31) 3457-8854.
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Bardagabi

As pedidas mais populares no bar são as batatas rosti, como a de filé com gorgonzola. Quinta tem jukebox e fliperama liberados. Rua Silvianópolis, 197.  (31) 9179-8576 e (31) 8885-6525.
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Diadorim 
O Vale do Jequitinhonha inspira a decoração, a variedade de cachaças e o cardápio, que tem na carne serenada (feita ali) um destaque. Empresta livros de graça. Rua Mármore, 600. (31) 8724-3630.
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Santa Praça
Um dos mais recentes bares do bairro. No quintal, há árvores, mesas e espaço para música ao vivo – shows de MPB e jazz são constantes. Praça Duque de Caxias, 306. (31) 3243-5993.
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Auguri 
Com mesas de madeira e pizzaiolos trabalhando diante do freguês, o ambiente é um dos trunfos da casa. Entre as redondas que saem do forno a lenha está a de presunto cru com queijo brie. Rua Alabastro, 38. (31) 3047-1004.
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Santê também tem
Baianera – Rua Bocaiúva, 3. (31) 2552-0660.
Bar do Orlando – Rua Alvinópolis, 460. (31) 3481-2752.
Bar do Xumba –  Rua Salinas, 1.173. (31) 3481-3128. 
Bartiquim – Rua Silvianópolis, 74. (31) 3466-8263.
Bocaiúva – Rua Paraisópolis, 550. (31) 3463-2812.
Bolão – Rua Mármore, 391. (31) 3463-0719. 
Desde 1999 – Rua Mármore, 758. (31) 9725-6515.

Espetinho Pimenta – Rua Salinas, 2.376. (31) 8877-9895.

Espetinho Pimenta

Espetinho Pimenta – Rua Salinas, 2.376. (31) 8877-9895.

Köbes – Rua Professor Raimundo Nonato, 31A. (31) 3467-6661.
Parada do Cardoso – Rua Dores do Indaiá, 409. (31) 3468-0525.
Temático – Rua Perite, 187. (31) 3481-4646.
Baianera – Rua Bocaiúva, 3. (31) 2552-0660.

FONTE: Estado de Minas.



Veja como será o funcionamento dos serviços públicos no domingo de eleições

Feira de Artesanato da Afonso Pena, no Centro de Belo Horizonte, vai funcionar.

Mercado central e parques também estão abertos

O domingo de eleições vai interferir pouco no funcionamento dos serviços públicos em Belo Horizonte. Na maioria dos casos, os horários serão os mesmos praticados todos os domingos. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), por sua vez, terá plano especial para garantir fornecimento de energia em locais de votação e apuração e a Polícia Militar vai reforçar com 11,5 mil homens e mulheres o efetivo em todo o estado, para atender ocorrências relacionadas às eleições. A Polícia Civil trabalha em regime de plantão.

O plantão na rede de saúde municipal e estadual não será reforçado. Em BH, as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) das regionais e o Hospital Odilon Behrens vão atender casos de emergência e urgência. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência funciona normalmente, pelo telefone 192. O Centro de Internação da capital também atenderá com escala de feriado. Na rede estadual de saúde, por meio da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), o quadro de pessoal será o mesmo dos domingos. O Hospital de Pronto-Socorro João XXIII é a principal referência para urgência e emergências em BH. O Hospital João Paulo II (CGP) especializado no atendimento pediátrico, também vai abrir. Nas cidades-polo, o atendimento ocorre nas unidades regionais.Quem planeja ir à Feira de Artesanato da Afonso Pena, no Centro de Belo Horizonte, não deve deixar para muito tarde: às 14h, como de costume, a exposição será encerrada. O Mercado Central mantém o horário dos domingos e feriados, e fica aberto das 7 às 13 horas. Os parques também vão abrir.

De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL/BH) o comércio lojista não poderá funcionar amanhã, por ser feriado. Como não houve acordo entre sindicatos para funcionamento do comércio, fica proibida a abertura e, em caso de descumprimento, a multa pode chegar até R$ 4 mil. Somente atividades essenciais, como o comércio de alimentos, postos de combustíveis, farmácias, ou que tenham autorização legal ou judicial para funcionar, poderão ser exercidas normalmente.

Lei seca Bares, restaurantes e lanchonetes vão abrir, mas não podem vender bebidas alcóolicas entre às 6h e 18h de amanhã. A legislação proíbe a venda, distribuição e o fornecimento de bebidas alcoólicas nos bares, boates, hotéis, restaurantes, lanchonetes, clubes recreativos, salões de festas, quiosques, entre outros estabelecimentos comerciais e similares, em todo o estado.Os principais shoppings de Belo Horizonte e Contagem vão funcionar em horário normal de domingo. Na maioria dos centros comerciais, as lojas abrem às 14h e fecham às 20h. Algumas praças de alimentação funcionam entre 10h e 22h. A BHTrans informou que não haverá reforço do número de ônibus na capital, e o quadro de horário será o mesmo dos domingos. O metrô também segue o horário de fim de semana, das 5h às 23h.

FIQUE ATENTO
Os principais shoppings mantêm o horário dos domingos, mas o comércio de modo geral não abre, exceto atividades essenciais como venda de alimentos, combustíveis e medicamentos.

Ônibus e metrô funcionam em horário de domingo, sem reforço.

Parques, como o das Mangabeiras e o Municipal, abrem normalmente. A Feira de Artesanato da Afonso Pena também vai atender ao público entre as 7h e as 14h. O Mercado Central vai abrir como todos os domingos, das 7h às 13h.

Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e os hospitais de pronto-socorro Odilon Behrens e João XXIII funcionam sem reforço de equipe. Já os centros de saúde de BH só voltam atender na segunda-feira. O Hospital João Paulo II (CGP), especializado em atendimento infantil, funciona normalmente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também não terá alterações.

FONTE: Estado de Minas.


 

Copa tem neste sábado a Argentina em BH e a Alemanha em Fortaleza

 

Argentinos enfrentam o Irã no Mineirão às 13h.

Alemães jogam contra Gana às 16h; tem ainda Nigéria x Bósnia, às 19h.

 

 

+ DA COPA
Tudo sobre as cidades-sede e os jogos
Casais argentinos apaixonados dão beijo próximo ao Maracanã (Foto: Alexandre Durão / G1)Casais argentinos estão animados com o time

Duas seleções apontadas entre as favoritas para ganhar a Copa do Mundo jogam neste sábado. A Argentina abre o dia de jogos enfrentando o Irã, às 13h, no Mineirão, em Belo Horizonte. Em seguida, às 16h, a Alemanha joga contra Gana, em Fortaleza. Argentinos e alemães venceram na primeira rodada e com uma nova vitória já garantem a classificação para as oitavas de final da Copa. O terceiro jogo do dia será Nigéria x Bósnia, às 19h, em Cuiabá.

O G1 destaca aqui algumas atrações para quem está nas cidades que vão ter jogos neste sábado.

VEJA AQUI O QUE FUNCIONA OU NÃO EM BH NOS DIAS DOS JOGOS DA SELEÇÃO BRASILEIRA E NOS DEMAIS – GUIA DA COPA!

Argentina x Irã, às 13h, em Belo Horizonte
A invasão de argentinos que se viu no Maracanã no domingo (15) deve se repetir neste sábado, em Belo Horizonte. A fanática torcida argentina empurrou o time na vitória por 2 a 1 sobre a Bósnia, com direito a golaço de Messi. Uma nova vitória sobre o Irã classificará a Argentina para as oitavas-de-final. O Irã estreou com um 0 a 0 contra a Nigéria.

Por que ver este jogo: Messi quer ser o grande nome desta Copa, e provocado pela torcida brasileira na primeira partida com gritos de “Neymar”, reagiu e marcou um belo gol. Contra o limitado time do Irã a Argentina poderá testar melhor a força do seu ataque.

Pré-jogo Mineirão em Fortaleza - Bélgica x Argélia (Foto: Reprodução/TV Globo)Estádio do Mineirão

O estádio: O Mineirão, que desde a década de 1960 é o maior templo do futebol mineiro, passou por uma reforma para a Copa, com custo de R$ 695 milhões. A capacidade é de 62 mil pessoas. Veja como chegar ao estádio

A Igreja São Francisco de Assis, também conhecida como Igreja da Pampulha, localizada nas margens da Lagoa da Pampulha em Belo Horizonte (MG) (Foto: Kadu Niemeyer e Acervo da Fundação Oscar Niemeyer)A Igreja São Francisco de Assis, também
conhecida como Igreja da Pampulha, localizada
nas margens da Lagoa da Pampulha

O que fazer: Uma boa opção é passar a manhã andando pela região da Lagoa da Pampulha, que é perto do estádio do Mineirão. A lagoa artificial foi construída na década de 40 e é cercada pelo conjunto arquitetônico criado por Oscar Niemeyer. A orla concentra várias opções de lazer, como o Mineirão, o Mineirinho, o Jardim Zoológico e pistas para ciclismo e caminhada. É um dos principais cartões-postais de Belo Horizonte. Também dá para visitar a Igrejinha da Pampulha um dos principais cartões-postais da cidade, obra do arquiteto Oscar Niemeyer.

Blitz comemora 30 anos de carreira e show será gravado para a edição de um DVD (Foto: Lívia Torres/G1)Blitz vai tocar na Fan Fest

Fifa Fan Fest: Quem não for ao Mineirão pode ver a partida por um telão e curtir shows e outras atrações na Fifa Fan Fest de BH. Ela funciona no Expominas, na Região Oeste da cidade, das 11h às 22h. São 16 grandes eventos, com shows de estrelas da música brasileira e transmissões de jogos da Copa em telões de alta definição. Neste sábado (21) apresentam-se Don e Juan, Blitz (foto) e Nabor e o Bando. A entrada é gratuita

Depois do jogo: Além da programação da Fifa Fan Fest, uma boa opção é aproveitar os famosos botecos de Belo Horizonte (veja uma lista de opções). A ex-participante do BBB Fernanda Keulla indica o Bar da Neca, no bairro Sion. Decorado com azulejos azuis no piso interno e no balcão, o bar tem pratos famosos pelo sabor e pela simplicidade. É um bom lugar para provar o tempero mineiro. “Apesar de se localizar em bairro nobre, ainda reserva a simplicidade de um boteco comum, com cervejinha gelada e tira-gosto”, diz Fernanda.

Já o estilista Ronaldo Fraga recomenda o Bistrô Birosca. Localizado no tradicional bairro Santa Tereza, é especializado em comida brasileira. Um lugar aconchegante, com público mais jovem. O carré com farofa de pão é um dos destaques do menu. “Fica em um dos bairros que ainda preserva a história da cidade, ainda tem perfume da história de Belo Horizonte, e eu adoro um bar onde a música ao vivo é um piano. A comida é muito boa. O bar é o que Belo Horizonte poderia ter sido e se perdeu.”

Veja as atrações de Belo Horizonte

Previsão do tempo: Sol com algumas nuvens. Veja a previsão completa

Alemanha x Gana, às 16h, em Fortaleza

16/6 - Alemães celebram o gol de sua seleção contra Portugal, assistindo ao jogo da Copa do Mundo em telão armado próximo ao Portão de Brandemburgo, em Berlim (Foto: Clemens Bilan/AFP)16/6 – Alemães celebram o gol de sua seleção contra Portugal, assistindo ao jogo da Copa do Mundo em telão armado próximo ao Portão de Brandemburgo, em Berlim

A Alemanha atropelou Portugal na primeira rodada com uma goleada por 4 a 0. Gana perdeu para os Estados Unidos por 2 a 1 e precisa se recuperar. Os alemães são favoritos para mais uma vitória com boa atuação nesta partida no estádio Castelão.

Por que ver este jogo: A Alemanha tem um time muito forte com bom jogo de conjunto, e os destaques individuais Müller, Ozil e Lahm, além do jovem Gotzke. Além disso, o reserva Klose está a um gol de alcançar o recorde de Ronaldo Fenômeno como maior artilheiro da história das Copas. O jogo contra Gana pode ser uma boa chance para ele.

Arena Castelão   (Foto: Juscelino Filho/Globoesporte.com)Arena Castelão

O estádio: A Arena Castelão, reformada a um custo de R$ 518 milhões, tem capacidade para 63.903 torcedores. Construído inicialmente em 1973, o estádio foi remodelado e reinaugurado em janeiro do ano passado. De fácil acesso, o local fica perto do Rio Cocó, que cruza Fortaleza. Veja como chegar à Arena Castelão.

O que fazer: Como o jogo acontece no meio da tarde, a dica é aproveitar as praias da cidade pela manhã. Uma opção é curtir a vista da Praia de Iracema, no Espigão da Rui Barbosa (veja detalhes). Depois, antes de seguir rumo ao estádio, uma boa dica é experimentar a cozinha de frutos do mar típica do Ceará. A rede Chico do Caranguejo oferece diariamente variações de pratos do crustáceo.

telao da fifa fan fest de fortaleza  aciam do placo principal (Foto: Gioras Xerez/G1)Fan Fest

Fifa Fan Fest: A Fifa Fan Fest acontece no Aterro da Praia de Iracema. Os torcedores poderão assistir às partidas em um telão HD de 130 metros quadrados. O espaço é fechado, mas tem entrada gratuita. Nos dias em que a capacidade total (35 mil) estiver preenchida, será disponibilizado um telão na área externa.

Depois do jogo: A balada após a partida será para quem tem fôlego. A vida noturna é um dos pontos fortes de Fortaleza, que tem várias opções de bares e baladas (veja uma lista no Guia das Cidades do G1). Outra opção é se divertir com os tradicionais shows de humor de artistas cearenses.

Previsão do tempo: Sol com muitas nuvens e chuva. Veja a previsão completa.

Musa da Bósnia torce pela seleção no Maracanã (Foto: Alexandre Durão / G1)Musa da Bósnia

Nigéria x Bósnia, às 19h, em Cuiabá
Estreante em Copas do Mundo, a Bósnia mostrou ousadia na estreia contra a Argentina, no Maracanã, apesar da derrota. O time do Leste Europeu precisa vencer a Nigéria para se manter com chances de classificação. A Nigéria ficou no 0 a 0 com o Irã e busca a primeira vitória nesta Copa.

Por que ver este jogo: Como a Argentina é a grande favorita para terminar em primeiro lugar no grupo, quem vencer este duelo entre Bósnia e Nigéria vai dar um importante passo para a classificação na segunda vaga.

Paredão de Chapada dos Guimarães (Foto: Igor Carlos Kobaiakawa Gaspareto/VC no G1)Paredão de Chapada dos Guimarães

O que fazer na cidade: Como o jogo está marcado para o início da noite, dá para usar a manhã e parte da tarde para aproveitar a região. Vale até fazer ecoturismo antes do futebol. Na cidade de Chapada dos Guimarães e no Parque Nacional, há cachoeiras, trilhas e paredões. Quem optar por um programa mais urbano pode visitar a Lagoa Encantada, o Parque Mãe Bonifácia (na área central de Cuiabá) ou o zoológico da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Na hora do almoço, vale passar pelo Distrito da Passagem da Conceição. Às margens do Rio Cuiabá, a menos e meia hora da capital, há vários restaurantes com comidas típicas. Antes de partir para o estádio, também é possível aproveitar a vista privilegiada (veja mais opções no Guia das Cidades da Copa).

Banda CPM 22 se apresenta no palco da Fifa Fan Fest, no Taguaparque, em Taguatinga, no DF (Foto: Natalia Godoy/G1)Banda CPM 22 se apresentará no palco da Fan

Fifa Fan Fest: A estrutura está montada no Parque de Exposições Jonas Pinheiro e tem capacidade para 56 mil pessoas (veja fotos da primeira edição da festa em Cuiabá). Nesta terça-feira, o show mais aguardado é o do grupo de forró Falamansa. As atrações deste sábado são DJ Elton Cotrin, Mascarados de Poconé, Nico e Lau, MP Rock e CPM 22

Depois do jogo: Como a partida deve terminar por volta das 21h, quem conseguir sair rapidamente do estádio pode passar pela feira Arte na Praça, na Praça Santos Dummont, que tem barracas de artesanato e comidas típicas e fica aberta até as 22h30. Para aproveitar o fim de noite, também há a Praça Popular, na área central da cidade. Esse é um dos pontos mais movimentados das madrugadas cuiabanas, cercado por bares e restaurantes.

 Veja outras dicas de bares, comida e atrações no Guia do G1.

Previsão do tempo: Sol com algumas nuvens. Veja a previsão completa.

 

 

 

FONTE: G1.


Abrasel diz que aumento de imposto vai gerar 200 mil demissões após a Copa do Mundo

O setor de bares e restaurantes estima demissão de 200 mil empregados após a Copa do Mundo, com a decisão do governo de elevar impostos do setor de bebidas frias para compensar a necessidade de superávit primário do governo.

A previsão é do presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci, que está reunidos neste momento com o ministro da Fazenda, Guido Mantega para discutir o assunto. Uma das reivindicações do setor é que a elevação de tributos só ocorra em outubro e de forma escalonada

O aumento das alíquotas do setor foi anunciado no final de abril pelo governo, mas as novas tabelas com os preços das bebidas só entrarão em vigor em junho. A previsão da Abrasel é que o aumento terá impacto de 10% a 12% no preço das bebidas frias (cervejas, refrigerantes, isotônicos e refrescos)  para o consumidor.

Logo depois do anúncio de aumento, em abril, a Receita Federal retificou informação e disse, em nota oficial, que os preços das bebidas frias subirão, em média, 2,25% para o consumidor final, e não somente 1,3%. Também houve erro na primeira divulgação das tabelas.

 

FONTE: Itatiaia.


Cervejas produzidas em Belo Horizonte e região conquistam prêmios importantes e já podem ser encontradas facilmente em lojas e bares da cidade. Fábricas estão abrindo as portas para degustação

 

Na fábrica da Wäls é possível conhecer todo o processo de produção, provar as cervejas e degustar pratos e petiscos (Fotos: Paula Huven/Esp. EM/D. A Press)
Na fábrica da Wäls é possível conhecer todo o processo de produção, provar as cervejas e degustar pratos e petiscos

Os prêmios que a cervejaria belo-horizontina Wäls conquistou recentemente na World Beer Cup, nos Estados Unidos, impressionaram (foi a primeira vitória de brasileiros na competição) e jogaram ainda mais luz na já comentada cena cervejeira mineira. Entretanto, não é de hoje que os produtores locais vêm fazendo bonito. Amadores se profissionalizaram, fábricas pequenas apostaram na segmentação e marcas maiores se consolidaram no mercado. Nesse momento, a evolução entra num segundo estágio, no qual é cada vez mais fácil beber as cervejas produzidas aqui.

O público vem acompanhando com interesse o crescimento e diversificação da oferta de cervejas produzidas em Belo Horizonte e arredores. Como resultado, esses rótulos tornaram-se fáceis de achar não apenas em supermercados, mas também em bares e restaurantes (especializados ou não), sendo motivo de festivais, concursos de cervejeiros caseiros e passeios por fábricas. A nova etapa inclui fábricas estruturadas especificamente para visitação (e com bares próprios) e iniciativas muito criativas.

Virgílio de Barros, Daniel Pinheiro, Paulo Patrus, Humberto Ribeiro e Fabrício Bastos: cervejeiros se unem para fortalecer mercado local (Paula Huven/Esp. EM/D. A Press)
Virgílio de Barros, Daniel Pinheiro, Paulo Patrus, Humberto Ribeiro e Fabrício Bastos: cervejeiros se unem para fortalecer mercado local


Nesse quesito, destaca-se a Inconfidentes, espécie de cooperativa que reúne na mesma fábrica, no Jardim Canadá, em Nova Lima, as cervejarias Grimor, Jambreiro e Vinil. Além de diminuir custos ao compartilhar a mesma estrutura, eles resolveram usar uma Kombi como bar móvel. O veículo foi originalmente comprado para fazer carretos, mas hoje só roda com barris e chopeiras. “A gente é que serve e explica sobre os chopes. Ter contato direto com o consumidor é muito bom”, afirma Paulo Patrus, proprietário da Grimor.

Sempre nos últimos fins de semana de cada mês, a Kombi da Inconfidentes fica estacionada em frente a loja Confraria do Malte, no Mangabeiras, servindo dois chopes de cada uma das três cervejarias. Os chopes custam, em média, R$ 5 (cada), incluindo variedades como a amber lager Grimor 3, a american brown ale Badil (da Jambreiro) e a de trigo Baba (da Vinil). O carro também costuma bater ponto no bar Vintage 13, na Savassi, e em eventos cervejeiros. Fora isso, os rótulos estão disponíveis (em garrafa) em lojas como Confraria do Malte e Mamãe Bebidas e em cada vez mais bares.

Tour cervejeiro

Dia 17, o cervejólogo Rodrigo Lemos promove mais um Beer Tour, tradicional passeio guiado por ele por algumas das principais cervejarias de BH e arredores. Desta vez, estão no roteiro as fábricas da Falke Bier e da Wäls. A programação começa com café da manhã cervejeiro, às 8h30, e inclui visitas guiadas, degustações de mais de 10 cervejas, almoço e transporte. O preço é de R$ 200 por pessoa, com saída da Praça da Savassi e retorno por volta das 16h. Informações: rjlemosarq@yahoo.com.br.

Exigente e seletivo
O Haus München é tradicional reduto de apreciadores da bebida em BH. A casa recentemente incluiu em sua carta de cerveja – já com mais de 200 variedades – todos os rótulos produzidos pela Inconfidentes. A produção mineira pode ser encontrada em outros bares, como Grampa’s Attic, Adriano Imperador da Cerveja, Rima dos Sabores, Mercearia Mello, Duke’n’Duke, Stadt Jever (comprado pelo Wäls), Seu Romão, Jângal, CCCP e Vintage 13.

Nesse último, o cardápio conta com quase todas as marcas mineiras. “O pessoal está ficando mais exigente e seletivo, aderindo com força a cerveja artesanal. Quando a gente avisa que vai ter chope Küd, por exemplo, muita gente vem só por causa disso. As pessoas estão indo atrás das cervejas que querem tomar. O legal é que não temos exclusividade com ninguém”, avalia Lobão, proprietário do Vintage 13, que também funciona como butique voltada para apreciadores de rock, tatuagem e motociclismo.

Entre garrafas de marcas mineiras como Bäcker, Vinil, Grimor, Jambreito, Küd, Falke Bier, Áustria e Wäls, há cervejas a partir de R$ 10, mas as mais vendidas ficam entre R$ 25 e R$ 30. Para acompanhar, a cozinha prepara petiscos como a costelinha defumada ao molho de goiabada e acompanhada por batatas com pimenta calabresa e chucrute (R$ 37,70, para duas a três pessoas) e sanduíches de salsichão (entre R$ 15,90 e R$ 18,90, com recheios como queijo, cebola caramelizada no uísque e chucrute).
Da fonte para o consumidor
Para quem quer beber literalmente na fonte, a cena mineira disponibiliza cada vez mais fábricas capazes de receber visitantes para rodadas da cerveja mais fresca que se pode querer. Uma das pioneiras nisso é a Küd, no Jardim Canadá, em Nova Lima, que desde ano passado recebe apreciadores em seu brew pub (como são chamados os bares dessas fábricas). “Começamos a produção de forma caseira, em 2008, e em 2010 inauguramos a fábrica, com arquitetura já pensada para receber visitantes”, diz Bruno Parreiras, um dos quatro sócios. Atualmente, são produzidos seis cervejas por lá, como a witbier Tangerine.

No bar, que funciona nas noites de terça a sexta e o dia inteiro nos fins de semana, o público encontra petiscos como a porção de moela com pão feito no local com malte usado na produção da cervejaria (R$ 14,50) e pratos, a exemplo do frango com quiabo e da feijoada (cada um a R$ 42, ambos servindo duas pessoas). Os chopes custam entre R$ 7 e R$ 12 (330ml, cada). As visitas guiadas à fábrica são realizadas aos sábados, incluem café da manhã, degustação de cervejas e almoço, custam R$ 80 (por pessoa) e devem ser agendadas pelo e-mail bpk@cervejariakud.com.br.

Outras fábricas estão seguindo essa tendência. A Bäcker, por exemplo, anuncia para agosto o início das visitas a sua fábrica, no Bairro Olhos d’Água, onde será montado também um restaurante, já batizado de Templo Cervejeiro, funcionando em conjunto com loja de cervejas e souvenires e sala para degustação e treinamento. “O cardápio será direcionado para cerveja, utilizando ou não a bebida no processo, e estará aberto para almoço e jantar”, adianta Paula Lebbos, diretora de marketing da empresa.

A Krug Bier e a Taberna do Vale também estão se preparando para receber amantes da cerveja em suas instalações e a Wäls abriu um brewpub há alguns meses em sua fábrica, no Bairro São Francisco. Lá, mas somente aos sábados (das 11h às 17h), o visitante pode conhecer todo o processo de produção da marca e, no bar ao lado, experimentar qualquer cerveja da casa (12 das 14 são oferecidas também como chope, entre R$ 7 e R$ 20 cada) com petiscos. Na saída, há loja com todos os rótulos à venda.

ONDE IR

 ADRIANO IMPERADOR DA CERVEJA  
Rua Cristina, 1.270, Santo Antônio. 
(31) 3586-9066.

 CCCP
Rua Levindo Lopes, 358, Savassi. 
(31) 3582-5628.

CONFRARIA DO MALTE  
Av. Bandeirantes, 406, Sion. 
(31) 3245-5077.

DUKE’EN’DUKE 
Av. Augusto de Lima, 245. 
(31) 3567-7570.

GRAMPA’S ATTIC  
Rua Major Lopes, 470, São Pedro. 
(31) 3243-2906.

JÂNGAL  
Rua Outono, 523, Cruzeiro. 
(31) 3653-8947.

KÜD  
Rua Kenton, 36, Jardim Canadá. 
(31) 3581-3894.

HAUS MÜNCHEN  
Rua Juiz de Fora, 1.257, Santo Agostinho. (31) 3291-6900.

MAMÃE BEBIDAS
Avenida do Contorno, 1.955, Floresta. (31) 3213-9494.

MERCEARIA MELLO  
Rua do Ouro, 331, Serra. 
(31) 3221-4022.

RIMA DOS SABORES 
Rua Esmeralda, 522, Prado. 
(31) 3243-7120.

SEU ROMÃO  
Rua São Romão, 192, Santo Antônio. 
(31) 3786-4929. 

STADT JEVER 
Av. do Contorno, 5.771, Cruzeiro. 
(31) 3223-5056.

VINATGEi 13
Rua Antonio de Albuquerque, 382 D, savassi. (31) 3227-7505 e (31) 9441-4314.

 WÄLS 
Rua Padre Leopoldo Mertens, 1.460, São Francisco. (31) 3443-2811.
VEJA TAMBÉM: MINAS FAZ A MELHOR CERVEJA DO MUNDO!
FONTE: Estado de Minas.

Festivais Botecar e Comida di Buteco tomam conta de Belo Horizonte e lotam 100 bares. Escolha dos campeões fica a cargo do público, que vota para escolher o melhor tira-gosto

 

 

Ricardo William e Lilian Azevedo escolheram o bar Patorroco, no Prado, para saborear o tira-gosto (Ramon Lisboa/EM/D.A Press<br /><br />
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Ricardo William e Lilian Azevedo escolheram o bar Patorroco, no Prado, para saborear o tira-gosto

Mesmo com o céu nublado, ontem foi dia de botecar em Belo Horizonte, cidade que sustenta o título de capital nacional de jogar conversa fora nos bares da vida, com direito a tira-gosto com sabor mineiro e cerveja estupidamente gelada. Pela primeira vez dois festivais de comida de boteco acontecem ao mesmo tempo. São 100 bares que participam com pratos especiais, inventados com carinho pelo próprio dono. Os preços variam de R$ 17,50 a  R$ 29,90. Este ano, os dois eventos têm tema livre. 

Com 55 bares participantes, o Botecar apresenta-se como o maior e mais novo festival de botecos de raiz, ao lado do já tradicional Comida di Buteco, que completa este ano a sua 15ª edição, com 45 inscritos. Visitantes e jurados irão votar nos melhores pratos durante o festival, que vai até o dia 30. Metade dos participantes são estreantes neste tipo de evento. É o caso de Leopoldo Marques Pinto, dono do Boteco da Carne, no Bairro de Lourdes, que estreou este ano no Botecar. “Meu movimento aumentou uns 40%”, comemorou Leo, que criou pessoalmente o Lombinho Bom de Bola, inspirado no tema da Copa do Mundo no Brasil. 

Para quem ainda não provou, o prato consiste em “lombinho de lata” com batata bolinha, farofa de farinha de milho, couve e molho de rapadura. “Está tão bom, mas tão bom, que já repetimos três vezes”, elogiava o engenheiro Marcelo Matos. Ele levou a turma de amigos do futebol, que se reúne há mais de 15 anos para almoçar no boteco. Entre eles o jogador do Vila Nova Rodrigo Ramos, mais conhecido como Ferrugem, o administrador Murilo Henrique Assis, o servidor público Luiz Miranda e o economista Sérgio Moreira Reis. Para este último, o diferencial do prato era o molho de rapadura, sem falar na cerveja servida no ponto certo, bem gelada. 

Ao lado dos novatos, convivem no Botecar vencedores de outros festivais. No Patorroco, no Bairro do Prado, Região Oeste de BH, a ampliação da casa em 30% não foi suficiente ontem para receber o volume esperado de público. Na verdade, nem mesmo a cozinha deu conta de atender todo mundo. O tempo de espera pelo Tutu Bola, que deveria ser de 20 minutos, dobrou para 40 minutos. “Pela primeira vez, subestimei o evento. A saída dos pratos está muito maior do que eu esperava”, admitiu Marcos Proença da Matta Machado, que responde pelo apelido de Patorroco, recebido durante uma pescaria, em função da voz rascante.

Ao criar o Tutu Bola, Patorroco tentou resgatar as origens da gastronomia mineira e apresentar o tutu de feijão, em formato de bolinho, para o turista que virá visitar BH durante o campeonato mundial de futebol. “Na minha opinião, é forte candidato a ser campeão do Botecar”, afirma o engenheiro Ricardo William, de 24 anos, noivo da relações públicas Lilian Azevedo, também de 24. Os dois acompanham todas as criações do Botecar e optaram por iniciar a corrida aos bares no Prado. No mesmo dia, pretendiam visitar outros três bares. 

No Comida di Buteco, que vai até 11 de maio, a tradição de 76 anos do Café Palhares convive ao lado do jovem casal Mariana e Ézio Morais, de 31 e 29 anos, que há apenas um ano, abriu o D’Leve, na região do Barro Preto. Venderam a casa, o carro e largaram os antigos empregos para investir tudo no bar. Para bolar o prato inscrito na competição, Ézio fez uma oração e pediu inspiração a Deus. Criou o Poliglota Cachaceira: bolinho de língua empanado gergelim e aveia, com mandioca; bolinho de língua empanado, com abóbora e mini quibe de língua com ervas e canela. “Servir língua é o nosso desafio, pois se trata de uma carne diferenciada, da qual as pessoas têm um pouco de aversão. Quem come acha uma delícia”, afirma Mariana. 

“É uma pena ter escrito aqui na plaquinha, porque eu ia fazer minha irmã comer primeiro e depois contar o que era”, graceja a consultora de vendas Fabiana Avelar, que levou o marido, o analista de TI Robertson Avelar e a irmã, a contadora Luciana Navarro e amiga, a administradora Lídia Passos, para experimentarem a iguaria. “Nota mil”, comentou a turma em coro, com exceção de Luciana, que se recusou a provar. 

Grupo de amigos preferiu começar o passeio pelo D%u2019Leve, no Barro Preto (Ramon Lisboa/EM/D.A Press<br /><br />
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Grupo de amigos preferiu começar o passeio pelo D%u2019Leve, no Barro Preto


Serviço

Festival Botecar: vai até 30 de abril. Confira os 55 bares participantes no botecar.com.br
Comida di Buteco: vai até 11 de maio, com Festa Saideira no dia 17 do mesmo mês. A lista dos bares está no comidadibuteco.com.br

FONTE: Estado de Minas.

Inflação na mesa do bar

Preços de cervejas e tira-gostos servidos nos tradicionais botecos de Belo Horizonte tiveram reajustes bem acima da alta do custo de vida nos últimos meses. Alta da cerveja chega a 15,91%

Preços disparam

Belo Horizonte é conhecida como a capital dos bares, no entanto frequentar estabelecimentos desse tipo está cada vez mais caro na cidade. Pesquisa divulgada ontem pelo site Mercado Mineiro mostra que o preço médio da cerveja Heineken, por exemplo, subiu 15,91% de abril até este mês, passando de R$ 6,35 para R$ 7,36. Ainda de acordo com a pesquisa, o tira-gosto que registrou maior aumento, de 16,77%, foi o contra-filé na chapa ou na brasa: em abril, o preço médio era de R$ 35,59, e atualmente é de

R$ 41,56. Os reajustes foram bem acima da inflação registrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis (Ipead/UFMG) em BH de janeiro a setembro, de 4,17%. O levantamento foi feito entre 10 e 18 de outubro de 2013, em 62 estabelecimentos tradicionais na cidade.
Na pesquisa do Mercado Mineiro foi verificado que até os valores do prato no festival Comida di Buteco apresentaram aumento de 12,43%, passando de R$ 22,84 para R$25, em poucos meses. A pesquisa revela que todas as marcas de cervejas também apresentaram reajustes acima da inflação. O preço médio da Skol passou de R$ 5,85 para R$ 6,55, com alta de 11,97%. A Brahma não ficou muito atrás e apresentou um aumento de 11,51%, passando de R$ 5,91 para R$ 6,59. O lombo na chapa ou na brasa, opção de tira-gosto tradicional, custava em média R$ 35,26 e agora sai por R$ 39,33, alta de R$ 11,54%.
Com preços mais salgados, o empresário Yuri Salomão conta que as contas passaram a ficar bem mais caras que o de costume, já que ele não abre mão do happy hour com os amigos todas as semanas, entre quarta e sexta-feira. Antes, Yuri gastava em torno de R$ 100 por saída, agora as contas passaram para R$ 150 a R$ 200, com a mesma quantidade de cerveja. “Eu pagava em torno de R$ 6 por garrafa, hoje ela chega a quase R$ 10. O difícil é diminuir a quantidade da bebida e a de idas ao bar. É um lazer”, comenta.
O responsável pelo Bar do Tizé, tradicional no Bairro de Lourdes, Robson Tizé, explica que os preços são estabelecidos de acordo com o custo dos produtos, mão de obra e outras despesas, que implicam no funcionamento do bar. No local, o último reajuste no preço da cerveja foi registrado há cerca de dois meses. A garrafa da Original, antes vendida a R$ 7,20 passou para R$ 8,20, alta de 14%. “Costumamos diminuir a margem de lucro para não ter que repassar ao cliente, mas dessa vez não teve jeito. O último aumento apresentado pela distribuidora foi muito grande”, comenta.
A pesquisa mostra que é bom ficar de olho no preço e pesquisar antes de sentar à mesa de um bar para aproveitar o descanso. A variação de preços entre estabelecimentos chegou a 316,67% como na porção de lombo que pode ser encontrada com entre R$ 18 e R$ 75. O diretor-executivo do Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, recomenda que o consumidor avalie o que é melhor para ele, como a localização, infraestrutura, atendimento e qualidade. “Em alguns casos, o bar que é mais sofisticado tem o mesmo atendimento do mais simples, que tem preços bem mais em conta”, explica.Fique atento Feliciano Abreu ressalta ainda que é importante lembrar que, nos casos dos preços de porções, a quantidade e a qualidade do ingrediente para a produção do prato deve ser verificada com os garçons. Também vale observar o tamanho da porção. O preço de algumas bebidas também deve ser questionado. No caso da caipirinha, por exemplo, a cachaça usada pode indicar o valor impresso no cardápio. Nos bares da cidade, a variação no preço da tradicional bebida foi de 247,50%, com o menor preço de R$ 4 e o maior de R$ 13,90. Já a caipivodka apresentou variação de 180%, uma vez que é vendida entre R$ 5 e R$ 14. Para evitar um peso ainda maior no bolso, Abreu lembra da importância de conferir a conta, uma vez que produtos e serviços que não foram consumidos podem ser inseridos nas comandas.
FONTE: Estado de Minas.

Portaria cria superfiscal da balada

Vara da Infância e Juventude dá poder a comissários para fiscalizar consumo de bebidas por menores não só em bares e casas noturnas, mas também em festas particulares. Pais, síndicos e inclusive diretores de escola podem ser responsabilizados e pagar até 20 salários mínimos

Contra o consumo de álcool por menores nas baladas, punição e multa para pais, organizadores de festas, síndicos de prédios e até para diretores de escola, em caso de eventos de grupos de alunos, mesmo fora do ambiente escolar. Há quem entenda que a Vara da Infância e da Juventude exagerou na dose e veja inclusive o risco de invasão de privacidade, mas essa é a norma que agora regulamenta o assunto em Belo Horizonte. Contabilizando 956 adolescentes flagrados consumindo bebidas de janeiro a agosto na capital, os 350 comissários da cidade passaram a ter como alvo, além de bares e casas noturnas, eventos particulares. A fiscalização ocorrerá em clubes, condomínios e edifícios, casas de festas e sítios, com base em portaria assinada pelo juiz da Infância e da Juventude Marcos Flávio Lucas Padula. Eventos familiares dentro das residências, inicialmente, estão fora das batidas, mas festas de aniversários, como as de 15 anos, e formaturas já estão sendo fiscalizadas.

“O apartamento era uma questão duvidosa, mas nosso posicionamento é de que, havendo situação de risco, a fiscalização deve ocorrer, mesmo em local particular”, entende o magistrado. “Ela é importante para inibir esse tipo de situação e deixar pais e responsáveis mais precavidos. Esses comissários têm a delegação de poder do juiz para atuar em nome da Justiça.”

Segundo a coordenadora do Comissariado da Vara da Infância e da Juventude, Ângela Maria Xavier Muniz, em grande parte das vezes os próprios adolescentes organizam as festas. Geralmente são de classe média, alunos de escolas particulares, com idades entre 14 e 17 anos. Ângela chama atenção para o fato de, em muitas situações, precisar encaminhar menores embriagados, às vezes em coma alcoólico, a hospitais. Em uma festa de alunos de um colégio e pré-vestibular do Centro, realizada em uma casa de eventos da Pampulha, em julho, mais de 100 menores haviam ingerido bebida alcoólica. Outra comemoração na Rua Pitangui, no Bairro Sagrada Família, reuniu alunos do ensino médio de uma escola estadual e 80 meninas apresentavam sinais de embriaguez, segundo a comissária.

Ângela cita ainda o caso de uma mãe autuada há um mês, em um edifício no Bairro Sion, Região Centro-Sul de BH. “Ela reservou o salão para uma festa do filho e dos amigos e ficou no apartamento, sem saber o que acontecia lá embaixo. Quando chegamos, encontramos alguns embriagados.” Segundo a coordendora, os comissários têm rotas de fiscalização, monitoram as redes sociais e também se baseiam em denúncias.

O adolescente J.L., de 16 anos, conta que geralmente são os amigos acima de 18 anos que conseguem as bebidas e também se responsabilizam pela assinatura de contratos, quando há necessidade de alugar espaço para o evento. “Os mais novos, de 13 anos, gostam de vodca. Os de 15 ou 16 anos costumam tomar cerveja ou doses de uísque e tequila. Sempre há dois ou três que passam mal e vomitam durante a festa”, admite. O garoto participa dessas comemorações e revela que o álcool é usado por muitos colegas para fugir de problemas familiares ou como artifício para enfrentar a timidez. Todos, diz, sabem do risco de serem flagrados pelos comissários e também da responsabilidade que pode recair sobre os pais. Mas o consumo é recorrente até mesmo em festas organizadas pelas famílias. “A maior parte dos pais não sabe. Mas há aqueles que liberam.”

Em caso de flagrante, os responsáveis são chamados e deverão se apresentar à audiência com o juiz, em que responderão civilmente pelo que Marcos Padula chama de omissão e falta de cuidado. “É uma questão da sociedade contemporânea, que dá ênfase à liberdade, mas penso que esteja passando do razoável, com falta de acompanhamento, orientação e autoridade”, analisa. “É preciso que os pais exerçam autoridade com diálogo, por mais difícil que seja. Não podem ignorar o que acontece com os filhos.”

VIGILÂNCIA A nova portaria leva o número 1/2013 e atualiza outra, datada de 1995, que era resumida e só reforçava o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no que diz respeito à punição para estabelecimentos comerciais que vendiam álcool a menores. Agora, além de quem comercializa, aquele que fornece ou entrega bebida ou tabaco também será punido. Os bares e restaurantes devem estar vigilantes, inclusive, ao espaço que seus clientes ocupam em praças de alimentação ou em mesas e cadeiras nas calçadas.

O presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MG), Stanley Gusman, faz ressalvas, mas considera a medida legítima. Pessoalmente, ele considera invasão de privacidade a visita do Estado a uma festa particular, mas pontua que os pais devem, sim, ser responsabilizados. “Disso sou a favor, porque o estatuto não prevê outro tipo de sanção”, opina. Gusman lembra que uma casa de festas na Avenida Raja Gablagia foi alvo de fiscalização por duas vezes, nos últimos seis meses, ocasiões em que o comissariado encontrou “diversos adolescentes embriagados”. “Mas acho que é uma portaria subjetiva o bastante para que cada um possa analisar. Quem entender que está sendo individualmente reprimido pode contratar um advogado e recorrer.”

FISCAL DE FESTA A possibilidade de punição incomoda representantes dos síndicos. “Nem mesmo a polícia tem autorização para entrar em uma residência e, sem menosprezar o trabalho dos comissários, não concordo que eles tenham esse direito”, diz o presidente do Sindicato dos Condomínios Comerciais Residenciais e Mistos de Belo Horizonte e da Região Metropolitana, Carlos Eduardo Alves Queiroz. Ele classifica a medida como invasiva e diz que vai gerar conflito. “O síndico tem responsabilidades administrativas no condomínio e não pode ser fiscal de festa. Ele nem mesmo tem autorização para entrar nesses eventos. Só o que pode fazer é chamar o responsável para contornar algum transtorno para os demais moradores, como som alto.”

Como era

Fiscalização em bares, restaurantes, shows e estabelecimentos comerciais

Repressão à venda e ao consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes

Autuação e repressão a estabelecimentos comerciais infratores. Em caso de reincidência,
as casas poderiam ser fechadas

Acionamento dos pais, quando adolescentes eram flagrados ingerindo bebida alcoólica. Os menores eram buscados no local da festa, mediante assinatura de um termo de responsabilidade

Apreensão de documento falso usado com o menor, que era entregue aos responsáveis

Como ficou

A fiscalização passa a ocorrer também em eventos e festas particulares, de aniversários e de formatura, por exemplo, em escolas, sítios e condomínios

Fiscalização de consumo e venda de bebida alcoólica, cigarros e qualquer substância que cause dependência física ou psíquica. Não só quem vende, mas quem entrega ou serve também é punido

Responsabilização de pais, diretores de escolas e síndicos de condomínios onde a infração ocorra, além dos donos de estabelecimentos comerciais infratores. Multa de três a 20 salários mínimos, podendo dobrar na reincidência em caso de estabelecimentos comerciais, que podem ser fechados

Pais de menores flagrados nessas condições são chamados para buscá-los no local da festa. Caso não compareçam, os menores serão levados ao Conselho Tutelar. Pais, responsáveis, síndicos e diretores assinam termo de compromisso e vão a audiências na Vara Cível da Infância e da Adolescência, onde respondem civilmente

Adolescentes com documentos falsos são encaminhados ao Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional (CIA/BH), onde respondem por falsidade ideológica

FONTE: Estado de Minas.
Salvo melhor juízo e com a devida venia aos entendimentos contrários, como alguém disse acima, nem a polícia pode entrar em uma residência, a não ser nas hipóteses previstas em lei (exceções). Entre essas exceções, com ordem judicial DURANTE O DIA e quando da ocorrência ou iminência da ocorrência de crime ali cometido, conforme o artigo 150 do Código Penal:

Art. 150 – Entrar ou permanecer, clandestina ou astuciosamente, ou contra a vontade expressa ou tácita de quem de direito, em casa alheia ou em suas dependências:

Pena – detenção, de um a três meses, ou multa.

§ 1º – Se o crime é cometido durante a noite, ou em lugar ermo, ou com o emprego de violência ou de arma, ou por duas ou mais pessoas:

Pena – detenção, de seis meses a dois anos, além da pena correspondente à violência.

§ 2º – Aumenta-se a pena de um terço, se o fato é cometido por funcionário público, fora dos casos legais, ou com inobservância das formalidades estabelecidas em lei, ou com abuso do poder.

§ 3º – Não constitui crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências:

I – durante o dia, com observância das formalidades legais, para efetuar prisão ou outra diligência;

II – a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser.

Portanto, a entrada de qualquer pessoa em casa ou apartamento, MESMO POLICIAL OU QUALQUER OUTRO FUNCIONÁRIO PÚBLICO, sem a anuência do proprietário ou possuidor, ou, na ausência dela, sem a observância das formalidades legais, caracteriza invasão de domicílio. Com uma agravante: o crime passa a ser QUALIFICADO, se cometido por funcionário público.
Como diz a letra do artigo, mesmo nas exceções citadas as formalidades legais têm que ser observadas, pois se não o forem caracterizada estará o crime.
E segundo Victor Travancas (Código Penal Comentado), não há restrição quando o espaço é comum, “contudo, em áreas comuns reservadas (como é o caso de salões de festas), o assunto será regido pelo Regimento Interno”.
Não pode uma simples portaria, por melhor que seja a intenção do seu editor, se sobrepor à lei.
Como se vê, em que pese a boa intenção de Sua Excelência, esta é mais uma iniciativa que vai ficar no campo das ideias.
MARCELO SOUZA – Acadêmico de Direito
6º Período

Prato feito com mini cones com ragu de linguiça calabresa e molho de gorgonzola deu ao bar Patorroco o bicampeonato
koninguiça
Durante 30 dias, 45 botecos de Belo Horizonte mostraram ao público criativos pratos que levam a liguiça e a mandioca em sua essência. Hoje, todos os envolvidos se reuniram no largo da Saideira o para revelar o grande campeão do festival.O primeiro lugar foi para o Patorroco, que neste ano apresentou o Koningüiça. O prato consiste em mini cones com ragu de linguiça calabresa e molho de gorgonzola. Bicampeão consecutivo, em 2012, o boteco levou o título com o prato Sheik de Minas.

Clique aqui e veja todos os pratos concorrentes

Os pratos concorrentes neste ano puderam usar os dois ingredientes combinados (linguiça e a mandioca), ou apenas um deles, junto com outros quitutes. Os preços foram estabelecidos entre R$ 20,90 e R$ 22,90.

Encerramento

A festa de encerramento aconteceu no Largo da Saideira, na Av. Cristiano Machado (ao lado do Minas Shopping), e contou com os shows de Mart’nália, Aline Calixto e Skank. No local, todos os bares participantes venderam seus petiscos concorrentes ao título de 2013, ótima oportunidade para experimentar o máximo deles em um só dia.

Show com Mart'nália animou a saideira do Comida Di Buteco 2013 (Jair Amaral/EM/D.A PRESS)

Show com Mart’nália animou a saideira do Comida Di Buteco 2013

A organização do evento divulgou que para a próxima edição do Comida Di Buteco, os bares poderão concorrer livremente, sem nenhum ingrediente indicado.

Confira os cinco primeiros colocados:

1- Patorroco

2- Recanto da Macaca

3- Bar do Rei

4- Café Palhares

5- Bar da Lora

FONTE: Estado de Minas.

Além das fiscalizações regulares, um pente-fino será realizado quinzenalmente em áreas de maior concentração de bares e festas da capital

Operação piloto foi realizada na última sexta-feira no Bairro de Lourdes. Pontos de fiscalização em ruas paralelas e quarteirões com trânsito impedido impediram que motoristas fugissem da abordagem (Secretaria de Defesa Social / Divulgação)
Operação piloto foi realizada na última sexta-feira no Bairro de Lourdes. Pontos de fiscalização em ruas paralelas e quarteirões com trânsito impedido impediram que motoristas fugissem da abordagem

O cerco contra motoristas que ainda insistem em dirigir depois de consumir bebida alcoólica, por menor que seja a quantidade, vai aumentar ainda mais na capital mineira. Além das blitzes regulares da Lei Seca, a cada 15 dias será montada uma operação especial que promete um verdadeiro pente-fino nas regiões mais badaladas da cidade. Uma operação piloto foi realizada na última sexta-feira no Bairro de Lourdes, Região Centro-Sul, e surpreendeu os condutores, já que não era possível fugir da fiscalização.

Uma blitz principal foi montada na Rua Bárbara Heliodora, outra na Rio de Janeiro e uma terceira na Santa Catarina. Ruas paralelas a estes três pontos de abordagens foram fechadas por fiscais da BHTrans. Assim, os carros que já estavam estacionados nestas vias eram obrigados a passar por uma das blitzes. Quem se dirigia aos bares da região também não tinham condições de desviar o trajeto. Cerca de 60 agentes de segurança de vários órgãos participaram da operação. Em cinco horas, 227 veículos foram abordados e registrados seis infrações e quatro crimes de trânsito (quando o teor alcoólico ultrapassa 0,34 miligramas).

Quem tenta driblar a fiscalização ao entregar a direção do veículo para um motorista sóbrio apenas para passar pela blitzes, reassumindo a condução em seguida, também corre o risco de ser flagrado. Isso porque agentes dos setores de inteligência passaram a monitorar esta situação e uma viatura equipada com bafômetro é mantida de prontidão para fazer a abordagem fora do ponto onde a blitz é montada.

De acordo com o Subsecretário de Integração de Promoção da Qualidade e Integração do Sistema Defesa Social, Daniel de Oliveira Malard, a intenção deste cerco é garantir a eficácia da fiscalização da Lei Seca. “Nós temos que incutir no cidadão o sentimento de que isso (misturar bebida e volante) é inadequado e pode gerar um dano grande ao próximo ou a ele próprio”.

Tolerância zero

Desde que a Lei Seca passou a ter mais rigor, o motorista que recusa soprar o bafômetro pode ser multado assim como aquele que se submete ao teste e tem identificado o consumo, mesmo que mínimo, de bebida alcoólica. De acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), entre 05 de agosto de 2011 e 12 de maio de 2013, foram abordados 58.948 motoristas e 980 deles se recusaram a fazer o teste. Ao todo, desde de que foi lançada a Campanha “Sou Pela Vida, Dirijo sem Bebida”, em julho de 2011, foram registrados 844 crimes de trânsito (condutores com nível de álcool no sangue acima de 0,34 mg/l) e 2.182 infrações de trânsito (condutores com índice de álcool no sangue entre 0,05 e 0,33 mg/l).

FONTE: Estado de Minas.

Votação do "Comida di Buteco" sob suspeita de fraude em BH
Denúncia aponta para irregularidade no acesso às cédulas de votação do evento

O festival gastronômico mais famoso de Minas, o Comida di Buteco, iniciou nesta segunda-feira (13) a apuração dos votos dos butequeiros que visitaram os 45 bares participantes deste ano. O domingo (12) foi o último dia para depositar as cédulas nas urnas dos estabelecimentos. A apuração é feita pelo instituto de pesquisa Vox Populi. No entanto, há quem questione a credibilidade da contagem e denuncie fraudes na votação.

Um internauta entrou em contato com a reportagem e revelou que no domingo, durante um almoço de comemoração pelo Dia das Mães, um parente levou cerca de 25 cédulas de um bar localizado no bairro Santa Tereza, região Leste de Belo Horizonte, e pediu que familiares preenchessem os itens valorizando o estabelecimento com pontuação máxima. “Eu não dei nota máxima em alguns pontos e fui questionado por esse parente. Daí, eu disse que não dei total nem para os que visitei”, afirmou o denunciante que preferiu não se identificar.

Em uma reunião realizada nesta segunda-feira (13), no Senac, para discutir a logística do “Saideira” – festa de encerramento do festival, que ocorre no próximo sábado (18), o assunto foi abordado com vários proprietários de estabelecimentos, sob a supervisão dos organizadores do Comida di Buteco.

Frederico Inácio Brescia, da Cantina da Ana, disse que acompanha a retirada da urna do bar e confia na credibilidade da apuração. Ele confessa, contudo, que é possível ocorrerem fraudes. “As cédulas ficam em uma bancada, pode acontecer de alguém pegar mais de uma, mas se vazar é pouca cédula”, afirmou. O peso do voto do corpo de jurados – formado por especialistas na área gastronômica – é de 50%, a outra metade é do público, Brescia afirma que alterações assim podem influenciar no campeão do evento. “Pode influenciar na tabela em torno do 20º e 30º classificado, mas não no campeão do festival”, disse.

No bar Estabelecimento, que há oito anos participa do Comida Di Buteco, Olívio Cardoso Filho, de 51 anos,  explica que algumas precauções são tomadas. “As cédulas geralmente ficam com o garçom e de tempo em tempo ele passa nas mesas com a urna para que o próprio cliente possa depositar o voto”, contou. Ele não descartou a possibilidade de fraudes, mas defendeu que, caso algo assim ocorra, seria uma ação de “má-fé”. “A pessoa entrar no bar e fazer isso já tem que ter a má-fé e se fizesse isso seria sim uma fraude”, afirmou.

Por telefone, um dos fundadores do evento admitiu à reportagem que irregularidades são passíveis de acontecer. “Qualquer pessoa pode pegar uma cédula”, disse Eduardo Maia. A analista de pesquisa Bárbara Crivellari, do Vox Populi, explicou que as coletas das cédulas são feitas cinco vezes durante o festival em Belo Horizonte. “Há três medidas de segurança, um lacre e dois adesivos. Um motoboy terceirizado e treinado faz a coleta e verifica esses itens. Nunca ocorreu dos três estarem violados” afirmou.

No Rio de Janeiro, segundo a analista do instituto de pesquisa, fraudes foram checadas por clientes ocultos – que auditam sem identificação todos os procedimentos do concurso. “Os participantes dos bares ficam cientes da ocorrência desses clientes ocultos, que são enviados para apurar boatos de denúncias de irregularidades. No Rio isso ocorreu há dois anos e os bares saíram do circuito”, contou.

Contactada, a organização do Comida di Buteco se manifestou à tarde por meio de nota. No texto, afirma que “ao longo dos 31 dias do evento em 2013 nenhuma fraude foi detectada em nenhum dos 45 botecos participantes do festival em Belo Horizonte”. Ainda segundo o Comida di Buteco: “quando a fraude é detectada pela própria organização do concurso, através dos mecanismos de avaliação, o boteco é desclassificado”.

Critérios e votação

O público e um corpo de jurados têm que visitar os botecos, degustar o petisco que participa do concurso e preencher todos os dados da ficha de votação. A média entre os quesitos avaliados garante o resultado da premiação. São avaliados de 1 a 10, a higiene, o atendimento, a temperatura da bebida e o petisco (que leva 70% do peso da nota). O vencedor da edição 2013 será conhecido no sábado (18), na festa Saideira, que ocorre na avenida Cristiano Machado, 3.450, bairro União, na região Nordeste, a partir das 12 horas.

O festival é realizado nas cidades mineiras de Belo Horizonte, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Poços de Caldas e Uberlândia. Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Goiânia (GO), Salvador (BA), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP) e Rio Preto (SP), Belém (PA), Fortaleza (CE), Ipatinga (MG), Juiz de Fora (MG), Manaus (AM) também têm suas edições do evento gastronômico. A 14ª edição do Comida di Buteco ocorreu entre os dias 12 de abril e 12 de maio.

Outras matérias sobre o assunto:

RELAÇÃO DOS BARES PARTICIPANTES

DECEPÇÕES

FONTE: Hoje Em dia.


Durante festival de gastronomia, Código de Posturas sai do cardápio e botecos invadem até o asfalto com mesas e cadeiras, alguns com autorização especial concedida pela PBH

 

Em Santa Tereza, cadeiras foram parar na rua para acomodar clientes que esperam uma vaga (Marcos Vieira/EM/D.A Press)
Em Santa Tereza, cadeiras foram parar na rua para acomodar clientes que esperam uma vaga

Classificado como o maior evento gastronômico de Belo Horizonte, o Comida di Buteco criou uma espécie de período de exceção no Código de Posturas da capital. Durante o festival, regras da legislação que regula o uso do espaço público são esquecidas, seja pelo desrespeito de donos de bares, que diante da demanda em alta invadem até mesmo as ruas com mesas e cadeiras, seja por tolerância da prefeitura, que dá trégua a estabelecimentos para ocupar as calçadas, graças a autorização especial da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSU).

Por essa concessão, bares proibidos de usar mesas e cadeiras no espaço destinado a pedestres podem servir clientes nos passeios e até mesmo no asfalto durante o festival. De outro lado, muitos estabelecimentos que já tinham a licença tiraram a lei do cardápio e, mesmo sem permissão oficial, multiplicaram as mesas, colocando-as sobre a passagem de pedestres e em ruas e avenidas.

Segundo a organização do festival, por causa do peso do evento – considerado o maior do gênero no país e um chamariz para turistas –, acordo com a Prefeitura de BH permitiu a concessão de alvarás provisórios a estabelecimentos que não teriam a licença para usar as calçadas, se consideradas as regras do Código de Posturas. A prefeitura se limitou a informar que seis dos 45 bares participantes do festival receberam uma “autorização de mobilidade”. Sem dar detalhes sobre essa permissão, explicou que o documento, aprovado pela BHTrans e pela SMSU, dá direito ao estabelecimento de servir clientes nos passeios e vias públicas.

Mas quem não tem o “habeas corpus” tem aproveitado a vista grossa durante o concurso gastronômico e usado qualquer cantinho para acomodar os clientes, nem que seja preciso espalhar mesas no asfalto. O abuso no espaço público foi constatado em um terço dos 15 botecos participantes do festival visitados pelo Estado de Minas. Um dos exemplos do desrespeito está no reduto boêmio de Santa Tereza, na Região Leste. Apesar de o bairro já ter regras mais permissivas em relação ao restante da cidade para receber mesas e cadeiras no passeio, estabelecimentos extrapolam as normas.

No cruzamento das ruas Pirité e Silvianópolis, de um lado, fica o Bar Temático e, do outro, o Bartiquim. Nos arredores, muita confusão com carros, ônibus, clientes e pedestres disputando o asfalto. Os dois bares puseram mesas para anotar reservas na rua, fora da calçada. No Bartiquim, a ousadia é ainda maior e clientes saboreiam o prato “Alegria das muié” em mesas e cadeiras que ocupam o espaço que deveria ser destinado ao estacionamento de carros, com ônibus e outros veículos passando próximo às pessoas.

DEPÓSITO O passeio do outro lado da rua também virou depósito de mesas e cadeiras. Dono do Bartiquim, Rômulo César da Silva, o Bolinha, reconhece que está transgredindo a lei municipal. “Realmente, extrapolo, mas a demanda aumentou. Não é ambição por causa do dinheiro, é válvula de escape para atender todo mundo. Já andei tendo problemas com clientes que não acharam lugar para sentar”, diz ele, admitindo que a fiscalização da prefeitura está dando uma trégua. Com o concurso gastronômico, ele acrescentou 10 mesas ao mobiliário do bar, mas mesmo assim diz que não foram suficientes.

No Bar Temático, do outro lado da esquina, uma fila de cadeiras foi colocada da rua, distante cerca de 1,5 metro do meio-fio. O asfalto foi transformado em sala de espera. “Minha demanda aumentou 120% com o festival, mas não sirvo as pessoas na rua. Só coloco cadeiras de espera no espaço dos carros”, afirma o proprietário, Paulo Benevides, o Bené. Com tantas mesas, cadeiras e clientes em pé ocupando a pista de rolamento, carros e ônibus têm dificuldade de transitar. Na falta de lugar para parar, os taxistas deixam passageiros no meio do cruzamento, o que complica ainda mais o tráfego. O nome do prato do participante retrata um pouco a situação: “Desarrumadinho”.

CONTORCIONISMO Entre os bares visitados pela equipe do EM, o Família Paulista, no Bairro Cidade Nova, na Região Nordeste de BH, foi um dos beneficiados com a permissão especial. No estabelecimento, são tantos clientes querendo provar o ragu de linguiça com mandioca rosti, o “R&R”, que a calçada está tomada por mesas e cadeiras e os pedestres têm dificuldade para transitar. É preciso ser contorcionista para passar debaixo do telefone público, onde sobra um pouco de espaço.

Parte da rua em frente ao estabelecimento também foi cercada com correntes, jardineiras e propagandas do concurso. O pedestre é obrigado a passar praticamente no meio da rua, disputando espaço com veículos. O dono do bar, que não se identificou, informou ter alvará da prefeitura e da BHTrans para ocupar os dois espaços durante o festival, de 12 de abril a 12 de maio, assinada pelo gerente de Ação Norte e Nordeste da PBH, Luiz Fernando Libânio de Menezes.

FONTE: Estado de Minas.


Comida di Buteco

 

Eis a tão esperada lista desta edição do Comida di Buteco , que começa nessa sexta em45 bares de BH e vai até dia 12 do mês que vem. Desta vez, as casas terão de preparar petiscos com mandioca e/ou linguiça . Achou banal, né? Aí é que mora o perigo : é fácil desagradar pela falta ou excesso de criatividade . Vamos aguardar para ver o que o público e os jurados vão achar dos tira-gostos. Cada um custa entre R$ 20,90 e R$ 22,90. Esse é o Eduardo Maya , um dos organizadores do CdB, que este ano acontece simultaneamente em 16 cidades de quatro regiões brasileiras (com o mesmo tema!):


Força, minha gente ! Preparem-se, pois são 45 bares em 31 dias !

ESTREANTES 

Bar do Tonho
Rua Demétrio Ribeiro, 50, Vera Cruz. (31) 3483-7560. Aberto de segunda a sexta, das 17h às 0h; sábado e feriado, das 12h às 21h.
Prato concorrente : Mandioca na ponta da Língua (língua de boi recheada com bacon e cenoura vermelha ao próprio molho; acompanha creme de mandioca).

Bar Dona Suíça
Avenida João Samaha, 390-A, São João Batista (Venda Nova). (31) 3457-4156. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 0h; domingo, das 11h às 22h.
Prato concorrente : Lombo amarradinho com maria gondó (lombinho recheado com linguiça caseira e acompanhado por farofa de maria gondó).

Cervejaria Seu Romão
Rua São Romão, 192, Santo Antônio. (31) 3786-4929. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Linguiça à 7 chaves difamada na cachaça (linguiça de carne de sol suína, bolinho de mandioca recheado e costelinha).

Gabiroba Butiquim
Avenida Padre Vieira, 319, Minas Brasil. (31) 3413-2927. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e domingo, das 14h à 0h.
Prato concorrente : Komi – keto (linguiça de pernil defumada e empanada acompanhada por molho de laranja e mandioca cozida puxada na manteiga de garrafa com carne cozida no molho de vinho).

João da Carne
Rua Sabinópolis, 172, Carlos Prates. (31) 3462-4899. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 20h.
Prato concorrente : Sonho de Noiva (linguiça de carne de sol recheada com queijo coalho e linguiça de pernil, mandioca cozida no açafrão com creme de cebola, geléia e pimenta biquinho).

Koqueiro’s Bar
Avenida Silviano Brandão, 1.293, Sagrada Família. (31) 8749-5372. Aberto de terça a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 13h à 0h; domingo, das 13h às 18h.
Prato concorrente : Tudo junto e misturado (bolinho de mandioca recheado com mini jiló e bolinhas de linguiça empanada na farinha de mandioca acompanhados por dois molhos).

O Pulo do Gato
Rua Outono, 523, Cruzeiro. (31) 3282-6751. Aberto de segunda a quinta, das 18h à 0h; sexta, das 18h às 2h; sábado, das 12h às 2h; domingo, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Jeca Ragu (ragu de linguiça à moda toscana na cama de polenta branca, envolvido em fogueira junina feita com palitos mandioca gratinada com queijo).

Tanganica Art Bar
Rua Padre Demerval Gomes, 380, Coração Euscarístico. (31) 3376-7047. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h.
Prato concorrente : Donna Angélica (bolinhas de mandioca recheadas com queijo e acompanhadas por linguiça de porco e molho de mexerica).

VETERANOS
Adega & Churrasco
Rua Maura, 120, Palmares. (31) 3088-1555. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 10h às 20h; domingo e feriado, das 10h às 16h.
Prato concorrente : Coisas de Minas (barriga de porco assada no bafo, acompanhada por mandioca especial envolvida em brócolis, linguiça defumada e pimenta biquinho, embriagada no molho nobre).

Agosto Butiquim
Rua Esmeralda, 298, Prado. (31) 3337-6825. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 0h.
Prato concorrente : Parada 298 – O melhor pão com linguiça da cidade (dueto de linguiças com maxixe, mini pão e dedos de mandioca frita, acompanhados por trio de molhos).

Ali Ba Bar
Rua Matias Cardoso, 345, Santo Agostinho. (31) 3337-9114. Abeto de segunda a sexta, das 16h à 0h; sábado, das 10h à 0h.
Prato concorrente : Combinado mineiro (dupla de bolinhos acompanhada de pancetta e tapioca mineira).

Armazém do Árabe
Rua Luz, 230, Serra. (31) 3223-1410. Aberto de segunda a sábado, das 17h à 0h.
Prato concorrente : Dibabá (bolinho de carne recheado com linguiça e quibe de mandioca acompanhados por salada espanhola de cebola com azeitona).

Autentico’s Bar
Avenida Professor Mário Werneck, 895, Estoril. (31) 3378-3215. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado,d as 16h à 0h; domingo, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Tentaçõe’s (linguiça de porco caseira, mandioca cozida especial, cebolinhas empanadas e molho de alho).

Bar da Cida
Rua Numa Nogueira, 287, Floramar. (31) 3434-8715. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 13h à 0h30; domingo, das 13h às 22h.
Prato concorrente : Dona Língua e seus bolinhos (língua de boi acompanhada por bolinhos de mandioca).

Bar da Claudinha
Rua Joaquim Nabuco, 128, Nova Suiça. (31) 2515-4768. Aberto de segunda a sexta, das 17h às 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo e feriado, das 11h às 21h.
Prato concorrente : Prazeres de Minas (linguiça ao molho tropical, guarnecida com mandioca em manteiga composta e salsa criolla).

Bar da Lora
Av. Augusto de Lima, 744, loja 115, Mercado Central (entrada pela Rua Santa Catarina), Centro. (31) 3274-9409. Aberto de segunda a sábado, das 9h às 18h; domingo e feriado, das 9h às 13h.
Prato concorrente : Versões da Lora (molho, mandioca, linguiça, angu, carne de panela e conserva de jiló).

Bar de Minas
Rua São Domingos, 171, Barreiro. (31) 3381-8576. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h às 23h.
Prato concorrente : Trilinguí com mandiotô (bolinho de linguiça toscana, enrolado de frango com linguiça calabresa, enrolado de carne com linguiça de porco, mandioca assada com queijo parmesão e torresmo, acompanhados por molho de mandioca).

Bar do Antônio (Pé-de-Cana)
Rua Flórida, 15, Sion. (31) 3221-2099. Aberto de segunda a sábado e feriados, das 11h à 1h; domingo, das 11h às 18h.
Prato concorrente : Riquezas de Minas (bolinho de mandioca recheado com ragu de linguiça, coxinha da asa picante e lingüiça ao molho).

Bar do Dedinho
Avenida Deputado Anuar Menhen, 231, Santa Amélia. (31) 3047-1012. Aberto de segunda a quinta, das 17h30 à 0h; sexta, das 17h30 à 1h; sábado, das 13h à 1h; domingo, das 13h às 23h30.
Prato concorrente : Trem das cinco (Linguiça de vitelo ao molho de mostarda com mel, torresmo de barriga, bolinho de mandioca recheado com linguiça e queijo, palitos de queijo empanados e purê de mandioca).

Bar do Doca
Rua Cuiabá, 960, Prado. (31) 8885-0109. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, domingo e feriados, das 14h às 20h.
Prato concorrente : Costela exibida e suas Empadocas (costela de boi com empada de mandioca recheada com lingüiça).

Bar do Júnior
Rua Ouro Fino, 452, lojas 7 e 8, Mercado Distrital do Cruzeiro, Cruzeiro. (31) 3223-5822. Aberto de segunda a sábado, das 9h às 21h; domingo, das 9h às 15h.
Prato concorrente : Mandiocada na costela do leitão (linguiça artesanal de costela de leitão acompanhada por molho com maionese e mandioca cozida).

Bar do Rei
Rua Aladim Correia de Faria, 985, Barreiro/Teixeira Dias. (31) 3381-0125. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriados, das 12h às 21h.
Prato concorrente : Quitanda Di Buteco (rosquinha de carne moída com mandioca e rosquinha de frango com calabresa, acompanhadas por molho picante).

Bar do Véio
Rua Itaguaí, 406, Caiçara. (31) 3415-8455. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo e feriado, das 11h às 21h.
Prato concorrente : Tropa mineira (linguiça de arroz carreteiro com croquete de mandioca).

Bar do Zezé
Rua Pinheiro Chagas, 406, Barreiro de Baixo. (31) 3384-2444. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriado, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Velho Barreiro (tutu com linguiça e pernil, ovo de codorna, torresmo e couve).

Bar Temático
Rua Perite, 187, Santa Tereza. (31) 3481-4646. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h às 20h; domingo e feriado, das 11h às 18h.
Prato concorrente : Desarrumadinho (linguiça, macaxeira rosa e farofa de feijão de corda).

Barbazul
Avenida Getúlio Vargas, 216, Funcionários. (31) 2535-3527 e (31) 2535-3528. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 10h à 0h; domingo, das 10h às 22h.
Prato concorrente : Foi na língua agora é na linguiça (linguiça ao molho de mel com gergelim e brochetes de medalhão).

Barção Moreira
Rua Mombaça, 493, São Gabriel. (31) 3493-2078. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo, das 11h às 22h.
Prato concorrente : Rumo à Copa (entremeadas de porco defumado com empanado, linguiça caseira e mandioca ao molho especial da casa).

Bartiquim
Rua Silvianópolis, 74, Santa Tereza. (31) 3466-8263. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h às 20h; domingo e feriados, das 11h às 18h.
Prato concorrente : Alegria das muié (lagartinho de panela com mandioca cozida).

Café Bahia
Rua Tupis, 369, Centro. (31) 3274-4530. Aberto de segunda a sexta, das 12h à 0h; sábado e feriado, das 10h à 0h.
Prato concorrente : Combinado não sai caro (linguiça de pernil flambada com provolone, torresmo de barriga, medalhão de quiabo e mandioca foguinho, acompanhados por molho de mostarda da casa).

Café Palhares
Rua dos Tupinambás, 638, Centro. (31) 3201-1841. Aberto de segunda a sexta, das 12h às 22h; sábado, das 12h às 21h.
Prato concorrente : Prata da casa (linguiça artesanal do Palhares servida com chucrute brasileiro e batatas cozidas, acompanhada por mostardas clara e escura).

Cantina da Ana
Avenida Silviano Brandão, 2.109, Sagrada Família. (31) 3463-6991 e (31) 3087-6247. Aberto de segunda a quinta, das 18h às 23h; sexta, das 18h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Trem da alegria (linguiça de pernil recehada com azeitona, linguiça de lombo recheada com pimenta biquinho e torresmo de barriga, acompanhados por purê de mandioca e molho de mostarda com laranja e mel).

Carlão Rei do Churrasco
Rua Dom Joaquim Silvério, 859 A, Coração Eucarístico. (31) 3375-9014. Aberto de terça a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo e feriado, das 12h às 22h.
Prato concorrente : Lua de mel (mandioca frita coberta com creme de requeijão, linguiça assada na brasa, ovos de codorna, cebola em flor e molho especial).

Casa Velha
Rua Além Paraiba, 400, Lagoinha. (31) 2551-1953. Aberto de segunda a quinta, das 17h às 23h; sexta, das 17h à 0h; sábado, das 15h à 0h; domingo e feriados, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Os três mosqueteiros e suas fiéis manteigas (medalhão de linguiça de vinho com gengibre e pimenta rosa, cupim acebolado e polenta de mandioca com manteigas de alho, de ervas e de pimentão vermelho).

Curin Bar
Rua dos Astecas (Érico Veríssimo), 2.722, Santa Mônica (Venda Nova). (31) 3452-7101. Aberto de segunda à sexta, das 17h às 23h30; sábado, das 14h às 0h; domingo, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Caracossol (carne de sol encaracolada na linguiça, acompanhada por molho com maionese e creme de abacaxi apimentado).

Escritório da Cerveja
Avenida General Olímpio Mourão Filho, 800, Planalto. (31) 3491-2258. Aberto de segunda a sexta, das 17h30 à 0h; sábado, das 13h30 à 0h; domingo, das 13h30 às 22h.
Prato concorrente : Costela do chefe (costela de porco no bafo com abacaxi e molho agridoce, acompanhada por mandioca).

Estabelecimento Bar
Rua Monte Alegre, 160, Serra. (31) 3223-2124. Aberto de terça a sexta, das 18h à 1h; sábado, das 13h à 1h; domingo e feriados, das 14h às 22h.
Prato concorrente : Linguinhoca de panela (mix de linguiças cozidas em vinho, cebola, polpa de tomate e pimenta, servido com mandioca cozida e refogada em manteiga de garrafa, maionese, açafrão e ervas finas).

Família Paulista
Rua Luther King, 242, loja 9, Cidade Nova. (31) 3484-4598. Aberto de segunda a sexta, das 18h às 23h; sábado e feriado, das 12h às 21h.
Prato concorrente : R&R (ragu de linguiça com mandioca rösti).

Geraldim da Cida
Rua Contria, 1.459, Grajaú. (31) 3334-9355. Aberto de segunda a sexta, das 16h à 0h; sábado e domingo, das 10h às 23h.
Prato concorrente : Dona Flor e seus dois maridos (pernil ao molho de salsão, alho poró, tomate, ervas; carne de sol no azeite; mandioca cozida no alho; e molho de maçã).

Köbes
Rua Professor Raimundo Nonato, 31 A, Horto. (31) 3467-6661. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábados, das 12h à 0h; domingos e feriados, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Frente e verso (queijocas cervejeiros, rolinhos de linguiça artesanal com queijo e molho da Wowa).

Mulão
Rua Marambaia, 291, Caiçara. (31) 3412-6505. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriado, das 11h às 21h.
Prato concorrente : Caipira atolado (linguiça de porco caipira com mandioca cozida e passada na chapa com manteiga).

Patorroco
Rua Turquesa, 865, Prado. (31) 3372-6293. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado e feriado, das 12h às 23h.
Prato concorrente : Koninguiça (Minicones com ragu de linguiça calabresa e molho de gorgonzola).

Pé de Goiaba
Rua Alpes, 507, Nova Suissa. (31) 9971-3906. Aberto de segunda a sábado e feriado, das 17h à 0h.
Prato concorrente : Bombom mineiro (bombonzinho de linguiça caramelizada com conserva da casa).

Peixe Frito
Rua Juiz de Fora, 1.242, Santo Agostinho. (31) 3291-1046. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo e feriados, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Trilha mineira (bolinho de mandioca, torresminho de peixe e linguiça aperitivo, acompanhados por molhos de limão e picante).

Recanto da Macaca
Rua Guerra Junqueiro, 72, Santa Branca. (31) 3495-4928. Aberto de segunda a sexta, das 17h às 23h30; sábado, das 12h às 23h30; domingo, das 12h às 18h.
Prato concorrente : Macacaxeira da sorte (dadinhos de macaxeira com ragu de linguica e molho especial).

Zoo Bar
Avenida Otacílio Negrão de Lima, 7.844, Pampulha (ao lado da portaria 1 do zoológico). (31) 3491-7455. Aberto de terça a sexta, das 17h às 23h30; sábado, das 13h às 23h30; domingo e feriado, das 13h às 20h.
Prato concorrente : Trem bão, sô! (palitos de mandioca com trio de linguiças – tradicional, picante e de frango com provolone – e molhos especiais da casa).

FONTE: Blog do Girão.


Se estabelecimento proibir saída do cliente, ele pode até acionar a polícia

 

Na capital conhecida nacionalmente pelos seus bares, os frequentadores da noite nem sempre conhecem os seus direitos, o que facilita os abusos de alguns estabelecimentos.

Um deles, que é bastante comum, segundo a advogada e professora de direito do consumidor da Estácio de Sá Luciana Berlini, é a cobrança de um valor previamente estabelecido pelo bar, restaurante ou casa noturna, muitas vezes exorbitante, em caso de perda da comanda pelo cliente.

Ela diz que, por manifestar uma vantagem excessiva para uma das partes – no caso, os estabelecimentos -, a prática é considerada abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), em seu artigo 39.

A advogada também ressalta que o controle do que é vendido ao consumidor é da empresa. “A prática de estabelecer um valor no caso de perda é um tipo de contrato de adesão, ou seja, aquele que não permite negociação, é estipulado apenas por uma das partes, de forma unilateral”, observa.

Ainda conforme o CDC, esse tipo de cobrança fere a boa-fé que deve existir nas relações de consumo, segundo atesta o artigo 51.

Luciana explica que o cliente não é obrigado a pagar o valor que o estabelecimento definiu pela perda da cartela, como se fosse uma espécie de multa, mas, sim, pagar o que de fato gastou. “E o estabelecimento não pode impedir sua saída. Se isso acontecer, ele pode chamar a polícia e solicitar um boletim de ocorrência”, diz.

A advogada diz ainda que o cliente pode acionar a Justiça e pedir uma indenização por danos morais.

diretor da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel -MG), Lucas Pêgo, concorda que o controle dos gastos feito pelo cliente é de responsabilidade da empresa e ressalta que a praxe no mercado, quando há discordância de valores, é procurar o caminho do equilíbrio, com o intuito de chegar a um valor médio. “O cliente sempre é ouvido.”

Para Juliana Lirdi, responsável pelo marketing do Bhar Savassi, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, o ideal é que o estabelecimento mantenha outra forma de controle dos gastos de seus clientes além da comanda.

Ela ressalta que o bar onde trabalha não estipula valor pela perda da cartela de consumo. “Na nossa comanda, temos uma recomendação: procurar o caixa em caso de perda, para que o cliente possa fazer o levantamento do que gastou e, também, impedir que outra pessoa utilize a comanda”, salienta.

O ex-dono de bar Bruno Lins diz que a multa para quem perde cartela é uma forma de as empresas tentarem evitar prejuízos com clientes que agem com má-fé. “Infelizmente, sempre tem aquela pessoa que não quer pagar”, diz.

ALTERNATIVA
Casa de shows define valor máximo de consumo
Para evitar que em caso de perda da comanda outra pessoa a utilize, a casa de shows Granfinos, no bairro Santa Efigênia, região Leste de Belo Horizonte, estabeleceu um valor máximo de utilização do cartão, que, segundo o gerente do bar, Daniel Bittencourt Passos, é de R$ 200. “É uma segurança para o cliente. Não há como uma outra pessoa encontrar o cartão e gastar um valor absurdo”, diz.

Passos explica que, caso o cliente gaste mais que o limite estabelecido, é só solicitar outro cartão. “Mas é raro estourar o valor”, diz.

Ele ressalta que a casa não estabelece multa para quem perde a comanda eletrônica, implantada em janeiro. “Isso é ilegal. Afinal, a responsabilidade do controle de gastos do cliente é do estabelecimento”,
admite.

O gerente diz que, para agilizar o atendimento nos bares da casa noturna, o estabelecimento deixou de usar o sistema de fichas. “As pessoas reclamavam que tinham que enfrentar filas, em alguns casos, para comprar apenas uma cerveja. Além do mais, é uma tendência do mercado, a comanda eletrônica não ocupa espaço e não rasga”, ressalta.

Ele afirma que o cliente pode verificar os seus gastos antes de pagar a conta nos 12 terminais espalhados pela casa. “Fora do país você pode pagar a cada produto consumido, só que, com isso, o atendimento fica mais demorado”, observa. (JG)

Comentários
04/03/2013 – 18h57
Marcelo Guimarães
BH
Vai no famoso Chalezinho, hoje no Buritis, para ver o que acontece com sua comanda, você consome R$ 70,00 e aparece do nada R$ 130,00. E o pior que se chamar a policia não dá em nada, eles ficam rindo pq são amigos dos seguranças e pagos pelo dona da casa ara fazer uma ronda.
04/03/2013 – 10h02
Cleiton
BH MG
E atenção ao velho golpe da soma errada. Os itens vem corretos mas a somatória final é maior que o valor real da conta. Tem MUITO lugar fazendo, muita gente nem imagina. E não aumentam pouco não, é 20, 30, 40%.
04/03/2013 – 07h57
Felizberto Duarte
Belzonte
Tem bar/restaurante em BH, que cobra 10% sendo que é vc quem se serve, vc paga buffet livre, ele quer cobrar no peso, a conta no final sempre dá a mais, ai vem a choradeira, a qualidade da comida piora mas o preço só aumenta. Lá na Savassi tem um assim. É dos chineses que falam que são italianos, resumindo o galeto Itália, piorou muuuito, fora as diferenças na hora de pagar, não vou mais lá…..
FONTE: O Tempo.


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