Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Barulho e desconforto

Música alta de madrugada, sujeira espalhada nas calçadas e trânsito caótico são alguns problemas enfrentados por quem vive ou trabalha na Rua Alberto Cintra, no Bairro União

 

Movimento noturno na rua é intenso de quarta a domingo, atraindo grande número de pessoas aos barzinhos e restaurantes (Ramon Lisboa/EM/D.A Press)
Movimento noturno na rua é intenso de quarta a domingo, atraindo grande número de pessoas aos barzinhos e restaurantes
Falta de bom senso e muitas reclamações. Essa é a realidade em um dos mais concorridos pontos da noite belo-horizontina. Entre sorrisos, bate-papo, cerveja gelada e boa comida nas dezenas de bares e restaurantes da Rua Alberto Cintra, no Bairro União, Nordeste da capital, muita gente se sente incomodada com a insistência de alguns donos de estabelecimento em colocar o som a todo volume, muitas vezes do lado de fora, o que tem afastado clientes dos comerciantes vizinhos e tirado o sono de quem mora no local.Fernando Zanforlin, dono de uma delicatéssen e morador de um prédio na via, tem duplo motivo para reclamar. “Na área comercial perdemos aquela característica de ambiente família, ponto de encontro de amigos, local ideal para um happy hour. Há donos de bar que extrapolam com o som em alto volume. Fica um ambiente tenso, com pelo menos quatro bares no quarteirão disputando quem tem o equipamento mais potente. Isso acaba por atrair um público do tipo que coloca música alta no carro e fecha a rua. E, para os outros comerciantes, mesas vazias, pois seus clientes, que buscam um espaço agradável para bate-papo, são afugentados pela poluição sonora”, protestou.

Zanforlin diz que no outro quarteirão não é diferente. Ele conta que não tem como descansar em seu apartamento. “O estresse da poluição sonora que enfrento no trabalho se repete abaixo do prédio onde moro, com a disputa de quem coloca músicas em alto volume, em caixas de som nas áreas externas dos estabelecimentos, sem qualquer isolamento acústico.”

Na noite da quinta-feira, a reportagem do Estado de Minas esteve na Rua Alberto Cintra e constatou que nem a presença de fiscais da Regional Nordeste da Prefeitura de Belo Horizonte inibiu o som alto das caixas que ficam na calçada em frente aos bares. Jomilda Neves, gerente do restaurante de comida japonesa Yohei, um dos pioneiros na rua, disse que o ponto está anunciado para vender. “Não temos mais aquele espaço em que as pessoas vinham se divertir, com parentes e amigos, com música ambiente. Hoje é som alto, músicas que agitam as pessoas, do lado de fora, que atrai quantidades e tumultos. Falta bom senso de alguns donos de bares. Aqui está virando terra de ninguém, sem regras de boa convivência. Famílias e grupos de amigos, que gostam de um bom prato, não se sentem à vontade em meio a tanto barulho”, lamentou Jomilda.

Pelo menos três quarteirões da via concentram bares e restaurantes dos mais variado estilos. São dezenas de estabelecimentos no trecho entre as ruas Flor de Jequitibá e Pitt, onde três bares abusam do som em alto volume, com caixas em espaço externo ou direcionadas para a Rua Alberto Cintra. Num dos casos, o bar fica bem abaixo de um prédio residencial. Já no outro quarteirão, sem prédio residencial, entre as ruas Nelson e Arthur de Sá, a disputa de quem coloca o som mais alto envolve pelo menos cinco bares.

No local há dois imóveis residenciais, um fechado e à venda. No outro, o proprietário colocou um apelo no portão para que urinem nas árvores, para não corroer a estrutura de metal. Além do som alto, a sujeira nas ruas, mesmo com o esforço dos comerciantes com a instalação de lixeiras, é mais um problema na Alberto Cintra, que, nas noites de quarta-feira a domingo, fica com o trânsito complicado devido à quantidade de veículos, muitos estacionados de forma irregular.

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FONTE: Estado de Minas.


Bares no entorno de faculdade criam ‘inferno’ para moradores
Multidão de estudantes se concentra em estabelecimentos até a madrugada, ocupando rua e calçadas

Uni

Obstáculo. Porteiro teme problemas provocados por estudantes que se aglomeram em frente a edifício

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Quatro barzinhos no mesmo quarteirão de uma via residencial estreita vendem cerveja long neck por R$ 2,50 a poucos metros de uma faculdade. É nesse cenário que a rua Vitório Magnavacca, no bairro Buritis, na região Oeste da capital, se tornou há poucos meses um point para estudantes e um verdadeiro inferno para moradores.

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Desde fevereiro, pelo menos oito inquilinos de um prédio residencial acima dos estabelecimentos já se mudaram em razão da bagunça. Em meio à multidão de estudantes que tomam conta da rua nas quintas e sextas-feiras, é acrescido um playlist de músicas que vai de sertanejo e samba a axé e funk. Em volume alto, a cada dois minutos as músicas estão no som de um carro diferente.

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O movimento dos bares no entorno de universidades ocorre principalmente em início de semestre, época das famosas calouradas, e tem sido sinônimo de transtorno para áreas residenciais. No Buritis, a concentração de alunos está no entorno do Centro Universitário Belo Horizonte (Uni-BH).
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No dia 8 de agosto, as festas no entorno da Pontifícia Universidade Católica (PUC Minas) foram interrompidas pelo assassinato de um jovem de 22 anos, caso que motivou a regulamentação dos serviços de bares e um maior rigor na realização de eventos. Há dois anos, os mesmos problemas ocorriam no bairro Cruzeiro, na região Centro-Sul, onde fica a universidade Fumec.

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Balada. Na última semana, a reportagem percorreu regiões onde há a combinação de bares e faculdades. É no intervalo das aulas, às 20h30, que os estudantes trocam as salas de aulas pelas farras no bairro Buritis e deixam ruas, passeios e portas de prédios totalmente ocupados, inclusive com alunos tocando instrumentos em plena calçada. “Eu que chamei a bandinha e negociei a promoção da cerveja no bar”, contou um universitário, que não quis ser identificado.

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Veja vídeo

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FONTE: O Tempo.


Cintra

A primeira vez que passei pela rua Alberto Cintra eu fiquei impressionada com o movimento. Achei sensacional a animação do povo, estava rolando até samba. Para quem ainda não conhece vou explicar melhor.

Imagine bares e restaurantes com movimento de terça a domingo. Em um único fim de semana, cerca de 30 mil pessoas passam por lá. As opções gastronômicas são as mais variadas e vão desde comidas alemã e japonesa até espetinhos e frutos do mar. Não estamos falando da rua Pium-I, no Sion, nem da avenida Fleming, na Pampulha. Essa é a rua Alberto Cintra, no bairro União, o mais novo point de Belo Horizonte.

O grande movimento começou há pouco mais de um ano e meio, pouco tempo depois que o empresário Mauro Henrique Gonçalves inaugurou o Espetáculo Espeteria. “Há dois anos, não tinha nada. Eu dei um pouco de sorte. A avenida se tornou um polo gastronômico. A gente não pode reclamar do movimento”, comemora. O empresário Frederico Moreira também foi surpreendido positivamente pela “explosão” da Alberto Cintra, que ocorreu um mês após a abertura do seu restaurante, o Iscas Gastronomia e Cultura. “Hoje são cerca de 25 estabelecimentos em sete quarteirões”, conta Moreira.

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FONTE: O Tempo.


Dupla é presa falsificando bebidas em fábrica clandestina no Caiçara

Eles revendiam produto para boites, bares e restaurantes da capita; fábrica tinha garrafas vazias, selos e rótulos falsificados

Uma quadrilha especializada na venda de bebidas falsificadas para casas noturnas de Belo Horizonte foi presa e apresentada na tarde desta quinta-feira (25) pela Polícia Civil.

A fábrica ficava no bairro Caiçara, região Nordeste de BH e dois homens que trabalhavam falsificando as bebidas foram presos em flagrante.

Eles compravam garrafas e embalagens originais em buffets e as enchiam com bebidas que tinham um valor comercial menor, em seguida, selavam e lacravam as garrafas para revenderem.

Na fábrica, foram apreendidas várias garrafas vazias de whiskies das marcas Johnny Walker Red Label Black e Buchanan’s, bem como garrafas vazias de vodka, também de marcas famosas.

Além disso, foram encontrados selos, tampas, lacres, caixas intactas, funil, cola, garrafas de álcool, essências e garrafas cheias, lacradas e encaixotadas, prontas para serem comercializadas.

A apresentação aconteceu na 5ª Delegacia Especializada em Repressão a Organizações Criminosas (Deroc),  Na operação, que foi realizada na manhã desta quinta-feira (25), policiais civis também fecharam uma fábrica, no bairro Caiçara, na região Noroeste da capital, onde era feita a adulteração.

A dupla vinha sendo investigada há cerca de um mês e, segundo o delegado Daniel Balthazar.

 

FONTE: O Tempo.


Bares se impõem pela qualidade dos petiscos e atraem clientela de toda BH

Exemplos no Barreiro, Esplanada, Graça, Jardim Guanabara, Padre Eustáquio vão além das fronteiras e fazem clientes de outras regiões atravessarem a cidade em busca do petisco ideal

O Bar do Zezé, no Barreiro, que começou como mercearia e hoje serve clássicos da gastronomia de boteco. O proprietário José Batista Martins conta que a casa costuma receber até estrangeiros que vêm à cidade a trabalho (FOTOS: MARCOS VIEIRA/EM/D. A. PRESS)

O Bar do Zezé, no Barreiro, que começou como mercearia e hoje serve clássicos da gastronomia de boteco. O proprietário José Batista Martins conta que a casa costuma receber até estrangeiros que vêm à cidade a trabalho

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Boa parte dos bares e restaurantes mais conhecidos de Belo Horizonte está na Região Centro-Sul. Tomando a Praça Sete como ponto de partida, o que levaria alguém a cruzar a cidade por 15 quilômetros para beber cerveja e comer algo? Graças a sua boa reputação (e petiscos bem bolados), o Bar do Zezé, no Barreiro, consegue mobilizar fregueses para isso. Outras casas, espalhadas por bairros nos quatro cantos da capital mineira, também conseguem se impor para muito além de alguns quarteirões.

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O caso de José Batista Martins, o Zezé, é mesmo marcante. Seu bar foi inaugurado em 2004, substituindo, pouco a pouco, a mercearia que abriu no mesmo imóvel, em 1980. Eram quatro mesas, um fogão de duas bocas e um pequeno balcão. “Quando os supermercados chegaram ao bairro e ficou difícil (manter a mercearia), tive de dar um jeito. O negócio foi dando certo, fui campeão do Comida di Buteco quando participei pela primeira vez, ampliei a loja e, hoje, virou um botecão”, lembra ele. Atualmente, são quarenta mesas.

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Até hoje, o Zezé mantém no cardápio os mesmos pratos do dia, como a rabada com batata (R$ 27,50, para duas pessoas), às sextas, e a feijoada completa, aos sábados (R$ 48, para três pessoas). Na seção fixa, há itens como o bolinho de milho com bacalhau (R$ 27,50, 12 unidades) e a carne de panela com jiló recheado com bacon, angu mole e queijo de minas e cebolinha (R$ 21,50, para duas pessoas), sendo este uma das criações que mais ajudaram a erguer a fama da casa. Fora galinhada, canjiquinha com costelinha, dobradinha e por aí vai.

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Talvez por ser uma verdadeira coleção de autênticos clássicos de boteco, o cardápio é levado como lembrança por alguns clientes que vêm de longe. “O bar atrai muita gente de fora, incluindo Rio e São Paulo. Até gringo que vem por conta dessas empresas na Cidade Industrial e Contagem aparece aqui. Gente da Itália, Estados Unidos, Inglaterra. Eles pedem para vir”, conta Zezé. Nem ele nem seus funcionários dominam uma segunda língua, mas todo mundo se entende.
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CORRESPONDÊNCIA No extremo oposto da cidade, a 21 quilômetros dali, o Silvio’s Bar é referência não apenas no Bairro Esplanada, mas em boa parte da Região Leste. Foi aberto em 1972 por Maria da Piedade Gonçalves e seu marido, Silvio, que morreu sete anos atrás. As banquetas ao redor do balcão comprido são os lugares mais disputados e também a marca registrada da casa, famosa pelo feijão-tropeiro (R$ 33, para duas ou três pessoas), servido com pedaços de linguiça caseira e torresmo à pururuca.
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Também chamam a atenção petiscos criados por Maria, como a batata 3 em 1 (R$ 27,50, para três pessoas), servida com molho à bolonhesa e parmesão ralado à parte para que o freguês consiga “empaná-la” na mesa, passando os chips primeiro em um, depois no outro. “Eu não tinha experiência de cozinhar para tanta gente, mas, com o conhecimento de casa, não foi tão complicado. Bastou aumentar as quantidades”, conta ela, que executa cardápio com cerca de 50 petiscos. Cervejas (garrafa de 600ml) a partir de R$ 6,50.
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Maria acredita que sua empreitada tenha encorajado outras pessoas a abrir bares na região e está certa de que a concorrência é boa para o comércio e para o público. A opinião é compartilhada por Célio Stropp Fantini Júnior, um dos sócios do Bar do Veio, no Caiçara, a quase 10 quilômetros de distância do Silvio’s: “Moro perto do meu bar e vejo muita correspondência chegar ao meu prédio dando a casa como referência. Acho ótimo. Tem lugar para todo mundo, tem público para tudo e as pessoas vão cada hora a um lugar”.
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O bar iniciou suas atividades em 1986 com cardápio enxuto, mas já com um dos pratos que, até hoje, fazem mais sucesso por ali, o peito de frango recheado com bacon, presunto e queijo (R$ 45, para duas pessoas). As opções de tira-gosto aumentaram com a ampliação da casa (hoje, são 200 lugares), abrindo espaço para receitas mais criativas, como o enroladinho de lombo com bacon e cenoura ao molho de cansanção (R$ 21,90, para duas pessoas), aposta da casa para a edição deste ano do concurso Botecar. Os chopes começam a R$ 5.
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COXINHA A nove quilômetros dali, no Bairro da Graça, está aquele que, nos últimos anos, se consolidou como um dos melhores locais da cidade para se comer coxinha. Simplesmente batizada de Leo Coxinha, a casa mudou de dono há dois anos, mas foi mantida inalterada a receita que Leo e a mãe, Dona Nem, começaram a desenvolver nos anos 1970, quando ainda vendiam o salgado só para a vizinhança, praticamente de porta em porta. “As salgadeiras são as mesmas, só mudamos os garçons”, diz o proprietário, João Mendes Ribeiro.
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Não existe mística em torno da coxinha de lá, qualquer um consegue saber como é feita. A produção é diária, os salgados são mantidos resfriados (e não congelados) e fritos na hora. “A massa é tradicional, mas tem um ponto específico, que envolve o tempo de batê-la e fritá-la”, explica Ribeiro. Entre as coxinhas disponíveis, estão as de frango (R$ 3,50), frango com requeijao (R$ 4), carne seca com requeijão (R$ 5), camarão com requeijão (R$ 5) e uma bem curiosa, que leva exclusivamente requeijão no recheio (R$ 3,50).
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“Recebemos gente de todos os bairros e algumas pessoas levam a coxinha congelada para outras cidades”, conta ele. A casa também serve outros salgados, como bolinho de mandioca, empada, tortinhas e quibe. Para acompanhar a cerveja (a partir de R$ 7, garrafa de 600ml), há, ainda, porções de petiscos, como mandioca com torresmo (R$ 18, para três pessoas), caldos (a partir de R$ 8) e mexido (R$ 11, para duas pessoas).
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ONDE IR
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>> Baltazar

Rua Oriente, 571, Serra. (31) 3221-7361. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 1h; sábado e feriado, 12h à 1h; domingo, 
das 12h às 18h.
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>> Bar do Careca, o Pescador
Rua Gastão da Costa Pinheiro, 210, 
Jardim Guanabara. (31) 3434-6448 e 
(31) 9251-0369. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 18h.
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>> Bar do Veio
Rua Itaguaí, 406, Caiçara. (31) 3415-8455. Aberto terça e quarta, das 17h às 23h; quinta e sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo e feriado, das 11h às 19h.
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>> Bar do Zezé
Rua Pinheiro Chagas, 406, Barreiro. 
(31) 3384-2444. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h às 21h.
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>> Leo Coxinha
Rua Jussara, 150, Bairro da Graça. 
(31) 3309-9440. Aberto de segunda a sábado, das 11h às 14h e das 16h às 23h40.
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>> Nino Pizzaria
Rua Coronel José Benjamin, 824, Padre Eustáquio. (31) 3464-8085. Aberto de segunda a quinta, das 11h às 14h30 e das 17h à 0h; sexta a domingo, das 11h à 0h.
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>> Silvio’s Bar
Rua Begônia, 199, Esplanada. 
(31) 3318-3273. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h.

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FONTE:  Estado de Minas.


Comida-di-Buteco

O sucesso do Kaol, do Café Palhares: ‘O segredo está no molho’.

Careca: ‘meus clientes gostam mesmo é de comer’.

Joana: ‘é fazer com mais carinho’.

Tricampeão do Comida di Buteco, Bar do Zezé quer vencer o Botecar com seus petiscos

gastronomia
Pronto para a disputa – Os petiscos do Bar do Zezé serão destaque do Festival Botecar deste ano
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Único tricampeão do festival Comida di Buteco, o Bar do Zezé, no Barreiro de Baixo, fez história em Belo Horizonte com a especialidade da casa, os bolinhos de bacalhau com milho. Famoso por seus petiscos fartos, o cardápio do Zezé também inclui pratos como galinhada, tropeiro e tutu com linguiça e pernil.
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“Em 1980, abri uma mercearia. O negócio foi crescendo e resolvi abrir um bar ao lado, acabei fechando a mercearia. De lá para cá, o público mudou muito, mas tenho clientes desde quando inaugurei”, conta José Martins, o Zezé, que comanda a cozinha ao lado da esposa, Alfa Martins. “Todas as receitas são nossas, cada um dá um palpite, até encontrar o ponto certo da receita”, disse Alfa.
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Este ano, o bar do Zezé participa do festival “Botecar” com um prato tradicional da região do município de São Domingos do Prata, o bolinho de Cascais: bolinhos arroz com bacalhau acompanhados com creme de alho e ervas.

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Os irmãos João Lúcio Ferreira e Luiz Fernando, que assumiram há 40 anos o Café Palhares
Os irmãos João Lúcio Ferreira e Luiz Fernando, que assumiram há 40 anos o Café Palhares
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Carinhosamente conhecida como a capital dos bares, Belo Horizonte tem botecos de grande tradição. São mais de 18,5 mil estabelecimentos espalhados pela cidade, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-MG), que fazem a alegria de moradores e turistas.
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A gastronomia de boteco passou a ser ainda mais valorizada com a divulgação dos concursos “Comida di Buteco” e “Botecar”, que começaram neste mês em BH. Enquanto alguns bares apostam no conceito de botequim gourmet, outros antigos redutos da boemia tiveram clientela e cardápio repaginados com o passar dos anos.
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Aberto em 1983, o Café Palhares é um deles. Na rua Tupinambás, 638, no Centro (mesmo endereço desde a fundação), o bar, antes frequentado somente por homens, hoje recebe famílias inteiras para o almoço.
Kaol
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“Antigamente, as mulheres não entravam nos bares, só em restaurantes. Algumas até frequentavam, mas eram pouquíssimas. Antes era uma cafeteria que funcionava 24 horas, depois passamos a investir mais no almoço, na gastronomia. Isso fez com que o perfil do cliente mudasse um pouco”, conta um dos proprietários do café, Luiz Fernando Ferreira.
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Luiz e o irmão, João Lúcio Ferreira, assumiram o negócio há 40 anos, aberto pelo pai. O famoso kaol, carro-chefe da casa batizado pelo jornalista e compositor Rômulo Paes, era antes o prato preparado para os funcionários que trabalhavam no café. “Kaol quer dizer: cachaça (com k), arroz, ovo e linguiça. Naquela época, todos tomavam um aperitivo antes de almoçar”, lembrou Luiz.
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A receita clássica foi incrementada e ganhou a companhia da couve, do torresmo, do molho de tomate e da farofa de feijão. A linguiça pode ser substituída por língua ou dobradinha. “O segredo está no molho”, disse o proprietário do Café Palhares, que não revela seu ingrediente secreto.
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Serviço:
Café Palhares
Rua dos Tupinambás, 638, Centro.
Fone: (31) 3201-1841
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No Agosto Butiquim, pratos da cultura popular são tratados com carinho e ganham releituras
Gastronomia
Festival – Joana apresenta sua criação Sertões de Jacuí
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“Para mim, gourmet é aproveitar a referência de pratos de domínio popular, da culinária mineira, e fazer com mais carinho”, resume a chef Joana Machado, proprietária do Agosto Butiquim, no bairro Prado, região Oeste de Belo Horizonte..
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Joana é exemplo da nova geração de profissionais que estudaram gastronomia e continuaram dentro da tradição dos botecos. “Quem frequenta os bares da capital estão ávidos por coisas novas. Apresentar o tradicional de forma mais cuidadosa, essa é a cozinha gourmet”, disse a chef que estudou gastronomia em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, em uma época que BH não tinha tantas opções de curso superior na área.
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Este é o terceiro ano que o bar participa do festival “Botecar”. O prato elaborado para o evento é o Sertões de Jacuí: pernil assado e refogado em mistura mineira, flambado na cachaça com cravo e casca de laranja acompanhado de batatas rústicas. “É uma homenagem à cidade da minha família”, contou Joana.
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No Bar do Careca, comida é principal atrativo: ‘Meus clientes gostam mesmo é de comer’

Gastronomia
O Careca – Orcínio Ferreira não vai participar dos festivais de boteco deste ano
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O simpático Orcínio Gonçalves Ferreira, mais conhecido como Careca, comanda o bar que leva seu apelido há quase 30 anos. É ele próprio quem tempera, corta e cozinha os pedidos. O bar do Careca foi o primeiro vencedor do concurso “Comida di Buteco”, com a famosa língua refogada.
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“Gosto muitos dos festivais de gastronomia, do movimento que eles trazem. Hoje, já são mais de cem botecos participando dos dois concursos. Isso é ótimo para Belo Horizonte, mas neste ano fiquei de fora, já cheguei a uma certa idade, ando um pouco cansado”, diz Careca, bem humorado.
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Segundo ele, a hora do almoço é a mais movimentada e atrativa do bar. “Aqui, recebo muitas famílias, jovens acompanhados dos pais, dificilmente vejo pessoas que vêm só para beber. Meus clientes gostam mesmo é de comer”, contou Careca.
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‘Nos tempos de barraquinha’ é uma homenagem à Festa de São Geraldo

Os quitutes das barraquinhas das festas de Curvelo inspiraram Túlio
Os quitutes das barraquinhas das festas de Curvelo inspiraram Túlio

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Foi em homenagem à festa de São Geraldo, que acontece anualmente em Curvelo, na região Central de Minas Gerais, e onde Túlio Montenegro passou a infância e boa parte da adolescência, que o chef criou o prato “Nos tempos de Barraquinha”, que está no cardápio do festival Botecar de 2015, evento que neste ano vai movimentar 55 bares diferentes da capital.
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“Eu me lembro muito bem das festas de São Geraldo de Curvelo, onde nos deliciávamos com os quitutes das barraquinhas. Recordo-me de uma específica, em que um senhor construiu um fogão a lenha e com uma única panela ele servia churrasquinhos cozidos envoltos em um molho diferente, servido com farofa”, conta.
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Foi nesse momento de sua vida que o Chef Túlio buscou inspiração para criar uma receita de espetinhos de boi, frango e porco banhados em um molho picante de tomate, servido com dois tipos de farofa (uma de beterraba e outra de espinafre), torradinhas ou anéis de cebola, e um complemento de churrasquinho de abacaxi ou banana. “A Maria do Carmo aprovou, e quando ela aprova, eu sirvo”, brinca o chef, que contou ainda que usa a esposa como termômetro para montar o cardápio.
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Curiosidade: o brinco
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Conhecido pelo “chef que usa um brinquinho”, a fama se tornou marca do estabelecimento. Uma argola com um garfo, uma faca e uma colher pendurados estão por toda parte no bar. Seja em esculturas, desenhado na parede ou em produtos como seus exclusivos molhos de pimenta.
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A moda foi lançada por Túlio, “bem antes da Débora Falabella”. “Minha esposa achou um par desses brincos no chão, em Charlottesville, na Virgínia, quando ainda morávamos nos Estados Unidos. Nunca mais eu tirei”, conta, sorrindo.
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Harmonização
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Para harmonizar “Nos tempos de barraquinha”, o chef recomenda uma produção da própria família: o chope artesanal Santa Tulipa. Fabricação que leva o nome de seu filho Thiago Montenegro.
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Do tipo Pale Ale, chope puro malte, coloração dourada, cristalino e brilhante. Tem sabor pronunciado de malte, aromas frutados e médio amargor. Apresenta creme denso e consistente.
Delícia - O prato traz carnes de boi, porco e frango

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FONTE: Hoje Em Dia.


Santa Tereza se transforma em polo gastronômico com bares descolados e tradicionais

Selecionamos 26 endereços para você ficar expert na região que os íntimos chamam de Santê

O bar Birosca s2 serve rolinho de primavera com carne desfiada, queijo minas e couve ao molho de mel. Clientes podem se instalar nas mesas ou em cadeiras de praia (ANDRÉ HAUCK/EM/D. A. PRESS)

O bar Birosca s2 serve rolinho de primavera com carne desfiada, queijo minas e couve ao molho de mel. Clientes podem se instalar nas mesas ou em cadeiras de praia
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Santa Tereza é o bairro boêmio de Belo Horizonte, onde estão casas conhecidas e tradicionais como Bolão, Parada do Cardoso, Köbes, Temático, Bartiquim e o folclórico Bar do Orlando, aberto em 1919 e frequentemente apontado como o mais antigo da capital mineira. Entretanto, ainda que a região não tenha o dinamismo de Lourdes (no vaivém de tendências), não parou no tempo. Nos últimos anos, vem ganhando casas de perfis distintos, nem sempre lembradas pelos visitantes ocasionais.
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Uma interessante mescla de novatos e veteranos tem se formado ali. Do clima descolado da Birosca S2 à simplicidade cativante do Bar do Xumba, há creperia, hamburgueria, cachaçaria, pizzaria, empório,restaurante italiano e até um bar inspirado no mundo fantástico dos duendes, fadas e bruxas. Surpresas aguardam quem tem olhar atento e está disposto a conhecer melhor aqueles quarteirões cheios de história. Aliás, perambular pelas ruas com jeito de cidade do interior já é um programa.

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Santa Pizza
O “catupiry de moranga”, mistura criada no local, é aplicado em pizzas como a de camarão. O ambiente é aconchegante e as redondas são assadas em forno a lenha. Rua Silvianópolis, 452. (31) 2555-8222.
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Birosca S2
Endereço dos mais disputados, reformulou o cardápio e tem no rolinho primavera com carne desfiada, queijo minas e couve ao molho de mel o petisco mais vendido. Rua Silvianópolis, 483. (31) 2551-8310.
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Bitaca da Leste
Apesar de minúsculo, opera como bar e empório. É possível tomar chope e comer torresmo de barriga em meio a queijos, doces e quitandas selecionados a dedo. Rua Salinas, 2.421. (31) 9117-1563.
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Old Bar
Além de espaguetes, o chef Beto Farias prepara petiscos como a polenta frita com provolone e parmesão, uma das especialidades da bar. Rua Alvinópolis, 122A. (31) 3075-0691.
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Primelli
O forte do restaurante, que tem mesas ao ar livre, são as massas feitas no local, como o fagottini de camarão. Há também risotos, como o de alho-poró com salmão. Rua Alabastro, 49. (31) 3421-3008.
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Godofredo
Fundado por Gabriel Guedes, filho do cantor e compositor Beto Guedes, tem agenda intensa de shows. Membros do Clube da Esquina costumam comparecer. Rua Paraisópolis, 738. (31) 3483-6341.
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La Crepe
Nada menos que 33 crepes salgados e doces formam o cardápio, com sabores como camarão com palmito e goiabada com requeijão. Rua Dores do Indaiá, 84. (31) 2552-1317.
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Clube Mineiro da Cachaça
Se for difícil escolher uma entre as 900 cachaças disponíveis, peça a degustação de cinco doses. Para acompanhar, linguiça flambada (na branquinha, é claro). Rua Mármore, 373. (31) 9102-9405.
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Fundos da Floresta
Tem cachaça de São Tomé das Letras, duendes na decoração, rock na trilha sonora e visita de bruxa em noites de lua cheia. Rua Paraisópolis, 855A. (31) 9989-1465 / (31) 3461-8113.
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Odeon 
O bar, que fica num antigo sobrado, mudou de proprietários ano passado e investe na programação de shows, alguns deles de jovens compositores de BH. Rua Adamina, 125. (31) 2514-8487.
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In Casa 
Entre os hambúrgueres produzidos ali, a estrela é o que leva duas carnes e seis tiras de bacon. Rebata com milk shake de paçoca. Rua Tenente Freitas, 149. (31) 3457-8854.
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Bardagabi

As pedidas mais populares no bar são as batatas rosti, como a de filé com gorgonzola. Quinta tem jukebox e fliperama liberados. Rua Silvianópolis, 197.  (31) 9179-8576 e (31) 8885-6525.
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Diadorim 
O Vale do Jequitinhonha inspira a decoração, a variedade de cachaças e o cardápio, que tem na carne serenada (feita ali) um destaque. Empresta livros de graça. Rua Mármore, 600. (31) 8724-3630.
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Santa Praça
Um dos mais recentes bares do bairro. No quintal, há árvores, mesas e espaço para música ao vivo – shows de MPB e jazz são constantes. Praça Duque de Caxias, 306. (31) 3243-5993.
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Auguri 
Com mesas de madeira e pizzaiolos trabalhando diante do freguês, o ambiente é um dos trunfos da casa. Entre as redondas que saem do forno a lenha está a de presunto cru com queijo brie. Rua Alabastro, 38. (31) 3047-1004.
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Santê também tem
Baianera – Rua Bocaiúva, 3. (31) 2552-0660.
Bar do Orlando – Rua Alvinópolis, 460. (31) 3481-2752.
Bar do Xumba –  Rua Salinas, 1.173. (31) 3481-3128. 
Bartiquim – Rua Silvianópolis, 74. (31) 3466-8263.
Bocaiúva – Rua Paraisópolis, 550. (31) 3463-2812.
Bolão – Rua Mármore, 391. (31) 3463-0719. 
Desde 1999 – Rua Mármore, 758. (31) 9725-6515.

Espetinho Pimenta – Rua Salinas, 2.376. (31) 8877-9895.

Espetinho Pimenta

Espetinho Pimenta – Rua Salinas, 2.376. (31) 8877-9895.

Köbes – Rua Professor Raimundo Nonato, 31A. (31) 3467-6661.
Parada do Cardoso – Rua Dores do Indaiá, 409. (31) 3468-0525.
Temático – Rua Perite, 187. (31) 3481-4646.
Baianera – Rua Bocaiúva, 3. (31) 2552-0660.

FONTE: Estado de Minas.



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