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Atendente do Mc Donalds furta cartão de cliente e empresa é obrigada a restituir valor
O caso aconteceu em 2010, em Belo Horizonte.
Além da rede de lanchonetes, o Banco do Brasil, que demorou três dias para bloquear o cartão, também terá que devolver o valor furtado, além de pagar indenização de R$ 10 mil

 

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Um cliente do Mc Donalds deverá receber R$ 10 mil em indenização além da restituição de despesas no valor de R$ 1.178 do Banco do Brasil por ter o cartão de débito roubado por um dos atendentes da rede de lanchonetes. O caso aconteceu em dezembro de 2010, em Belo Horizonte, quando ao pagar por uma compra, o funcionário decorou a senha do cliente e não devolveu o cartão de débito.
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A empresa era ré no processo, mas buscou acordo amigável com o autor e foi retirada da ação ao restituir os valores subtraídos pelo funcionário. Já o Banco do Brasil, demorou três dias para bloquear o cartão e, por isso, terá que indenizar o cliente.


Na ação movida por D.C.G., ele conta que só percebeu a falta do cartão de débito ao chegar em casa. Em seguida, entrou em contato com o banco para bloquear o cartão, mas o bloqueio aconteceu apenas três dias depois. Durante este tempo, o funcionário do Mc Donalds, que realizou o furto, gastou cerca de R$ 1.178,00. Gravações das câmeras de segurança da lanchonete identificaram o autor do crime e, na Justiça, a vítima pediu restituição dobrada dos valores debitados e indenização por danos morais.

Para o juiz da 20ª Vara Cível de Belo Horizonte, Renato Luiz Faraco, houve lesão ao consumidor e ficou provado que D.C.G. teve dificuldades para bloquear o cartão em decorrência de falhas nos serviços prestados pelo banco. “Registro ainda que, tivesse a ré procedido ao bloqueio do cartão de forma imediata, as lesões experimentadas pelo requerente poderiam ter sido minoradas, ou sequer terem ocorrido”, argumentou.

Com relação aos danos materiais, o magistrado entendeu que não houve má-fé da instituição financeira, devendo os valores debitados da conta serem retornados de maneira simples, e não em dobro. Quanto aos danos morais, que serão acrescidos de juros e correção monetária, o juiz levou em conta que a situação vivenciada pelo autor da ação causou-lhe dano à honra.
 
A decisão por ser de Primeira Instância, está sujeita a recurso.

FONTE: Estado de Minas.

 


 

Bandidos conectam notebook em caixa e conseguem retirar R$ 25 mil em agência no Lourdes
A Polícia foi acionada por um pedestre que flagrou a ação de três homens. Um deles acabou preso e confessou que saiu de São Paulo para cometer o crime em BH

 

 

O notebook usado pelos bandidos ficou conectado ao caixa eletrônico mesmo depois da prisão (Leandro Couri/EM/D.A.Press)
O notebook usado pelos bandidos ficou conectado ao caixa eletrônico mesmo depois da prisão


A polícia está à procura de dois homens que, junto com um comparsa, tentaram roubar uma agência do Banco do Brasil na Rua da Bahia, no Bairro Lourdes, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O trio usou um notebook para fazer um caixa eletrônico expelir aproximadamente R$ 25 mil. O dinheiro ficou espalhado pelo banco, pois militares chegaram no local e os criminosos fugiram a pé. Um deles acabou preso e afirmou que todos saíram de São Paulo e vieram para a capital mineira para cometer o crime. 

Militares do 1º Batalhão da Polícia Militar (PM) receberam uma denúncia anônima de um pedestre que passou pela região e notou a atitude suspeita dos três homens. Quando os policiais chegaram na agência, os criminosos fugiram correndo. “Fomos atrás e conseguimos pegar o homem que estava próximo ao caixa. Ele deixou o notebook conectado a máquina”, explica o sargento Valdemir Gonçalves de Oliveira. 

Enquanto os bandidos fugiam, o terminal não parava de expelir as notas, que ficaram espalhadas pelo chão da agência. “Acredito que tenha aproximadamente R$ 25 mil no chão”, disse o sargento. As notas retiradas da máquina eram de 100, 50, 20 e 10 reais. 

As notas expelidas pela máquina ficaram espalhadas pelo chão da agência (Leandro Couri/EM/D.A.Press)
As notas expelidas pela máquina ficaram espalhadas pelo chão da agência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE: Estado de Minas.


Fraudador fez transferências e pagamentos em poucos minutos.
Vítima não conseguiu bloquear conta junto ao SAC da instituição bancária.
Professora mostra página da instituição bancária que foi clonada por fraudadores (Foto: Waldson Costa/ G1)
Professora mostra página da instituição bancária que foi clonada por fraudadores (Foto: Waldson Costa/ G1)

Alguns minutos de distração durante uma transação bancária, realizada pela internet durante o final de semana, resultaram em um prejuízo avaliado em R$ 10 mil na conta da professora universitária Raquel Parmegiani. A paulista que vive em Maceió viu a conta bancária ser praticamente zerada após ser direcionada para uma página clonada de autoatendimento doBanco do Brasil (BB), na noite do último domingo (3).

Segundo ela, uma série de fatores contribuíram para o golpe. Primeiro a página verdadeira travou e a rackeada abriu solicitando dados de segurança e senhas. Depois, uma pessoa se identificando como funcionário do banco ligou informando que a conta estava aberta devido ao problema do site, e que ela deveria ir até o caixa eletrônico fazer um procedimento para bloquear o acesso de terceiros. Ao seguir no caixa eletrônico o passo a passo solicitado pelo falso funcionário, a professora viu a série de transferências e pagamentos com retiradas de dinheiro de sua conta.

“Eu achava que se tratava de um procedimento de segurança. Afinal, o banco possui todos os meus dados. Só que o pior foi que, ao perceber o golpe, liguei para o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) do Banco do Brasil e mesmo conversando com um atendente ele expôs que não havia como bloquear minha conta”, disse Raquel.

“Neste curto espaço de tempo, o fraudador realizou saques, transferências e pagamentos de boletos de IPVA”, expôs a vítima, ao relatar o desespero que viveu ao ver o dinheiro sendo roubado diante da burocracia estabelecida pelo banco que não dava opção para que ela bloqueasse a conta.

“Depois de toda a situação, ao procurar o Banco do Brasil na segunda-feira (4), fui informada que teria que abrir um procedimento pela minha agência de origem, que fica no interior do São Paulo, para fazer o bloqueio. Meu pai vem resolvendo esse problema comigo por procuração. Até que tudo seja resolvido, o banco me pediu paciência e reconheceu falhas na segurança deles”, expôs a professora que, ao registrar o Boletim de Ocorrência e conversar com gerentes do BB, tomou conhecimento de outros casos semelhantes de golpes praticados via transação on-line.

Extratos mostram que transações do golpe ocorreram em sequência, em menos de uma hora  (Foto: Waldson Costa/ G1)Extratos mostram que transações do golpe ocorreram em sequência, em menos de vinte minutos (Foto: Waldson Costa/ G1)

Banco do Brasil
A assessoria do Banco do Brasil informou que os clientes que identificarem qualquer irregularidade na sua conta devem entrar em contato com o atendimento do banco ou procurar uma agência mais próxima. No caso de roubo ou crimes como o da professora Raquel, é preciso fazer um boletim de ocorrência e formalizar uma carta para ser apresentada ao gerente do banco.

Em posse do boletim de ocorrência e da carta, a pessoa deve procurar a sua agência para denunciar a fraude. Ainda segundo a assessoria, nesse caso específico, a professora deve ter acessado uma cópia da página do Banco do Brasil, facilitando a fraude.

Sobre os telefones de atendimento aos clientes, o Banco do Brasil garantiu que eles funcionam 24 horas por dia e durante toda a semana. A assessoria disse ainda que os serviços de bloqueio de cartão podem ser feitos pelo telefone.

Recomendação
De acordo com o delegado da Polícia Federal Antônio Miguel, crimes envolvendo instituições financeiras são comuns. O caso da professora Raquel chamou a atenção porque ela deve ter acessado outra página e, mesmo com todos os cuidados que ela afirmou ter tido, caiu no golpe.

“Pelo que ela está relatando, deve ter clicado em um link que deve ser uma cópia da página do banco. Inocentemente, ela desbloqueou algumas ações que impediam que o criminoso pudesse atuar”, afirmou o delegado.

Ainda segundo o delegado, é preciso ter atenção redobrada quando for acessar contas bancárias pela internet ou celular. “Os sites dos bancos são 100% seguros, os problemas são as páginas criadas por hackers que induzem as pessoas a caírem na fraude”, disse.

O delegado aconselha que, assim que for comprovada a fraude, o cliente deve procurar uma delegacia para fazer o boletim de ocorrência. Em seguida, deve procurar a sua agência bancária para comunicar a fraude.

FONTE: G1



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