Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Com a palavra, a presidente
As frases de Dilma saudando a mandioca e a evolução das ‘mulheres sapiens’ são apenas algumas das muitas ‘pérolas’ criadas pela petista ao longo de quatro anos e meio de mandato
Gramática

Quem ouviu a saudação da presidente Dilma Rousseff (PT) à mandioca na terça-feira e sua teoria sobre a evolução dos “homo e mulheres sapiens” a partir da bola pode ter pensado que a petista, assim como sua personagem nas redes sociais, estava apenas “bolada” durante a inauguração dos Jogos Mundiais Indígenas. Só que essa não foi a primeira vez que ela ganhou os noticiários com frases engraçadas ou desconexas em discursos ou entrevistas durante seu governo. Ao longo dos quatro anos e seis meses de mandato, Dilma fez abordagens curiosas sobre cachorros ocultos, o ET de Varginha, a circunferência da Terra e até sobre as escadas em bibliotecas. As pérolas lhe renderam piadas nas redes sociais, um Top 10 no site Buzzfeed e um perfil chamado Dilmês, em que os usuários reúnem frases consideradas cômicas no Facebook.
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Um clássico do pensamento dilmês, com direito a vídeo circulando no YouTube, foi o ensinamento da petista sobre as crianças no dia delas, em 2013. Ao anunciar investimentos em mobilidade urbana durante uma cerimônia em Porto Alegre, ela alertou que era também o Dia dos Animais. “Sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta que é um cachorro atrás, o que é muito importante”, afirmou.
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Essa não foi a única vez que Dilma usou o melhor amigo do homem em seu discurso. Em abril do ano passado, ela fez uma comparação canina para defender o tão propalado legado da Copa. Começou falando de redução de impostos, passou pelas casas dos brasileiros que têm ou não cachorros e desembocou nas obras em aeroportos. “E é interessante que, muitas vezes, no Brasil, você é, como diz o povo brasileiro, muitas vezes, você é criticado por ter o cachorro e, outras vezes, por não ter o mesmo cachorro.” A presidente também já usou outro animal em seus discursos. Para falar da necessidade de se ter um plano de safra, Dilma disse que os bodes são importantíssimos.
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Em outra ocasião, ao visitar Varginha, no Sul de Minas, a presidente Dilma chegou à cidade fazendo reverência ao seu personagem mais famoso, o ET. Entrevistada por uma rádio local em agosto de 2013, a petista disse que, no município, quem não viu, conhece alguém que viu o suposto extraterrestre que se tornou marca do lugar. “De qualquer jeito, eu começo dizendo que esse respeito pelo ET de Varginha está garantido”, disse. Em 2013, ao sobrevoar a Região Leste de Minas, arrasada pelas chuvas, Dilma concedeu entrevista em que confundiu os nomes das cidades. “O município apresentou seu estado de emergência, está liberado. Eu fui lá em Virginópolis… Virgolândia. Ou seja, é perto de Virginópolis – eu confundo porque virgo e virgem é a mesma coisa.”
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Nem a Cidade Maravilhosa escapou das frases inusitadas da presidente. Em março passado, na comemoração do aniversário da cidade, Dilma disparou: “Paes é o prefeito mais feliz do mundo, que dirige a cidade mais importante do mundo e da galáxia. Por que da galáxia? Porque a galáxia é o Rio de Janeiro. A Via Láctea é fichinha perto da galáxia de que o nosso querido Eduardo Paes tem a honra de ser prefeito”.
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Uma grande nação é grande porque sua população é grande
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Primeiro, eu queria te dizer que eu tenho muito respeito pelo ET de Varginha. E eu sei que aqui, quem não viu conhece alguém que viu, ou tem alguém na família que viu, mas de qualquer jeito eu começo dizendo que esse respeito pelo ET de Varginha está garantido
Em entrevista a uma rádio de Varginha 7/8/13
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Paes é o prefeito mais feliz do mundo, que dirige a cidade mais importante do mundo e da galáxia. Por que da galáxia? Porque a galáxia é o Rio de Janeiro. A via Láctea é fichinha perto da galáxia que o nosso querido Eduardo Paes tem a honra de ser prefeito
No aniversário do Rio de Janeiro em 1/3/2015
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Então, aqui, hoje, eu estou saudando a mandioca. Acho uma das maiores conquistas do Brasil.
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Então, para mim essa bola é um símbolo da nossa evolução. Quando nós criamos uma bola dessas, nós nos transformamos em Homo sapiens ou “mulheres sapiens”.
Terça-feira, durante a solenidade de lançamento dos Jogos Mundiais Indígenas em Brasília
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E eu quero adentrar pela questão da inflação e dizer a vocês que a inflação foi uma conquista desses 10 últimos anos do governo do presidente Lula e do meu governo.
Durante lançamento da retomada de produção de insulina no Brasil, em Belo Horizonte, 16/4/13
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O dia da criança é dia da mãe, do pai, das professoras, mas também é o dia dos animais. Sempre que você olha uma criança há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás, o que é algo muito importante.
Em Porto Alegre, durante a entrega de máquinas e anúncio de investimentos do PAC 12/10/2014
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O município apresentou seu estado de emergência, está liberado. Tá, gente! Eu fui lá em Virginópolis… Virgolândia. Ou seja, é perto de Virginópolis – eu confundo porque Virgo e Virgem é a mesma coisa.
Entrevista após sobrevoar área atingida pelas chuvas em Governador Valadares 27/12/2013

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FONTE: Estado de Minas.


O poder das pimentas brasileiras

Dedo-de-moça, biquinho, de bode, de cheiro e outros tipos

de pimentas nacionais para conhecer e usar


A pimenta biquinho é vermelha e arredondada na ponta com gosto suave e adocicado

 

Pimenta é uma das marcas registradas da cozinha brasileira. Não dá nem

para imaginar um prato baiano ou uma feijoada sem um toque picante.

E o Brasil é rico também no quesito variedade. Temos dedo-de-moça,

biquinho, várias pimentas de cheiro. Cada uma com seu poder de picância

e sabor peculiar. Vale a pena conhecer e experimentar:

Dedo-de-moça
A dedo-de-moça é talvez  pimenta mais comum de ser encontrada.

Seja para incrementar a carne ou dar um toque extra ao pastel.

Ela é bastante utilizada fresca, em conserva ou em forma de molho.

Para controlar a ardência, basta retirar todas as sementes antes de colocá-la

nos pratos.

Biquinho
Muito consumida no Nordeste e em Minas Gerais, a pimenta biquinho é

famosa por acompanhar pratos como o baião-de-dois. Ela é  menor e

mais suave, podendo ser consumida inteirinha. É mais adocicada e

incrivelmente aromática.

Pimenta-de-bode
A pimenta-de-bode é muito usada nas preparações típicas de Goiás e

combina muito bem com molho de pequi, por exemplo. Aposte na

versão em conserva, uma das mais procuradas.

Pimenta-de-cheiro
Há uma variedade de pimentas que ganharam o apelido carinhoso

de pimenta-de-cheiro devido ao seu poder aromático. A mais conhecida

delas, porém, é a variedade consumida no Norte do país. Combina

perfeitamente com pratos com peixes e é bastante picante.

FONTE: iG.

 

 

 


Nove dias depois de a presidente Dilma Rousseff lançar o “vale-bode” para os agricultores nordestinos afetados pela seca, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, anunciou nesta sexta-feira, em Caruaru, no agreste, o “vale-cana”. Provável candidato à Presidência da República, o governador tem como principal apelo a sua gestão no Estado e tem afirmado que o governo federal, do qual é aliado, pode fazer mais.

vale bode

O vale-bode da presidente Dilma consiste em um programa de retomada do rebanho dizimado pela pior seca dos últimos 40 anos no semiárido. Ela prometeu, em Alagoas, no dia 13 deste mês, que o governo federal vai recompor o rebanho depois da estiagem, com os agricultores recebendo “a cabrinha” e o “boizinho” perdidos para a seca.

O “vale-cana” de Eduardo, apresentado como ação pioneira da Operação Seca, pretende reduzir a distância percorrida pelos agricultores da região agreste para comprar ração para alimentar o que resta do rebanho. Atualmente os produtores se deslocam até à zona da mata sul para adquirir cana-de-açúcar para os animais.

vale cana

Questão complexa

A ração de cana-de-açúcar e milho, vinda da Conab, passará a ser distribuída por polos nas cidades de Caruaru, Surubim, Arcoverde, Itaíba, Garanhuns e São Bento do Una. Ao todo serão distribuídas diariamente 600 toneladas de cana para 63 municípios.

“Com essa integração, vamos minimizar o preço do transporte”, disse o governador em visita à unidade de Caruaru, que fica na estação Experimental do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). O governo do Estado também vai disponibilizar 15 caminhões para que os laticínios e queijarias no agreste façam o transporte diário de cana, a fim de atender os pequenos criadores rurais, que são fornecedores desses estabelecimentos. A estimativa é de que o parque industrial de laticínios esteja com ociosidade de 60%.

Aguardando a visita da presidente, nesta segunda-feira (25), a Serra Talhada, no sertão, o governador evitou críticas. Avaliou como positivas as ações realizadas pelo Governo Federal, no seu discurso. “Não é simples para o Governo Federal coordenar todo esse contexto e enxergar a realidade da seca”, comentou, enfatizando que há uma série de obras em curso que, se estivessem prontas, fariam grande diferença. “Temos que compreender a complexidade dessa questão e entender que a responsabilidade é de todos”, frisou.

 FONTE: Estado de Minas.
É mesmo o país da piada pronta…

Sem data para voltar aos Estados Unidos, os Rehm receberam a reportagem em uma das paradas da família pelo planeta, no Santuário do Caraça, no interior de Minas

 

 

 (Fotos: Marcelo Leite/TV Alterosa/D.A PRESS)

De Catas Altas, MG – Há quase quatro anos, um casal americano e seu pequeno “Bode”, decidiram largar tudo nos Estados Unidos e partir para uma viagem pelas Américas. A princípio, o plano era chegar até a Costa Rica em um ano e depois voltar pra casa. Mas, a viagem proporcionou tantos prazeres à família que eles decidiram seguir em frente. Descendo pela América, passando sem rumo pelos países latinos e fronteiras sul americanas. Ah, em relação ao Bode, não se trata daquele animalzinho da família dos caprinos, bem comum nas roças e fazendas brasileiras. Mas Bode é o filho do Jason e da Ângela, o casal viajante. A pronúncia não é como a nossa aqui no Brasil. É algo como a mistura de “bowl” e “body”. Se você sabe inglês, vai entender o que estou falando. Segundo o casal, o nome “Bode” se refere a uma árvore encontrada por Buda que lhe permitiu encontrar a iluminação.

Clique aqui e veja mais fotos da família Rehm e sua Kombi 71!

Jason era um homem muito preocupado com o trabalho. Engenheiro envolvido no mundo dos negócios em busca do “American dream”. Seu tempo era dedicado quase que integralmente ao trabalho e a sua família ficava em segundo plano.

Nessa desagradável situação, o pequeno Bode, em seu aniversário de quatro anos fez um pedido que, inocentemente, mexeu com Jason e Ângela. Bode pediu que seus pais fossem mais presentes em sua vida. Simplesmente isso. Depois desse choque, Jason vendeu tudo que tinha, comprou uma Kombi e decidiu pegar a estrada. “Eu estudei em uma universidade por muito tempo, eu trabalhei pela minha carreira, para crescer na engenharia e nos negócios. Eu trabalhei pesado para conseguir realizar o “sonho americano” e ser bem sucedido baseado na ideia de outra pessoa do que é ser bem sucedido. Mas no fim, eu não estava feliz.” Emocionado e tentando conter as lágrimas, Jason, com a ajuda de sua esposa, conta o início desta história. Seu filho, Bode, como o próprio nome já indica, foi a luz que o iluminou para que tudo isso acontecesse.
Os três gostaram tanto da ideia que decidiram seguir adiante. Encontramos com eles no Parque do Caraça, em Minas Gerais. A viagem já dura três anos e meio. Bode, o grande incentivador de tudo, com sete anos, não se queixa de nada. Ele aproveita todos os momentos e curte cada local visitado. Inclusive todos os momentos midiáticos que eles têm: Entrevistas para emissoras de TV´s, jornais, sites…

A Kombi
Em relação ao carro, bom… Aspas para o Jason, pois ele conhece bastante: “Sabíamos que queríamos a Kombi, especificamente a Westfalia porque sabemos que ela é feita para acampar. E a ideia era acampar por todas as Américas. Essa Kombi é preparada para que possamos viver dentro dela.”

Kombi Westfalia leva a família Rehm pelo mundo
Kombi Westfalia leva a família Rehm pelo mundo

E o modelo 71 é especial porque 1971 foi o último ano em que eles fabricaram  o motor 1600 com a ventoinha vertical. Em 72 os alemães fizeram um motor diferente e mais complicado para encontrar peças de reposição. Mas também, foi em 71 o primeiro ano que a van saiu de fábrica com freios a disco na dianteira. “Eu queria esses discos dianteiros para ter um pouco mais de segurança nos Andes. Algumas vezes é assustador. (risos).”
A confiança na Kombi e em um modelo da Volkswagen já vinha de longa data. “Sabíamos que iríamos dirigir um Volkswagen por que eu sempre dirigi VW. Aprendi a dirigir em um velho modelo VW e estou muito familiarizado com toda a mecânica, o motor e etc” conta o americano que, além disso, já teve vários modelos de Karmann Ghia e Fuscas. Dentre eles, os mais legais foram um Karmann Ghia 71 conversível e um Fusca, também conversível, do mesmo ano.
A relação de Jason, Ângela e Bode com a Kombi se estreita cada vez mais a cada quilômetro rodado. “É a nossa casa. Nós vivemos nesse veículo e estamos vivendo nele há três anos e meio. E nós conhecemos cada canto e curva dele. Todas as vezes que ele faz um som diferente, imediatamente já sabemos o que é, o que há de errado com ele. E nós o amamos. É como se ele fosse parte de nossa família. E eu espero que ele sempre esteja conosco”. Revela o viajante americano. E é o simpático carrinho que atrai mais pessoas e novos amigos ao redor do mundo. Jason fala como a Kombi se torna um imã para novas amizades. “Ele faz essa viagem ser especial porque quando vamos a novas cidades e novos lugares que nunca estivemos antes, pessoas que nunca encontramos chegam até nós e imediatamente se tornam nossos amigos porque eles conhecem esse carro e pensam que ele é parte da família deles. Eles contam histórias de quando eles eram crianças e seus pais tinham uma Kombi e nós, instantaneamente temos algo em comum com quase todo mundo no mundo”.

De volta à estrada

Neste momento que você lê esta matéria, Jason, Ângela e Bode podem estar no Brasil, na Guiana Francesa, na África do Sul ou qualquer outro lugar do mundo. A princípio, essa viagem não terá um fim. A volta para casa não existe porque eles sempre estão em casa (na Kombi). Apenas um detalhe pode faze-los voltar para os Estados Unidos. Bode é educado pelos pais. Eles possuem livros didáticos e ensinam tudo que podem para o filho, mas também estão cientes de que o momento do Bode entrar em uma escola “convencional” está próximo.

O pequeno Bode descansa no interior da Kombi
O pequeno Bode descansa no interior da Kombi

Enquanto isso não acontece, os três americanos e a simpática Kombi seguem caminho por aí, por ali, por lá… A América central já foi toda varrida, a América do Sul está quase. A África é um sonho e o planeta inteiro pode ser um destino. Se você não pode segui-los por aí, acompanhe a viagem pelo site: http://bodeswell.org/

Curiosidade

Você deve estar se perguntando como Jason e sua família se mantêm economicamente durante a viagem. Certo? Bom, além do dinheiro que ele conseguiu arrecadar com a venda do que tinha nos EUA, ele ainda tem um emprego. Seu chefe recusou a sua demissão e sugeriu que ele se tornasse uma espécie de consultor online. Assim, Jason ainda recebe um salário que lhe permite seguir estrada afora.

Kombi estacionada no pátio do Santuário do Caraça
Kombi estacionada no pátio do Santuário do Caraça
FONTE: Estado de Minas.


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