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118 anos

BH ganha hospital de presente
No dia em que a capital faz 118 anos, prefeitura inaugura com festa unidade de saúde no Barreiro

Barreiro

Novo hospital vai fazer 400 atendimentos de pronto-socorro por dia e 700 cirurgias e 2.000 consultas por mês

A capital mineira ganha neste sábado um novo hospital para atendimentos de urgência e emergência, além de clínica médica. Depois de sete anos de espera, será inaugurado o Hospital Metropolitano Célio de Castro, mais conhecido como o hospital do Barreiro.

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A abertura é motivo de tanta comemoração que até a festa de aniversário dos 118 anos de fundação de Belo Horizonte, data comemorada neste sábado, foi transferida para a portaria da unidade de saúde e deverá contar com a presença do prefeito Marcio Lacerda (PSB).

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“Realmente é motivo de celebração, pois é uma conquista muito grande para a região, depois de ficarmos com essa obra se arrastando por um bom tempo”, avalia Fábio Daniel Barbosa, presidente da Associação de Moradores e Amigos da Região do Barreiro (AMA Barreiro).
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Ele relembra que o valor inicial da obra, orçado em R$ 150 milhões, acabou saltando para quase o dobro, R$ 285 milhões, por causa dos problemas que a construção enfrentou. “É duro pensar que, se não fosse o mau uso do dinheiro, poderíamos ter dois desses”, critica.

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Projetado em 2009, o hospital tinha a previsão de ser concluído em 2012, mas, em 2011, a primeira construtora abandonou o projeto. Uma nova licitação teve que ser feita, mas a empresa que assumiu a obra paralisou as atividades em 2013, alegando que não estava recebendo os repasses mensais da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A situação se normalizou quando a PBH e a construtora firmaram uma Parceria Público-Privada (PPP), dando para a empresa, por 20 anos, o direito de explorar serviços como lavanderia, hotelaria, estacionamento e manutenção.

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Parcial. A inauguração vai ser parcial. A partir deste sábado, funcionarão os setores de clínica médica, urgência e emergência, com capacidade para 400 atendimentos de pronto-socorro por dia e 2.000 consultas, 1.400 internações e 700 cirurgias por mês. “Essa implantação progressiva, por etapas, é fundamental para que sejam corrigidos eventuais problemas. Vamos fazer tudo com calma”, disse o secretário municipal de Saúde, Fabiano Pimenta.

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A implantação dos outros serviços do hospital deverá ocorrer ao longo de 2016, com 320 leitos de internação, 16 salas de cirurgia, 80 leitos de CTI e o setor de exames de imagem, como tomografia, ressonância e hemodinâmica.

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Vai ter bolo

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Parabéns. A tradicional distribuição de bolo para celebrar o aniversário de Belo Horizonte também será na porta do Hospital do Barreiro. Neste ano, serão distribuídas cupcakes para a população.

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Saiba mais

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Missa. O arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, celebrará neste sábado, na Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem, às 8h, uma missa em comemoração aos 118 anos da capital mineira.

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Presença. Além do arcebispo, também é esperada a presença do prefeito Marcio Lacerda na cerimônia religiosa.

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Criatividade. O Museu Histórico Abílio Barreto recebe nesta sábado, às 14h30, o resultado do evento Virada Criativa, que reuniu dezenas de moradores de Belo Horizonte e mais de 30 associações e entidades para comemorar o aniversário da capital mineira com uma iniciativa diferente.

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Propostas. Os envolvidos na Virada Criativa desenharam suas propostas para a cidade, mostrando quais são as intervenções e melhorias que eles querem para Belo Horizonte.

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Iniciativa. A ideia, muito comum nos Estados Unidos, já foi realizada também em Goiás, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro e resultou em projetos que saíram do papel nestes Estados.

Cantata celebra o dia da capital

Violino

Um frio bom na barriga. É assim que o estudante Bruno Eduardo Fernandes, 15, descreve a sensação de sua primeira apresentação em público com seu violino, que aprendeu a tocar há menos de um ano.

 

Neste sábado, a partir das 19h30, como parte das comemorações do aniversário de Belo Horizonte, ele e outros 189 adolescentes e crianças que compõem o Coral e Orquestra Infantojuvenil da Coordenadoria da Infância e da Juventude (Coinj) do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), se apresentarão na escadaria no Palácio da Justiça, no centro. Eles mostrarão canções como “Maria, Maria” e “Bom Natal”. A expectativa é que 3.000 pessoas assistam à apresentação.

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O foco do projeto são os jovens em situação de vulnerabilidade social. “Temos, inclusive, alunos que vivem nas instituições de acolhimento da cidade”, explica o superintendente do Coinj, desembargador Wagner Wilson. “A cantata, portanto, é o ponto culminante desse trabalho social e a chance de eles se mostrarem para a sociedade”, avalia.

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A oportunidade realmente mexe com a cabeça dos músicos mirins. “Estou fazendo já a contagem regressiva”, diz Fernandes, que mora no bairro Borba Gato, em Sabará, na região metropolitana. Também aprendiz de violino, a pequena Sophia Jerônimo, 8, mostra que está afinada. “Estou fazendo o que eu gosto. Treino todo dia, acho que vai sair tudo bem”.

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Já Ana Lívia Peixoto, 11, virou fã de música clássica, após aprender a tocar violino, tanto que batizou o cachorro de estimação como Beethoven. Ela revela sua expectativa com o instrumento. “Quero me tornar uma grande violinista para poder ajudar a minha família”.

 

Para comemorar aniversário da cidade PBH distribui mil cupcakes para a população

Como parte das comemorações dos 118 anos de Belo Horizonte, a Prefeitura vai distribuir, neste sábado (12), mil cupcakes para os moradores da cidade após a inauguração do Hospital Metropolitano Doutor Célio de  Castro, localizado à rua Dona Luiza, 311, bairro Milionários, Barreiro.
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No preparo dos bolinhos foram utilizados 100 quilos de mistura de bolo sabor laranja, 6 quilos de leite em pó, 10 quilos de chocolate meio amargo tipo gotas, 10 quilos de cobertura fondant e 2 quilos de chocolate granulado. Os ingredientes foram doados pela empresa de produtos de confeitaria e padaria, Nova Safra.
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A produção dos cupcakes ficou por conta dos alunos dos cursos profissionalizantes oferecidos no Mercado da Lagoinha, por meio do Programa Pão Escola, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar (Smasan).
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Para o secretário municipal adjunto de Segurança Alimentar e Nutricional, Marcelo Lana, a produção dos bolinhos marca, de forma positiva, o ano de atividades da Secretaria. “Durante todo o ano, a Smasan desenvolve um grande trabalho social voltado para a alimentação e nutrição. Por isso, a produção dos cupcakes da grande festa da cidade é a coroação de um planejamento anual repleto de bons resultados”, avalia.

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FONTE: Hoje Em Dia e O Tempo.


Bolo ‘nega maluca’ vira afrodescendente em padaria politicamente correta

 

Bolo Afrodescedente
Nome inusitado é o motivo do sucesso de vendas do doce, segundo o proprietário

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Até a culinária entrou na onda dos termos politicamente corretos. Em uma padaria da Praia do Cassinho, no Sul do estado do rio Grande, a tradicional torta ‘nega maluca’, feita à base de chocolate, foi rebatizada de bolo afrodescendente.

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De acordo com o proprietário do estabelecimento, Gilberto Ponce Dias, o nome da guloseima foi adotado com o objetivo de valorizar o respeito às diferenças raciais. “Foi por causa dessa onda do politicamente correto. Estou seguindo uma linha de respeito”, explica.

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O empresário teve o cuidado de seguir esta ideia em outros produtos. Na padaria, em funcionamento desde 2010, o termo ‘brigadeiro’ sempre foi usado, assim como em outros estados, para se referir ao doce ‘negrinho’, como é popularmente conhecido no Rio Grande do Sul.

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O bolo é um dos produtos mais procurados pelos clientes. O sucesso é creditado por Gilberto, além do sabor, ao nome inusitado. Entretanto, a atitude politicamente correta não é unanimidade de aprovação e gera polêmica entre a clientela. “As pessoas comentam muito, mas já teve incômodo. Tem gente que fala que isso é uma atitude racista. Argumento que não. A crítica faz parte, claro. Mas eu fiz isso por respeito”, ressalta o proprietário.

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Ainda assim, alterar o nome do produto não é cogitado por ele. “Só se houver um problema sério. Mas acho que não”, afirma.

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FONTE: Hoje Em Dia.


Após denúncia de larva em bolo, Vigilância Sanitária multa padaria Mix Pão, em BH

Mais uma vez a padaria Mix Pão do Bairro Palmares, na Região Nordeste de Belo Horizonte, foi flagrada pela Vigilância Sanitária com diversas falhas de higiene. A loja foi multada em R$ 1.228. Desta vez, a inspeção ocorreu após um cliente denunciar que comprou um bolo de laranja infestado por larvas.O órgão realizou uma inspeção na padaria e foram encontradas irregularidades relativas ao acondicionamento, validade e rotulagem dos produtos, além da limpeza de equipamentos. Além da multa, o estabelecimento recebeu um termo de intimação e outro de advertência.

A loja, localizada na Rua Coronel Jairo Pereira, nº15, não foi interditada, mas todos os produtos em condição irregular foram apreendidos. Segundo a Vigilância Sanitária, o estabelecimento continuará sendo monitorado.

A Itatiaia entrou em contato com a padaria, mas foi informada que apenas o proprietário poderia falar sobre o caso. Ele não atendeu aos telefonemas da reportagem.

Outros casos

Em abril de 2014, a padaria já havia sido advertida pela vigilância sanitária devido a problemas de higiene.

E em novembro de 2013, a unidade da Av. do Contorno foi interditada após serem encontradas larvas em pizzas.

FONTE: Itatiaia.


Tradicional bufê de BH fecha as portas e prejudica cerca de 400 clientes

Em busca de respostas, noivas foram até a sede do Tereza Cavalcanti mas não encontraram ninguém para dar informações. Houve tumulto e a PM foi acionada

 

tereza

O tradicional bufê de Belo Horizonte, Tereza Cavalcanti, fechou as portas deixando de honrar pelo menos 400 contratos. A clientela, a maioria composta por noivas, foi surpreendida na manhã desta quarta-feira ao se deparar com uma das unidades fechada e sem funcionários para prestar esclarecimentos. Um grupo de clientes foi ao local e a Polícia Militar teve que ser acionada. Até agora, os clientes não receberam qualquer informação oficial e sabem, apenas por boatos, que a empresa decretou falência e que os proprietários saíram do estado.

O site e a página no Facebook do bufê também foram retirados do ar. A empresa atuava há 16 anos no mercado com mais de 100 funcionários. O grupo que controla o Tereza Cavalcanti trabalha no ramo com outras duas prestadoras de serviço, a Galaxy By Tereza Cavalcanti e o Maria Fernanda Buffet. No entanto, nenhum representante atendeu as ligações.

A Polícia Militar foi acionada às 10h51 para conter os ânimos dos clientes que se reuniram na porta de uma das unidades, na Rua Doutor Jeferson Oliveira, Bairro Santa Amélia, Região da Pampulha. O consumidor que acionou o 190 disse que vai se casar dia 24 de maio e recebeu a informações sobre a falência da empresa hoje. A PM está acompanhando o caso, mas vai proceder apenas com registro de boletins de ocorrência.

Um dos prejudicados pelo bufê, o advogado Antônio Queiroz Junior, afirmou que vai atuar de todas as maneiras para não ficar no prejuízo. Ele vai se casar em dezembro deste ano e já desembolsou R$ 22 mil. “Não conseguimos nenhum contato com a empresa, nem na segunda, nem na terça. A única informação que tivemos dos proprietários é que estariam doentes, acamados e que retornariam na quarta-feira. Vou reunir várias forças para que eles paguem financeiramente ou na prisão”, disse.

A produtora de Eventos e cerimonialista Mariella Carvalho conta que já recebeu pelo menos dez ligações de noivas aflitas em busca de soluções. Algumas delas têm casamentos marcados para este fim de semana e não sabem como encontrar um novo bufê a tempo. “A informação que temos é que a empresa decretou falência sem avisar os clientes”, disse.

 

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Outros processos

No site do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), até a manhã desta quarta havia pelo menos dez ações judiciais contra as empresas do grupo e os sócios, uma delas de despejo no valor de R$ 140 mil e outras por dano moral e material, além de execuções fiscais. Também há uma ação de indenização proposta pelo filho e família de um desembargador do TJMG, no valor de R$ 55 mil.

O que fazer

Noivas, debutantes ou empresas que tiverem contratos firmados com o Tereza Cavalcanti devem tomar providências. A primeira coisa a fazer é sustar os cheques pré-datados. Em seguida, lavrar um boletim de ocorrência na Polícia Militar e, em terceiro lugar, procurar um advogado. O ideal é entrar com uma ação individual, já que cada noiva vive uma situação peculiar, assinou um contrato próprio e teve prejuízos diferentes.

 

FONTE: Estado de Minas.



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