Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo da tag: brasileiro

Galo e Cruzeiro 2

Sim, ainda é possível. Mostrando toda a gana e toda a raça de um time que almeja o título, o Atlético bateu o forte Internacional, no Horto, por 2 a 1, diminuindo para dois pontos a diferença para o líder Corinthians. Nunca o Goiás, adversário do time paulista, nesta quinta, no Itaquerão, contará com tanta torcida a favor.

.

O triunfo alvinegro fez o Galo saltar para os 59 pontos. O Timão tem 61 e, no máximo, vai retomar a diferença para os anteriores cinco pontos. Restam oito rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, reserva um Atlético e Corinthians, no Independência, dia 1º de novembro.

.

Há quase um mês, o Galo não jogava no Horto. O torcedor estava com saudade e já tratou de gritar o famoso “eu acredito” assim que os jogadores pisaram no gramado. Era para pilhar a equipe. E funcionou. A pressão inicial lembrou a velha máxima de caldeirão do estádio. Só mesmo uma certa afogação atrapalhava o time.

.

Bola no chão e tranquilidade eram a fórmula. Numa dessas, Rodrigo Dourado se atrapalhou e cortou a bola com a mão na área. Pênalti e arremate perfeito de Lucas Pratto, seu 12º gol no campeonato, o 22º na temporada, o terceiro seguido em cobrança de penalidade.

.

Com prejuízo no placar, o Colorado teve que sair para o jogo, mas o Galo manteve a toada. Impressionou a disposição dos atleticanos para se atirar nos carrinhos e nas divididas. Em um desses lances de raça, Giovanni Augusto recebeu na área, limpou o marcador e perdeu um daqueles gols incríveis.

.

O jogo parecia controlado, o goleiro Victor não tinha feito sequer uma defesa. Mas na cobrança de escanteio, Paulão pregou uma cabeçada certeira para empatar no fim da primeira etapa. Erro de posicionamento, um vacilo. “Jogo como esse, não se pode dar ao luxo de perder tantas chances”, resumiu o camisa 1 alvinegro.

.

Para o segundo tempo, o Atlético se mandou para cima sob a batuta da Massa. Mas, novamente, a ansiedade atrapalhava. Em lances de paciência, os jogadores do Galo preferiam o disparo de longe, sem rumo. Por causa da baixa margem de erros com relação a briga pelo título, o relógio também se tornava um inimigo.

.

Mas o time estava bem, era intenso, acuava o time gaúcho. Para dar nova movimentação, Levir colocou Patric em campo. Correria também pode ser sinônimo de qualidade. E foi pelo lado esquerdo, após arremate de Douglas Santos e rebote de Muriel, Marcos Rocha desempatou. Ufa!

.

Daí para o fim, o Inter precisou avançar mais, abrindo o jogo para os contra-golpes do Galo. Numa delas, Muriel evitou o primeiro gol de Cárdenas pelo Galo. Em outra, Patric se embolou com a bola. E em mais outra, o colombiano perderia na marca do pênalti. O Colorado ainda assustaria, como na bela defesa de falta de Victor. Mas prevaleceu quem correu mais, quem tem objetivos maiores.
.
ATLÉTICO 2 x 1 INTERNACIONAL
.
Estádio: Independência, em Belo Horizonte
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Gols: Lucas Pratto e Marcos Rocha (A); Paulão (I)
Cartões amarelos: Leandro Donizete e Luan (A); Rodrigo Dourado, Alex Vitinho (I)
Público: 19.023 pagantes
Renda: R$ 866.390
.
Atlético
Victor, Marcos Rocha, Edcarlos, Jemerson e Douglas Santos (Pedro Botelho); Leandro Donizete, Rafael Carioca, Luan, Giovanni Augusto (Cárdenas), Thiago Ribeiro (Patric); Lucas Pratto. Técnico: Levir Culpi

.

Internacional
Muriel, Leo, Réver, Paulão e Ernando; Rodrigo Dourado, Nilton, Anderson (Vitinho) e Alex (Rafael Moura); Valdívia (Alisson Faria) e Lisandro López. Técnico: Argel Fucks

.

CRUZEIRO

Ele voltou endiabrado da seleção uruguaia. Com a Celeste Olímpica na ponta das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, Arrascaeta era pura motivação quando desembarcou em Curitiba, nesta quarta-feira, pronto para ajudar o Cruzeiro contra o Atlético-PR. E foi graças ao meia-atacante que a Raposa obteve um empate heroico, por 2 a 2, na Arena da Baixada. Por pouco, o time azul não venceu. No entanto, a ótima atuação do gringo pode, enfim, representar o início da volta por cima do atleta.

.

Quando foi confirmado como reforço cruzeirense para a temporada, Arrascaeta chegou com status de um craque a ser lapidado. No entanto, alternou altos e baixo, e perdeu titularidade. O ex-técnico da Raposa, Vanderlei Luxemburgo, disse certa vez, que o uruguaio ‘não era atleta’ para aguentar a bateria de desafios do futebol brasileiro. Porém, o jogador nunca abaixou a cabeça e trabalhou forte para tentar reconquistar seu espaço.

.

Nessa quarta-feira, ele deixou o banco de suplentes para incendiar o confronto. O Atlético-PR vencia por 1 a 0, com gol de Ewandro. Mas o Cruzeiro empatou com Fabrício, de falta. Bruno Pereirinha recolocou o Furacão em vantagem. Só que o destino conspirava para Arrascaeta, que, de tanto insistir, balançou as redes e garantiu o empate em 2 a 2.

.

No domingo, às 11h, no Mineirão, a Raposa encara o Fluminense, pela 31ª rodada do Brasileirão.

.

O jogo
.
Há tempos não se via um primeiro tempo tão insosso por parte do Cruzeiro. Erros de passe, falta de competência na ligação do meio-campo ao ataque e ineficiência nas raras oportunidades para finalizar foram a tônica do time celeste nos 45 minutos iniciais. Para piorar, uma desatenção de todo o sistema defensivo resultou no gol de Ewandro, aos 36 min.

.

Sem inspiração alguma, Marinho deixou o campo de jogo no intervalo para a entrada de Arrascaeta. E o uruguaio deu uma nova dinâmica ao time celeste. Explorando sua velocidade e abusando dos dribles, o meia-atacante criou boas situações de gol aos azuis. De tanto insistir, o Cruzeiro empatou com Fabrício. Bruno Pereirinha recolocou o Furacão em vantagem. Mas Arrascaeta, em noite iluminada, empatou novamente.

.

FONTE: O Tempo.


Galo e Cruzeiro

Em tarde de Dátolo e Victor, Atlético goleia Flamengo e mantém distância para líder Corinthians

Atlético x Flamengo
Há onze jogos para o fim do Campeonato Brasileiro, os três pontos somados na goleada de 4 a 1 contra o Flamengo no Independência foi vital para o Atlético se manter na disputa pelo título e apagar a tragédia, na derrota de 4 a 0 para o Santos, na rodada da semana. Com 52 pontos somados, o Galo está a cinco pontos do líder Corinthians e acumula uma vantagem de quatro pontos sobre o Grêmio que segue na terceira colocação.
.
Num jogo de grande volume o Atlético deu velocidade à partida e total domínio em jogadas aéreas. O Galo se impôs com os lançamento aéreos que foram fatais para o Flamengo, com três gols de cabeça, um contra de Marcelo e dois de Jemmerson. Os  heróis da partida foram o zagueiro Jemmerson que marcou duas vezes de cabeça e o camisa 10, .
.
Datolo, que também fez uma ótima partida, tendo participando dos quatro gols do Galo na partida, e assinando uma verdadeira pintura no segundo tempo.
.
Mérito também para o goleiro Victor, que defendeu um pênalti cobrado por Alan Patrick. Para Luan, a defesa do “Santo”. “Temos que enaltecer o Victor que pegou o pênalti e agradecer ao Datolo que foi fundamental nessa vitória”, disse o atacante ao fim da partida.
.
Protagonista na vitória, Datolo explicou a importância do quarto gol. “O gol serve pra briga pelo campeonato. Hoje jogamos com o coração e agradecemos ao torcedor que compareceu. O time vai lutar até o fim”, aponta o argentino, que também destacou que se sente melhor jogando como meia, que é sua posição de origem.
.
Primeiro tempo
.
O Atlético entrou em campo com a obrigação de reduzir a vantagem de pontos do Corinthians. Com toque de bola rápido, o Galo iniciou a partida pressionando dando trabalho para o goleiro Paulo Victor já nos três primeiros minutos de jogo. Mas quem mostrou melhor futebol foi Flamengo que aos nove minutos Marcelo Cirino entrou sozinho na grande área e sofreu pênalti de Victor. Alan Patrick bateu no canto esquerdo e Victor defendeu. No entanto, nos quinze primeiro minutos chegou quatro vezes ao gol do Galo, com um pênalti perdido e um tiro certeiro de Paulinho.
.
O time do Atlético teve dificuldades para concretizar jogadas com bola no chão, mas soube aproveitar bem as jogadas aéreas. Tanto que o gol que abriu o marcado só saiu num erro de Marcelo que antecipou lançamento de Datolo para Luan e cabeceou para dentro do gol de Paulo Victor, aos 16 minutos.
.
Na metade do primeiro tempo, com o placar igual, o rubro-negro contava seis finalizações, enquanto o Atlético ainda não tinha conseguido bater para o gol. Grande parte do êxito do time carioca deve ser creditado a Guerrero, que fez um excelente jogo e explorando muito bem as os espaços deixados de Douglas Santos na lateral esquerda, que não estava numa tarde inspirada.
.
A sorte do Galo começou a mudar aos 25 minutos, quando Jemmerson recebeu cruzamento de Datolo e bateu de cabeça, ampliando o mercador no Independência. Depois do segundo gol, o Galo voltou a mandar no jogo e aos 29 minutos Marcos Rocha lança para Luan, que com o a mão domina, mas chuta em cima de Paulo Victor.
.
Mesmo em desvantagem o Flamengo continuou apertando a defesa alvinegra. Aos 41 minutos Cirino levou susto para a defesa ao driblar Victor, mas Douglas Santos tirou para escanteio. Quase no finalzinho, o Flamengo subiu em peso para a grande área atleticana e bola ficou ciscando, mas a defesa do Galo conseguiu tirar a bola.
.
O Atlético errou muito e permitiu que o time de Oswaldo de Oliveira tivesse mais facilidade para finalizar e ter maior posse de bola. Foram 20 passes errados do Atlético, contra 13 do Flamengo, que por sua vez finalizou sete vezes, contra quatro do Galo.
.
Segundo tempo
.
Na etapa complementar as duas equipes voltaram sem alterações. O Galo voltou mais atento, e em menos de dois minutos Luan quase marca de cabeça. Com a defesa melhor estruturada o time do Atlético travou o avanço do Flamengo. Aos nove minutos, Datolo cobra escanteio e Jemmerson manda uma cabeçada indefensável para Paulo Victor e amplia, marcando o terceiro do Galo.
.
O time carioca abriu para tentar reduzir a desvantagem, mas teve dificuldades em armar jogadas de ataque. Daí em diante ficou fácil para o Galo administrar a partida. A dupla Datolo e Jemmerson estava impossível. Aos 20 minutos numa cobrança de falta, o argentino lançou para o zagueiro e que chegou mal e mandou para fora.
.
Depois de servir tão bem ao companheiro, Datolo literalmente entorta o zagueiro Pará, passando a bola por debaixo de suas pernas, e solta uma bomba com endereço certo para o desespero de Paulo Victor que só assistiu a redonda morrer no fundo da rede, ao 25 minutos da etapa complementar.
.
Aos 31 minutos, Luan pega a sobra de uma cabeçada de Leo Silva, numa cobrança de escanteio, e bate forte. Paulo Victor estica todo e tira com o pé, evitando o quinto gol do Galo. Daí em diante o Galo, com o jogo liquidado, passou a administrar o restante da partida. o Flamengo continuou pressionando para tentar reduzir o prejuízo.
.
No sábado o Atlético enfrenta o Joinville, às 16 horas na Arena Joinville. Já o Flamengo recebe, no domingo, o Palmeiras, no Maracanã, às 16 horas.
.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO  X  FLAMENGO
ATLÉTICO: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jemerson e Rafael Carioca; Douglas Santos, Leandro Donizete, Lucas Pratto (Carlos) e Datolo (Josué); Thiago Ribeiro (Patrick) e Luan TÉCNICO: Levir Culpi
FLAMENGO: Paulo Victor; Pará, Marcelo, Samir e Everton; Márcio Araújo, Canteros, Marcelo Cirino (Enderson) e Guerrero (Kayke); Alan Patrick (Almir) e Paulinho TÉCNICO: Oswaldo de Oliveira
GOLS: Marcelo (contra) aos 16’do primeiro tempo, Paulinho (18′), Jemmerson (25′); Jemmerson aos 9′ do segundo tempo, Datolo (25′)
DATA: 20 de setembro 2015
MOTIVO: Jogo válido pela 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro
ESTÁDIO: Arena Independência
LOCAL: Belo Horizonte
ÁRBITRO: Sandro Meira Ricci (FIFA-SC)
ÁRBITROS ASSISTENTES:  Emerson Augusto de Carvalho (FIFA-SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA-SP)
PÚBLICO:  20.203 pagantes
RENDA:  R$ 951.860
CARTÕES AMARELOS: Victor, Luan (ATLÉTICO); Everton, Canteros (FLAMENGO)
.

Cruzeiro bate concorrente direto contra o Z-4 e respira no Brasileirão

Cruzeiro x Chapecoense

.

O Cruzeiro não ficou nem um minuto na zona de rebaixamento e graças a Fabiano, que abriu o marcador para o time celeste aos 11 minutos do primeiro tempo, na vitória de 2 a 0 contra a Chapecoense, na Arena Condá, em Chapecó (SC). Com a vitória, o time de Mano Meneses chegou a 33 pontos e se afastou do Z4 na 13ª posição da tabela, empurrando o time de Chapecó para primeira vaga da zona da degola e encerrou um jejum de três jogos sem vitória.
 .
Apesar do bom resultado, o time da Toca da Raposa não fez um boa partida. O time continuou errando muito e desperdiçando as falhas da equipe catarinense que poderiam definir a partida ainda no primeiro tempo. A sorte do time da Toca da Raposa foi que a Chapecoense também fez um jogo horroroso, com erros de fundamentos, falta de domínio, dentre outras falhas que justificam a entrada do time na zona de rebaixamento e sua incapacidade de vencer em casa, mesmo com o rival jogando com um jogador a menos.
 .
Para Charles, jogar desfalcado, mostrou que o time foi corajoso. “Jogar em Chapecó é sempre é difícil, e com um a menos fica mais complicado. Mas fomos aguerridos e conseguimos garantir a vitória”, comentou
 .
O meia Willian também valorizou a determinação do time em segurar o resultado com apenas dez jogadores em campo. “Valeu a pena o esforço e a entrega de todo mundo. Aqui a pressão é grande e jogar com um a menos é difícil. Mas estávamos bem ajustados e conseguimos suportar a pressão. Agora resta descansar e preparar para a partida contra o Coritiba”, explica o “Bigode”.
 .
Primeiro tempo
 .
Os primeiros 10 minutos de jogo de uma mostra de que a partida não teria grandes emoções, mas aos 11 minutos Fabiano mandou uma pedrada contra o gol de Danilo e abriu o marcador. Dois minutos depois Willian pegou a sobra e bateu forte, de fora da grande área, mas Danilo conseguiu mandar para escanteio.
 .
Com um excesso de erros, tanto pelo lado do Cruzeiro, assim como pelo lado da Chapecoense, aos 23 minutos, Willian numa cobrança de falta, lançou para a pequena área e o zagueiro Rafael Lima, na tentativa de tirar a bola, deslocou Danilo e marcou contra, ampliando para o Cruzeiro.
 .
A partida continuou fraca tecnicamente, com erros constantes de passes, em ambas as equipes. A melhor oportunidade da Chapecoense aconteceu por volta dos 37 minutos, quando Wilian Barbio subiu pela direita e chutou cruzado, quase na linha de fundo. Fábio foi certeiro e impediu que o escrete catarinense reduzisse a desvantagem.
 .
Nos acréscimos, Bruno Silva manda um bicicleta, na pequena área, e bate na trave para o alívio de Fábio, que não tinha conseguido chegar na bola. A jogada deu fôlego para a Chapeconse que manteve a pressão próximo à meta cruzeirense até o árbitro encerrar o primeiro tempo aos 49 minutos.
 .
Segundo tempo
 .
A etapa final somente a Chapecoense voltou com alterações. Guto Ferreira sacou Gil e Tiago Luis, para a entrada de Camilo e Wagner, na ordem. O jogo manteve o nível técnico fraco, com um Cruzeiro com postura descompromissada, com Willians cometendo erros excessivos e, inclusive ter sido o primeiro a levar Cartão Amarelo, por indisciplina ao jogar a bola para fora após o árbitro dar lateral para a Chapecoense. Já os donos da casa não conseguiam armar jogadas, com um toque de bola morno, como se estivessem vencendo e gastado tempo.
 .
Sem conseguir finalizar, o Cruzeiro continuou apostando em chutes de fora da área, como fez Charles, por volta dos 15 minutos, mas sem resultado.
 .
Aos 23 minutos Willians, que fez uma partida lastimável, puxa a perna de Camilo e é expulso. Na sequência Uillian Correia fez sua estreia, entrando no lugar de Ariel, que sentiu a perna. Com a vantagem de ter um homem a mais, a Chapecoense iniciou uma ofensiva para tentar reverter o quadro.
 .
Os catarinenses assumiram o controle do jogo, com domínio quase pleno da bola. No entanto, sem conseguir espaço para finalizar.
 .
Por volta  dos 30 minutos, Alisson cai em campo e pede para sair. Guto Ferreira reclamou aos berros que Mano Menezes tinha mandado o jogador desabar em campo, para o Cruzeiro gastar tempo. O técnico cruzeirense retrocou e reclamou com o quarto árbitro que o colega estava falando o que não devia. Passado o bate-boca, Marquinho substitui Alisson, que saiu de maca.
 .
A estratégia cruzeirense para manter o resultado foi se arrastando até os final do jogo, com jogadores caindo em campo a cada contato físico.
 .
O melhor lance da etapa final foi com garoto Marcos Vinícius, que numa jogada individual se livrou de dois marcadores e bateu, mas a bola foi desviada pela defesa, saindo em linha de fundo.
 .
No domingo o Cruzeiro enfrenta do Coritiba em Curitiba, às 18h30, na chamada partida de seis pontos, já que os dois clubes estão empatados em número de pontos, mas o time celeste leva vantagem de de contabilizar uma vitória a mais.
 .
FICHA TÉCNICA
 .
CHAPECOENSE  X  CRUZEIRO
 .
CHAPECOENSE: Danilo; Caramelo, Rafael Lima, Thiego e Dener Assunção; Elicarlos (Cleber Santana), Bruno Silva, Gil (Camilo) e Tiago Luis (Wagner); Wiliam Barbio e Bruno RAngel TÉCNICO: Guto Ferreira
 .
CRUZEIRO: Fábio; Fabiano, Manoel, Paulo André e Fabrício; Willians, Charles, Ariel Cabral (Uillian Correia) e Alisson (Marquinhos); Allano (Marcos Vinícius) e Willian TÉCNICO: Mano Meneses
 .
GOLS: Fabiano aos 11′ do primeiro tempo, Rafael Lima (contra) (23′)
DATA: 20 de setembro 2015
MOTIVO: Jogo válido pela 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro
ESTÁDIO: Arena Condá
LOCAL: Chapecó
ÁRBITRO: Wagner do Nascimento Magalhães (CBF-RJ)
ÁRBITROS ASSISTENTES:  Rodrigo Henrique Correa (FIFA-RJ) e Luiz Cláudio Regazone (CBF-RJ)
CARTÕES AMARELOS: Wagner, Willian Barbio (CHAPECOENSE); Willians (CRUZEIRO)
CARTÃO VERMELHO: Willians
PÚBLICO: 5.915 pagantes
RENDA: R$ 61.695
.
FONTE: Hoje Em Dia.

Laura Medioli
Laura

A informalidade do brasileiro, para quem não está acostumado, assusta. Lembro-me de um comentário feito por meu marido nos seus primeiros anos de Brasil.

– Aqui tem coisas que eu não entendo. Se alguém me convida para “aparecer” na sua casa, mas não me passa o endereço, horário ou qualquer indicação, é um convite para ser levado a sério ou não?

Até que, ao conhecer minha antiga casa, um ano após aportar no país, entendeu que “aparecer” é aparecer mesmo, sem necessidade de agendamento. Minha casa era tão incrivelmente aberta às pessoas que ele, mesmo sem entender, acabou aderindo à ideia. E começou a aparecer por lá. Criou vínculos com meus pais, com meus irmãos, até que, dez anos depois da primeira ida, entre encontros e desencontros, acabou me levando com ele para outra casa, onde há quase 30 anos recebemos antigos e novos amigos.

Com pouco tempo de casados, me ligou às três da tarde para dizer que tinha convidado, após uma convenção partidária, alguns prefeitos e outros políticos para um churrasco em nossa casa. Detalhe: em casa de vegetarianos não existe churrasqueira, ou seja, como ele me diz que dentro de cinco horas faríamos um churrasco? Detalhe dois: nunca tínhamos feito churrasco na vida. Três: os convidados eram mais ou menos 30. Quatro: a luz do ambiente do jardim, onde havia uma suposta e aposentadíssima churrasqueira do antigo morador, não funcionava. Não propriamente a luz, mas a fiação. Cinco: da mangueira gigante que ficava no centro da área externa, caíam mangas de dez em dez minutos, que se espatifavam no chão com direito a abelhas e lambanças. E eu já fui logo pensando: e se cai uma manga na cabeça de um prefeito? Devido ao tamanho da fruta e à altura dos galhos, o perigo era iminente. Parei de pensar em fatalidades, pois já tinha coisas demais com o que me preocupar, tipo: onde vou colocar 30 pessoas para se sentarem? Antes de me enlouquecer, fui enlouquecer o jardineiro e a cozinheira.

– Chiiiiico!!! Temos que limpar a área da mangueira urgente, não se esqueça de tirar as mangas com as abelhas… Cadê o telefone do eletricista? Alguém viu a caderneta? M…! Tenho que arrumar alguém que entenda de churrasco, quem sabe o Carretão me ajuda nisso?

– Não se preocupe, senhora! Levamos tudo… A carne, o arroz, o vasilhame… É para quantas pessoas mesmo?

Também liguei para minha mãe.

– Sim, mãe, está tudo certo, apenas me passe o telefone daquela loja de festas em que você costuma alugar as mesas.

– …

– Perdeu o número? E o nome, você lembra?

Naquela época não existiam computadores pessoais, e nem sonhávamos com os “googles” da vida. Corri para as páginas amarelas do catálogo. Alguém se lembra disso? Do tamanho dos antigos catálogos e de suas folhas amarelas? Pois é, lá fui eu procurar nas letras miúdas o raio da loja de aluguel de móveis.

O eletricista chegou, ou melhor, foi buscado quase que à força para me ajudar a resolver o problema. E numa gambiarra homérica esticou um fio de um canto a outro até conseguir pôr iluminação no lugar. Aproveitei a ida do homem para ajudar na montagem da “churrasqueira” – um monte de tijolos, um em cima do outro, com algumas adaptações; sacos de carvão adquiridos às pressas pelo antigo motorista da minha mãe, que, preocupada, me disponibilizou também o jardineiro. Menos mal que eventos políticos costumam ser sem frescuras, sem superorganizações e meio de improviso. Estávamos dentro do padrão.

Às 20h em ponto, começaram a chegar os prefeitos. Alguns, com a esposa a tiracolo. Tinha até flores em cima das mesas, a cerveja gelada era servida por simpáticos garçons, enquanto churrasqueiros tarimbados se viam às voltas com uma churrasqueira improvisada pra lá de complicada. Resumindo: a festa, impecável, e eu, destruída – literalmente falando.

Chamei meu marido num canto:

– Da próxima vez eu te mato!

E ele:

– Eu sabia que você daria conta… – Acabamos rindo no final da história, afinal, desde menina estou acostumada a ver gente “aparecendo” em minha casa. Mas 30 de uma vez? Para um churrasco sem churrasqueira?

Depois desse, outros eventos de última hora aconteceram, e eu, naturalmente, já tirava de letra.

Neste ano conheci a Alemanha. Que país! Organização, limpeza, segurança, pessoas cordiais, transporte público maravilhoso, cidades incríveis, museus fantásticos etc., etc… Amei tudo, só me causaram estranhamento alguns costumes, como o excesso de formalidade em certas ocasiões. Lá é o tipo de lugar onde você JAMAIS deve aparecer na casa de alguém. Mesmo marcando uma visita com 20 dias de antecedência, já complicamos a vida do anfitrião, isso porque, no verão principalmente, eles já têm a agenda ocupada para toda a estação, obviamente marcada com muita antecedência. Por isso foi um “deus nos acuda”, imagino eu, quando, 20 dias antes, resolvemos combinar uma “visitinha”. Chegamos à tardinha, onde fomos recebidos maravilhosamente bem. Depois dos tira-gostos, vinhos e drinques, nos convidaram a um restaurante próximo. A anfitriã era prima do meu genro, uma graça de pessoa que, apesar do agendamento “em cima da hora”, nos deixou muito à vontade. Ela, o marido, o irmão e outros parentes.

O pai dela, numa das vindas ao Brasil, hospedou-se como de costume na casa do meu genro. E ficava intrigadíssimo com o entra e sai de amigos. A maioria chegava sem aviso prévio. Tipo:

– O Gui está?

– Não – respondia ele em seu germânico portunhol –, ele saiu.

– Fala com ele que o Feijão esteve aqui! Volto mais tarde…

Que Feijão? Como assim? E, sem entender nada, ia perguntar à cunhada se isso era normal. Até que chegou o dia do aniversário da sobrinha. No meio da semana, cansada do trabalho, ela decidiu que não faria nada no dia. Isso até os telefonemas começarem.

– Mas você vai passar o dia em branco? Assim, sem comemorações?

Os telefonemas a animaram, e ela acabou resolvendo fazer uma festinha de “ultimíssima” hora na sua casa. Quem ligava, ela chamava. Saiu para comprar pãezinhos, queijos, cervejas e patês, para o espanto do tio, que, cada vez mais, menos entendia. E perguntava:

– Mas você os está convidando AGORA? Para daqui a pouco?

– Sim – respondeu a garota.

– E ELES VÊM???

Definitivamente, o tio não entendia que no Brasil vive-se e convive-se perfeitamente sem agendamentos prévios. E que aquele “aparece lá em casa” pode ser ou não um convite… Mas vai explicar isso a um alemão!

 

.

FONTE: O Tempo/Pampulha


Árbitros dos jogos de Atlético, Cruzeiro e Corinthians são afastados após erros na rodada

CBF justifica que foi constatado um desempenho abaixo do padrão estabelecido

Mauro Horita/Light Press/Cruzeiro

.

Depois de uma série de polêmicas sobre a arbitragem na 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, a CBF anunciou, nesta quinta-feira, que afastará seis árbitros. Sem esclarecer quais erros levaram às punições, a entidade divulgou que ficarão na “geladeira” árbitros e assistentes dos jogos que envolveram Atlético, Cruzeiro, Corinthians e Palmeiras.

Bruno Cantini/Atlético MG

.

Da partida entre Atlético e Atlético-PR, vencida pelo Furacão por 1 a 0, foram asfatados os assistentes Elan Vieira e Marlon Rafael. Após a partida, a diretoria do Galo protestou contra impedimentos mal marcados. Também alvo de protestos, o árbitro Marcelo de Lima Henrique não será afastado pela CBF.
.
Responsável por assinalar um impedimento equivocado na vitória do Corinthians sobre o Fluminense, por 2 a 0, o assistente Fábio Ferreira também ficará “encostado”. O erro dele resultou num gol mal anulado de Cícero, do Tricolor Carioca.
.
Já na vitória do Cruzeiro sobre a Ponte Preta, por 2 a 1, o árbitro Emerson Luiz Sobral e o assistente Bruno Cesar foram punidos. A equipe de Campinas reclamou de um gol mal anulado de Borges, por impedimento marcado equivocadamente, e de um pênalti que não teria sido assinalado do zagueiro Manoel no centroavante da Macaca.
.
Outro clube paulista que se queixou sobre a arbitragem da última rodada foi o Palmeiras. Depois de protestos contra um gol mal anulado do atacante paraguaio Lucas Barrios, o assistente Marcelo Barison é mais um que foi punido.
.
Segundo a CBF, foi constatado um desempenho abaixo do padrão estabelecido. Os árbitros afastados das próximas rodadas do Campeonato Brasileiro terão de passar por treinamentos teóricos e práticos na Escola Nacional de Arbitragem.
.

Nas mãos de outros juízes

Depois dos protestos contra a arbitragem na derrota para o Furacão e do lançamento de copos e tênis em campo, Atlético prepara defesa para evitar punição pesada no STJD

.
Dentro das quatro linhas, a tentativa do bicampeonato brasileiro ficou mais difícil para o Atlético, já que a distância para o líder, Corinthians, aumentou para sete pontos, a maior estabelecida nesta competição. Fora dos gramados, o Galo prepara sua defesa para evitar a perda de mando de campo na competição. Na derrota para o Atlético-PR por 1 a 0, no Independência, o árbitro Marcelo de Lima Henrique relatou na súmula os dois copos de água e um pé de tênis arremessados, além da ofensa de um jornalista credenciado, depois da partida. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) deve indiciar o clube pelos incidentes nos próximos dias e marcará o julgamento no Rio.
.
Marcelo de Lima também avisou que processará o ex-presidente Alexandre Kalil pelas fortes acusações no Twitter, já que foi tachado de safado e ladrão. “Esse cidadão já atacou outros árbitros, presidentes de outros clubes e juízes federais. Vou tomar medidas cabíveis, e a Justiça decidirá o que será feito. Já estou em contato com a Associação Nacional dos Árbitros e com nossos advogados. Isso tem de acabar logo. Por conta dessas palavras que acontecem algumas tragédias.”
.
Kalil, o presidente Daniel Nepomuceno e os jogadores reclamaram muito da atuação do árbitro carioca contra o Furacão. Ontem, a CBF anunciou o afastamento dos assistentes Elan Vieira e Marlon Rafael, ambos de Pernambuco, mas manteve Marcelo de Lima sem punição. A diretoria alvinegra promete ir ao Rio posteriormente para exigir maior critério e escolha dos árbitros nos jogos alvinegros. Nepomuceno pediu imediatamente o afastamento do presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, Sérgio Corrêa.
.
Diante do Furacão, os erros de arbitragem não foram somente contra o Galo. Houve dois lances que também irritaram os adversários: o suposto pênalti de Donizete em Nikão e uma falta de Jemerson, passível de expulsão. Curiosamente, nesta temporada, o Atlético foi beneficiado por erros dos juízes, sobretudo na decisão do Campeonato Mineiro, em que Jô fez um gol irregular, assegurando o título no duelo com a Caldense.
.
Enquanto a equipe já mira o próximo duelo, diante do Vasco, amanhã, no Rio, o advogado Lucas Ottoni prepara a estratégia para tentar livrar o time de punição rigorosa pelos incidentes contra o Furacão. O departamento jurídico se baseará no Boletim de Ocorrência da Polícia Militar, que nomeou os torcedores que atiraram os copos de água e o tênis. Como eles foram identificados, o clube tentará se livrar da culpa.
.
FOCO NO VASCO
Os jogadores tentam se blindar das polêmicas extracampo e se concentrar somente no desafio de tirar a diferença em relação ao Corinthians. O goleiro Victor entende que o Galo perdeu ótima chance de se manter próximo ao Timão. “Esses pontos podem custar caro. É uma decisão de título e a gente ficou triste. Tentamos fazer o nosso papel da melhor forma. São jogos em que se repetem as mesmas coisas. Ainda temos 16 partidas, e, se a gente conseguir voltar ao que fizemos no primeiro turno, podemos chegar aonde queremos. São sete pontos, e não acho muito para 16 jogos. Podemos conseguir.”
.
Com as suspensões do lateral-direito Marcos Rocha, do zagueiro Jemerson e do atacante Luan, Levir será obrigado a mexer em praticamente todos os setores. Na direita, as opções são Carlos César e Patric; na retaguarda, o favorito a ocupar a vaga é Edcarlos. No setor ofensivo, Cárdenas, Dodô ou mesmo Patric disputam um lugar ao lado de Thiago Ribeiro e do argentino Lucas Pratto.
.
DO QUE RECLAMA O GALO
Atlético 0 x 2 Grêmio

Não marcação de pênalti após a bola atingir o braço suspenso de zagueiro gremista, quando a partida estava 0 a 0.

Chapecoense 2 x 1 Atlético
Expulsão de Leonardo Silva após falta que não foi considerada violenta e em que não havia situação clara de gol para o adversário
Gol de Apodi em que o lateral ajeita a bola claramente com a mão e desempata o jogo

.

Atlético 0 x 1 Atlético-PR
Marcação de pelo menos três impedimentos inexistentes que poderiam resultar em gol. Num deles, o atacante ficaria cara a cara com o goleiro
Rigor na expulsão de Marcos Rocha, que já havia levado cartão amarelo questionável e reclamou (sem ofender o árbitro, conforme a súmula) de falta não marcada
Marcação de pênalti questionável de Victor sobre Ewandro em jogada de contra-ataque em que foi ignorada falta em Giovanni Augusto
.
ENQUANTO ISSO…
Alívio no tribunal

Se perdeu três atletas por suspensão contra o Vasco, o Atlético pelo menos se saiu vitorioso nos julgamentos de ontem à tarde no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O zagueiro Leonardo Silva, os volantes Rafael Carioca e Josué, além do lateral Marcos Rocha e do diretor de futebol Eduardo Maluf, foram absolvidos na 5ª comissão disciplinar. Com exceção do capitão, expulso na derrota para a Chapecoense (2 a 1), no fim do turno, os demais foram julgados por causa das entrevistas depois da partida. Eles ficaram livres de serem enquadrados no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) – desrespeitar os membros da equipe de arbitragem ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões. Leonardo Silva, Rafael Carioca e Josué estão liberados para jogar amanhã, no Rio, enquanto Marcos Rocha cumprirá dois jogos de suspensão pela expulsão contra o Atlético-PR.

.

FONTE: Estado de Minas.


1 – Na reestreia de Luxemburgo, Cruzeiro bate o Flamengo no Mineirão e deixa zona da degola

2 – Com ataque envolvente, Galo passa fácil pelo Avaí na Ressacada e entra no G4 do Brasileirão

Com gol do zagueiro Manoel, Raposa vence pela primeira vez no Brasileirão

Rodrigo Clemente/EM/D.A Press

Comandante do Cruzeiro no ano mais vitorioso do clube, Vanderlei Luxemburgo inciou sua segunda passagem pela Toca da Raposa com triunfo. Em atuação que se destacou mais pelo empenho do que pela técnica, a equipe celeste derrotou o Flamengo, por 1 a 0, no Mineirão. O gol foi marcado pelo zagueiro Manoel após cobrança de escanteio.

Com a primeira vitória no Brasileirão, o Cruzeiro deixa a zona de rebaixamento. Agora, Luxemburgo tentará manter o embalo da equipe em clássico contra o Atlético. O principal duelo do futebol mineiro será disputado neste sábado, às 18h30, no Independência.
.

Em sua volta ao Cruzeiro depois de 11 anos, Luxemburgo reestreou sem nem sequer ter treinado a equipe. Contratado para substituir Marcelo Oliveira, Luxa chegou a Belo Horizonte na manhã desta quarta-feira, foi apresentado na Toca da Raposa II e comandou a equipe no Mineirão.
.
Luxemburgo manteve a base utilizada por Marcelo Oliveira, e o início não foi animador. Com muitos erros de passe, o Cruzeiro encontrou dificuldades diante do Flamengo. Porém, o Rubro-negro também pouco ameaçou.
.
O rendimento cruzeirense melhorou a partir da metade final do primeiro tempo. Com chutes de fora da área, Willian e Henrique exigiram defesas de Paulo Victor. O goleiro flamenguista foi decisivo, principalmente, quando Marquinhos aproveitou que Samir escorregou na entrada da área. Na tentativa de drible do camisa 30, o arqueiro conseguiu desarmá-lo e ainda defendeu o rebote de Leandro Damião.
.
Aos 11 minutos da etapa final, Willian teve grande chance para o Cruzeiro, enfim, abrir o placar. Com chute de primeira, dentro da área, o atacante “do bigode” bateu rente à trave direita. Já o Flamengo ameaçou com cabeceio de Samir sobre o travessão e com finalização de Paulinho após giro na grande área.
.
A rede foi balançada aos 32 minutos. Alisson, que havia substituído Gabriel Xavier, cobrou escanteio da direita, Manoel subiu mais alto que a defesa do Flamengo e testou com força: 1 a 0.
.
Fábio ainda evitou que o Rubro-negro conseguisse o empate ao fazer grande defesa em cabeceio de Gabriel.
.
Cruzeiro 1 x 0 Flamengo
.
Cruzeiro
Fábio; Mayke, Bruno Rodrigo, Manoel e Pará; Charles e Henrique; Marquinhos, Gabriel Xavier (Alisson, aos 14′ do 2ºT) e Willian (Allano, aos 23′ do 2ºT); Leandro Damião (Henrique Dourado, aos 26′ do 2ºT)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
.
Flamengo

Paulo Victor; Pará, Wallace, Samir e Anderson Pico (Luiz Antônio, no intervalo); Jonas, Márcio Araújo e Everton; Marcelo Cirino (Gabriel, aos 22′ do 2ºT), Alecsandro e Paulinho
Técnico: Cristóvão Borges
.
Gol: Manoel, aos 32′ do 2º tempo
.
Motivo: Quinta rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 3 de junho (quarta-feira)
Estádio: Mineirão
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Herman Brunel Vani (SP) e Alex Ang Ribeiro (SP) 
Cartão amarelo: Alecsandro (Flamengo); Bruno Rodrigo (Cruzeiro)
.
Pagantes: 12.071
Presentes: 13.309
Renda: R$ 453.633,00
.

Alvinegro aplicou 4 a 1 nos catarinenses pela quinta rodada do campeonato

CRISTIANO ESTRELA/Diario Catarinense

.
A formação ousada de Levir Culpi mais uma vez deu resultado. Com um ataque envolvente, de muita movimentação e troca de passes, o Atlético não teve dificuldades para superar o Avaí na Ressacada, em Florianópolis, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. O Galo goleou os catarinenses por 4 a 1, gols de Carlos (2), Antonio Carlos (contra) e Lucas Pratto. André Lima descontou para os donos da casa.
.
O resultado levou o Atlético para o G4 da competição. O time ocupa a terceira colocação, com 10 pontos. Na próxima rodada, o Galo vai receber o arquirrival Cruzeiro no Independência. 
.
O Jogo
.
Sem Dátolo, vetado, o técnico Levir Culpi optou pela entrada de Carlos e manteve a formação com apenas um volante de ofício. O Atlético manteve também a postura agressiva. Frente a uma defesa que ‘bateu-cabeça’ em vários momentos, o Galo construiu uma vitória tranquila na Ressacada.
.
Com a movimentação característica de seu ataque, o Atlético abriu o placar logo aos 12 minutos. Depois do cruzamento de Luan, a bola sobrou para Giovanni Augusto. O meia bateu forte, o goleiro Vagner não segurou e Carlos mandou para as redes: 1 a 0.
.
Onze minutos depois, foi a vez de Thiago Ribeiro participar. Após o escanteio, a bola sobrou para o atacante chutar. Vagner espalmou em cima de Antonio Carlos e foi para o dentro do gol: 2 a 0.
.
O Galo ainda teve duas ótimas oportunidades para ampliar no primeiro tempo. Aos 36 minutos, novo cruzamento de Luan e nova sobra de bola, desta vez, para Giovanni Augusto. De frente para oGOL, o armador concluir por cima do travessão. Quatro minutos depois, Luan lançou Lucas Pratto. O argentino dominou no peito, passou pelo goleiro, mas finalizou na trave.
.
Na etapa final, o ritmo atleticano caiu no começo. O Avaí buscou mais o ataque, porém, pouco ameaçou a meta do goleiro Victor.
.
Já o Galo soube aproveitar a boa jogada criada aos 22 minutos. Depois da troca de passes, Luan achou Patric aberto na direita. O lateral cruzou e Lucas Pratto completou: 3 a 0. O Avaí descontou aos 29 minutos, com André Lima, de cabeça, após escanteio. 
.
Os catarinenses ainda se reorganizavam quando Pratto deixou Patric na cara doGOL. O goleiro Vagner salvou. Na sequência, outra jogada envolvente do ataque alvinegro. Carioca rolou para Maicosuel, que cruzou para o gol de Carlos: 4 a 1.
.
Avaí 1 x 4 Atlético
.
Avaí
Vagner; Nino Paraíba, Jeci, Antonio Carlos e Romário; Eduardo Neto, Renan (André Lima), Pablo e Marquinhos; Anderson Lopes e Hugo (Roberto).
Gilson Kleina
.
Atlético
Victor; Patric, Leonardo Silva, Jemerson e Douglas Santos; Rafael Carioca, Luan (Maicosuel), Giovanni Augusto (Dodô), Carlos e Thiago Ribeiro (Leandro Donizete); Lucas Pratto.
Técnico: Levir Culpi
.
Gols: Carlos, 12min 1ºT; Antonio Carlos, 23min 1ºT (contra); Pratto, 22min 2ºT; André Lima, 29min 2ºT; Carlos, 31min 2ºT
.
Motivo: 5ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data: 03/06/2015
.
Árbitro: Pablo dos Santos Alves – PB (ESP-2)
Assistentes: Pablo dos Santos Alves – PB (ESP-2) e Marcio Freire Lopes – PB (CBF-2)
.
Cartão amarelo: Leonardo Silva, Rafael Carioca (ATL); Renan, Antonio Carlos, Anderson Lopes (AVA)
.
Pagantes:
 7.101
Renda: R$ 102.460,00

.
FONTE: Estado de Minas.

Imprensa da Indonésia confirma que brasileiro e outros sete condenados foram executados
O porta-voz do governo, Tony Spontana disse que as execuções foram realizadas depois dos pedidos finais dos condenados

Irmãos do australiano Myuran Sukumaran reagem à notícia da execução

.

A emissora local TV One e o site de notícias The Jakarta Post confirmaram no início da tarde desta terça-feira, que o brasileiro Rodrigo Gularte e outros sete condenados por tráfico de drogas na Indonésia foram executados. “Nós cumprimos as execuções”, confirmou um oficial da Procuradoria Geral da República, em condição de anonimato.

.

Os condenados eram o indonésio Zainal Abidin, os australianos Andrew Chan e Myuran Sukumaran, os nigerianos Sylvester Obiekwe Nwolise, Raheen Agbaje Salami e Okwudili Oyatanze, o ganês Martin Anderson e o brasileiro Rodrigo Gularte. Uma mulher filipina, também condenada à pena de morte, foi poupada após uma pessoa que a recrutou para transportar drogas ter se entregado às autoridades.

.

O porta-voz do governo, Tony Spontana disse que as execuções foram realizadas depois dos pedidos finais dos oito condenados, inclusas as orações que foram ditas para cada um de acordo com a sua respectiva religião. O brasileiro Rodrigo Gularte negou os três pedidos concedidos a ele

.

FONTE: Estado de Minas.


Brasileiro e outros 7 condenados serão transferidos para execução na Indonésia

IndonésiaJoko Widodo – Presidente

Autoridades indonésias informaram que oito condenados à morte por tráfico de drogas, dentre eles o brasileiros Rodrigo Gularte, serão transferidos para uma prisão numa ilha, onde serão executados, apesar dos apelos internacionais.

Dentre os condenados estão também os australianos Andrew Chan e Myuran Sukumaran, além de homens da Indonésia, França, Gana e Nigéria e de uma mulher filipina. Segundo o governo indonésio, todos já esgotaram as opções legais e serão levados de suas celas na ilha de Bali para a prisão insular de Nusa Kambangan, ainda nesta semana.

A data das execuções não foi anunciada. Os condenados serão executados por pelotões de fuzilamento e serão alvejados em pares.

Especialistas em direitos humanos expressaram suas preocupações em relatórios que indicam que o julgamento de alguns dos réus não atendeu padrões internacionais de imparcialidade.

 

FONTE: Hoje Em Dia.



%d blogueiros gostam disto: