Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Bares se impõem pela qualidade dos petiscos e atraem clientela de toda BH

Exemplos no Barreiro, Esplanada, Graça, Jardim Guanabara, Padre Eustáquio vão além das fronteiras e fazem clientes de outras regiões atravessarem a cidade em busca do petisco ideal

O Bar do Zezé, no Barreiro, que começou como mercearia e hoje serve clássicos da gastronomia de boteco. O proprietário José Batista Martins conta que a casa costuma receber até estrangeiros que vêm à cidade a trabalho (FOTOS: MARCOS VIEIRA/EM/D. A. PRESS)

O Bar do Zezé, no Barreiro, que começou como mercearia e hoje serve clássicos da gastronomia de boteco. O proprietário José Batista Martins conta que a casa costuma receber até estrangeiros que vêm à cidade a trabalho

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Boa parte dos bares e restaurantes mais conhecidos de Belo Horizonte está na Região Centro-Sul. Tomando a Praça Sete como ponto de partida, o que levaria alguém a cruzar a cidade por 15 quilômetros para beber cerveja e comer algo? Graças a sua boa reputação (e petiscos bem bolados), o Bar do Zezé, no Barreiro, consegue mobilizar fregueses para isso. Outras casas, espalhadas por bairros nos quatro cantos da capital mineira, também conseguem se impor para muito além de alguns quarteirões.

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O caso de José Batista Martins, o Zezé, é mesmo marcante. Seu bar foi inaugurado em 2004, substituindo, pouco a pouco, a mercearia que abriu no mesmo imóvel, em 1980. Eram quatro mesas, um fogão de duas bocas e um pequeno balcão. “Quando os supermercados chegaram ao bairro e ficou difícil (manter a mercearia), tive de dar um jeito. O negócio foi dando certo, fui campeão do Comida di Buteco quando participei pela primeira vez, ampliei a loja e, hoje, virou um botecão”, lembra ele. Atualmente, são quarenta mesas.

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Até hoje, o Zezé mantém no cardápio os mesmos pratos do dia, como a rabada com batata (R$ 27,50, para duas pessoas), às sextas, e a feijoada completa, aos sábados (R$ 48, para três pessoas). Na seção fixa, há itens como o bolinho de milho com bacalhau (R$ 27,50, 12 unidades) e a carne de panela com jiló recheado com bacon, angu mole e queijo de minas e cebolinha (R$ 21,50, para duas pessoas), sendo este uma das criações que mais ajudaram a erguer a fama da casa. Fora galinhada, canjiquinha com costelinha, dobradinha e por aí vai.

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Talvez por ser uma verdadeira coleção de autênticos clássicos de boteco, o cardápio é levado como lembrança por alguns clientes que vêm de longe. “O bar atrai muita gente de fora, incluindo Rio e São Paulo. Até gringo que vem por conta dessas empresas na Cidade Industrial e Contagem aparece aqui. Gente da Itália, Estados Unidos, Inglaterra. Eles pedem para vir”, conta Zezé. Nem ele nem seus funcionários dominam uma segunda língua, mas todo mundo se entende.
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CORRESPONDÊNCIA No extremo oposto da cidade, a 21 quilômetros dali, o Silvio’s Bar é referência não apenas no Bairro Esplanada, mas em boa parte da Região Leste. Foi aberto em 1972 por Maria da Piedade Gonçalves e seu marido, Silvio, que morreu sete anos atrás. As banquetas ao redor do balcão comprido são os lugares mais disputados e também a marca registrada da casa, famosa pelo feijão-tropeiro (R$ 33, para duas ou três pessoas), servido com pedaços de linguiça caseira e torresmo à pururuca.
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Também chamam a atenção petiscos criados por Maria, como a batata 3 em 1 (R$ 27,50, para três pessoas), servida com molho à bolonhesa e parmesão ralado à parte para que o freguês consiga “empaná-la” na mesa, passando os chips primeiro em um, depois no outro. “Eu não tinha experiência de cozinhar para tanta gente, mas, com o conhecimento de casa, não foi tão complicado. Bastou aumentar as quantidades”, conta ela, que executa cardápio com cerca de 50 petiscos. Cervejas (garrafa de 600ml) a partir de R$ 6,50.
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Maria acredita que sua empreitada tenha encorajado outras pessoas a abrir bares na região e está certa de que a concorrência é boa para o comércio e para o público. A opinião é compartilhada por Célio Stropp Fantini Júnior, um dos sócios do Bar do Veio, no Caiçara, a quase 10 quilômetros de distância do Silvio’s: “Moro perto do meu bar e vejo muita correspondência chegar ao meu prédio dando a casa como referência. Acho ótimo. Tem lugar para todo mundo, tem público para tudo e as pessoas vão cada hora a um lugar”.
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O bar iniciou suas atividades em 1986 com cardápio enxuto, mas já com um dos pratos que, até hoje, fazem mais sucesso por ali, o peito de frango recheado com bacon, presunto e queijo (R$ 45, para duas pessoas). As opções de tira-gosto aumentaram com a ampliação da casa (hoje, são 200 lugares), abrindo espaço para receitas mais criativas, como o enroladinho de lombo com bacon e cenoura ao molho de cansanção (R$ 21,90, para duas pessoas), aposta da casa para a edição deste ano do concurso Botecar. Os chopes começam a R$ 5.
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COXINHA A nove quilômetros dali, no Bairro da Graça, está aquele que, nos últimos anos, se consolidou como um dos melhores locais da cidade para se comer coxinha. Simplesmente batizada de Leo Coxinha, a casa mudou de dono há dois anos, mas foi mantida inalterada a receita que Leo e a mãe, Dona Nem, começaram a desenvolver nos anos 1970, quando ainda vendiam o salgado só para a vizinhança, praticamente de porta em porta. “As salgadeiras são as mesmas, só mudamos os garçons”, diz o proprietário, João Mendes Ribeiro.
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Não existe mística em torno da coxinha de lá, qualquer um consegue saber como é feita. A produção é diária, os salgados são mantidos resfriados (e não congelados) e fritos na hora. “A massa é tradicional, mas tem um ponto específico, que envolve o tempo de batê-la e fritá-la”, explica Ribeiro. Entre as coxinhas disponíveis, estão as de frango (R$ 3,50), frango com requeijao (R$ 4), carne seca com requeijão (R$ 5), camarão com requeijão (R$ 5) e uma bem curiosa, que leva exclusivamente requeijão no recheio (R$ 3,50).
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“Recebemos gente de todos os bairros e algumas pessoas levam a coxinha congelada para outras cidades”, conta ele. A casa também serve outros salgados, como bolinho de mandioca, empada, tortinhas e quibe. Para acompanhar a cerveja (a partir de R$ 7, garrafa de 600ml), há, ainda, porções de petiscos, como mandioca com torresmo (R$ 18, para três pessoas), caldos (a partir de R$ 8) e mexido (R$ 11, para duas pessoas).
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ONDE IR
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>> Baltazar

Rua Oriente, 571, Serra. (31) 3221-7361. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 1h; sábado e feriado, 12h à 1h; domingo, 
das 12h às 18h.
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>> Bar do Careca, o Pescador
Rua Gastão da Costa Pinheiro, 210, 
Jardim Guanabara. (31) 3434-6448 e 
(31) 9251-0369. Aberto de segunda a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 18h.
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>> Bar do Veio
Rua Itaguaí, 406, Caiçara. (31) 3415-8455. Aberto terça e quarta, das 17h às 23h; quinta e sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; domingo e feriado, das 11h às 19h.
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>> Bar do Zezé
Rua Pinheiro Chagas, 406, Barreiro. 
(31) 3384-2444. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h às 21h.
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>> Leo Coxinha
Rua Jussara, 150, Bairro da Graça. 
(31) 3309-9440. Aberto de segunda a sábado, das 11h às 14h e das 16h às 23h40.
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>> Nino Pizzaria
Rua Coronel José Benjamin, 824, Padre Eustáquio. (31) 3464-8085. Aberto de segunda a quinta, das 11h às 14h30 e das 17h à 0h; sexta a domingo, das 11h à 0h.
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>> Silvio’s Bar
Rua Begônia, 199, Esplanada. 
(31) 3318-3273. Aberto de segunda a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 12h à 0h.

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FONTE:  Estado de Minas.


Comida-di-Buteco

O sucesso do Kaol, do Café Palhares: ‘O segredo está no molho’.

Careca: ‘meus clientes gostam mesmo é de comer’.

Joana: ‘é fazer com mais carinho’.

Tricampeão do Comida di Buteco, Bar do Zezé quer vencer o Botecar com seus petiscos

gastronomia
Pronto para a disputa – Os petiscos do Bar do Zezé serão destaque do Festival Botecar deste ano
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Único tricampeão do festival Comida di Buteco, o Bar do Zezé, no Barreiro de Baixo, fez história em Belo Horizonte com a especialidade da casa, os bolinhos de bacalhau com milho. Famoso por seus petiscos fartos, o cardápio do Zezé também inclui pratos como galinhada, tropeiro e tutu com linguiça e pernil.
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“Em 1980, abri uma mercearia. O negócio foi crescendo e resolvi abrir um bar ao lado, acabei fechando a mercearia. De lá para cá, o público mudou muito, mas tenho clientes desde quando inaugurei”, conta José Martins, o Zezé, que comanda a cozinha ao lado da esposa, Alfa Martins. “Todas as receitas são nossas, cada um dá um palpite, até encontrar o ponto certo da receita”, disse Alfa.
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Este ano, o bar do Zezé participa do festival “Botecar” com um prato tradicional da região do município de São Domingos do Prata, o bolinho de Cascais: bolinhos arroz com bacalhau acompanhados com creme de alho e ervas.

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Os irmãos João Lúcio Ferreira e Luiz Fernando, que assumiram há 40 anos o Café Palhares
Os irmãos João Lúcio Ferreira e Luiz Fernando, que assumiram há 40 anos o Café Palhares
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Carinhosamente conhecida como a capital dos bares, Belo Horizonte tem botecos de grande tradição. São mais de 18,5 mil estabelecimentos espalhados pela cidade, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-MG), que fazem a alegria de moradores e turistas.
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A gastronomia de boteco passou a ser ainda mais valorizada com a divulgação dos concursos “Comida di Buteco” e “Botecar”, que começaram neste mês em BH. Enquanto alguns bares apostam no conceito de botequim gourmet, outros antigos redutos da boemia tiveram clientela e cardápio repaginados com o passar dos anos.
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Aberto em 1983, o Café Palhares é um deles. Na rua Tupinambás, 638, no Centro (mesmo endereço desde a fundação), o bar, antes frequentado somente por homens, hoje recebe famílias inteiras para o almoço.
Kaol
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“Antigamente, as mulheres não entravam nos bares, só em restaurantes. Algumas até frequentavam, mas eram pouquíssimas. Antes era uma cafeteria que funcionava 24 horas, depois passamos a investir mais no almoço, na gastronomia. Isso fez com que o perfil do cliente mudasse um pouco”, conta um dos proprietários do café, Luiz Fernando Ferreira.
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Luiz e o irmão, João Lúcio Ferreira, assumiram o negócio há 40 anos, aberto pelo pai. O famoso kaol, carro-chefe da casa batizado pelo jornalista e compositor Rômulo Paes, era antes o prato preparado para os funcionários que trabalhavam no café. “Kaol quer dizer: cachaça (com k), arroz, ovo e linguiça. Naquela época, todos tomavam um aperitivo antes de almoçar”, lembrou Luiz.
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A receita clássica foi incrementada e ganhou a companhia da couve, do torresmo, do molho de tomate e da farofa de feijão. A linguiça pode ser substituída por língua ou dobradinha. “O segredo está no molho”, disse o proprietário do Café Palhares, que não revela seu ingrediente secreto.
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Serviço:
Café Palhares
Rua dos Tupinambás, 638, Centro.
Fone: (31) 3201-1841
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No Agosto Butiquim, pratos da cultura popular são tratados com carinho e ganham releituras
Gastronomia
Festival – Joana apresenta sua criação Sertões de Jacuí
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“Para mim, gourmet é aproveitar a referência de pratos de domínio popular, da culinária mineira, e fazer com mais carinho”, resume a chef Joana Machado, proprietária do Agosto Butiquim, no bairro Prado, região Oeste de Belo Horizonte..
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Joana é exemplo da nova geração de profissionais que estudaram gastronomia e continuaram dentro da tradição dos botecos. “Quem frequenta os bares da capital estão ávidos por coisas novas. Apresentar o tradicional de forma mais cuidadosa, essa é a cozinha gourmet”, disse a chef que estudou gastronomia em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, em uma época que BH não tinha tantas opções de curso superior na área.
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Este é o terceiro ano que o bar participa do festival “Botecar”. O prato elaborado para o evento é o Sertões de Jacuí: pernil assado e refogado em mistura mineira, flambado na cachaça com cravo e casca de laranja acompanhado de batatas rústicas. “É uma homenagem à cidade da minha família”, contou Joana.
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No Bar do Careca, comida é principal atrativo: ‘Meus clientes gostam mesmo é de comer’

Gastronomia
O Careca – Orcínio Ferreira não vai participar dos festivais de boteco deste ano
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O simpático Orcínio Gonçalves Ferreira, mais conhecido como Careca, comanda o bar que leva seu apelido há quase 30 anos. É ele próprio quem tempera, corta e cozinha os pedidos. O bar do Careca foi o primeiro vencedor do concurso “Comida di Buteco”, com a famosa língua refogada.
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“Gosto muitos dos festivais de gastronomia, do movimento que eles trazem. Hoje, já são mais de cem botecos participando dos dois concursos. Isso é ótimo para Belo Horizonte, mas neste ano fiquei de fora, já cheguei a uma certa idade, ando um pouco cansado”, diz Careca, bem humorado.
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Segundo ele, a hora do almoço é a mais movimentada e atrativa do bar. “Aqui, recebo muitas famílias, jovens acompanhados dos pais, dificilmente vejo pessoas que vêm só para beber. Meus clientes gostam mesmo é de comer”, contou Careca.
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‘Nos tempos de barraquinha’ é uma homenagem à Festa de São Geraldo

Os quitutes das barraquinhas das festas de Curvelo inspiraram Túlio
Os quitutes das barraquinhas das festas de Curvelo inspiraram Túlio

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Foi em homenagem à festa de São Geraldo, que acontece anualmente em Curvelo, na região Central de Minas Gerais, e onde Túlio Montenegro passou a infância e boa parte da adolescência, que o chef criou o prato “Nos tempos de Barraquinha”, que está no cardápio do festival Botecar de 2015, evento que neste ano vai movimentar 55 bares diferentes da capital.
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“Eu me lembro muito bem das festas de São Geraldo de Curvelo, onde nos deliciávamos com os quitutes das barraquinhas. Recordo-me de uma específica, em que um senhor construiu um fogão a lenha e com uma única panela ele servia churrasquinhos cozidos envoltos em um molho diferente, servido com farofa”, conta.
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Foi nesse momento de sua vida que o Chef Túlio buscou inspiração para criar uma receita de espetinhos de boi, frango e porco banhados em um molho picante de tomate, servido com dois tipos de farofa (uma de beterraba e outra de espinafre), torradinhas ou anéis de cebola, e um complemento de churrasquinho de abacaxi ou banana. “A Maria do Carmo aprovou, e quando ela aprova, eu sirvo”, brinca o chef, que contou ainda que usa a esposa como termômetro para montar o cardápio.
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Curiosidade: o brinco
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Conhecido pelo “chef que usa um brinquinho”, a fama se tornou marca do estabelecimento. Uma argola com um garfo, uma faca e uma colher pendurados estão por toda parte no bar. Seja em esculturas, desenhado na parede ou em produtos como seus exclusivos molhos de pimenta.
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A moda foi lançada por Túlio, “bem antes da Débora Falabella”. “Minha esposa achou um par desses brincos no chão, em Charlottesville, na Virgínia, quando ainda morávamos nos Estados Unidos. Nunca mais eu tirei”, conta, sorrindo.
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Harmonização
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Para harmonizar “Nos tempos de barraquinha”, o chef recomenda uma produção da própria família: o chope artesanal Santa Tulipa. Fabricação que leva o nome de seu filho Thiago Montenegro.
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Do tipo Pale Ale, chope puro malte, coloração dourada, cristalino e brilhante. Tem sabor pronunciado de malte, aromas frutados e médio amargor. Apresenta creme denso e consistente.
Delícia - O prato traz carnes de boi, porco e frango

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FONTE: Hoje Em Dia.


 

“Já to inno” é o grande vencedor do Comida Di Buteco 2014

"Já to inno" é o grande vencedor do Comida Di Buteco 2014
A receita vencedora do bar “Já to inno” foi o “Jeitinho Mineiro”

Após uma maratona de 30 dias de muita ‘butecagem’, já é conhecido o vencedor do Comida Di Buteco 2014. O bar “Já to inno”, localizado na Rua Benjamin Dias, 379, Barreiro, foi o grande campeão da edição desse ano. A receita vencedora foi o “Jeitinho Mineiro”, composta por filé mignon suíno, recheado ao molho especial a acompanhando por madioca na manteiga e torrada de alho poró. Em segundo lugar ficou com Koqueiro’s Bar, o terceiro com André Caldos, o quarto lugar foi para o Bar do Dedinho e a quinta colocação ficou com Em Canto – Bar Du Beto.

A capital dos bares, como é conhecida Belo Horizonte no cenário nacional, poderá ter uma ‘edição temática’ na próxima edição, a 16ª do concurso gastronômico Comida di Buteco, em abril do ano que vem. A organizadora do evento, Maria Eulália Araújo, conhecida como ‘gestora de botecos’ prefere faz segredo sobre os detalhes da novidade, que deverá ser anunciada daqui a dois meses. Ela promete, no entanto, que será uma ideia para incentivar a criatividade dos donos de bares concorrentes.

“Já tivemos ingredientes fixos para montar os pratos em cinco edições, para estimular a pesquisa, e este ano deixamos livre, porque muitos dos frequentadores comentaram que os tira-gostos estavam muito parecidos. Para o ano que vem, ainda não posso dizer muita coisa, mas pensamos em ter um grande tema que dê margem para a criação dos pratos”, afirma. Ela comemorou, ontem, a alta de 52% das vendas dos botecos participantes nas 16 cidades que realizam o evento: BH, Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Belém, Uberlândia, Manaus, Salvador, Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Goiânia, Montes Claros, Ipatinga, Poços de Caldas e Juiz de Fora. “A dinâmica do concurso favorece o fluxo de pessoas nos bares, é uma plataforma de trannsformação social. Bares pequenos passam a contratar mais com seus fornecedores, contratam mão-de-obra e fazem com que a acada ano o concurso cresça”, acrescenta Maria Eulália.

Nos 31 dias do concurso, 45 botecos participaram do concurso e puderam eleger seus favoritos. Na festa de encerramento, realizada ontem no Largo da Saideira, no Bairro União, Região Nordeste, cerca de 10 mil pessoas, segundo a organização do concurso, compareceram aos shows de Monobloco e Zeca Pagodinho e tiveram a oportunidade de provar os tira-gostos concorentes, vendidos em pequenas porções a R$ 10. No local, foram vendidos ainda cervejas, com preços de R$ 6 a R$ 9, água (R$ 4) e doses de champanhe e uísque, a R$ 15 e R$ 10. Os preços dos alcoólicos receberam críticas, por exemplo, das belo-horizontinas Renata Racioppi, administradora, 33 anos, e da amiga Marcela Horta, empresário, de 31 anos. “Acabamos de chegar de uma praia no Rio de Janeiro e lá vendia um latão de cerveja a cinco reais. Aqui não vai dar para beber muito, por conta do preço, mas o tira-gosto está com um preço justo”, observa Renata.

Mineira de Itaúna, Thereza Freitas Cerqueira aproveitou a passagem por Belo Horizonte para comemorar o aniversário com o filho, levando cerca de dez familiares para a festa Saideira. Apreciadora de kafta, queijo, peixe e carne, ela aprovou a variedade dos ingredientes dos tira-gostos apresentados este ano. “Minha nora que me chamou, vim para prestigiar meu filho e estou gostando muito da diversidade dos pratos e temperos. Comi filezinho com queijo, espetinho de carne com peixe e uma kafta decorada como a Igrejinha de São Francisco, um dos pontos turísticos de BH”, disse.

O criador do prato que remete à Igreja da Pampulha, André Castro, do Bar André Caldos, do Bairro Palmeiras, conta que teve a ideia enquanto aguardava um amigo para um encontro de carros antigos na região, observando um dos patrimônios de BH, projetavda pelo arquieteto Oscar Niemeyer e conhecida mundialmente. “Eu já estava em busca de um desenho para o meu prato do Comida Di Buteco, que é a primeira vez que eu participo, e fiz um rabisco no papel. Pedi a outro amigo serralheiro que fizesse seis formas e estamso servindo kafta com queijos na estrutura da igreja em um prato quadrado, para dar a ideia de um quadro. E tem o verde e amarelo para lembrar a Copa do Mundo, com o nome São Chiquinho”, comenta. Para o empresário, o evento fortalece a “cultura butequeira” da população de BH e em seu estabelecimento, o aumento das vendas com a participação no concurso foi de cerca de 70%. “Brilha a culinária mineira e desperta o amor em nós, para montarmos os pratos e servirmos os clientes. É arte, serviço e trabalho”, acrescenta.

Para a gestora de Recursos Humanos Prscila Reis de Carvalho, 31 anos, que frequenta o Comida Di Buteco desde seus 20 anos de idade, além dos tira-gostos, o concurso acertou na escolha das atrações musicais. “Todo ano eu venho, esse está o melhor de todos, agradando muito. Os bares ficamo cheios durante o calendário do festival e eu não consegui ir em alguns. Aqui, na festa Saideira, tenho essa chance. E adoro samba, foram ótimas escolhas de shows”, disse. Um das amigas dela, Sarah Luz Ramos, de 27 anos, analista de sistemas, reclama da mudança do locfal da festa de encerramento, antes realizada na Pampulha, e da dificuldade de achar vaga para estacionar o carro. “Gostava mais quando era na Pampulha, não gosto muito do trânsito da Av. Cristiano Machado,e custei a achar lugar para estacionar. Não pude nir aos bares e vim pela primeira vez no encerramento. Estou gostando muito da organização”, conta.

No caso da empresária Carla Beatriz Duca, dona do bar “US Motoca”, ponto de encontro de motociclistas no Bairro Camargos, mais que um concurso, o Comida di Buteco inaugurou uma nova fase na vida dela. Duas semanas antes do início do concurso, que teve início dia 11 de abril, seu estabelecimento foi incendidado após um assalto e ela precisou demitir funcionários e fechar o restaurante que mantinha no mesmo lugar do bar. “Cheguei a comunicar aos organizadores que eu não teria condição de participar, mas eles me incentivaram e consegui um patrocínio suficiente para refazer o telhado e ajeitar os banheiros. Reabri uma semana depois do incêndio e hoje estou aqui. Fiquei em uma barraca longe das mesas, mas está tudo ótimo, só de eu ter conseguido me reerguer e estar aqui. Só tenho a agradecer o apoio”, diz, emocionada. O prato apresentado por ela foi batizado de “Travesseiro de lombo ao molho dos sonhos”, umk bife de lombo com mussarela ao molho tártaro, acompanhado por torradas.

FONTE: Hoje Em Dia.


Festivais Botecar e Comida di Buteco tomam conta de Belo Horizonte e lotam 100 bares. Escolha dos campeões fica a cargo do público, que vota para escolher o melhor tira-gosto

 

 

Ricardo William e Lilian Azevedo escolheram o bar Patorroco, no Prado, para saborear o tira-gosto (Ramon Lisboa/EM/D.A Press<br /><br />
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Ricardo William e Lilian Azevedo escolheram o bar Patorroco, no Prado, para saborear o tira-gosto

Mesmo com o céu nublado, ontem foi dia de botecar em Belo Horizonte, cidade que sustenta o título de capital nacional de jogar conversa fora nos bares da vida, com direito a tira-gosto com sabor mineiro e cerveja estupidamente gelada. Pela primeira vez dois festivais de comida de boteco acontecem ao mesmo tempo. São 100 bares que participam com pratos especiais, inventados com carinho pelo próprio dono. Os preços variam de R$ 17,50 a  R$ 29,90. Este ano, os dois eventos têm tema livre. 

Com 55 bares participantes, o Botecar apresenta-se como o maior e mais novo festival de botecos de raiz, ao lado do já tradicional Comida di Buteco, que completa este ano a sua 15ª edição, com 45 inscritos. Visitantes e jurados irão votar nos melhores pratos durante o festival, que vai até o dia 30. Metade dos participantes são estreantes neste tipo de evento. É o caso de Leopoldo Marques Pinto, dono do Boteco da Carne, no Bairro de Lourdes, que estreou este ano no Botecar. “Meu movimento aumentou uns 40%”, comemorou Leo, que criou pessoalmente o Lombinho Bom de Bola, inspirado no tema da Copa do Mundo no Brasil. 

Para quem ainda não provou, o prato consiste em “lombinho de lata” com batata bolinha, farofa de farinha de milho, couve e molho de rapadura. “Está tão bom, mas tão bom, que já repetimos três vezes”, elogiava o engenheiro Marcelo Matos. Ele levou a turma de amigos do futebol, que se reúne há mais de 15 anos para almoçar no boteco. Entre eles o jogador do Vila Nova Rodrigo Ramos, mais conhecido como Ferrugem, o administrador Murilo Henrique Assis, o servidor público Luiz Miranda e o economista Sérgio Moreira Reis. Para este último, o diferencial do prato era o molho de rapadura, sem falar na cerveja servida no ponto certo, bem gelada. 

Ao lado dos novatos, convivem no Botecar vencedores de outros festivais. No Patorroco, no Bairro do Prado, Região Oeste de BH, a ampliação da casa em 30% não foi suficiente ontem para receber o volume esperado de público. Na verdade, nem mesmo a cozinha deu conta de atender todo mundo. O tempo de espera pelo Tutu Bola, que deveria ser de 20 minutos, dobrou para 40 minutos. “Pela primeira vez, subestimei o evento. A saída dos pratos está muito maior do que eu esperava”, admitiu Marcos Proença da Matta Machado, que responde pelo apelido de Patorroco, recebido durante uma pescaria, em função da voz rascante.

Ao criar o Tutu Bola, Patorroco tentou resgatar as origens da gastronomia mineira e apresentar o tutu de feijão, em formato de bolinho, para o turista que virá visitar BH durante o campeonato mundial de futebol. “Na minha opinião, é forte candidato a ser campeão do Botecar”, afirma o engenheiro Ricardo William, de 24 anos, noivo da relações públicas Lilian Azevedo, também de 24. Os dois acompanham todas as criações do Botecar e optaram por iniciar a corrida aos bares no Prado. No mesmo dia, pretendiam visitar outros três bares. 

No Comida di Buteco, que vai até 11 de maio, a tradição de 76 anos do Café Palhares convive ao lado do jovem casal Mariana e Ézio Morais, de 31 e 29 anos, que há apenas um ano, abriu o D’Leve, na região do Barro Preto. Venderam a casa, o carro e largaram os antigos empregos para investir tudo no bar. Para bolar o prato inscrito na competição, Ézio fez uma oração e pediu inspiração a Deus. Criou o Poliglota Cachaceira: bolinho de língua empanado gergelim e aveia, com mandioca; bolinho de língua empanado, com abóbora e mini quibe de língua com ervas e canela. “Servir língua é o nosso desafio, pois se trata de uma carne diferenciada, da qual as pessoas têm um pouco de aversão. Quem come acha uma delícia”, afirma Mariana. 

“É uma pena ter escrito aqui na plaquinha, porque eu ia fazer minha irmã comer primeiro e depois contar o que era”, graceja a consultora de vendas Fabiana Avelar, que levou o marido, o analista de TI Robertson Avelar e a irmã, a contadora Luciana Navarro e amiga, a administradora Lídia Passos, para experimentarem a iguaria. “Nota mil”, comentou a turma em coro, com exceção de Luciana, que se recusou a provar. 

Grupo de amigos preferiu começar o passeio pelo D%u2019Leve, no Barro Preto (Ramon Lisboa/EM/D.A Press<br /><br />
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Grupo de amigos preferiu começar o passeio pelo D%u2019Leve, no Barro Preto


Serviço

Festival Botecar: vai até 30 de abril. Confira os 55 bares participantes no botecar.com.br
Comida di Buteco: vai até 11 de maio, com Festa Saideira no dia 17 do mesmo mês. A lista dos bares está no comidadibuteco.com.br

FONTE: Estado de Minas.

 

Delícias do bar 

Comida di Buteco começa sexta-feira em Belo Horizonte e mais 15 cidades

O tradicional festival de gastronomia botequeira acontece de 11 de abril a 17 de maio; confira

 

O Bar Temático, em Santa Tereza, é presença constante no festival desde 2001. Neste ano, a casa concorre com o prato ‘I aí fiquei’: costelinha suína, batatas recheadas e melaço de cebola roxa

 

Começa na próxima sexta-feira, 11, o Comida di Buteco. O festival, que surgiu e virou tradição em Belo Horizonte há 14 anos, é realizado hoje em mais 15 cidades de Minas e do Brasil. Ao contrário de edições passadas, o tema desta vez é livre, o que permitirá ao público provar uma variedade ainda maior de sabores. 

Confira aqui todos os pratos que concorrem em BH, com os respectivos endereços

O objetivo do festival é promover a gastronomia de boteco, mesclando petiscos tradicionais com outros mais elaborados, de acordo com a criatividade de cada bar participante. Caberá ao público e ao júri especial eleger os melhores pratos. 

Ao final, no dia 17 de maio, acontece a Saideira, evento em que os vencedores são anunciados e todos os participantes se reúnem. Quem estiver presente, além de ter a chance de degustar os tira-gostos que concorreram, ainda poderá curtir as atrações musicais, que neste ano ficam por conta de Zeca Pagodinha e Monobloco. Os ingressos custam 120 reais (inteira). 

Além de Belo Horizonte, o Comida di Buteco também acontece em Belém-PA, Campinas-SP, Fortaleza-CE, Goiânia-GO, Ipatinga-MG, Juiz de Fora-MG, Manaus-AM, Montes Claros-MG, Poços de Caldas-MG, Ribeirão Preto-SP, Rio de Janeiro-RJ, Salvador-BA, São José do Rio Preto-SP, São Paulo-SP e Uberlândia-MG. Veja mais informações no site do festival.

 

 

 

 


Prato feito com mini cones com ragu de linguiça calabresa e molho de gorgonzola deu ao bar Patorroco o bicampeonato
koninguiça
Durante 30 dias, 45 botecos de Belo Horizonte mostraram ao público criativos pratos que levam a liguiça e a mandioca em sua essência. Hoje, todos os envolvidos se reuniram no largo da Saideira o para revelar o grande campeão do festival.O primeiro lugar foi para o Patorroco, que neste ano apresentou o Koningüiça. O prato consiste em mini cones com ragu de linguiça calabresa e molho de gorgonzola. Bicampeão consecutivo, em 2012, o boteco levou o título com o prato Sheik de Minas.

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Os pratos concorrentes neste ano puderam usar os dois ingredientes combinados (linguiça e a mandioca), ou apenas um deles, junto com outros quitutes. Os preços foram estabelecidos entre R$ 20,90 e R$ 22,90.

Encerramento

A festa de encerramento aconteceu no Largo da Saideira, na Av. Cristiano Machado (ao lado do Minas Shopping), e contou com os shows de Mart’nália, Aline Calixto e Skank. No local, todos os bares participantes venderam seus petiscos concorrentes ao título de 2013, ótima oportunidade para experimentar o máximo deles em um só dia.

Show com Mart'nália animou a saideira do Comida Di Buteco 2013 (Jair Amaral/EM/D.A PRESS)

Show com Mart’nália animou a saideira do Comida Di Buteco 2013

A organização do evento divulgou que para a próxima edição do Comida Di Buteco, os bares poderão concorrer livremente, sem nenhum ingrediente indicado.

Confira os cinco primeiros colocados:

1- Patorroco

2- Recanto da Macaca

3- Bar do Rei

4- Café Palhares

5- Bar da Lora

FONTE: Estado de Minas.

Votação do "Comida di Buteco" sob suspeita de fraude em BH
Denúncia aponta para irregularidade no acesso às cédulas de votação do evento

O festival gastronômico mais famoso de Minas, o Comida di Buteco, iniciou nesta segunda-feira (13) a apuração dos votos dos butequeiros que visitaram os 45 bares participantes deste ano. O domingo (12) foi o último dia para depositar as cédulas nas urnas dos estabelecimentos. A apuração é feita pelo instituto de pesquisa Vox Populi. No entanto, há quem questione a credibilidade da contagem e denuncie fraudes na votação.

Um internauta entrou em contato com a reportagem e revelou que no domingo, durante um almoço de comemoração pelo Dia das Mães, um parente levou cerca de 25 cédulas de um bar localizado no bairro Santa Tereza, região Leste de Belo Horizonte, e pediu que familiares preenchessem os itens valorizando o estabelecimento com pontuação máxima. “Eu não dei nota máxima em alguns pontos e fui questionado por esse parente. Daí, eu disse que não dei total nem para os que visitei”, afirmou o denunciante que preferiu não se identificar.

Em uma reunião realizada nesta segunda-feira (13), no Senac, para discutir a logística do “Saideira” – festa de encerramento do festival, que ocorre no próximo sábado (18), o assunto foi abordado com vários proprietários de estabelecimentos, sob a supervisão dos organizadores do Comida di Buteco.

Frederico Inácio Brescia, da Cantina da Ana, disse que acompanha a retirada da urna do bar e confia na credibilidade da apuração. Ele confessa, contudo, que é possível ocorrerem fraudes. “As cédulas ficam em uma bancada, pode acontecer de alguém pegar mais de uma, mas se vazar é pouca cédula”, afirmou. O peso do voto do corpo de jurados – formado por especialistas na área gastronômica – é de 50%, a outra metade é do público, Brescia afirma que alterações assim podem influenciar no campeão do evento. “Pode influenciar na tabela em torno do 20º e 30º classificado, mas não no campeão do festival”, disse.

No bar Estabelecimento, que há oito anos participa do Comida Di Buteco, Olívio Cardoso Filho, de 51 anos,  explica que algumas precauções são tomadas. “As cédulas geralmente ficam com o garçom e de tempo em tempo ele passa nas mesas com a urna para que o próprio cliente possa depositar o voto”, contou. Ele não descartou a possibilidade de fraudes, mas defendeu que, caso algo assim ocorra, seria uma ação de “má-fé”. “A pessoa entrar no bar e fazer isso já tem que ter a má-fé e se fizesse isso seria sim uma fraude”, afirmou.

Por telefone, um dos fundadores do evento admitiu à reportagem que irregularidades são passíveis de acontecer. “Qualquer pessoa pode pegar uma cédula”, disse Eduardo Maia. A analista de pesquisa Bárbara Crivellari, do Vox Populi, explicou que as coletas das cédulas são feitas cinco vezes durante o festival em Belo Horizonte. “Há três medidas de segurança, um lacre e dois adesivos. Um motoboy terceirizado e treinado faz a coleta e verifica esses itens. Nunca ocorreu dos três estarem violados” afirmou.

No Rio de Janeiro, segundo a analista do instituto de pesquisa, fraudes foram checadas por clientes ocultos – que auditam sem identificação todos os procedimentos do concurso. “Os participantes dos bares ficam cientes da ocorrência desses clientes ocultos, que são enviados para apurar boatos de denúncias de irregularidades. No Rio isso ocorreu há dois anos e os bares saíram do circuito”, contou.

Contactada, a organização do Comida di Buteco se manifestou à tarde por meio de nota. No texto, afirma que “ao longo dos 31 dias do evento em 2013 nenhuma fraude foi detectada em nenhum dos 45 botecos participantes do festival em Belo Horizonte”. Ainda segundo o Comida di Buteco: “quando a fraude é detectada pela própria organização do concurso, através dos mecanismos de avaliação, o boteco é desclassificado”.

Critérios e votação

O público e um corpo de jurados têm que visitar os botecos, degustar o petisco que participa do concurso e preencher todos os dados da ficha de votação. A média entre os quesitos avaliados garante o resultado da premiação. São avaliados de 1 a 10, a higiene, o atendimento, a temperatura da bebida e o petisco (que leva 70% do peso da nota). O vencedor da edição 2013 será conhecido no sábado (18), na festa Saideira, que ocorre na avenida Cristiano Machado, 3.450, bairro União, na região Nordeste, a partir das 12 horas.

O festival é realizado nas cidades mineiras de Belo Horizonte, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Poços de Caldas e Uberlândia. Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Goiânia (GO), Salvador (BA), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP) e Rio Preto (SP), Belém (PA), Fortaleza (CE), Ipatinga (MG), Juiz de Fora (MG), Manaus (AM) também têm suas edições do evento gastronômico. A 14ª edição do Comida di Buteco ocorreu entre os dias 12 de abril e 12 de maio.

Outras matérias sobre o assunto:

RELAÇÃO DOS BARES PARTICIPANTES

DECEPÇÕES

FONTE: Hoje Em dia.



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