Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo da tag: cachorra

Família recupera cachorra que foi roubada em drogaria da Savassi

A dona da cadela Kika contou que a mulher que a roubou tentou vendê-la por 50 reais na vila Cafezal, na região Centro-Sul de Belo Horizonte

Cachorrinha está com a família há 13 anos

Cachorrinha está com a família há 13 anos

A família da cachorra que foi roubada nesta sexta-feira (13) em frente a uma drogaria na Savassi conseguiu recuperar o animal neste sábado  (14). A dona da cadela Kika contou que a mulher que a roubou tentou vendê-la por 50 reais na vila Cafezal, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. Uma mulher que tinha visto o vídeo divulgado pela família com o roubo da cachorra avisou a engenheira civil Luciana Curi.
.
De acordo com Luciana, a mulher comprou a cadela e avisou a família que estava com Kika. “Uma mulher caridosa viu a ladra oferecendo a Kika por R$ 50 em um salão de beleza, como ela tinha visto as reportagens, ela acabou me devolvendo ela”, contou Luciana. Ela registrou boletim de ocorrência e espera que a mulher seja encontrada e punida.

.

Entenda o caso

O crime ocorreu na manhã desta sexta-feira (13) na esquina da rua Cláudio Manuel com avenida do Contorno, no bairro Funcionários.

.

“Eu amarrei minha cachorrinha na grade na entrada da drogaria e entrei para fazer compras. A fila estava muito grande e acabei demorando. Eu fui algumas vezes até a porta e vi que ela estava bem. Depois, quando eu sai, ela já não estava mais lá e descobri que a tinham roubado”, conta Luciana.

.

Desesperada, a engenheira ainda tentou correr atrás da mulher que estava com sua cadela pelas ruas Cláudio Manuel, Maranhão e avenida Getúlio Vargas, mas não conseguiu alcançá-la. Ela, então, voltou a drogaria e conseguiu as imagens da câmera de segurança. Nas imagens, é possível ver que a mulher fica parada muito tempo próxima a cachorra e depois conversa com ela e a rouba. Luciana está divulgando as imagens afim de encontrar a mulher.

Veja o vídeo CLICANDO AQUI!

.

FONTE: O Tempo.


Vídeo flagra mulher furtando cadela em porta de farmácia na Região Centro-Sul de BH

A cachorrinha foi levada em uma sacola; família está desesperada e pede ajuda, já que o animal tem problemas de saúde

ATUALIZAÇÃO: família recupera a cadelinha. VEJA AQUI!
Arquivo Pessoal

Uma família está desesperada em busca da cadelinha ‘Kika’, de 13 anos, que sofre de problemas de saúde. Na manhã desta sexta-feira, uma servidora pública, de 48 anos, que não quis se identificar, parou em uma drogaria na Região Centro-sul de Belo Horizonte e teve o seu animal de estimação furtado enquanto fazia compras. O crime ocorreu na Rua Cláudio Manoel, esquina com Avenida do Contorno, no Bairro Funcionários.

De acordo com a servidora, ela deixou sua poodle amarrada pelo lado de fora, mas quando retornou o animal já não estava mais no local. As câmeras do circuito de segurança da drogaria registraram quando uma mulher observou a movimentação, fez amizade com o animal, desamarrou a coleira e colocou a cachorra dentro de uma sacola

 

 

 

 

FONTE: Estado de Minas.


Cadela Tiffany acompanha garota com doença rara em escola e anima alunos

“Que emoção, que emoção! Parece que o meu coração vai explodir”, dizia Gabriel Sprocatti, 9, enquanto a cadela Tiffany, 2, adentrava, como num desfile, a sala de aula.

A euforia do garoto era a síntese da emoção que tomou conta da turma do quinto ano do ensino fundamental do colégio Dante Alighieri, em São Paulo, um dos mais conceituados do país, na manhã desta quinta-feira (26).

Há cerca de um mês, a instituição começou a preparar funcionários, alunos e pais para uma inédita medida de inclusão: aceitar um cão treinado para ajudar uma criança com deficiência.

Tiffany é assistente de Ana Luiza Gaia Folino, 9, função que já exerce fora da escola desde o início do ano.

A menina tem uma doença metabólica rara e progressiva –mucopolissacaridose tipo 6– que afeta parte de sua visão e de sua mobilidade e também a respiração, em razão da falta de produção de uma enzima no corpo.

Semanalmente, ela precisa ir a um hospital para receber seis ampolas artificiais da substância no organismo. Cada unidade do remédio, que hoje é fornecido pelo Estado, custa US$ 1.910 (o equivalente a cerca de R$ 6.100).

Tiffany, que nasceu no Brasil de uma ninhada com dez cães da raça golden retriever, está sendo treinada para auxiliar a menina a abrir portas, sair de muvucas, descer escadas, pegar objetos no chão, carregar parte de seu material escolar e guiar seus passos, quando for necessário.

“Quem tem perguntas sobre o que pode e o que não pode fazer com a Tiffany?”, disse o adestrador Leonardo Ogata, da ONG Cão Inclusão, que foi à escola para explicar aos alunos que a cadela está ali para trabalhar e atender às necessidades de Ana, e não para brincar.

Dos 32 alunos da sala, 23 levantaram a mão. Do fundo da sala, uma menina loira de cabelos cacheados abriu a sessão, que durou uma hora: “Podemos tirar fotos dela?”. Com a permissão do adestrador, um alvoroço se formou com a molecada toda atrás de seus telefones celulares para clicarem a cachorra.

“Agora não, gente. Ele falou de maneira genérica, não é para tirar fotos dentro da sala”, explicou a professora Cristhiane Ribeiro, que se declara “apaixonada” por cães e entende a presença de Tiffany no colégio como “um passo importantíssimo para a inclusão escolar”.

“A experiência que os alunos tiveram hoje na sala de aula vai repercutir em toda a vida deles”, disse.

Na mesma sala de Ana, desde o maternal estudando no Dante, há uma menina com síndrome de Down, que entendeu que não pode acariciar nem alimentar a cadela a qualquer hora, para não distraí-la da sua função.

“A Ana já fez diversas cirurgias reparadoras e precisa de extrema atenção médica. Se não tivesse acesso a todos esses cuidados, teria uma vida muito regrada”, diz a mãe, Ana Paula Gaia, 38.

“Mas fazemos de tudo para que ela possa realizar o que uma criança comum faz, e isso passa pela independência que a Tiffany irá ajudá-la a ter. O apoio do colégio está sendo incrível”.

REPERCUSSÃO

“Ahhh, ela não vai vir todos os dias?”, perguntam os alunos, em coro.

Por enquanto, a presença de Tiffany na escola é temporária. Ela está se habituando ao espaço, e os estudantes estão aprendendo a conter o entusiasmo com a presença da peluda. A previsão é que, em agosto, ela passe a frequentar as aulas diariamente.

“Informamos todos os pais da medida antecipadamente. As respostas foram extremamente positivas. Recebemos incontáveis mensagens”, afirma a assistente de direção Vânia Barone.

Durante o tempo que passou na sala de aula, Tiffany teve comportamento exemplar: estava calma, obedecia aos comandos e ficava atenta e quieta, sempre ao lado de Ana, que parecia orgulhosa com tanta aceitação e carinho por parte dos colegas.

FONTE: Folha.



%d blogueiros gostam disto: