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Cachorros e fogos de artifícios: como acostumá-los ao barulho

Com as comemorações da passagem de ano muitos cachorros passam por momentos de stress que não fazem bem para a saúde

Olá, amigos do Canal do Pet! Hoje eu vim falar sobre uma combinação que está prestes a acontecer e que pode te dar trazer muitas preocupações: cachorros e fogos de artifícios.

 

A mistura cachorros e fogos de artifícios pode ser perigos

O novo ano se aproxima e, junto com ele, as festas de Réveillon. Mas, para muitos pets, esse evento pode ser sinônimo de medo extremo, o que não é nada bom. Por isso, se não deu tempo de tratar a questão cachorros e fogos de artifícios ao longo do ano, é importante que todos os que convivem com o cão saibam como lidar em situações delicadas como essa.

Falei sobre o assunto no programa É de Casa, da rede Globo, no último dia 17, no qual dei dicas sobre o que fazer. E agora, queria compartilhar aqui com vocês também.

Muitos costumam afirmar que cães não gostam de barulhos de fogos de artifício ou de trovões, pois sentem dor no ouvido. Mas, na verdade, o motivo real é que barulhos muito altos servem para alertar o cão de que algo errado está acontecendo. Significa, literalmente, perigo e o animal já pode ter feito associações ruins com esse estímulo.

 Fobia

Cães que apresentam verdadeira fobia ao som de fogos de artifício costumam babar muito (hipersalivação), perdem o apetite, respiram com dificuldade e ficam o tempo todo procurando um lugar seguro para se esconder, geralmente algum local menor do que eles. Nessas situações, eles podem acabar se machucando ao tentar pular uma cerca ou muro, por exemplo.

O que fazer

Algumas dicas podem ajudar a amenizar a situação para o cão na noite de ano novo.

– Em momentos de estouro de rojões, é indicado distrair o amigo com os brinquedos que ele gosta, fazendo do momento algo prazeroso. Pode-se dar petiscos nessa hora também. Assim, a associação com os barulhos começa a ser positiva.

– Se o pet demonstrar medo, o tutor deve sempre manter uma postura que transmita a sensação de segurança. Por mais que se tenha pena, não se deve abaixar para confortar o cãozinho: ele pode entender que o tutor também está com medo.

– Os cães, nessa situação, costumam buscar um local para se esconder. Não se deve privá-lo disso. De preferência, deixar um cômodo livre para que ele possa se aninhar, se possível fechando janelas e portas para que o som seja abafado (até vedando para os sons de fora ficarem menos perceptíveis), o que trará um pouco de conforto nesse momento. Um rádio ligado com uma música tranquila e em um volume mais alto melhorará ainda mais o ambiente. Caso seja possível já começar a acostumar o cão nesse local, brincando com ele antes das festas de fim de ano, na noite de ano novo a tendência é que ele já tenha feito uma boa associação desse local e se sentirá mais seguro ali.

Leia também: Como acabar com o medo de barulho dos cachorros?

– É importante tomar cuidado com fugas: cães amedrontados podem tentar fugir para longe do barulho. Por isso, o ideal é manter o cão devidamente identificado com uma placa na coleira, onde constem o nome dele e um telefone para contato. De qualquer forma, deve-se verificar se cercas, portões e portas estão bem trancadas e deixar os cães dentro de casa.

 – Além disso, alguns cães chegam a quebrar portas de vidro, ferindo-se gravemente, para tentar se refugiar. Por isso, nunca se esqueça de verificar se o local onde ele estará abrigado é seguro e livre de perigos.

Outras medidas

Se o caso já for caracterizado como fobia (o cão treme muito, baba, arfa, não tem apetite e pode até se tornar agressivo com pessoas que tentem pegá-lo a força) é indicado consultar um especialista em comportamento animal, para tentar minimizar o sofrimento dos animais.

Um veterinário de confiança pode também prescrever medicamentos em casos extremos, se for o caso. Importante: é conveniente testar o uso de medicamentos antes da situação mais extrema, sempre sob orientação do veterinário.

 

De qualquer forma, seguindo as dicas acima na noite de ano novo é possível amenizar os resultados negativos da combinação cachorros e fogos de artifícios, o que já é um grande passo para evitar acidentes.

Um abraço e boas festas!

Alexandre Rossi.

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FONTE: iG.

 


Moradora de mansão recupera cães roubados: “meu coração está cheio de amor”

Os dois animaizinhos foram entregues a dona

Os dois animaizinhos foram entregues a dona

A felicidade agora está completa. Pelo menos para a moradora de uma mansão que, além de joias, eletrodomésticos e um veículo, teve os dois cães de estimação roubados no fim de semana.

Na noite de terça-feira (3), o segundo cachorrinho da família foi recuperado. O primeiro foi localizado e entregue durante a manhã, quase 48 horas após o roubo.

Apesar da perda dos bens materiais, avaliados em R$ 1 milhão, a mulher estava preocupada com os animais, que são considerados “filhos peludos”. Ela já havia declarado que os bens podem ser conquistados novamente.

Com o reencontro com os caezinhos, ela se declara feliz. “Meu coração está cheio de amor para dar para os dois”, declarou a mulher em entrevista a TV Record.

Segundo a emissora, um telespectador encontrou o animal na rua e o reconheceu, após o forte apelo feito nas redes sociais. Conforme a mulher, um dos cães, o que foi encontrado à noite, tem problemas de saúde.

Os dois são da raça Shih Tzus e atendem pelos nomes de Porco e Urso.

 

Crime

O assalto milionário aconteceu na rua Coronel Pacheco. A mansão estava vazia quando bandidos invadiram o imóvel e roubaram um cofre com aproximadamente R$ 1 milhão em joiais. Além disso, os bandidos fugiram levando um veículo, vários eletrodomésticos e os dois cachorros.

A residência possuía sistema interno de segurança. No entanto, o equipamento com as imagens da ação também desapareceram. O caso foi registrado na 3ª Delegacia Sul. O assalto está sendo investigado pela Polícia Civil.

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FONTE: Hoje Em Dia.


Respeito pelo espaço comum

Com sacolinhas a tiracolo, servidora pública recolhe toda a sujeira de seu pet e de outros menos cuidadosos para deixar as vias públicas mais bonitas para os pedestres

Paula Cristina Dias passeia com sua cachorra Rosinha e dá dicas de como manter a rua limpa, recolhendo os resíduos deixados pelos animais (Euler Júnior/EM/D.A.Press )

No rosto está estampada a alegria de levar a cadela Rosa Bianca, a Rosinha, para passear. Na bolsa, a certeza de que o passeio não vai deixar prejuízos para trás. Desde que tem a pequena poodle, há três anos, a servidora pública Paula Cristina Dias, de 55 anos, carrega consigo sacolas plásticas para recolher as fezes do animal, numa demonstração de gentileza urbana. “Preocupo-me em cuidar do espaço público, que é de todos, e não somente meu”, diz a mulher, que, na tarde de ontem, passeava com Rosinha na Praça Floriano Peixoto, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

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Além de cuidar dos dejetos de seu pet, Paula vai além: “Também cato o cocô de cães cujos os donos não se preocupam em recolher. Uma pessoa que faz isso ‘queima’ toda a classe de pessoas que têm animais domésticos, inclusive aqueles que não deixam as fezes do bicho para trás. Há quem olhe pra gente passeando com o animal e faça cara ruim, achando que vamos deixar a rua suja”, afirma. Ela conta, ainda, que, sabendo de sua atitude de recolher as fezes de Rosinha, muitas amigas passaram a juntar sacolas plásticas para ela, contribuindo com a conduta de gentileza. “Não sei se usar as sacolinhas é a atitude mais adequada do ponto de vista ecológico, mas acho um absurdo deixar o cocô na rua”, afirma a servidora pública.

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A atitude é, aparentemente, simples para Paula, mas muita gente ainda não a adota. Ou seja, saem para passear com o bicho e não se lembram de carregar a sacolinha. E, como cocô na rua é proibido – se o cão usar o passeio público como banheiro, o dono deve limpar –, deixar de recolher os resíduos em via pública passou a ser, em BH, desde 2012, infração administrativa, passível de multa.

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Muita gente que passeia com os animais ainda desconhece a restrição e está sujeita à punição, com a multa de R$ 790,54. Mas desde a criação da lei, nenhum auto foi emitido pela Prefeitura de Belo Horizonte, sob alegação de que é difícil para os fiscais flagrar o descumprimento da regra.
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OBRIGAÇÃO No entorno da Praça Lagoa Seca, no Bairro Belvedere, a Associação dos Amigos do Bairro Belvedere dá demonstração de bom exemplo e gentileza e mantém placas lembrando aos donos dessa obrigação. E, em parceria com uma construtora, colocou porta-sacolas disponíveis para quem “se esqueceu” de trazer a sua de casa.

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No caso de Paula Cristina e Rosinha, o cuidado em ser gentil com o outro é mantido ainda em outras atitudes. Quando sai para brincar com a cadela em praça pública, a servidora pública passeia bastante para que ela faça cocô no asfalto, e não na grama. Somente depois disso, e de catar e descartar as fezes, é que as duas se dirigem para o gramado. “Na grama, as pessoas se deitam, crianças brincam. Não deixo a Rosinha defecar na grama para não sujá-la.” E, se vai à casa de uma amiga com o animal, também não tem problema. Na bolsa, Paula carrega ainda um vidrinho de água sanitária para limpar o chão, caso a cadela defeque no local.

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Paula lembra, ainda, que é de gentilezas que devemos viver. “Se as pessoas fossem mais sensatas, seria muito mais fácil. Às vezes, me vejo no trânsito respeitando uma fila de carros para fazer uma conversão, por exemplo, e vem um “mais espertinho” e entra na frente de todo mundo. Acho isso horrível”, afirma. Ela lembra, ainda, que ser gentil não é só dar passagem na faixa de pedestre ou ajudar um idoso a atravessar a rua, mas sim ter um comportamento de respeito com o espaço, que é de todos.

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#Bhmaisgentil
Os Diários Associados promovem campanha de mobilização social abordando assuntos relacionados a trânsito, cultura e sustentabilidade. A meta da campanha, batizada de #bhmaisgentil, é fazer de Belo Horizonte a capital mais gentil do Brasil, sugerindo ações simples como distribuir sorrisos, não jogar lixo na rua, desligar os celulares nos cinemas e teatros, entre outras.

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FONTE: Estado de Minas.


Eles se mordem de ciúmes

Psicóloga demonstra em experimento inédito algo que os donos há muito tempo sabem na prática: os cachorros não gostam de dividir seus “humanos” com outros animais

 

Eric Brochado Monteiro entre Laika (E) e Nescau: os cães são bons companheiros, mas se tornam rivais quando disputam a atenção do dono  (Ed Alves/CB/D.A Press)
Eric Brochado Monteiro entre Laika (E) e Nescau: os cães são bons companheiros, mas se tornam rivais quando disputam a atenção do dono

 

Pode começar com um rosnado, seguido por fortes latidos. Se a estratégia não funcionar, provavelmente ele vai arranhar o dono e balançar o rabinho. E, se ainda assim não receber a atenção que deseja, é hora de apelar: orelhas caídas, olhar pidão e aquele chorinho que mata qualquer um de pena. Quem convive com cachorros sabe que eles são possessivos e detestam dividir “seus humanos” com outros. Agora, um artigo publicado na revista Plos One comprova: o melhor amigo do homem também é capaz de sentir ciúme.

Essa é uma característica que muitos atribuem apenas ao Homo sapiens. Contudo, nos últimos tempos, os cientistas estão descobrindo em outras espécies – não apenas nas domesticadas – uma complexidade emocional muito maior do que se imaginava. “Eles podem sofrer de muitas emoções que pensávamos serem experimentadas apenas por primatas”, afirma Paul Morris, psicólogo da Universidade de Portsmouth, especialista no estudo de sentimentos animais. De acordo com ele, de forma geral, bichos domésticos sentem ciúmes dos donos. Mas, nos cachorros, isso parece mais exacerbado. “Eles também têm raiva, ansiedade, orgulho e vergonha”, revela Morris. Em dois estudos feitos com 907 pessoas, o psicólogo disse que 81% consideram seus cãezinhos ciumentos.

Agora, a psicóloga Christine Harris, professora da Universidade da Califórnia em San Diego, fez experimentos diretamente com cachorros. Até onde ela sabe, esta é a primeira vez que os animais protagonizam pesquisas sobre ciúmes. Usando um método que geralmente é aplicado em crianças pequenas, Harris confirmou que os cães se sentem frustrados quando os humanos dão atenção a outros animais. Assim como os bebês, o melhor amigo do homem não se importa se os donos estão entretidos com objetos, mas ficam enciumados na presença de um semelhante ou de um boneco parecido com ele.

O experimento foi realizado com 36 cães de raças pequenas, como dachshund, maltês, shih-tzu e pug. Eles foram filmados enquanto seus donos interagiam com três diferentes objetos: um cão de pelúcia, uma lanterna em forma de abóbora e um livro. No primeiro caso, os humanos foram instruídos a se relacionar com o boneco, que latia, choramingava e balançava o rabinho quando um botão no topo da cabeça era acionado. Os participantes deviam apertar o dispositivo uma vez e brincar com o cachorro, como se ele fosse real. Ao mesmo tempo, tinham de ignorar completamente o peludo de verdade. Com a lanterna de abóbora, a tarefa era igual. Já com o livro, eles deveriam ler em voz alta, como se estivessem contando a história para uma criança.

Christine Harris com Samwise, uma de suas três border collies que inspiraram o estudo sobre ciúmes canino (Steve Harris/DIvulgação)
Christine Harris com Samwise, uma de suas três border collies que inspiraram o estudo sobre ciúmes canino

Reação Ao assistir, posteriormente, aos vídeos, os pesquisadores analisaram o comportamento do cachorro, levando em consideração a agressividade, a busca por atenção e o interesse no que o humano fazia. O resultado não deixou dúvida: em 78% dos casos, os cachorros tocaram ou empurraram o dono quando esse interagia com o animal de brinquedo. Quando eram usados a lanterna e o livro, o percentual foi bem menor: 42% e 22%, respectivamente. Cerca de 30% dos cães tentaram se colocar entre os humanos e o bicho de mentira, sendo que isso ocorreu apenas com 1% dos peludos no caso dos outros objetos. 

“É de se supor que os cachorros acreditaram que o cão de brinquedo era real. Acreditamos que sim. Até porque 86% deles cheiraram a região anal do brinquedo, e isso nós sabemos que é uma forma de cumprimento entre os animais. Então, podemos dizer que os cachorros exibiram um comportamento de ciúmes em relação ao falso rival, da mesma forma que vemos acontecer com crianças em testes do tipo”, afirma Christine Harris. Em nota, a coautora do estudo, a psicóloga Caroline Prouvost, observa que os animais não apenas demonstraram os ciúmes como tentaram quebrar a conexão entre o dono e o “concorrente”. “Obviamente, são experiências subjetivas e não podemos falar pelos cachorros, mas realmente parece que eles estavam motivados a proteger uma importante relação social”, disse. 

“Brigas” Para o estudante de publicidade Eric Brochado Monteiro, 25 anos, a constatação científica não chega a ser uma novidade. Dono de dois cachorros, uma mestiça de cane corso com labrador e um labrador, ele sabe o que é ser alvo de ciúmes do melhor amigo. Laika, 3 anos, era a rainha do lar até a chegada de Nescau, 1 ano. Embora tenham virado bons companheiros, os dois peludos disputam os carinhos da família do rapaz, que se diverte com a ciumeira dos bichos. “Se a gente faz carinho nela, ele fica chamando. Quando damos atenção para ele, a Laika esquenta e vai com a pata na cabeça dele, dando um caldo mesmo, para abaixar o Nescau”, comenta. Nem os amigos de Eric escapam da disputa entre os dois. “O pessoal não sabe em quem fazer carinho”, conta. De acordo com o estudante, para Laika, Nescau não é o único rival em relação aos sentimentos do dono: “Quando tem mulher aqui em casa, ela fica louca”.

A psicóloga Christine Harris diz que se costuma pensar que o ciúme é um sentimento 100% humano porque as pessoas o associam a relacionamentos sexuais ou românticos. “Mas nosso resultado desafia essa ideia, mostrando que animais também se estressam quando um rival ganha a atenção de quem eles amam”, diz. Para ela, essa pode ser uma característica que emergiu para assegurar os laços sociais criados entre humanos e cachorros há pelo menos 15 mil anos, quando a domesticação de lobos deu início a essa grande história de amizade.

FONTE: Estado de Minas.

 

 

 

Não deixe seu animalzinho sofrer com os fogos de artifício

 

Com a audição muito mais aguçada que a dos humanos, os pets sofrem com fogos de artifício e buzinas e podem até ficar doentes.

Durante a Copa do Mundo, eles precisam de cuidados especiais

A estudante Michelle Hallais e os cães Lola, Nina e Kira: 'Vamos assistir os jogos juntinhos. Com amor e carinho, não há medo que resista' (Samuel Gê)

FONTE: Estado de Minas.
Fogos de artifício, cornetas, apitos, buzinas e, claro, uma multidão de vozes gritando ao mesmo tempo. Nos jogos da Copa do Mundo, a euforia é certa e o barulho também. O que para as
pessoas é uma maneira de comemorar, para os animais de estimação é uma verdadeira tortura.

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Com a audição quatro vezes mais aguçada que a dos humanos, os pets sofrem
profundamente com o excesso de ruídos, e até mesmo animais saudáveis podem vir a óbito. “O excesso de estresse por conta do barulho pode provocar edema pulmonar agudo, extremamente fatal”, diz a veterinária Simone Paulino, da Clínica Pet Zoo. O pânico é tanto que o índice de
animais desaparecidos nesses períodos é grande. Assustados e tentando se proteger, alguns fogem e acabam sendo atropelados. Para evitar tantos transtornos e garantir o bem-estar dos animais, algumas técnicas podem ser utilizadas. Fazer uma boa caminhada com o cão antes do jogo ajuda a relaxar e a deixá-lo mais tranquilo. Em casa, a recomendação é verificar se todas as portas e janelas estão trancadas, para evitar fuga, especialmente dos gatos.
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Criar ambientes aconchegantes, com alguns esconderijos do tipo cabanas ou casinhas acolchoadas ajuda a abafar o ruído externo. Também contribui ligar a televisão ou colocar uma música suave. “Também aconselhamos retirar móveis de vidro e objetos pontiagudos que possam resultar em acidentes”, diz Ceres Faraco, veterinária da Comac (Comissão de Animais de Companhia do Sindan). Além de redirecionar o foco do animal com petiscos e brincadeiras, a presença do dono é muito importante para lhe transmitir segurança. Caso isso não seja possível, o ideal é deixar roupas com o cheiro do proprietário junto a ele. Para aqueles que aguardam muitas visitas,
a dica é associar a presença de estranhos a coisas positivas. Nos dias que antecederem os jogos, peça a amigos para visitá-lo levando agrados para o seu bichinho.
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Em alguns casos, o uso de calmantes é recomendado, mas somente com orientação do especialista.
A recomendação é dar preferência para os medicamentos homeopáticos e fitoterápicos, como os florais. “Os calmantes são indicados para reduzir o estresse de animais muito ansiosos e agitados. Mas o seu uso deve ser moderado”, diz o veterinário Manfredo Werkhauser, da Clínica São Francisco de Assis. Ansiosa pela Copa, mas também preocupada com os seus três cãezinhos – Lola (pretinha SRD de 8 meses), Nina (SRD de 4 anos) e Kira ( weimaraner de 5 anos) –, a estudante Michelle Hallais, de 22 anos, sabe bem o que fazer para proteger seus animais de estimação. “Vamos assistir os jogos juntinhos. Com amor e carinho, não há medo que resista”.
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Cães domesticados tendem a roubar comida quando pensam que não estão sendo observados por seus donos, o que sugere que são capazes de entender o ponto de vista humano, mostra pesquisadora da Universidade de Portsmouth, no Reino UnidoLifesize/Getty Images

Animais domesticados, como os cachorros, seriam capazes de entender o ponto de vista humano e usar isto a seu favor, segundo aponta pesquisa da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido.

Juliane Kaminski, pesquisadora do departamento de Psicologia da Universidade, testou o comportamento de 42 fêmeas e 42 machos em um ambiente com diferentes níveis de iluminação para ver se os cães roubariam comida.

A intenção era observar como eles desenvolviam as estratégias para “roubar” a comida, já que todos os cães eram proibidos de se alimentar no local, segundo estudo publicado na Animal Cognition.

Os animais que estavam em locais escuros desobedeciam quatro vezes mais as ordens do que os que estavam nos cômodos iluminados, indicando que os cachorros entendem o que os humanos podem ou não ver. Além disso, o ambiente escuro fez que com que os cachorros pegassem mais comida e de uma maneira mais rápida para não serem descobertos.

Os experimentos foram feitos com muitas variáveis para evitar que os animais não tivessem respostas condicionadas, como entender que a escuridão significava obter comida farta e fácil, por exemplo.

“Os resultados mostram que os cachorros decidem que é mais seguro ‘roubar’ comida quando o quarto está escuro, porque compreendem um fator da perspectiva humana”, explica.

 

FONTE: UOL.



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