Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Cidades mineiras e até o criador da Turma da Mônica mudam queima de fogos para poupar animais

Parece que Bidu, Floquinho e todos os animais que estiverem perto de Mauricio de Sousa terão um Ano Novo mais tranquilo neste domingo (31). É que o artista decidiu cancelar a queima de fogos de artifício, que costumava fazer em sua chácara, na cidade de Caçapava, no interior de São Paulo, em respeito aos animais.

Mauricio publicou uma mensagem no Instagram para informar os vizinhos e amigos que o show não ocorrerá. “Volto com os fogos quando forem fabricados sem os estrondos”, escreveu.

As prefeituras de Alfenas e de Poços de Caldas, ambas no Sul de Minas Gerais, também decidiram poupar os animais do barulho. Em Alfenas, a tradicional queima de fogos na virada do ano foi suspensa. O anúncio foi feito pelo Facebook, nesta sexta-feira (29), e a postagem “bombou” entre os internautas.

Em 24 horas, foram quase 4 mil curtidas e cerca de 12.800 compartilhamentos. “A Prefeitura de Alfenas informa que não haverá queima de fogos no Ano Novo, atendendo a solicitação de diversas associações de protetores de animais do município”, diz a nota.

Teve quem não gostasse da decisão, mas a maioria dos comentários na postagem é de pessoas satisfeitas com o silêncio na virada do ano. Confira:

 

Já em Poços de Caldas, a festa de virada será com fogos de artifício silenciosos. O show pirotécnico promovido pela Secretaria Municipal de Turismo segue lei que determina que todos os eventos realizados pela prefeitura utilizem somente fogos sem barulho.

A administração municipal justificou que os danos por conta do barulho atingem tanto animais domésticos quanto os silvestres, a começar pelos pássaros. E com as explosões repentinas, colônias que estão descansando, ao ouvirem os barulhos, têm uma reação instintiva de fuga que, combinada com a falta de visibilidade, causam a morte de muitos exemplares decorrentes do choque com estruturas urbanas e até árvores durante os voos.

A queima de fogos será no Complexo Santa Cruz, podendo ser vista do centro e de vários bairros da região.

Os cachorros e gatos de Alfenas dormirão mais tranquilamente na virada do ano

 

Instagram

 

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FONTE: Hoje Em Dia.


Cachorros e fogos de artifícios: como acostumá-los ao barulho

Com as comemorações da passagem de ano muitos cachorros passam por momentos de stress que não fazem bem para a saúde

Olá, amigos do Canal do Pet! Hoje eu vim falar sobre uma combinação que está prestes a acontecer e que pode te dar trazer muitas preocupações: cachorros e fogos de artifícios.

 

A mistura cachorros e fogos de artifícios pode ser perigos

O novo ano se aproxima e, junto com ele, as festas de Réveillon. Mas, para muitos pets, esse evento pode ser sinônimo de medo extremo, o que não é nada bom. Por isso, se não deu tempo de tratar a questão cachorros e fogos de artifícios ao longo do ano, é importante que todos os que convivem com o cão saibam como lidar em situações delicadas como essa.

Falei sobre o assunto no programa É de Casa, da rede Globo, no último dia 17, no qual dei dicas sobre o que fazer. E agora, queria compartilhar aqui com vocês também.

Muitos costumam afirmar que cães não gostam de barulhos de fogos de artifício ou de trovões, pois sentem dor no ouvido. Mas, na verdade, o motivo real é que barulhos muito altos servem para alertar o cão de que algo errado está acontecendo. Significa, literalmente, perigo e o animal já pode ter feito associações ruins com esse estímulo.

 Fobia

Cães que apresentam verdadeira fobia ao som de fogos de artifício costumam babar muito (hipersalivação), perdem o apetite, respiram com dificuldade e ficam o tempo todo procurando um lugar seguro para se esconder, geralmente algum local menor do que eles. Nessas situações, eles podem acabar se machucando ao tentar pular uma cerca ou muro, por exemplo.

O que fazer

Algumas dicas podem ajudar a amenizar a situação para o cão na noite de ano novo.

– Em momentos de estouro de rojões, é indicado distrair o amigo com os brinquedos que ele gosta, fazendo do momento algo prazeroso. Pode-se dar petiscos nessa hora também. Assim, a associação com os barulhos começa a ser positiva.

– Se o pet demonstrar medo, o tutor deve sempre manter uma postura que transmita a sensação de segurança. Por mais que se tenha pena, não se deve abaixar para confortar o cãozinho: ele pode entender que o tutor também está com medo.

– Os cães, nessa situação, costumam buscar um local para se esconder. Não se deve privá-lo disso. De preferência, deixar um cômodo livre para que ele possa se aninhar, se possível fechando janelas e portas para que o som seja abafado (até vedando para os sons de fora ficarem menos perceptíveis), o que trará um pouco de conforto nesse momento. Um rádio ligado com uma música tranquila e em um volume mais alto melhorará ainda mais o ambiente. Caso seja possível já começar a acostumar o cão nesse local, brincando com ele antes das festas de fim de ano, na noite de ano novo a tendência é que ele já tenha feito uma boa associação desse local e se sentirá mais seguro ali.

Leia também: Como acabar com o medo de barulho dos cachorros?

– É importante tomar cuidado com fugas: cães amedrontados podem tentar fugir para longe do barulho. Por isso, o ideal é manter o cão devidamente identificado com uma placa na coleira, onde constem o nome dele e um telefone para contato. De qualquer forma, deve-se verificar se cercas, portões e portas estão bem trancadas e deixar os cães dentro de casa.

 – Além disso, alguns cães chegam a quebrar portas de vidro, ferindo-se gravemente, para tentar se refugiar. Por isso, nunca se esqueça de verificar se o local onde ele estará abrigado é seguro e livre de perigos.

Outras medidas

Se o caso já for caracterizado como fobia (o cão treme muito, baba, arfa, não tem apetite e pode até se tornar agressivo com pessoas que tentem pegá-lo a força) é indicado consultar um especialista em comportamento animal, para tentar minimizar o sofrimento dos animais.

Um veterinário de confiança pode também prescrever medicamentos em casos extremos, se for o caso. Importante: é conveniente testar o uso de medicamentos antes da situação mais extrema, sempre sob orientação do veterinário.

 

De qualquer forma, seguindo as dicas acima na noite de ano novo é possível amenizar os resultados negativos da combinação cachorros e fogos de artifícios, o que já é um grande passo para evitar acidentes.

Um abraço e boas festas!

Alexandre Rossi.

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FONTE: iG.

 


Moradora de mansão recupera cães roubados: “meu coração está cheio de amor”

Os dois animaizinhos foram entregues a dona

Os dois animaizinhos foram entregues a dona

A felicidade agora está completa. Pelo menos para a moradora de uma mansão que, além de joias, eletrodomésticos e um veículo, teve os dois cães de estimação roubados no fim de semana.

Na noite de terça-feira (3), o segundo cachorrinho da família foi recuperado. O primeiro foi localizado e entregue durante a manhã, quase 48 horas após o roubo.

Apesar da perda dos bens materiais, avaliados em R$ 1 milhão, a mulher estava preocupada com os animais, que são considerados “filhos peludos”. Ela já havia declarado que os bens podem ser conquistados novamente.

Com o reencontro com os caezinhos, ela se declara feliz. “Meu coração está cheio de amor para dar para os dois”, declarou a mulher em entrevista a TV Record.

Segundo a emissora, um telespectador encontrou o animal na rua e o reconheceu, após o forte apelo feito nas redes sociais. Conforme a mulher, um dos cães, o que foi encontrado à noite, tem problemas de saúde.

Os dois são da raça Shih Tzus e atendem pelos nomes de Porco e Urso.

 

Crime

O assalto milionário aconteceu na rua Coronel Pacheco. A mansão estava vazia quando bandidos invadiram o imóvel e roubaram um cofre com aproximadamente R$ 1 milhão em joiais. Além disso, os bandidos fugiram levando um veículo, vários eletrodomésticos e os dois cachorros.

A residência possuía sistema interno de segurança. No entanto, o equipamento com as imagens da ação também desapareceram. O caso foi registrado na 3ª Delegacia Sul. O assalto está sendo investigado pela Polícia Civil.

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FONTE: Hoje Em Dia.


Abandonados dentro de balde em Belo Horizonte

As quatro fêmeas foram doadas com a ajuda de um amigo da jovem que as encontrou na rua. O irmão levou três machos para Jequitibá, na Região Central de Minas, onde também ganharam um lar

Divulgação/Facebook

A história de sete filhotes de cão abandonados dentro um balde plástico em Belo Horizonte repercutiu nas redes sociais. Ao contrário dos bichanos de “Os Sete Gatinhos”, filme brasileiro de 1980, baseado na obra de Nelson Rodrigues, eles tiveram um final feliz. “Gente, preciso de ajuda! Encontrei hoje na rua um balde com sete filhotes de cachorro. Não tive coragem de deixá-los para trás, mas não posso ficar com eles. Estou sempre viajando. Alguma ONG ou alguém que queira ficar com eles? Já estão desmamados, limpinhos, fofos demais. Tomaram leite e apagaram”, diz a mensagem publicada em 5 de dezembro por Said Godinho, que teve 996 compartilhamentos e muitos comentários na internet.

Said compartilhou também o final feliz da historia, que fez o seu feriado “super diferente”. As quatro fêmeas foram doadas, três com a ajuda do amigo Henrique. O irmão dela conseguiu um lar para uma fêmea e levou os três machos para serem doados em Jequitibá, na Região Central de Minas.

“Não tenho palavras para agradecer os compartilhamentos, as curtidas, a preocupação, as dicas, as mensagens de cada um de vocês. Nao sei se consegui responder a todas mensagens via messenger, desculpem se alguém ficou sem resposta”, escreveu.

Divulgação/Facebook

E Said continua a agradecer.

“Quero que saibam que a energia de todos foi fundamental para o processo. Foi uma experiência ímpar. Em meio a muito cocô e xixi, vivenciei sentimentos de compaixão, solidariedade, carinho, ansiedade, confusão, irritação, gratidão, descobertas e gargalhadas..rsrs. Fiquei perplexa em ver como simples atos podem repercutir tanto em nossas vidas, despertar sentimentos poucos vivenciados, trazer inúmeros questionamentos, mudar nosso foco e a forma de olhar certas coisas. Também não tinha experimentado este lado solidário do facebook. Impressionante o poder desta rede social. Vamos em frente!! De volta à rotina! Se encontrarem um balde de filhotes, recomendo levarem para casa…rs gratidão!”, conclui a jovem.

Divulgação/Facebook

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FONTE: Estado de Minas.


Respeito pelo espaço comum

Com sacolinhas a tiracolo, servidora pública recolhe toda a sujeira de seu pet e de outros menos cuidadosos para deixar as vias públicas mais bonitas para os pedestres

Paula Cristina Dias passeia com sua cachorra Rosinha e dá dicas de como manter a rua limpa, recolhendo os resíduos deixados pelos animais (Euler Júnior/EM/D.A.Press )

No rosto está estampada a alegria de levar a cadela Rosa Bianca, a Rosinha, para passear. Na bolsa, a certeza de que o passeio não vai deixar prejuízos para trás. Desde que tem a pequena poodle, há três anos, a servidora pública Paula Cristina Dias, de 55 anos, carrega consigo sacolas plásticas para recolher as fezes do animal, numa demonstração de gentileza urbana. “Preocupo-me em cuidar do espaço público, que é de todos, e não somente meu”, diz a mulher, que, na tarde de ontem, passeava com Rosinha na Praça Floriano Peixoto, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

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Além de cuidar dos dejetos de seu pet, Paula vai além: “Também cato o cocô de cães cujos os donos não se preocupam em recolher. Uma pessoa que faz isso ‘queima’ toda a classe de pessoas que têm animais domésticos, inclusive aqueles que não deixam as fezes do bicho para trás. Há quem olhe pra gente passeando com o animal e faça cara ruim, achando que vamos deixar a rua suja”, afirma. Ela conta, ainda, que, sabendo de sua atitude de recolher as fezes de Rosinha, muitas amigas passaram a juntar sacolas plásticas para ela, contribuindo com a conduta de gentileza. “Não sei se usar as sacolinhas é a atitude mais adequada do ponto de vista ecológico, mas acho um absurdo deixar o cocô na rua”, afirma a servidora pública.

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A atitude é, aparentemente, simples para Paula, mas muita gente ainda não a adota. Ou seja, saem para passear com o bicho e não se lembram de carregar a sacolinha. E, como cocô na rua é proibido – se o cão usar o passeio público como banheiro, o dono deve limpar –, deixar de recolher os resíduos em via pública passou a ser, em BH, desde 2012, infração administrativa, passível de multa.

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Muita gente que passeia com os animais ainda desconhece a restrição e está sujeita à punição, com a multa de R$ 790,54. Mas desde a criação da lei, nenhum auto foi emitido pela Prefeitura de Belo Horizonte, sob alegação de que é difícil para os fiscais flagrar o descumprimento da regra.
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OBRIGAÇÃO No entorno da Praça Lagoa Seca, no Bairro Belvedere, a Associação dos Amigos do Bairro Belvedere dá demonstração de bom exemplo e gentileza e mantém placas lembrando aos donos dessa obrigação. E, em parceria com uma construtora, colocou porta-sacolas disponíveis para quem “se esqueceu” de trazer a sua de casa.

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No caso de Paula Cristina e Rosinha, o cuidado em ser gentil com o outro é mantido ainda em outras atitudes. Quando sai para brincar com a cadela em praça pública, a servidora pública passeia bastante para que ela faça cocô no asfalto, e não na grama. Somente depois disso, e de catar e descartar as fezes, é que as duas se dirigem para o gramado. “Na grama, as pessoas se deitam, crianças brincam. Não deixo a Rosinha defecar na grama para não sujá-la.” E, se vai à casa de uma amiga com o animal, também não tem problema. Na bolsa, Paula carrega ainda um vidrinho de água sanitária para limpar o chão, caso a cadela defeque no local.

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Paula lembra, ainda, que é de gentilezas que devemos viver. “Se as pessoas fossem mais sensatas, seria muito mais fácil. Às vezes, me vejo no trânsito respeitando uma fila de carros para fazer uma conversão, por exemplo, e vem um “mais espertinho” e entra na frente de todo mundo. Acho isso horrível”, afirma. Ela lembra, ainda, que ser gentil não é só dar passagem na faixa de pedestre ou ajudar um idoso a atravessar a rua, mas sim ter um comportamento de respeito com o espaço, que é de todos.

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#Bhmaisgentil
Os Diários Associados promovem campanha de mobilização social abordando assuntos relacionados a trânsito, cultura e sustentabilidade. A meta da campanha, batizada de #bhmaisgentil, é fazer de Belo Horizonte a capital mais gentil do Brasil, sugerindo ações simples como distribuir sorrisos, não jogar lixo na rua, desligar os celulares nos cinemas e teatros, entre outras.

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FONTE: Estado de Minas.


Homem usa ônibus para salvar mais de 100 cães de enchente no RS

Morador de Alvorada abrigava animais de rua em terreno ao lado de casa.
Atitude comoveu comunidade, que se mobilizou para fazer doações.

Morador de Alvorada, na Região Metropolitana de Porto Alegre, José Damião dos Santos, de 47 anos, perdeu quase tudo na enchente que atingiu a cidade nos últimos dias. Só não deixou para trás mais de 100 cães de rua que ele cuida, e outros tantos abandonados pelos donos que tiveram que deixar suas casas.

Os animais foram recolhidos e colocados dentro de um ônibus, a salvo da água que invadiu residências e alagou ruas. A atitude de José foi parar nas redes sociais e motivou uma corrente de solidariedade em Alvorada.

Cães resgatados Alvorada RS (Foto: Nelson Fernandes/Arquivo Pessoal)
Cães foram levados para dentro de ônibus durante enchente

Nesta terça-feira (21), após uma postagem feita no Facebook, que teve mais de 20 mil compartilhamentos, ele começou a receber doações para alimentar os animais.

“Estou recebendo muita ração. Estou até tendo que anotar os nomes, de tanta gente”, diz José, que trabalha na Ceasa de Porto Alegre.

Ele, que tem 15 cachorros em casa, conta que recolhe cães abandonados há vários anos e os abriga em um terreno baldio, ao lado de onde mora. Com o tempo, o número de animais foi crescendo. “Eu tirei todos eles da rua, eram todos abandonados, não tinham dono”, diz.

José mora com a família no bairro Americana, um dos mais atingidos pela cheia em Alvorada.

Quando a água subiu, decidiu levar os animais para dentro do seu ônibus antigo, parado perto de casa. “Antes eram uns 140 cachorros. Mas muitos a enchente levou, os carros atropelaram ou morreram de doença”, lamenta.

Enchentes
A casa onde José mora com a mulher e três filhos ficou completamente alagada com a forte chuva de segunda-feira (21). “Foi tudo muito rápido, não deu tempo de salvar nada. Saí com meu nenê de 10 meses no colo e com a água pela cintura. Perdemos tudo”, diz a dona de casa Carla, mulher de José. “Eu não me apego muito, mas quando vi todas as nossas coisas boiando, comecei a chorar”, completa José.

Cães resgatados Alvorada RS (Foto: Nelson Fernandes/Arquivo Pessoal)Mais de 100 cães estão dentro de ônibus, diz dono 

Desalojada, a família está na casa de uma filha, em Viamão. Já José passou a noite dentro do ônibus, junto com os cachorros.

“Ontem [segunda] eu fui mordido. Mas não tem como deixar eles sozinhos, senão eles brigam ou pode acontecer alguma coisa”, afirma o carregador da Ceasa.

A história também comoveu o voluntário Nelson Fernandes, que há dias socorre vítimas da enchente em Alvorada em uma moto aquática.

Ao ver a situação de José e seus cachorros, ele decidiu oferecer ajuda, pediu um jipe emprestado para um amigo e rebocou o ônibus velho até o terreno disponibilizado por uma associação, no bairro Formosa. “Também sou fã de cachorro, tenho quatro em casa, e decidi ajudar. É um lugar improvisado, mas está seco”, diz Nelson.

Segundo a Defesa Civil, 11.351 pessoas foram atingidas pela cheia em Alvorada. Destas, cerca de 200 estão em abrigos públicos. Em todo o estado, as chuvas dos últimos dias afetam 50.728 pessoas, conforme o levantamento divulgado na manhã desta terça. Cerca de 680 pessoas voltaram para casa, mas ainda há 2.029 desabrigados no estado.

Ônibus cães Alvorada RS (Foto: Nelson Fernandes/Arquivo Pessoal)Ônibus com cães foi rebocado para área seca no município

 

FONTE: G1.


Cadelas que seriam sacrificadas conseguem um lar; veja imagem que comoveu internautas

cães adoção

Entre tantas notícias ruins publicadas diariamente, não é nada mau descobrir uma história com final feliz. E a boa nova desta terça (21) é que os cães na foto acima, que estavam prestes a serem sacrificados se não fossem adotados, acabaram conseguindo uma casa.

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Os bichinhos estavam no abrigo Angels Among Us Pet Rescue, Estados Unidos. A imagem ganhou o mundo e comoveu os internautas que prontamente fizeram uma campanha para que Kala e Keira encontrassem um tutor.

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No post publicado na última segunda pela própria instituição, um texto vinculado à imagem dizia: “Nós estamos tão assustadas aqui. Precisamos ter alguém para nos adotar ou então nós seremos as próximas”.

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O apelo teve mais de 8 mil compartilhamentos e pouco mais de duas horas após a publicação, os animais foram salvos e levados ao veterinário. “Não temos palavras para dizer o quão felizes estamos por estas duas melhores amigas estarem seguras e juntas. É por isso que resgatamos”, comemorou o abrigo em novo post e uma imagem.

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Olha só a alegria que todo mundo ficou:

 

cães doação 

 

FONTE: Hoje Em Dia.



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