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Assalto a caminhão de cerveja no bairro Goiânia termina com policiais feridos

Durante a fuga, viatura da PM ficou presa ao veículo roubado, que ainda atingiu dois carros estacionados

A perseguição a um caminhão de bebidas deixou policiais militares levemente feridos na manhã deste sábado, no bairro Goiânia, região nordeste da capital. Um dos envolvidos, Fabrício Tomás Santos, de 21 anos, foi preso após perseguição.

Após roubar o caminhão de cerveja, o bandido fugiu no sentido do bairro Goiânia. Os militares do 16º BPM receberam informações de que uma moto dava cobertura ao crime e quando localizaram um caminhão de bebidas nas proximidades, abordaram o condutor.

Ele simulou que iria parar, mas quando os policiais se aproximaram, jogou o veículo contra os policiais e começou uma fuga. Mas a viatura ficou presa ao caminhão e o bandido precisou fugir à pé, quando foi detido. Segundo a PM, ele resistiu à abordagem e precisou ser imobilizado. Nesse processo, o caminhão desceu desengrenado e arrastou dois veículos estacionados.

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FONTE: Estado de Minas.


‘Meu filho deixou de ser caminhoneiro porque temia os perigos das estradas’, diz pai de motorista morto em acidente

Alexsandro Evangelista Pinto e Fabiano Melo da Luz ficaram presos entre as ferragens da van atingida por um caminhão desgovernado no Anel Rodoviário de Belo Horizonte na manhã desta quarta-feira

Juarez Rodrigues/EM/Reprodução

O desastre no Anel Rodoviário de Belo Horizonte na manhã desta quarta-feira, que matou o umbandista Fabiano Melo da Luz, de 28 anos, e o católico Alexsandro Evangelista Pinto, de 39, destruiu sonhos que estavam próximos de serem conquistados pelos primos, que moravam no Bairro Jardim Vera Cruz, em Contagem, na região metropolitana.

Fabiano deixou um filho de 7 anos e começaria a construir uma casa em fevereiro. Alexsandro tinha três filhos, dois garotos, de 15 e 5 anos, e de uma menina de 3. Ele foi caminhoneiro por muitos anos. Há dois, desistiu de ganhar a vida com veículos de carga “porque temia os perigos das estradas”, segundo o pai, João Evangelista, e começou a trabalhar com vans.

Alexandro e Fabiano morreram na hora. Familiares e amigos foram ao Instituto Médico Legal (IML) de BH reconhecer os corpos, que serão sepultados hoje nesta quinta-feira. As famílias não divulgaram os cemitérios.

O motorista do caminhão que causou o acidente, Manoel Elson Santana, de 32 anos, não conhecia o trecho e disse que perdeu o freio do veículo. Na tarde desta quarta-feira, ele aguarda para prestar depoimento na Coordenação de Operações Policiais (COP), do Detran-MG. Conforme o Boletim de Ocorrência, ele não estava alcoolizado.

Juarez Rodrigues/EM/Reprodução

Depois de bater na van, conduzida por Alexsandro, o veículo também atingiu outros dois carros no km 4, altura do Bairro Betânia, Região Oeste de Belo Horizonte. Santana sofreu ferimentos leves e foi socorrido no hospital da Unimed no Bairro Santa Efigênia, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, e recebeu alta por volta das 11h40. Ele foi levado para a Delegacia Especializada em Acidentes de Veículos (Deav) no início da tarde.

“Ele diz que perdeu o freio, tentou desviar, desviou de vários veículos, e foi a carroceria que bateu na van”, explicou o sargento Ederson Macedo, da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), um dos militares que acompanhou o condutor. Segundo ele, o caminhoneiro disse que não viu qual veículo atingiu. Ele seguia com uma carga de cal de Ouro Preto para São Paulo. Era a primeira vez que ele passava pelo Anel Rodoviário.

De acordo com o tenente Pedro Henrique Barreiros, da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), conforme os relatos dos motoristas dos carros, o caminhão seguia pela faixa do meio e teria perdido os freios. Ao colidir com a van, ela foi arremessada contra a mureta de pedra às margens do Anel, atingindo os carros logo em seguida. A van foi parar a 300 metros do veículo de carga.

Os dois veículos menores são de Belo Horizonte. Augusto Eduardo, condutor do Strada, e Larissa Aymi Araki, que estava na direção do HB20, não ficaram feridos. “Eu não vi muita coisa. Só ouvi o estrondo, um barulho muito alto, e depois o caminhão passou por mim e bateu”, diz Augusto, que estava a caminho de casa quando seu carro foi atingido de raspão pelo caminhão. Ele diz estar muito assustado. O pai de Larissa  também esteve no local do acidente. Ele contou que a família mora no moram no Belvedere e ela estava seguindo para o trabalho, em Contagem, quando se envolveu no acidente. A motorista já está em casa.

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FONTE: Estado de Minas.


Acidente na BR-040 deixa 6 mortos em Itabirito

Acidente deixa mortos na BR-040, em Itabirito, na Região Central de Minas

De acordo com a PRF, seis pessoas morreram e quatro ficaram feridos.
Por volta das 21h, a polícia informou que a pista foi totalmente liberada.

Um acidente causou seis mortes e deixou quatro pessoas feridas na tarde desta segunda-feira (12), na BR-040, na Região Central de Minas Gerais. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um caminhão que transportava melancias tombou em um trecho de serra em curva e atingiu dois carros de passeio que seguiam em sentido contrário, na altura do km 588, em Itabirito. O caminhão atingiu a mureta de proteção e caiu em um barranco. A polícia não informou o que pode ter provocado o tombamento.
Acidente deixa mortos na BR-040, na Região Central de Minas (Foto: João Paulo Moraes/TV Globo)
Acidente deixa mortos na BR-040, na Região Central

Com o tombamento, parte da carga de melancia ficou espalhada na pista. O congestionamento na região chegou a 25 quilômetros.

Dentre os mortos, quatro eram ocupantes do Pálio, um do Prisma e o motorista do caminhão. Os feridos foram levados para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte e para um hospital particular na capital.

Segundo a Via 040, concessionária que administra o trecho que liga Minas Gerais ao Rio de Janeiro, após o acidente, a rodovia foi parcialmente bloqueada. Às 19h45, havia um congestionamento de 10 quilômetros no sentido Belo Horizonte e de 4,5 quilômetros no sentido Rio de Janeiro. Por volta das 21h, a PR informou que o trecho havia sido totalmente liberado.

Caminhão tombou e atingiu dois carros na BR-040, segundo a PRF  (Foto: Reprodução/ TV Globo)Caminhão tombou e atingiu dois carros na BR-040, segundo a PRF

Seis pessoas morreram e quatro ficaram feridas em um acidente na volta do feriado de 12 de outubro na BR-040, em Itabirito, na Região Central de Minas

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FONTE: Estado de Minas.


Batida entre caminhão-tanque e caminhonete provoca incêndio e mata cinco na BR-040

Acidente aconteceu por volta das 14h30, próximo a Fábrica da Coca-Cola. Trânsito está totalmente bloqueado e não há previsão para liberação

 

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Um grave acidente envolvendo um caminhão-tanque e uma caminhonete deixou pelo menos cinco mortos e um ferido na tarde desta quarta-feira na BR-040, altura do quilômetro 582, em Itabirito, na Região Central de Minas Gerais. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a batida foi frontal e não há previsão para a liberação do trânsito.
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Duas viaturas do Pelotão de Ouro Preto e o helicóptero Arcanjo 2 do Corpo de Bombeiros compareceram ao local para prestar atendimento às vítimas. O acidente aconteceu por volta das 14h30, próximo a fábrica da Coca-Cola.
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Por volta das 14h50, o Corpo de Bombeiros informou que houve vazamento de combustível e há suspeita de contaminação de um córrego que passa pela área. A Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam) já foi acionada. Com a colisão, os veículos pegaram fogo e os ocupantes da caminhonete morreram carbonizados.
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De acordo com a Via-040, concessionária que administra a pista, foram empenhados no resgate às vítimas, duas ambulâncias, dois caminhões-pipa, um guincho leve e outro pesado. Por volta das 16h, os motoristas encontravam cerca de sete quilômetros de congestionamento no sentido Juiz de Fora/Rio de Janeiro e seis no sentido BH/Brasília.
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Para evitar o congestionamento, os condutores que trafegam no sentido Juiz de Fora podem entrar no Km 597, em Belo Vale. Já os que estão rumo à BH, podem entrar em Moeda, no Km 442.
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Conforme a PRF, o caminhão-tanque envolvido no acidente é do modelo 1620 e a caminhonete é uma S10, placa KRY-2132, do Rio de Janeiro.

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FONTE: Estado de Minas.


Polícia recupera um dos 10 caminhões roubados do Magazine Luiza

Luíza

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São Paulo, 03 – Um dos dez caminhões de produtos roubados do centro de distribuição do Magazine Luiza foi localizado e recuperado na madrugada deste domingo, 3. O veículo foi abandonado em posto de gasolina em Santo Antônio do Jardim, no interior de São Paulo. A carga roubada era de celulares e tablets.
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O roubo aconteceu na madrugada deste sábado, 2, na Rodovia dos Bandeirantes, em Louveira. Vinte homens armados e encapuzados renderam 80 funcionários do centro de distribuição e roubaram dez caminhões de produtos, em menos de três horas.
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De acordo com o delegado Luís Carlos Duarte, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí, a carga foi localizada por uma equipe da DIG de Campinas após a denúncia de um caminhão abandonado no posto de gasolina. Ninguém foi preso. “O caminhão abandonado foi roubado em Salto [no interior de São Paulo] no mês de abril”, disse Duarte.
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A carga recuperada foi devolvida para a empresa, que ainda realiza o levantamento dos produtos roubados, segundo Duarte.
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Ainda de acordo com o delegado, duas pessoas que participaram da ação já foram identificadas por meio da análise de imagens das câmeras de segurança da empresa, que foram recuperadas. No entanto, até o início da noite deste domingo, nenhum suspeito foi preso.
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Ação semelhante

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O delegado também afirmou trabalhar com a hipótese de que o crime tenha sido organizado pela mesma quadrilha que assaltou a fábrica da Samsung, na rodovia Dom Pedro I, em Campinas, em julho de 2014. “Uma parte dos envolvidos nesse roubo continua solta, e os dois crimes foram muito semelhantes por conta da ação minuciosa. É possível que as mesmas pessoas estejam envolvidas”, disse.
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Em nota, a assessoria do Magazine Luiza informou que nenhum funcionário foi ferido durante o assalto e que está colaborando com as investigações

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FONTE: Estado de Minas.


Mais 7 horas de caos na estrada do improviso
Caminhão sem controle atinge passarela provisória, invade a contramão e para a rodovia em que são constantes as obras paliativas, à espera da revitalização sempre adiada

 

Paliteiro 2Com sequência de batidas que fechou totalmente as pistas, engarrafamentos se espalharam por vários pontos de BH. Liberação total só ocorreu às 18h30

 

O caminho de improvisos em que se transformou o Anel Rodoviário de Belo Horizonte desde que a via deixou de ser apenas uma opção rodoviária e foi absorvida pelo tráfego urbano resultou ontem em mais um dia caótico na pista mais movimentada da cidade. Por volta do meio-dia, um caminhão que seguia no sentido Rio de Janeiro bateu na mureta que divide as pistas, invadiu a contramão e derrubou o escoramento central da passarela provisória posicionada a alguns metros do Viaduto São Francisco, que faz o cruzamento sobre a Avenida Antônio Carlos, na Região da Pampulha. Depois de atravessar a via, o caminhão foi atingido por um Fiat Fiorino e dois outros veículos se envolveram no desastre. A passarela de aproximadamente oito toneladas não desabou, mas, como vários pedaços de ferragem ficaram pendurados, o tráfego permaneceu fechado por quase sete horas, causando um engarrafamento quilométrico, com reflexos nos principais corredores da cidade. Com média de quase nove acidentes registrados diariamente nos últimos anos, a rodovia é constantemente palco de tragédias, em um quadro que parece longe do fim.

A passarela atingida ontem, por exemplo só foi construída por determinação da Justiça Federal, no local em que é intensa a travessia de pedestres. O trecho tem longo histórico de mortes por atropelamento e também de protesto organizados por moradores, exigindo segurança para cruzar a rodovia. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) instalou a passagem de forma provisória, pois sustenta que a solução definitiva só será implantada com a revitalização completa do Anel. O projeto de reforma, no entanto, se arrasta há anos e, atualmente, está sendo elaborado pelo Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG). Não há perspectiva para início das obras.

No local do acidente há ainda outro problema cuja solução aguarda a reforma do Anel, e que pode ter colaborado para o desastre de ontem. A poucos metros do ponto onde o caminhão se desgovernou e invadiu a contramão, há um afunilamento que, diariamente, gera retenção no fluxo de veículos. Os motoristas que seguem por três faixas  são surpreendidos pelo fim da pista da direita, já que o viaduto foi projetado para apenas duas faixas. Uma das versões para o acidente de ontem dá conta de que o caminhoneiro teria perdido o controle da direção ao se deparar com a retenção.

Paliteiro

Veículo invadiu a contramão, arrastou carros e ainda esbarrou na estrutura metálica sobre o Viaduto São Francisco
MAQUIAGEM Para o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Ronaldo Guimarães Gouvêa, especialista em tráfego urbano, a mistura de um trânsito de passagem, com caráter rodoviário, e do tráfego local, somada às “maquiagens” que são feitas constantemente na via, são responsáveis por todo o transtorno. “O Anel Rodoviário representa hoje o descaso do poder público com o planejamento estratégico do sistema viário da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Quando tivermos a revitalização da via, com o complemento da parte leste e um rodoanel de qualidade, boa parte dos problemas de tráfego da capital estará resolvida.”O estrangulamento do trânsito nos elevados é apontado pelo comandante do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv), major Cássio Soares, como causa de acidentes registrados perto do Viaduto São Francisco. “O afunilamento do tráfego é diário e constante, porque de três faixas, os motoristas se deparam com duas. Muitos se assustam com a fila de carros parada à frente. Ou porque não conseguem frear ou para tentar desviar, acabam se envolvendo em acidentes”, afirma o major, reforçando que o problema precisa ser corrigido. Apesar da redução do número de acidentes entre 2012 e 2013, passando de 3.306 para 3.201, a quantidade de mortes na rodovia aumentou 12,9% no mesmo período (de 31 para 35), puxada pelo principal desafio das autoridades na via, os atropelamentos. Foram 11 mortes por essa razão em 2012 contra 17 em 2013, aumento de 54% no período.

O ACIDENTE
 Na batida de ontem, quatro veículos foram envolvidos, um deles o caminhão Mercedes placa OEO 2128, que vinha da cidade de Lagarto (SE), com destino a Santos (SP). O motorista e a mulher dele escaparam ilesos. Já o condutor do Fiat Fiorino, Tiago Gonçalves Guerra, de 27, que seguia em direção a Vitória, ficou ferido ao ser atingido pelo veículo de carga. Socorrido pelo Samu, ele foi levado para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII com um corte profundo na testa e escoriações nas mãos. Tiago passaria a noite em observação no setor de Neurologia, mas seu estado de saúde era estável. 

Também saíram ilesos do acidente o motorista do Fiat Palio, Roberto Pereira Neves, de 32, que teve seu carro atingido por blocos de concreto, e a motorista de um Ford Ka que seguia atrás do caminhão, Fabíola Dantas dos Santos, de 34 anos.

 

FONTE: Estado de Minas.


Um criador de búfalos do interior gaúcho terá que pagar indenização de R$ 112 mil a um caminhoneiro catarinense que se chocou em uma rodovia com um búfalo que havia sido atropelado anteriormente por um ônibus. A decisão é da 6ª câmara de Direito Civil do TJ/SC, que manteve sentença da 2ª vara Cível de Araranguá/SC.

O animal fugiu do cercado montado por seu proprietário e foi para a rodovia, momento em que foi atropelado por um ônibus. Minutos depois, o caminhão do autor chocou-se contra o búfalo estendido no asfalto, ocasionando danos materiais no veículo.

O dono do animal argumentou que o episódio é consequência de força maior, já que, embora tivesse cercado o local onde criava os búfalos, um deles escapou e invadiu a rodovia, o que causou o acidente que resultou nos danos materiais.

Em sua decisão, o desembargador Ronei Danielli afirmou que as cercas “não foram suficientes para evitar que o animal saísse do local a ele destinado e invadisse a rodovia, ocasionando o acidente, havendo manifesta culpa in vigilando, e exsurgindo o dever de reparação”.

Segundo o desembargador, a questão não reclama maiores digressões, na medida em que o art. 936 do CC estabelece que “o dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior”.

O magistrado ainda destacou que o criador nem sequer trouxe aos autos prova de que os gastos apontados como necessários para a recuperação do caminhão não estavam relacionados ao acidente.

FONTE: Migalhas.



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