Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Galo e Cruzeiro 2

Sim, ainda é possível. Mostrando toda a gana e toda a raça de um time que almeja o título, o Atlético bateu o forte Internacional, no Horto, por 2 a 1, diminuindo para dois pontos a diferença para o líder Corinthians. Nunca o Goiás, adversário do time paulista, nesta quinta, no Itaquerão, contará com tanta torcida a favor.

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O triunfo alvinegro fez o Galo saltar para os 59 pontos. O Timão tem 61 e, no máximo, vai retomar a diferença para os anteriores cinco pontos. Restam oito rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, reserva um Atlético e Corinthians, no Independência, dia 1º de novembro.

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Há quase um mês, o Galo não jogava no Horto. O torcedor estava com saudade e já tratou de gritar o famoso “eu acredito” assim que os jogadores pisaram no gramado. Era para pilhar a equipe. E funcionou. A pressão inicial lembrou a velha máxima de caldeirão do estádio. Só mesmo uma certa afogação atrapalhava o time.

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Bola no chão e tranquilidade eram a fórmula. Numa dessas, Rodrigo Dourado se atrapalhou e cortou a bola com a mão na área. Pênalti e arremate perfeito de Lucas Pratto, seu 12º gol no campeonato, o 22º na temporada, o terceiro seguido em cobrança de penalidade.

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Com prejuízo no placar, o Colorado teve que sair para o jogo, mas o Galo manteve a toada. Impressionou a disposição dos atleticanos para se atirar nos carrinhos e nas divididas. Em um desses lances de raça, Giovanni Augusto recebeu na área, limpou o marcador e perdeu um daqueles gols incríveis.

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O jogo parecia controlado, o goleiro Victor não tinha feito sequer uma defesa. Mas na cobrança de escanteio, Paulão pregou uma cabeçada certeira para empatar no fim da primeira etapa. Erro de posicionamento, um vacilo. “Jogo como esse, não se pode dar ao luxo de perder tantas chances”, resumiu o camisa 1 alvinegro.

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Para o segundo tempo, o Atlético se mandou para cima sob a batuta da Massa. Mas, novamente, a ansiedade atrapalhava. Em lances de paciência, os jogadores do Galo preferiam o disparo de longe, sem rumo. Por causa da baixa margem de erros com relação a briga pelo título, o relógio também se tornava um inimigo.

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Mas o time estava bem, era intenso, acuava o time gaúcho. Para dar nova movimentação, Levir colocou Patric em campo. Correria também pode ser sinônimo de qualidade. E foi pelo lado esquerdo, após arremate de Douglas Santos e rebote de Muriel, Marcos Rocha desempatou. Ufa!

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Daí para o fim, o Inter precisou avançar mais, abrindo o jogo para os contra-golpes do Galo. Numa delas, Muriel evitou o primeiro gol de Cárdenas pelo Galo. Em outra, Patric se embolou com a bola. E em mais outra, o colombiano perderia na marca do pênalti. O Colorado ainda assustaria, como na bela defesa de falta de Victor. Mas prevaleceu quem correu mais, quem tem objetivos maiores.
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ATLÉTICO 2 x 1 INTERNACIONAL
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Estádio: Independência, em Belo Horizonte
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Gols: Lucas Pratto e Marcos Rocha (A); Paulão (I)
Cartões amarelos: Leandro Donizete e Luan (A); Rodrigo Dourado, Alex Vitinho (I)
Público: 19.023 pagantes
Renda: R$ 866.390
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Atlético
Victor, Marcos Rocha, Edcarlos, Jemerson e Douglas Santos (Pedro Botelho); Leandro Donizete, Rafael Carioca, Luan, Giovanni Augusto (Cárdenas), Thiago Ribeiro (Patric); Lucas Pratto. Técnico: Levir Culpi

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Internacional
Muriel, Leo, Réver, Paulão e Ernando; Rodrigo Dourado, Nilton, Anderson (Vitinho) e Alex (Rafael Moura); Valdívia (Alisson Faria) e Lisandro López. Técnico: Argel Fucks

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CRUZEIRO

Ele voltou endiabrado da seleção uruguaia. Com a Celeste Olímpica na ponta das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, Arrascaeta era pura motivação quando desembarcou em Curitiba, nesta quarta-feira, pronto para ajudar o Cruzeiro contra o Atlético-PR. E foi graças ao meia-atacante que a Raposa obteve um empate heroico, por 2 a 2, na Arena da Baixada. Por pouco, o time azul não venceu. No entanto, a ótima atuação do gringo pode, enfim, representar o início da volta por cima do atleta.

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Quando foi confirmado como reforço cruzeirense para a temporada, Arrascaeta chegou com status de um craque a ser lapidado. No entanto, alternou altos e baixo, e perdeu titularidade. O ex-técnico da Raposa, Vanderlei Luxemburgo, disse certa vez, que o uruguaio ‘não era atleta’ para aguentar a bateria de desafios do futebol brasileiro. Porém, o jogador nunca abaixou a cabeça e trabalhou forte para tentar reconquistar seu espaço.

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Nessa quarta-feira, ele deixou o banco de suplentes para incendiar o confronto. O Atlético-PR vencia por 1 a 0, com gol de Ewandro. Mas o Cruzeiro empatou com Fabrício, de falta. Bruno Pereirinha recolocou o Furacão em vantagem. Só que o destino conspirava para Arrascaeta, que, de tanto insistir, balançou as redes e garantiu o empate em 2 a 2.

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No domingo, às 11h, no Mineirão, a Raposa encara o Fluminense, pela 31ª rodada do Brasileirão.

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O jogo
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Há tempos não se via um primeiro tempo tão insosso por parte do Cruzeiro. Erros de passe, falta de competência na ligação do meio-campo ao ataque e ineficiência nas raras oportunidades para finalizar foram a tônica do time celeste nos 45 minutos iniciais. Para piorar, uma desatenção de todo o sistema defensivo resultou no gol de Ewandro, aos 36 min.

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Sem inspiração alguma, Marinho deixou o campo de jogo no intervalo para a entrada de Arrascaeta. E o uruguaio deu uma nova dinâmica ao time celeste. Explorando sua velocidade e abusando dos dribles, o meia-atacante criou boas situações de gol aos azuis. De tanto insistir, o Cruzeiro empatou com Fabrício. Bruno Pereirinha recolocou o Furacão em vantagem. Mas Arrascaeta, em noite iluminada, empatou novamente.

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FONTE: O Tempo.


Domingo de alegria desenfreada

Quarta edição do Mundialito de Rolimã do Abacate atrai centenas de pessoas ao Bairro Salgado Filho, em um dos eventos de rua mais divertidos e originais de Belo Horizonte

Pai e filho unidos pela emoção de um brinquedo que resistiu ao tempo e contagia diferentes gerações (Jair Amaral/EM/D.A Press )

Uma tábua, dois eixos e quatro rolamentos: esta foi a fórmula básica usada ontem para lotar as duas laterais da Rua Magi Salomon, no Bairro Salgado Filho, de aficionados por carrinhos de rolimã, na quarta edição do Mundialito de Rolimã do Abacate. Neste ano, a categoria velocidade foi subdividida em três: Sangue nos Olhos, considerada a Fórmula-1 da disputa; Soft/Casual, com pilotos de menor técnica mas igual desejo de vencer; e Mirim, para a criançada. As demais categorias são Manobra e Estilo.

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A competição nasceu no Quilombo do Abacate, como ficou conhecido o número 215 da rua, onde o quintal tem um grande pé de abacate. A casa foi alugada por três amigos negros e sediava várias reuniões culturais. Um dia, os amigos viram um garoto descendo a rua em um carrinho de rolimã e se animaram em construir seus veículos. A brincadeira logo ganhou adeptos e virou evento. Os moradores da rua entram no clima e acabam contribuindo com a infraestrutura do mundialito, vendendo bebidas, sorvete, cachorro-quente, pastel e açaí.

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O eletricista Cristiano Luiz da Silveira se sagrou bicampeão da categoria Sangue nos Olhos, na qual as disputas são levadas a sério. Com apoio de uma grande torcida, Cristiano fundou a equipe Mach 5, que é o nome do carro do personagem de quadrinhos Speed Racer. Ele dedicou a vitória ao pai,  Antônio, que no auge de seus 73 anos prometeu que vai correr na próxima edição do mundialito.

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A dupla de amigos Gilberto Macruz e Guilherme Pacífico Ribeiro participou da categoria Estilo com o projeto Engenho. O cockpit da engenhoca foi feita com um abrigo de telefone público. Irreverentes, os amigos contam que construíram o veículo para conquistar outros planetas. O foco é Júpiter, mas eles não revelaram o objetivo da missão. “Graças às turbinas, nós alcançamos 420km/h e só não voamos porque o pássaro não bateu asas”, disse Gilberto, se referindo a um pássaro de madeira colocado na frente do carrinho.

Momento de adrenalina e disputa acirrada no campeonato de rolimã que já se tornou famoso em BH (Jair Amaral/EM/D.A Press )
O músico Cristiano Marques escreveu a palavra “marmelada” na lateral de sua Kombi de rolimã, protestando contra a terceira colocação na categoria Estilo. O veículo é capaz de levar até seis pessoas e, segundo Cristiano, foi desenvolvido em 21 dias, em clima de churrasco e pizza. Um dos organizadores do evento, Luiz Valente foi o responsável pelo som que divertiu o pessoal. Ele levou para o mundialito duas bicicletas curiosas. Uma delas, a Auto Sound System, gerava energia elétrica para alimentar o sistema de som, complementando a estrutura que produzia energia solar. Já a Bicirango moía café em grão na hora e ainda rendia um desconto no cafezinho para quem deu as pedaladas.

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Mundialito de Rolimã reúne amantes do esporte no bairro Salgado Filho

DIVERSÃO – Criatividade e bom-humor marcaram o evento

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A tranquilidade do bairro Salgado Filho, na Região Oeste da capital, foi deixada de lado por algumas horas na manhã deste domingo (4). Dois quarteirões da rua Magi Solomon foram transformados em uma pista de corrida improvisada para a realização da quarta edição do Mundialito de Rolimã do Abacate, evento que reúne apaixonados por carrinhos de rolimã.

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Iniciado às 9h, o evento recebeu centenas de pessoas, interessadas em ver os principais participantes das competições, que desceram a ladeira em carrinhos desenvolvidos das mais diferentes formas, ou em se arriscar na descida. Uma rua lateral também serviu de pista, mas bem mais tranquila, perfeita para as crianças.

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Quem foi ao evento pôde ainda comprar refrigerante, cerveja, feijão tropeiro, chup-chup, suco de açaí e vários outros tipos de alimentos e bebidas, vendidos por moradores da região. Assim, além de espaço para brincadeira, o Mundialito acabou se tornando ponto de encontro para amigos.
Rolimã

FONTE: Estado de Minas e Hoje Em Dia.


Galo e Cruzeiro

Em tarde de Dátolo e Victor, Atlético goleia Flamengo e mantém distância para líder Corinthians

Atlético x Flamengo
Há onze jogos para o fim do Campeonato Brasileiro, os três pontos somados na goleada de 4 a 1 contra o Flamengo no Independência foi vital para o Atlético se manter na disputa pelo título e apagar a tragédia, na derrota de 4 a 0 para o Santos, na rodada da semana. Com 52 pontos somados, o Galo está a cinco pontos do líder Corinthians e acumula uma vantagem de quatro pontos sobre o Grêmio que segue na terceira colocação.
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Num jogo de grande volume o Atlético deu velocidade à partida e total domínio em jogadas aéreas. O Galo se impôs com os lançamento aéreos que foram fatais para o Flamengo, com três gols de cabeça, um contra de Marcelo e dois de Jemmerson. Os  heróis da partida foram o zagueiro Jemmerson que marcou duas vezes de cabeça e o camisa 10, .
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Datolo, que também fez uma ótima partida, tendo participando dos quatro gols do Galo na partida, e assinando uma verdadeira pintura no segundo tempo.
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Mérito também para o goleiro Victor, que defendeu um pênalti cobrado por Alan Patrick. Para Luan, a defesa do “Santo”. “Temos que enaltecer o Victor que pegou o pênalti e agradecer ao Datolo que foi fundamental nessa vitória”, disse o atacante ao fim da partida.
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Protagonista na vitória, Datolo explicou a importância do quarto gol. “O gol serve pra briga pelo campeonato. Hoje jogamos com o coração e agradecemos ao torcedor que compareceu. O time vai lutar até o fim”, aponta o argentino, que também destacou que se sente melhor jogando como meia, que é sua posição de origem.
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Primeiro tempo
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O Atlético entrou em campo com a obrigação de reduzir a vantagem de pontos do Corinthians. Com toque de bola rápido, o Galo iniciou a partida pressionando dando trabalho para o goleiro Paulo Victor já nos três primeiros minutos de jogo. Mas quem mostrou melhor futebol foi Flamengo que aos nove minutos Marcelo Cirino entrou sozinho na grande área e sofreu pênalti de Victor. Alan Patrick bateu no canto esquerdo e Victor defendeu. No entanto, nos quinze primeiro minutos chegou quatro vezes ao gol do Galo, com um pênalti perdido e um tiro certeiro de Paulinho.
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O time do Atlético teve dificuldades para concretizar jogadas com bola no chão, mas soube aproveitar bem as jogadas aéreas. Tanto que o gol que abriu o marcado só saiu num erro de Marcelo que antecipou lançamento de Datolo para Luan e cabeceou para dentro do gol de Paulo Victor, aos 16 minutos.
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Na metade do primeiro tempo, com o placar igual, o rubro-negro contava seis finalizações, enquanto o Atlético ainda não tinha conseguido bater para o gol. Grande parte do êxito do time carioca deve ser creditado a Guerrero, que fez um excelente jogo e explorando muito bem as os espaços deixados de Douglas Santos na lateral esquerda, que não estava numa tarde inspirada.
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A sorte do Galo começou a mudar aos 25 minutos, quando Jemmerson recebeu cruzamento de Datolo e bateu de cabeça, ampliando o mercador no Independência. Depois do segundo gol, o Galo voltou a mandar no jogo e aos 29 minutos Marcos Rocha lança para Luan, que com o a mão domina, mas chuta em cima de Paulo Victor.
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Mesmo em desvantagem o Flamengo continuou apertando a defesa alvinegra. Aos 41 minutos Cirino levou susto para a defesa ao driblar Victor, mas Douglas Santos tirou para escanteio. Quase no finalzinho, o Flamengo subiu em peso para a grande área atleticana e bola ficou ciscando, mas a defesa do Galo conseguiu tirar a bola.
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O Atlético errou muito e permitiu que o time de Oswaldo de Oliveira tivesse mais facilidade para finalizar e ter maior posse de bola. Foram 20 passes errados do Atlético, contra 13 do Flamengo, que por sua vez finalizou sete vezes, contra quatro do Galo.
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Segundo tempo
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Na etapa complementar as duas equipes voltaram sem alterações. O Galo voltou mais atento, e em menos de dois minutos Luan quase marca de cabeça. Com a defesa melhor estruturada o time do Atlético travou o avanço do Flamengo. Aos nove minutos, Datolo cobra escanteio e Jemmerson manda uma cabeçada indefensável para Paulo Victor e amplia, marcando o terceiro do Galo.
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O time carioca abriu para tentar reduzir a desvantagem, mas teve dificuldades em armar jogadas de ataque. Daí em diante ficou fácil para o Galo administrar a partida. A dupla Datolo e Jemmerson estava impossível. Aos 20 minutos numa cobrança de falta, o argentino lançou para o zagueiro e que chegou mal e mandou para fora.
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Depois de servir tão bem ao companheiro, Datolo literalmente entorta o zagueiro Pará, passando a bola por debaixo de suas pernas, e solta uma bomba com endereço certo para o desespero de Paulo Victor que só assistiu a redonda morrer no fundo da rede, ao 25 minutos da etapa complementar.
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Aos 31 minutos, Luan pega a sobra de uma cabeçada de Leo Silva, numa cobrança de escanteio, e bate forte. Paulo Victor estica todo e tira com o pé, evitando o quinto gol do Galo. Daí em diante o Galo, com o jogo liquidado, passou a administrar o restante da partida. o Flamengo continuou pressionando para tentar reduzir o prejuízo.
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No sábado o Atlético enfrenta o Joinville, às 16 horas na Arena Joinville. Já o Flamengo recebe, no domingo, o Palmeiras, no Maracanã, às 16 horas.
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FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO  X  FLAMENGO
ATLÉTICO: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jemerson e Rafael Carioca; Douglas Santos, Leandro Donizete, Lucas Pratto (Carlos) e Datolo (Josué); Thiago Ribeiro (Patrick) e Luan TÉCNICO: Levir Culpi
FLAMENGO: Paulo Victor; Pará, Marcelo, Samir e Everton; Márcio Araújo, Canteros, Marcelo Cirino (Enderson) e Guerrero (Kayke); Alan Patrick (Almir) e Paulinho TÉCNICO: Oswaldo de Oliveira
GOLS: Marcelo (contra) aos 16’do primeiro tempo, Paulinho (18′), Jemmerson (25′); Jemmerson aos 9′ do segundo tempo, Datolo (25′)
DATA: 20 de setembro 2015
MOTIVO: Jogo válido pela 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro
ESTÁDIO: Arena Independência
LOCAL: Belo Horizonte
ÁRBITRO: Sandro Meira Ricci (FIFA-SC)
ÁRBITROS ASSISTENTES:  Emerson Augusto de Carvalho (FIFA-SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA-SP)
PÚBLICO:  20.203 pagantes
RENDA:  R$ 951.860
CARTÕES AMARELOS: Victor, Luan (ATLÉTICO); Everton, Canteros (FLAMENGO)
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Cruzeiro bate concorrente direto contra o Z-4 e respira no Brasileirão

Cruzeiro x Chapecoense

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O Cruzeiro não ficou nem um minuto na zona de rebaixamento e graças a Fabiano, que abriu o marcador para o time celeste aos 11 minutos do primeiro tempo, na vitória de 2 a 0 contra a Chapecoense, na Arena Condá, em Chapecó (SC). Com a vitória, o time de Mano Meneses chegou a 33 pontos e se afastou do Z4 na 13ª posição da tabela, empurrando o time de Chapecó para primeira vaga da zona da degola e encerrou um jejum de três jogos sem vitória.
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Apesar do bom resultado, o time da Toca da Raposa não fez um boa partida. O time continuou errando muito e desperdiçando as falhas da equipe catarinense que poderiam definir a partida ainda no primeiro tempo. A sorte do time da Toca da Raposa foi que a Chapecoense também fez um jogo horroroso, com erros de fundamentos, falta de domínio, dentre outras falhas que justificam a entrada do time na zona de rebaixamento e sua incapacidade de vencer em casa, mesmo com o rival jogando com um jogador a menos.
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Para Charles, jogar desfalcado, mostrou que o time foi corajoso. “Jogar em Chapecó é sempre é difícil, e com um a menos fica mais complicado. Mas fomos aguerridos e conseguimos garantir a vitória”, comentou
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O meia Willian também valorizou a determinação do time em segurar o resultado com apenas dez jogadores em campo. “Valeu a pena o esforço e a entrega de todo mundo. Aqui a pressão é grande e jogar com um a menos é difícil. Mas estávamos bem ajustados e conseguimos suportar a pressão. Agora resta descansar e preparar para a partida contra o Coritiba”, explica o “Bigode”.
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Primeiro tempo
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Os primeiros 10 minutos de jogo de uma mostra de que a partida não teria grandes emoções, mas aos 11 minutos Fabiano mandou uma pedrada contra o gol de Danilo e abriu o marcador. Dois minutos depois Willian pegou a sobra e bateu forte, de fora da grande área, mas Danilo conseguiu mandar para escanteio.
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Com um excesso de erros, tanto pelo lado do Cruzeiro, assim como pelo lado da Chapecoense, aos 23 minutos, Willian numa cobrança de falta, lançou para a pequena área e o zagueiro Rafael Lima, na tentativa de tirar a bola, deslocou Danilo e marcou contra, ampliando para o Cruzeiro.
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A partida continuou fraca tecnicamente, com erros constantes de passes, em ambas as equipes. A melhor oportunidade da Chapecoense aconteceu por volta dos 37 minutos, quando Wilian Barbio subiu pela direita e chutou cruzado, quase na linha de fundo. Fábio foi certeiro e impediu que o escrete catarinense reduzisse a desvantagem.
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Nos acréscimos, Bruno Silva manda um bicicleta, na pequena área, e bate na trave para o alívio de Fábio, que não tinha conseguido chegar na bola. A jogada deu fôlego para a Chapeconse que manteve a pressão próximo à meta cruzeirense até o árbitro encerrar o primeiro tempo aos 49 minutos.
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Segundo tempo
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A etapa final somente a Chapecoense voltou com alterações. Guto Ferreira sacou Gil e Tiago Luis, para a entrada de Camilo e Wagner, na ordem. O jogo manteve o nível técnico fraco, com um Cruzeiro com postura descompromissada, com Willians cometendo erros excessivos e, inclusive ter sido o primeiro a levar Cartão Amarelo, por indisciplina ao jogar a bola para fora após o árbitro dar lateral para a Chapecoense. Já os donos da casa não conseguiam armar jogadas, com um toque de bola morno, como se estivessem vencendo e gastado tempo.
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Sem conseguir finalizar, o Cruzeiro continuou apostando em chutes de fora da área, como fez Charles, por volta dos 15 minutos, mas sem resultado.
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Aos 23 minutos Willians, que fez uma partida lastimável, puxa a perna de Camilo e é expulso. Na sequência Uillian Correia fez sua estreia, entrando no lugar de Ariel, que sentiu a perna. Com a vantagem de ter um homem a mais, a Chapecoense iniciou uma ofensiva para tentar reverter o quadro.
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Os catarinenses assumiram o controle do jogo, com domínio quase pleno da bola. No entanto, sem conseguir espaço para finalizar.
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Por volta  dos 30 minutos, Alisson cai em campo e pede para sair. Guto Ferreira reclamou aos berros que Mano Menezes tinha mandado o jogador desabar em campo, para o Cruzeiro gastar tempo. O técnico cruzeirense retrocou e reclamou com o quarto árbitro que o colega estava falando o que não devia. Passado o bate-boca, Marquinho substitui Alisson, que saiu de maca.
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A estratégia cruzeirense para manter o resultado foi se arrastando até os final do jogo, com jogadores caindo em campo a cada contato físico.
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O melhor lance da etapa final foi com garoto Marcos Vinícius, que numa jogada individual se livrou de dois marcadores e bateu, mas a bola foi desviada pela defesa, saindo em linha de fundo.
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No domingo o Cruzeiro enfrenta do Coritiba em Curitiba, às 18h30, na chamada partida de seis pontos, já que os dois clubes estão empatados em número de pontos, mas o time celeste leva vantagem de de contabilizar uma vitória a mais.
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FICHA TÉCNICA
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CHAPECOENSE  X  CRUZEIRO
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CHAPECOENSE: Danilo; Caramelo, Rafael Lima, Thiego e Dener Assunção; Elicarlos (Cleber Santana), Bruno Silva, Gil (Camilo) e Tiago Luis (Wagner); Wiliam Barbio e Bruno RAngel TÉCNICO: Guto Ferreira
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CRUZEIRO: Fábio; Fabiano, Manoel, Paulo André e Fabrício; Willians, Charles, Ariel Cabral (Uillian Correia) e Alisson (Marquinhos); Allano (Marcos Vinícius) e Willian TÉCNICO: Mano Meneses
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GOLS: Fabiano aos 11′ do primeiro tempo, Rafael Lima (contra) (23′)
DATA: 20 de setembro 2015
MOTIVO: Jogo válido pela 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro
ESTÁDIO: Arena Condá
LOCAL: Chapecó
ÁRBITRO: Wagner do Nascimento Magalhães (CBF-RJ)
ÁRBITROS ASSISTENTES:  Rodrigo Henrique Correa (FIFA-RJ) e Luiz Cláudio Regazone (CBF-RJ)
CARTÕES AMARELOS: Wagner, Willian Barbio (CHAPECOENSE); Willians (CRUZEIRO)
CARTÃO VERMELHO: Willians
PÚBLICO: 5.915 pagantes
RENDA: R$ 61.695
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FONTE: Hoje Em Dia.

Árbitros dos jogos de Atlético, Cruzeiro e Corinthians são afastados após erros na rodada

CBF justifica que foi constatado um desempenho abaixo do padrão estabelecido

Mauro Horita/Light Press/Cruzeiro

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Depois de uma série de polêmicas sobre a arbitragem na 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, a CBF anunciou, nesta quinta-feira, que afastará seis árbitros. Sem esclarecer quais erros levaram às punições, a entidade divulgou que ficarão na “geladeira” árbitros e assistentes dos jogos que envolveram Atlético, Cruzeiro, Corinthians e Palmeiras.

Bruno Cantini/Atlético MG

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Da partida entre Atlético e Atlético-PR, vencida pelo Furacão por 1 a 0, foram asfatados os assistentes Elan Vieira e Marlon Rafael. Após a partida, a diretoria do Galo protestou contra impedimentos mal marcados. Também alvo de protestos, o árbitro Marcelo de Lima Henrique não será afastado pela CBF.
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Responsável por assinalar um impedimento equivocado na vitória do Corinthians sobre o Fluminense, por 2 a 0, o assistente Fábio Ferreira também ficará “encostado”. O erro dele resultou num gol mal anulado de Cícero, do Tricolor Carioca.
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Já na vitória do Cruzeiro sobre a Ponte Preta, por 2 a 1, o árbitro Emerson Luiz Sobral e o assistente Bruno Cesar foram punidos. A equipe de Campinas reclamou de um gol mal anulado de Borges, por impedimento marcado equivocadamente, e de um pênalti que não teria sido assinalado do zagueiro Manoel no centroavante da Macaca.
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Outro clube paulista que se queixou sobre a arbitragem da última rodada foi o Palmeiras. Depois de protestos contra um gol mal anulado do atacante paraguaio Lucas Barrios, o assistente Marcelo Barison é mais um que foi punido.
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Segundo a CBF, foi constatado um desempenho abaixo do padrão estabelecido. Os árbitros afastados das próximas rodadas do Campeonato Brasileiro terão de passar por treinamentos teóricos e práticos na Escola Nacional de Arbitragem.
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Nas mãos de outros juízes

Depois dos protestos contra a arbitragem na derrota para o Furacão e do lançamento de copos e tênis em campo, Atlético prepara defesa para evitar punição pesada no STJD

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Dentro das quatro linhas, a tentativa do bicampeonato brasileiro ficou mais difícil para o Atlético, já que a distância para o líder, Corinthians, aumentou para sete pontos, a maior estabelecida nesta competição. Fora dos gramados, o Galo prepara sua defesa para evitar a perda de mando de campo na competição. Na derrota para o Atlético-PR por 1 a 0, no Independência, o árbitro Marcelo de Lima Henrique relatou na súmula os dois copos de água e um pé de tênis arremessados, além da ofensa de um jornalista credenciado, depois da partida. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) deve indiciar o clube pelos incidentes nos próximos dias e marcará o julgamento no Rio.
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Marcelo de Lima também avisou que processará o ex-presidente Alexandre Kalil pelas fortes acusações no Twitter, já que foi tachado de safado e ladrão. “Esse cidadão já atacou outros árbitros, presidentes de outros clubes e juízes federais. Vou tomar medidas cabíveis, e a Justiça decidirá o que será feito. Já estou em contato com a Associação Nacional dos Árbitros e com nossos advogados. Isso tem de acabar logo. Por conta dessas palavras que acontecem algumas tragédias.”
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Kalil, o presidente Daniel Nepomuceno e os jogadores reclamaram muito da atuação do árbitro carioca contra o Furacão. Ontem, a CBF anunciou o afastamento dos assistentes Elan Vieira e Marlon Rafael, ambos de Pernambuco, mas manteve Marcelo de Lima sem punição. A diretoria alvinegra promete ir ao Rio posteriormente para exigir maior critério e escolha dos árbitros nos jogos alvinegros. Nepomuceno pediu imediatamente o afastamento do presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, Sérgio Corrêa.
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Diante do Furacão, os erros de arbitragem não foram somente contra o Galo. Houve dois lances que também irritaram os adversários: o suposto pênalti de Donizete em Nikão e uma falta de Jemerson, passível de expulsão. Curiosamente, nesta temporada, o Atlético foi beneficiado por erros dos juízes, sobretudo na decisão do Campeonato Mineiro, em que Jô fez um gol irregular, assegurando o título no duelo com a Caldense.
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Enquanto a equipe já mira o próximo duelo, diante do Vasco, amanhã, no Rio, o advogado Lucas Ottoni prepara a estratégia para tentar livrar o time de punição rigorosa pelos incidentes contra o Furacão. O departamento jurídico se baseará no Boletim de Ocorrência da Polícia Militar, que nomeou os torcedores que atiraram os copos de água e o tênis. Como eles foram identificados, o clube tentará se livrar da culpa.
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FOCO NO VASCO
Os jogadores tentam se blindar das polêmicas extracampo e se concentrar somente no desafio de tirar a diferença em relação ao Corinthians. O goleiro Victor entende que o Galo perdeu ótima chance de se manter próximo ao Timão. “Esses pontos podem custar caro. É uma decisão de título e a gente ficou triste. Tentamos fazer o nosso papel da melhor forma. São jogos em que se repetem as mesmas coisas. Ainda temos 16 partidas, e, se a gente conseguir voltar ao que fizemos no primeiro turno, podemos chegar aonde queremos. São sete pontos, e não acho muito para 16 jogos. Podemos conseguir.”
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Com as suspensões do lateral-direito Marcos Rocha, do zagueiro Jemerson e do atacante Luan, Levir será obrigado a mexer em praticamente todos os setores. Na direita, as opções são Carlos César e Patric; na retaguarda, o favorito a ocupar a vaga é Edcarlos. No setor ofensivo, Cárdenas, Dodô ou mesmo Patric disputam um lugar ao lado de Thiago Ribeiro e do argentino Lucas Pratto.
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DO QUE RECLAMA O GALO
Atlético 0 x 2 Grêmio

Não marcação de pênalti após a bola atingir o braço suspenso de zagueiro gremista, quando a partida estava 0 a 0.

Chapecoense 2 x 1 Atlético
Expulsão de Leonardo Silva após falta que não foi considerada violenta e em que não havia situação clara de gol para o adversário
Gol de Apodi em que o lateral ajeita a bola claramente com a mão e desempata o jogo

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Atlético 0 x 1 Atlético-PR
Marcação de pelo menos três impedimentos inexistentes que poderiam resultar em gol. Num deles, o atacante ficaria cara a cara com o goleiro
Rigor na expulsão de Marcos Rocha, que já havia levado cartão amarelo questionável e reclamou (sem ofender o árbitro, conforme a súmula) de falta não marcada
Marcação de pênalti questionável de Victor sobre Ewandro em jogada de contra-ataque em que foi ignorada falta em Giovanni Augusto
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ENQUANTO ISSO…
Alívio no tribunal

Se perdeu três atletas por suspensão contra o Vasco, o Atlético pelo menos se saiu vitorioso nos julgamentos de ontem à tarde no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O zagueiro Leonardo Silva, os volantes Rafael Carioca e Josué, além do lateral Marcos Rocha e do diretor de futebol Eduardo Maluf, foram absolvidos na 5ª comissão disciplinar. Com exceção do capitão, expulso na derrota para a Chapecoense (2 a 1), no fim do turno, os demais foram julgados por causa das entrevistas depois da partida. Eles ficaram livres de serem enquadrados no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) – desrespeitar os membros da equipe de arbitragem ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões. Leonardo Silva, Rafael Carioca e Josué estão liberados para jogar amanhã, no Rio, enquanto Marcos Rocha cumprirá dois jogos de suspensão pela expulsão contra o Atlético-PR.

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FONTE: Estado de Minas.


1 – Na reestreia de Luxemburgo, Cruzeiro bate o Flamengo no Mineirão e deixa zona da degola

2 – Com ataque envolvente, Galo passa fácil pelo Avaí na Ressacada e entra no G4 do Brasileirão

Com gol do zagueiro Manoel, Raposa vence pela primeira vez no Brasileirão

Rodrigo Clemente/EM/D.A Press

Comandante do Cruzeiro no ano mais vitorioso do clube, Vanderlei Luxemburgo inciou sua segunda passagem pela Toca da Raposa com triunfo. Em atuação que se destacou mais pelo empenho do que pela técnica, a equipe celeste derrotou o Flamengo, por 1 a 0, no Mineirão. O gol foi marcado pelo zagueiro Manoel após cobrança de escanteio.

Com a primeira vitória no Brasileirão, o Cruzeiro deixa a zona de rebaixamento. Agora, Luxemburgo tentará manter o embalo da equipe em clássico contra o Atlético. O principal duelo do futebol mineiro será disputado neste sábado, às 18h30, no Independência.
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Em sua volta ao Cruzeiro depois de 11 anos, Luxemburgo reestreou sem nem sequer ter treinado a equipe. Contratado para substituir Marcelo Oliveira, Luxa chegou a Belo Horizonte na manhã desta quarta-feira, foi apresentado na Toca da Raposa II e comandou a equipe no Mineirão.
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Luxemburgo manteve a base utilizada por Marcelo Oliveira, e o início não foi animador. Com muitos erros de passe, o Cruzeiro encontrou dificuldades diante do Flamengo. Porém, o Rubro-negro também pouco ameaçou.
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O rendimento cruzeirense melhorou a partir da metade final do primeiro tempo. Com chutes de fora da área, Willian e Henrique exigiram defesas de Paulo Victor. O goleiro flamenguista foi decisivo, principalmente, quando Marquinhos aproveitou que Samir escorregou na entrada da área. Na tentativa de drible do camisa 30, o arqueiro conseguiu desarmá-lo e ainda defendeu o rebote de Leandro Damião.
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Aos 11 minutos da etapa final, Willian teve grande chance para o Cruzeiro, enfim, abrir o placar. Com chute de primeira, dentro da área, o atacante “do bigode” bateu rente à trave direita. Já o Flamengo ameaçou com cabeceio de Samir sobre o travessão e com finalização de Paulinho após giro na grande área.
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A rede foi balançada aos 32 minutos. Alisson, que havia substituído Gabriel Xavier, cobrou escanteio da direita, Manoel subiu mais alto que a defesa do Flamengo e testou com força: 1 a 0.
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Fábio ainda evitou que o Rubro-negro conseguisse o empate ao fazer grande defesa em cabeceio de Gabriel.
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Cruzeiro 1 x 0 Flamengo
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Cruzeiro
Fábio; Mayke, Bruno Rodrigo, Manoel e Pará; Charles e Henrique; Marquinhos, Gabriel Xavier (Alisson, aos 14′ do 2ºT) e Willian (Allano, aos 23′ do 2ºT); Leandro Damião (Henrique Dourado, aos 26′ do 2ºT)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
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Flamengo

Paulo Victor; Pará, Wallace, Samir e Anderson Pico (Luiz Antônio, no intervalo); Jonas, Márcio Araújo e Everton; Marcelo Cirino (Gabriel, aos 22′ do 2ºT), Alecsandro e Paulinho
Técnico: Cristóvão Borges
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Gol: Manoel, aos 32′ do 2º tempo
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Motivo: Quinta rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 3 de junho (quarta-feira)
Estádio: Mineirão
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Herman Brunel Vani (SP) e Alex Ang Ribeiro (SP) 
Cartão amarelo: Alecsandro (Flamengo); Bruno Rodrigo (Cruzeiro)
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Pagantes: 12.071
Presentes: 13.309
Renda: R$ 453.633,00
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Alvinegro aplicou 4 a 1 nos catarinenses pela quinta rodada do campeonato

CRISTIANO ESTRELA/Diario Catarinense

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A formação ousada de Levir Culpi mais uma vez deu resultado. Com um ataque envolvente, de muita movimentação e troca de passes, o Atlético não teve dificuldades para superar o Avaí na Ressacada, em Florianópolis, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. O Galo goleou os catarinenses por 4 a 1, gols de Carlos (2), Antonio Carlos (contra) e Lucas Pratto. André Lima descontou para os donos da casa.
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O resultado levou o Atlético para o G4 da competição. O time ocupa a terceira colocação, com 10 pontos. Na próxima rodada, o Galo vai receber o arquirrival Cruzeiro no Independência. 
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O Jogo
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Sem Dátolo, vetado, o técnico Levir Culpi optou pela entrada de Carlos e manteve a formação com apenas um volante de ofício. O Atlético manteve também a postura agressiva. Frente a uma defesa que ‘bateu-cabeça’ em vários momentos, o Galo construiu uma vitória tranquila na Ressacada.
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Com a movimentação característica de seu ataque, o Atlético abriu o placar logo aos 12 minutos. Depois do cruzamento de Luan, a bola sobrou para Giovanni Augusto. O meia bateu forte, o goleiro Vagner não segurou e Carlos mandou para as redes: 1 a 0.
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Onze minutos depois, foi a vez de Thiago Ribeiro participar. Após o escanteio, a bola sobrou para o atacante chutar. Vagner espalmou em cima de Antonio Carlos e foi para o dentro do gol: 2 a 0.
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O Galo ainda teve duas ótimas oportunidades para ampliar no primeiro tempo. Aos 36 minutos, novo cruzamento de Luan e nova sobra de bola, desta vez, para Giovanni Augusto. De frente para oGOL, o armador concluir por cima do travessão. Quatro minutos depois, Luan lançou Lucas Pratto. O argentino dominou no peito, passou pelo goleiro, mas finalizou na trave.
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Na etapa final, o ritmo atleticano caiu no começo. O Avaí buscou mais o ataque, porém, pouco ameaçou a meta do goleiro Victor.
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Já o Galo soube aproveitar a boa jogada criada aos 22 minutos. Depois da troca de passes, Luan achou Patric aberto na direita. O lateral cruzou e Lucas Pratto completou: 3 a 0. O Avaí descontou aos 29 minutos, com André Lima, de cabeça, após escanteio. 
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Os catarinenses ainda se reorganizavam quando Pratto deixou Patric na cara doGOL. O goleiro Vagner salvou. Na sequência, outra jogada envolvente do ataque alvinegro. Carioca rolou para Maicosuel, que cruzou para o gol de Carlos: 4 a 1.
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Avaí 1 x 4 Atlético
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Avaí
Vagner; Nino Paraíba, Jeci, Antonio Carlos e Romário; Eduardo Neto, Renan (André Lima), Pablo e Marquinhos; Anderson Lopes e Hugo (Roberto).
Gilson Kleina
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Atlético
Victor; Patric, Leonardo Silva, Jemerson e Douglas Santos; Rafael Carioca, Luan (Maicosuel), Giovanni Augusto (Dodô), Carlos e Thiago Ribeiro (Leandro Donizete); Lucas Pratto.
Técnico: Levir Culpi
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Gols: Carlos, 12min 1ºT; Antonio Carlos, 23min 1ºT (contra); Pratto, 22min 2ºT; André Lima, 29min 2ºT; Carlos, 31min 2ºT
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Motivo: 5ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data: 03/06/2015
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Árbitro: Pablo dos Santos Alves – PB (ESP-2)
Assistentes: Pablo dos Santos Alves – PB (ESP-2) e Marcio Freire Lopes – PB (CBF-2)
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Cartão amarelo: Leonardo Silva, Rafael Carioca (ATL); Renan, Antonio Carlos, Anderson Lopes (AVA)
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Pagantes:
 7.101
Renda: R$ 102.460,00

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FONTE: Estado de Minas.

Torcedor morre

 

atingido por privada atirada

 

da arquibancada do Arruda

Incidente aconteceu logo após a partida entre Santa Cruz e Paraná, pela Série B

Paulo Ricardo torcedor morto no arruda no jogo santa cruz x Paraná (Foto: DHPP/Divulgação)Reprodução da foto de Paulo Ricardo durante
o jogo no Arruda (Foto: DHPP/Divulgação)

Um torcedor morreu de forma trágica logo após o jogo entre Santa Cruz e Paraná, pela Série B do Campeonato Brasileiro, na noite desta sexta-feira. Ele passava próximo ao portão seis do Arruda, destinado à torcida adversária, quando foi atingido por um vaso sanitário arremessado da arquibancada. Paulo Ricardo Gomes da Silva é o nome da vítima. O agressor não foi identificado. Não houve um detido sequer.

Ao fim da partida, a torcida do Santa Cruz foi orientada pela Polícia Militar a sair do estádio antes da torcida visitante. No entanto, uma uniformizada coral armou a emboscada para os rivais. Ao deixarem o estádio, 15 minutos depois, os torcedores do Paraná foram “recepcionados” por três bombas e recuaram. Neste momento, dois vasos sanitários arrancados dos banheiros do anel superior do estádio foram atirados.

Além da vítima fatal, outras três ficaram feridas. Uma em estado grave. Vanderson Wilderlan Gomes, nascido em 1992, sofreu cortes na cabeça e nas pernas e foi encaminhado para o Hospital da Restauração, zona central do Recife. O quadro dele inspira cuidados, mas não corre risco de morte. José e Adrien Ferreira de Lima, nascido em 1993, e Tarkini Kauã Gonçalves de Araújo, nascido em 1994, machucaram as pernas e seguiram para o Hospital Getúlio Vargas.

Torcedor do Sport e morador do bairro do Pina, zona sul do Recife, Paulo Ricardo, 26 anos, trabalhava como soldador na indústria naval do Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife. Integrante de uma torcida uniformizada do Sport, saiu de casa com uma missão: tirar fotos da uniformizada do Paraná – uma prática comum entre torcidas aliadas em diferentes estados. Na câmera encontrada pelos bombeiros dentro da bolsa da vítima, havia vários registros do jogo.

Torcedor morre atingido (Foto: Thiago Augustto)Corpo da vítima coberto por um lençol ainda no local, logo após a morte (Foto: Thiago Augustto)

– Ele estava assistindo ao jogo com a torcida do Paraná. Já sabemos que era um torcedor do Sport, inclusive tinha tatuagens do clube, e que estava no local onde começou a briga logo após o jogo. As informações são que os outros dois feridos estavam com ele. Vamos ao hospital para escutá-los. Ainda não podemos precisar exatamente de onde partiu o vaso sanitário. Os depoimentos desses dois que estão no hospital devem ajudar a esclarecer muitos fatos que ainda estão em branco para nós. Ainda temos uma câmera da SDS (Secretaria de Defesa Social) para analisar as imagens. Uma coisa é certa: quem atira um vaso sanitário em outra pessoa tem sim intenção de matar, explicou a delegada Gleide Ângelo

Mapa Arruda (Foto: Infográfico)Tragédia no Arruda: local onde o torcedor foi morto (Foto: Infográfico)

Pedra cantada

As depredações nos banheiros nos estádios de Pernambuco têm sido uma prática constante dos vândalos. Nas mãos deles, privadas viram armas. Este ano mesmo, membros de uma uniformizada do Santa Cruz quebraram banheiros da Ilha do Retiro após um clássico entre Sport e Santa. Na ocasião, a direção rubro-negra pediu a conta à Federação Pernambucana de Futebol (FPF). 

 

FONTE: G1.


CAMPEONATO MINEIRO 2014

Cruzeiro e Atlético definem quem será o campeão na centésima edição do Mineiro

Com elencos fortes, clubes prometem confronto equilibrado no Gigante da Pampulha

 

Capitães de Atlético e Cruzeiro vivem dia de decisão e um deles terá a honra de levantar o troféu (Arte/Soraia Piva)
Capitães de Atlético e Cruzeiro vivem dia de decisão e um deles terá a honra de levantar o troféu


Quem vai levantar a taça de campeão mineiro? Cruzeiro e Atlético escrevem o último capítulo da decisão neste domingo, às 16h, no Mineirão. De um lado, o goleiro Fábio carrega a faixa de capitão celeste e pode quebrar a hegemonia do Galo nos últimos dois anos se não levar gol. Pelo Atlético, Leonardo Silva pode ter a honra de erguer o troféu pela primeira vez, pois Réver foi o capitão alvinegro nas últimas temporadas e agora está se recuperando de lesão. 

De olho na final estadual, os arquirrivais têm pela frente outras decisões. Ambos estão classificados às oitavas de final da Copa Libertadores e, caso cheguem à semifinal, vão realizar um confronto histórico no torneio. Na fase atual, o Cruzeiro encara o Cerro Porteño e o Galo tem o Nacional de Medellín como adversário.

Vantagem celeste

Atacante Dagoberto é uma das esperanças do time celeste (Rodrigo Clemente/EM/D.A Press.)
Atacante Dagoberto é uma das esperanças do time celeste

O primeiro duelo terminou empatado por 0 a 0, no Independência, e a Raposa tem a vantagem do empate por ter feito a melhor campanha. O técnico Marcelo Oliveira terá força máxima à disposição e já adiantou os titulares. Os laterais Ceará e Samudio voltam ao time para a decisão. Outro aspecto que valoriza a disputa é porque se trata da centésima edição do Estadual em Minas Gerais. 

A escalação do Cruzeiro será formada por Fábio; Ceará, Dedé, Bruno Rodrigo e Samudio; Lucas Silva, Henrique; Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e Dagoberto; Júlio Baptista. Além da formação titular, peças como Willian, Mayke e Borges estarão à disposição entre os reservas. 

Pelo discurso do comandante celeste, a vantagem de ser campeão com a igualdade no placar só será utilizada em circunstâncias específicas. “Espero o Cruzeiro equilibrado. Um time que possa defender bem, porque adversário é envolvente, mas nunca fugindo da característica de pressionar bastante. A vantagem é importante, mas não pode ser usada no início do jogo. Tem de ser usada de acordo com circunstâncias dos jogos”, disse Marcelo Oliveira. 

O Mineirão estará predominantemente azul. Da carga colocada à venda, 90% foi reservada para cruzeirenses e 10% para os atleticanos. No primeiro clássico, a diretoria celeste abriu mão de sua parte no Horto por causa dos últimos incidentes no estádio. 

Em busca do tri

 

Ronaldinho volta ao Galo para a decisão contra o arquirrival (Juarez Rodrigues/EM/D.A Press. )
Ronaldinho volta ao Galo para a decisão contra o arquirrival

Campeão em 2012 e 2013, o Atlético tenta neste domingo um terceiro título consecutivo do Estadual que não conquista desde 1980, quando o time comandado por Reinaldo alcançou ainda o hexa do torneio.
 
Para emplacar o tri, o Galo precisa superar a barreira de ainda não ter vencido o arquirrival no novo Mineirão. Em três jogos, o Alvinegro sofreu três derrotas. Por outro lado, o clube já festejou dois títulos no estádio da Pampulha após a reinauguração, no ano passado.
 
Ganhou o Estadual justamente em cima do Cruzeiro, mesmo derrotado por 2 a 1 no Mineirão (venceu o jogo de ida, no Independência, por 3 a 0) e sagrou-se campeão da Libertadores ao superar o Olimpia.
 
Neste domingo, o Atlético tem reforços importantes. O goleiro Victor e o armador Ronaldinho, vetados no jogo contra o Zamora, quinta-feira passada, pela Libertadores, estão recuperados. O desfalque é o lateral Marcos Rocha.
 
“Podemos esperar um grande jogo. Se não forem as duas melhores equipes do futebol brasileiro, estão entre as melhores”, analisa Victor. “É jogo decidido em detalhes, de poucas oportunidades que têm que ser aproveitadas.”

Cruzeiro x Atlético

Cruzeiro

Fábio; Ceará, Dedé, Bruno Rodrigo e Samudio; Lucas Silva, Henrique; Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e Dagoberto; Júlio Baptista. Técnico: Marcelo Oliveira

Atlético

Victor; Michel, Leonardo Silva, Otamendi e Alex Silva; Pierre, Leandro Donizete, Ronaldinho Gaúcho e Guilherme; Diego Tardelli e Jô. Técnico: Paulo Autuori

Motivo:
 Final do Campeonato Mineiro
Estádio:
 Mineirão
Data:
 13 de abril de 2014, às 16h
Árbitro:
 Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: 
 Fábio Pereira (TO) e Alessandro Rocha de Matos (BA)

FONTE: Estado de Minas.


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