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Viaduto Gil Nogueira é interditado para reparos em Belo Horizonte

Interdição é para corrigir desnível de 2,5 cm na parte central das vigas.
Elevado nas Avenidas Portugal e Pedro I vai ser reaberto no domingo (5).

Funcionários trabalham sob o Viaduto Gil Nogueira, em BH. (Foto: Pedro Ângelo/G1)Funcionários trabalham sob o Viaduto Gil Nogueira, em BH.

O viaduto Gil Nogueira, na confluência entre a Avenida Portugal e a Avenida Pedro I, em Belo Horizonte, foi fechado para reparos na madrugada desta sexta-feira (3). A interdição é para corrigir um desnível de 2,5 centímetros na parte central das vigas.

A Prefeitura de Belo Horizonte informou que o elevado vai ser liberado ao meio-dia do próximo domingo (5), para a volta do feriado de Semana Santa. Ainda conforme o Executivo municipal, os trabalhos vão garantir uma melhor distribuição do peso sobre a estrutura. A prefeitura e o Corpo de Bombeiros informaram que não há risco de queda da estrutura.

O viaduto foi projetado pela Consol e construído pela Cowan. As mesmas empresas responsáveis pela obra do Viaduto Guararapes, que desabou sobre a Avenida Pedro I, em julho do ano passado, durante a Copa do Mundo.

O Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape) identificou falhas executivas no viaduto Gil Nogueira. Segundo a Consol, responsável pelo projeto, um dos apoios do viaduto foi colocado fora do lugar. A empresa ainda informou que o projetista responsável não acompanhou a execução da obra, pois o contrato com a prefeitura havia terminado.Em nota, a Cowan, que construiu o viaduto, disse que participou de uma reunião com a Sudecap, secretário de Obras e Infraestrutura de Belo Horizonte, Josué Costa Valadão, e representantes das empresas RCK (contratada pelo município para revisar projetos de viadutos), Consol, Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) e com o Ibape. Na ocasião, a Consol, segundo a Cowan, confirmou a existência de falhas na elaboração do projeto do viaduto, com erro no desenho na posição dos aparelhos de apoio. Ainda de acordo com a Cowan, a RCK também identificou tal erro.

O presidente da Consol, Maurício Lana, disse que não há erro de posição dos aparelhos de apoio, como dito pela Cowan. Segundo Lana, “alguém” deveria ter notado esse detalhe no desenho na hora da execução, de responsabilidade da Cowan. Lana acredita que a situação poderia ter sido revertida durante a construção.

Trânsito sofre alteração

Ruas e avenidas no entorno do Viaduto Gil Nogueira, na Avenida Portugal, e da Estação Pampulha do BRT/Move têm alteração na circulação de veículos neste fim de semana, para obras de reparo do elevado. Na terça-feira, técnicos da Construtora Cowan, responsável pela estrutura, começaram a montagem de andaimes no local para fazer os serviços de conserto do desnível de 2,5 centímetros que surgiu nos pilares. 

O problema foi detectado durante vistoria da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) no fim do ano passado e informado pela prefeitura às empresas Consol e Cowan, em fevereiro. Por causa das obras, que começam hoje, a Avenida Pedro I, entre os viadutos Niemeyer e o Gil Nogueira, além do elevado que apresentou os problemas, serão interditadas nos dois sentidos.Segundo a BHTrans, as mudanças, entre outras, incluem nova circulação na Rua Irlanda, entre a Avenida Portugal e a Rua Sãozinha Baggio Coutinho, e na Rua São Miguel, entre a Rua Maria Moreira Reis e Praça Três Poderes, com circulação invertida. Serão implantados  semáforos na Avenida Portugal, entre ruas Jamaica e Irlanda; e na Rua São Miguel, entre Praça Três Poderes e Rua Jamaica.

Sem risco de desabamento, operários continuam manutenção em viaduto

Nos próximos dias, serão instaladas peças de borracha sintética nos vãos da estrutura
Cerca de 15 operários trabalhavam na colocação dos macacos hidráulicos que serão utilizados nos trabalhos de reforço do aparelho de apoio do viaduto A (Gil Nogueira), na avenida Portugal, região da Pampulha, na tarde desta quinta-feira (2).
A estrutura, que passa sobre a avenida Pedro I, apresentou um deslocamento de 2,5 centímetros em uma das vigas, na última segunda-feira (30), e ficará fechada das 23h55 de hoje até a meia-noite de domingo (5) para que sejam feitos os reparos necessários.
Nos próximos dias, serão instaladas peças de neoprene (tipo de borracha sintética) entrelaçadas com chapas metálicas para ocupar o vão da estrutura.
Ameaça descartada
Durante a semana, a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) constatou a necessidade de corrigir o problema, mas descartou a possibilidade de desabamento. Em nota, a Sudecap afirmou que “não existe risco para a estrutura do viaduto que, com a intervenção prevista, permanecerá operando em segurança”.
Este é o terceiro viaduto que apresenta problemas na avenida Pedro I. O caso mais grave foi o do Batalha dos Guararapes, que cedeu parcialmente, matando duas pessoas e ferindo outras 23, em julho do ano passado. O outro caso foi o do Montese, interditado durante 10 meses após a constatação de um deslocamento de 30 centímetros na estrutura.

FONTE: G1, Estado de Minas, Hoje Em Dia.


Viaduto cede 2,5 cm na avenida Portugal e será fechado no feriado

 

Viaduto Gil Nogueira, na pampulha
Viaduto Gil Nogueira, na Pampulha
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Um desnível de 2,5 cm em uma das vigas do Viaduto A (Gil Nogueira), na avenida Portugal, no Jardim Atlântico, região da Pampulha, vai provocar a interdição da via no próximo fim de semana.
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Após realizar vistorias, a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) constatou a necessidade de correção do problema que fica na porção central das vigas transversais dos encontros do viaduto.
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Serão colocados aparelhos de apoio adicionais, de forma a garantir uma melhor distribuição dos esforços na estrutura. A ação acontece entre 0h de sexta-feira (3) e meia-noite de domingo (5).
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Por meio de nota, a Sudecap afirmou que “não existe risco para a estrutura do viaduto que, com a intervenção prevista, permanecerá operando em segurança”.
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Histórico
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Este é o terceiro viaduto que apresenta problemas na avenida Pedro I. O viaduto Montese, que liga os bairros Santa Branca ao Itapoã, ficou interditado por 10 meses e liberado em novembro do ano passado, após deslocamento de 30 centímetros na estrutura.
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Já o segundo caso foi a alça do viaduto Batalha dos Guararapes, que caiu durante a Copa do Mundo de 2014, que deixou duas pessoas mortas. Um erro no projeto causou a queda. A prefeitura precisou derrubar o restante do viaduto devido ao risco e agora se planeja uma trincheira no local.
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Mais um viaduto de Belo Horizonte apresenta problemas em sua estrutura. Técnicos da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) terão que colocar aparelhos de apoio adicionais no Elevado Gil Nogueira, na Avenida Portugal, próximo à Estação do Move Pampulha. A prefeitura informou ontem há um desnível de 2,5 centímetros na porção central das vigas transversais, mas que não há risco de queda.

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A administração municipal não informou, entretanto, quando foi detectado o problema. Informou apenas que os técnicos vão colocar aparelhos adicionais para “garantir uma melhor distribuição dos esforços na estrutura”. O serviço vai ser realizado no próximo final de semana, entre a 0h de sexta-feira até a meia-noite de domingo.
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Mesmo com a PBH afirmando que não há risco para o colapso da estrutura, moradores e motoristas que passam pelo local ficam apreensivos. Em julho do ano passado, a queda do Viaduto Batalhas dos Guararapes, na Avenida Pedro I, deixou duas pessoas mortas e outras 23 feridas. A via ficou fechada e levou transtornos para a região.

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PEDRO I Oito meses depois da tragédia, ainda não há uma definição para o que será feito no local. A indefinição da Prefeitura de Belo Horizonte sobre a construção de uma trincheira para substituir o viaduto atrasa acordo entre o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e as empresas – Consol e Cowan –, que deverão ser responsabilizadas pela queda. Outro elevado que também apresentou problemas foi o Montese, também na Pedro I. O viaduto ficou fechado de fevereiro até novembro de 2014, por causa de uma dilatação de 27 centímetros. (JHV)

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FONTE: Estado de Minas e Hoje Em Dia.



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