Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Adolescente morre eletrocutado ao colocar o celular para carregar em Montes Claros

A vítima chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu

Um garoto, de 13 anos, morreu após receber um choque elétrico ao colocar um telefone celular para carregar em Montes Claros, no Norte de Minas. O fato aconteceu na noite de sexta-feira, no Bairro Santa Rita 2, próximo ao Décimo Batalhão da Polícia Militar (BPM).
A vítima chegou a ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de de Urgência e Emergência (Samu), que tentou reanimá-la. Mas, não resistiu e morreu no local. De acordo com moradores, o menino teria colocado o celular com o recarregador ligado à tomada, ao
mesmo tempo com o fone no ouvido. Nesse momento teria sofrido o choque elétrico. Essa informação não consta no boletim de ocorrência da Polícia Militar.

De acordo com o registro da PM, ao ligar o carregador do celular a tomada, o menino recebeu a descarga elétrica e teve uma parada cardíaca. O Samu foi chamado. Quando a ambulância chegou ao local, o pai da criança saiu à porta da casa com o filho nos braços.

Os socorristas tentaram reanimar o menino, que não resistiu. A perícia esteve no local e recolheu o aparelho celular e o carregador.

Mortes no Brasil

Em outubro deste ano, o Estado de Minas mostrou que ao menos 23 mortes foram registradas no Brasil em acidentes com celulares. Os números são da Associação Brasileira de Conscientização dos Perigos de Eletricidade (Abracopel). Em Minas Gerais, até então, havia o registro de dois incêndios, mas sem mortes.

Veja o que evitar na hora de carregar o celular

– Usar o aparelho ligado à tomada: principalmente em caso de tempestades com descarga elétrica, o usuário pode levar um choque, assim como quando sai do banheiro ou da piscina descalço e/ou com o corpo molhado. O mesmo vale para o carregador portátil (power bank). O uso do celular conectado à tomada pode gerar um superaquecimento e até explodir a bateria. Se precisar usar, desconecte o aparelho. Também evite as extensões

– Carregar o celular em lugares com água ou objetos inflamáveis: não se pode deixar o celular carregando sobre superfícies em contato com a água, como banheiros e cozinhas, e propícios a incêndios, como as camas, banco do carro, perto de cortinas, objetos de madeira ou outros que propaguem fogo. Escolha superfícies lisas e em locais arejados

– Usar acessórios piratas: os produtos não costumam ter itens fundamentais para a segurança de quem usa e não têm controle de qualidade. Falhas internas podem gerar curto circuito e o barato acaba saindo caro

– Carregar o celular com a capinha: a capa dos aparelhos acaba fazendo o papel de um cobertor, impedindo a troca de temperatura do aparelho com o ambiente, resultando em superaquecimento, que pode causar incêndio ou explosão

– Usar celular muito aquecido: alguns aparelhos costumam esquentar durante o uso, mesmo sem estar conectados a um carregador. Nesse caso, a pessoa pode usar um app que suspende ações em segundo plano. Se não resolver, desligue o aparelho, tire a capinha ou até retire a bateria se possível. Quando a temperatura normalizar, volte a usar

– Tomadas com defeito: o contato pode danificar o aparelho ou causar choque elétrico

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FONTE: Estado de Minas.


Celulares já mataram 23 no Brasil: especialistas apontam principais vilões na hora do carregamento

Caso de adolescente morta por explosão assustou usuários de smartphones pelo mundo. Em 2018, foram registrados 41 acidentes, dois deles em Minas. Produtos piratas e superaquecimento podem causar problemas graves


A morte de uma adolescente de 14 anos no Cazaquistão por causa da explosão da bateria de um celular, que ela deixou embaixo do travesseiro, chamou a atenção dos brasileiros por causa dos riscos envolvendo os aparelhos. Em 2018, 23 pessoas morreram no país em 41 acidentes envolvendo carregadores. Os números são da Associação Brasileira de Conscientização dos Perigos de Eletricidade (Abracopel). Em Minas Gerais, foram registrados dois incêndios, mas sem mortes. Especialistas alertam que as pessoas precisam estar atentas a uma série de fatores na hora de carregar os smartphones e apontam quais são os maiores riscos.
Sediada em São Paulo, a Abracopel trabalha para identificar as causas do aumento no número de ocorrências envolvendo celulares no Brasil. “Em 2016 nós registramos um acidente, em 2017 dois, e em 2018 começamos o ano com diversos acidentes. A coisa subiu assustadoramente e foi quando começamos a avaliar, verificar o que está acontecendo. Ainda é pequeno se considerar o número de celulares no país, mas vem aumentando vertiginosamente”, explica o engenheiro eletricista e diretor-executivo da Abracopel, Edson Martinho.
Com base nas ocorrências levantada pela associação, Martinho aponta um conjunto de fatores. “O primeiro deles é a utilização de carregadores não originais. Os mais simples, que são os mais baratos, retiram um dispositivo de segurança. Se houver aquecimento, excesso de corrente ou pico, pode levar o celular a aquecer demais, explodir ou transferir a tensão para o aparelho”.
Nas ruas de Belo Horizonte e outros municípios, não é difícil encontrar ambulantes ou pequenas lojas comercializando acessórios piratas para smartphones, principalmente os cabos e carregadores. Para explicar a diferença entre os equipamentos originais e os alternativos, o diretor da Abracopel faz uma analogia com as caixas d’água. “Ela tem uma boia e, quando chega no topo, fecha a entrada de água e não transborda. O carregador do celular é um limitador de corrente. Quando vai chegando ao final do carregamento, ele vai diminuindo a carga dentro da bateria”. É possível observar que quando um celular está  conectado à tomada há um aumento de temperatura, mas quando a carga é completa o equipamento esfria. Segundo Martinho, os carregadores pirata sem a limitação de corrente continuam mandando eletricidade para o aparelho, daí o perigo da sobrecarga.
“Dentro do nosso universo de acidentes, computamos vários envolvendo colocar e retirar da tomada com os pés descalços, e tem as baterias ou carregadores não originais com aquecimento excessivo. A bateria é uma bomba relógio. Aquilo vai esquentando, não tem por onde dissipar o calor e vira uma bomba”, relata o engenheiro eletricista, que também ressalta que é preciso ter cuidado com a rede dos imóveis. “A parte elétrica tem que ser sempre revisada, a cada cinco anos pelo menos, não só por causa do celular, mas todos os equipamentos”, enfatiza.
Na ocorrência no Cazaquistão,  Alua Asetkyzy Abzalbek, que morava em Bastobe, dormia na hora do incidente. De acordo com informações do Daily Mail, a adolescente foi para a cama escutando música. A perícia detectou que uma sobrecarga foi a causa do acidente: o telefone estava conectado à tomada e esquentou até explodir perto da cabeça da adolescente.
Em maio do ano passado, celular carregando sobre a cama explodiu, incendiou casa e deixou idosos feridos em Belo Horizonte

Atenção à bateria

O engenheiro de Segurança do Trabalho da Cemig, Demétrio Aguiar, destaca que a bateria do celular, principalmente em aparelhos antigos, pode colocar o usuário em risco. “O aparelho tem uma vida útil. Existe a obsolescência programada, porque daqui a dois anos vai surgir um modelo melhor. A bateria, que duraria um dia ou um dia e meio começa a durar três ou quatro horas. Só que algumas baterias não trocam, ficam dentro do aparelho, e tem também o shopping popular que importa bateria parecida ou paralela que não tem o mesmo controle do fabricante, tem expectativa menor, não vai funcionar direito”, analisa.

Ele cita uma situação comum na rotina de usuários de todas as idades atualmente. “A pessoa fica na rede social muito tempo, liga o carregador, troca de mão porque está muito quente. A bateria tem uma quantidade significativa de energia porque o processamento dos aparelhos modernos é muito intenso, é um minicomputador poderoso”, diz. “Os elementos ficam prensados dentro da cápsula que é a bateria e tudo que é aquecido se dilata. Pode ocorrer deformação dessa bateria a ponto de não conter os elementos químicos dentro e explodir. Ela pode provocar um curto entre os polos que produzirá centelha suficiente para pegar fogo. A explosão em si já tem o efeito mecânico de projeção do produto químico atingindo o rosto e as mãos da pessoa. Pode ter queimadura pelo fogo e pelo elemento químico. Pode ser uma queimadura grave”, explica Aguiar.

Cuidado com as tomadas

Além de procurar usar assessórios originais e evitar “esquecer” o aparelho conectado por longas horas ou durante o sono, Demétrio Aguiar alerta que é preciso se preocupar com onde o smartphone será carregado, principalmente em locais públicos, como shoppings e aeroportos. Tomadas com defeitos e instalações elétricas de má qualidade podem danificar o aparelho, causar choques ou incêndios. “A instalação elétrica tem que ser revisada, com materiais de boa qualidade. Já precisei de tomada de aeroporto, você conecta ali e está tão bambo que parece que colocaram algo nos pinos, fica mal conectado. Há casos em que a pessoa fica segurando o carregador com uma mão e o aparelho na outra (na tomada).  Quando a tomada está com mal contato ele dá ‘curto’ várias vezes. Isso provoca mal funcionamento do carregador”, avisa.
Assim como Edson Martinho, da Abracopel, Aguiar reforça que a rede elétrica e as tomadas precisam de manutenção periódica. Ele ainda recomenda a instalação de um Diferencial Residual (DR) no quadro de energia das residências. Ele desliga o circuito ao detectar fugas de corrente elétrica, evitando que as pessoas levem choques.

Veja o que evitar na hora de carregar o celular

– Usar o aparelho ligado à tomada: principalmente em caso de tempestades com descarga elétrica, o usuário pode levar um choque, assim como quando sai do banheiro ou da piscina descalço e/ou com o corpo molhado. O mesmo vale para o carregador portátil (power bank). O uso do celular conectado à tomada pode gerar um superaquecimento e até explodir a bateria. Se precisar usar, desconecte o aparelho. Também evite as extensões
– Carregar o celular em lugares com água ou objetos inflamáveis: não se pode deixar o celular carregando sobre superfícies em contato com a água, como banheiros e cozinhas, e propícios a incêndios, como as camas, banco do carro, perto de cortinas, objetos de madeira ou outros que propaguem fogo. Escolha superfícies lisas e em locais arejados
– Usar acessórios piratas: os produtos não costumam ter itens fundamentais para a segurança de quem usa e não têm controle de qualidade. Falhas internas podem gerar curto circuito e o barato acaba saindo caro
– Carregar o celular com a capinha: a capa dos aparelhos acaba fazendo o papel de um cobertor, impedindo a troca de temperatura do aparelho com o ambiente, resultando em superaquecimento, que pode causar incêndio ou explosão
– Usar celular muito aquecido: alguns aparelhos costumam esquentar durante o uso, mesmo sem estar conectados a um carregador. Nesse caso, a pessoa pode usar um app que suspende ações em segundo plano. Se não resolver, desligue o aparelho, tire a capinha ou até retire a bateria se possível. Quando a temperatura normalizar, volte a usar
– Tomadas com defeito: o contato pode danificar o aparelho ou causar choque elétrico

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FONTE: Estado de Minas.


Adolescente morre eletrocutado após tocar em celular carregando

Segundo sua tia, Rosângela Barbosa, o garoto havia acabado de tomar banho quando foi mexer no aparelho e sofreu a descarga elétrica

O jovem João Lucas Campelo de Sousa Peres, de 15 anos, morreu eletrocutado na tarde desta terça-feira (10), em Teresina, Piauí, após manusear um celular que estava carregando.

Segundo sua tia, Rosângela Barbosa, o garoto havia acabado de tomar banho quando foi mexer no aparelho e foi eletrocutado. Ela, porém, não soube precisar se ele estava colocando o celular para carregar ou se o telefone já estava ligado à tomada. Após sofrer a descarga elétrica, o adolescente foi levado para o hospital, mas não resistiu.

João Lucas Teresina

Adolescente morre eletrocutado ao ligar carregador de celular na tomada em Teresina

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FONTE: O Tempo.


Celulares roubados em Minas poderão ser inutilizados em 24h com nova central de bloqueios

Quem tiver o celular roubado ou furtado em Minas Gerais terá mais chances de recuperá-lo. O governo do Estado lançou nesta sexta-feira (6) uma central de bloqueio dos aparelhos. Com isso, será possível inutilizar o dispositivo em 24 horas informando apenas o número da linha e o registro do boletim de ocorrência.

Caso a Polícia Militar (PM) recupere o aparelho em alguma ocorrência, o dono será comunicado e poderá buscar o celular na unidade policial em que ele se encontra. Nos quatro primeiros meses de 2018, um celular foi levado em 56,6% dos roubos em Minas. Segundo o Estado, as principais vítimas são mulheres jovens, entre 18 e 24 anos.

 

O serviço está disponível no site da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). A vítima deve informar dados pessoais, o registro de roubo ou furto na PM e o número do celular. O boletim de ocorrência deve ser registrado em até 48 horas antes da solicitação de bloqueio.

Antes, a única forma de inutilizar os dispositivos para evitar acesso de criminosos aos dados pessoais era fornecendo a Identificação Internacional de Equipamento Móvel (Imei), número que fica na caixa do aparelho e que muitas pessoas não têm acesso mais.

A expectativa das forças de segurança é que a medida possa diminuir o comércio de celulares roubados. “Vai reduzir um crime que está incomodando muito a população. Não é um crime de grande impacto, mas incomoda demais. nós vamos oferecer também a possibilidade de ter o aparelho de volta, se ele for apreendido em alguma operação policial a pessoa poderá recuperá-lo com muita rapidez e facilidade”, afirma o governador.

Central de Bloqueio de Celular (CBLOC) é destinado à redução do número de roubos e receptação de celulares

Central de Bloqueio de Celular (CBLOC) é destinado à redução do número de roubos e receptação de celulares

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FONTE: Hoje Em Dia.


Uso de celular plugado na tomada já provocou oito mortes em 2018

Perigo também existe quando dispositivo é carregado no computador

É muito comum ver as pessoas usando celulares ou tablets enquanto suas baterias estão sendo carregadas, conectados à tomada ou ao computador. A prática, apesar de habitual, traz sérios riscos. Na semana passada, um adolescente de 16 anos morreu no Ceará depois de receber uma descarga elétrica ao atender o celular no momento em que ele estava plugado no computador por meio de um cabo USB.

O caso no Ceará não é o único no país. Dados da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel) apontam que o número de mortes em situações como essa mais do que dobrou em 2018 em relação à soma dos últimos três anos. Neste ano, foram registradas oito mortes no país. Em 2017, 2016 e 2015, houve apenas um óbito a cada 12 meses.

Segundo especialistas, o perigo existe e está sobretudo em falhas de componentes. “Se há um defeito, a corrente elétrica pode passar mais forte do que deveria, podendo transferir até 220 V, o que pode causar um acidente fatal”, explica o engenheiro elétrico Edson Martinho, diretor da Abracopel.

Segundo ele, isso acontece, geralmente, pelo uso de bateria ou carregador não originais – tecnicamente incompatíveis com o modelo do aparelho, deterioração dos componentes, uso de dispositivos conectados à tomada quando se está descalço ou molhado; ou durante a ocorrência de raios.

A preocupação de não conseguir carregar a bateria do celular colocou em risco a vida do recepcionista Lucas Albert, 23. “Comprei um carregador pirata porque tinha pressa. Estava descalço quando coloquei o celular na tomada e levei um choque. Consegui soltar a tempo, mas o carregador pegou fogo”, conta.

Para o engenheiro eletricista Carlos Gustavo Castelo Branco, professor de instalações elétricas prediais da Universidade Federal do Ceará (UFC), outro fator importante são as instalações elétricas dos imóveis. “Muitas estruturas não possuem aterramento nem dispositivos que evitem falhas de isolamento elétrico – que desliguem a energia em caso de curto-circuito”, afirma. Ele ressalta que, nesses casos, até mesmo um carregador original pode trazer riscos.

Superaquecimento é uma ameaça

Além dos choques, também já foram registradas queimas e explosões de celulares e tablets plugados na tomada. “É normal que o aparelho aqueça, por causa da corrente elétrica passando”, explica o engenheiro eletricista Carlos Gustavo Castelo Branco.

“Mas, se ele se aquece de maneira demasiada, ao ponto de o contato com o celular não ser suportável, aí pode significar uma possível avaria na bateria: ela pode estar em curto circuito ou ter alguma falha interna”, diz.

Nesses casos, o especialista alerta que se deve isolar o componente (a bateria) e substituí-lo se for necessário. “É indicado também levar o dispositivo até a assistência técnica para análise”, diz.

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Perigo. Carregador de celular que estava ligado na tomada pegou fogo

Flash

Fatal. Segundo a Abracopel, em 2017 foram registrados 599 óbitos por energia elétrica. No ano anterior, esse número foi de 627.

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FONTE: O Tempo.


Polícia apreende mais de 40 celulares em shopping popular de BH

Apreensão foi feita após uma vítima de assalto conseguir rastrear aparelho roubado.

 celuares

O sistema de rastreamento de um celular ajudou a Polícia Militar (PM) a encontrar, nesta sexta-feira (27), dezenas de aparelhos roubados em Belo Horizonte. Dois homens foram presos por suspeita de receptação.

A corporação foi acionada por um homem que foi assaltado nesta quinta-feira (26), no bairro Serra, na Região Centro-Sul da capital. Conforme a polícia, o localizador do celular da vítima apontou que o aparelho estava no Shopping Xavantes.

No local, também foram encontrados outros 44 celulares que não tinham nota fiscal, além de dois notebooks.

Durante o assalto, também foi levado o carro da vítima, que ainda não foi localizado.

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FONTE: G1.


PM reage a assalto e três carros são atingidos em tiroteio no Bairro Floresta

Três criminosos roubaram o celular da namorada do policial e trocaram tiros com ele

Ramon Lisboa/EM/D.A.Press

Comerciantes, pedestres e motoristas passaram por um susto no fim da tarde desta sexta-feira no Bairro Floresta, na Região Leste de Belo Horizonte. Um policial militar reagiu a um assalto contra a namorada na Rua Tabaiares e trocou tiros com três criminosos armados. Os ladrões fugiram e três veículos acabaram atingidos pelos disparos. Ninguém ficou ferido e nem preso.

Segundo informações de testemunhas, o casal estava próximo a um posto de gasolina na Rua Tabaiares, quando três homens, ao menos um deles armado, se aproximaram e roubaram o celular da jovem. Diante da situação, o militar reagiu e houve troca de tiros.

Os criminosos fugiram correndo para a Rua Sapucaí. Mesmo em movimento, a troca de tiros continuou. As munições acabaram atingindo uma Hilux que estava parada na Rua Tabaiares. A motorista de 71 anos aguardava a filha, quando a confusão começou. Ela não ficou ferida.

Em seguida, mais tiros foram disparados e uma van, de Pedro Leopoldo, além de um Honda Civic, receberam tiros. Os criminosos conseguiram fugir e não foram encontrados até a publicação desta reportagem. Segundo o Sargento Michel, do 1º Batalhão da PM, o boletim de ocorrência será registrado na Central de Flagrantes da Polícia Civil (Ceflan) como roubo e tentativa de homicídios contra o militar.

Ramon Lisboa/EM/D.A.Press
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FONTE: Estado de Minas.


Mudança aumenta o rigor de punições

Código de Trânsito

O uso de telefone celular ao volante, mesmo que o condutor esteja apenas segurando ou manuseando o aparelho enquanto dirige, agora é infração gravíssima. Na mesma linha, se recusar a fazer o teste do bafômetro ou o exame clínico para comprovação do consumo de álcool vai acarretar multa de R$ 1.915,40. Essas são algumas das alterações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que a presidente Dilma Rousseff sancionou ontem, endurecendo a legislação.
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Uma das novidades do conjunto de regras é a fixação de responsabilidade de proprietários na instalação de sinalização em vias internas pertencentes aos condomínios e nas vias e áreas de estacionamento de estabelecimentos privados de uso coletivo. Em caso de descumprimento, a multa varia de R$ 81,35 a R$ 488,10, além das possíveis ações cíveis e penais.
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Foi criada uma infração especifica para condutores que têm se negado a fazer teste de bafômetro, exame clínico, perícia ou outro procedimento para confirmar o uso de álcool ou outra substância. A multa inicial de R$ 1.915,40 para aqueles que se recusarem passar pela avaliação dobra se no período de 12 meses houver outra negativa.
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O transporte clandestino de passageiros também entrou na mira das novas regras, com penalidades mais rígidas. A infração agora é considerada gravíssima, com multa R$1.149,24 e suspensão do direito de dirigir, além do recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do motorista flagrado.
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O uso de qualquer veículo para, deliberadamente, interromper, restringir ou perturbar a circulação sem autorização do órgão de trânsito agora é infração gravíssima. Além da multa, a punição inclui a remoção do veículo e a suspensão do direito de dirigir por 12 meses.
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Outro ponto da lei determina que veículos licenciados no exterior não poderão sair do território nacional sem o prévio pagamento das infrações de trânsito cometidas e o ressarcimento de danos que tiverem causado ao patrimônio público ou de particulares, independentemente da fase do processo administrativo ou judicial envolvendo a questão.

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FONTE: Estado de Minas.


Ladrão é preso após criar grupo de WhatsApp com celular de vítima

Ladrão é preso após roubar farmácia e criar grupo de WhatsApp com celular de vítima
Imagens do circuito interno mostram um dos assaltos; rapazes de camisa preta são os autores

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Um jovem de 18 anos foi preso por participar de uma sequência de assaltos em uma farmácia no bairro Ipê, região Nordeste de Belo Horizonte, entre março e maio deste ano. A Polícia Civil chegou ao suspeito por meio de imagens do circuito interno e também de um grupo no WhatsApp denominado ‘Maconheiros de Plantão’. O adolescente foi apresentado pela Polícia Civil nesta quarta-feira (2).

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De acordo com a delegada Adriana das Neves Rocha, em um dos assaltos o rapaz roubou o celular de um dos funcionários e, com o número, criou o grupo no aplicativo adicionando pessoas da lista de contatos da vítima. Uma delas pegou a foto e repassou para a polícia, que conseguiu chegar até o suspeito. De acordo com a delegada, o jovem fazia parte de um grupo de pelo menos quatro pessoas que cometiam os crimes.

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“Nós tivemos acesso às imagens e, no primeiro roubo, eles tinham roubado o celular de uma das vítimas. Nesse aparelho, acionaram um grupo no WhatsApp que auxiliou que nós pudéssesmos identificar e chegar a esses suspeitos. Estamos tentando chegar aos outros também”, explicou.

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O segundo que aparece nas imagens era menor de idade na época do crime. Por isso, de acordo com a delegada, ele não pôde ser preso. “Ele prestou depoimento e foi liberado”, disse. A suspeita é de que o grupo também tenha cometido assaltos em uma padaria e um supermercado da região.

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Quatro assaltos

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Os crimes ocorreram em um período de menos de dois meses, entre os dias 31 de março e 9 de maio deste ano. Segundo a delegada, o modo de operar do bando era sempre o mesmo: dois entravam no estabelecimento utilizando uma arma de fogo, ameaçavam um dos funcionários e roubavam o dinheiro do caixa.

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Eles também chegaram a roubar aparelhos celulares e produtos da farmácia. “Ainda estamos apurando se a arma utilizada era um simulacro (falsa) ou verdadeira”, salientou a delegada.

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Nas imagens do circuito interno (assista abaixo) é possível perceber o primeiro assalto cometido pelo suspeito preso e pelo então adolescente. Eles chegam, abordam dois trabalhadores da farmácia, levam o dinheiro e, logo em seguida, saem. Um deles ainda ameaça uma das vítimas, que simplesmente levanta as mãos em sinal de quem não vai reagir. A ação foi rápida, durando pouco mais de 30 segundos.

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Um ex-funcionário, que preferiu não se identificar por segurança, reconheceu I. como sendo um dos autores. Ele afirmou que, nos quatro assaltos, o grupo levou uma média de R$ 1.500 no total. Foi dele o celular de onde um dos suspeitos criou o grupo ‘Maconheiros de Plantão’.

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“Ele montou o grupo e adicionou todas as mulheres que estavam na minha lista, além de amigos dele que ele adicionou nos contatos do meu aparelho. Uma das minhas amigas viu, me avisou e printou as fotos de quatro deles. De posse dessas imagens eu procurei a polícia”, conta.

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Mesmo com a prisão de um dos autores, ele ainda se sente inseguro. “Não sei se os comerciantes do bairro vão ficar tranquilos porque existem outros três que ainda estão soltos”, desabafou.

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Prisão

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I. foi preso no início da manhã desta terça-feira (1º) na casa onde mora no bairro Jardim América, em virtude de um mandado de prisão temporária expedido contra ele. O jovem dormia na hora da prisão e não resistiu à abordagem.

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Na residência foi encontrado um prato com uma pequena porção de cocaína, possivelmente usada por ele na noite anterior. O autor já tem antecedentes criminais por roubo e porte ilegal de arma de fogo.

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FONTE: Hoje Em Dia.


Celulares de Minas Gerais terão mais um dígito a partir de outubro
Na fase de implantação, as ligações serão completadas normalmente e o usuário irá ouvir uma mensagem orientando as próximas ligações
celular

Os números de todos os telefones móveis do estado de Minas Gerais serão alterados para o formato de nove dígitos, com a inclusão do 9 antes do número, a partir do dia 11 de outubro. A medida cumpre a resolução da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) n° 553, de 14 de dezembro de 2010.

Na primeira fase de implantação, as chamadas para telefones celulares realizadas com apenas oito dígitos ainda serão completadas, mas o usuário ouvirá uma mensagem orientando sobre o novo formato. Após o período de transição, as discagens com oito dígitos não serão mais completadas.

O nono dígito na telefonia móvel será implementado em todo o Brasil até o fim de 2016 e já funciona nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima. Com a medida, a Anatel busca aumentar a disponibilidade de números na telefonia celular e dar continuidade ao processo de padronização da marcação das chamadas.

Segundo o cronograma, no dia 11 de outubro deste ano, juntamente com Minas Gerais, os estados de Sergipe e Bahia também adotarão o formato.

A alteração no formato do número telefônico se aplica somente ao Serviço Móvel Pessoal (SMP). Os números de telefones do serviço fixo comutado (números iniciados com os algarismos 2, 3, 4, 5 ou 6), e do serviço móvel especializado (números iniciados com 7) permanecem no atual formato de oito dígitos.

 

FONTE: O Tempo.


6 mitos sobre as melhores maneiras de carregar o celularQuais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

  • Quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

Todo dono de celular já ouviu recomendações como “não deixe seu aparelho carregando a noite inteira”, “não use seu telefone enquanto ele estiver carregando” ou “só carregue o celular quando acabar a bateria”.

Mas, nos últimos anos, as baterias dos celulares evoluíram consideravelmente e alguns truques já são obsoletos.

A maioria das baterias de smartphones, como os da Samsung ou da Apple, é de íon de lítio. Elas carregam mais rápido, pesam menos e têm uma vida útil mais longa.

Então, quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, fez uma pesquisa para desmascarar algumas dessas lendas. Confira.

1) É melhor esperar a bateria acabar para recarregar o celular

Falso. Carregar o celular frequentemente não prejudica as baterias.

A Apple diz: “Recarregue a sua bateria de íon de lítio a qualquer hora. Não há necessidade de usar 100% dela antes de recarregá-la.”

Há quase um consenso entre especialistas em tecnologia que a carga ideal para uma bateria de íon de lítio varia entre 20% a 80% de sua capacidade. Segundo eles, mantê-la dentro desses parâmetros é ideal para aumentar a vida da bateria.

Em outras palavras: não é recomendável manter seu celular 100% carregado ou deixá-lo chegar a zero.

Os especialistas também sugerem desligar ou reiniciar o aparelho pelo menos uma vez por semana para maximizar o potencial da bateria.

2) É errado deixar o telefone recarregando durante a noite toda

Falso. Os smartphones de hoje são suficientemente inteligentes para saber quando a bateria é recarregada por completo e deve parar de carregar, enquanto o aparelho ainda estiver conectado à fonte de energia.

3) Carregadores “não oficiais” são ruins e podem danificar a bateria

Os carregadores originais, da mesma marca do celular, são os mais adequados para recarregar o telefone.

Mas muitas das vezes eles são caros e os usuários acabam recorrendo a alternativas.

Carregadores menos conhecidos e de marcas mais baratas também funcionam.

O problema, na verdade, está nos carregadores “piratas”, de fornecedores desconhecidos, que não foram projetados especificamente para o telefone que o usuário quer recarregar.

Alguns nem sequer carregam os dispositivos de maneira adequada ou demoram muito tempo para fazê-lo.

Portanto, a dica é sempre suspeitar de carregadores ilegítimos e extremamente baratos.

4) É errado usar o telefone enquanto ele estiver recarregando

Em geral, não há nenhum problema em usar o telefone enquanto ele estiver recarregando.

Histórias assustadores vêm alimentando esse mito: em julho de 2013, a chinesa Ma Ailun, de 23 anos, foi eletrocutada ao responder a uma ligação em seu iPhone 5 enquanto o telefone estava recarregando.

Casos semelhantes foram amplamente divulgados pela imprensa internacional.

Na maioria dos incidentes, a culpa recaiu no uso de carregadores não originais e de má qualidade.

Se o usuário utiliza um carregador de qualidade, não deve ter nenhum problema de segurança.

A Apple recomenda “deixar o telefone recarregar por pelo menos 10 minutos antes de utilizá-lo”, quando a bateria de um iPhone está praticamente vazia e ao recarregá-lo aparece uma tela preta.

“Então você pode usar o telefone enquanto ele ainda estiver recarregando”, diz a empresa.

Por outro lado, usá-lo enquanto estiver recarregando não tem nenhum efeito negativo sobre o processo.

Pense que mesmo quando você não está ativamente usando o telefone durante o carregamento, o aparelho está trabalhando: ele pode estar conectado a uma rede sem fio e receber informações.

5) O telefone carrega mais rápido no modo avião?

Sim, mas a diferença é pequena. Se você colocar um celular para carregar no modo avião o processo será um pouco mais rápido do que o normal.

Isso porque o modo avião desativa as opções de acesso à rede 3G e ao Wi-Fi, e assim o telefone utiliza menos bateria durante o carregamento.

A desvantagem desse truque é que, enquanto o aparelho estiver no modo avião, não pode receber ligações ou acessar a internet.

A reportagem da BBC Mundo colocou o mito à prova e comprovou que carregar 10% do celular com o modo avião ativado é 1 minuto mais rápido do que pelo método tradicional.

6) Recarregar o celular no computador é mais demorado?

A velocidade com que um celular é carregado depende da potência elétrica dos acessórios usados nesse processo.

No caso da Apple e dos iPhones, por exemplo, essa potência varia de acordo com as especificações técnicas dos cabos e carregadores.

A energia elétrica ou potência define a velocidade à qual a energia é transferida, de modo que a potência mais, antes de recarregar a bateria.

A potência elétrica define a velocidade que a energia é transferida. Dessa forma, quanto maior for a potência, mais rápido a bateria será carregada.

Por exemplo, um carregador de iPhone tem 5 watts de potência enquanto que um cabo de USB ligado ao computador tem 2,5.

Nesse caso, usar o carregador é mais rápido.

FONTE: UOL.


Mulher deixa para marido preso TV recheada com maconha e celulares

Dentro do televisor de Led, foram encontrados onze celulares, onze carregadores, um quilo de droga, um fone de ouvido, dois cartões de memória e dois Pen Drives

O caso é parecido com o acontecido em Caicó (Rio Grande do Norte), em fevereiro desse ano

TV DROGA

A TV apreendida em Caicó/RN

A Polícia Militar (PM) está à procura de uma mulher que deixou na tarde desta quinta-feira (26/03/2015) no presídio José Martin Drumond, em Ribeirão das Neves, na Grande BH, para o marido, que está preso, uma televisão recheada com um quilo de maconha, onze celulares e onze carregadores. Com medo, a suspeita deixou o objeto na portaria e fugiu.

Na tarde desta quinta, no horário de visita desta quinta, a mulher de um dos detentos, levou uma TV de Led para o marido e foi embora. “O televisor ‘fininho’ chegou a passar pelo raio-x, mas nada foi constado”, contou um agente penitenciário, sob anonimato.

A maconha, os celulares, os carregadores, um fone de ouvido, dois cartões de memória e dois Pen Drives, não foram detectados porque estavam enrolados em um papel alumínio e em um recorte de lã. Conforme o agente penitenciário, a camuflagem foi tão bem feita, que ao ligar a TV ela funcionou normalmente.

“Como a suspeita não ficou para entregar o objeto para o marido, nós desconfiamos. A partir daí, um técnico do presídio abriu o televisor e encontrou o material no tubo”, contou o funcionário do presídio.

O agente penitenciário alegou que no momento em que a mulher deixou a televisão na portaria o local estava cheio e não foi possível identificá-la. O detento foi interrogado e confessou ter pedido para sua mulher levar o material. Ele foi encaminhado para a 10ª Delegacia da Polícia Civil de Neves, onde a ocorrência está sendo encerrada.

 

Mulher presa ao tentar entrar com televisor recheado de celulares no Presídio em Caicó

Foi presa neste domingo (15/02/2015) em Caicó a parelhense Andreza de Paula,28 anos, residente na cidade de Parelhas. Andreza foi flagrada em posse de um aparelho de TV com 11 celulares escondidos no interior dela.

Conduzida para a DP ela  disse que apenas fez um favor para uma outra mulher que estava em frente ao presídio, que estava com uma criança nos braços. A acusada foi conduzida para a DP local.

FONTE: O Tempo e Cardoso Silva.

 

 


Telefones celulares de Minas Gerais terão mais um dígito a partir de outubro

Na fase de implantação as ligações serão completadas normalmente e o usuário irá ouvir uma mensagem orientando as próximas ligações

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Os números de telefones móveis de Minas Gerais serão alterados para o formato de nove dígitos, com a inclusão do 9 antes do número, a partir do dia 11 de outubro. A medida cumpre a resolução da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) n° 553, de 14 de dezembro de 2010. 

Segundo o cronograma, no dia 11 de outubro deste ano, juntamente com Minas, os estados de Sergipe e Bahia também adotarão o formato. Antes disso, em 31 de maio, a medida será aplicada em outros seis estados: Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.

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O nono dígito na telefonia móvel será implementado em todo o Brasil até o fim de 2016 e já funciona nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima. Com a medida, a Anatel busca aumentar a disponibilidade de números na telefonia celular e dar continuidade ao processo de padronização da marcação das chamadas.
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Na primeira fase de implantação as chamadas para telefones celulares realizadas com apenas oito dígitos ainda serão completadas, mas o usuário ouvirá uma mensagem orientando sobre o novo formato. Depois do período de transição, as discagens com oito dígitos não serão mais completadas.
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A alteração no formato do número telefônico se aplica somente ao Serviço Móvel Pessoal (SMP). Os números de telefones do serviço fixo comutado – números iniciados com os algarismos 2, 3, 4, 5 ou 6 -, e do serviço móvel especializado – números iniciados com 7 – permanecem no atual formato de oito dígitos.

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FONTE: Estado de Minas.


 

Empresa cria bateria de smartphone que pode ser carregada em 30 segundos

Em vídeo divulgado, companhia israelense demonstra o produto que já é chamado de bateria da próxima geração

 
Reprodução/Youtube

Usando a nanotecnologia para sintetizar moléculas artificiais, a empresa israelense Tel Aviv StoreDot afirma ter criado uma bateria que pode revolucionar o uso dos eletrônicos. Chamadas de “next-generation batteries”, ou baterias da nova geração, a invenção promete que um smartphone carregado em apenas 30 segundos pode funcionar durante um dia inteiro. O segredo estaria na velocidade com que a bateria absorve a potência e na sua capacidade de armazenamento

A empresa afirma que o produto será capaz de substituir as baterias de íons de lítio, que são usadas em larga escala nos smartphones e na maioria dos equipamentos eletrônicos. O produto ainda está sendo desenvolvido e a empresa acredita que ele estará disponível no mercado em 2016.

“São materiais nunca desenvolvidos antes”, disse Doron Myersdorf, fundador e presidente-executivo da StoreDot, cujos investidores incluem o bilionário russo e dono do clube Chelsea Roman Abramovich. A empresa divulgou um vídeo demonstrando o processo de recarga da bateria. O protótipo ainda tem um tamanho inviável para o mercado, mas a companhia afirma que esse problema será solucionado antes da invenção chegar às lojas.

FONTE: Estado de Minas.

Juiz de Rondônia manda intimar parte de processo por aplicativo de celular

Magistrado pediu que WhatsApp fosse utilizado para intimar autora.
Tribunal de Justiça não se posicionou contra o profissional.

 

Juiz de Presidente Médici solicitação intimação por WhatsApp, em Rondônia (Foto: Gaia Quiquiô/G1)
Juiz João Valério solicitou intimação por WhatsApp em Rondônia

Um juiz de Presidente Médici (RO), município a cerca de 400 quilômetros de Porto Velho, decidiu inovar na hora de intimar as partes para o cumprimento de uma ação de execução e determinou que a autora do processo fosse encontrada por meio do aplicativo WhatsApp, usado para a troca de mensagens via telefone celular. O magistrado alegou que o juizado tem como princípios a celeridade e informalidade e, por isso, não reconheceu nada que impedisse o ato. A autora da ação foi localizada.

“Não sendo apresentados embargos [recursos], intime-se a autora pelo meio menos oneroso e rápido (e-mail, telefone, WhatsApp…) para que apresente número de conta bancária”, disse o juiz João Valério Silva Neto, no despacho da ação do Juizado Especial Cível, conhecido como juizado de pequenas causas, que tem como objetivo julgar processos mais simples e fornecer respostas mais rápidas. A lei que regulamenta o procedimento deste tipo de processos diz que os princípios do juizado são a celeridade, informalidade e oralidade.

No processo, a autora ganhou a causa e o dinheiro estava à disposição. No entanto, o juizado não conseguia contatá-la. “Ela ganhou e não conseguimos localizá-la, por isso traçamos uma estratégia, que foi o objetivo do despacho publicado no Diário da Justiça, para localizar por meio menos oneroso, pedido por telefone, e-mail, WhatsApp ou qualquer outro meio informal e rápido”, explica Neto.

De acordo com o magistrado, a decisão foi o mecanismo que o juizado especial encontrou para dar solução ao processo. A autora da ação foi localizada e levantará o dinheiro disponível. A legislação não prevê este meio e o juiz afirma que foi questionado por muitos colegas de trabalho que se colocaram contra a decisão, mas afirmou que outros entenderam a visão do juizado de prestar um serviço mais rápido e eficiente.

“A Constituição também não prevê o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo, mas em uma interpretação constitucional foi reconhecida a sociedade entre pessoas do mesmo sexo. Não podemos nos prender exclusivamente ao pé da letra da lei, temos que ser criativos, responsáveis e tentar prestar um serviço de qualidade”, finalizou Silva.

Ainda segundo Neto, ao longo dos anos, o Judiciário ficou abarrotado de processos e, mesmo com o trabalho do juizado especial, existem muitas ações e o anseio por respostas. “É uma decisão normal do juizado com um procedimento simples, que pretendia buscar essa pessoa da forma mais simples com o objetivo de atender o desafio de prestar uma jurisdição rápida”, declarou o magistrado.

O Tribunal de Justiça de Rondônia não se posicionou contra a atitude do profissional e confirmou não existir punição para tal ato.

 

FONTE: G1.


De carona na polêmica
Reportagem do EM testa sistema de transporte oferecido em BH por meio do controverso aplicativo Uber e encontra carros de luxo, preço maior que táxi e motorista que ainda aprende trajetos e comete infrações de trânsito.
uber
DER-mg e taxistas consideram serviço ilegal
Alvo da ira de taxistas, o sistema de transporte executivo oferecido por meio do aplicativo Uber já funciona com 25 carros de luxo em Belo Horizonte e, pelo menos por enquanto, está liberado por autoridades de trânsito para circular com passageiros. O serviço, que levantou polêmica em vários países e até em São Paulo ao ser comparado a uma espécie de transporte de passageiros sem regulamentação e licitação (veja Saiba Mais), planeja chegar em breve a 100 veículos na capital mineira, segundo motoristas ouvidos pelo Estado de Minas. O Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) considera o serviço “em princípio ilegal”, mas ainda espera orientação da Advocacia Geral do Estado para decidir como agir. Enquanto isso, a reportagem do EM testou o sistema e constatou que, apesar do conforto, as viagens são cerca de 25% mais caras que as de táxi e há motoristas com conhecimento limitado do trânsito e que cometem infrações de trânsito.A primeira corrida foi chamada às 11h18, na Praça Benjamim Guimarães (Praça ABC), com expectativa de atendimento em dois minutos. Pelo mapa do aplicativo pode-se rastrear o caminho e a distância do carro chamado para o passageiro. O tempo de atendimento, no entanto, chegou a nove minutos e o motorista parou em área proibida para embarcar o passageiro. “Puxa, ainda está errado (a situação). Você (passageiro) tinha de esperar eu sair do carro e abrir a porta. Tinha que sentar atrás, onde tem água gelada para você beber e não na frente”, desculpou-se o condutor, um homem bem vestido que está há duas semanas no serviço. Antes, fazia traslados e transporte de noivas para igrejas.

Segundo o motorista, os valores têm compensado. “Aqui é só gente educada e o sistema de avaliação ajuda tanto o condutor quanto o passageiro. Se você gostou, me dá cinco estrelas. Se o passageiro causa problemas, a gente tira estrelas dele. Assim fica muito mais confiável para os dois”, opinou. O trajeto de 2,24 quilômetros até o Mercado Central levou exatos 8 minutos e 51 segundos e custou R$ 12, cerca de R$ 2,50 a mais do que num táxi. A trajetória e a velocidade foram adequadas e só houve um momento tenso, quando o motorista entrou junto com um BRT/Move no cruzamento da Avenida João Pinheiro com a Rua dos Guajajaras e precisou frear para não bater.

No segundo teste, feito no sentido oposto (Mercado Central-Praça ABC), houve vários problemas. O motorista passou direto na Avenida Augusto de Lima e trafegou pela faixa de circulação exclusiva do BRT/Move. Não satisfeito, deu marcha a ré na avenida e estacionou em lugar proibido na Rua São Paulo. Por meio do aplicativo, o taxista informou onde estava e perguntou se a reportagem poderia ir até ele ou se queria que voltasse – a primeira opção foi escolhida. O motivo da confusão é que, por não ser de Belo Horizonte, o condutor ainda se confunde com destinos e trajetos. “Somos cinco que viemos do Rio de Janeiro para aumentar a oferta de carros aqui até o fim do mês, enquanto mais motoristas de BH se cadastram”, justificou.

O homem, trazido do sistema carioca, conta que há remuneração por disponibilidade. “Cada hora que fico disponível ganho de R$ 16 a R$ 40, dependendo de uma tabela. De resto, trabalhamos com nossos carros e pagamos uma porcentagem ao Uber”, disse. Cada condutor deixa 20% da corrida com o aplicativo. O mesmo trajeto, de 2,39 quilômetros, foi cumprido em 11 minutos e 20 segundos e custou R$ 13, também cerca de R$ 2,50 a mais que num táxi convencional.

Espera por parecer Procurada pela reportagem, a BHTrans preferiu não se posicionar sobre o funcionamento do Uber. Por sua vez, o diretor de fiscalização do DER-MG, João Afonso Baeta Costa Machado, afirmou que o departamento tem monitorado as atividades virtuais e de campo dos veículos do aplicativo. Em princípio, o entendimento dele é de que se trata de um serviço ilegal. “Estamos observando e analisando por meio do serviço de inteligência e da advocacia do estado para saber se podemos agir como fazemos com serviços que funcionam sem autorização do poder público”, disse. “É um elemento novo, que tem surgido no mundo todo e por isso temos de estar atentos e acompanhar”, acrescentou.

Enquanto o serviço não é regulamentado ou proibido, Baeta recomenda que os passageiros evitem usar o Uber. O Ministério Público de Minas Gerais também foi procurado pelo EM, mas não se manifestou sobre a polêmica. O Sincavir, que representa taxistas, informou que considera o aplicativo concorrência desleal e que já protocolou no MP, na Prefeitura de Belo Horizonte e na BHTrans ofício pedindo a proibição do aplicativo. O sindicato ainda não obteve respostas.

O diretor de comunicação da Uber no Brasil, Fabio Sabba, disse que há intenção de regulamentar a atividade em Belo Horizonte, uma vez que, na avaliação dele, o serviço está sendo bem aceito. “A Uber não é proprietária de nenhum veículo e não emprega motoristas. É uma plataforma tecnológica que conecta passageiros e motoristas ao toque de um botão”, sustentou. O diretor, no entanto, não confirma os números de adesões, qual a expectativa de veículos parceiros que pretende chegar ou quais as gratificações em cada local. Segundo Sabba, os motoristas parceiros precisam de seguro que inclua os passageiros e autorização para usar o veículo para fins comerciais. “Todos passam por um rigoroso processo de checagem de antecedentes criminais e que inclui, ainda, checagens contínuas das informações e condições dos veículos”, afirmou.

 

Saiba mais

Reação em  várias cidades

O aplicativo Uber funciona em 230 cidades do mundo. No Brasil, o sistema entrou em conflito com os sistemas de táxi, que são concessões municipais. Em São Paulo, por exemplo, a prefeitura chegou a apreender três veículos que cobravam pelo serviço de transporte e só liberou os veículos após o pagamento de R$ 2,4 mil cada. Em reação a isso, porta-vozes da empresa norte-americana afirmaram que a legislação brasileira é desatualizada. O Uber já funcionava no Rio de Janeiro, onde os taxistas já se manifestaram contra a funcionalidade, inclusive fechando ruas, e estreou em Brasília na semana passada. Na Alemanha, a Justiça chegou a proibir o aplicativo, mas a decisão foi suspensa. Em Londres, a utilização foi legalizada.

 

Uber, o aplicativo que enfurece os taxistas

O serviço para chamar motoristas particulares no mundo todo chega ao Brasil

Investidores adoram o Uber, aplicativo de celular criado em 2009 no Vale do Silício, nos Estados Unidos. Ele apresenta motoristas particulares a clientes interessados em andar de carro, em troca de 20% do valor que o motorista cobra pela corrida. Em junho, a empresa anunciou que captara US$ 1,2 bilhão e valia US$ 18,2 bilhões no mercado. Isso faz dela a startup mais valiosa da história. Motoristas de táxi odeiam o Uber. Milhares de taxistas pararam o trânsito de capitais como Londres, Madri, Washington e Berlim, para protestar contra o que consideram concorrência desleal.

Alheia aos protestos, a clientela cresce. O Uber não divulga detalhes sobre o tamanho de seu público – nem atendeu a tempo aos pedidos de entrevista de ÉPOCA. Segundo o site especializado em tecnologia Tech Crunch, ele cadastra 800 mil novos usuários por semana. O que os passageiros brasileiros acham do Uber? A pergunta poderá ser respondida em breve. Presente em 140 cidades, de 39 países, ele anunciou sua chegada ao Rio de Janeiro e a São Paulo.

O Uber promete “rapidez e conveniência” para quem quer se deslocar com conforto, sem usar o próprio carro. Na prática, é um táxi de luxo. ÉPOCA testou o sistema. Depois de baixar o aplicativo gratuito num smartphone, o usuário deve preencher um pequeno cadastro com nome, telefone celular, e-mail e número de cartão de crédito. Em cerca de cinco minutos, pude fazer minha primeira chamada: uma corrida entre o centro do Rio e Leblon, na Zona Sul, no início da noite. O aplicativo calculou que a corrida custaria cerca de R$ 49 – R$ 12 a mais do que a corrida num táxi comum, sem trânsito.

Depois de confirmado o pedido, recebi uma mensagem com a foto do motorista que me buscaria, a placa e o modelo do veículo. No visor do celular, aparece um mapa em tempo real, indicando carros pretos conectados ao Uber espalhados pela cidade. Podemos acompanhar o carro se aproximar e o tempo de chegada até o ponto de embarque. O prazo de chegada prometido inicialmente, cinco minutos, foi recalculado até o carro chegar de fato: 18 minutos. Até aqui, a experiência é semelhante à dos aplicativos de táxi que se tornaram onipresentes no Brasil.

IMPOPULAR Taxistas protestam diante da sede  do Uber, na Califórnia.  O serviço é acusado  de concorrência desleal (Foto: Lucy Nicholson/Reuters)
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Taxistas protestam diante da sede do Uber, na Califórnia. O serviço é acusado de concorrência desleal

Nos Estados Unidos, o Uber investiu em carros suntuosos, como limusines, lançamentos e extravagâncias, como um DeLorean igual ao do filme De volta para o futuro. Em minha experiência, fui recebida por um Citroën C4 Pallas preto, de vidros escuros. Lançado em 2008, o carro médio, bastante espaçoso, saiu de linha no ano passado. O motorista, de terno e gravata, abriu a porta de trás e abasteceu o porta-copos do banco do carona com água mineral – sem perguntar se eu estava servida. Ao voltar ao volante, pediu desculpas pelo atraso.

Sem alarde, o Uber começou a funcionar no Rio de Janeiro em maio, tão discretamente que nenhuma autoridade se manifestou ainda sobre sua questionável regularidade. O serviço não é registrado pelas autoridades de transporte locais nem recolhe impostos. O aplicativo contou com a demanda de turistas estrangeiros no Brasil para a Copa, já acostumados ao serviço em seus países. Boa parte dos motoristas não fala inglês, segundo o condutor que me levava. Para atenuar o problema, muitos carregam uma cartilha com frases em inglês, como “Bom dia”, “Boa tarde “, “Boa noite “ e “Obrigado”. Como é de imaginar, não resolve. Dia destes, um passageiro americano bêbado embarcou em Santa Teresa, bairro da região central. Queria ir para o Aeroporto Internacional do Rio, na Ilha do Governador. “Ele tentou puxar papo. Eu sorria e acenava porque não entendi nada. Além de estar muito bêbado, só inglês”, disse o motorista. De táxi ou Uber, estaria igualmente incomunicável.

A publicitária carioca Lara D’Avila, de 23 anos, aprendeu a usar o aplicativo quando morou nos Estados Unidos. Lá, o serviço saía mais barato que o táxi, ao contrário do que acontece no Brasil. O Uber chegou aqui como uma opção de transporte mais sofisticado. “Ainda vou andar de táxi, mas às vezes chamo o Uber. O atendimento é mais exclusivo, dá a sensação de um carro particular. Gosto de usar para ir a festas e jantares”, diz.

Ao final da minha corrida, paguei R$ 55, R$ 6 a mais que o estimado inicialmente pelo aplicativo. O custo será debitado em meu cartão de crédito, conforme a mensagem enviada cerca de duas horas depois da corrida com a confirmação de valor, trajeto e duração. Ao desembarcar, percebi olhares curiosos dos frequentadores de um bar na calçada. Ninguém desce discretamente de um carro preto, com a porta aberta por um motorista em terno e gravata.

FONTE: Estado de Minas e Época.


Sistema que trava e destrava carros usando um celular com Android e um aplicativo que facilita o trabalho de motoristas de vans confirmam o talento inovador de jovens alunos

 

Chaves

Quem tem carro sabe que é mais do que comum perder as chaves, quebrá-las ou esquecê-las no seu interior. Justamente pensando nesse problema foi que um grupo de alunos do Colégio Padre de Man, em Coronel Fabriciano, no Vale do Aço, desenvolveu um dispositivo capaz de trancar ou destrancar as portas do veículo de forma segura, de modo que o proprietário possa acessar seu interior sempre que necessário, mesmo sem as chaves em mãos. Líder e criador do projeto, chamado T&D Móvel (ou Trava e Destrava Móvel), o estudante Gabriel Barros Marendino, do curso técnico em automação industrial, explica que o aparelho permite ao proprietário ou ao portador do código/senha previamente armazenado poder abrir sem problemas as portas, usando simplesmente um celular – com sistema operacional Android e com recursos Bluetooth –, conectado à central de alarme do veículo.

Segundo Marendino, com o celular o sistema aciona a placa de desenvolvimento microcontrolada Arduíno Uno R3, que envia comandos para o controle do alarme que, então, passa a funcionar como se fosse um mecanismo trava e destrava. “Um caso típico do problema ocorre quando uma pessoa sai do veículo deixando a chave na ignição e, quando retorna segundos depois, as travas das portas foram acionadas automaticamente pelo fato de esse acionamento estar programado na central do alarme.

Para resolver isso, a pessoa vai perder tempo, pois será necessário chamar um chaveiro ou localizar a chave reserva. E caso o chaveiro seja chamado, em média R$ 100 serão gastos para a abertura do veículo”, diz Gabriel Marendino. O aparelho foi apresentado no mês passado na Fetec, uma feira técnica do Colégio Padre de Man, realizada de dois em dois anos e dirigida a alunos do ensino médio técnico.

Ideia prática Ele ressalta que em conversas diárias com amigos e familiares sempre o assunto gira em torno da necessidade de sistemas e tecnologias que possam facilitar e agilizar o dia a dia, trazendo maior produtividade e aproveitamento do tempo. “Certo dia, o professor de economia Ivo Ribeiro, que acabou se tornando o grande incentivador do projeto, me contou que ligou seu carro para resfriar o ambiente com o ar-condicionado enquanto guardava algumas compras no porta-malas. Devido ao acionamento automático da central de alarme, as portas foram travadas sem que ele percebesse. Ao fechar o porta-malas, ficou do lado de fora, sem ter como entrar no veículo, que estava funcionando e com o ar ligado. Teve de chamar um chaveiro, pagar pelo serviço e ver o carro queimar gasolina desnecessariamente. Foi daí que nasceu a ideia do dispositivo.”

O garoto, pensando então no assunto, aproveitou o conteúdo das aulas de banco de dados e de introdução à programação lógica do curso que frequenta na escola e resolveu aplicar o conhecimento no projeto, utilizando a programação no Arduíno Uno R3, que é uma espécie de microcontrolador capaz de transmitir informações constantemente a um circuito, tornando-o sempre ativo. “O projeto, que teve orientação do professor Alcebíades Fernando de Oliveira Trindade, traz praticidade e agilidade aos motoristas, permitindo acesso seguro ao veículo de maneira rápida e econômica em qualquer situação”, diz o estudante, revelando que o aparelho utiliza os seguintes componentes: uma placa Arduíno Uno R3, um dispositivo Bluetooth Shield, controle de alarme da Sistec, um kit conexão para Arduíno, uma fonte externa para Arduíno e uma placa de cobre para montagem de circuito. Na montagem do projeto, que já foi apresentado à montadora Fiat, segundo ele, foi utilizado um veículo Fiorino com alarme e trava elétrica e um celular com Android e Bluetooth.

 

TECNOFEIRA 
A 21ª edição da Tecnofeira ocorrerá nos dias 28 e 29 de novembro, no Minascentro, tradicional evento promovido pelo Cotemig para alunos da 3ª série do curso técnico em informática. Este ano serão apresentados 59 projetos de conclusão de curso, realizados por equipes, que se caracterizam pelo desenvolvimento ou personalização de ferramentas tecnológicas, sejam sites, aplicativos ou softwares. “Essa exposição apresenta ao mercado de trabalho uma mão de obra com experiência prática em programação e variadas possibilidades de soluções em informática a baixo custo. Muitos projetos são aproveitados imediatamente pelo mercado, pois sempre surgem boas ideias na feira”, diz Victor Lopes, acreditando que o Van chegando pode ser um deles, por ser muito útil e por não ter nada parecido por aí como concorrente.

 

Transporte mais ágil

 

Outro projeto criado por jovens estudantes e que usa veículos para mostrar sua utilidade é o Van chegando, aplicativo em desenvolvimento por um grupo de seis alunos da terceira série do ensino médio do Colégio Cotemig. O app busca tornar mais prático e objetivo aos motoristas de vans o transporte de passageiros, especialmente estudantes dos vários colégios da cidade. “Trata-se de um programa direcionado exclusivamente ao condutor que trabalha com transporte escolar, que vai encontrar muito mais facilidade em exercer seu trabalho sem perder tempo”, afirma Victor Lopes Marques Pereira, um dos desenvolvedores e responsável pelo trabalho visual e de marketing do aplicativo.

De acordo com ele, para usar da melhor maneira o aplicativo o motorista deve cadastrar no sistema todos os passageiros contratantes do serviço. Os estudantes, por sua vez, devem confirmar diariamente a presença na van. Assim, com a confirmação dos passageiros daquele dia, o aplicativo traça a rota das residências pelas quais o motorista tem de passar, facilitando ao máximo o trajeto. “O condutor, se quiser, pode ainda enviar uma notificação ao passageiro informando que já está chegando à residência, de forma a agilizar o embarque. 

Da mesma forma, o estudante que por algum motivo não for à aula naquele dia deve fazer sua notificação no programa, evitando, assim, que a van passe desnecessariamente em sua casa”, explica o jovem, destacando que o programa também fornece informações sobre as condições de trânsito para que o motorista possa optar pelos trajetos mais adequados. 

Inspiração Victor Lopes revela que o app foi inspirado no já conhecido Way Taxi, que é mais do que um aplicativo para chamar táxi, e sim uma plataforma de comunicação para passageiros e taxistas com o princípio da colaboração dos usuários. Como linguagens de programação, usaram a PHP, que é uma das mais procuradas no mercado para o desenvolvimento de aplicações para web – além de ser de fácil aprendizado e de código aberto (livre para uso) –, e JavaScript, que é uma linguagem leve, interpretada e baseada em objetos, também própria para páginas web.

O projeto Van chegando está sendo desenvolvido desde fevereiro e vai ser apresentado na Tecnofeira, nos dias 28 e 29 de novembro, em BH. “Estamos em fase final de desenvolvimento do app, que vai estar à disposição para todas as plataformas por ser um produto webview, ou seja, o programa vai direcionar o usuários para um site onde todos poderão acessá-lo”, explica, ressaltando que, para uso em smartphones, inicialmente está sendo feita uma versão para Android, mas que a plataforma iOS também receberá o produto. “Nosso propósito é expandir o aplicativo para o máximo da sua usabilidade, para só depois tentarmos algo comercialmente”, assegura o estudante.

 

FONTE: Estado de Minas.


Fantasiado de Batman, empresário persegue e prende ladrão de celular

Fantasiado de Batman, empresário persegue e prende ladrão de celular
Um homem fantasiado de Batman ajudou a polícia a prender um ladrão de celular em São Paulo

Vestido de Batman, um homem perseguiu e deteve um rapaz na noite desta quarta-feira (18) depois de ter seu celular furtado dentro de uma padaria no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo. O empresário Gleyson Dias, 39, faz parte do grupo “Loucos pela Paz”, que usa roupas de personagens famosos para fazer protestos. Ele havia acabado de participar de uma reunião com integrantes da prefeitura para discutir a saúde pública na zona sul da cidade. A gestão Fernando Haddad (PT) confirmou que Dias estava fantasiado de Batman no evento.

A irmã do rapaz que foi perseguido pelo empresário e preso em seguida pela polícia admite que seu irmão furtou o celular de Dias. Afirma, porém, que ele é viciado em crack, que foi alvo de humilhação e de um “flagrante armado”. Dias afirma que esqueceu seu celular no balcão da padaria quando foi pagar a conta. “Parei para tomar um café. Fui pagar e esqueci o celular no balcão”, conta.

A cena foi gravada por uma câmera de vigilância da padaria. O vídeo mostra que instantes depois, o desempregado Leonardo de Lima, 30, aproxima-se do balcão, pega o celular e vai embora. Quem avisou Batman sobre o furto foi o dono da padaria, segundo funcionários ouvidos hoje. “O Batman estava sozinho, esqueceu o celular no balcão. Meu patrão viu o furto na câmera interna e o avisou”, diz a balconista Daiane Oliveira. Batman começou a perseguir o rapaz. “Andei uns 15 minutos de moto e o encontrei na entrada de uma biqueira. Conheço todas as biqueiras do Capão”, afirma.

Os pés de Leonardo foram amarrados com uma corda. O celular furtado estava em seu bolso, segundo a polícia. “E aí, ladrão, dá um oi para o Whatsapp”, diz o empresário em um vídeo postado no Facebook. Em seguida, ele pisa com a bota no rosto do rapaz que furtou o celular. A PM foi acionada, mas o rapaz foi levado antes à delegacia por agentes da GCM (Guarda Civil Metropolitana) que passavam pelo local. Leonardo de Lima foi indiciado por furto qualificado. Amanhã à tarde, ele será transferido para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Osasco, na Grande SP.

Desde 2013, Dias já participou de diversos protestos vestido de Batman. No último dia 2, fez um rapel no prédio da Câmara e acabou detido. Segundo o advogado criminalista Fábio Simantob, qualquer pessoa pode prender um suspeito de ter praticado um crime. A detenção deve ocorrer logo após o crime para que o flagrante seja caracterizado. Ele afirma que o empresário pode ser indiciado por “maus tratos” por ter pisado na cabeça de Leonardo.

 FONTE: Hoje Em Dia.


App faz celular ‘virar’ telefone fixo que recebe ligação até fora do país

Para cliente da GVT, ‘Freedom’ utiliza tecnologia inédita na América Latina.
Atualização do aplicativo permitirá fazer videoconferências, diz empresa.

Celular - GloboNews (Foto: Reprodução GloboNews)

A operadora de telecomunicações GVT lançou um aplicativo que permite atender ligações direcionadas a um número de telefone fixo ou fazer ligações a partir dele em um smartphone ou tablet.

O app GVT Freedom permite que os usuários utilizem o serviço de telefonia fixa mesmo se não estiverem dentro do país.

“É como se fosse uma extensão do seu telefone fixo em qualquer lugar do mundo que tenha WiFi ou internet móvel”, diz Daniel Neiva, vice-presidente de marketing e vendas da GVT.

A operadora é a primeira a disponibilizar essa tecnologia na América Latina. A novidade vale apenas para os clientes da companhia, que opera em 150 cidades Brasil afora –chegou a São Paulo em 2013, mas, por ora, atua em apenas cinco bairros .

A possibilidade de fazer que um celular “vire” um telefone fixo é uma tecnologia disponibilizada por apenas outras cinco companhias ao redor do mundo: Orange (França e Reino Unido), British Telecom (Reino Unido), TeliaSonera (Suécia), Cincinnati Bell (EUA) e T-Mobile (Alemanha).

No caso da GVT, a “transformação” do celular em telefone fixo é possível devido à infraestrutura de rede da operadora. O sistema de fibra óptica da companhia converte os sinais de voz em dados sobre IP (protocolo de internet), que podem ser transferidos pela rede.

Antes de ser lançado, o app foi testado por 450 funcionários da GVT. Um deles fez a experiência com a filha, que estuda em uma universidade dos EUA. Com isso, a garota passou a atender no próprio celular ligações destinadas ao telefone de sua casa no Brasil.

“Os telefones tocam simultaneamente. Quem atende primeiro, recebe a ligação”, afirma Neiva.  A tecnologia lembra Skype e Viber, que podem ser instalados em computadores, celulares e tablets. Esses sistemas, porém, fazem apenas ligações entre aparelhos em que estão instalados. Para fazer chamadas telefônicas para telefones ou celulares, é necessário comprar créditos. As chamadas feitas e recebidas pelo Freedom consomem a franquia de minutos do próprio telefone fixo ou são debitadas na conta no fim do mês.

Videoconferência
Segundo Neiva, o lançamento do aplicativo tem o propósito de dar sobrevida ao declinante negócio da telefonia fixa, ancorando-o na mobilidade do celular. “A GVT acredita que isso vai transformar a indústria da voz fixa, que é antiga e está em desuso.”

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2012 foi o ano em que o celular esteve pela primeira vez presente em mais da metade dos domicílios brasileiros (51,3%).

Já o Instituto de Economia Aplicada (IPEA) mostrou que, além de ser o serviço de telefonia mais presente do país, o celular também é um forte ponto de acesso à web: em 38% das casas, pelos menos uma pessoa usa o aparelho para navegar na rede.

Por isso e para aproveitar sua rede de fibra óptica, a GVT trabalha em permitir um novo serviço por meio do aplicativo. “No futuro próximo, a gente quer liberar videochamadas pelo Freedom”, revela Neiva, que não deu uma previsão de quando o serviço será liberado.

Quando for disponibilizado, as videoconferências poderão ser feitas apenas entre smartphones e tablets, pois dependerá de dispositivos que tenham o aplicativo instalado. Outra das atualizações que estão por vir é aplicativo para TVs, que permitirá aos usuários usarem uma linha fixa nos aparelhos.

FONTE: G1.


Quem falou em Photoshop?

José Antônio Ramalho

 (Iiccy/Divulgação)

Para os amantes da fotografia digital, feita por câmeras ou celulares, o site http://ipiccy.com/ é um destino que não pode deixar de ser visitado. Ele é um canivete suíço para quem precisa manipular uma foto digital, seja para corrigi-la ou usar sua criatividade para criar montagens, colagens e aplicar efeitos especiais à foto. Uma das vantagens desse serviço on-line é que as fotos podem ser tratadas e gravadas diretamente na sua máquina, evitando assim longo tempo de upload e download das alterações. O site é gratuito, muitos dos efeitos e alterações podem ser feitos sem nenhum registro, mas os mais complexos pedem um cadastro simples com um e-mail e senhas específicos para o site.

O programa tem sete módulos. O primeiro é o Editor básico, que permite corrigir defeitos das fotos. O segundo, chamado PhotoEffects, permite aplicar efeitos ao estilo Instagran. Retouch permite corrigir e trocar a cor de cabelos, detalhes de pele, olhos, rugas e outros ajustes para correções faciais. Layers permite adicionar camadas sobre a foto, incluindo textos e até mesmo uma foto sobre outra. Painter permite pintura sobre a foto. A adição de molduras pode ser feita pela aba Frames e, por último, a aba Texture permite adicionar diversos tipos de textura à foto.

O primeiro passo depois de acessar o site é clicar no botão Start Editing. Em seguida, clique no botão Upload photo e selecione a foto ou grupo de fotos que deseja manipular. Na tela seguinte, clique no botão Enable Local Store e siga as intruções para permitir que as fotos sejam mantidas e gravadas no seu disco rígido.

Em seguida faça a seleção das fotos que deseja editar. Para fazer uma colagem, clique no botão Collage e, depois de selecionar as fotos desejadas, arraste-as para as posições. Se quiser editar uma única foto dê um duplo clique sobre ela e depois de aberta clique na aba correspondente ao efeito desejado. A partir de agora você pode selecionar o efeito no painel da direita e interagir sobre a foto. No final clique no ícone do disquete para salvar a foto na pasta desejada.

FONTE: Estado de Minas.


Operadoras de celular estão proibidas de estabelecer prazo de validade para créditos pré-pagos em todo o território nacional. Para o desembargador Federal Souza Prudente, do TRF da 1ª região, o estabelecimento de prazos configura-se um manifesto confisco antecipado dos valores pagos pelo serviço público de telefonia, que é devido aos consumidores.

A 5ª turma do TRF da 1ª região proibiu que as operadoras de telefonia móvel estabeleçam prazo de validade para créditos pré-pagos, em todo o território nacional.

A decisão resulta da apreciação de recurso interposto pelo MPF contra sentença da 5ª vara Federal do PA que, em ACP movida pelo próprio MPF contra a Anatel e as operadoras Vivo, Oi, Amazônia Celular e Tim, entendeu que a restrição temporal de validade dos créditos de celulares pré-pagos não apresenta qualquer irregularidade.

A resolução Anatel 477/07 estabelece que os créditos podem estar sujeitos a prazo de validade, devendo a prestadora oferecer, no mínimo, em suas lojas próprias, créditos com validade de 90 a 180 dias e, no caso de inserção de novos créditos antes do prazo previsto para rescisão do contrato, os créditos não utilizados e com prazo de validade expirado serão revalidados pelo mesmo prazo dos novos créditos adquiridos.

Para o relator do processo na 5ª turma, desembargador Federal Souza Prudente, “a Anatel não pode nem deve extrapolar os limites da legislação de regência, como no caso, a possibilitar o enriquecimento ilícito das concessionárias de telefonia móvel. Também não me convencem os argumentos no sentido de que a relação contratual estabelecida entre a concessionária e os usuários teria natureza eminentemente privada e, por isso, a fixação de determinado prazo de validade para os créditos por eles adquiridos não estaria sujeita à expressa previsão legal”, ressaltou.

O magistrado disse ainda que as cláusulas limitantes também esbarram no CDC, cujo art. 39 veda ao fornecedor condicionar o fornecimento de produtos ou de serviços ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos.

O desembargador declarou nulas as cláusulas contratuais e as normas da Anatel que estipulem a perda dos créditos adquiridos após a expiração de determinado decurso de tempo ou que condicionem a continuidade do serviço à aquisição de novos créditos.

Proibiu, ainda, que as operadoras Vivo, Oi, Amazônia Celular e Tim subtraiam créditos ou imponham prazos de validade para sua utilização, devendo as empresas reativar, no prazo de 30 dias, o serviço de todos os usuários que o tiveram interrompido, restituindo a eles a exata quantia em saldo existente à época da suspensão dos créditos. A decisão deve ser cumprida em todo o território nacional, sob pena de multa diária no valor de R$ 50 mil reais.

  • Processo : 2005.39.00.004354-0

FONTE: Migalhas.


À medida que aumentam os megapixels e novos recursos são introduzidos, o celular vai ocupando, cada vez mais, o espaço das antes tão úteis câmeras digitais compactas

 

Andar pela rua, ver um fato interessante e capturar na hora uma boa imagem era, alguns anos atrás, uma questão de sorte: estar no lugar certo, na hora certa e, principalmente, com uma câmera na mão. Hoje, obter isso está muito mais fácil, pois praticamente todo mundo carrega no bolso uma câmera fotográfica, e quase sempre de alta qualidade.

 
Elas estão nos celulares, oferecem alta resolução e ainda vêm cheias de aplicativos com várias opções de filtros e outros recursos que tornam os aparelhos uma opção melhor do que boa parte das câmeras compactas existentes no mercado. Alguns telefones móveis já trazem embutidas câmeras de 14MP de resolução, além de oferecer aplicativos que chegam a criar até fotos em 360 graus.

Mas até que ponto os celulares substituem as câmeras fotográficas? Para o escritor, fotógrafo e especialista em tecnologia José Antônio Ramalho, autor da coluna Atalho, do Informatic@,os smartphones topo de linha produzidos atualmente são melhores equipamentos fotográficos do que a maioria das câmeras amadoras de cinco anos atrás. Mas o fato é que, ainda por um bom tempo, os dois modos de capturar imagens vão caminhar juntos, cada um com sua função, seus efeitos e sua mobilidade. Haverá espaço para a câmera profissional com suas poderosas lentes, para as câmeras compactas com seus zooms e para os smartphones com seus filtros e sua praticidade. “Todos os equipamentos vão continuar tendo sua importância de acordo com a necessidade. Mas os celulares vão conquistar ainda mais o espaço ocupado pelos outros equipamentos”, afirma Joe Takata, gerente de Produtos da Sony Mobile Brasil.

Nesta edição, você vai conhecer ainda alguns truques para tirar o melhor do filtro Instagram, consolidado como o principal aplicativo de fotos para celular e conhecer aplicativos que são alternativa para o campeão. Há um verdadeiro mar de clones e, garimpando, dá para encontrar opções interessantes para conseguir fotos melhores no celular, além dos softwares que podem ser usados para complementar o serviço, como manipulações diferentes de câmera ou ferramentas de edição, que não estão disponíveis diretamente pelo Instagram.

As melhores imagens

Sabendo tirar o melhor partido de seus recursos, smartphones subtituem até com vantagens as câmeras amadoras. Experts dão dicas para arrasar nos cliques por aí

Para o fotógrafo Bob Wolfenson, a melhor dica para tirar boas fotos com um telefone é usar o recurso o máximo possível, experimentando sempre e sem medo de errar (Motorola/Divulgação)  
Para o fotógrafo Bob Wolfenson, a melhor dica para tirar boas fotos com um telefone é usar o recurso o máximo possível, experimentando sempre e sem medo de errar

O premiado fotógrafo paulista Bob Wolfenson, autor de exposições de fotos capturadas com telefones móveis, diz que os celulares substituem muito bem as tradicionais câmeras pequenas geralmente usadas em viagens. “O nível de qualidade das imagens alcançado por esses aparelhos é impressionante. Comparar as antigas câmeras de filmes com as atuais dos celulares chega a ser engraçado”, brinca o fotógrafo.

Tempos atrás, quando viajava, Wolfenson levava um equipamento para fazer imagens mais pretensiosas e uma câmera portátil para capturar cenas de momentos que interessassem. “Hoje nem me lembro mais que tenho uma câmera assim. Meu celular a substituiu completamente. E ele ainda nos garante a possibilidade real de verdadeiros furos jornalísticos”, afirma, ressaltando, entretanto, que os celulares estão ainda muito distantes de uma comparação com as câmeras profissionais.

Junto com a Motorola, que havia lançado dois modelos de celulares com bom enfoque para imagens, Bob Wolfenson fez recentemente uma exposição em São Paulo. O foco foi o cotidiano. Entre centenas de fotos feitas em cinco dias, ele selecionou 24, uma para cada hora. “Tentei sintetizar o que ocorre num dia, buscando capturar a melhor imagem que representasse o horário em que ela foi feita. O celular se mostrou bem prático: por ser tão portátil, me propiciou fazer fotos de momentos em que a rapidez era necessária, como de dentro do carro e em movimento. Levantar e poder fazer despretensiosamente uma foto do café da manhã, sem precisar preparar uma câmera, foi tudo de bom.”

USE, USE, USE
 A melhor dica de Bob Wolfenson para fazer boas fotos com um celular é simples: “Use bastante, até mesmo como um caderno de notas, pois é assim que você vai entender melhor o aparelho e seus recursos. Faça fotos sem a intenção de ficar postando na internet, mas como uma forma de se exercitar. Se você pretende seguir rumos mais profissionais, as fotos feitas com celular são bom aprendizado.”

O fotógrafo revela que não usa nada além dos recursos próprios da câmera. Filtros, como os do Instagram, devem ser usados posteriormente, se a situação pedir algo diferente. E procure fazer fotos com o celular em situações que haja bastante luz. “Imagens capturadas contra a luz terão qualidade questionável. Por outro lado, fotos feitas assim podem apresentar resultados bem bonitos. Às vezes vale a pena perder em qualidade e ganhar em criatividade”, ensina.

AS MANHAS DO INSTAGRAM

O repórter fotográfico do EM Alexandre Guzanshe (@guzanshe) é viciado em Instagram. Ninguém melhor, portanto, para dar algumas dicas a quem pretende fazer fotos mais bonitas e criativas usando o aplicativo: 

1) Com certeza, para fazer fotografias bonitas usando um celular, escolher um aparelho que ofereça alta resolução e melhor definição é o início de tudo
2) Procure fotografar em lugares e ambientes que tenham mais luz
3) Arrisque enquadramentos e cortes diferentes. Lembre-se que o formato do Instagram é quadrado
4) Fotografe com um aplicativo específico para fotos (existem opções gratuitas e pagas) e só depois importe a imagem para o Instagram
5) Use e abuse dos filtros. Aplique uns em cima de outros. Teste o foco seletivo
6) Siga alguns fotógrafos no Instagram e veja seus trabalhos. Aprender também é ver
7) E lembre-se de que quem fotografa é o seu olhar e não a câmera

VITRINE

HTC One
» Tela: 4,7 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon 600
» Sistema operacional: Android 4.1 (Jelly Bean)
» Câmera: 8MP
» Armazenamento: de 32GB a 64GB

Samsung Galaxy S4
» Tela: 5 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon 800
» Sistema operacional: Android 4.2.2 (Jelly Bean)
» Câmera: 13MP
» Armazenamento: de 16GB a 64GB

iPhone 5
» Tela: 4 polegadas
» Processador: A6 Dual-core
» Sistema operacional: iOS 5
» Câmera: 8MP
» Armazenamento: de 16GB a 64GB

Nokia Lumia 920
» Tela: 4,5 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon S4
» Sistema operacional: Windows Phone 8
» Câmera: 8,7MP
» Armazenamento: 32GB

Sony Xperia SP
» Tela: 4,6 polegadas
» Processador: Qualcomm Snapdragon Dual-core
» Sistema operacional: Android 4.1 (Jelly Bean)
» Câmera: 8MP
» Armazenamento: 8GB

Olhares do mundo

Na esteira do Instagram, principal aplicativo de fotos para celular, surgem opções que vão de programas de edição a compartilhamento, como o de imagens em tempo real de cidades

O quarteto responsável pelo Pictastik: aplicativo já é sucesso no sistema iOs e deve chegar também para Android  (Bruno Peres/CB/D.A Press)  
O quarteto responsável pelo Pictastik: aplicativo já é sucesso no sistema iOs e deve chegar também para Android

Uma pesquisa pela palavra “Instagram” na App Store do iOS retorna 460 aplicativos, além do original. Não são poucos os programas que tentam pegar carona no sucesso de Mike Krieger e Kevin Systrom. Entre o mar de clones, há várias opções interessantes para conseguir fotos melhores no celular, além dos softwares que podem ser usados para complementar o serviço, como manipulações diferentes de câmera ou ferramentas de edição, que não estão disponíveis diretamente pelo Instagram. Outros tentam apresentar a ideia geral de tirar e compartilhar fotos de maneira criativa.

Um dos programas que pegaram a fórmula do Instagram e a transformaram em um produto inovador foi criado em Brasília (DF). É o Pictastik, desenvolvido por um grupo de amigos da cidade e lançado na App Store do iOS no mês passado. O software segue o padrão: filtros, usuários, compartilhamento… Mas com um diferencial: você tem que tirar a foto na hora – não dá para escolher alguma que está no arquivo do celular. A restrição faz do aplicativo um feed em tempo real de imagens de várias cidades do planeta.

A ideia surgiu no início do ano passado, quando, em uma conversa, os irmãos Pedro Henrique e Daniel Marques se perguntaram: o que estaria acontecendo em um determinado lugar do mundo? “Não achávamos um lugar que mostrasse essas imagens em tempo real. Eu posso procurar uma hashtag de uma cidade no Instagram, mas, como o programa permite imagens de arquivo, não tenho como saber se a foto foi tirada naquele momento”, conta Pedro.

Nascia aí o projeto de criar um aplicativo com essa funcionalidade. No início, Pedro contratou uma empresa indiana para escrever o código. “Seis meses depois, o desenvolvimento não ia muito bem, mas já tinha um produto que poderia mostrar para possíveis sócios”, diz Pedro. Aí, ele entrou em contato com Alex, um colega do ensino médio, que o indicou para outro desenvolvedor, Paulo, fechando o quarteto que, hoje, está à frente do aplicativo.

Nas duas primeiras semanas na App Store, o Pictastik teve cerca de 4,5 mil downloads – 80% deles do Brasil. As imagens são separadas por cidade e também por categorias: restaurantes, hotéis, baladas, shows, paisagens, shoppings, monumentos turísticos e por aí vai. O local é registrado pelo GPS do celular e as fotografias são sempre exibidas de acordo com a data de publicação, respeitando o horário local. Se, por exemplo, você olhar São Paulo durante a parte da manhã, poderá encontrar muitas fotos de café da manhã ou caminho para o trabalho, enquanto o feed de Sydney deve mostrar a vida noturna do local.

Para futuras atualizações, a intenção do grupo é refinar a ideia de imagens em tempo real com um toque de guia turístico, permitindo que os usuários classifiquem os locais que visitam. “Queremos colocar elementos de descoberta social e recomendação, de observar o mundo através dos olhos de outras pessoas”, explica Pedro Henrique. Tudo está em inglês – a ideia é ser um aplicativo de alcance global. Entretanto, versões em português e espanhol estão planejadas para os próximos meses e, mais para a frente, uma adaptação do app para Android.

Pictastik
» Preço: gratuito
» Plataforma: iOS
» O que faz: o aplicativo organiza as fotos tiradas pelos usuários por cidades e países. Além disso, há categorias, como “lugares famosos para beber”, o que facilita a busca de quem utiliza o app.

Super Camera
» Preço: gratuito
» Plataforma: Windows Phone
» O que faz: o aplicativo exclusivo para a plataforma da Microsoft traz efeitos, filtros, leiautes e bordas para as fotos. Há a possibilidade de compartilhar com as principais redes sociais.

Flickr
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: iOS, Android e Windows Phone
» O que faz: além da possibilidade de enviar as fotos direto para o Flickr, o usuário pode personalizar as imagens com novos filtros, recursos de edição e geotags.

Shot Control
» Preço: US$ 2,99
» Plataforma: Android
» O que faz: o programa permite controlar as funções da câmera, desde o flash até o balanço do branco. Oferece a opção Instant Upload, o que faz com que as fotos sejam enviadas direto para o Google+.

Camera Plus
» Preço: gratuito
» Plataforma: iOS
» O que faz: o software traz funções interessantes para fotógrafos profissionais e amadores, como estabilizador de imagem, compartilhamento nas principais redes sociais e recorte de determinados elementos.

Sense the Color
» Preço: gratuito
» Plataforma: Windows Phone
» O que faz: é um aplicativo de edição de fotos para a plataforma da Microsoft. Com ele, é possível cortar, alterar cores e aplicar alguns efeitos.

Vignette
» Preço: R$ 5,30
» Plataforma: Android
» O que faz: usa mais de 70 filtros personalizáveis e 50 molduras em qualquer combinação para criar muitos efeitos de fotos. Tem ainda inúmeras funções, como zoom digital.

Diptic
» Preço: US$ 0,99 (iOS) e R$ 2,04 (Android)
» Plataforma: iOS e Android
» O que faz: o aplicativo oferece 56 leiautes para que o usuário combine as várias fotos. É possível ainda ajustar brilho, saturação e cor das imagens e exportá-las para o Instagram.

TurnMe Panorama
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: Android e Windows Phone
» O que faz: tira fotos panorâmicas. Ele utiliza o compasso, o giroscópio e o acelerômetro do telefone para que as imagens ganhem profundidade.

Picture Effect Magic
» Preço: gratuito
» Plataforma: iOS
» O que faz: com uma grande quantidade de efeitos, como sépia, preto e branco, espelho, arco-íris, história em quadrinhos, o aplicativo garante diversão durante horas.

Photo Editor
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: iOS e Android
» O que faz: o programa, além dos ajustes básicos, permite  clarear dentes, remover
espinhas, passar blush, batom e adicionar perucas.

Photo Funia
» Preço: gratuito
» Plataforma: Android
» O que faz: você tira a foto do amigo e a insere em várias situações, com vários filtros. A foto pode ir parar num outdoor em Times Square, por exemplo, ou estampar um cartaz de “Procurado”.

Photo Crop
» Preço: gratuito
» Plataforma: Android
» O que faz: para recortar as pessoas indesejadas ou mesmo para focar em um detalhe, o aplicativo oferece uma ferramenta precisa e garante que não há perda na qualidade da imagem.

PhotoShop Express
» Preço: gratuito (todas as plataformas)
» Plataforma: iOS e Android
» O que faz: a versão para smartphone do programa da Adobe traz as funções básicas, como clareamento, correção de olho vermelho e redução de ruídos.

Hair MakeOver
» Preço: US$ 1,99
» Plataforma: iOS
» O que faz: quer cortar o cabelo, mas acha que não vai ficar bom? O aplicativo reúne uma série de looks para você experimentar antes de ir ao cabeleireiro. Serve ainda para fazer graça com fotos de amigos.

FONTE: Estado de Minas.


Há 40 anos, era realizada a primeira comunicação via celular. Na época, o desenvolvedor Martin Cooper, autor da ligação, nem sonhava que o aparelho, de mais de 1kg, daria origem a verdadeiros computadores de bolso

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Martin Cooper sacou o telefone enquanto atravessava a Sexta Avenida, em Nova York: “Joel, aqui é o Marty. Estou te ligando de um telefone celular, um verdadeiro telefone portátil celular de mão.” A cena seria corriqueira, se não tivesse ocorrido em 1973, mais precisamente em 3 de abril, há exatos 40 anos. Essa foi a primeira conversa pública feita de um telefone celular, um acontecimento simbólico para uma época em que as pesquisas na área ainda engatinhavam, e chamadas sem fio pareciam pertencer a um futuro distante.
Outras vozes já haviam testado os telefones desconectados, mas a exibição de Cooper deixou claro que a tecnologia estava pronta para conquistar o mundo. Ele convocou a imprensa para demonstrar como o novo aparato funcionava e comprovou a eficiência do dispositivo com a ligação histórica. Como ainda não havia operadoras de celular, a linha do aparelho foi ligada ao sistema de telefonia convencional por uma estação-base instalada em um telhado da vizinhança. O desenvolvedor, que na época trabalhava para a Motorola, telefonou para Joel S. Engel, chefe da Bell labs. Na época, as duas empresas eram grandes rivais no mercado de telefonia.
O aparelho usado para a famosa conversa foi um protótipo da DynaTAC, desenvolvido pela Motorola e que só chegaria ao mercado uma década depois. O nome era uma sigla em inglês para Cobertura Dinâmica e Adaptativa de Área Total (Dynamic Adaptative Total Area Coverage). Pesando mais de 1kg, o equipamento em nada lembrava os smartphones usados hoje em dia. Para usá-lo, era necessário ouvir o sinal de discagem — igual ao dos aparelhos fixos — e economizar na conversa, já que a bateria não durava mais que 20 minutos.
O tamanho equivalia ao de dois iPhones enfileirados, e o formato lhe rendeu os apelidos de “tijolo” e “sapato”. “Tudo o que imaginamos era fazer um telefone superior que não ficasse preso à parede ou à mesa. Não tínhamos computadores pessoais nem telefone sem fio ou câmeras digitais. Era muito difícil imaginar que alguém consolidaria tudo isso em uma caixinha pequena”, comparou Martin Cooper em uma entrevista concedida em 2010 ao canal de tevê norte-americano C-SPAN.
A Motorola investiu 15 anos e mais de US$ 150 milhões para criar o aparelho, na época um item de luxo reservado a poucos. O telefone foi lançado em 1983 com o nome comercial de DynaTAC 8000X a um preço de quase US$ 4 mil (o equivalente a R$ 18,5 mil nos dias de hoje), e 900 mil unidades foram vendidas em apenas um ano.

Mobilidade Na década de 1970, telefones portáteis já eram uma realidade. No entanto, esses enormes aparelhos funcionavam por meio de sinais de rádio e só podiam ser vistos instalados em automóveis ou em pesadas malas que colocavam em xeque a ideia de mobilidade. “As experiências de Marconi deram origem à ideia de se comunicar à distância usando ondas eletromagnéticas. Assim, a telefonia nasceu sem fio, mas estava sujeita a muitas intempéries, e a telefonia com fio ganhou espaço”, ensina Gláucio Siqueira, professor do Centro de Estudos em Telecomunicações da PUC-Rio.

A adesão aos fios reservou as ligações desconectadas a telefonemas de longa distância, enquanto as conversas entre pessoas relativamente próximas eram feitas pelo sistema interligado. O número limitado de canais no mesmo espectro nunca permitira o uso de muitos aparelhos móveis simultaneamente. Ao mesmo tempo, muita informação se perdia nos longos cabos que partiam de uma região para outra, tornando necessário o uso das ondas de rádio para esse tipo de conexão.
O cenário só mudou com o aperfeiçoamento da tecnologia: enquanto invenções como a fibra ótica facilitaram as ligações entre cidades distantes, a manipulação das ondas tornou possível o uso de diversos telefones sem fio numa mesma região. “O que houve foi uma inversão de valores. O que era rádio ficou com fio, e o que era fio passou a ser rádio, com o advento do celular”, explica Siqueira. De acordo com o especialista, o uso de vários telefones móveis numa região só foi possível graças à divisão da cobertura em células, as antenas que poderiam compartilhar o mesmo canal para telefones de diferentes regiões. “É como uma tevê que, quando estava no Rio de Janeiro, pegava a Tupi no canal 4, mas, em outra cidade, pegava a Manchete no mesmo canal. É o mesmo espaço de frequência aberto para uma estação diferente em cada região. Isso só é possível porque é muito afastado.”

Evolução A telefonia celular só chegou efetivamente ao Brasil em 1991, quando a compra dos aparelhos era limitada, e tornou-se símbolo de status. Mas, enquanto brasileiros entravam em filas de espera e desembolsavam altas quantias para adquirir os primeiros celulares, o modelo analógico já era superado pelo digital nos Estados Unidos e na Europa.

A segunda geração de celulares trouxe consigo o início da padronização da tecnologia, permitindo o uso de um mesmo aparelho em vários países. A transmissão de dados em bits tornou o sistema mais eficiente, diminuindo o tormento de se obter e manter um sinal de qualidade. O tijolo de Cooper também foi superado por modelos menores, mais leves e mais eficientes, que também tinham agendas telefônicas, identificador de chamadas e até mesmo mensagens de texto.
Depois de conseguir levar o telefone para a rua e torná-lo mais eficiente que os aparelhos fixos, a indústria passou a investir em celulares que se igualassem a computadores. Foi o início da terceira geração de telefonia móvel, que usou a conexão de alta velocidade para a transmissão de fotos, vídeos e música, além da personalização dos sistemas. “É a chamada eterização, a tendência de compartilhar funções em menos dispositivos até eles evaporarem completamente. O material vai diminuindo, com uma tendência a desaparecer”, explica Jonatan Davi, gerente de novos projetos do Instituto Nacional de C&T em Convergência Digital (INCoD).
A tendência de miniaturização foi quebrada com o design do iPhone, pouco amigável a bolsos menos espaçosos. A nova tendência, de acordo com Jonatan Davi, é que o smartphone continue a acumular novas funções impulsionadas pela quarta geração de telefonia (que chega ao Brasil neste ano). Antes de voltar a encolher, os novos modelos já são adaptados para tarefas nunca imaginadas em 1973, como o monitoramento de pacientes à distância ou o pagamento de contas sem o uso de um cartão de crédito. “Hoje, eles se integram com computadores e passam a se comunicar via IP, se tornando microcomputadores de verdade”, aponta Jonatan. “Agora, o céu é o limite. Ainda há muitas ferramentas que podem ajudar a sociedade, essa é uma fronteira que continua pouco explorada”, avalia.

Nobel
Marquês Guglielmo Marconi foi o inventor do telégrafo sem fios e do rádio. O italiano se tornou famoso em 1899 ao estabelecer contato sem cabos entre a França e a Inglaterra, através do Canal da Mancha. Ele receberia o prêmio Nobel de Física 10 anos depois por colocar em prática as teorias propostas por Nikola Tesla na área da comunicação.

FONTE: Estado de Minas.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) multou novamente a operadora Oi, nesta quarta-feira, por meio das empresas TNL PCS S/A e 14 Brasil Telecom Celular S/A. Ao todo, a multa soma R$ 573,7 mil – A TNL PCS foi punida em R$ 338.889,72 e a Brasil Telecom, em R$ 234.847,84.

Oi

As duas empresas foram multadas por violarem determinações da Lei Geral de Telecomunicações e do Regulamento Geral de Portabilidade, entre outras legislações. As companhias não respeitaram, por exemplo, a liberdade de escolha do usuário por sua prestadora de serviço e nem procedimentos exigidos na lei para o cumprimento da portabilidade numérica solicitada pelos clientes.

Esta é a terceira multa aplicada pela Anatel à operadora Oi nos últimos cinco dias. Na terça-feira (19), a Telemar Norte Leste S/A, integrante do Grupo Oi, foi punida em R$ 4,6 milhões por descumprir metas de qualidade na prestação dos serviços de telefonia fixa. No último dia 15, a operadora foi multada em R$ 34,2 milhões, por desrespeitar metas de qualidade na telefonia celular ao longo de 2009.

FONTE: Agência Estado.


Publicação: 13/02/2013 12:55 Atualização: 13/02/2013 13:01

 (REUTERS/Aly Song/Files)

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) negou nesta quarta-feira à americana Apple o pedido de registro da marca iPhone para telefones celulares no Brasil, que já havia sido reconhecida no país à empresa Gradiente.

“O INPI negou o registro da marca iPhone à Apple para seus telefones celulares”, informou à AFP o departamento de imprensa do instituto. A decisão foi publicada oficialmente nesta quarta-feira pelo INPI.

A Apple fez o pedido de registro para o uso da marca com exclusividade no Brasil em 2007, quando lançou o popular aparelho.

Mas a brasileira Gradiente havia pedido o registro da marca “Gradiente iphone” em 2000, e ele foi concedido em 2008.

O INPI Também informou que a Apple apresentou um pedido para anular a marca iphone da Gradiente “alegando caducidade”, com o argumento de que a empresa brasileira não a utilizou nos cinco anos de prazo que tem para isso.

No fim do ano passado, a Gradiente surpreendeu o mercado ao lançar um telefone com o nome “Gradiente iphone”, o que levantou a polêmica e acelerou uma decisão do registro de marcas.

Os principais critérios para conceder direito a uso de marca são evitar confundir o consumidor (ou seja, que duas empresas usem o mesmo nome ou uma nomenclatura muito parecida para um mesmo produto) e quem chega primeiro, disse o INPI.

A decisão não tira da Apple o direito de comercializar seus aparelhos no Brasil com o nome iPhone, “porque o INPI não tem interferência na comercialização”, mas concede à brasileira Gradiente a possibilidade de exigir esta exclusividade na justiça, disse o instituto.

Nos Estados Unidos, a gigante americana Apple chegou a um acordo amistoso com a Cisco em 2007 sobre a utilização da marca iPhone, cujos direitos foram obtidos pela segunda em 2000.

FONTE: Estado de Minas.

Números de celular com nove dígitos que começaram a valer na capital paulistana agora chegam a outras regiões do país.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que Rio de Janeiro, Espírito Santo e o interior de São Paulo também passarão a contar com mais um dígito no número de telefone móvel.

Nono
A nova regra passa a valer para os códigos de área 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 (Estado de São Paulo) a partir de 25 de agosto deste ano. O comunicado também agenda para o dia 27 de outubro a inclusão do nono dígito nos celulares das áreas 21, 22 e 24 (Estado do Rio de Janeiro) e 27 e 28 (Espírito Santo). A intenção é de ampliar os recursos de numeração para o Serviço Móvel Pessoal.

Minas Gerais ainda fica de fora das mudanças pelo menos até 31 de dezembro de 2015. Segundo cronograma da agência reguladora, os celulares nas áreas 31, 32, 33, 34, 35, 37, 38 terão mais um número daqui a pouco menos de três anos.

Veja o que muda 

O dígito 9 (nove) será acrescentado à esquerda dos atuais números de celular, que passarão a ter o seguinte formato: 9xxxx-xxxx. No momento da discagem, o nono dígito deverá ser acrescentado por todos os usuários de telefone fixo e móvel que liguem para telefones móveis dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, independentemente do local de origem da chamada.

Por um tempo determinado, as ligações discadas com oito dígitos ainda serão completadas, para adaptação das redes e dos usuários. Gradualmente haverá interceptações das chamadas e os usuários receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem. Após esse período de transição, as chamadas marcadas com oito dígitos não serão mais completadas.

Confira algumas perguntas frequentes 

1. Por que os números de celulares terão o nono dígito? 

Para dar continuidade ao processo de aumento da disponibilidade de números de telefones móveis (celulares) no Brasil, iniciado em 2012 com as cidades de Código Nacional 11 (cidade de São Paulo e região metropolitana), atendendo à crescente demanda de novos usuários no país, conforme Resolução nº 553/10 da Anatel.

2. Os números dos telefones fixos também irão mudar? 

Não. Apenas os usuários da telefonia móvel, nos DDDs 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 21, 22, 24, 27 e 28 terão o “9” adicionado em seus números. Os telefones fixos continuarão com oito dígitos.

3. As ligações serão completadas caso não seja incluído o número 9? 

Por um tempo determinado, voltado para a adaptação das redes e dos usuários, as ligações com oito dígitos ainda serão completadas. Gradualmente, serão feitas interceptações, e o usuário receberá mensagens de voz com orientações sobre a nova forma de discagem. Após esse período, as chamadas discadas com oito dígitos não serão mais completadas.

4. O que ocorrerá 40 dias após os Dias D (dia em que começará a mudança da numeração)?

As chamadas feitas com oito dígitos para números que tenham recebido o nono dígito serão interceptadas pela prestadora e o usuário será orientado a usar a nova numeração. Após os 40 dias, as mensagens SMS e MMS também não serão enviadas se forem usados apenas oito dígitos.

5. O que ocorrerá 100 dias após os Dias D?

As chamadas feitas com oito dígitos para celulares que tenham recebido o nono dígito não serão mais completadas. O usuário ouvirá a mensagem de número inexistente sem qualquer orientação sobre a nova forma de discagem.

6. Os números de rádio irão mudar? 

Não. Os números que são usados como terminais de rádio não irão mudar.

FONTE: Estado de Minas.



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