Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Problemas além do Mercado Central

EM flagra venda de animais em estabelecimentos da Grande BH em gaiolas lotadas e perto de lojas de alimentos, condições que contribuíram para a suspensão do comércio de bichos no tradicional centro de compras

Em estabelecimento no Barreiro, algumas das aves ficam em gaiolas com pouco espaço de circulação (gladyston rodrigues/em/d.a press)

Em estabelecimento no Barreiro, algumas das aves ficam em gaiolas com pouco espaço de circulação

 

 

No Mercado Central de Contagem, gaiolas de animais à venda ficam próximas de loja de alimentos (mateus parreiras/em/d.a press)

No Mercado Central de Contagem, gaiolas de animais à venda ficam próximas de loja de alimentos

A proximidade de gaiolas e viveiros com alimentos e as más situações sanitárias e de espaço desses criatórios foram denunciadas pelo Ministério Público (MP) e levaram a Justiça a conceder uma liminar no último dia 4 contra a venda de animais no Mercado Central de Belo Horizonte – o comércio dos bichos só continua no local porque a decisão judicial prevê prazo de 10 dias para retirada dos espécimes. As condições que levaram à proibição das vendas no centro comercial de BH, porém, se repetem em bairros das regiões do Barreiro e no Mercado Central de Contagem, na Grande BH, como constatou a reportagem do Estado de Minas. São comerciantes que aproveitam cada centímetro de gaiolas para espremer aves, roedores e cães, mantendo suas atividades a poucos metros de açougues, armazéns e lanchonetes, onde o risco de contaminação que foi observado pela Justiça no caso do Mercado Central também pode ocorrer.
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Enquanto os holofotes estão voltados para o mais conhecido centro de comércio de artigos regionais da capital mineira, nenhum desses outros estabelecimentos é alvo de ação dos promotores, que salientam a importância de denúncias da população para que investigações possam ser feitas e providências tomadas. Poucos metros antes de entrar no Mercado Central de Contagem, por exemplo, já é possível ouvir os pios das aves e o canto dos galos que ecoam pelos corredores formados pelas bancas de produtos tradicionais. O som domina todo o espaço, dando a dimensão do grande número de animais em exposição para a venda. Diferentemente do Mercado Central de BH, que destina uma ala separada dos seus anéis exclusivamente para a exposição e venda dos espécimes, no espaço de Contagem as bancas de animais ficam intercaladas com outras nos corredores.
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A denúncia dos promotores no caso do Mercado Central de BH mostra a preocupação com essa proximidade, dizendo que são “condições que propiciam a proliferação de doenças e contaminação dos demais produtos in natura comercializados”. Em outro trecho é destacado que tais condições representam perigo a “toda  a saúde pública nesta capital, inclusive considerando o risco de propagação de gripe aviária”. Um dos veterinários que assina laudo sobre as condições de venda de animais no Mercado Central, Gilson Dias, aponta que um dos problemas é que muitas pessoas transitam entre bares, banheiros pagos e animais. Nesse trajeto, acabam interagindo com os bichos e, depois, contaminando os gêneros alimentícios. No caso do mercado de Contagem, a proximidade dos viveiros com produtos alimentícios é muito maior. Uma das lojas, que tem gaiolas abarrotadas de pássaros, codornas, chinchilas e hamsters, deixou as jaulas todas expostas na porta do estabelecimento, a apenas dois metros de um açougue e de uma loja de cereais.
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As condições de exposição e venda dos animais observadas pelo MP no mercado de BH também calçaram a decisão judicial. No inquérito civil de número 0024.03.000.067-3 os promotores destacaram “condições que impunham aos animais situação extrema de maus-tratos, visto que se encontravam em gaiolas ou espaços superlotados, com ventilação insuficiente, sem acesso à água ou alimentação adequadas, bem como em condições que propiciavam a proliferação de doenças”. O mesmo se verifica no centro comercial de Contagem. Há gaiolas superlotadas de frangos, codornas e pássaros, onde os bichos mal têm  espaço para se locomover.
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De acordo com o promotor Rodrigo Filgueiras, do Procon do MP, “não há notícias oficiais de outros estabelecimentos que comercializem animais próximos a alimentos e em condições similares às do Mercado Central de BH”, mas o promotor afirma ser importante “denunciar esse tipo de situação pelo sistema da ouvidoria do MP”, pelo site do órgão. A reportagem procurou a administração do Mercado Central de Contagem, que não concedeu entrevista, se limitando a informar que “não é alvo de nenhuma liminar ou de notificação judicial sobre a retirada de animais nem há orientações para os comerciantes do espaço sobre tal fato”.

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Barreiro Também em gaiolas superlotadas, expostos ao sol e disputando espaços mínimos para se alimentar, animais são vendidos na Região do Barreiro em condições ainda mais duras do que no Mercado Central de BH. Na Rua Cruzeiro do Sul, no Bairro Barreiro de Cima,  gaiolas de codornas, galinhas e de pássaros ornamentais ficam apinhadas de animais com pouco espaço para circulação interna. Nas jaulas de poleiros, quase não há espaço para que as aves consigam voar de um lado para outro sem que trombem umas nas outras. As rações e a água se misturam às fezes e todo essa material escorre de uma gaiola para outras, com espécies diferentes de animais. Tal situação, segundo as avaliações de veterinários que emitiram laudos sobre o Mercado Central, criam risco de que hormônios e doenças de animais diferentes sejam disseminados entre os bichos. No entorno dessa loja, há vizinhos vendendo alimentos, açougues próximos, pessoas se alimentando em lanchonetes e um comércio de roupas.
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Na Avenida Júlio Mesquita, no Tirol, mesma região, as gaiolas e viveiros ficam na calçada expostos às intempéries. Na quinta-feira, o sol forte invadia o interior desses criatórios, que eram tampados apenas por uma tela vazada. De frente para as gaiolas lotadas, vários consumidores procuravam e escolhiam exemplares para levar.
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Sobre as fiscalizações desses estabelecimentos e do Mercado Central, a Prefeitura de Belo Horizonte informou em nota que “em nenhum momento deixou de cumprir seu papel de prevenção e fiscalização das atividades exercidas no Mercado Central e em todos os demais estabelecimentos do município”. O texto informa ainda que “a prevenção e a fiscalização são exercidas por meio dos órgãos competentes. Desta maneira, cabe à Vigilância Sanitária fiscalizar o padrão sanitário dos estabelecimentos, bem como questões relacionadas ao acondicionamento dos alimentos. À Secretaria Municipal de Fiscalização cabe a verificação da existência de alvará de funcionamento e a compatibilidade do mesmo com as atividades comerciais exercidas.”

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O que diz a lei

No caso de estabelecimentos onde é obrigatório um veterinário responsável, a Resolução 1.069/2014 do Conselho Nacional de Medicina Veterinária dispõe que as instalações dos bichos à venda devem ser “ambiente livre de excesso de barulho, com luminosidade adequada, livre de poluição e protegido contra intempéries ou situações que causem estresse aos animais”. Devem, ainda, “garantir conforto, segurança, higiene, ambiente saudável, permitir fácil acesso à água e alimentos, além de garantir espaço suficiente para os animais se movimentarem, de acordo com as suas necessidades”.

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FONTE: Estado de Minas.


Justiça suspende venda de animais no Mercado Central de Belo Horizonte

Liminar concedida ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) proíbe a entrada de novos animais e determina a retirada planejada dos bichos existentes no local

Leandro Couri/EM/D.A Press - 9/10/15

Uma polêmica antiga em Belo Horizonte pode ter um fim. A Justiça concedeu liminar ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para que novos animais não sejam levados para o Mercado Central. Além disso, determinou a retirada planejadas dos bichos que hoje são comercializados no local, que é um dos pontos turísticos da cidade, e a suspensão das vendas. Em caso de descumprimento, os comerciantes estão sujeito a multa de R$ 10 mil.
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A ação foi impetrada na última quinta-feira pelas Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, de Defesa do Consumidor e de Defesa da Saúde. No pedido de liminar, os promotores solicitou que a comercialização de animais vivos no Mercado Central seja reconhecida “como prática que os submete a sofrimento e crueldade injustificáveis”. Pediu a cassação de todos os alvarás de funcionamento dos comerciantes que fazem as vendas dos animais, e que indenização por danos materiais e morais coletivos contra o meio ambiente, consumidor e saúde pública no valor de R$ 1 milhão.
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Na ação, que o Jornal Estado de Minas teve acesso, o MP afirma que as irregularidades com a venda de animais foram constatadas por anos no local. “Após quase vinte anos de investigações, fiscalizações e acompanhamento das condições de manejo e comercialização de animais vivos no interior do Mercado Central Abastecimento e Serviços, ajuizou a presenta ação em razão das condutas ativas e omissivas observadas no estabelecimento ao longo do tempo”, disse os promotores.

“Ela se justifica no fato de que nenhuma ação pública ou tentativa de conciliação foi capaz de compatibilizar essas atividades com as normas de proteção aos animais, ao consumidor e à saúde pública previstas na Constituição Federal, na lei dos crimes ambientais, no Código de Defesa do Consumidor, nas leis sanitárias, ou nas regulamentações do Conselho Federal de Medicina Veterinária e outros órgãos de proteção à saúde pública”, completaram.
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Entre as irregularidades destacadas pelo órgão estão as péssimas condições de higiene, organização, espaço, ventilação e iluminação do local, grande número de animais abrigados em um único compartimento ou gaiola, irregularidade na oferta de água e alimentação, deficiente controle sanitário entre outras irregularidades, as quais foram integralmente comprovadas por laudos técnicos do Ibama, Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Polícia Civil, entre outros órgãos públicos”.
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Na decisão, o juiz Rinaldo Kennedy Silva, da 1ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Municipal da Comarca de Belo Horizonte, determinou a proibição da entrada de novos animais no Mercado Central e a retirada planejada dos ali existentes, em até 10 dias. Os comerciantes também terão que fazer a contagem e descrição de todas as espécies existentes em seus estabelecimentos.
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O Município de Belo Horizonte terá que acompanhar a execução da liminar. O juiz também determinou a imediata suspensão das autorizações de venda de animais vivos no local.  Outra atividade que está suspensa é o uso de equipamentos sonoros para reprodução de música mecânica ou apresentações ao vivo no período compreendido entre as 18h e 06h. Em caso de descumprimento, os trabalhadores estão sujeitos a multa de R$ 10 mil que será depositada no Fundo Estadual do Ministério Público (Funemp).
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Segundo Luiz Carlos, superintendente do Mercado Central, os lojistas ainda não foram notificados da decisão. “Ainda não fomos notificados. Por isso, não estamos cientes desta decisão. São várias lojas lá dentro, mas não sabemos ainda do teor”, explicou.
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Protestos
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A proibição da venda de animais é um pedido antigo de associações protetoras e de deputados da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). No final do ano passado, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos de Animais foi aberta por deputados federais. Os parlamentares fizeram uma visita no Mercado Central para averiguar as irregularidades. Eles foram acompanhados por peritos criminais da Polícia Civil de Minas Geral e da Polícia Federal.
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Em setembro de 2015, a Promotoria de Defesa da Saúde do Ministério Público de Minas Gerais abriu inquérito para investigar as situações dos animais. O órgão foi provocado pelo deputado estadual Noraldino Júnior (PSC), que apresentou laudo técnico-pericial sobre as Condições Sanitárias e de Trato dos Animais Mantidos e Comercializados no Mercado Central de Belo Horizonte

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FONTE: Estado de Minas.


Feiras de BH confirmam fama da cidade e recebem turistas e moradores

Feira de artesanato na Avenida Afonso Pena e Mercado Central acolhem público, fazendo a reputação de Belo Horizonte, prestes a comemorar mais um aniversário, se espalhar pelo país

Cristina Horta/EM/D.A Press

Comemorar aniversário é festejar a vida e receber convidados. E, para isso, nada melhor que ter uma sala de visitas que não só recepcione, acolha e seduza os que chegam, mas também os faça voltar. Pois Belo Horizonte, às vésperas de completar 118 anos, tem duas, ambas na Área Central: a feira de artesanato, fundada em 1969 na Praça da Liberdade e desde 1991 transferida para a Avenida Afonso Pena, e o Mercado Central, que funciona há 85 anos na Avenida Augusto de Lima, mas começou a operar na prática três anos antes da criação da capital mineira. E como boas salas de visitas, as duas atrações turísticas colhem não só os hóspedes, mas também moradores.

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A Feira Hippie, como também é conhecida, tornou-se uma das maiores da América Latina, recebendo anualmente milhões de pessoas. O Mercado Central foi leiloado pelo município em 1964 e, arrematado por comerciantes, transformou-se no único que não está nas mãos do poder municipal. Mesmo particular, acaba de ser incluído oficialmente no roteiro turístico de BH. Mas os números e características superlativos nem são as mais importantes marcas dessas duas atrações, que acabaram se consolidando como locais de encontro que, a um só tempo, marcam a vida da cidade e das pessoas.
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E essa sintonia atravessa gerações. Que o digam Raquel da Conceição Monteiro dos Santos, de 31 anos, e sua mãe, Verônica Conceição Monteiro, de 65. Elas são, respectivamente, neta e filha da baiana que levou o acarajé para a Feira Hippie, Inácia da Conceição Monteiro, já falecida. “Antes que a feira fosse regulamentada na Praça da Liberdade, minha avó vendia acarajé no tabuleiro, correndo dos fiscais”, conta Raquel. De lá para cá, a barraca de acarajé, que vende cerca de 500 unidades a cada domingo, se consolidou como atração do local.
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“Fui criada na feira de artesanato. Aprendi a fazer tudo com minha mãe”, diz Verônica. “A feira é tudo, estando boa ou ruim. E não só porque vendemos muito acarajé. Isto aqui é um ponto turístico, vem muita gente de fora, todo mundo se encontra. Pessoas que a gente não vê há muitos anos de repente aparecem”, explica Raquel. Gente como a biomédica Rebeca de Paula Martins, de 24 anos, que foi comprar bijuterias, calçados, roupas e, de quebra, provar um acarajé. “É impressionante como o preço dos mesmos produtos é mais em conta aqui”, disse, depois de gastar R$ 150.
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A pedagoga Rafaelle de Oliveira Silva, de 30, afirma que tem uma relação de muito carinho com a Feira Hippie, porque em sua família é tradição comprar no local. Ela saiu de ônibus de Santa Luzia às 7h, para chegar à feira às 8h. “Há muito tempo não vinha, mas adoro comprar aqui. Há uma grande variedade de produtos de qualidade sendo expostos”, disse ela, que comprou bolsa, sapato, bijuterias e dois presentes para crianças. “Fico encantada mesmo é com as bonecas”, admite.
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Maria Helena de Moro, de 70, que mora no Barreiro de Baixo, começou na feira vendendo chinelos de pano, que eram expostos no chão, ainda nos tempos da Praça da Liberdade. Hoje, vende também rasteirinhas, que ela mesma fabrica. “Todo domingo a gente levanta às 4h para chegar aqui às 6h. Mas, para mim, a feira não é só trabalho, mas também lazer. Converso com minhas colegas, me distraio, amo isto aqui de paixão”, declara.
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DIVERSIDADE Paixão que também está nas bancas e corredores do Mercado Central. É lá que o representante comercial Fernando Freitas, de 54, e sua mulher, a assistente social Simone Freitas, que moram no Bairro Coração Eucarístico, fazem compras na Queijaria do Noé. Fregueses habituais, eles visitam o mercado todos os domingos e já são conhecidos de muitas barracas, de onde costumam levar para casa biscoito, pimenta, linguiça, biscoitos e bacalhau. “Compramos sempre nos mesmos lugares. Todo mundo já nos conhece, a gente faz muitas piadas e brincadeiras”, afirma Fernando. Para o casal, o mercado é a cara de Minas Gerais e de Belo Horizonte, tanto pelos produtos que oferece como pelos tira-gostos.
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A pedagoga Rosalina Mendes Gomes, de 52, e o marido, o contador João Gomes, de 54, vieram de Mato Grosso do Sul e moram em BH há um ano. De lá para cá, também frequentam o mercado aos domingos para comprar frutas e carnes. Os dois ouviram um amigo mineiro falar do local quando moravam em Santa Catarina e, ao chegar à capital mineira, fizeram questão de conhecer o espaço. “Morando fora do nosso estado natal, convivemos com muitos mineiros e a referência de todos eles é o Mercado Central. Um deles tem aqui o seu ponto de encontro com os amigos”, diz João. “Tivemos uma impressão muito boa desde a primeira vez que viemos. Aqui é possível encontrar uma variedade de produtos, frutas e legumes. Além do mais, somos sempre muito bem atendidos. O povo mineiro é muito cativante”, completa Rosalina, mais que à vontade na sala de visitas dos belo-horizontinos.
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Dos picolés à presidência

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José Agostinho Oliveira Quadros, de 65 anos, é presidente do Mercado Central, onde é conhecido como Nem. Dono da Loja do Nem, que vende utensílios domésticos além de, como ele próprio define, “todo tipo de bugigangas”, ele tem no mercado a sua principal referência de vida. Quem o vê todo alinhado, atendendo os fregueses, não imagina que o local representa para ele. Um dos mais velhos de uma família extremamente pobre, composta por 22 filhos, Nem recebeu do pai, aos 12 anos, a determinação de que se mudasse para Belo Horizonte para ajudar em casa. Como o dinheiro só deu para pagar a passagem até o Bairro Vianópolis, em Betim, José Agostinho teve de percorrer o resto do trajeto a pé. “Cheguei e fui morador de rua por 90 dias. Foi então que conheci esse paraíso que é o mercado”, lembra. Nessa época, Nem já vendia picolé e chegou a ser expulso do local pelo fiscal, mas não desistiu. Voltou e passou a carregar caixotes de um lado para o outro.
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Aos 13 anos, conseguiu um emprego, mas trabalhava descalço, pois não tinha sapato. Depois, alugou uma lojinha, cresceu, virou conselheiro e, mais tarde, diretor. Hoje é o chefe do Mercado Central. “Todos acham que o mercado tem 85 anos, mas, na verdade, ele nasceu da fusão entre as feiras da Amostra e da Praça da Estação. Com a união das duas feiras, formou-se o Mercado Municipal, que, em 1964, foi leiloado para os comerciantes”, lembra

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FONTE: Estado de Minas.


Lojas que vendem animais podem ser multadas no Mercado Central de BH

Conselho de Medicina Veterinária detecta problemas em lojas que vendem animais no Mercado Central e pode multar quem não se adequar. Deputado quer discutir tema em CPI

Leandro Couri/EM/D.A Press

Estabelecimentos que vendem animais no Mercado Central de Belo Horizonte podem ser multados ainda este ano se não corrigirem problemas apontados por inspeção do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). Depois de série de vistorias feitas a partir de agosto, o conselho promete concluir este mês relatório sobre a situação de 15 lojas no local e em seguida dar prazo aos comerciantes para sanar deficiências como ausência de controle de vacinação, falta de comprovantes de origem e de plano para salvar os animais em caso de incêndios. Caso as falhas persistam, as multas a lojistas podem chegar a R$ 24 mil.
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O CRMV começou as vistorias depois da entrada em vigor da Resolução 1.069/14, do Conselho Federal de Medicina Veterinária, impondo regras para a exposição de animais de estimação. A norma, válida desde janeiro, deu 180 dias para os estabelecimentos se adequarem. Por isso a fiscalização só foi iniciada no segundo semestre. “Fizemos um levantamento de todas as lojas que vendem animais, inclusive peixes, e vamos concluir relatório de até 50 páginas”, disse o chefe do setor de fiscalização do CRMV, Messias Lobo.

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Embora o documento não esteja finalizado, Lobo adiantou problemas detectados pelas vistorias. Segundo ele, pela Resolução 1.069, é preciso, por exemplo, que haja hidrantes em pontos de combate a incêndios. “Em algumas lojas não há extintores nem um programa de evacuação rápida”, contou. O responsável pela fiscalização também informou que serão cobrados esclarecimentos sobre a acomodação dos animais durante a noite. “Os animais são levados para dentro das lojas, aumentando a aglomeração. Não são todas as lojas, mas vamos pedir explicações”, garantiu.
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Também não foram repassados, segundo Lobo, o controle de vacinação e as notas fiscais de origem. O conselho também pretende pedir esclarecimentos sobre mortes de animais para saber se há relação com as condições a que eles estão submetidos. Apesar dos problemas, o chefe da fiscalização do CRMV ressaltou que parte das lojas já começou a se adequar à resolução, “aumentando espaço de locomoção e até brinquedos para os animais”, afirmou. “Mas isso é esporádico”, reconheceu.

Leandro Couri/EM/D.A Press

Depois de concluído, o relatório será apresentado à superintendência do mercado, aos lojistas e à responsável técnica pela saúde dos animais. Haverá um prazo de 30 dias para sanar irregularidades – prorrogável por mais 60, em caso de necessidade de adequação de estrutura. Se os problemas não forem resolvidos, pode haver multa de R$ 3 mil a R$ 24 mil, cabendo até processo ético à responsável técnica.
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Congresso Em outra frente, o deputado estadual Noraldino Júnior (PSC), ligado à causa de defesa dos animais, pretende que as condições de venda no Mercado Central sejam discutidas no Congresso Nacional. O parlamentar recebeu esta semana laudo encomendado a um médico-veterinário que aponta problemas nas condições sanitárias e de trato dos animais. Ele aguarda a conclusão de outros – um jurídico e outro específico com avaliações sanitárias – para enviá-los à CPI dos Maus-Tratos de Animais, no Congresso e ao Ministério Público. “Ali não é lugar para vender animais”, justificou.
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Para o médico-veterinário Gilson Dias Rodrigues, responsável pelo laudo encomendado pelo deputado, não há outra saída a não ser a retirada dos animais do mercado. Ele lembrou que o comércio de alimentos para consumo humano ao lado da venda de animais são atividades sanitariamente incompatíveis. “Há produção de fezes no mesmo ambiente que precisa da mais forte condição de limpeza possível”, afirmou, referindo-se a alimentos que também são vendidos no local.
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Entre ativistas, a avaliação também é de que a venda deve ser proibida no mercado. “Esse comércio lá nos envergonha. Lá tem pavão em um espaço em que sequer pode abrir a cauda”, exemplificou Adriana Araújo, do Movimento Mineiro pelos Direitos dos Animais. “E as fezes dos animais? Lá você tem ventiladores que dispersam as fezes. Já passou da hora de resolverem isso. É uma vergonha”, defendeu.
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Mudanças O superintendente do Mercado Central, Luiz Carlos Braga, rebateu acusações de falta de condições sanitárias e de problemas para os animais. Ele ressaltou que desde 1999, há uma responsável técnica pelos bichos, que fica no local durante todas as manhãs. Braga garantiu também que o estabelecimento é fiscalizado pela Vigilância Sanitária, Polícia Florestal, Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Afirmou ainda que as lojas são limpas todos os dias e diz que já foram feitas mudanças físicas para adequação de sistema de ventilação e entrada de ar.
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Sobre a contaminação dos alimentos, ele disse que não há proximidade entre os dois tipos de comércio. “O que ficava mais perto era a Praça do Abacaxi, que passou a ser vendido em saco plástico. Não é mais no palito, como antes”, observou. Braga acrescentou que a prefeitura estuda um novo código de saúde para a cidade e garantiu que ele será cumprido à risca.
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Enquanto isso… regras para abrigo
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A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) informou que, atualmente, não há na legislação em vigor com respaldo legal para que a Vigilância Sanitária Municipal faça fiscalização de comércio de animais domésticos no município. E acrescentou que vem realizando uma série de discussões sobre a melhor forma de regulamentar a questão, não só para o Mercado Central, como para todos os estabelecimentos que vendem animais. Segundo a nota, as discussões envolvem diversos aspectos, como área mínima, temperatura, umidade, insolação e controle da origem dos animais. Após as discussões, a previsão é que seja enviado para a Câmara Municipal um projeto de lei específico.

FONTE: Estado de Minas.


Veja o que abre e o que fecha no feriado de 12 de outubro, em BH

Serviços essenciais de saúde e limpeza são mantidos na segunda-feira.
Outros tiveram o horário de atendimento alterado; veja mudanças.

 Feriadão

Em função do feriado nacional em comemoração ao Dia de Nossa Senhora Aparecida, alguns serviços municipais terão o funcionamento alterado. Não haverá expediente na Prefeitura de Belo Horizonte. Veja como será o atendimento entre sábado (10) e segunda (12).

Comércio
O comércio lojista poderá funcionar no feriado nacional do dia 12 de outubro, de acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte. Contudo, a abertura dos estabelecimentos é facultativa, cabendo a decisão ao administrador.

Limpeza Urbana
Neste sábado (10), o serviço de limpeza urbana será realizado normalmente. No domingo (11), haverá plantões de varrição nas áreas central, hospitalar e na Savassi. Na segunda-feira (12), além dos plantões de varrição, haverá coletas domiciliar, seletiva e hospitalar.

Transporte
As linhas do sistema de transporte coletivo gerenciado pela BHTrans vão operar no domingo e na segunda com o quadro de horário de domingos e feriados. No sábado, será cumprido o quadro de horário normal.

Atendimento de Saúde
Em Belo Horizonte, o Hospital Municipal Odilon Behrens, as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) pelo 192 funcionam durante 24 horas por dia, todos os dias da semana. Os Centros de Saúde ficam fechados sábado, domingo e segunda.

O Centro de Controle de Zoonoses e os Centros de Esterilização de cães e gatos ficam fechados entre sábado e segunda.

Nos Cersams, o funcionamento diurno será com escala mínima e o noturno com expediente normal entre sábado e segunda-feira. Os Centros de Convivência reabrem somente na terça-feira (12).

Parques e Zoológico
Os parques municipais funcionam normalmente entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12, das 8h às 18h, exceto o Parque Municipal Américo Renné Giannetti (Avenida Afonso Pena, 1.377, Centro), que abre das 6h às 18h. Na terça, dia 13, eles estarão fechados para manutenção, com exceção do Parque Municipal, que funcionará normalmente.

O Mirante do Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) funciona entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12, das 10h às 22h.

Já o Jardim Zoológico, o Jardim Botânico, o Aquário do Rio São Francisco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Pampulha) e o Parque Ecológico da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 6.061, Pampulha) funcionam normalmente entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12. O Jardim Botânico e o Jardim Zoológico, das 8h30 às 16h, o Aquário, das 9h às 16h, e o Parque Ecológico, das 8h30 às 18h.

Feiras, mercados e centrais de abastamento
– Mercado do Cruzeiro (Rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro) – No sábado, dia 10, abre das 7h às 18h. No domingo, dia 11, abre das 7h às 13h. Fecha na segunda, dia 12;
– Central de Abastecimento Municipal (Rua Maria Pietra Machado, 125, Bairro São Paulo) – No sábado, dia 10, abre das 7h às 18h. No domingo e na segunda, dias 11 e 12, abre das 7h às 13h;
– Feira Coberta do Padre Eustáquio (Rua Pará de Minas, 821, Padre Eustáquio) – No sábado, dia 10, abre das 7h às 18h. No domingo e na segunda, dias 11 e 12, abre das 7h às 13h;
– Sacolões Abastecer – No sábado, dia 10, abrem das 8h às 18h. No domingo e na segunda, dias 11 e 12, abrem das 7h às 13h;
– Feiras Livres – Funcionam no sábado, dia 10, das 7h às 13h. Não funcionam no domingo nem na segunda, dias 11 e 12;
– Feiras Modelo – Não funcionam entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12;
– Feiras de Orgânicos – Funcionam no sábado, dia 10, das 7h às 13h. Não funcionam domingo nem segunda, dias 11 e 12;
– Direto da Roça – Abre no sábado e no domingo, dias 10 e 11, das 7h às 13h. Na segunda, dia 12, o funcionamento será facultativo;
– Banco de Alimentos – (Rua Tuiuti, 888, Padre Eustáquio) – Não abre entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12;
– Mercado da Lagoinha (Avenida Antônio Carlos, 821, São Cristóvão) – Não abre entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12.

Restaurantes populares
Os restaurantes populares I, III e IV e o refeitório popular da Câmara Municipal não funcionam entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12.

BH Resolve
A unidade de atendimento presencial BH Resolve fica fechada para atendimento ao público entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12.

Espaços culturais
– Museu Histórico Abílio Barreto (Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) – Abre no sábado e no domingo, dia 10 e 11, das 10h às 17h. Fecha na segunda, dia 12;
– Museu de Arte da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.596, Pampulha) – Abre no sábado e no domingo, dias 10 e 11, das 9h às 18h30. Fecha na segunda, dia 12;
– Casa do Baile (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha) – Abre no sábado e no domingo, dias 10 e 11, das 9h às 18h. Fecha na segunda, dia 12;
– Centro de Referência da Moda (Rua da Bahia, 1.149, Centro) – Fechado entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12;
– Arquivo Público da Cidade (Rua Itambé, 227, Floresta) – Fechado entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12.

Postos de Informação Turística
O Centro de Referência Turística de Belo Horizonte Álvaro Hardy – Veveco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 855, São Luiz) funciona no sábado e no domingo, dias 10 e 11, das 8h às 17h. O espaço fica fechado na segunda, dia 12. Também ficam abertos os postos de informação turística. Veja os horários:

– Aeroporto de Confins (Rodovia MG-10, Confins) – Funciona entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12, das 8h às 17h;
– Aeroporto da Pampulha (Praça Bagatelli, 204, Aeroporto) – Funciona sábado, dia 10, das 8h às 16h. No domingo, dia 11, das 13h às 17h. Na segunda, dia 12, funciona das 8h às 17h;
– Mercado Central (Avenida Augusto de Lima, 744, Centro) – Funciona sábado, dia 10, das 8h às 17h. No domingo e na segunda-feira, dias 11 e 12, das 8h às 13h;
– Mercado das Flores (Avenida Afonso Pena, 1.055, Centro) – Funciona entre sábado e segunda, dias 10, 11 e 12, das 8h às 15h;
– Rodoviária (Praça Rio Branco, Centro) – Funciona entre sábado e segunda-feira, dias 10, 11 e 12, das 8h às 17h.

Plantão de chuvas
O plantão da Defesa Civil funciona 24 horas por dia pelos telefones 199 e 3277-8864.

Copasa
A Companhia Saneamento de Minas Gerais (Copasa) atende em plantão de 24 horas, por meio do telefone 115.

Cemig
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) atende em plantão de 24 horas, por meio do telefone 116. Além disso, haverá atendimento no site da Cemig e por meio de mensagens de texto (SMS) para o número 29810.

FONTE: G1.


Unidade da Polícia Civil é assaltada no bairro Bonfim

ceflan
A Polícia Civil investiga um assalto na Central de Recepção de Flagrantes (Ceflag) na madrugada deste sábado (22) no bairro Bonfim, região Nordeste de Belo Horizonte.

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Conforme informações da polícia, um homem moreno de aproximadamente 1,80m de altura, pulou o muro da unidade e rendeu o vigia. No local, o suspeito, ainda não identificado, arramou a vítima usando fios de telefone e tampou a visão do segurança utilizando a capa de um colete. No local, o suspeito levou uma televisão, celular e R$ 70 em dinheiro.

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A assessoria da Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela 4ª Delegacia de Polícia Civil.
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A Ceflag, em funcionamento desde fevereiro, é o órgão responsável por processar as prisões em flagrante ocorridas na comarca de Belo Horizonte, a partir do recebimento dos autos de prisão, enviados pelas delegacias da cidade.
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O objetivo é garantir atendimento imediato ao preso e o encaminhamento individualizado, o que permite a identificação de peculiaridades que possam subsidiar a definição de providências judiciais e administrativas.

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FONTE: Hoje Em Dia.


Belo Horizonte será monitorada por drone e dirigível

 

ARTE HD
Arte drone

 

A Polícia Militar de Minas irá contar com mais um reforço para combate à criminalidade na capital. Além do drone que começa a operar em agosto deste ano, conforme o Hoje em Dia mostrou cem primeira mão na edição de 20 de junho, a corporação terá um dirigível, que vai atuar dentro do perímetro da avenida do Contorno a partir de 2016.
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O equipamento, que ainda está em estudo, tem de três a sete metros comprimento e terá atuação 24 horas por dia, sete dias por semana. Os comandos serão dados de uma central de monitoramento que será responsável por manusear, além da aeronave, as câmeras de vigilância. “O equipamento tem maior capacidade de carga, podendo levar até oito câmaras de vídeo, podendo atuar durante o dia e a noite”, explica o tenente Telmo Tassinari, responsável pelo projeto de Monitoramento Aéreo do 1º Batalhão.
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O custo médio do equipamento pode chegar a R$ 200 mil, dependendo do material escolhido como câmaras de alta resolução, lentes infravermelho e que auxiliem no mapeamento de área. “A experiência do drone irá permitir identificarmos qual será o material adequado para o patrulhamento de toda a área de atuação do batalhão”, explica o comandante do 1º Batalhão, tenente-coronel Vitor Araújo.
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As filmagens, assim como as captadas pelo drone, serão encaminhadas para central de monitoramento. O Centro de Controle, que também gerencia as câmeras do Olho-Vivo, será responsável por transmitir as imagens.
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A expectativa agora é para o parecer da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que irá autorizar os voos em Belo Horizonte.
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Nesta primeira etapa, o drone terá vigilância no perímetro das praças 7, Estação, Savassi, Liberdade, Assembleia Legislativa de Minas Gerais. “Mapeando cinco locais de maior circulação e aglomeração de pessoas e onde há histórico de grande eventos. Uma ótima oportunidade para testarmos a atuação do equipamento”, diz o comandante Araújo.
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A aquisição da aeronave é garantida pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-bh). Para o presidente da instituição, Bruno Falci, irá melhorar a segurança para lojistas, funcionários e principalmente, clientes. “Daremos o apoio financeiro, pois acreditando que isso irá melhorar a qualidade da segurança na capital”.

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FONTE: Hoje Em Dia.


VEJA TAMBÉM: funcionamento da rodoviária!

Veja o que abre e fecha durante o feriado de carnaval em BH

Unidades do Hemominas no interior do estado também têm horários especiais durante o feriadão

Os belo-horizontinos que vão ficar na cidade durante o feriado prolongado de carnaval precisam ficar atentos aos horários de funcionamento dos serviços públicos da capital. Entre segunda e quarta-feira, será ponto facultativo na prefeitura, mas alguns locais, considerados essenciais, vão funcionar durante estes dias.Veja o que abre e fecha entre os dias 16 e 18 de fevereiro:Abastecimento 
• Mercado do Cruzeiro (Rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro) – Abre sábado, das 7h às 18h, e no domingo, das 7h às 13h. Fecha na segunda e na terça. Na quarta, o funcionamento será facultativo. 
• Central de Abastecimento Municipal (Rua Maria Pietra Machado, 125, bairro São Paulo) – Abre sábado, das 7h às 16h. Entre domingo e terça, abre das 7h às 13h. Na quarta, abre das 7h às 19h. 
• Feira Coberta do Padre Eustáquio (Rua Pará de Minas, 821, Padre Eustáquio) – Abre sábado e quarta, das 8h às 19h. Entre domingo e terça, abre das 8h às 13h. 
• Sacolões Abastecer – Abrem sábado, das 7h às 19h, e no domingo, das 7h às 13h. Entre segunda e quarta o funcionamento será facultativo. 
• Feiras livres – Funcionam sábado, domingo, terça e quarta, das 7h às 13h. Não funcionam na segunda. 
• Feira Modelo (Rua Araguari, Bairro Santo Agostinho) – Funciona na quarta, das 17h às 22h. 
• Feira de Orgânicos – Funcionamento facultativo sábado, segunda, terça e quarta. Não funciona no domingo.
• Banco de Alimentos (Rua Tuiutí, 888, Bairro Padre Eustáquio) – Não funcionam entre sábado e quarta. 
• Armazém da Roça (Rodoviária, 2º Piso, Centro, e Rua Maria Pietra Machado, 125, bairro São Paulo) – Fechados entre sábado e quarta. 
• Direto da Roça – Funcionamento facultativo entre sábado e quarta. 
• Mercado da Lagoinha (Avenida Antônio Carlos, 821, São Cristóvão) – Fechado entre sábado e quarta. 
• Restaurantes Populares I, III e IV e Refeitório Popular da Câmara Municipal (Avenida dos Andradas, 3.100) – Fechados entre sábado e quarta. Plantão de chuvas
• O plantão da Defesa Civil funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive aos domingos e feriados. Os telefones são o 199 e o 3277-8864. 

 Limpeza Urbana 
• Entre sábado e quarta todos os serviços de limpeza urbana serão realizados normalmente.

Equipamentos culturais 
• Museu Histórico Abílio Barreto (Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) – Abre sábado, domingo e terça, das 10h às 17h. Na quarta, abre das 10h às 21h. Fecha na segunda.
• Museu de Arte da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.596, Pampulha) – Abre sábado, domingo, terça e quarta das 9h às 18h30. Fecha na segunda. 
• Casa do Baile (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha) – Abre sábado, domingo, terça e quarta das 9h às 18h. Não abre na segunda. 
• Centro de Referência da Moda (Rua da Bahia, 1.149, Centro) – Fechado entre sábado e quarta.
• Arquivo Público da Cidade (Rua Itambé, 227, Floresta) – Fechado entre sábado e quarta. 

Transporte 
• As linhas do sistema de transporte coletivo gerenciadas pela BHTrans circulam normalmente sábado e domingo. Na segunda, funcionam com quadro de horário especial. Na terça, com quadro de horários de domingos e feriados. Na quarta, funcionam com quadro de horário especial, com grande parte das linhas voltando a circular normalmente após às 11h. Consulte o site da BHTrans (www.bhtrans.pbh.gov.br) e veja o quadro de horários da sua linha. 

Parques e Zoológico 
• O Parque Municipal Américo Renné Giannetti (Avenida Afonso Pena, 1.377, Centro) abre entre sábado e terça, das 6h às 18h. Os demais parques funcionam, nos mesmos dias, das 8h às 18h. Não abrirão na quarta. 
• O Mirante do Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) funciona normalmente entre sábado e quarta, das 10h às 22h. 
• O Jardim Zoológico, o Jardim Botânico, o Aquário do Rio São Francisco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Pampulha) e o Parque Ecológico da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 6.061, Pampulha) funcionam normalmente entre sábado e quarta. O Jardim Botânico e o Jardim Zoológico, das 8h30 às 16h, o Aquário, das 9h às 16h, e o Parque Ecológico, das 8h30 às 17h.

Postos de Informação turística 
• Centro de Referência Turística de Belo Horizonte Álvaro Hardy – Veveco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 855, São Luiz) – Funciona sábado, domingo, terça e quarta das 8h às 17h. Não funciona na segunda. 
• Posto de Informação – Mercado das Flores (Avenida Afonso Pena, 1.055, Centro) – Funciona sábado, domingo e na terça, das 8h às 15h. Na segunda e na quarta, funciona das 8h30 às 18h30. 
• Posto de Informação – Aeroporto Pampulha (Praça Bagatelli, 204, Aeroporto) – Funciona sábado, das 8h às 16h. No domingo, das 13h às 18h. Entre segunda e quarta funciona das 8h às 17h. 
• Posto de Informação – Aeroporto de Confins (Rodovia MG-10 – Confins) – Funciona sábado, domingo e terça, das 8h às 17h. Na segunda e na quarta funciona das 8h às 22h.
• Posto de Informação – Rodoviária (Praça Rio Branco, Centro) – Funciona entre sábado e quarta-feira, das 8h às 18h. 

BH Resolve 
• Não funcionará para atendimento ao público entre sábado e quarta. 

 Saúde 
• Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Hospital Municipal Odilon Behrens, Central de Internação, Samu e Serviço de Urgência Psiquiátrica – Funcionam durante 24 horas por dia, todos os dias da semana. 
• Centros de saúde – Fechados sábado, domingo e terça. Abrem na segunda, das 7h às 17h. Na quarta abrem a partir das 13h.
• Cersams – Funcionamento normal sábado e domingo. Na segunda e na terça, funcionam conforme escala mínima no horário diurno e com equipe completa no plantão noturno. Na quarta, funciona com equipe de plantão no horário diurno e normalmente a partir das 13h.
• Centros de Convivência – Fechados sábado, domingo e terça. Funcionam na segunda-feira com escala por microrregião. Na quarta, funciona normalmente a partir das 13h. 

 Ceasa 
Durante o carnaval, o entreposto de Contagem vai funcionar em seus horários normais. A entrada está liberada a partir das 4h, a carga das mercadorias, a partir das 5h, e a saída dos veículos com mercadorias a partir das 6h. Na terça-feira, feriado (17/02), o funcionamento das lojas será facultativo, mas a CeasaMinas manterá equipes de plantão a fim de permitir o comércio. 

O banco de caixas também funciona em horário especial durante o período. No sábado (14/02) o atendimento será das 4h até as 12h. No domingo, o banco estará fechado. Na segunda-feira (16/02), o atendimento será das 4h até as 16h. Na terça, será de 4h às 14h e na quarta de 4h às 18h. 

Interior: Todas as unidades da CeasaMinas no interior (Uberlândia, Governador Valadares, Caratinga, Juiz de Fora e Barbacena) não terão nenhuma alteração de horário no período. Mais informações: Departamento de Comunicação- 3399-2011/2035 

Uais 
As Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) da capital (Praça Sete, Barreiro, Barro Preto e Venda Nova) e de Betim, na Região Metropolitana, terão expediente normal no sábado de Carnaval (14/2). 

As UAIs do interior não funcionam nos finais de semana. Nos dias 16 e 17 de fevereiro, segunda e terça-feira de Carnaval, não haverá expediente nas unidades do estado. Já na Quarta-feira de Cinzas (18/2), as UAIs da capital e Região Metropolitana funcionarão a partir das 13h, e no interior a partir das 12h. 

Hemominas 
Algumas unidades da Fundação Hemominas vão funcionar para coleta de sangue, excepcionalmente, durante as festividades de carnaval. 
Os endereços das unidades que estarão disponíveis estão no site http://www.hemominas.mg.gov.br/doe. Atenção para os horários diferenciados abaixo durante o carnaval. 
Para doar sangue o candidato deve dormir bem na noite anterior à doação e não deve ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Clique aqui e conheça todas as condições para doar sangue. 
14/02/15 – sábado 
Hemocentro de Belo Horizonte – das 7h às 18h 
Posto de Coleta Júlia Kubitschek (Barreiro) – das 7h30 às 12h 
Hemocentro de Montes Claros – das 8h às 13h 
Hemocentro de Pouso Alegre – das 13h às 18h 
Hemocentro de Uberaba – das 7h30 às 11h30 
(Demais unidades não coletam sangue no sábado, 14/02) 

16/02/15 – Segunda-feira
Hemocentro de Belo Horizonte – das 7h às 18h 
Posto de Coleta Júlia Kubitschek (Barreiro) – das 7h30 às 12h 
Hemocentro de Uberlândia – das 7h às 11h30 e das 14h às 17h 
Unidade de Coleta de Poços de Caldas – 7h às 11h30 
(Demais unidades não coletam sangue na segunda-feira, 16/02) 

17/02 – terça-feira (de carnaval) 
Todas as unidades fechadas

18/02 – quarta-feira (de Cinzas)

Hemocentro de Belo Horizonte – das 7h às 18h 
Posto de Coleta Estação BH (Estação Vilarinho, Venda Nova, 4º piso, ao lado do cinema) – das 13h às 20h 
Posto de Coleta Júlia Kubitschek (Barreiro) – das 13h às 18h 
Unidade de Coleta de Poços de Caldas – das 7h às 11h30 e das 16h às 20h 
Hemocentro de Pouso Alegre – das 13h às 18h 
Hemocentro de Montes Claros – das 13h às 18h 
Hemocentro de Uberaba – das 14h às 17h30 
Hemocentro de Uberlândia – das 7h às 11h30 e das 14h às 17h 
Hemocentro de Governador Valadares – das 13h às 17h 
Hemocentro de Juiz de Fora – 7h às 18h 
Hemonúcleo de Divinópolis – 7h às 13h 
Hemonúcleo de Patos de Minas – Coleta noturna, das 17h às 19h30
(Demais unidades não coletam sangue na quarta-feira, 18/02) 

19 e 20 de fevereiro (quinta e sexta-feira) 
Todas as unidades vão funcionar no horário normal para coleta de sangue. 

21/02/15 – sábado pós-carnaval
O Hemocentro de Belo Horizonte e o Posto de Coleta Estação BH (Vilarinho, Venda Nova) não vão funcionar para coleta de sangue. Eles estarão fechados para implantação do sistema informatizado do ciclo do doador também na segunda-feira, dia 23 de fevereiro. 
Excepcionalmente o Posto de Coleta Júlia Kubitschek, na região do Barreiro, vai funcionar também à tarde para coleta de sangue no sábado (21/2), cumprindo o horário integral das 7h30 às 18h. As demais unidades da Fundação Hemominas no estado funcionarão para coleta de sangue no horário normal. Ver horários no portal Hemominas.

 

FONTE: Estado de Minas.

 


Depois das vigas da Perimetral, 54 trens somem no Rio

Relatório revela que carros antigos desapareceram de patrimônio do governo do estado e da Supervia, concessionária do serviço. Leilão dos vagões poderia render milhões de reais aos cofres públicos

O apagão afetou os transportes no Rio nesta terça-feira: passageiros na estação São Cristóvão da Supervia

Passageiros na estação São Cristóvão da Supervia

Mais um mistério envolvendo o desaparecimento de toneladas de aço ronda o Rio de Janeiro. Um relatório concluído no mês passado por técnicos da Secretaria de Transportes do governo revela que um lote de cinquenta e quatro carros de trens antigos – substituídos por novos – não foi encontrado no patrimônio do próprio estado ou da Supervia, concessionária responsável pela malha ferroviária fluminense. Quando um vagão é trocado, o contrato de concessão prevê um leilão da composição e o repasse do dinheiro arrecadado para os cofres públicos.

É o segundo caso deste tipo que vem à tona em menos de um ano – em outubro, sumiram sem qualquer explicação seis vigas de aço que eram do elevado do Perimetral, demolido para a revitalização da Zona Portuária da cidade.

A venda de vagões velhos poderia ser revertida em uma bolada para o governo fluminense. Para ilustrar o prejuízo, o documento feito por quatro técnicos da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (Central) relembra um leilão feito em 2005 de 83 carros que levantou 60,3 milhões de reais. Os vagões que sumiram, segundo o relatório, são da série 800 e entraram em circulação comercial entre 1980 e 1984. Os carros foram trocados por novos entre os governos de Rosinha Garotinho e Sérgio Cabral.

Documento FLUMITRENSO desaparecimento das vigas e dos trens tem uma personagem em comum, a Odebrecht. A empreiteira tem o controle da Supervia desde 2011 e é uma das sócias do Consórcio Porto Maravilha, responsável pela demolição da perimetral no ano passado. Avaliadas em 14 milhões de reais, as seis vigas da perimetral tinham cada uma 40 metros de comprimento e pesavam cerca de 20 toneladas. A prefeitura do Rio também faturaria com o leilão das vigas. Um inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro aberto no ano passado já ouviu dezenas de pessoas, mas não conseguiu avançar um milímetro na solução do caso. Em breve, mais trens vão virar sucata pronta para entrar em leilão. O governo do Rio de Janeiro fechou acordo para a compra de 60 novos trens para a rede ferroviária – alguns, inclusive, já estão em circulação ou fase de testes.

Em meio a colisões de trens, agressões a passageiros e problemas operacionais, a Supervia foi agraciada com uma série de benefícios durante o mandato de Cabral. Há quatro anos, o governo do Rio renovou a concessão para a operação do sistema ferroviário até 2048. Além disso, a empresa ganhou sem licitação o direito de explorar o teleférico do Complexo do Alemão – que gera um lucro de 13 milhões de reais ao ano. As boas relações entre Supervia e o governo coincidiram com a contratação de Adriana Ancelmo, esposa de Sérgio Cabral, para advogar pela concessionária em causas trabalhistas.

Respostas – Procurados, o governo do Rio de Janeiro e a Supervia deram respostas evasivas aos questionamentos do relatório. A concessionária informa que “todos os bens patrimoniais recebidos pela concessionária estão regularizados”. Já a assessoria do governo, depois de dois dias, não deu nenhuma explicação para as denúncias do relatório produzido pelos seus técnicos.

A Central entrou em contato após a publicacão da reportagem e negou a informação de que existam carros desaparecidos. Em nota, o órgão afirma: “Na verdade, um lote de 108 carros deteriorados foram objeto de ação judicial movida pelo governo do Estado contra a Supervia em 2007, o que resultou no reconhecimento, por parte da concessionária, de um débito de 96 milhões de reais. Esse valor faz parte do conjunto de investimentos que estão sendo executados pela SuperVia. Cabe informar que o documento citado por VEJA contém assinaturas não reconhecidas pelos funcionários, o que já está sendo objeto de apuração administrativa do órgão”.

VEJA mantém a informação de que o relatório está inserido em um processo administrativo que corre desde 2013 na Central. Enquanto ninguém esclarece nada, resta acreditar que uma espécie de mágico do aço está atuando no Rio de Janeiro desaparecendo com vigas e trens.

FONTE: Veja.


FIM DE ANO

BHTrans fará alterações no trânsito no entorno da Rodoviária

Mudanças acontecerão entre os dias 19 de dezembro e 5 de janeiro de 2015

mapa bhtrans

Veja o mapa com as alterações que serão feitas
Com objetivo de organizar o trânsito e garantir a fluidez de veículos e pedestres na região central de Belo Horizonte neste fim de ano, a BHTrans realizará entre os dias 19 de dezembro deste ano e 5 de janeiro de 2015 várias intervenções operacionais na região do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro, onde comumente é registrado um grande aumento do volume de pessoas trafegando.

O esquema especial será implantado para a chegada e saída das pessoas à rodoviária, além de proporcionar uma área de estocagem para os coletivos rodoviários ao longo da avenida do Contorno, por onde será regulado o acesso ao terminal.

O plano de saída será implantado entre os dias 19 e 31 de dezembro com as seguintes alterações:

– Os cruzamentos das ruas Paulo de Frontim e Saturnino de Brito (Praça Rio Branco), serão fechados para o trânsito de veículos

– Desde o dia 6/12/2013 foi liberado um trecho da avenida Santos Dumont, entre as ruas Curitiba e Saturnino de Brito, facilitando assim o acesso a Rodoviária

– Os passageiros originários das regiões Sul, Norte e Leste acessarão a área de embarque principal por meio da avenida Afonso Pena

– Os passageiros originários das regiões Noroeste e Oeste terão duas opções de acesso à rodoviária. A primeira opção é passando pela avenida do Contorno, rua Tupinambás, avenida Afonso Pena, rua Curitiba,  avenida Santos Dumont e rua Saturnino de Brito; já a segunda será passando pela avenida do Contorno, rua São Paulo, avenida Afonso Pena, rua Curitiba e rua Saturnino de Brito.

– Será permitido o embarque/desembarque de passageiros na rua Paulo de Frontim entre as ruas Acre e dos Guarani

– Na rua Acre será acomodada a fila de táxi

– A rua dos Guaranis, entre Paulo de Frontim e Caetés será viabilizada para a Saída do Estacionamento

– Os condutores devem ficar atentos aos trechos interditados para o tráfego de veículos de passeio na avenida Santos Dumont e Paraná.

Já o plano de chegada será colocado em prática a partir do dia 26 de dezembro, quando os cruzamentos das ruas Paulo de Frontim e Saturnino de Brito (Praça Rio Branco) serão fechados para o trânsito de veículos.

Os desvios serão indicados por faixas de pano e sinalização complementar para orientar os motoristas e garantir segurança aos passageiros, pedestres e condutores. A empresa alerta para a importância dos motoristas redobrarem a atenção à sinalização implantada. Agentes da Unidade Integrada de Trânsito irão operar (monitorar, fiscalizar, interferir e orientar) o tráfego na região e nos principais acessos à rodoviária.

Desvios para o transporte coletivo

– Não haverá alterações nos itinerários e pontos das linhas gerenciadas pela BHTRANS. As linhas do DER que operam na avenida do Contorno (atrás da Rodoviária) serão remanejadas para a avenida do Contorno, entre as ruas 21 de Abril e Curitiba

– O embarque para os ônibus de Sete Lagoas e Betim será pela rua dos Caetés, entre avenida Olegário Maciel e do Contorno.

Terminal de Apoio

Algumas viagens interestaduais que saíam do Terminal Rodoviário foram transferidas pela Prefeitura de Belo Horizonte, desde o dia 1º de dezembro, para a Estação de Integração José Cândido da Silveira

A mudança, que passa a ser permanente até que a nova rodoviária fique pronta, tem o objetivo de garantir mais conforto aos passageiros nas viagens e também minimizar os impactos no trânsito da Área Central.

Para ter acesso a mais informações sobre as alterações, clique AQUI.

Nas rodovias federaisA Polícia Rodoviária Federal inicia no dia 12 de dezembro a Operação Rodovida 2014, que tem o objetivo de reduzir as mortes no trânsito durante as festas de fim de ano e as férias escolares, período de maior movimento nas rodovias e estradas que cortam o país.A operação vai até o dia 31 de janeiro, quando terá uma pausa, e retornará no Carnaval – entre 6 e 22 de fevereiro de 2015.O trabalho realizado estará focado em quatro eixos: fiscalização de motocicletas e ciclomotores, ultrapassagens indevidas, velocidade e embriaguez.

FONTE: O Tempo.



Veja como será o funcionamento dos serviços públicos no domingo de eleições

Feira de Artesanato da Afonso Pena, no Centro de Belo Horizonte, vai funcionar.

Mercado central e parques também estão abertos

O domingo de eleições vai interferir pouco no funcionamento dos serviços públicos em Belo Horizonte. Na maioria dos casos, os horários serão os mesmos praticados todos os domingos. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), por sua vez, terá plano especial para garantir fornecimento de energia em locais de votação e apuração e a Polícia Militar vai reforçar com 11,5 mil homens e mulheres o efetivo em todo o estado, para atender ocorrências relacionadas às eleições. A Polícia Civil trabalha em regime de plantão.

O plantão na rede de saúde municipal e estadual não será reforçado. Em BH, as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) das regionais e o Hospital Odilon Behrens vão atender casos de emergência e urgência. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência funciona normalmente, pelo telefone 192. O Centro de Internação da capital também atenderá com escala de feriado. Na rede estadual de saúde, por meio da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), o quadro de pessoal será o mesmo dos domingos. O Hospital de Pronto-Socorro João XXIII é a principal referência para urgência e emergências em BH. O Hospital João Paulo II (CGP) especializado no atendimento pediátrico, também vai abrir. Nas cidades-polo, o atendimento ocorre nas unidades regionais.Quem planeja ir à Feira de Artesanato da Afonso Pena, no Centro de Belo Horizonte, não deve deixar para muito tarde: às 14h, como de costume, a exposição será encerrada. O Mercado Central mantém o horário dos domingos e feriados, e fica aberto das 7 às 13 horas. Os parques também vão abrir.

De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL/BH) o comércio lojista não poderá funcionar amanhã, por ser feriado. Como não houve acordo entre sindicatos para funcionamento do comércio, fica proibida a abertura e, em caso de descumprimento, a multa pode chegar até R$ 4 mil. Somente atividades essenciais, como o comércio de alimentos, postos de combustíveis, farmácias, ou que tenham autorização legal ou judicial para funcionar, poderão ser exercidas normalmente.

Lei seca Bares, restaurantes e lanchonetes vão abrir, mas não podem vender bebidas alcóolicas entre às 6h e 18h de amanhã. A legislação proíbe a venda, distribuição e o fornecimento de bebidas alcoólicas nos bares, boates, hotéis, restaurantes, lanchonetes, clubes recreativos, salões de festas, quiosques, entre outros estabelecimentos comerciais e similares, em todo o estado.Os principais shoppings de Belo Horizonte e Contagem vão funcionar em horário normal de domingo. Na maioria dos centros comerciais, as lojas abrem às 14h e fecham às 20h. Algumas praças de alimentação funcionam entre 10h e 22h. A BHTrans informou que não haverá reforço do número de ônibus na capital, e o quadro de horário será o mesmo dos domingos. O metrô também segue o horário de fim de semana, das 5h às 23h.

FIQUE ATENTO
Os principais shoppings mantêm o horário dos domingos, mas o comércio de modo geral não abre, exceto atividades essenciais como venda de alimentos, combustíveis e medicamentos.

Ônibus e metrô funcionam em horário de domingo, sem reforço.

Parques, como o das Mangabeiras e o Municipal, abrem normalmente. A Feira de Artesanato da Afonso Pena também vai atender ao público entre as 7h e as 14h. O Mercado Central vai abrir como todos os domingos, das 7h às 13h.

Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e os hospitais de pronto-socorro Odilon Behrens e João XXIII funcionam sem reforço de equipe. Já os centros de saúde de BH só voltam atender na segunda-feira. O Hospital João Paulo II (CGP), especializado em atendimento infantil, funciona normalmente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também não terá alterações.

FONTE: Estado de Minas.


Sistema que trava e destrava carros usando um celular com Android e um aplicativo que facilita o trabalho de motoristas de vans confirmam o talento inovador de jovens alunos

 

Chaves

Quem tem carro sabe que é mais do que comum perder as chaves, quebrá-las ou esquecê-las no seu interior. Justamente pensando nesse problema foi que um grupo de alunos do Colégio Padre de Man, em Coronel Fabriciano, no Vale do Aço, desenvolveu um dispositivo capaz de trancar ou destrancar as portas do veículo de forma segura, de modo que o proprietário possa acessar seu interior sempre que necessário, mesmo sem as chaves em mãos. Líder e criador do projeto, chamado T&D Móvel (ou Trava e Destrava Móvel), o estudante Gabriel Barros Marendino, do curso técnico em automação industrial, explica que o aparelho permite ao proprietário ou ao portador do código/senha previamente armazenado poder abrir sem problemas as portas, usando simplesmente um celular – com sistema operacional Android e com recursos Bluetooth –, conectado à central de alarme do veículo.

Segundo Marendino, com o celular o sistema aciona a placa de desenvolvimento microcontrolada Arduíno Uno R3, que envia comandos para o controle do alarme que, então, passa a funcionar como se fosse um mecanismo trava e destrava. “Um caso típico do problema ocorre quando uma pessoa sai do veículo deixando a chave na ignição e, quando retorna segundos depois, as travas das portas foram acionadas automaticamente pelo fato de esse acionamento estar programado na central do alarme.

Para resolver isso, a pessoa vai perder tempo, pois será necessário chamar um chaveiro ou localizar a chave reserva. E caso o chaveiro seja chamado, em média R$ 100 serão gastos para a abertura do veículo”, diz Gabriel Marendino. O aparelho foi apresentado no mês passado na Fetec, uma feira técnica do Colégio Padre de Man, realizada de dois em dois anos e dirigida a alunos do ensino médio técnico.

Ideia prática Ele ressalta que em conversas diárias com amigos e familiares sempre o assunto gira em torno da necessidade de sistemas e tecnologias que possam facilitar e agilizar o dia a dia, trazendo maior produtividade e aproveitamento do tempo. “Certo dia, o professor de economia Ivo Ribeiro, que acabou se tornando o grande incentivador do projeto, me contou que ligou seu carro para resfriar o ambiente com o ar-condicionado enquanto guardava algumas compras no porta-malas. Devido ao acionamento automático da central de alarme, as portas foram travadas sem que ele percebesse. Ao fechar o porta-malas, ficou do lado de fora, sem ter como entrar no veículo, que estava funcionando e com o ar ligado. Teve de chamar um chaveiro, pagar pelo serviço e ver o carro queimar gasolina desnecessariamente. Foi daí que nasceu a ideia do dispositivo.”

O garoto, pensando então no assunto, aproveitou o conteúdo das aulas de banco de dados e de introdução à programação lógica do curso que frequenta na escola e resolveu aplicar o conhecimento no projeto, utilizando a programação no Arduíno Uno R3, que é uma espécie de microcontrolador capaz de transmitir informações constantemente a um circuito, tornando-o sempre ativo. “O projeto, que teve orientação do professor Alcebíades Fernando de Oliveira Trindade, traz praticidade e agilidade aos motoristas, permitindo acesso seguro ao veículo de maneira rápida e econômica em qualquer situação”, diz o estudante, revelando que o aparelho utiliza os seguintes componentes: uma placa Arduíno Uno R3, um dispositivo Bluetooth Shield, controle de alarme da Sistec, um kit conexão para Arduíno, uma fonte externa para Arduíno e uma placa de cobre para montagem de circuito. Na montagem do projeto, que já foi apresentado à montadora Fiat, segundo ele, foi utilizado um veículo Fiorino com alarme e trava elétrica e um celular com Android e Bluetooth.

 

TECNOFEIRA 
A 21ª edição da Tecnofeira ocorrerá nos dias 28 e 29 de novembro, no Minascentro, tradicional evento promovido pelo Cotemig para alunos da 3ª série do curso técnico em informática. Este ano serão apresentados 59 projetos de conclusão de curso, realizados por equipes, que se caracterizam pelo desenvolvimento ou personalização de ferramentas tecnológicas, sejam sites, aplicativos ou softwares. “Essa exposição apresenta ao mercado de trabalho uma mão de obra com experiência prática em programação e variadas possibilidades de soluções em informática a baixo custo. Muitos projetos são aproveitados imediatamente pelo mercado, pois sempre surgem boas ideias na feira”, diz Victor Lopes, acreditando que o Van chegando pode ser um deles, por ser muito útil e por não ter nada parecido por aí como concorrente.

 

Transporte mais ágil

 

Outro projeto criado por jovens estudantes e que usa veículos para mostrar sua utilidade é o Van chegando, aplicativo em desenvolvimento por um grupo de seis alunos da terceira série do ensino médio do Colégio Cotemig. O app busca tornar mais prático e objetivo aos motoristas de vans o transporte de passageiros, especialmente estudantes dos vários colégios da cidade. “Trata-se de um programa direcionado exclusivamente ao condutor que trabalha com transporte escolar, que vai encontrar muito mais facilidade em exercer seu trabalho sem perder tempo”, afirma Victor Lopes Marques Pereira, um dos desenvolvedores e responsável pelo trabalho visual e de marketing do aplicativo.

De acordo com ele, para usar da melhor maneira o aplicativo o motorista deve cadastrar no sistema todos os passageiros contratantes do serviço. Os estudantes, por sua vez, devem confirmar diariamente a presença na van. Assim, com a confirmação dos passageiros daquele dia, o aplicativo traça a rota das residências pelas quais o motorista tem de passar, facilitando ao máximo o trajeto. “O condutor, se quiser, pode ainda enviar uma notificação ao passageiro informando que já está chegando à residência, de forma a agilizar o embarque. 

Da mesma forma, o estudante que por algum motivo não for à aula naquele dia deve fazer sua notificação no programa, evitando, assim, que a van passe desnecessariamente em sua casa”, explica o jovem, destacando que o programa também fornece informações sobre as condições de trânsito para que o motorista possa optar pelos trajetos mais adequados. 

Inspiração Victor Lopes revela que o app foi inspirado no já conhecido Way Taxi, que é mais do que um aplicativo para chamar táxi, e sim uma plataforma de comunicação para passageiros e taxistas com o princípio da colaboração dos usuários. Como linguagens de programação, usaram a PHP, que é uma das mais procuradas no mercado para o desenvolvimento de aplicações para web – além de ser de fácil aprendizado e de código aberto (livre para uso) –, e JavaScript, que é uma linguagem leve, interpretada e baseada em objetos, também própria para páginas web.

O projeto Van chegando está sendo desenvolvido desde fevereiro e vai ser apresentado na Tecnofeira, nos dias 28 e 29 de novembro, em BH. “Estamos em fase final de desenvolvimento do app, que vai estar à disposição para todas as plataformas por ser um produto webview, ou seja, o programa vai direcionar o usuários para um site onde todos poderão acessá-lo”, explica, ressaltando que, para uso em smartphones, inicialmente está sendo feita uma versão para Android, mas que a plataforma iOS também receberá o produto. “Nosso propósito é expandir o aplicativo para o máximo da sua usabilidade, para só depois tentarmos algo comercialmente”, assegura o estudante.

 

FONTE: Estado de Minas.


Feira Hippie é cancelada neste domingo em Belo Horizonte

Avenida Afonso Pena vai receber desfile do dia da independência.

Funcionamento volta ao normal no dia 14 de setembro.

Feriado

 A Feira Hippie não será realizada neste domingo (7), na Avenida Afonso Pena, em Belo Horizonte. De acordo com a Regional Centro-Sul da prefeitura, o motivo é a realização do desfile do dia da independência.
Ainda de acordo com a administração municipal, o funcionamento da feira volta ao normal no dia 14 de setembro.

BHTrans divulga mudanças no trânsito para o Dia da Independência, no domingo

Região Central de Belo Horizonte terá várias intervenções, desvios e interdições. Algumas serão implantadas já na noite de sábado

A BHTrans divulgou as mudanças e orientações que serão implantadas na operação de trânsito e transporte coletivo para a Região Central, neste domingo, 07 de setembro, dia da independência.Em função do Desfile Cívico-Militar do Dia da Independência, a circulação de algumas vias na Região Central será alterada. As intervenções vão reservar áreas para a concentração inicial do desfile, para estacionamento de ônibus e dispersão dos participantes. Também será proibido o estacionamento em 15 pontos, a partir de 22h do sábado, além de uma reserva de área em outros quatro pontos.Outras interdições onde será permitida somente a circulação de viaturas e veículos de emergência e os consequentes devios no trânsito serão instalados para o evento. As mudanças para o embarque e desembarque de passageiros serão realizados ao longo dos desvios, com cartazes afixados no interior dos ônibus e nos pontos para informar aos usuários sobre as alterações.

Confira as intervenções na Região Central

Áreas reservadas para concentração inicial do desfile:
– Avenida Afonso Pena, entre Avenida do Contorno e Avenida Carandaí, sentido Bairro/ Centro;
– Avenida Afonso Pena, entre Avenida Brasil e Avenida Getúlio Vargas, sentido Centro/ Bairro (faixa à esquerda);
– Avenida Bernardo Monteiro, entre Avenida Brasil e Avenida Afonso Pena, neste sentido;
– Rua Aimorés, entre Avenida Brasil e Rua Rio Grande do Norte;
– Rua Rio Grande do Norte, entre Rua Aimorés e Avenida Afonso Pena;
– Avenida Carandaí, entre Avenida Afonso Pena e Avenida Brasil, nos dois sentidos.

Área reservada para estacionamento de ônibus e dispersão dos participantes:
– Rua Espírito Santo, entre Avenida Afonso Pena e Rua Caetés;
– Avenida Amazonas, entre Rua da Bahia e Rua Tupinambás;
– Rua Tupis, entre Avenida Afonso Pena e Rua São Paulo;
– Rua Rio de Janeiro, entre Rua Tamoios e Avenida Augusto de Lima;
– Rua da Bahia, entre Avenida Afonso Pena e Avenida Augusto de Lima;
– Rua Goitacazes, entre Rua da Bahia e Rua São Paulo;
– Avenida Amazonas, entre Rua São Paulo e Rua Curitiba, nesse sentido;
– Rua Tamoios, entre Avenida Amazonas e Avenida Afonso Pena.

Áreas com proibição de estacionamento (a partir das 22h de sábado, dia 6/9):
– Av. Amazonas, entre R. da Bahia e R. Espírito Santo, nos dois sentidos;
– R. Tupis, entre Av. Afonso Pena e R. São Paulo, nos dois sentidos;
– R. Tamoios, entre Av. Amazonas e R. da Bahia, no lado esquerdo da via;
– R. Carijós, entre R. da Bahia e R. Espírito Santo, nos dois sentidos;
– R. Tupinambás, entre R. da Bahia e R. Espírito Santo, nos dois sentidos;
– R. São Paulo, entre R. Goitacazes e Av. Amazonas, no lado esquerdo da via;
– R. Rio de Janeiro, entre Av. Augusto de Lima e R. Tamoios, nos dois sentidos;
– R. Espírito Santo, entre Av. Augusto de Lima e R. Caetés, nos dois sentidos;
– R. da Bahia, entre R. Tamoios e Av. Augusto de Lima, nos dois sentidos;
– R. Goitacazes, entre R. Rio de Janeiro e R. da Bahia;
– Av. Assis Chateaubriand, entre Av. dos Andradas e R. da Bahia (no sentido da via – lado esquerdo da via/ lateral do Parque Municipal);
– Av. Carandaí, entre Av. Afonso Pena e R. Rio Grande do Norte, nos dois sentidos;
– R. Aimorés, entre Av. Afonso Pena e R. Rio Grande do Norte, nos dois sentidos;
– R. Rio Grande do Norte, entre R. Aimorés e Av. Afonso Pena, nos dois sentidos;
– Av. Bernardo Monteiro, entre R. Timbiras e Av. Afonso Pena, nesse sentido – lado direito da via.
Reservas de Área (a partir das 22h de sábado, dia 6/9):
– Avenida Álvares Cabral, entre Avenida Augusto de Lima e Rua da Bahia (Praça Afonso Arinos);
– R. Goiás, entre R. Guajajaras e Av. Álvares Cabral, nos dois sentidos;
– R. Goiás, entre Av. Álvares Cabral e R. da Bahia, nos dois sentidos;
– Avenida Afonso Pena, entre Avenida Brasil e Avenida do Contorno, nesse sentido, junto ao canteiro central.

Veja também as interdições, desvios e mudanças n transporte coletivo

Interdições:
– Avenida Afonso Pena, entre a Rua Caetés e Avenida Brasil, sentido Rodoviária/ Mangabeiras;
– Avenida Afonso Pena, entre Avenida do Contorno (Praça Milton Campos) e Rua Caetés, sentido Mangabeiras/ Rodoviária;
– Avenida Carandaí, entre as avenidas Afonso Pena e Bernardo Monteiro, nos dois sentidos;
– Avenida Getúlio Vargas, entre Avenida Afonso Pena e Rua Maranhão, nos dois sentidos;
– Avenida Bernardo Monteiro, entre Avenida Brasil e Avenida Afonso Pena, nesse sentido;
– Avenida João Pinheiro, entre Rua Gonçalves Dias e Avenida Álvares Cabral, nesse sentido;
– Avenida Augusto de Lima, entre Rua da Bahia e Avenida Álvares Cabral, nesse sentido.

A pista da Avenida Afonso pena, entre Avenida Brasil e Avenida do Contorno (Praça Milton Campos, sentido Rodoviária/ Mangabeiras), estará liberada ao trânsito de veículos.

A interseção das avenidas Brasil e Afonso Pena será interditada. Será permitida apenas a circulação de viaturas e veículos de emergência.

Desvios:
– Avenida Afonso Pena, sentido Rodoviária/ Mangabeiras:
…, Viaduto B, Av. Olegário Maciel (em frente), R. Goitacazes (à dir.), Av. Bias Fortes (à esq.), PraçaRaul Soares, Av. Bias Fortes, R. da Bahia (à dir.), Av. do Contorno (à esq.), Av. Afonso Pena (à dir.), …
Avenida Afonso Pena, sentido Mangabeiras/ Rodoviária:
…, Av. Afonso Pena, Av. do Contorno (à esq.), Av. Cristóvão Colombo (à dir.), Av. Brasil (à esq.), Av. Bias Fortes (em frente), R. Santa Catarina (à dir.), R. Goitacazes (à esq.), Av. Olegário Maciel (à dir.), …
ou
…, Av. Bandeirantes, R. Estevão Pinto (à dir.), Av. do Contorno (à dir.), Av. Francisco Sales (à esq.), R Sapucaí (à dir.), Viaduto da Floresta (à esq.), Av. do Contorno (à dir.), …

– Sentido Túnel Lagoinha/ Savassi via Viaduto Oeste:
…, Av. do Contorno, R Paracatu (à esq.), Av. Augusto de Lima (à esq.), R Rio Grande do Sul (à dir.), R.Guajajaras (à esq.), Av. Bias Fortes (à dir.), Av. Cristóvão Colombo (á dir.) …
ou
…, Av. do Contorno, R Paracatu (à esq.), Av. Barbacena (à esq.), R. Araguari (à dir.), R. Rodrigues Caldas (à esq.), R. Professor Antônio Aleixo, Alameda dos Despachos, Av. Bias Fortes (à dir.), Av. Cristóvão Colombo (à dir.) …

– Sentido Praça Raul Soares/ Floresta:
…, Av. Bias Fortes, R Mato Grosso (à dir.), Av. do Contorno (à dir.), R. da Bahia (à dir.), Viaduto Santa Teresa (à esq.), …

– Sentido Centro/ Região Hospitalar:
…, Av. Bias Fortes, R. da Bahia (à dir.), Av. do Contorno (à esq.), Av. Francisco Sales (à esq.), Av. Alfredo Balena (á dir.), …
ou
…, R. Caetés, Av. dos Andradas (à dir.), Av. Francisco Sales (à dir.), Av. Bernardo Monteiro (à dir.), Av. Professor Alfredo Balena (à dir.), …

– Sentido Região Norte, Venda Nova e Pampulha/ Região Hospitalar:
…, Av. Antônio Carlos, Viaduto Leste (à esq.), Av. Contorno, Av. dos Andradas, Av. Francisco Sales (à dir.), Av. Bernardo Monteiro (à dir.), Av. Professor Alfredo Balena (à dir.), …
ou
…, Av. Antônio Carlos, Viaduto B, R. Caetés, Av. dos Andradas (à dir.), Av. Francisco Sales (à dir.), Av. Bernardo Monteiro (à dir.), Av. Professor Alfredo Balena (à dir.), …

– Sentido Região Noroeste/ Região Hospitalar:
…, Av. Pedro II, Viaduto B, Av. Olegário Maciel, R. Caetés (à dir.), Av. do Contorno (à dir.), R. Paulo de Frontim (à dir.), R. Guaranis (à dir.), R. Caetés (à esq.), Av. dos Andradas (à dir.), Av. Francisco Sales (à dir.), Av. Bernardo Monteiro (à dir.), Av. Professor Alfredo Balena (à dir.), …

– Sentido Região Nordeste e Leste/ Região Hospitalar:
…, Viaduto da Floresta, Av. dos Andradas (à esq.), Av. Francisco Sales (à dir.), Av. Bernardo Monteiro (à dir.), Av. Professor Alfredo Balena (à dir.), …

– Sentido Região Sul / Região Hospitalar:
…, Av. Nossa Senhora do Carmo (pista externa), Av. do Contorno (à dir.), Av. Francisco Sales (à esq.), Av. Professor Alfredo Balena (à esq.), …
ou
…, Av. Agulhas Negras, Av. Afonso Pena, Av. do Contorno (à dir.), Av. Francisco Sales (à esq.), Av. Professor Alfredo Balena (à esq.), …

– Sentido Região Oeste / Região Hospitalar:
…, Av. Amazonas, Av. do Contorno (à dir.), Av. Francisco Sales (à esq.), Av. Professor Alfredo Balena (à esq.) ,…
ou
…, Av. Tereza Cristina, Av. do Contorno, Av. dos Andradas, Av. Francisco Sales (à dir.), Av. Bernardo Monteiro (à dir.), Av. Professor Alfredo Balena (à dir.), …

Pontos de embarque e desembarque interditados:
– Av. Afonso Pena, entre Av. do Contorno (Praça Milton Campos) e R. Caetés (sentido Centro/ Bairro);
– Av. Afonso Pena, entre R. Caetés e Av. Brasil (sentido Centro/ Bairro);
– Av. Getúlio Vargas, entre Av. Afonso Pena e R. Maranhão (ambos os sentidos);
– Rua da Bahia, entre R. dos Guaicurus e R. dos Caetés;
– Rua da Bahia, entre R. dos Tamoios e Av. Augusto de Lima;
– Rua Espírito Santo, entre Av. Augusto de Lima e Rua dos Caetés;
– Rua Rio de Janeiro, entre Av. Augusto de Lima e Rua dos Caetés;
– Rua São Paulo, entre R. dos Tamoios e R. dos Caetés;
– R. dos Carijós, entre Av. dos Andradas e R. Curitiba;
– R. Tupinambás, entre R. Curitiba e R. da Bahia;
– R. Goiás, entre R. da Bahia e R. dos Guajajaras;
– R. dos Guajajaras, entre Av. Afonso Pena e Av. João Pinheiro;
– Av. Carandaí, entre Av. Afonso Pena e Av. Bernardo Monteiro (ambos os sentidos);
– R. dos Timbiras, entre Av. João Pinheiro e Av. Brasil
– Av. Prof. Alfredo Balena, entre Av. Carandaí e Av,. Francisco Sales (somente neste sentido);
– Av. Brasil, entre R. Rio Grande do Norte e R. Pernambuco (neste sentido);
– Av. Brasil, entre Av. Afonso Pena [permite a conversão à dir. na Av. Afonso Pena] e Av. B. Monteiro (neste sentido);
– R. Aimorés, entre Av. Afonso Pena e R. Rio Grande do Norte;
– R. Rio Grande do Norte, entre R. Aimorés e Av. Afonso Pena;
– Av. Bernardo Monteiro, entre Av. Carandaí e Av. Afondo Pena (neste sentido);
– Av. Bernardo Monteiro, entre Av. Afondo Pena e R. Bernardo Guimarães (neste sentido);
– Av. Getúlio Vargas, entre Av. do Contorno e Av. Afonso Pena (neste sentido);
– Av. Getúlio Vargas, entre Av. Afonso Pena e (neste sentido);

 

FONTE: G1 e Estado de Minas.


 

Veja o que abre e fecha em BH nesta quinta-feira, feriado de Corpus Christi
O comércio da capital mineira poderá funcionar normalmente no feriado. Bancos fecham para atendimento ao público

 

Feriadão

Durante a próxima quinta-feira, feriado de Corpus Christi, a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte não terá expediente, conforme conforme Lei Municipal 1.327/1967. 

Na sexta, dia 20, será ponto facultativo, de acordo com o Decreto 15.588/2014. Na segunda, dia 23, também será considerado ponto facultativo, a partir das 14h, conforme Decreto 15.541/2014, que define o expediente da administração municipal durante os jogos da Copa do Mundo em BH.

O comércio da capital mineira poderá funcionar normalmente no feriado. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), ficam facultados o trabalho e a abertura dos estabelecimentos comerciais de Belo Horizonte no feriado. 

Abastecimento 

  • Mercado do Cruzeiro (Rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro) – Abre na quinta e domingo, dias 19 e 22, das 7h às 13h. Na sexta e no sábado, dias 20 e 21, abre das 7h às 18h. Não funciona às segundas.
  • Central de Abastecimento Municipal (Rua Maria Pietra Machado, 125, bairro São Paulo) – Abre quinta, sábado e domingo, dias 19, 21 e 22, das 7h às 13h. Na sexta, dia 20, abre normalmente das 7h às 18h. Na segunda, dia 23, abre das 7h às 14h.
  • Feira Coberta do Padre Eustáquio (Rua Pará de Minas, 821, Padre Eustáquio) – Abre quinta, sábado e domingo, dias 19, 21 e 22, das 7h às 13h. Na sexta, dia 20, abre das 7h às 18h. Na segunda, dia 23, abre das 7h às 14h.
  • Sacolões Abastecer – Abrem quinta, sábado e domingo, dias 19, 21 e 22, das 7h às 13h. Na sexta, dia 20, abrem das 7h às 18h. Na segunda, dia 23, abrem das 7h às 14h.
  • Feiras Livres – Funcionam entre quinta e domingo, dias 19 e 22, das 7h às 13h. Não funcionam às segundas.
  • Feira Modelo (Rua Tomé de Souza, esquina com Rua Pernambuco, Savassi) – Funciona quinta, dia 19, das 17h às 22h (Funciona somente às quartas e quintas-feiras).
  • Feira de Orgânicos – Funciona sexta e sábado, dias 20 e 21, das 7h às 12h (Funcionam somente às sextas e sábados).
  • Banco de Alimentos (Rua Tuiutí, 888, Padre Eustáquio) – Fechado entre quinta e domingo, dias 19 e 22. Na segunda, dia 23, abre das 7h às 14h.
  • Armazéns da Roça (Rodoviária, 2º Piso, Centro, e Rua Maria Pietra Machado, 125, São Paulo) – Fechado entre quinta e domingo, dias 19 e 22. Na segunda, dia 23, abrem das 8h às 14h.
  • Direto da Roça – Não funcionam quinta, dia 19. Na sexta, dia 20, o funcionamento será facultativo. Entre sábado e segunda, dias 21 e 23, funcionam normalmente das 7h às 14h.
  • Mercado da Lagoinha (Avenida Antônio Carlos, 821, São Cristóvão) – Fechado entre quinta e domingo, dias 19 e 22. Na segunda, dia 23, funciona das 8h às 14h.


Restaurantes Populares I, III e IV
 – Fechados quinta, sábado e domingo, dias 19, 21 e 22. Na sexta, dia 20, abrem normalmente. Na segunda, dia 23, abrem das 10h30 às 13h. 

Refeitório Popular da Câmara Municipal (Avenida dos Andradas, 3.100, Santa Efigênia) – Fechado entre quinta e segunda, dias 19 e 23. 

Museus

  • Museu de Arte da Pampulha (Av. Ota­cílio Negrão de Lima, 16.585, Pampulha) – Abre de quinta a domingo, dias 19 e 22, das 9h às 19h. Fechado na segunda, dia 23.
  • Museu Histórico Abílio Barreto (Av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) – Abre quinta-feira, dia 19, das 10h às 21h. Entre sexta e domingo, dias 20 e 22, funciona das 10h às 17h. Fechado na segunda, dia 23.
  • Centro de Referência da Moda (CRModa) (Rua da Bahia, 1.149, Centro) – Abre quinta e sexta, dias 19 e 20, das 10h às 21h. Fechado no sábado e domingo, dias 21 e 22. Na segunda, dia 23, funciona das 10h às 13h.
  • Casa do Baile (Av. Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha) – Abre de quinta a domingo, dias 19 e 22, das 9h às 18h. Fechado na segunda, dia 23.
  • Arquivo Público da Cidade (Rua Itambé, 227, Floresta) – Fechado entre quinta e domingo, dias 19 e 22. Na segunda, dia 23, funciona das 9h às 12h.


Parques e Mirante do bairro Mangabeiras

  • O Parque Municipal Américo Renné Giannetti, no Centro, abre das 6h às 18h de quinta a domingo, entre os dias 19 e 22. Os demais parques funcionam das 8h às 18h. Na segunda, dia 23, o Parque Municipal fica fechado para manutenção e limpeza, enquanto os outros parques funcionam das 8h às 14h.
  • Mirante do bairro Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, bairro Mangabeiras) – Aberto entre quinta e domingo, dias 19 e 22, das 10h às 22h. Fechado na segunda, dia 23.
  • O Jardim Zoológico e o Jardim Botânico (Av. Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Pampulha) ficam abertos entre quinta e domingo, dias 19 e 22, das 8h30 às 16h. Já o Aquário da Bacia São Francisco abre às 9h e fecha às 16h. Fechado na segunda, dia 23.
  • O Parque Ecológico da Pampulha (Av. Otacílio Negrão de Lima, 6.061, Pampulha) estará aberto ao público entre quinta e domingo, dias 19 e 22, das 8h30 às 17h. Fechado na segunda, dia 23.

Defesa Civil 

O plantão da Defesa Civil funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive com o plantão aos domingos e feriados. O contato pode ser feito por meio do telefone 199.

Limpeza Urbana 

As coletas de lixo domiciliar, hospitalar e seletiva serão executadas quinta-feira, dia 19, com plantão de varrição nas áreas central, hospitalar e Savassi. Todos os serviços de limpeza urbana serão executados normalmente na sexta, no sábado e na segunda, dias 20, 21 e 23. No domingo, dia 22, haverá plantões de varrição nas áreas central, hospitalar e Savassi.

BH Resolve
 

Não funciona para atendimento ao público entre quinta e domingo, dias 19 e 22. Na segunda, dia 23, funciona das 8h às 14h.

Transporte 

As linhas do sistema de transporte coletivo gerenciado pela BHTrans vão operar na quinta e no domingo , dias 19 e 22, com o quadro de horário de domingos e feriados. Na sexta, dia 20, operarão com o quadro de férias. No sábado, dia 22, circularão com o quadro de horário normal. Na segunda, dia 23, circulam normalmente, com reforço entre 14h e 16h. No horário da partida entre Brasil e Camarões, entre 17h e 19h, quando a demanda de usuários diminui, o quadro de horário será reduzido. Após o jogo, o quadro de horário retorna ao normal.

Saúde

  • Entre quinta e segunda, dias 19 e 23, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Hospital Municipal Odilon Behrens, Central de Internação, Samu e os laboratórios das UPAs funcionam durante 24 horas por dia.
  • Centros de saúde, Centro de Controle de Zoonoses, Laboratório de Zoonoses, Centros de Especialidades Médicas (CEMs),
  • Centro de Treinamento e Referência (CTR), Unidades de Referência Secundária (URSs), Centro Municipal de Imagem (CMI),
  • Centro Médico de Oftalmologia (CMO), Centros de Reabilitação (CREABs), Farmácia Distrital, Laboratórios Distritais e Central funcionam na sexta, dia 20, das 7h às 17h e na segunda, dia 23, das 7h às 14h. Não haverá expediente quinta, sábado e domingo, dias 19, 21 e 22.
  • Cersams – Funcionam quinta e sexta, dias 19 e 20, com equipe de plantão no horário diurno e com equipe completa no horário noturno. Na segunda, dia 23, funcionam das 7h às 19h. Não haverá expediente no sábado e no domingo, dias 21 e 22.
  • Serviços de Urgência Psiquiátrica Noturno – Funcionam entre quinta e segunda, dias 19 e 23, das 19h às 7h.


Postos de informações turísticas

  • Aeroporto Internacional Tancredo Neves – Confins (Rodovia MG 10, Confins) – Funciona 24h por dia.
  • Centro de Referência Turística Álvaro Hardy – Veveco (Av. Otacílio Negrão de Lima, 855, São Luiz) – Aberto todos os dias, das 9h às 18h.
  • Aeroporto da Pampulha (Praça Bagatelle, 204, Pampulha) – Aberto todos os dias, das 8h às 19h.
  • Mercado das Flores / Parque Municipal (Av. Afonso Pena, 1.055, Centro) – Aberto todos os dias, das 8h às 20h.
  • Rodoviária (Praça Rio Branco, Centro) – Aberto todos os dias, das 8h às 22h.

Bancos

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os bancos fecham para atendimento ao público em dia de feriado. Em dias de jogos do Brasil, caso não haja decreto de feriado local, todos os bancos devem abrir ao público das 8h30 às 12h30. Nos demais jogos, caso não haja feriado, o funcionamento das agências bancárias será normal.

A Febraban ainda esclareceu que os bancos deverão afixar em suas dependências aviso sobre o horário de atendimento nos dias de jogos, com uma com antecedência mínima de 48 horas. A entidade também lançou a “Cartilha Canais Alternativos” para orientar a população durante o campeonato esportivo.

FONTE: Estado de Minas.


Após anos de espera, BR-381 começa a ser duplicada

 

 

Após anos de espera, BR-381 começa a ser duplicada
Local do início das obras dos túneis do lote 3.2 para duplicação da BR-381, em Jaguaraçu

Após quase três décadas de espera, a maior obra de duplicação rodoviária reivindicada pelos mineiros começa a “aparecer” às margens da BR-381. Os serviços de terraplenagem, construção de canteiros de obras e a abertura de dois túneis estão a todo vapor em Jaguaraçu, no Vale do Rio Doce, Barão de Cocais, Itabira e Roças Novas, na região Central.

As intervenções no trecho começaram após a presidente Dilma Rousseff assinar as ordens de serviços, em Ipatinga, no último dia 12, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Ao todo, a obra contempla 303 quilômetros da rodovia, entre Belo Horizonte e Governador Valadares.

ATUALIZAÇÃO: AS OBRAS DE DUPLICAÇÃO FINALMENTE APARECEM!

A expectativa agora, segundo o presidente da Fiemg Vale do Aço e coordenador do Movimento Nova 381, Luciano Araújo, é a de que nos próximos três meses operários e máquinas estejam também trabalhando nos outros três lotes que tiveram o aval do governo federal.

“A duplicação já acontece nos lotes 3.2 (entre Jaguaraçu e Rio Piracicaba) e no lote 7 (entre o km 389,5, no rio Una, até o km 427, no entroncamento com a MG-435, trevo de Caeté)”, explica, destacando que ainda faltam iniciar as obras nos lotes 1 (do km 155,4, em Governador Valadares, até o km 228,2, em Belo Oriente); 2 (de Belo Oriente até o km 288,4, no entroncamento com a MG-320, trevo de Jaguaraçu); e 3.1 (da MG-320 até o km 317, no Ribeirão Prainha).

De acordo com Luciano, os motoristas que seguem pela rodovia já conseguem visualizar o canteiro montado na localidade de Salvador Gomes, zona rural de Jaguaraçu, no km 280 da BR-381, que fica no lado esquerdo da via no sentido Ipatinga/Belo Horizonte.

“Próximo desse local foi construída uma usina de concreto e asfalto para a duplicação de todo o trecho que está sob a responsabilidade do consórcio Isolux/Corsán/Engevix”.

Além dos canteiros de obras, uma via nova já começou a ser aberta entre o trevo de Barão de Cocais e Caeté e também já pode ser visualizada. “Todos os serviços podem ser acompanhados pelo site http://www.nova381.org.br. Lá, há fotos mostrando tratores de esteira, escavadeira, pá-carregadeira e vários caminhões trabalhando”.

Segundo Luciano, nos trechos onde não há obras, como Ipatinga e Nova Era, por exemplo, as empresas montaram escritórios e os serviços de medição topográfica estão sendo executados. “Engenheiros e topógrafos estão concentrados nos escritórios montados pelo consórcio Isolux/Corsán/Engevix, que venceu 65% da obra, já organizando o cronograma das próximas etapas”.

Segundo o Dnit, todos os lotes que tiveram as ordens de serviços assinados já deveriam ter iniciado as obras, destacando que alguns trechos precisaram de adequação no projeto executivo. Os contratos, porém, já estão valendo.

Licitação do trecho das desapropriações fracassou

A licitação dos lotes 8A e 8B, que compreende o trecho entre Belo Horizonte e Caeté, fracassou, segundo o Dnit). A empresa que havia oferecido o menor preço para as obras foi desclassificada, pois o valor estava acima do previsto pelo órgão.

No entanto, as propostas para o Lote 4, que corresponde ao trecho entre Ribeirão Prainha e o entroncamento do acesso Sul de Nova Era e o Lote 5, entre o acesso a Nova Era e João Monlevade, foram homologadas e aguardam apenas a publicação no Diário Oficial da União (DOU).

FONTE: Hoje Em Dia.


Estado prepara projeto para tentar manter presos bandidos reincidentes. Proposta integra trabalho das polícias, MP e Judiciário para tornar os processos mais ágeis e consistentes


Carros da Polícia Militar em frente à Delegacia Seccional Leste: plano prevê comunicação rápida com delegados para agilizar casos


O governo de Minas planeja divulgar esta semana um plano de ação para tentar combater a impunidade e reduzir os roubos, modalidade de crime que aumentou 36,8% em todo o estado no comparativo de fevereiro deste ano (7.384 casos) com o mesmo período de 2013 (5.397 casos). A proposta é envolver forças de segurança, Judiciário e Ministério Público de Minas na tentativa de manter bandidos presos e diminuir a reincidência de criminosos – em muitos casos, ladrões fichados voltam rapidamente às ruas depois de detidos, mesmo em flagrante. Uma das novidades deve ser a criação de um portal de flagrantes, que permitirá às equipes que prenderam criminosos entrar em contato virtual com delegados. O objetivo é que a colaboração permita maior agilidade e uma melhor coleta de provas e depoimentos. A avaliação é de que, dessa forma, a chance de manter criminosos presos aumentaria.

Um dos pontos que a proposta promete atacar é a dificuldade de manter presos criminosos já fichados, quando eles são novamente detidos por cometer delitos de menor potencial. O projeto prevê o envolvimento do MP e do Judiciário na avaliação desses casos, de forma que seja decretada a prisão preventiva do acusado, além da integração de plantões das delegacias com os representantes do MP e Judiciário. Já a Polícia Militar terá o papel de reunir provas materiais do crime no momento da prisão do acusado, de forma a atender os critérios que definam a reincidência do envolvido em atividades criminosas.

Aplicativo Em uma reunião na sexta-feira, o secretário de estado de Defesa Social (Seds), Rômulo Ferraz, admitiu que o projeto está quase concluído, enquanto participava de reunião na Cidade Administrativa para traçar estratégias com representantes dos setores envolvidos. Sobre o portal de flagrantes, uma fonte da PM, que pediu para não se identificar, disse ao EM que a ferramenta, inédita no Brasil, permitirá que policiais militares que tiverem detido um suspeito entrem em contato com o delegado por meio de um aplicativo, acessível também por smartphone – o que vai permitir que o caso seja agilizado mesmo que o policial civil não esteja na delegacia.

No próprio local do crime ou numa companhia da PM, os militares em contato com essa rede poderão imprimir Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) e até mandados. “O delegado vai poder instruir se é necessário mais alguma prova ou testemunha para ter um caso forte e o criminoso, assim, pode ser mais facilmente preso e condenado. Isso vai também impedir que crimes de menor potencial sejam repetidos”, disse o policial. Segundo a fonte, a expectativa é de que, com julgamentos mais rápidos, criminosos deixem de ser réus primários e percam benefícios.

FONTE: Estado de Minas.


INFLAÇÃO »Corroído, real vai às compras

Em 10 anos, preços de produtos antes comprados por menos de R$ 1 sobem até 256%, contra inflação de 54,71% no período

Todos os dias, pesquisadores do site Mercado Mineiro visitam supermercados de Belo Horizonte para acompanhar a evolução dos preços de diferentes produtos. Cada um leva consigo R$ 1 e tem a tarefa de comprar qualquer mercadoria vendida até esse valor. “Antes, me traziam diferentes coisas. De uns tempos para cá, recebo, principalmente, sabonetes”, conta, com uma pitada de humor, Feliciano Abreu, diretor-executivo do site. Qualquer dona de casa sabe que a quantia perdeu poder de compra nos últimos anos, mas que ainda é suficiente para a aquisição de alguns itens.
Inflation

O Estado de Minas foi às ruas da capital à procura de produtos com preço máximo de R$ 1. É importante lembrar que o valor, em 1º de julho de 1994, quando o real foi lançado, era suficiente para a compra de um quilo de frango, o que permitiu boa parte da população menos abastada incluir a carne no cardápio. O então presidente da República Fernando Henrique Cardoso aproveitou a força da moeda para eleger a ave um dos símbolos do real. Atualmente, o quilo do alimento é encontrado entre R$ 6 e R$ 9 – aumento de 500% a 800%.

O preço do quilo frango subiu bem acima da inflação na era do real. De julho de 1994 até junho de 2013, no último mês consolidado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação no país acumulou 333,45%. Em Belo Horizonte, o indicador ficou em 337,18% – a inflação oficial do país é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A comparação de duas pesquisas do site Mercado Mineiro, realizadas com intervalo de 10 anos, mostram que muitos outros produtos que um dia custaram menos de R$ 1 já ultrapassaram esse valor.

Os dois levantamentos foram feitos em agosto de 2003 e neste mês. Em 10 anos, por exemplo, o preço médio de um quilo de sal da marca Cisne subiu 256,72%, de R$ 0,67 para R$ 2,39. O do detergente líquido da marca Limpol (500ml) avançou 44,19%, de R$ 0,86 para R$ 1,24. Já a embalagem de palitos Gina, com 200 unidades, agora custa R$ 1,25 – há 10 anos era negociada a R$ 0,53 (alta de 135,85%). Os preços das cervejas também não ficaram para trás (veja quadro). No mesmo período, a inflação acumulada no país, medida pelo IPCA, ficou em 54,71%.

Por outro lado, a moeda de R$ 1 ainda é suficiente para algumas compras. O preço médio de um macarrão instantâneo da marca Nissin (80 gramas), que custava R$ 0,79 em agosto de 2003, chegou a R$ 0,99. Apesar da alta de 25,32%, o valor continua abaixo de R$ 1. Da mesma forma, o refresco diet de maracujá (11 gramas) é encontrado a R$ 0,90 – aumento de 13,92% em relação ao custo médio da primeira pesquisa (R$ 0,79).

Apesar de os preços médios dos produtos pesquisados pelo Mercado Mineiro terem subido mais de um dígito – tanto os que ultrapassaram R$ 1 quanto os que ainda custam menos que esse valor –, não há dúvidas de que o real é a moeda mais forte da história brasileira. Para se ter ideia, a inflação no acumulado do primeiro semestre chegou a 3,15%, segundo o IBGE.

Antes do real, houve mês em que o dragão fechava em mais de 500%.

“Era comum, do primeiro ao quinto ou sexto dia do mês, as famílias correrem aos supermercados para estocar alimentos. Faziam compras para um ou dois meses, pois havia o receio da disparada dos preços”, recorda o economista Mauro Rochlin, professor na Fundação Getulio Vargas (FGV/IBS). Ele destaca que o controle da inflação é importante para os trabalhadores, “porque preserva o poder de compra”, e para os empresários, “em razão da previsibilidade de investimentos”.

Real

Dinheiro vale mais no Centro

Quem já imaginou comer 15 coxinhas pagando a bagatela de R$ 1? No Centro de Belo Horizonte, é impossível resistir aos seis sabores do produto expostos na loja de salgados na Avenida Augusto de Lima, próximo ao Mercado Central. Com R$ 1 você enche o copo de salgadinhos recheados de calabresa, frango, carne, milho com catupiry e peito de peru. Por dia, são vendidos na pequena lojinha, entre 16 mil e 18 mil salgados. “São cinco meses de portas abertas e 400 quilos de produto vendidos todos os dias. Apostamos em um mercado que deu certo. É uma coisa barata, acessível, que todo mundo pode comprar”, conta o sócio da Coxinha é Tudo, Arlem Rodrigues da Silva.

O que ocorre com as coxinhas se espalha pela ruas do Centro da capital. Em uma volta pelos quarteirões da Avenida Paraná e ruas Tamoios e Curitiba, é possível encontrar muita coisa por menos de R$ 1. Pastéis a R$ 0,90, pão de queijo a R$ 1. Se quiser somar um cafezinho, no entanto, a conta passa para R$ 1,90. Passando pelas quinquilharias, é possível encontrar acessórios para cabelo, como quatro prendedores por R$ 1, brincos, pulseiras e utensílios para casa.

O encarregado Gladison Marçal de Aguiar, por sua vez, reclama da inflação. “Há quatro anos, levávamos tanta coisa para casa com R$ 1! Hoje, a gente só leva coisas sem muita utilidade. Os produtos essenciais estão muito mais caros.”
Na Avenida Paraná, é possível levar para casa cinco calcinhas por R$ 0,99. A gerente da loja conta que o preço é uma estratégia para queimar o estoque. “Elas eram vendidas a R$ 0,99 cada. Estão em promoção. Não temos lucro com isso, mas também não levamos prejuízo, já que ninguém leva só as calcinhas. Sempre levam algo a mais”, explica.

Em outra região da cidade, na Savassi, achar algo que um real possa comprar é bem mais difícil. Para comer um pão de queijo é preciso desembolsar pelo menos R$ 1,50, e o copo de coxinha, que faz sucesso no Centro, também custa 50% mais na região (R$ 1,50). Os acessórios de cabelo que custam R$ 0,25 no Centro, custam R$ 1 cada no bairro. O preço do café é igual nas duas regiões (R$ 0,90) e o refresco, na Savassi, pode ser comprado por apenas R$ 0,70 – contra R$ 1,25 no Centro.

Na Rua Paraíba, na Savassi, a moeda ganha mais valor. Com apenas R$ 1 é possível comprar revistas em quadrinhos e livros em geral. “Se souber procurar, vasculhar, encontra muita coisa boa. Tem pessoas de outras cidades que compram aqui, a R$ 1, e vendem mais caro no interior”, revela o funcionário da livraria, João Paulo Ferreira.

FONTE: Estado de Minas.


BC decreta liquidação do Banco Rural

Banco Central citou falta de plano viável para recuperação do banco. 
Ex-dirigentes do banco foram condenados no esquema do mensalão.

O Banco Central informou que decretou, nesta sexta-feira (2), a liquidação extrajudicial do Banco Rural, envolvido no esquema do mensalão. Segundo o BC, a medida foi tomada por conta do comprometimento da sua situação econômico-financeira e da falta de um plano viável para a recuperação da situação do banco.

“O ato abrange, por extensão, as demais empresas do Conglomerado Financeiro Rural: o Banco Rural de Investimentos S.A.; o Banco Rural Mais S.A.; o Banco Simples S.A.; e a Rural Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.”, informa o Banco Central em nota.

Com o fechamento do banco, ficaram indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição. O BC nomeou Osmar Brasil de Almeida como liquidante do grupo.

Em março de 2013, o grupo, com sede em Belo Horizonte e agências em 19 estados, detinha apenas 0,07% dos ativos e 0,13% dos depósitos do sistema financeiro.

“O Banco Central está tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, nos termos de suas competências legais de supervisão do sistema financeiro. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas punitivas de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis”.

Em nota, segundo o Jornal Nacional, os dirigentes do Banco Rural dizem que ficaram surpresos com a decisão do BC porque, segundo eles, o banco jamais causou prejuízo a qualquer pessoa. A instituição diz que estuda agora as medidas cabíveis..

O que é?
Segundo o Banco Central, a liquidação extrajudicial é uma medida “grave e definitiva”. Destina-se, ainda de acordo com a instituição, a promover a extinção da empresa quando houver indícios de insolvência irrecuperável ou quando são cometidas infrações às normas que regulam a atividade da instituição.

“Objetiva ainda promover a venda dos ativos existentes para pagamento dos credores, com devolução de eventual sobra aos controladores ou sua responsabilização pelo passivo a descoberto”, acrescentou o BC, em explicações que constam em sua página na internet.

Envolvimento no mensalão
No ano passado, ex-dirigentes do Banco Rural foram julgados e condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento no esquema do mensalão.

O Supremo entendeu que a acionista e ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello e os ex-vice-presidentes José Roberto Salgado e Vinícius Samarane foram responsáveis por conceder empréstimos fictícios ao PT e ao grupo de Marcos Valério, apontado como o operador do mensalão, para pagamento de propina a políticos da base aliada do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Kátia Rabello e José Roberto Salgado foram condenados a 16 anos e 8 meses por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas. Samarane pegou 8 anos e 9 meses por lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta. Todos recorreram da condenação, mas os recursos só vão começar a ser julgados no dia 14 de agosto.

A ex-vice-presidente Ayanna Tenório foi absolvida por falta de provas.

Garantias
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) garante até R$ 250 mil para cada correntista (por CPF ou CNPJ) em razão de perdas motivadas por problemas da instituição financeira.

A garantia é válida para depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio, depósitos em contas-correntes de depósito para investimento; depósitos de poupança; depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado; depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares; letras de câmbio; letras imobiliárias; letras hipotecárias; e letras de crédito imobiliário.

O FGC é uma entidade privada criada em 1995 para ser um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores. O fundo permite a recuperação dos depósitos ou créditos mantidos em instituição financeira em caso de falência, insolvência ou liquidação extrajudicial.

BVA
Em junho, o Banco Central já havia liquidado o BVA, também em decorrência do “comprometimento da sua situação econômico-financeira e do descumprimento de normas que disciplinam a atividade da instituição”.

Com sede na cidade do Rio de Janeiro, o BVA detinha 0,17% dos ativos do sistema financeiro e 0,24% dos depósitos, com 7 (sete) agências localizadas nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

FONTE: O Globo.


Obra do BRT em novo capítulo de desperdício de dinheiro público

Mais um trecho de concreto do corredor central da via precisa ser destruído para abrigar estação do sistema de ônibus em implantação em BH. Faixas de tráfego são interditadas

Pavimento é novamente quebrado diante do IAPI, no Bairro São Cristóvão. Outras intervenções do tipo serão necessárias para construir terminais (Euler Júnior/EM/D.A PRESS)
Pavimento é novamente quebrado diante do IAPI, no Bairro São Cristóvão. Outras intervenções do tipo serão necessárias para construir terminais

Depois de quebrar o concreto que pavimentava o corredor central da Avenida Antônio Carlos na altura do número 3.590, no Bairro São Francisco, Região da Pampulha, a empreiteira responsável pela construção das estações do transporte rápido por ônibus (BRT, na sigla em inglês) está destruindo um trecho de cerca de 150 metros da mesma pista exclusiva para coletivos em frente ao Conjunto IAPI, no Bairro São Cristóvão, Região Noroeste de BH. Segundo a Secretaria Municipal de Obras, a demolição é uma das que estavam previstas entre a Lagoinha e o Viaduto São Francisco para instalação de nove estações de passageiros do BRT.

Com mais uma demolição para as adaptações necessárias aos novos terminais, o trânsito precisou ser reduzido tanto no sentido Centro quanto em direção aos bairros. As duas faixas exclusivas para o transporte público em cada sentido diminuíram para uma, mas não houve grandes retenções de tráfego, em virtude do fluxo menor no corredor de ônibus. Na manhã de ontem, apenas dois funcionários trabalhavam no local. Um operava a máquina britadeira e o outro observava o serviço.

O que mais intriga a população e especialistas da área de engenharia é o fato de as obras se multiplicarem na Avenida Antônio Carlos, o que dá a sensação de que as intervenções nunca acabam. A duplicação da via, por meio de uma parceria entre os governos estadual e municipal, começou a ser entregue em 2007, antes da definição do BRT como aposta da cidade para a Copa do Mundo de 2014.

Inicialmente, a prefeitura entregou o alargamento entre os bairros São Francisco (Pampulha) e Aparecida (Noroeste), mas o trecho entre o Aparecida, começando pela Rua dos Operários, e o Complexo da Lagoinha, onde está a área que passou por intervenção ontem, só foi finalizado em 2011. Para engenheiros, não seriam necessárias duas obras no mesmo local, caso houvesse melhor planejamento.

Memória – Gastos extras

No início de maio, o Estado de Minas mostrou que a empreiteira contratada pela Prefeitura de BH para obras do BRT precisou quebrar o concreto do corredor central da Antônio Carlos na altura do Bairro São Francisco (foto) – trecho que antes era de asfalto e que já havia sido destruído para a pavimentação com concreto. Não foi o primeiro revés nas obras do novo sistema de transporte: dias antes, uma estação inteira na Avenida Cristiano Machado havia sido demolida. A justificativa foi de que se tratava de um “protótipo”. Ao lado de outras construções que tiveram de ser refeitas, como ocorreu na Avenida Santos Dumont, no Centro da capital, esse tipo de intervenção despertou críticas de especialistas em engenharia, devido aos gastos extras e aos atrasos no cronograma.

FONTE: Estado de Minas.


Pernambucana com curso superior que morou na Europa e fala sete línguas é descoberta no serviço de limpeza do Mercado Central e vira recepcionista de turistas

 

Pernambucana com curso superior que morou na Europa e fala sete línguas é descoberta no serviço de limpeza do Mercado Central e vira recepcionista de turistas (Ramon Lisboa/EM/D.A Press)
Pernambucana com curso superior que morou na Europa e fala sete línguas é descoberta no serviço de limpeza do Mercado Central e vira recepcionista de turistas

Na tarde de sexta-feira, 3 de maio, a morena magra Maria da Conceição da Silva, de 41 anos, encostou o carrinho de recolher o lixo nos corredores do Mercado Central, a vassoura, as luvas e foi cumprir o horário do lanche. O celular toca. Era uma ligação internacional, da Holanda. Ela atende e fala cerca de 40 minutos. Um dos colegas correu à segurança e avisou: “Há uma faxineira maluca, falando embolado”. O chefe da segurança a abordou e descobriu que a mulher não só falava holandês, como também inglês, espanhol, italiano e ainda conversa o básico em alemão e hebraico.

Levada ao superintendente do mercado, Luiz Carlos Braga, a faxineira confirmou o que dissera ao chefe da segurança e ainda revelou que tem formação superior em contabilidade. “Quando vi o passaporte dela, as passagens pela Holanda e Alemanha, não tive dúvida. Mandei a Maria da Conceição largar a limpeza, passar um batom e assumir um lugar de recepcionista no guichê da Belotur, na entrada da Avenida Augusto de Lima.” É lá que a morena magra, pernambucana de Recife, está agora à espera dos turistas, que devem invadir o Brasil durante as copas das Confederações e do Mundo.

Bem-vindo, welcome, bien viendo, welkome, bienne venutto. Que venham brasileiros, ingleses, norte-americanos, todos os cidadãos de língua espanhola e italiana, alemães, árabes. Serão bem recebidos pela nordestina humilde, delicada e sorridente. Mas como esta mulher, com tantas qualificações, foi parar na faxina do Mercado Central? É uma história longa de família pobre, surgiu sem estrutura, de apego, desapegos, mas nunca de desistência. Uma história de preconceito, que ela não enfrentou na Europa, onde morou por um bom tempo, mas no seu país natal, exatamente em Minas Gerais.

“Sou filha de pais separados. Meus irmãos mais velhos foram doados à minha avó materna. Outro foi viver também com parentes. Minha mãe me doou ainda bebê, mas alguns dias depois se arrependeu e me buscou.” A mãe vivia do trabalho como doméstica. Maria da Conceição, aos 11 anos, foi trabalhar como recepcionista de um advogado. “Estudava em um colégio de freiras e, no escritório, fazia também serviços gerais e de datilografia.” Isso quase em meados dos anos 1980. A mãe, então, resolveu mudar para Fortaleza (CE).

MUDANÇAS
 “Fui dar continuidade ao ensino fundamental em um colégio militar, com bolsa de estudos. A mãe resolveu mudar de novo. A convite da filha mais velha, casada com um caminhoneiro, foi para Elesbão Veloso (PI). De lá, Maria da Conceição foi para Teresina. Entrou no Colégio Salesiano, onde conclui o ensino médio e praticou esportes. “Cheguei à seleção de handebol da escola.” Outra mudança da mãe, para Campina Grande (PB), cidade na qual Maria da Conceição foi de tudo: doméstica, vendedora, representante comercial.

Retornou para Elesbão Veloso e lá ajudava no sustento da casa como empregada até a mãe adoecer e morrer, meses depois, em 1991. Maria da Conceição, então com 18 anos, resolveu ir embora. “Queria ir para Tocantins, mas resolvi ir para Campina Grande. Formou-se em contabilidade, trabalhou em quase tudo o que apareceu pela frente. “Comecei no levantamento de estoque em uma loja de autopeças, depois fui para o balcão, onde aprendi muito. Fiz serviços hidráulicos e de servente de pedreiro. Fui doméstica e até na mecânica me arrisquei.”

Já no posto turístico, Maria da Conceição atende Terezinha Idelgino (Ramon Lisboa/EM/D.A Press)
Já no posto turístico, Maria da Conceição atende Terezinha Idelgino

Professora de colegas da limpeza

Em 2005, uma reviravolta na vida de Maria da Conceição. Ela trabalhava em manutenção de computadores. Por acaso, na rua, conheceu um espanhol, um alemão e uma holandesa, em viagem de intercâmbio no Brasil. “Com o inglês básico, que aprendi nos colégios e em cursinho, conversei com eles. Procuravam um lugar para morar temporariamente. Oferecei minha casa em troca de uma pequena ajuda. Aceitaram e nos tornamos amigos.” Os três estrangeiros foram embora, mas continuaram conversando com a pernambucana pela internet. “Numa dessas conversas, entrou uma mineira, 10 anos mais nova do que eu, que se tornaria minha companheira. Sou homossexual assumida desde os 14 anos.”

As duas foram convidadas para uma viagem à Holanda. Lá, Maria da Conceição fez de tudo para sobreviver. Faxina, pintura e reforma de residências. “Fui bem recebida e orientada a estudar a língua local. Não só aprendi o holandês, como aprimorei o inglês e o espanhol. Estudei também o italiano e um marroquino maluco me ensinou alguma coisa de hebraico.” Maria da Conceição foi chamada para fazer um serviço de instalação de piso em Frankfurt e Düsseldorf e aprendeu o alemão.

No ano passado, a família chamou a companheira mineira de volta. Maria da Conceição ficou na Holanda. “Mas não resisti ao inverno rigoroso e à saudade. Cheguei aqui em setembro e desde então procuro emprego.” Maria da Conceição experimentou o preconceito e a desconfiança mineira: “Você não é de Minas e não empregamos pessoas de fora. Veio da Europa, o que estava fazendo lá? Ah, você já passou dos 40. Você tem curso superior e aqui só empregamos quem tem, no máximo, o médio”.

“Era isso o que ouvia quando mostrava o currículo em lojas, hotéis, empresas de faxina, restaurantes, supermercados. Um dia, estava perto do mercado e quase desistindo de pedir emprego. Resolvi entrar para comprar uma goma de tapioca. Foi agora, no dia 2.” Como dizem que no mercado tudo que se procura acha, Maria da Conceição conseguiu emprego. “Perguntei a uma pessoa da faxina se havia vaga e fui ao escritório. Mas não apresentei currículo e omiti a formação superior e o fato de falar outras línguas.” Foi admitida com salário em torno de R$ 800 e hoje no balcão de informações turísticas ganha em torno dos R$ 1,5 mil.

Maria da Conceição não vê nenhum problema em voltar para a limpeza, de for preciso. “Voltaria para a faxina com muito orgulho. Continuarei humilde, simples, sempre aprendendo.” Ela acha importante compartilhar o que sabe e ensina inglês às colegas da limpeza no mercado. Maria da Conceição pede uma pausa na conversa para atender Terezinha Idelfino da Silva, de 75 anos, que chega ao guichê em busca de informação. Gostou, dona Terezinha? “Éla é ótima, muito simpática.” É preciso dizer mais?

FONTE: Estado de Minas.


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