Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Assalto a caminhão de cerveja no bairro Goiânia termina com policiais feridos

Durante a fuga, viatura da PM ficou presa ao veículo roubado, que ainda atingiu dois carros estacionados

A perseguição a um caminhão de bebidas deixou policiais militares levemente feridos na manhã deste sábado, no bairro Goiânia, região nordeste da capital. Um dos envolvidos, Fabrício Tomás Santos, de 21 anos, foi preso após perseguição.

Após roubar o caminhão de cerveja, o bandido fugiu no sentido do bairro Goiânia. Os militares do 16º BPM receberam informações de que uma moto dava cobertura ao crime e quando localizaram um caminhão de bebidas nas proximidades, abordaram o condutor.

Ele simulou que iria parar, mas quando os policiais se aproximaram, jogou o veículo contra os policiais e começou uma fuga. Mas a viatura ficou presa ao caminhão e o bandido precisou fugir à pé, quando foi detido. Segundo a PM, ele resistiu à abordagem e precisou ser imobilizado. Nesse processo, o caminhão desceu desengrenado e arrastou dois veículos estacionados.

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FONTE: Estado de Minas.


Dragão solto na balada

Pesquisa exclusiva para o Estado de Minas mostra que preços de bebidas e petiscos subiram muito além do IPCA em BH. Picanha na chapa ficou 38% mais cara em um ano, e a cerveja, 19,5%

Balada

 

Se você gosta de frequentar baladas ou bares em Belo Horizonte, é melhor preparar o bolso. Enquanto a inflação oficial do país chega a 9,52% nos últimos 12 meses, os preços nos bares ou casas noturnas subiram um bocado mais. A campeã, com 38,69% de alta em um ano, é a picanha na chapa, que em 2014 era vendida a R$ 42,70, em média, e, neste ano, passou para R$ 59,22. Os valores foram apurados pelo site Mercado Mineiro, em pesquisa feita com exclusividade para o Estado de Minas, em 49 estabelecimentos.
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Os aumentos não param por aí. A porção de contrafilé aumentou 21,25%, sendo que em 2014 custava R$ 29,51 e passou a custar R$35,78 em 2015. Já as cervejas, queridinhas dos consumidores e as bebidas mais vendidas nos dois tipos de estabelecimento, aumentaram até 19,50%. É o caso do preço médio da long neck Budweiser, que custava R$ 5,18 e subiu para R$ 6,19, sempre no preço médio. A Bohemia passou de R$ 7,71 para  R$ 8,39, alta de 8,82%. A caipivodca também não escapou e teve os preços reajustados em 15,34%, passando de R$ 10,30 para R$ 11,88.
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Segundo os proprietários dos estabelecimentos, os reajustes são justificados pela alta consecutiva dos insumos, mão de obra, além da fatura maior na energia elétrica. Com 25 anos de mercado, o sócio-proprietário do Alambique, Henrique Caetano, afirma que, nos últimos três anos, fez apenas dois ajustes nos preços dos produtos vendidos na casa, o último em março deste ano. “Estamos segurando o máximo que podemos para não aumentar os preços e perder clientes, mas os fornecedores repassam aumentos quase todas as semanas e chega a hora que não dá mais para segurar”, afirma. De acordo com Henrique, em março, apenas as bebidas alcoólicas foram reajustadas num percentual de cerca de 9,6%, como o caso da cerveja long neck, que passou de R$ 10,50 para R$ 11,50.
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A alta dos preços fez com que a médica Flávia Rocha Paes mudasse os hábitos de consumo. Ela afirma que, antes de sentir o peso da inflação no bolso, costumava sair cerca de três vezes por semana. Agora, sai apenas uma vez. No entanto, ela afirma que o valor total da despesa é o mesmo, apesar da frequência menor. “A conta num bar ou uma saída numa casa noturna nunca fica mais barata que R$ 100. Dependendo da festa, a gente chega a gastar cerca de R$ 300 na noite”, afirma. Ela afirma que, apesar de os preços aumentarem, a qualidade dos produtos ou serviços permanece ruim. “Os preços praticamente dobraram, mas qualidade é a mesma ou pior”, completa. Além de reduzir as saídas, a médica afirma que, para tentar economizar, os amigos passaram a promover encontros em casa.
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Entre os aumentos registrados na pesquisa estão a caipirinha, que teve variação no preço de 15,11% entre julho de 2014 e julho de 2015. No ano passado, a bebida era vendida a R$ 8,80, passando para R$ 10,13 neste ano. O refrigerante em lata também sofreu alteração, de 14,59%, passando de R$ 3,70 para R$ 4,24, em média. O presidente o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel-MG), Fernando Júnior, afirma que os aumentos são pontuais e que o setor tem evitado repassar os reajustes para os consumidores por conta do cenário econômico do país. “A maioria dos estabelecimentos não está conseguindo repassar esses aumentos para o consumidor final, com medo de que o movimento e o consumo caiam, já que o cenário não está favorável”, afirma. Ainda de acordo com Fernando, os empresários estão diminuindo a margem de lucro para suportar o arrocho.
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DIFERENÇAS A pesquisa feita com exclusividade para o Estado de Minas aponta ainda uma variação de preços entre um estabelecimento e outro. Entre as diferentes variedades de bebidas, como cerveja, caipirinha e caipivodka, os preços mais baratos são encontrados, invariavelmente, nos bares e, os mais caros, nas casas noturnas. A caipirinha, por exemplo, apresentou variação de 231,67%, com o menor preço encontrado, de R$6, no Bar do Tonho, na Região Central, e o maior de preço, de R$ 19,90, praticado na casa noturna Woods, no Bairro Vila da Serra e no Chalezinho, no Buritis. A Caipivodka foi encontrada com preços entre R$ 8 e R$ 19,90, diferença de 148,75%. Já o chopp de 300ml, que custa entre R$ 3,50 a R$ 9, pode variar 157,14%.
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De acordo com o diretor-executivo do site Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, o consumidor deve levar em conta a região do bar e a qualidade dos produtos na hora de analisar os preços. “O produto varia muito de estabelecimento para estabelecimento. Os drinks também variam muito, pois os preços variam de acordo com a qualidade da cachaça com que se faz a caipirinha ou da vodka com que se faz a caipivodka, por exemplo”, afirma.
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Procurada pela reportagem, a casa noturna Chalezinho informou, por meio de nota, que a casa cobra valores compatíveis com a qualidade do serviço que presta. “Vale ressaltar que, ao longo de quase 13 anos de história e existência do Clube Chalezinho, nunca houve por parte do público frequentador e, mais especificamente, seu nicho de mercado, atuante contestação. Há, na verdade, uma boa aceitação dos valores praticados pela casa, até porque, se eventualmente fosse diferente, o Clube Chalezinho buscaria equivaler e atender de forma a satisfazer seus clientes.” A boate Woods e o Circuito do Rock, que administra três casas noturnas em Belo Horizonte, também foram procuradas pela reportagem, mas não se posicionaram.

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FONTE: Estado de Minas.


Independência revela marca de cerveja a ser vendida nos jogos, mas ainda não anuncia preço

Primeiro jogo no estádio com a Lei da Cerveja será América x Botafogo, em 15/08

Rodrigo Clemente/EM/D.A Press

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O torcedor que for a jogos de futebol no Estádio Independência, em Belo Horizonte, encontrará cerveja Brahma nos bares, além de outras bebidas que já eram comercializadas antes da sanção da ‘Lei da Cerveja’ pelo governador de Minas, Fernando Pimentel. O acordo com o marca da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) foi revelado à reportagem pela assessoria da BWA, concessionária que faz a gestão do estádio.
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Até a noite desta sexta-feira, a operadora não revelou os valores que serão praticados no estádio. O primeiro jogo oficial no Independência depois da aprovação da lei será entre América e Botafogo, pela Série B, no sábado, dia 15, às 16h30.
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Das receitas do Independência, que incluem as vendas nos bares, 45% vão para a BWA, outros 45% para o Atlético, 5% para o Estado e outros 5% para o América.
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A lei que liberou a bebida nos campos de futebol de Minas Gerais proíbe o consumo nas arquibancadas. Especificamente no Independência, os torcedores poderão ficar no espaço em frente aos banheiros e bares da arena. Dessa área é possível assistir ao jogo.
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A concessionária alerta que os torcedores não poderão descer com a ‘loura gelada’ para o setor das cadeiras. No Mineirão, o consumo terá que ser feito no anel interno onde estão localizados os mictórios.
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Para tentar barrar os torcedores que tentarem descumprir a lei, as administradoras dos estádios colocarão seguranças na entrada das arquibancadas, além do próprio efetivo da Polícia Militar (PM).
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Além do esquema de segurança, as empresas que administram os estádios e os próprios clubes fazem um apelo aos próprios torcedores para que evitem confusão. O Cruzeiro divulgou uma nota se mostrando a favor de “qualquer medida que beneficie o entretenimento das famílias e proporcione ainda mais comodidade e diversão aos cruzeirenses, desde que todo esse processo seja realizado com respeito à segurança dos torcedores”.
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A BWA emitiu nota e pediu que os torcedores respeitem “as regras estabelecidas e contribua para uma melhora gradativa do espetáculo, visando sempre a harmonia nos campos de futebol”. A BWA aconselhou aos torcedores o consumo moderado e somente nos locais permitidos, a fim de evitar transtornos.
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A venda e o consumo da cerveja valem desde o momento da abertura dos portões até o último minuto do intervalo. No segundo tempo da partida, a comercialização é proibida, com possibilidade de aplicação de multa para quem descumprir a medida.
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O torcedor que infringir a lei será retirado das dependências do estádio e terá que pagar multa, que pode chegar a R$ 1.360. O fornecedor da bebida também pode ser punido: receberá advertência por escrito e pode pagar até R$ 13.614,50. Em caso de reincidência, a multa pode ser aplicada dobrada.
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Mineirão

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No Mineirão, que já comercializará cerveja no domingo, no duelo entre Cruzeiro e Palmeiras, pelo Brasileirão, o sistema de videomonitoramento, composto por cerca de 50 câmeras, será aliado no combate aos torcedores que tentarem infringir a lei. No estádio, o consumo será permitido no anel onde estão localizados os bares. De lá, não é possível assistir a nenhum lance da partida. A Minas Arena, empresa que administra o estádio, ainda não divulgou quais marcas da bebida serão vendidas e nem o valor de cada copo.
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No estádio, o Cruzeiro recebe 33,33% do faturamento dos bares de acordo com o contrato firmado com a Minas Arena. O percentual do Atlético sobre as vendas no estádio, em dia de suas partidas, não é conhecido.
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A bebida estava proibida desde 2007, com exceção dos dias de jogos da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014, que seguiram normas da Fifa

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FONTE: Estado de Minas.


Governador sanciona Lei que permite consumo de bebidas alcoólicas dentro dos estádios de MG

Fernando Pimentel aprovou Projeto de Lei que já havia passado pela Assembleia

EM DA PRESS

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O governador Fernando Pimentel sancionou nesta quinta-feira o Projeto de Lei que libera o consumo de bebidas alcoólicas dentro dos estádios em Minas Gerais. O texto do projeto original que passou pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais foi mantido, e há algumas restrições aos comerciantes e consumidores. Os termos foram veiculados nesta manhã no Diário do Executivo da Imprensa Oficial de MG.
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A comercialização da cerveja será permitida desde a abertura dos portões de acesso ao público até o último minuto de intervalo da partida, entre o primeiro e o segundo tempo. O torcedor está proibido de consumir bebida alcoólica nas arquibancadas e cadeiras do estádio.
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Se o torcedor infringir a medida, ele será retirado das dependências do estádio e terá que pagar multa, que pode chegar a R$ 1.360. O fornecedor receberá uma advertência escrita e corre o risco de pagar até R$ 13.614,50. Em caso de reincidência, a multa pode ser aplicada em dobro.
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Os locais de consumo serão definidos pelos responsáveis pela gestão do estádio. A comercialização de cerveja havia sido proibida nos estádios mineiros em 2007, com exceção à Copa do Mundo de 2014, quando todas as arenas do Brasil venderam bebidas alcoólicas durante os jogos, conforme normas da Fifa. 

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Em entrevista ao Superesportes no mês passado, o deputado estadual Alencar da Silveira Júnior, autor do projeto, disse que o critério dos pontos de venda pode levar em conta os setores do estádio com menos riscos de incidentes, como espaços de torcidas organizadas.
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“Só pode beber no recinto do bar. Não pode ir para arquibancada com nada. Além disso, as administradoras dos estádios vão dizer onde a venda está permitida, quais os bares vão poder fazer o comércio. Nos locais de torcida organizada, quem sabe, não venda. Enfim, a administradora é quem define”, disse o deputado.

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FONTE: Estado de Minas.


Deic prende 14 por falsificação de cerveja em Itaquaquecetuba

Segundo departamento, tampinhas eram compradas em lixões.
Foram apreendidas 4.680 garrafas falsificadas e prontas para o comércio.

Segundo o Deic, tampinhas de cerveja eram compradas de catadores em lixão de Itaquaquecetuba (Foto: Divulgação/ Deic)Segundo o Deic, tampinhas de cerveja eram compradas de catadores em lixão de Itaquaquecetuba 

Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam nesta segunda-feira (27), 14 homens suspeitos de trabalharem na linha de produção de uma fábrica especializada em falsificar cerveja, em Itaquaquecetuba. As tampinhas eram adquiridas de pessoas que se encontravam em lixões.

No local, a especialidade era aplicar em marcas mais baratas, rótulos  e tarjas de bebidas melhores.

Segundo o delegado Fábio Pinheiro Lopes, titular da 5ª Patrimônio (Delegacia de Investigações sobre Roubo a Banco), unidade do Deic responsável pela descoberta, esse tipo de falsificação coloca a saúde do consumidor em risco. “Retiravam as tampinhas originais e colocam as outras sem nenhum cuidado com a higiene. O único procedimento era limpar a tampinha suja na camiseta”, contou o delegado.

A descoberta do local surgiu quando integrantes da 5ª Patrimônio realizavam levantamentos na região do Parque São Pedro, em Itaquaquecetuba. Os policiais buscavam envolvidos em crimes contra bancos, mas desconfiaram da movimentação em um salão comercial na rua Tagarela. A equipe acabou flagrando a linha de produção em pleno funcionamento.

Os policiais apreenderam 4.680 garrafas falsificadas e prontas para serem comercializadas. Também encontraram rótulos e as centenas de tampinhas sujas. Os 14 presos responderão por crime contra a saúde pública

FONTE: G1.


Justiça autoriza Itaipava a comercializar latas de cor vermelha, da concorrente Brahma
Segundo STJ, cor não é marca; Ambev alegava que campanha praticou concorrência desleal
 Itaipava vence Brahma e pode usar lata vermelha

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) autorizou a Cervejaria Petrópolis, detentora da marca Itaipava, a utilizar a cor vermelha em suas latas de cerveja. A decisão é da 3.ª Turma da corte, que reverteu proibição imposta pela Justiça do Rio de Janeiro a pedido da concorrente Ambev.

A proibição de comercializar a lata vermelha ocorreu em 12 de janeiro de 2011, por decisão da 3.ª Vara Empresarial do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). Na ocasião, a corte considerou que a embalagem praticava de concorrência desleal por ter se aproveitado de campanha semelhante feita na ocasião pela concorrente Brahma, da Ambev, que havia lançado uma lata com a mesma cor meses antes. A empresa do interior do Rio de Janeiro, que na época lançou uma edição especial para a temporada da Stock Car daquele ano, ainda foi obrigada a retirar todas as as unidades do mercado e a indenizar a concorrente em R$ 200 mil por danos morais.

A Ambev, que também é detentora das marcas Antarctica e Skol, alega que a lata da Itaipava confundia o consumidor e tinha a finalidade de diluir o efeito da campanha publicitária da Brahma. Embora o pedido tenha sido julgado improcedente em primeira instância, O TJ fluminense aceitou os argumentos da autora da ação, considerando que houve intenção de se aproveitar da inovação.

No entanto, o STJ aceitou, por maioria de votos, o argumento de que ‘cor não é marca’. Segundo o relator do caso, ministro João Otávio de Noronha,  o artigo 124, inciso VIII, da Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/96) prevê que cores não dispostas de modo distintivo não podem ser registradas como marca, razão pela qual uma empresa que utilizou em ação de marketing cor similar à de produto do concorrente não incorre em concorrência desleal.Segundo o ministro, as cores dos recipientes dos produtos são elementos neutros no marketing próprio das empresas, não constituindo um diferenciador mercadológico ou um conjunto da imagem (trade dress) capaz de causar imitação e confusão em relação à origem do produto.

Noronha considera ser plenamente possível a convivência de produtos comercializados por empresas diversas e concorrentes que utilizam embalagem da mesma cor, já que não existe direito exclusivo do uso de cores e suas denominações. “O fato não enseja a confusão entre as marcas Brahma e Itaipava, sobretudo quando suficientemente conhecido e diferenciado o seu principal e notório elemento distintivo: a denominação”, afirmou.

O ministro ainda ressaltou que a admissão de exclusividade do vermelho violaria a essência da Lei de Propriedade Industrial, que objetiva principalmente a tutela da livre concorrência.

Identificação do processo: REsp 1376264

FONTE: UOL.



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