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Avenida Vilarinho inunda e carros são arrastados

O córrego Vilarinho transbordou e provoca inundação nas vias da região de Venda Nova

A chuva que cai na tarde desta quarta-feira (15) em Belo Horizonte mais uma vez está provocando estragos na cidade. De acordo com a Defesa Civil da capital mineira, a avenida Vilarinho, na região de Venda Nova, foi inundada e carros estão sendo arrastados.

Outras vias da região também foram fechadas: Rua Padre Pedro Pinto com avenida Vilarinho, Cristiano Machado com Vilarinho e Doutor Álvaro Camargo com Vilarinho.

O órgão alerta para o risco de transbordamento dos córregos Brejo do Quaresma, Bezerra e Lagoinha. É preciso evitar o tráfego pelas praças Maria Vilas Boas e Geral de Araújo Silva; ruas Batistina de Andrade, Luzia Salomão e avenida Maria Vieira Barbosa, no bairro Mantiqueira, também na região de Venda Nova.

avenida Vilarinho

 

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alagamento BH Venda Nova

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FONTE: O Tempo.


Deslizamento de encosta atinge moradores de rua após chuva forte em Belo Horizonte  

 

Pela terceira vez nesta semana Belo Horizonte registra estragos em razão de chuvas durante madrugadas. No começo desta manhã, deslizamento de uma encosta atingiu dois moradores de rua que estavam em uma barraca debaixo da marquise de um residência localizada na Avenida Antônio Carlos, no Bairro São Cristóvão, Região Nordeste da capital. Duas casas foram interditadas totalmente e uma terceira de maneira parcial.

O homem e a mulher foram encaminhados para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. O estado de saúde deles ainda não foi divulgado.

 

Na via marginal do Anel Rodoviário, na altura do Bairro Carlos Prates, também na Região Nordeste, outra encosta desabou. O local foi isolado pela Defesa Civil. Ninguém se feriu.

Já na Grande BH, um muro do condomínio Recanto Verde, em Esmeraldas, caiu após a água da chuva infiltrar na estrutura. Não há feridos.

Fábio Oliveira / Defesa Civil BH

 

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FONTE: Itatiaia.


Chuva forte provoca alagamentos, deixa motoristas ilhados e arrasta carros em BH

O Rio Cachoeirinha transbordou, inundou a via e arrastou carros. Na Avenida Cristiano Machado também teve alagamentos e uma viatura do Samu ilhada


 


 

Uma chuva forte provocou inundações, arrastou carros e deixou motoristas em pânico, na tarde deste sábado em Belo Horizonte. A Região Nordeste da capital foi a mais atingida. O Rio Cachoeirinha transbordou, arrastou carros e alagou vários estabelecimentos comerciais na Avenida Bernardo Vasconcelos.

Na Avenida Cristiano Machado também teve vários pontos de alagamentos. Na altura do Bairro São  Gabriel, a água tomou conta da pista, deixou pessoas ilhadas na Estação de metrô e impediu que os ônibus do Move deixassem a estação. Logo à frente, próximo ao Minas Shopping, também teve inundação. Carros ficaram com água quase até o teto. No Bairro Cidade Nova, uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ficou ilhada.

O sinal do temporal que atingiu a cidade começou por volta das 15h, quando nuvens escuras cobriram a capital e até postes de iluminação das ruas foram ligados.

O Institudo PucMinas/Tempo Clima já havia alertado nessa sexta-feira (23), que os mineiros deviam se preparar para chuva neste fim de semana. A frente fria que atua no estado desde o início da semana vai continuar deixando o tempo instável. Pancadas de chuva estão previstas para este sábado e domingo e o céu permanecerá nublado em todo o estado, de acordo com o instituto.

A instabilidade se estende ao início da próxima semana, também com previsão de precipitações. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, as temperaturas variam entre 17 e 26 graus e a umidade relativa do ar fica em torno de 65% durante o fim de semana.

Grande BH

Em Betim, na Grande BH, a chuva forte fez com que pessoas ficassem alagadas com a repentina elevação das águas de enxurradas e de córregos. Só o Corpo de Bombeiros chegou a registrar 17 chamadas relativas a pessoas cercadas pela água. Contudo, tão rápido quanto o nível d’água subiu, ele desceu e não foi preciso resgatar nenhuma dessas pessoas.
Em Nova Lima e na região do condomínio Alpha Ville, no caminho para Ouro Preto, a chuva forte obrigou os motoristas das BRs 040 e 356 a reduzir sua velocidade e conduzir os veículos com cuidados redobrados.

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FONTE: Estado de Minas.


Temporal, medo e prejuízo

Queda de árvore de grande porte, situação recorrente em BH, esmaga carro no cruzamento mais movimentado da capital. Cidade começa a semana sob a ameaça de mais tempestades

Tronco atingiu em cheio o veículo que passava pela Avenida Afonso Pena, na Praça Sete, por pouco não ferindo o motorista José Ricardo Soares (GLADYSTON RODRIGUES/EM/D.A PRESS)Tronco atingiu em cheio o veículo que passava pela Avenida Afonso Pena, na Praça Sete, por pouco não ferindo o motorista José Ricardo Soares

Belo Horizonte começa a semana com um alerta de tempestade da Defesa Civil municipal e sob o impacto de mais uma queda de árvore de grande porte no Centro, ameaça recorrente que desta vez ocorreu em um dos pontos mais movimentados da cidade e só não teve consequências mais graves por se tratar de um domingo. O incidente aconteceu na Praça Sete, quando um espécime tombou na Avenida Afonso Pena (sentido Bairro Mangabeiras), durante temporal na tarde de ontem. Mais do que surpresos, dois motoristas ficaram aterrorizados, já que o tronco, com cerca de 20 metros de altura, que ficava no canteiro central, tombou, por volta das 15h, sobre os carros que conduziam. “Estava começando a chover e achei que o barulho fosse de um trovão. Eu estava passando e, por pouco, não fui atingido”, disse, ainda assustado, o instalador de telefones José Ricardo Soares, morador de Ribeirão das Neves, na Grande BH. O outro veículo atingido foi um táxi, que também trafegava pelo local.
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Equipe dos bombeiros trabalhou para serrar a árvore que despencou sobre o cruzamento. Além de um policial militar, um agente da BHTrans esteve no local, já que o trânsito ficou impedido. “Veja só, fui informado de que vou ter que providenciar o reboque do meu carro. A árvore cai e ainda sou obrigado e pagar pelo serviço de retirada. Com vou fazer, se ele está debaixo da árvore e destruído por cima?”, perguntava José Ricardo, enquanto o táxi era rebocado.
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A cidade pode começar a semana enfrentando problemas semelhantes, já que a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil emitiu alerta de chuva forte válido pelo menos até a manhã de hoje. A previsão é de pancadas acompanhadas de raios e rajadas de vento em torno de 50 km/h em Belo Horizonte. O volume de precipitação está estimado entre 40 e 60 milímetros. Mas as condições favoráveis à formação de nuvens e pancadas a qualquer hora do dia persistem até amanhã, com um pequeno alívio na quarta-feira, quando há previsão de sol durante o dia e mais chuva à noite. Na quinta e na sexta-feira devem ocorrer mais pancadas de fim de tarde, típicas de verão. Não há previsão de granizo.
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De acordo com a meteorologista Anete Fernandes, do 5º Distrito do Instituto Nacional de Meteorologia, a semana chuvosa é resultado da circulação de ventos que trazem umidade do Oceano Atlântico em direção ao continente. “Está havendo uma convergência de umidade sobre a parte Central e Sudeste do Brasil, e, com isso, as condições de instabilidade estão sendo mantidas e favorecendo a ocorrência de pancadas de chuva”, afirmou. Segundo ela, choveu em fevereiro, até ontem 27 milímetros. A média do mês é de 188,4.
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ESTRAGOS No sábado, forte chuva que atingiu Barbacena, na Região do Campo das Vertentes, deixou imóveis destelhados, provocou queda de árvores e de muros, deslizamentos de terra e alagamentos. O Corpo de Bombeiros atendeu a um total de 18 ocorrências relacionadas ao temporal. No Estádio Walter Antunes, campo do Andaraí Esporte Clube, parte da estrutura de concreto de uma arquibancada chegou a ceder com a queda de um barranco, mas ninguém ficou ferido.
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MEMÓRIA – Dos sustos ao acidente fatal

Acidentes com árvores de grande porte têm se tornado uma ameaça constante para cidadãos de Belo Horizonte, especialmente em áreas de intensa circulação de pedestres e veículos. Antes do incidente de ontem, um dos mais recentes e preocupantes aconteceu em 12 de outubro do ano passado, na Região Hospitalar da capital, quando uma paineira centenária tombou na Praça Hugo Werneck, quase atingindo um dos veículos que passavam.  Mas o caso mais grave ocorreu há seis anos, em 12 de janeiro de 2011, também na estação das águas, quando a secretária aposentada Maria de Fátima Ferreira, de 57 anos, morreu depois de ser atingida por uma árvore de grande porte, cuja raiz estava infestada de cupins. No momento ela caminhava no Parque Municipal Américo René Giannetti, no Centro de Belo Horizonte. Segundo testemunhas, um grupo percebeu que a árvore estava caindo e avisou a mulher, que tentou correr, mas foi atingida pelo tronco do jatobá de 20 metros de altura. Depois do episódio, a prefeitura começou um trabalho, ainda não concluído, de inventário das árvores da capital.

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FONTE: Estado de Minas.


 

Defesa Civil alerta para novos temporais em BH e região metropolitana
Entre essa quarta-feira (1º) e esta quinta (2), choveu mais do que a média esperada para o mês na capital; segundo meteorologista, volume é incomum por causa da chegada do inverno
Chuva
A instabilidade atmosférica continua intensa na região metropolitana de Belo Horizonte, o que pode causar temporais, com ventos de até 50 km/h, na noite desta quinta-feira (2) e na madrugada desta sexta (3). Além disso, as chuvas continuam durante o fim de semana. Contudo, elas serão isoladas e de baixa intensidade. As informações são da Defesa Civil Municipal e do Instituto Clima Tempo PUC Minas.

Nos dois primeiros dias de junho deste ano choveu mais do que a média esperada para o mês na capital. Entre esta quarta e quinta caíram 30,4 milímetros de chuva, a média esperada era de 14,1 em todo o período. Vale ressaltar que cada milímetro de chuva corresponde a um litro de água por metro quadrado.

De acordo com o meteorologista Heriberto dos Anjos, o volume de chuvas para o mês é incomum por causa da chegada do inverno. “Como estamos nos aproximando da estação mais seca do ano, a média do mês de junho em Belo Horizonte é baixa. Mas nas últimas horas, já choveu bastante. Isso ocorreu por causa de um sistema de baixa pressão que atua no oceano. Essa condição aumentou as áreas de instabilidade atmosférica e provocou chuvas em grande parto do Estado”, disse.

Segundo o meteorologista, a instabilidade atmosférica também contribuirá para que as temperaturas continuem baixas em Belo Horizonte ao longo da semana. “Hoje (quinta), por exemplo, a máxima não passou dos 21º C. Isso ocorre em função do aumento das nuvens, que diminui a radiação solar e, consequentemente, a temperatura cai”, explicou Heriberto.

Temporal desta quinta

Durante a madrugada desta quinta, choveu por cerca de três horas em Belo Horizonte, de acordo com a Defesa Civil. A precipitação estava acompanhada de ventos e raios, deixando o trânsito complicado.

Batidas leves entre carros aconteceram na avenida Cristiano Machado, pouco antes do túnel da Lagoinha, deixando o fluxo lento, no sentido centro.

Uma batida envolvendo um ônibus, um carro e uma moto, na avenida do Contorno, próximo a avenida Prudente de Morais, causou lentidão no sentido Savassi, até a rua Platina, segundo a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans). O ônibus de passeio parou em um poste de iluminação pública.

Além disso, semáforos desligados complicaram o tráfego, na avenida Amazonas, sentido Contagem, e, nesta cidade, na região metropolitana, na avenida Babita Camargos, no bairro Cidade Industrial.

O tráfego também ficou lento na avenida Raja Gabáglia, no sentido centro, entre o Hospital Madre Teresa e a avenida do Contorno, conforme a BHTrans.

Precipitação

Na capital, a precipitação foi mais intensa na região Centro-Sul, com 16 milímetros das 0h às 6h50, seguida das regiões Barreiro (14,2 mm) e Oeste (10,8 mm), conforme a Defesa Civil. Na região Leste choveu 9 mm, 8,8 mm na região Noroeste, 7,8 mm na região Nordeste, 5,4 mm na Pampulha, 3,2 mm na região Norte e 2,8 mm em Venda Nova.

Chuva eleva níveis dos reservatórios

A chuva que atingiu a região metropolitana nos dois primeiros dias de junho foi muito bem-vinda para os reservatórios da Copasa.

No sistema Rio das Velhas choveu 11 milímetros. Em todo mês de junho de 2015, mês caracterizado por longa estiagem, choveu apenas 2,3 mm. A média histórica para o mês, conforme gráfico da Copasa é de 11 mm.

No reservatório Rio Manso choveu 15,2 milímetros neste início de mês, contra os 9 mm de todo o mês de junho do ano passado. No Sistema Serra Azul, o volume foi 10,5 mm, bem superior aos 4,7 mm registrados em 2015. No Vargem das Flores, o volume de chuva nos dois primeiros dias de junho foi 7 mm; em 2015, durante o mês de junho, choveu apenas 4,3 mm.

O nível geral dos reservatórios também é maior na comparação entre junho de 2016 e 2015: Rio Paraopeba está com 57,5% de sua capacidade. Em 2015, operava com 37,9; Rio Manso está com 74,6%, contra 50,6% no ano passado; Serra Azul opera com 33,6% de sua capacidade contra 15,8% em 2015; Vargem das Flores está com 46% de sua capacidade contra 39,5% no ano passado.

Contra o racionamento

De acordo com a Copasa, o risco de racionamento de água está descartado na Grande BH, desde a implantação da nova captação do Rio Paraopeba, em Brumadinho, em dezembro de 2015. O sistema capta até 5.000 litros de água por segundo, o que permite, por pelo menos mais 20 anos, a segurança no abastecimento da população de Belo Horizonte e região metropolitana.

O Programa Cultivando Água Boa (CAB) também é uma das ações de médio e longo prazo para a garantia da segurança hídrica que a Copasa está adotando. As atividades compreendem mobilização da comunidade, ações de recuperação ambiental, de matas ciliares, controle de processos erosivos e outras práticas.


Barragens causam inundação no centro de Lambari

Lambari
Ainda não há informações de feridos; bombeiros de Três Corações estão a caminho da cidade

A forte chuva que atinge o Sul de Minas desde a madrugada deste sábado (16) já causa transtornos em algumas cidades. Em Lambari, duas barragens se romperam e causaram inundação no centro do município.

De acordo com o soldado Paulo Azevedo, do Corpo de Bombeiros de Três Corações, essas barragens seriam em uma região conhecida como Matadouro.
“Ainda não temos detalhes em relação às barragens. Sabemos que o rompimento aconteceu por volta das 2h. Seis militares estão a caminho de lá. Não há feridos. Apenas algumas pessoas ilhadas”, disse o soldado.

O comerciante Luiz Coutinho, de 62 anos, informou a reportagem de O TEMPO que os moradores levaram um susto nesta manhã. “Por volta das 6h, o centro estava todo inundado. Estava chovendo desde ontem. A última vez que veio uma chuva forte assim foi em 2006”, disse o morador.

Ainda segundo ele, uma ponte precisou ser interditada e não há como sair para cidades vizinhas. “Os motoristas não estão passando pela BR-467, que dá acesso a Carmo de Minas e São Lourenço. O desvio é feito por Caxaumbu, que aumenta 25 quilômetros.

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FONTE: O Tempo.


Chuva forte atinge Belo Horizonte e Região nesta terça-feira

Av. Vilarinho ficou alagada e pessoas ilhadas sobre carros, diz Defesa Civil.
Órgão emitiu alerta para chuvas até a manhã desta quarta-feira.

Chuva alagou a Avenida Vilarinho, em Belo Horizonte, no início da noite desta terça-feira em Belo Horizonte (Foto: Fabiana Cortes Oliveira/ Arquivo Pessoal)
Chuva alagou a Avenida Vilarinho, em Belo Horizonte, no início da noite desta terça-feira em Belo Horizonte

Belo Horizonte e cidades da Região Metropolitana foram atingidas por uma forte chuva no fim da tarde e noite desta terça-feira (27). A região mais afetada foi a de Venda Nova, segundo a Defesa Civil da capital mineira.

Segundo o meteorologista Arthur Chaves, da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a média de chuva em outubro, em Belo Horizonte, é de 141 milímetros. O volume registrado na Região de Venda Nova é de cerca de 40 por cento do esperado.

Os militares também receberam um chamado sobre uma casa alagada no bairro Céu Azul, na Região da Pampulha. No local, uma mulher de 68 anos foi resgatada e uma criança, segundo os bombeiros.

A Defesa Civil emitiu um alerta para chuvas localizadas com raios e rajadas vento previstos para até a manhã desta quarta-feira (28). Ainda de acordo com o órgão, pode chover de 20 a 40 milímetros neste período.

A chuva atingiu vários outros pontos da capital, deixando o trânsito ruim na volta para a casa. Segundo a Defesa Civil, choveu 35,6 mm na Região da Pampulha, 24,2mm na Nordeste e 16mm na Leste.

Recordes de temperatura

Belo Horizonte teve dias de muito calor nas últimas semanas. Dois recordes de temperatura nos últimos 105 anos foram quebrados. No dia 22, a temperatura registrada foi de 33,7°C segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). No mesmo dia, houve queda de Granizo.

Anteriormente, no dia 16, os termômetros chegaram a 37,4°C. Neste dia, a umidade chegou a níveis semelhantes ao Deserto do Saara: 12%. O recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é 60%.

FONTE: G1.



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