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Chuvas enchem represa e abastecimento de água é retomado em Itambacuri

Depois de 30 dias com interrupção por conta da seca, cidade do Vale do Mucuri está captando da represa que voltou a ficar cheia por conta das chuvas. Porém, a distribuição funciona em sistema de rodízio

Prefeitura de Itambacuri/Divulgação

Depois de 30 dias paralisado, o abastecimento de água foi retomado em sistema de rodízio em Itambacuri, município de 23 mil habitantes no Vale do Mucuri. Cerca de 16 mil moradores ficaram completamente desabastecidos durante um mês por conta da seca extrema na região, que secou o reservatório que atende a sede da cidade, conforme mostrou o Estado de Minas em sua edição de 22 de novembro. Segundo o prefeito Vicente Guedes (PHS), as chuvas dos últimos dias fizeram a represa encher novamente, mas mesmo assim a distribuição da água segue em sistema de rodízio.

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A cidade foi divida em duas partes. Em uma delas estão os bairros Várzea, Pedreira, Sete Voltas, Usina, Nossa Senhora de Fátima, Adelaide, Lauro Lopes e Jamineque. Na outra estão o Centro, Hollywood, Santa Clara, Laguna, Perdizes, Coqueiros, Vila, Montese e os Conjuntos I e II. “Uma parte recebe água em um dia e a outra só tem o abastecimento no outro. A tendência é que nos picos de chuva o abastecimento atenda 100% da cidade, mas o objetivo é criar uma cultura de armazenamento, para que o impacto seja menor em caso de novos problemas”, afirma Vicente Guedes.
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O prefeito aguarda a liberação dos recursos por parte da Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Sedinor) que vão garantir uma obra emergencial de barramento para viabilizar uma represa maior, capaz de armazenar a quantidade de água suficiente para a população não ficar desabastecida durante os períodos de seca.
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No último domingo, o Estado de Minas mostrou o drama da população sem água em Itambacuri. O desabastecimento provocou uma situação de calamidade, com filas enormes perto de caminhões-pipa e muito desespero dos moradores. Os caminhões-pipa disponibilizados não davam conta de atender a demanda gerada pela seca na cidade e a situação de calamidade durou 30 dias, especialmente nas áreas mais altas.
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Cidadãos de Itambacuri que moram atualmente nos Estados Unidos fizeram uma campanha e conseguiram dinheiro suficiente para ajudar na crise. Eles contribuíram na doação de 65 caminhões-pipa para aqueles que não tinham dinheiro para estocar a água necessária para evitar a crise.

Prefeitura de Itambacuri/Divulgação

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FONTE: Estado de Minas.


 

Vaca é encontrada em cima de árvore no Paraná

 

Vaca foi carregada pela correnteza e fico presa entre os galhos


Uma vaca foi encontrada em uma árvore de mais de dois metros de altura na zona rural de Quedas do Iguaçu, no Paraná. O animal foi carregado por uma enchente que atingiu a região e já estava morto quando foi localizado. A imagem inusitada foi registrada pelo Portal Quedas, que também informou que o proprietário do animal não foi identificado.

A cidade de pouco mais de 40 mil habitantes foi uma das mais prejudicas pelas fortes chuvas que castigaram o estado, com pontes destruídas e casas soterradas. No município foi registrada uma morte e três pessoas feridas. O número de pessoas desabrigadas ainda não foi contabilizado, já que algumas comunidades ficaram isoladas durante a cheia

A chuva que atingiu o Paraná deixou nove mortos e afetou 55.659 pessoas em todo o estado, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Estadual nesta segunda-feira. De acordo com o órgão, 70 cidades estão em situação de emergência. Rodovias estaduais e federais foram interditadas devido a quedas de barreiras e alagamentos.

 (Reprodução Internet / www.portalquedas.com.br)

FONTE: Estado de Minas.



Temperatura bate novo recorde em BH e chega a 36°C, diz Inmet

Instituto informou que umidade relativa do ar chegou a 20%.
Dia mais quente do ano foi registrado nesta segunda-feira (23).

Belo Horizonte teve dia de céu claro e clima quente nesta segunda-feira (23). (Foto: Reprodução/TV Globo)Belo Horizonte teve dia de céu claro e clima quente nesta segunda-feira (23).

Belo Horizonte teve o dia mais quente do ano, nesta segunda-feira (23), com 36°C registrados às 15h, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Ainda de acordo com os meteorologistas, a umidade relativa do ar chegou a 20% neste mesmo horário.
Este é o segundo recorde consecutivo de calor em Belo Horizonte. Neste domingo (22) termômetros marcaram 34,5°C entre as 15h e as 16h. Os especialistas explicam que o clima quente é comum na primavera, e se deve a uma massa de ar seco que está atuando pelo estado.

Ainda segundo o Inmet, nesta terça-feira (24) a previsão é de um declínio de temperatura, com a possibilidade de chuva durante todo o dia. Os termômetros devem variar entre 18° C e 28°C.

Primavera
Os meteorologistas do instituto explicam que nessa época do ano as temperaturas são mais altas, e a umidade relativa do ar fica mais elevada, devido ao aumento da nebulosidade. Em Minas Gerais, é comum a ocorrência de temporais e chuvas fortes e rápidas, diminuindo os focos de queimada.

FONTE: G1.


Insatisfeitos com demora e valor do ressarcimento dos danos, moradores de imóveis atingidos decidem recorrer à Justiça. Empreiteira afirma que todos foram amparados

O deslizamento de terra ocorreu no terreno onde será construído um prédio e comprometeu moradias próximas (Fotos: Beto Magalhães/EM/D.A.Press)
O deslizamento de terra ocorreu no terreno onde será construído um prédio e comprometeu moradias próximas
Maria de Lourdes mostra as trincas nas paredes da casa onde vive
Maria de Lourdes mostra as trincas nas paredes da casa onde vive

Prestes a completar dois meses, o desmoronamento do terreno de uma obra no número 559 da Rua Jacuí, no Bairro Floresta, na Região Leste de Belo Horizonte, em 21 de janeiro, continua criando impasse. Isso porque parte dos moradores que residiam nos imóveis na Rua Itaúna, nos fundos do empreendimento, danificados e interditados por causa do deslizamento, permanece insatisfeita com as negociações com a Associação Pró-Construção 3, responsável pela intervenção no lote onde ocorreu o problema. Alguns deles, como o assistente técnico André Milagres, de 30 anos, e sua mulher, Dalila Milagres, de 31, que por pouco não foram vítimas do desabamento, já ingressaram com uma ação na Justiça. Eles tentam reaver o valor dos bens que perderam na madrugada de 21 de janeiro quando o barracão onde moravam veio abaixo. Alguns vizinhos estão sendo ressarcidos de alguns prejuízos e outros, que eram inquilinos, se mudaram e estão recebendo o valor do aluguel. Mas há ainda quem reclame da lentidão da construtora no pagamento dos danos e, assim como o casal, se prepara para buscar amparo na Justiça.

RELEMBRE: à época do desmoronamento, cães viraram heróis ao salvar casal – CLIQUE AQUI!

Morando desde janeiro em uma casa alugada na Região da Pampulha, André conta que ele e a mulher foram orientados durante a primeira reunião com representantes do grupo construtor a listar os danos materiais e repassar a proposta de preço a eles. “Fizemos uma estimativa com o valor do prejuízo material e moral, mas eles nunca retornaram. Como temos três cães, não podíamos ir para um hotel nem para apartamento, como outras pessoas foram, então alugamos uma casa. Entramos com uma ação cautelar na Justiça exigindo pelo menos o pagamento dos gastos imediatos”, contou o técnico. Segundo ele, o custo mensal com aluguel , condomínio e IPTU é de R$ 3 mil. “A situação é muito delicada. No primeiro momento, eles disseram que iam dar total atenção, mas depois não retornaram mais os e-mails, as ligações nem responderam se podemos entrar no local para retirar alguns pertences que continuam lá”, reclamou. O ressarcimento dos outros danos será objeto de uma nova ação judicial, segundo André, caso a associação não se manifeste favoravelmente.

Quem também promete ir à Justiça é o casal morador da casa de número 112 da Rua Itaúna, David Rodrigues Tanure e Maria de Lourdes Gomes Tanure. Desde o deslizamento de terra, ele contratou um advogado que vem acompanhando as negociações com a associação. De acordo com Maria de Lourdes, os representantes das empreiteiras já arcaram com alguns prejuízos imediatos e pagam o valor do aluguel de um canil para onde os dois cães da família foram levados. “No entanto, são lentos nas negociações e nos pagamentos. Além disso, a advogada deles passou um e-mail informando que a quantia depositada seria o suficiente para sanar todo o prejuízo. Temos uma obra para fazer. Nossa área de lazer está cheia de trincas, toda comprometida e isolada pela Defesa Civil”, queixou-se. Segundo Davi, os reparos ainda dependem da estabilização do solo e da aprovação da Defesa Civil, e como garantia ele vai entrar na Justiça para assegurar o depósito em juízo do valor referente aos custos da obra.

CONTESTAÇÃO
 As reclamações dos moradores da Rua Itaúna são contestadas pela advogada Elisa Duarte, que defende os representantes do empreendimento. Além de não ter sido considerada culpado pelo deslizamento de terra, segundo a defensora, o grupo arcou com todas as despesas de aluguel de inquilinos dos imóveis afetados, carreto e outros danos imediatos. “Todos estão amparados. Estão tendo seus gastos custeados. E a associação fez isso mesmo sem ter sido declarada culpada pelo que aconteceu, já que nossa perícia constatou que o deslizamento da encosta foi causado pelo excesso de chuva”, informou a advogada.

Segundo ela, a exceção do processo de negociações é o caso do casal André e Dalila, e que o impasse teria, entre outros motivos, o fato de os reclamantes não constarem no contrato como locatários do imóvel. “O contrato está em nome de um senhor Régis, que seria irmão da Dalila. Mas ele mesmo nunca requereu nada. Não tenho como pagar nada, porque eles não têm como provar que moravam no local”, disse, Além disso, Elisa explica que o casal não deixou telefone nem e-mail no dia da primeira reunião com as pessoas atingidas pelo deslizamento da encosta.

“Em momento algum eles deram oportunidade de negociação e logo depois recebemos o processo. A indenização que pedem é exorbitante. Se a Justiça entender que a associação terá de pagar, ela pagará. Mas além de não ser culpada, ela sofreu um prejuízo enorme, que ainda nem pôde ser calculado”, alegou. De acordo com Elisa, especialistas estão sendo contratados para avaliar as condições do local e calcular o valor dos danos.

Enquanto isso…
…Sem disputa no São Bento

A criação de uma comissão foi a saída para resolver o problema do desmoronamento de uma quadra de tênis que desde o dia 27 de janeiro deixou 39 famílias fora de suas residências no Bairro São Bento, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Os estudos de solo estão sendo feitos e um laudo provisório deve ficar pronto em duas semanas para verificar o risco de intervenções no local, que permanece isolado. Um projeto de engenharia para refazer a contenção está em vias de ser contratado, mas segundo especialistas já consultados, deverá ser diferente do existente anteriormente. Para lembrar, o muro de quase 15 metros que fazia a contenção da quadra de esportes do Edifício Morigerati, no número 77 da Rua Abadessa Gertrudes Prado, cedeu sobre a parte de trás dos edifícios São Tomás de Aquino e Bela Morada. Os dois prédios ficam, respectivamente, nos números 70 e 120 da Avenida Professor Cândido Holanda, já no Bairro São Bento.

FONTE: Estado de Minas.


Muro de contenção de prédio desmorona e destrói três moradias no Bairro Floresta, em BH. Seis são interditadas pela Defesa Civil, que já havia constatado rachaduras e liberado obra

Engenheiro Eduardo Pedersoli, da Defesa Civil, acredita que chuvas de domingo contribuíram para que a terra cedesse nos fundos
Desabamento

Quatro dias depois de a Defesa Civil constatar, em vistoria, rachaduras em casas e, mesmo assim, descartar riscos de desabamento, um barranco desmoronou ontem e provocou a destruição parcial de três casas na Rua Itaúna, entre as ruas Ponte Nova e Guanhães, no Bairro Floresta, Região Leste de Belo Horizonte.

Seis residências sofreram danos estruturais e foram interditadas pela Coordenadora Municipal de Defesa Civil (Comdec). A terra cedeu de madrugada, depois da queda de parte do muro de contenção de uma obra situada nos fundos dos imóveis atingidos, no número 559 da Rua Jacuí. Ninguém se feriu, mas pelo menos 11 pessoas estão desalojadas.

A vistoria foi feita na quinta-feira. “Encontramos algumas trincas, mas vimos que não representavam risco imediato de desabamento”, afirmou o gerente de Operações da Defesa Civil, Waldir Figueiredo. Segundo ele, o órgão planejava nova vistoria ontem, dessa vez na estrutura de contenção da obra. Suspeita-se que as chuvas da noite de domingo tenham contribuído para o desabamento, cujas causas estão sendo investigadas. “As chuvas podem ter ajudado. Temos de ver se o projeto do muro de contenção do barranco foi feito adequadamente”, diz Eduardo Pedersoli, engenheiro da Defesa Civil. “Vamos manter um monitoramente da área até o problema ser resolvido”, acrescenta.

O que restou do barranco na Rua Jacuí apresenta “risco muito alto” de novos desabamentos, segundo notificação entregue pela Defesa Civil ao consórcio responsável pelas obras, a Associação Pró-Construção 3, da construtora Resende Tavares. O órgão municipal deu prazo de 10 dias para a empresa apresentar um plano de ação emergencial com as intervenções necessárias para recuperar e estabilizar o local. A construtora precisa também fixar um prazo para a execução das medidas e procurar os moradores prejudicados para discutir formas de reparar os danos. Síndico da associação, Jorge Luiz Dutra garante que o consórcio cumprirá as determinações da Defesa Civil, mas ressalta que alguns imóveis atingidos pelo desabamento já apresentavam problemas estruturais. “Vimos que são construções antigas. Aí, quando você mexe na terra, está sujeito a aparecer esse tipo de situação”, diz Dutra.

RACHADURAS

A empresa responsável pela construção sabia que casas atingidas pelo desabamento apresentavam rachaduras antes mesmo de as obras começarem. Em junho, um engenheiro contratado pela construtora fez uma vistoria cautelar em imóveis vizinhos. Algumas das 74 fotografias do laudo mostram detalhes de trincas em paredes e pisos. Mesmo assim, as obras se foram iniciados um mês depois, em julho.

Desde então, novas rachaduras surgiram, admite o responsável técnico pela obra, o engenheiro civil Glaucenes da Silva. “O surgimento de rachaduras e o aumento de outras são normais em uma obra desse porte. Estávamos acompanhando tudo”, afirma. Ele acredita que não houve erros no projeto de contenção do barranco. “É melhor esperar a perícia para ver se houve falhas. O problema foi a chuva intensa”, analisa.

A obra, que dará origem a um edifício comercial, ocupa um terreno de 1.185 mil metros quadrados e está em situação regular, de acordo com a Administração Regional Leste da prefeitura.

Acordados pelos cães, Dalila e André conseguiram sair ilesos antes do desabamento

Cães latem e salvam casal
Desabamento-1

O barranco desabou por volta das 5h30, segundo relatam moradores da Rua Itaúna. A terra deslizou depois da queda de alguns blocos retangulares de concreto armado que compunham o muro de contenção da obra, situada na Rua Jacuí. A casa de número 96B foi a mais atingida. Só restou de pé a cozinha e parte de um corredor. O casal André Nogueira Milagres e Dalila Milagres, que morava no imóvel, salvou-se por pouco, após ser alertado pelo latido de seus três cães.

O estudante de engenharia elétrica André, de 30 anos, e sua mulher, a analista de suprimentos Dalila, de 31, grávida de sete meses, moravam de aluguel na casa desde setembro. Na madrugada de ontem, acordaram por causa do barulho dos três cachorros – um casal de raça boxer e um buldogue francês –, que latiam com insistência. “Achei que era por causa da chuva. Quando vi que eles não paravam, me levantei da cama. Quando saí, vi que a casa estava toda rachada”, lembra Dalila. Ela e o marido correram para levar os animais para fora da casa. “Fomos salvos pelos cachorros”, diz a mulher.

André ainda voltou para o imóvel na esperança de salvar algo do desabamento. Foi quando Dalila começou a gritar: “Sai, que vai cair”. O marido só conseguiu pegar uma caixa com roupas do bebê. Na tarde de ontem, o casal voltou para ver o que havia restado. Retirou da cozinha alguns pertences, como geladeira, fogão e máquina de lavar, e levou para a casa de uma tia de Dalila.

Os cães foram separados em três endereços diferentes. Um deles está no apartamento do pai da mulher, onde o casal deve ficar. “Estamos olhando o que vamos fazer. Temos que descobrir primeiro de quem foi a culpa”, diz ela.

Quando se mudaram para a casa da Rua Itaúna, Dalila e André perceberam apenas uma rachadura em uma parede. “Era bem pequena, nada alarmante. Não aumentou, nem vi outras surgirem”, conta a mulher. A casa onde o casal morava foi construída nos fundos de um lote, conjugada a outro imóvel, o de número 96A, onde o relações-públicas Bruno Soares Lopes, de 27 anos, morava com a mãe.

Toda a construção foi interditada. “Há cerca de uma semana, começaram a aparecer rachaduras”, relata Bruno. Na madrugada de ontem, o rapaz notou quando a casa dos fundos começou a se desfazer. “Ouvi uns estalos fortes e logo depois caiu”, lembra.

CULPA

Alguns moradores cogitam a possibilidade de acionar na Justiça a construtora responsável pela obra. “Vamos fazer uma reunião e tentar constituir um advogado. Vamos tentar parar a as obras e ver como que eles vão se responsabilizar”, informa o gerente de vendasDavid Rodrigues Tanure, de 53, proprietário da casa de número 112, também interditada. Ele acredita que a empresa é culpada.

“Na minha casa, surgiram rachaduras desde o início da obra, e elas só aumentaram desde então. Há uma semana, mandei e-mails para a construtora, com fotos das trincas. Eles não mandaram nenhum técnico para fazer uma vistoria”, afirma.

MEMÓRIA – Edifícios desabam e matam em BH

Em 2009, durante obras de expansão do Shopping Plaza Anchieta, no Bairro Anchieta, Centro-Sul De BH, surgiram trincas em prédios vizinhos. Em julho, o Edifício Ágata foi esvaziado às pressas após problemas estruturais.

Um muro de contenção chegou a ser construído, mas a estrutura desabou em abril de 2010, pondo em risco os prédios Lenise, Mônica, Érika e Ouro Preto 2. Cerca de 30 famílias deixaram suas casas e brigam pela reparação de danos na Justiça. Em janeiro de 2012, dois prédios desabaram na Rua Passa Quatro, Bairro Caiçara, Noroeste de BH, soterrando um casal. O homem morreu e a mulher ficou ferida. Uma semana depois, outro edifício veio abaixo: o Vale dos Buritis, de três andares, no Bairro Buritis, na Região Oeste.

O edifício caiu um dia após a Justiça exigir que a empresa que fez a obra demolisse o prédio. A prefeitura acabou demolindo um dos blocos do Edifício Art de Vivre. Hoje, o outro bloco do Art de Vivre ainda está de pé.

Muro desmorona no Gutierrez
Desabamento3
O temporal da noite de domingo provocou a queda de parte do muro de arrimo do escritório da Copasa na Rua Turfa, no Bairro Gutierrez, na Região Oeste da capital. No momento do desabamento ninguém passava pela via. De acordo com assessoria de imprensa da empresa, o muro estava em boas condições e não havia sinais que indicassem perigo de desmoronamento. Até o fim da tarde de ontem, a Copasa fazia a retirada da terra da rua e providenciava os reparos.

FONTE: Estado de Minas.



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