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Confira a lista dos postos que receberão combustível em BH e região

Os recebimento pelos 32 postos foi confirmado pela Minas Petro e pela Polícia Militar

Uma lista com postos que vão receber combustível em Belo Horizonte e região metropolitana foi divulgada nesta segunda-feira (28).

Os recebimento pelos 32  postos foi confirmado pela Minas Petro e também pela Polícia Militar. O combustível vai chegar entre esta segunda e terça-feira (29).

Viaturas da Polícia Militar já estão indo para postos de Belo Horizonte para fazer a segurança durante o abastecimento. A informação foi confirmada pelo 1º Batalhão da Polícia Militar, que atua no centro da capital.

Em postos de Belo Horizonte, Betim e Contagem, esses dois últimos na região metropolitana já há extensas filas de motoristas esperando para fazer o abastecimento.

Veja os postos

Posto Estação – Rua Tupinambás, 115
Posto Oceano – Avenida do Contorno, 10.325
Eco Empreendimentos – Rua Tupis, 1.774
Auto Posto Expresso – Rua Craveiro Lopes, 3.050
Posto Raja Gabaglia – Avenida Raja Gabaglia, 2.526
Comercial Marcesop – Avenida Amazonas, 5.234
Posto Mário Werneck – Avenida Cristiano Machado, 9.292
Posto Cometa – Avenida Antônio Carlos, 7.826
Posto Bruninha – Avenida Pedro I, 1.680
Posto Tropico – Avenida Antônio Carlos, 6.640
Posto WAP – Avenida Cristiano Machado, 8.665
Posto Cristiano Machado – Avenida Cristiano Machado, 8.665
Posto Pole – Avenida Antônio Carlos, 7.400
Posto Catedral – Avenida Cristiano Machado, 11.100
Posto Entrada Obrigatória – Avenida Portugal, 4.260
Posto Túnel – Avenida Cristiano Machado, 71
Araújo Comércio e Derivados de Petróleo – Avenida Cristiano Machado, 70
Posto Passarela – Avenida Cristiano Machado, 2.525
Posto CN – Avenida Cristiano, 1.383

Posto Itapoã – Avenida Amazonas, 2994
Posto J.A – Avenida Raja Gabaglia, 2461
Posto Belvedere – Avenida Paulo Camilo Pena, 780
Posto Grajaú – Avenida Nossa Senhora do Carmo, 756
Posto Mauritana – Avenida Uruguai, 86
Posto Fênix – Avenida Amazonas, 4808
Posto Olimar – Avenida Tereza Cristina, 2350
Posto Quick – Rua Cel José Benjamim, 17

Em Contagem

Posto Pica Pau – Via Expressa, 4447
Posto Alamo – Rua Piche, 50
Expressa Comercial – Rua Benjamim Camargos, 195
Metro com Deriv – Via Expressa, 223

Polícia já está nos postos de Belo Horizonte

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FONTE: O Tempo.


 

Como é feito o cálculo de combustível necessário para o voo?

Compartilhado do amigo Gilberto Rigotto

Tragicamente o assunto do momento é a queda do avião da Chapecoense por uma suposta falta de combustível. Por esse motivo explicarei como é feito o cálculo de combustível mínimo requerido para um voo baseado nos regulamentos brasileiros (que é praticamente igual no mundo inteiro).

Regulamento

Conforme o tipo de aeronave e o tipo de operação que esse equipamento faz o requerimento de combustível mínimo muda um pouco. Considerando novamente as empresas de operação regular elas são regidas pelo RBAC 121.

Aviões turbo-hélice:

RBAC121.639

Ou seja, é necessário combustível do aeroporto de origem até o aeroporto de destino mais o gasto previsto do destino até um aeroporto de alternativa e mais o necessário para voar 45min. Para facilitar, vamos escrever assim: A+B+C+45.

No caso de um avião com motor a reação, o requerimento é outro:

RBAC121-645

Resumindo igual no exemplo anterior: A+B+(10% do tempo de A-B)+C+30min

chapecoense

Planejamento do voo

Sabendo quais são os regulamentos aplicáveis ao voo é preciso saber qual é a rota a ser percorrida, quais as condições meteorológicas durante a viagem o e qual o consumo de combustível previsto. Em empresas aéreas de voos regulares (a que a grande maioria das pessoas usa para viajar) um software contendo todas as informações de vento e temperatura em todos os pontos em que o avião irá voar faz o cálculo automaticamente. Abaixo seguem duas imagens de planos reais que recebemos antes da realização do voo.

cnfmoc

Percebe-se algumas informações importantes aqui. Temos os 3 aeródromos que fazem parte do planejamento. Origem é Confins (SBCF), Destino é Montes Claros (SBMK) e o Alternado é Confins.

No lado direito temos o Consumo Médio por Hora (AVG FF) que é de 678kg. Abaixo temos a componente de vento média na rota (AVG W/C) que é um vento de cauda de 2kts sendo desprezível no consumo e também a temperatura externa média durante o voo (AVG TEMP) de +4ºC.

Com essas informações o sistema calculou que o trecho A+B (Confins para Montes Claros) tem um tempo previsto de 57 minutos e consumo de 650kg. Na segunda linha temos o gasto do trecho B+C, que é de 649kg. A terceira linha refere-se ao combustível mínimo regulamentar de 45minutos (lembra do regulamento ali acima?), o que resulta em 503kg

A quarta linha representa a soma desses 3 itens totalizando 1802kg ou 2h42minutos de voo. Não é à toa que o “título” dessa linha é MFR (Minimum Fuel Required).

Esse é o combustível MÍNIMO e OBRIGATÓRIO que este avião precisa ter ao decolar para Montes Claros. Para um voo de 57 minutos temos quase 3h de autonomia. Vale ressaltar que os 45 minutos remanescentes não devem ser utilizados em hipótese nenhuma, se for previsto que o pouso ocorrerá com menos de 503Kg o avião encontra-se em EMERGÊNCIA, mesmo que a aeronave toque na pista com 502kg. Baseado nisso temos a seguinte situação:

O avião decolou de Confins e foram feitos vários desvios meteorológicos para chegar em Montes Claros (Veja esse post para ter ideia do tamanho que esse desvio pode ter), durante a aproximação uma chuva torrencial cai sobre o aeroporto e somos obrigados a arremeter por não conseguir contato visual com a pista. O voo que tinha duração prevista de 57 minutos já está com 1h05min de voo e nesse momento o combustível remanescente é igual ao trecho B+C+45min, portanto a tripulação decide voltar para Confins pois Montes Claros ainda encontra-se fechado. (Lembrem que o pouso em SBCF não pode ser realizado com menos de 503kg já que isso não é permitido)

Percebam que uma aeronave saindo com o combustível mínimo regulamentar não dispõe de nenhuma margem extra para alguma possivel contigência (seja desvios, tempo ruim, outras aeronaves pousando, tráfego aéreo, etc). Portanto é normal a própria companhia sugerir um combustível extra na navegação, principalmente em aeroportos movimentados ou que a previsão do tempo seja ruim. Além disso a tripulação tem TOTALautonomia para aumentar o combustível solicitado, mesmo que isso resulte em desembarque de bagagem e/ou passageiros (mais um post pra lercaso seja necessário.

Voltando àquela foto anterior, temos uma 5ª linha chamada de Tankering. Esse é um combustível extra adicionado pela companhia e é chamado também de abastecimento econômico (provavelmente o custo do querosene em Confins é menor do que em Montes Claros e é mais econômico sair com muito mais combustível do que o necessário e assim abastecer o menos possível no destino mais caro). A vantagem disso é que diferentemente da reserva regulamentar esse combustível está disponível para ser usado, portanto temos 600kg a mais, o que representa quase 1h de voo de combustível extra para ser usado em contingências.

Mais abaixo, temos o gasto de combustível durante o taxi da aeronave (70kg) e a previsão final de combustível para o voo: 2500kg/3h45min para um voo de 57minutos!!

A próxima imagem é referente ao voo Confins – Porto Seguro num avião a reação, com alternado em Aracaju.

cnfbps

A explicação é a mesma que a anterior. Percebam agora que o cálculo é diferente por se tratar de um avião a jato e segue aquele outro item do RBAC 121. 3h46min de autonomia para um voo de 1h02min.

Durante todo o voo o sistema do avião monitora a quantidade disponível nos tanques e também a previsão de combustivel no pouso. Caso seja previsto pela aeronave que o pouso ocorrerá com quantidade inferior a regulamentar, um aviso é exibido na tela. E isso vai ocorrer muito antes do avião ficar sem combustível, as previsões feitas pelo sistema são feitas mesmo antes da decolagem.

Espero que tenha ficado um pouco mais claro o procedimento do cálculo de combustível. Lembrando que isso é aplicável ao transporte regular (linhas aéreas) mas não é muito diferente do que deveria ocorrer em qualquer outro tipo de transporte. Nenhum regulamento prevê o voo com autonomia menor que : A+B+C+30

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FONTE: G1 e Aviões e Músicas.


A LUZ DO TANQUE ACENDEU E SE RECUSA A APAGAR…

Boris Feldman
Tanquinho

Leitor da coluna tem um Fiat Siena flex 2011 e diz que passou a acender uma luzinha no painel com o desenho de uma bomba de combustível. Pensou ser aviso do tanque vazio e o reabasteceu. Mas que a danada da luzinha não apaga de jeito nenhum. E pergunta qual pode ser o problema. A resposta é simples: o problema está no dono do carro, que não leu o manual, onde está muito bem explicado que esta luzinha se acende quando falta gasolina não no tanque principal, mas no de partida a frio.

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Se o carro é flex e o tanque principal estiver com etanol, o motor terá dificuldade para pegar nas manhãs mais frias, com temperaturas abaixo de 15 graus. Aliás, só com etanol, sem gasolina no tanquinho, o motor pode é não pegar de jeito nenhum. Por uma questão de característica do etanol: ele não se vaporiza nestas baixas temperaturas e entra em estado líquido no motor. A gasolina não tem este problema.

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Carros mais modernos (não é o caso do Siena 2011) dispensam o tanquinho pois contam com sistemas mais modernos. Ou esquentam o etanol para que ele se vaporize mesmo no frio ou contam com o sistema de injeção direta que trabalha com altas pressões, suficientes para modificar o álcool de líquido para gasoso qualquer que seja a temperatura ambiente.

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Porém, motorista de automóvel que ainda conta com o dispositivo para partida a frio deve prestar atenção na luz de alerta do tanquinho. Outra dica: evitar que a gasolina fique muito velha, pois não funcionará quando necessário. Às vezes, o tanquinho foi acionado no inverno de um ano, ficou quase doze meses inativo e ainda com um pouco de gasolina. Poucos sabem, mas bastam três ou quatro meses para ela não servir para mais nada…

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FONTE: Hoje Em Dia.


Quatro homens foram presos na noite desta sexta-feira (18), no bairro Heliópolis, na região Norte da capital, após serem flagrados tentando vender combustível no lugar de uísque. Os detidos assumiram que misturavam etanol com corante, engarrafava o líquido e vendia como a bebida destilada.

VEJA TAMBÉM: FALSIFICAÇÃO DE CERVEJAS!

Conforme informações do boletim de ocorrência da Polícia Militar (PM), militares observaram um Chevrolet Vectra, de cor verde, na rua Juíz Humberto de Paiva. Ao perceber a presença da PM, os suspeitos ainda tentaram deixar o local, mas foram interceptados.

A polícia apreendeu no porta-malas do veículo 31 garrafas de uísque com rótolos falsificados, além de um galão de etanol, um vidro com o líquido semelhante a corante e vários lacres adesivos das marcas de bebidas que eram falsificadas.

Lucas Adriano da Silva, de 26 anos, Davidson Henrique Basílio, de 27, Pedro Henrique Martins de Jesus, de 19, e Euler Francisco Lopes, de 29, foram detidos em flagrante e confessaram que vendiam a bebida para comerciantes da região.

Segundo a Polícia Militar (PM), foram encontradas no porta-malas do carro, 18 garrafas de whisky Johnnie Walker, quatro garrafas de whisky Ballantines e, ainda, um recipiente contendo 10 litros de etanol, que seria misturado às bebidas e comercializado pela quadrilha. Também foi apreendido um corante que seria utilizado para mudar a coloração do suposto whisky. “O álcool era adicionado na bebida, que era vendida de forma adulterada. O corante era utilizado para esconder a falsificação, depois os lacres eram recolocados”, informou um militar.
Ainda segundo a PM, cada garrafa adulterada era vendida por R$30 a comerciantes da região.

Todos foram levados para  a Central de Flagrantes da Polícia Civil de Belo Horizonte (Ceflan 1)

 

FONTE: O Tempo e Hoje Em Dia.


Preço do derivado da cana caiu 4,36% em junho e ficou menor que 70% do valor da gasolina

O frentista Luiz dos Anjos abasteceu ontem o carro de Leonardo Barros em posto do Padre Eustáquio, u

O frentista Luiz dos Anjos abasteceu ontem o carro de Leonardo Barros em posto do Padre Eustáquio, um dos cinco no Noroeste de BH em que álcool vale a pena

Já é vantajoso abastecer com etanol em pelo menos 26 postos de combustíveis em Belo Horizonte, de um total de 76 estabelecimentos pesquisados pelo Procon Assembleia. Boa parte dos postos com o preço do etanol que permite que o consumidor possa optar pelo combustível derivado da cana-de-açúcar se encontra na região Nordeste, com seis estabelecimentos, seguido pelas regiões Noroeste (cinco) e Leste (quatro).

Por uma questão de rendimento do motor, compensa usar o etanol quando o combustível custar até 70% do valor cobrado pela gasolina. Nos estabelecimentos pesquisados, a diferença entre os dois combustíveis varia de 68% a 70%.

Com o preço mais em conta, já tem consumidor preferindo abastecer com o combustível derivado da cana. “A venda de etanol dobrou desde que ele ficou mais barato, o que já acontece há quase um mês”, conta o gerente do Posto Oceano, Valdinei Pereira.

No posto localizado no Barro Preto, região Centro-Sul de Belo Horizonte, o etanol custa 69% do preço da gasolina. Além desse estabelecimento, na região há mais um posto onde abastecer com o combustível ainda vale a pena, no bairro Luxemburgo, onde o etanol custa 70% do preço da gasolina comum.

Na região Oeste da capital, o Posto Gameleira, situado no bairro que dá nome ao estabelecimento, também passou a vender mais etanol, segundo o gerente do estabelecimento, Atílio Grecco. “Vendia, em média, 3.000 litros de etanol por semana. Agora, passou para 4.500 litros”, diz.

Entretanto, conforme ele, a gasolina continua sendo o combustível mais comercializado no posto.

No estabelecimento, o preço etanol chega a 69% do valor cobrado pelo litro do combustível fóssil.

Na mesma região, o etanol custa 68% do valor da gasolina no posto Betânia, situado no bairro que dá nome ao estabelecimento. “Neste mês, a venda do combustível cresceu em torno de 15%”, ressalta o gerente Denis Batista.

Na região Oeste, o consumidor conta com três postos onde as contas são favoráveis para o combustível derivado da cana-de-açúcar. Nas regiões do Barreiro e Pampulha, três e dois estabelecimentos, respectivamente. Na região Norte, um local.

Ainda conforme o levantamento, realizado entre os dias 24 e 25 deste mês, o litro do etanol varia de R$1,787 a R$2,399 na capital, uma diferença de R$ 0,612 por litro. O preço médio de junho ficou em R$ 2,050, valor 4,36% menor que o de maio (R$ 2,143).

FONTE: O Tempo.


Há motorista tão pão-duro que o seu carro sente somente o odor do combustível. Mas, com essa tentativa de economizar, ele pode acabar pagando caro na manutenção
 (Arte: Estado de Minas)
Passa um posto, o motorista olha para o ponteiro e continua rodando. Outro se aproxima, ele dá uma pequena conferida no mostrador e segue o seu caminho. Mesmo com a luz amarela acesa, alertando para uma possível pane seca, ele prefere “deixar para o próximo”. E assim vai, como sempre faz. Mas essa ilusão de estar economizando ao evitar as bombas pode acabar aumentando os gastos com manutenção, além de gerar uma multa por permitir que o veículo fique imobilizado por falta de combustível. Essa atitude de rodar constantemente com o tanque quase vazio (o nível da reserva pode variar entre 5 e 10 litros) pode trazer danos a alguns componentes do sistema de alimentação e fazer com que a conta da oficina fique mais alta. 

Se bobear, dança

Queima da bomba de combustível. Esse é um dos problemas que o motorista que adora rodar com a luz amarela de alerta de pane seca pode ter. E o conserto não sai barato, pois dependendo do modelo, uma bomba pode custar até R$ 300. Isso sem falar no preço da mão de obra para a troca e no transtorno que vai provocar, dependo da hora e do local em que ela queimar.

Para quem não sabe, a bomba tem como função levar o combustível que está no tanque para o sistema de alimentação do motor. Atualmente, a maioria delas é acionada por um motor elétrico e fica dentro do tanque. Talvez por isso, muitos mecânicos afirmam que ela pode queimar caso não esteja completamente submersa no combustível, que teria a função de resfriá-la. Mas a verdade é que ele pode ajudar na refrigeração, mas a bomba não queima pelo fato de não estar mergulhada por inteiro. “Isso não provoca a sua queima, embora ajude no resfriamento e possa, com isso, prolongar a sua durabilidade”, afirma o responsável pelo treinamento técnico e comercial da Bosch, fabricante do componente, Vilmar Betarellor.

O indicador do nível de combustível não deixa margem a dúvida quando a luz amarela acende: a energia está perto do fim (Divulgação)
O indicador do nível de combustível não deixa margem a dúvida quando a luz amarela acende: a energia está perto do fim

NO AMARELO Ele explica que para facilitar a captação de combustível dentro do tanque, a bomba trabalha dentro de um “copo”, com alguns furos na base. Isso evita que ela deixe de sugar quando o carro faz uma curva, mesmo com o nível baixo. Vilmar alerta que o problema maior de quem roda sempre com o tanque na luz amarela é a sujeira, que fica acumulada no fundo do tanque e vai acabar sujando o pré-filtro – componente que também fica dentro do tanque. “Com o tempo, ele vai ficar entupido (na maioria das vezes, antes da manutenção preventiva), provocando a queima da bomba, que não vai conseguir aspirar o combustível”.

Quanto à manutenção do componente, ele disse que ela é estabelecida pelo fabricante do veículo, que recomenda os intervalos de troca do pré-filtro e do filtro de combustível externo. “A durabilidade vai depender exatamente da qualidade dessa manutenção. Se ela for benfeita, a bomba pode durar o mesmo que o motor do veículo”, afirma. A Bosch alerta que não existe reparo de bomba de combustível. Uma vez diagnosticado algum tipo de problema, ela deve ser substituída, pois trata-se de um produto “selado”, que se for aberto perde a garantia de funcionamento perfeito.

MULTA Além da conta da manutenção, o dono do carro que anda sempre com o tanque na reserva pode ter outras dores de cabeça, pois o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em seu artigo 26, diz que: “Antes de colocar o veículo em circulação nas vias públicas, o condutor deverá verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório, bem como assegurar-se da existência de combustível suficiente para chegar ao local de destino”. O artigo 180 do CTB define como infração de natureza média deixar o veículo imobilizado na via por falta de combustível, independentemente de estar atrapalhando o trânsito. Isso resulta em multa de R$ 85,13, quatro pontos no prontuário e até a remoção do veículo, dependendo do local. Por isso, se quiser mesmo economizar, abasteça antes de chegar à reserva.

FONTE: Estado de Minas.


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