Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Dia Nacional de Lutas tem atos pacíficos em Belo Horizonte
Segundo PM, cerca de 7 mil participaram de passeata na capital.
Metrô parou totalmente; 3 estações BHBus chegaram a ficar fechadas.

O Dia Nacional de Lutas mobilizou centrais sindicais, movimentos sociais e estudantis em Belo Horizonte nesta quinta-feira (11). Os atos foram pacíficos, começaram pela manhã e seguiram por todo o dia. O metrô não funcionou em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. O serviço de ônibus foi afetado pela manhã, pois três estações BHBus ficaram totalmente fechadas. Cerca de sete mil pessoas participaram de uma passeata que percorreu diversos pontos da cidade, segundo a Polícia Militar (PM).

Integrantes de ato também protestaram em frente à Prefeitura de Belo Horizonte (Foto: Sara Antunes/G1)
Integrantes de ato também protestaram em frente à Prefeitura de Belo Horizonte

A concentração para a manifestação foi na Praça Sete, no Centro da capital mineira. Pela manhã, os manifestantes começaram a se reunir no local. No início da tarde, eles saíram em passeata até a Prefeitura, na Avenida Afonso Pena, onde pediram uma reunião com o prefeito Marcio Lacerda. O objetivo desse encontro é apresentar para o chefe do Executivo uma pauta de reivindicações das classes trabalhadora e estudantil.

Depois de passar pela Prefeitura, a passeata seguiu para a região da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul, onde também passou pelo Banco Central e pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

Lideranças sindicais se reuniram pela manhã com o presidente da Casa, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), e entregaram um ofício com reivindicações regionais. O grupo reforçou a pauta nacional, que pede aumento geral dos salários e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. De acordo com a ALMG, o presidente se comprometeu a identificar e analisar projetos em tramitação que tratam das demandas apresentadas.

Dentre outras reivindicações, o movimento pedia o fim das Parcerias Público Privadas (PPPs); a valorização de aposentadorias; 10% do PIB para educação; 10% do orçamento da União para saúde; passe-livre; transporte de qualidade; reforma agrária e democratização de meios de comunicação.

Na capital mineira, faixa levada por manifestantes pede reforma do Executivo, Legislativo e Judiciário (Foto: Pedro Ângelo/G1)
Na capital mineira, faixa levada por manifestantes pede reforma do Executivo, Legislativo e Judiciário

O ato passou também pelo Elevado Castelo Branco – que liga o Centro à Região Noroeste –, onde os manifestantes reivindicaram a troca de nome do local, que faz referência a um dos presidentes do Brasil no período da ditadura militar. O novo nome sugerido foi de Viaduto Helena Grecco. Ela foi vereadora pelo PT por dois mandatos em Belo Horizonte e morreu em 2011.

Parte dos manifestantes, convocados pelas centrais, terminaram o evento na porta TV Globo Minas, onde lideranças fizeram discursos e puxaram palavras de ordem contra a emissora. Depois de cerca de uma hora se dispersaram, sem tumultos.

Metrô e trem de passageiros
As estações de metrô ficaram fechadas durante todo o dia em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Os trabalhadores descumpriram uma liminar favorável a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) que determinava o serviço em escala mínima, com 50% do serviço funcionando em horários de pico.

A assessoria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) informou que o Sindicato dos Metroviários de Minas Gerais (Sindmetro) deverá pagar R$ 50 mil por descumprimento de escala mínima em Belo Horizonte. A multa inicial era de R$ 5 mil, mas, após um recurso da CBTU, o valor foi aumentado. De acordo com a assessoria do Sindmetro, o setor jurídico da entidade tomará as medidas cabíveis.

O trem de passageiros entre Belo Horizonte e Vitória (ES) também não funcionou. A Vale, empresa que administra a linha, informou que a medida teve como objetivo garantir a segurança dos passageiros. Segundo a empresa, passagens compradas para esta quinta-feira (11) podem ser trocadas ou reembolsadas dentro de um prazo de 30 dias.

Ônibus
Três estações BHBus ficaram fechadas em parte desta quinta-feira (11): Barreiro, Diamante e Venda Nova.   No fim da manhã e início da tarde, os serviços foram restabelecidos.  De acordo com a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), 73 linhas deixaram de operar e 194 mil usuários das estações Barreiro, Diamante, Venda Nova e São Gabriel foram afetados.

Já na estação de integração com o metrô São Gabriel, uma linha foi afetada, segundo a BHTrans. As demais linhas de ônibus da cidade circularam normalmente, conforme a empresa.

Escolas
A Secretaria Estadual de Educação informou que, das 3.686 escolas estaduais de Minas Gerais, 2,5% foram afetadas pelas mobilizações. Destas, dez escolas – o que corresponde a 0,27% – pararam completamente. Outras 83 (2,24%) funcionaram parcialmente.

FONTE: G1.


SIM… O povo deu o recado. Protestou, gritou e obrigou os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário a tomarem decisões sobre temas que se arrastavam havia anos. Em 6 de junho, jovens em defesa do passe livre começaram a tomar as ruas de São Paulo e, sete dias depois, o movimento chamou a atenção de todo o país e se multiplicou.

Brasil nas ruas

Desde então, houve conquistas como redução dos preços de passagens de ônibus, derrubada da PEC 37, que tiraria o poder de investigação do Ministério Público, e destinação de 75% dos royalties do petróleo para a educação e de 25% para a saúde. Parada há duas décadas no Congresso, a reforma política agora está na ordem do dia. Corrupção virou crime hediondo. E pela primeira vez um deputado em exercício foi preso, condenado por desvio de dinheiro público.

MAS… A população e o país estão pagando um preço alto demais. Infiltrados nos protestos, vândalos já causaram prejuízo acima de R$ 6 milhões ao patrimônio público. Muitos deles são seguidores do Black Bloc, que se movem por ideais anarquistas e destroem tudo por onde passam.

Entre empresários e comerciantes que tiveram lojas saqueadas e depredadas, as perdas ainda são calculadas, enquanto decidem se continuam nos endereços depredados por criminosos. Na escalada dos protestos, seis pessoas já morreram, uma delas em Belo Horizonte: o jovem Douglas de Oliveira Souza, de 21 anos.

E AGORA? É hora de redobrar a vigilância com as decisões do Congresso

Será o último capítulo? Rio deve ser o cenário hoje do maior ato desde o início dos protestos. Objetivo é chegar ao Maracanã, palco de decisão

Na Praia de Copacabana, até Carlos Drummond de Andrade ganhou a máscara dos protestos: manifestantes prometem marcha pacífica para hoje</p><br />
<p> (YASUYOSHI CHIBA/AFP)
Na Praia de Copacabana, até Carlos Drummond de Andrade ganhou a máscara dos protestos: manifestantes prometem marcha pacífica para hoje

Os protestos que tomaram conta do país devem ter o maior ato hoje, quando a atenção de todo o mundo estará voltada para o Rio de Janeiro, onde as seleções Brasileira e Espanhola se enfrentam, às 19h, no Maracanã, na decisão da Copa das Confederações. A pergunta agora é se esse será o último capítulo de uma série de manifestações que começou há três semanas e levou pelo menos 1 milhão de brasileiros às ruas, segundo dados da Polícia Militar em 75 cidades. Desde o dia 6 foram 500 protestos nas capitais e em mais de 400 cidades de todos os portes e de todas as regiões. Desde Belém, no Pará, até Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai.

O mote do transporte público foi a mais popular das bandeiras levantadas pelos manifestantes. Mas os protestos também ganharam conotações regionais, especialmente nas cidades menores. Picos (PI), por exemplo, atraiu a população contra os pistoleiros. Coxim (MS) protestou contra os buracos nas ruas e pediu a saída do secretário de Obras. Na capital fluminense estão entre as reivindicações a anulação da privatização do Complexo do Maracanã e o fim das remoções de comunidades em nome da Copa e dos Jogos Olímpicos de 2016.

A manifestação esperada para hoje, no Rio, deve sair às 10h da Praça Saens Peña, na Tijuca, Zona Norte, rumo ao palco da final. O horário foi divulgado na sexta-feira pelo Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio, um dos grupos que preparam os protestos e reúne movimentos sociais, organizações não governamentais e sindicatos. O comitê orienta que os manifestantes não enfrentem os policiais militares mesmo se houver barreiras impedindo a chegada ao estádio. O grupo informou que o ato não tem hora para encerrar e não soube estimar o número de pessoas que deve participar da passeata. A Polícia Militar solicitou que diversas entidades acompanhem o policiamento para evitar excessos.

Em entrevista coletiva na sexta-feira, ao lado do presidente da Fifa, Joseph Blatter, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, ressaltou acreditar que as manifestações poderão ser pacíficas. “Nós todos esperamos que as manifestações sejam pacíficas, embora isso nem sempre aconteça. Não creio que as manifestações tenham como objetivo impedir ou tumultuar os jogos. Às vezes marcam em um dia de jogo para dar mais protagonismo e visibilidade às reivindicações, mas não com o objetivo de impedir a realização dos eventos”, disse Rebelo.

CONVITE O comandante da PM fluminense, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, enviou na manhã de ontem um convite oficial ao Ministério Público Federal e Estadual, à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e à Defensoria Pública para que participem do cordão de isolamento que policiais do Batalhão de Choque farão no entorno do Maracanã. O coronel informou que a PM vai oferecer aos representantes das entidades equipamentos de proteção individual caso seja necessário.

A medida foi tomada depois que o Ministério Público Federal (MPF) enviou ao comando da PM, por meio de ofício, recomendações para que não se utilizem armamentos de baixa letalidade. O MPF pede que seja respeitado o “exercício pacífico de livre manifestação de reunião, pensamento e expressão, instrumentos essenciais ao exercício da democracia”. Cópias da recomendação foram encaminhadas para os secretários nacional e estadual de Segurança Pública, para o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana e para a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC).

O MPF recomenda, ainda, que não sejam usadas, em hipótese alguma, armas de baixa letalidade que não estejam em absoluta consonância com os padrões legais, normativos e operacionais, em especial bombas de gás lacrimogêneo com concentração de produto químico superior aos limites permitidos. Não devem ser usados também armamentos recém-adquiridos, como o canhão sônico ou o canhão d’água, caso tais equipamentos não tenham sido ainda objeto no país de testes, treinamentos, fiscalização e aprovação por autoridade competente.

FONTE: Estado de Minas.


PAIXÃO E MEDO DIVIDEM TORCIDA

Torcedores estão animados para ir ao Mineirão ver a Seleção Brasileira, mas há quem tema ficar no meio de um confronto

André Luiz está confiante e acha que não vai haver problemas (Fotos: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
André Luiz está confiante e acha que não vai haver problemas

Ir ou não ir ao jogo entre Brasil e Uruguai, amanhã à tarde no Mineirão, válido por uma das semifinais da Copa das Confederações? Essa é a dúvida dos torcedores que compraram ingressos para a partida e estão com medo de serem apanhados no meio de um confronto entre a polícia e os responsáveis pelos atos de vandalismo cometidos nas manifestações que ocorrem na capital desde o dia 8.

Quem está disposto a ir pretende sair bem cedo de casa para evitar os locais e os horários com maior possibilidade de conflito. Mas, diante das cenas de vandalismo protagonizadas por infiltrados entre os manifestantes, alguns torcedores temem que o esquema de segurança montado pela Polícia Militar não seja suficiente para conter novos tumultos. Pessoas que estão participando das manifestações na capital e pretendem ir ao jogo defendem a presença dos manifestantes no entorno do Mineirão e cobram que a PM atue para garantir a integridade física de quem protesta pacificamente.Mesmo assustado com as informações sobre os confrontos em Belo Horizonte, Clésio Abrantes, de 39 anos, saiu de Itaobim, no Vale do Jequitinhonha, a 620 quilômetros da capital, para prestigiar a Seleção Brasileira. “Tenho certeza de que o vandalismo é ação de uma minoria, mas a imagem que chega até nós é muito ruim”, diz o comerciante.
A administradora Virdélia Dias, de 30, conta que já havia combinado de assistir ao jogo no Mineirão ao lado de um grupo de amigos da cidade de Padre Paraíso, também no Vale do Jequitinhonha. “Eles vieram retirar o ingresso no fim de semana, mas passaram no Centro de BH durante um protesto e tiveram o carro apedrejado. Ficaram com tanto medo que voltaram para casa”, relata a torcedora, que vai para o estádio com algumas horas de antecedência para evitar se encontrar com a multidão de manifestantes.“A sensação é de medo”, desabafa Daniela Vasconcelos, de 30. A gerente de tecnologia da informação comprou o ingresso para ir ao jogo com o marido e diz estar com receio de ir ao estádio. “Não cheguei a pensar em desistir, mas tenho medo da falta de segurança depois dos atos de vandalismo”, diz. Favorável às manifestações, ela defende o direito de quem decidiu ir às ruas, mas ficou desmotivada a engrossar o grupo que protesta depois que baderneiros começaram a aproveitar o movimento para depredar e provocar conflitos.
“Queria ir e levar minha filha. Também sou contra a falta de transparência nos gastos para a Copa, mas não tenho coragem de ir para a rua com esses atos de violência”, reclama.CONFRONTO PREOCUPA A possibilidade de que se repitam as cenas registradas no sábado durante o confronto entre a PM e manifestantes que queriam chegar ao Mineirão, onde era disputado o jogo entre Japão e México, também preocupa a dona de casa Daniele Cardoso Marçolla, de 41.
“Não fui para as ruas em nenhum dos dias e não sei como está sendo. Mas, pelas imagens que vi na televisão, dá medo principalmente da atuação da polícia”, diz. Mesmo apreensiva, ela decidiu comparecer ao jogo ao lado de amigas e da tia Dulce Helena Cardoso, de 53. “Eu estava na manifestação de sábado e posso dizer que é um movimento pacífico. O vandalismo é praticado por uma minoria e a PM está atacando todo mundo. Queremos a presença dos militares, mas só para garantir a segurança e o direito de as pessoas se expressarem, e não para agir de forma truculenta”, cobra Dulce.O empresário Wallison Duarte, de 25, também já está com o ingresso nas mãos e não se preocupa em levar o irmão Gabriel Duarte, de 13, ao estádio. “Fui ao jogo no sábado e não tive problemas. Meu pai só pediu que evitássemos tumulto”, conta.
O vendedor André Luiz dos Santos, de 32, também está tranquilo. “Vou sair mais cedo, de táxi, para chegar sem problemas. Mas tenho certeza de que o protesto não vai atrapalhar. A polícia só tem de estar lá para conter os ânimos de quem vai para praticar vandalismo”, acredita.
FONTE: Estado de Minas.

Saiba onde serão os cinco bloqueios no entorno do Mineirão

PM distribuirá folhetos mostrando área restrita ao estádio e usará balas de borracha se houver tentativa de invasão

bloqueio

Os manifestantes que prometem caminhar até o Mineirão hoje à tarde, quando será realizado o jogo Japão e México, terão acesso livre à Avenida Antônio Carlos. A decisão faz parte de um acordo entre a Polícia Militar (PM) e o Ministério Público, numa tentativa de evitar confrontos semelhantes aos de segunda-feira, quando policiais entraram em conflito com manifestantes. A PM alerta, entretanto, que não permitirá que a passeata ultrapasse as barreiras que limitam o acesso ao estádio. Cinco bloqueios formados por grande aparato policial serão montados no entorno do estádio e, em caso de tentativa de invasão da área restrita, o comandante-geral da PM, coronel Márcio Sant’Ana, informou que os militares estão autorizados a impedir, inclusive com o uso de balas de borracha. Folhetos com o mapa indicando os cinco bloqueios e com dicas de segurança serão distribuídos aos manifestantes.

Só poderão pelos bloqueios torcedores com ingresso e pessoas credenciadas. As medidas de segurança foram anunciadas durante entrevista coletiva no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa, no Bairro Serra Verde, na Região Norte. Para garantir que a partida ocorra sem transtornos, foi definido um perímetro de segurança com cinco pontos de restrição de acesso. Diferentemente de segunda-feira, quando a Antônio Carlos foi fechada em vários pontos, a circulação pela via está liberada hoje. Os pontos de contenção serão montados na entrada no Viaduto José Alencar, na Avenida Abrahão Caram, na rotatória da Avenida Otacílio Negrão de Lima com Rua Coronel Oscar Pascoal e na Avenida Presidente Carlos Luz com Rua Conceição do Mato Dentro.

A ideia, segundo o comandante, é permitir que as pessoas que integram a passeata possam chegar mais perto do estádio. “Na segunda-feira, tentamos cadenciar o deslocamento das pessoas pela Antônio Carlos com a intenção de que o cortejo chegasse de forma fragmentada até o ponto de obstrução a fim de evitar pisoteamento e pânico. Mas a estratégia foi positiva, porque criou oportunidade para confrontos”, explica o coronel. Hoje, os manifestantes poderão caminhar livremente até chegar aos pontos de interrupção. “O aparato será de tal magnitude que não vai inspirar a possibilidade de romper a barreira”, afirma o coronel.

A expectativa da PM é de que 50 mil pessoas participem dos protestos. Para garantir a segurança a cidade contará com 3.550 agentes e policiais da Força Nacional. O governador Antônio Anastasia disse esperar um dia sem violência: “Tivemos excessos nos primeiros dias, mas os desrespeitos têm sido coibidos. Amanhã (hoje), teremos uma grande manifestação pacífica que deve ser histórica.”
TRÊS PERGUNTAS PARA…
CORONEL CLÁUDIA ROMUALDO, Comandante de Policiamento da Capital

1) A PM vai permitir que os manifestantes ultrapassem o limite de 2 quilômetros do Mineirão?
Os manifestantes poderão passar pela Antônio Carlos e seguir até a Avenida Santa Rosa e contornar a Lagoa da Pampulha, mas o acesso à Avenida Abrahão Caram será proibido. Só passa quem tiver credencial ou ingresso.

2) A tropa está cansada?

Todos estão dedicados, mas exaustos, sim, já que trabalham sem descanso ou intervalo, chegando a 14 horas por dia. Estou orgulhosa deles. Coordeno o Comando de Policiamento da Capital, o Comando de Policiamento Especializado, a academia da PM e o Batalhão Metrópole. Diante do empenho da polícia, peço que respeitem o limite hoje e não entrem em confronto com a tropa.

3) Como vai atuar a Força Nacional de Segurança? 
A tropa irá atuar no Mineirão, Praça Sete e Praça da Estação, somando-se aos policiais militares. Em toda frente terá um oficial da PM comandando.

FONTE: Estado de Minas.

Gigante
MAS NÃO É SÓ ISTO, NÃO É POR CENTAVOS… É SOMENTE O INÍCIO… O POVO NÃO VAI SE CONTENTAR, SE CALAR OU ACEITAR BOVINAMENTE SOMENTE A DEVOLUÇÃO DE CENTAVOS…
18:16No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes anuncia que as tarifas de ônibus foram reduzidas para R$ 2,75.

18:15Após sete dias de protestos, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito, Fernando Haddad, anunciam por volta das 18h10 a revogação do reajuste de R$ 0,20, voltando o valor da tarifa do transporte público de São Paulo para R$ 3.

18:14Macapá: manifestantes passam em frente à única maternidade da capital e fazem silêncio durante a caminhada.

18:11Em Macapá, um grupo mascarado, vestido de preto, está convocando os manifestantes para incendiar a Assembleia Legislativa do Estado. Líderes do movimento pedem que protesto siga em frente, e retorne para o ponto de partida na praça da Bandeira no centro da capital. Polícia segue para o local.

FONTE: G1.



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