Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo da tag: cooperativa

Os alunos do 10º período, turma M1, tiveram a oportunidade de participar da palestra DIREITOS HUMANOS / DIREITO À MORADIA, proferida pela professora Valéria, com participação da professora Inês, professor Bruno, professora Jamine e os contatos da COOPMULT – Cooperativa de Serviços Múltiplos, Geraldo e Wagner.

O objetivo do evento foi a preparação dos alunos para a RUA DE DIREITOS, a ser realizada na próxima terça-feira, 29 de setembro, em Santa Tereza. Veja o folder ao final.

IMG-20150922-WA0002

Foram abordados temas do Direito Internacional, Direito Civil, Direito Constitucional e direitos humanos e fundamentais, tendo como pano de fundo um documentário sobre as arbitrariedades e violências ocorridas nas remoções acontecidas por conta das obras da Copa do Mundo de 2014 (veja o documentário ao final da matéria).

RUA DE DIREITOS – comunicado da gestora

A Universo, através do curso de Direito, participará  da Rua de Respeito, evento que ocorrerá no dia 29 de setembro, próxima terça-feira, de 8 às 17 horas , na rua Conselheiro Rocha, nº 2555, bairro de Santa Tereza.
Este dia, organizado pela Fundação Caminho Verdade e Vida, Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Ministério Público e Servas, será destinado aos moradores em situação de rua.
O aluno que quiser participar gentileza procurar a gestora ou a profª Jamine.
Com o intuito de auxiliar os que precisam estamos recolhendo doações de produto de higiene pessoal e roupas.
Ajude a divulgar, por gentileza, entre familiares e amigos!! Vamos fazer uma corrente de doação!!!
Agradeço pela atenção!
Cordialmente,

Profª Inês Campolina

Gestora curso de Direito

 

Rua de Direitos - Universo - Folder - pq

 

CoopMulti

 

CoopMulti-2

PUBLICAÇÃO: Marcelo Souza, com a colaboração de Giovanni Chantal e Márcio Nascimento.


 

JARDIM VITÓRIA

Acampados há 1 ano na frente de condomínio, moradores fazem protesto

As 45 famílias estão acampadas desde que iniciaram uma briga judicial com a Prefeitura de Belo Horizonte

 

Com bolo e muita festa, as 45 famílias acampadas na porta do residencial Esplêndido, no bairro Jardim Vitória, na região Nordeste de Belo Horizonte, fazem uma manifestação no início da noite desta quarta-feira (2). Além de “celebrar” o aniversário de 1 ano do acampamento, localizado em frente ao condomínio do Minha Casa, Minha Vida, o protesto pacífico tem como objetivo cobrar da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) o cumprimento da decisão judicial que obriga o órgão a cadastrar as famílias.

Em 2009 foi firmado um acordo entre a PBH e uma cooperativa formada por 681 famílias que cederam o terreno onde o residencial Esplêndido foi construído. O trato garantia que unidades habitacionais seriam cedidas a todos eles, porém, parte foi deixada de fora, como conta a representante do movimento Ednéia Aparecida Souza, de 50 anos. “A prefeitura alegou que não nos enquadrávamos no critério de seleção do Minha Casa, Minha Vida por nem todos morarem em Belo Horizonte. Mas, quando precisaram do nosso terreno, sabiam que a cooperativa era formada por moradores de várias cidades metropolitanas e concordaram”, disse.

Desde então, o grupo entrou com uma ação na Justiça Federal e conseguiu o direito de serem cadastrados no residencial. “Esta já é a quarta multa que a Justiça aplica na Prefeitura e ainda não fizeram o cadastro único das 45 famílias. Era para ser acatado imediatamente há dois meses e até hoje não foi cumprido”, afirma Ednéia. Com isso, os moradores resolveram aproveitar o aniversário do acampamento para pressionar o órgão público.

“Vamos fechar apenas a rua Berenice Ribeiro Miranda, em frente ao condomínio, e pedimos  a colaboração dos moradores. Será uma manifestação pacífica, vai ter bolo pelo 1 ano e vamos cantar parabéns para a nossa luta”, conta a representante. Membros da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Belo Horizonte e da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) foram convidados para verem a situação que as famílias vivem enquanto aguardam uma solução da prefeitura.

Em abril no ano passado, durante uma visita da equipe da PBH a obras na região Leste, Ednéia cobrou uma definição do prefeito Márcio Lacerda, em evento na Escola Municipal George Ricardo Salum. Na ocasião, Lacerda disse que não negociou nada com eles e afirma que nem era prefeito na época. “Quem negociou foi a Secretaria de Habitação, que foi extinta”, justificou o prefeito, eleito em 2008.

O empreendimento Jardim Vitória tem 1.470 apartamentos distribuídos, além do Esplêndido, entre os residenciais Hibisco, Canários, Figueira e Beija Flor. A construtora é a Emccamp.

A prefeitura

Informada sobre o protesto feito pelos moradores acampados, a PBH enviou uma nota à imprensa. Veja o conteúdo na íntegra:

“A Prefeitura de Belo Horizonte e a Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte (Urbel) esclarecem que todos os associados da Cohabita que se enquadraram nos critérios de atendimento definidos pelo Programa Minha Casa Minha Vida foram beneficiados com unidade habitacional entregue durante o ano passado, no empreendimento Jardim Vitória II, localizado no bairro Jardim Vitória, na região Nordeste.

Dos 681 associados da Cohabita, 528 tiveram seus cadastros aprovados pela Urbel e pela Caixa Econômica Federal e, assim, obtiveram acesso à casa própria. A reprovação de 153 sócios da cooperativa habitacional foi motivada pelo fato de não atenderem a critérios do programa como, por exemplo, o de residir no município de Belo Horizonte há pelo menos dois anos, ou ter renda familiar até o limite de R$ 1.600,00, ou, ainda, não terem comparecido à Urbel para cadastramento ou terem desistido do programa habitacional.

É de se ressaltar, ainda, que todos os sorteios para a seleção de candidatos aos apartamentos do programa Minha Casa Minha Vida realizados no município ocorreram de forma transparente e com ampla divulgação na mídia. Todos eles foram acompanhados pelos coordenadores dos Núcleos de Moradia, lideranças comunitárias e do movimento de luta pela moradia e Auditoria Geral do Município.

A Prefeitura, por meio da Urbel, informa, também, que a gleba número 8 – a única devidamente quitada pela Cohabita – foi dividida em 203 lotes para a construção de moradias para associados. Já as glebas 6 e 7, que não foram quitadas pela cooperativa, foram repassadas por sua proprietária legal para o Fundo de Arrendamento Residencial do Minha Casa Minha Vida, e destinadas à edificação de unidades habitacionais para famílias com renda até R$ 1.600,00, faixa prioritária de atendimento do programa. Fica claro que o empreendimento Jardim Vitória não foi construído em terreno de propriedade da Cohabita.

Diante da decisão da Justiça Federal e da Defensoria Pública Federal, que solicitaram o atendimento imediato de famílias que não foram aprovadas, a Prefeitura e a Urbel ingressaram com recurso de agravo de instrumento junto ao Tribunal Regional Federal, e aguardam pronunciamento do órgão sobre o caso.”

 

FONTE: O Tempo.

 

 

 

 

 


 

MP e Polícia Civil vão investigar suposta adulteração de leite em MG

Medida cautelar impede comercialização em São Sebastião do Paraíso.

Segundo empresa, produto era distribuído para Campinas e São Paulo.

 

O Ministério Público de São Sebastião do Paraíso (MG) determinou que a Polícia Civil abra inquérito para investigar uma suposta adulteração no leite produzido pela Cooperativa Agropecuária Paraísense, a Coolapa. Análises de amostras do leite pasteurizado comercializado pela cooperativa apontam que o produto apresenta uma quantidade de soro acima do permitido, o que o faria estar impróprio para o consumo humano.

A comercialização do leite pasteurizado da cooperativa foi suspensa na cidade pelo Ministério Público através de uma medida cautelar. Mesmo assim, algumas unidades do produto ainda eram vendidas livremente nesta quarta-feira (14) em alguns estabelecimentos do município. A Vigilância Sanitária está orientando os comerciantes a retirarem o produto das prateleiras desde terça-feira (13).

Conforme o MP, há cerca de seis meses a Ouvidoria do órgão recebeu uma denúncia anônima de que a cooperativa adulterava o leite. Segundo o Ministério Público, parte do produto era distribuído em Campinas (SP) e na capital paulista. Em fevereiro, uma amostra foi encaminhada para análise. No dia 1º de abril, um laudo técnico com o resultado comprovou que havia adulteração no leite. A multa por descumprimento da proibição da comercialização é de R$ 10 mil por dia.

A cooperativa de São Sebastião do Paraíso (MG) processa diariamente 40 mil litros de leite. Segundo os advogados da empresa, o leite é fornecido para a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social de São Paulo, no entanto, essa informação ainda não foi confirmada pelo órgão. Eles dizem ainda que não pretendem suspender a comercialização do produto e que aguardam o resultado de uma contraprova para entrar com um mandado de segurança.

Nota da Redação: Diferente do que foi publicado anteriormente, a empresa afirmou que o leite é distribuido para a Secretaria de Desenvolvimento Social de São Paulo e não Secretaria de Educação, como foi divulgado. A informação foi corrigida no texto.

Cooperativa de São Sebastião do Paraíso é investigada por suposta adulteração (Foto: Reprodução EPTV)Cooperativa de São Sebastião do Paraíso é investigada por suposta adulteração

“Toda a documentação da análise do produto será apresentada para que fique demonstrado que não há nenhuma irregularidade. A partir do momento em que se comprova que não está irregular, que não está impróprio ao consumo, nós entendemos que a multa deixe de ser exigida”, diz o advogado da cooperativa, Guilherme de Souza Borges.

Adulteração do leite em Passos
O caso de São Sebastião do Paraíso lembra a “Operação Ouro Branco”, realizada pela Polícia Federal em outubro de 2007. Cerca de 200 policiais federais realizaram a operação na Copervale, em Uberaba e na Casmil, em Passos. No Sul de Minas, 9 pessoas foram presas, entre elas técnicos e diretores da cooperativa e um funcionário do Serviço de Inspeção Federal. As cooperativas eram investigadas por adulterar o leite com a adição de produtos químicos. Na ocasição, galões e sacos de peróxido de hidrogênio (água oxigenada) e citrato de sódio, foram apreendidos no laticínio da Casmil.

Leite produzido por cooperativa de São Sebastião do Paraíso era distribuído em São Paulo (Foto: Reprodução EPTV)Leite produzido por cooperativa de São Sebastião
do Paraíso era distribuído em São Paulo

Segundo o Ministério Público, as substâncias eram adicionadas ao leite com o objetivo de aumentar o tempo de conservação do produto e disfarçar a adição de soro usado para dar mais volume à bebida. A Casmil chegou a ser interditada pelo MP. Dias depois, o beneficiamento do leite e a comercialização foram retomados.

Em julho de 2013, vinte e seis pessoas foram condenadas pela Justiça Federal de Passos (MG) por participação na adulteração do leite. As penas variavam de 2 a 17 anos de prisão. Entre os condenados está o então presidente da cooperativa na época, Dácio Francisco Delfraro, que recebeu uma pena de 15 anos e 5 meses de prisão. O diretor-presidente da cooperativa entre 2003 e 2006, José Calixto Mattar, também foi condenado, assim como um funcionário do Ministério da Agricultura, Luiz Antônio da Silveira, responsável pela fiscalização na unidade.

Para que esta mistura não fosse apontada nos exames, era usada uma fórmula com quatro substâncias químicas: peróxido de hidrogênio (água oxigenada), soda cáustica, citrato de sódio e uma pasta base. A fórmula teria sido passada aos funcionários da Casmil por um engenheiro de Goiás. Funcionários, diretores e o inspetor do Ministério da Agricultura na cidade foram presos na época. Notas fiscais e boletins de análise da época comprovaram que o leite batizado na Casmil ia para várias empresas do país.

Na sentença, o juiz federal Élcio Arruda confirmou que houve a a adição de água oxigenada e de quantidade indevida de água no leite, conforme exames feitos pelo Instituto Nacional de Criminalística e pelo Laboratório Nacional Agropecuário.

FONTE: G1.

 

 


Empresa do grupo JBS se associa à cooperativa mineira e gestão vai ser profissionalizada com novo presidente

 

Centro de distribuição em Itaúna é uma das de unidades de trânsito dos produtos do latícinio, que tem quatro fábricas no estado e uma em Goiás (Ricardo Fonseca/Divulgação)
Centro de distribuição em Itaúna é uma das de unidades de trânsito dos produtos do latícinio, que tem quatro fábricas no estado e uma em Goiás

Há cerca de dois anos em busca de um sócio estratégico, a Itambé, um dos maiores laticínios do país, controlado pela Cooperativa Central de Produtores Rurais de Minas Gerais (CCPR), teve metade de suas ações vendidas, ontem, à Vigor Alimentos, do grupo JBS, maior frigorífico do mundo. A companhia mineira receberá um aporte de R$ 410 milhões, que, segundo comunicado distribuído pela Vigor e a CCPR, permitirá manter e ampliar o relacionamento com 8 mil produtores rurais, responsáveis pela entrega diária de 3 milhões de litros de leite às unidades da companhia, a Itambé Alimentos S. A.

Os presidentes da Itambé, Jacques Gontijo, e da Vigor, Gilberto Meirelles Xandó, estarão reunidos hoje na sede do laticínio, em Belo Horizonte, onde vão falar sobre os desdobramentos do negócio anunciado no começo da noite, depois do fechamento do mercado de ações. Pelo acordo, um novo presidente será nomeado para conduzir a empresa numa fase que terá como desafio ampliar a participação das marcas sob o guarda-chuva da Itambé, segundo o comunicado à imprensa. A conclusão da operação depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O suporte do grupo JBS permitiu que a Vigor, classificada na 10ª posição entre os maiores laticínios no Brasil, comprasse a terceira empresa do setor no país, de acordo com o ranking de 2011 da Leite Brasil e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Com um faturamento de R$ 2 bilhões, a Itambé mantém 3,3 mil empregados em quatro fábricas mineiras – Sete Lagoas, Guanhães, Pará de Minas e Uberlândia –, e uma em Goiás, além de 10 centros de distribuição. A Vigor, por sua vez, processou em 2011 242,3 milhões de litros de leite, recebidos de 1,3 mil produtores. Ela foi incorporada como parte da aquisição do Bertin em 2009, então maior concorrente do JBS.

“A relevância da marca Itambé nos principais centros de consumo do Brasil, aliada à excelente qualidade da bacia leiteira na qual a CCPR está inserida, nos enche de orgulho e nos dá certeza de que faremos parte de um novo momento de crescimento da companhia”, disse em nota o presidente da Vigor, Gilberto Xandó. Jacques Gontijo afirmou, também por meio do comunicado, que a sociedade “ajudará no desenvolvimento de novos produtos, adequados às preferências do consumidor brasileiro e com a qualidade pela qual somos reconhecidos”.

O aporte financeiro servirá, ainda de acordo com o comunicado, para fortalecer a estrutura de capital da Itambé, que ganha em outros campos destacados com o ingresso da Vigor: “Processos operacionais e administrativos independentes, gestão totalmente profissionalizada e acionistas experientes em toda a cadeia de produção de lácteos”. A associação representaria a retomada dos investimentos na indústria láctea de Minas, maior produtor de leite do país.

A CCPR havia anunciado no começo de 2011 a procura de um sócio no setor ou de um investidor estratégico. À época, circulavam informações de que o acionista levaria 20% a 30% do laticínio. Desde então, boatos davam conta de que a companhia faria uma tentativa de abrir seu capital (com o lançamento de uma oferta pública inicial de ações, o IPO, na sigla em inglês). No negócio com a Vigor, a empresa contou com assessoria do Bradesco BBI e do escritório Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados.

Expectativas no campo O desfecho da procura de um acionista com capital suficiente para sustentar a expansão da empresa mineira aumenta as expectativas dos produtores pelo fortalecimento da marca. “Nessa linha, somos favoráveis ao negócio, como representantes dos produtores, se essa associação representar, de fato, mais valor para os produtos da Itambé e prover a tecnologia que o capital proporciona”, afirmou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões.

Segundo ele, além da tradição do nome do laticínio, criado em Minas 69 anos atrás, a Itambé é a única de uma era de centrais de cooperativas de produtores – envolvendo fazendeiros de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – que sobreviveu ao cenário adverso de falta de recursos financeiros para se profissionalizar e alcançar os níveis de modernização exigidos pelo mercado. “O agronegócio exige muito capital para movimentar a indústria e por isso precisa se fortalecer”, afirma o presidente da Faemg.

 

Análise da notícia
Tradição abre boa perspectiva

 

Marcílio de Moraes

A compra de 50% da Itambé pela Vigor promete dar novo impulso à cooperativa que é hoje uma das maiores indústrias de laticínios do país. Em busca de um sócio para se capitalizar há alguns anos, a Itambé ganha o fôlego de que precisa para continuar crescendo, enquanto a Vigor terá acesso ao mercado mineiro, um dos maiores do país. Ganham a empresa do grupo JBS e a CCPR. Esse ganho deve ocorrer respeitando a qualidade dos produtos e a tradicional vocação mineira para a produção de leite e derivados, cantada em verso e prosa. Preservar uma tradição e valorizar os produtores de leite mineiros é a perspectiva que se abre a partir de agora. A associação tem tudo para ser mais do que uma simples compra de um concorrente.

 

Memória

Raízes na bacia leiteira de Minas

As origens da Itambé são anteriores aos tempos em que o leite e o iogurte eram entregues em garrafas de vidro num estado que já mostrava a força das suas bacias leiteiras. A então Usina Central de Leite nasceu em 1944, ligada à Secretaria de Agricultura de Minas, para em menos de cinco anos se transformar na Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Leite (CCPL), mais tarde entregue aos produtores em regime de arrendamento. Nos anos 50, a primeira transformação foi feita com o surgimento da CCPR e a inauguração da fábrica de Sete Lagoas, para produção de leite em pó, manteiga, queijos e doce de leite. A necessidade de crescimento do negócio levou à abertura de filiais em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo na década de 60, que daria o tom de uma Itambé capaz de adquirir, nos anos 70, uma fábrica na capital federal. Em 2000 começaram os projetos de ampliação das fábricas mineiras, para produzir creme de leite em lata e UHT. A empresa passou a participar da Serlac, empresa de negócios de exportação, e lançou a linha light.

FONTE: Estado de Minas.



%d blogueiros gostam disto: