Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Caetano Veloso dá bronca em sua equipe por ‘erro idiota’ de crase; veja

Cantor deu ‘aula de português’ aos responsáveis por suas redes sociais.
Post de 11 de junho tinha a expressão ‘homenagem à Bituca’.


Caetano Veloso dá bronca em equipe de redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)Caetano Veloso dá bronca em equipe de redes sociais

A produção de Caetano Veloso publicou nesta terça-feira (23), no Facebook, um vídeo no qual ele dá uma bronca na equipe que cuida de suas redes sociais. Motivo: mau uso da crase. “Um erro chato, eu não gosto desse erro. Acho idiota”, diz ele após explicar por que o acento não deveria ter sido usado na construção “homenagem a Bituca”. O equívoco estava na legenda de uma foto publicada no Facebook em 11 de junho.

Clique aqui para assistir à bronca de Caetano Veloso.

O “Bituca” em questão é Milton Nascimento. A imagem do post mostra justamente um encontro de Milton e Caetano durante um show da banda Dônica. Um dos integrantes é filho de Caetano.

“Até os linguistas estimulam [o uso equivocado da crase], dizendo que não deve ligar para crase, que deve deixar… Nada! Nada de deixar. Tem que saber português e trabalhar bem a língua portuguesa no Brasil! Tem que ter responsabilidade!”, finaliza ele.

A pessoa que está filmando, então, responde: “Sim, senhor. Vamos tentar melhorar, prometo. A produção falhou”.

Homenagem a Caetano

Não sei o porquê da polêmica em torno da bronca de Caetano Veloso em sua equipe, que escreveu “homenagem à Bituca” na página do cantor em uma rede social. Trata-se de um caso indiscutível de mau uso do acento indicativo da crase.

Crase significa fusão. Na língua falada é a fusão da preposição “a” mais outro “a”, que geralmente é o artigo definido feminino.

Na língua escrita, para indicar a existência dos dois “aa”, usamos o acento grave indicativo da crase: “homenagem à música brasileira”.

Quem faz homenagem sempre faz homenagem “a” alguma coisa ou “a” alguém. A preposição é uma exigência do substantivo “homenagem”. Chamamos a isso de regência.

O segundo “a” é o artigo definido que antecede o substantivo, também feminino, “música”. É como se falássemos “homenagem a a música brasileira”.

Por que no caso do “Bituca” a crase é impossível?

Simples: Bituca é Milton Nascimento, é masculino. É impossível haver artigo feminino antes do Bituca. Se houvesse, seria o artigo masculino “o”. Nesse caso, seria “homenagem ao Bituca”.

É interessante lembrar que o uso dos artigos definidos diante dos antropônimos (nomes próprios de pessoas) é facultativo. Há regiões (países, estados, cidades) que gostam dos artigos e outras não: “casa do Paulo” ou “casa de Paulo”; “livro da Maria” ou “livro de Maria”. Isso pode ser um simples regionalismo.

E há lugares em que a presença do artigo caracteriza intimidade, que a pessoa é da família ou um amigo muito próximo.

Assim sendo, se Bituca fosse mulher, a crase seria facultativa, pois poderia ou não haver o artigo feminino.
Como no caso em questão Bituca é homem, portanto substantivo masculino, a única dúvida que poderia haver é a homenagem seria “a Bituca” ou “ao Bituca”.

Crase… Impossível.

Um abraço ao Caetano ou a Caetano (sem crase).

 

FONTE: Sérgio Nogueira, via G1.


O uso correto de “come” e “go” para você nunca errar nos vestibulares e Enem

Prof. Ton van Hattum

Um das maiores dificuldades para os falantes de português é o uso correto dos verbos “go” e “come”. O uso trocado pode causar problemas mais sérios de comunicação do que simplesmente errar uma questão na sua prova de vestibular e Enem. Para garantir que você nunca erre e cometa mal entendidos, foi desenvolvida uma técnica simples, especialmente para os brasileiros, denominada de “inversão parcial”. Para você entender seu uso e treinar para a prova, vão ser descritas as etapas seguintes em inglês com ilustrações explicativas. Let’s go!

The correct use of the verbs come and go causes problems for speakers of Portuguese. Depending on the context, come and go indicate a direction opposite to the corresponding words in Portuguese. There is a partial, context dependent inversion, of the direction indicated by come and go. Correct use is shown in Figure 1. Incorrect use and possible resulting problem is shown in Figure 2.

Ton van Hattum/Enfos
Ton van Hattum/Enfos

This context dependent inversion of come and go is probably result of the fact that Portuguese has a preposition indicating “there where you, the listener, are”, while English doesn’t have a preposition with this meaning. When responding to a request to come, one communicates “there where you are” by placing oneself in the place of the person who made the request. As a result, the direction indicated by come and go are inverted in these cases.

Answering “I’m coming” means “I’m moving to the place where you, who made the request, are” (See Figure 1). Answering “I’m going” means “I’m moving to a place where neither of us is” (Figure 2).

The same context dependent inversion happens with bring, which means “come and have something or somebody with oneself” and take, which means “go and have something or somebody with oneself”.

Not applying this context dependent inversion correctly in English, causes that a person who makes a request thinks the request is refused. This can lead to unpleasant situations, like in Figure 2.

The idea of placing oneself in the situation of the other also helps to find out which word to use when referring to a place where none of the speakers is at the time of requesting or suggesting. This can happen for instance when making an appointment and deciding where to meet.

Both of the following ways of suggesting are possible but there is a small difference in connotation.

  • Yesterday I met Julie. She wants to go to the open-air museum. Do you want to go with us?
    Explanation: We all move in the same direction.
  • Yesterday I met Julie. She wants to go to the open-air museum. Do you want to come with us?
    Explanation: We go and take you with us.
  • Let’s meet in the afternoon at Julie’s. I’ll meet her at lunch. When do you think you can come?
    Explanation: In the afternoon, “I” and Julie are already there so at that time “you” will be moving in “my” direction. That is why the word come is used.

The problem of mixing up come and go, can be avoided by using alternatives like the following.

  • “When do you think you can arrive.”
  • “When do you think you will be there.”

They are common expressions for situations like this.

Ton van Hattum é professor de Inglês do Percurso Pré-vestibular e Enem.

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FONTE: Estado de Minas.


Dicas
Dad Squarisi

Acertos que garantem vagas

Ufa! O carnaval acabou. Adeus, reis e rainhas. Adeus, príncipes e princesas. Adeus, fantasia. A realidade chegou devagarinho. Foi chegando, chegando e… tomou o trono. Bem-vinda. No ano que vem há mais. É só esperar.

Cabeleireiro? Cabelerero?

Olho vivo! O i é preciso. Cabeleireiro deriva de cabeleira. Daí os dois ii.

Eu cabo? Eu caibo?

Caber é cheio de irregularidades. Respeitar as manhas de tão instável criatura exige atenção plena. A mais importante é o cuidado com a conjugação. Guarde as formas: caibo, cabe, cabemos, cabem; coube, coube, coubemos, couberam; cabia, cabia, cabíamos, cabiam; coubesse, coubesse, coubéssemos, coubessem; couber, couber, coubermos, couberem; cabendo; cabido.

Caprino? Cabrino?

O adjetivo derivado de cabra? É caprino sim, senhor.

R$ 2 cada? R$ 2 cada um?

Sabia? O pronome cada não suporta a solidão. Deve estar sempre acompanhado de substantivo, de numeral ou do pronome qual. Dizer “os picolés custam R$ 2 cada” é desamparar o pobre dissílabo. Ele sofre. Em resposta, rouba pontos e prestígio. Melhor dar-lhe a companheira que o consola: “Os picolés custam R$ 2 cada um. Os livros valem R$ 50 cada um”. Cada qual fez o trabalho a seu modo. Cada servidor colaborou com R$ 20. Distribuímos 30 quilos de alimentos para cada família.

Cada vestido? Todo vestido?

Quem diria! Usados a torto e a direito como sinônimos, os dois pronomes dão recados diferentes. Cada indica diversidade de ação, particulariza: Usa cada dia um vestido (não repete o traje). Cada filho tem um comportamento. Cada macaco no seu galho. Dava brinquedos a cada criança. Todo generaliza. Significa qualquer: Todo dia é dia. Dava brinquedos a toda criança.

Singular? Plural?

Ora veja! A concordância prega cada peça… Uma delas trata da concordância. O verbo fica no singular se os núcleos do sujeito composto forem precedidos de cada. Assim: Na estante, cada livro, cada dicionário, cada enfeite deve ficar no lugar certo. Cada gesto, cada movimento, cada palavra implica alegria e saudade.

Cada? Cada um?

Antes de substantivo singular, o um não tem vez. Por quê? Cada encerra ideia de unidade: Falou com cada deputado (não: cada um deputado). Deu bom-dia a cada criança. Distribuiu comida a cada família. O programa ia ao ar a cada hora. A cada real gasto, pedia prestação de contas.

Cada um de nós sairá? Sairemos?

O verbo vai para a 3ª pessoa do singular: Cada um deles tomou um rumo. Cada uma das camisas custou acima de R$ 50. Cada um de nós sairá em horários diferentes.

Café espresso? Café expresso?

Atenção, moçada. O pretinho gostoso não tem nada a ver com a rapidez do expresso. Ele tem a ver com exclusividade. Um café espresso – assim, com s – quer dizer feito na hora exclusivamente pra você. Vamos combinar? É um luxo só.

O caixa? A caixa?

A palavra joga em dois times. É feminina na acepção de recipiente onde se guarda algo e de seção de banco, loja ou repartição pública onde se pagam contas ou se recebe dinheiro: a caixa de joias, a caixa do banco, a caixa do supermercado. A pessoa que trabalha como caixa? Se for mulher, será a caixa. Se homem, o caixa.

Caixa postal 45? Caixa postal, 45?

O número não é antecedido de vírgula. Quando acompanhado de número, letra maiúscula: Não encontrei a caixa postal. Caixa Postal 45.

Calda? Cauda?

Bichos, vestidos, piano têm cauda. Doces, calda.

Os cara-pintada? Os caras-pintadas?

O plural de cara-pintada? É caras-pintadas.

Maus caráteres? Maus caracteres?

Acredite. Caráter tem plural. É caracteres: político de bom caráter, políticos de bons caracteres; mau caráter, maus caracteres.

FONTE: Estado de Minas.


Eletrônicos sem uso valem desconto em passagens aéreas em Minas
Unidades do Sesc em BH e no interior participam da campanha.
Cada aparelho pode valer R$ 50.

Uma campanha para conscientizar sobre o descarte correto de resíduos eletrônicos oferece bônus que pode ser revertido em descontos na compra de passagens aéreas em Belo Horizonte e no interior do estado. Até esta quarta-feira (5), unidades do Serviço Social do Comércio de Minas Gerais (Sesc-MG) receberão celulares, aparelhos de fax, notebooks, computadores, estabilizadores, monitores (tubo, led e cristal líquido) gabinetes (CPUs), impressoras e scanners.

Os aparelhos podem estar em qualquer estado de conservação. De acordo com o Sesc, a cada item, o doador vai ganhar um voucher no valor de R$ 50, para ser usado nas compras de passagens da Azul Linhas Aéreas. Os postos também recolhem teclados, cabos, disquetes, mouses e demais acessórios, mas estes não dão direito ao bônus.

Os materiais arrecadados serão tratados, reciclados e, se necessário, descartados, conforme a atual legislação ambiental. A campanha é feita em parceria com a organização não governamental Instituto Brasileiro de Turismólogos (IBT), que promove projetos de sustentabilidade.

Os pontos de troca funcionam, das 8h às 18h, até esta quarta-feira (5). Veja os endereços:
– Sesc Centro Cultural JK (Rua Caetés, 603 – Centro – Belo Horizonte)
– Sesc Desportivo (Rua Teófilo Otoni, 433, Carlos Prates – Belo Horizonte)
– Sesc Floresta (Rua Pouso Alegre, 1.647, Floresta – Belo Horizonte)
– Sesc Santa Quitéria (Rua Santa Quitéria, 566, Carlos Prates – Belo Horizonte)
– Sesc Venda Nova (Rua Maria Borboleta, s/nº, Letícia/Venda Nova – Belo Horizonte)
– Sesc Almenara (Rodovia BR 367, Km 92, Cidade Nova – Almenara)
– Sesc Governador Valadares (Av. Veneza, 877, Grã-Duquesa – Governador Valadares)
– Sesc Bom Despacho (Av. Maria da Conceição del Duca, 150, Vilaça – Bom Despacho)
– Sesc Contagem-Betim (Rua Padre José Maria Demam, 805, Novo Riacho – Contagem)
– Sesc Januária (Av. Aeroporto, 250, Aeroporto – Januária)
– Sesc Paracatu (Rua Euridamas Avelino Barros, 347, Lavrado – Paracatu)
– Sesc Santa Luzia (Av. Brasília, 3505, São Benedito – Santa Luzia)
– Sesc Araxá (Rua Dr. Edmar Cunha, 150, Santa Terezinha – Araxá)
– Sesc Juiz de Fora (Av. Barão do Rio Branco, 3.090, Centro – Juiz de Fora)
– Sesc Pousada Juiz de Fora (Rua do Contorno, s/nº, Nova Califórnia – Juiz de Fora)
– Sesc Montes Claros (Rua Viúva Francisco Ribeiro, 200, Centro – Montes Claros)
– Sesc Poços de Caldas (Rua Paraná, 229, Centro – Poços de Caldas)
– Sesc Sete Lagoas (Rua Francisco Vicente, 23, Papavento – Sete Lagoas)
– Sesc Teófilo Otoni (Av. Bernarda Barbosa Laender, 146, Centro – Teófilo Otoni)
– Sesc Uberaba (Rua Ricardo Misson, 411, Centro – Uberaba)
– Sesc Uberlândia (Rua Benjamim Constant, 844, Aparecida – Uberlândia)
– Sesc Saúde São Francisco (Rua Viana do Castelo, 490, São Francisco – Belo Horizonte)

FONTE: G1.


conta

Quem de nós nunca pensou em calcular quanto de energia elétrica gasta cada aparelho ou lâmpada da nossa casa?

Quanto será que custa manter ligado o computador o dia inteiro?

Quanto será que é o gasto mensal com aquela lâmpada que você deixa acesa no quintal durante a noite?

Qual será o custo mensal que pago pelo uso do aspirador de pó por duas horas, uma vez por semana?

Alguns aparelhos trazem estas informações, mas nem sempre precisas.

Os sites abaixo fazem os cálculos para você, a partir de informações do tipo tempo, dias de uso e potência.

Divirta-se descobrindo valores que você nem imaginava…

Simulador de FURNAS, de forma interativa e divertida.

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