Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Avenida Vilarinho inunda e carros são arrastados

O córrego Vilarinho transbordou e provoca inundação nas vias da região de Venda Nova

A chuva que cai na tarde desta quarta-feira (15) em Belo Horizonte mais uma vez está provocando estragos na cidade. De acordo com a Defesa Civil da capital mineira, a avenida Vilarinho, na região de Venda Nova, foi inundada e carros estão sendo arrastados.

Outras vias da região também foram fechadas: Rua Padre Pedro Pinto com avenida Vilarinho, Cristiano Machado com Vilarinho e Doutor Álvaro Camargo com Vilarinho.

O órgão alerta para o risco de transbordamento dos córregos Brejo do Quaresma, Bezerra e Lagoinha. É preciso evitar o tráfego pelas praças Maria Vilas Boas e Geral de Araújo Silva; ruas Batistina de Andrade, Luzia Salomão e avenida Maria Vieira Barbosa, no bairro Mantiqueira, também na região de Venda Nova.

avenida Vilarinho

 

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alagamento BH Venda Nova

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FONTE: O Tempo.


BH ganha novos radares e controladores de avanço de sinal nesta quinta-feira

Equipamentos, instalados na Avenida Cristiano Machado e na Via Expressa, foram verificados e aprovados pelo Ipem/MG

Os motoristas que trafegam pelas avenidas Cristiano Machado e Juscelino Kubitscheck (Via Expressa) contarão com mais instrumentos de fiscalização eletrônica a partir desta quinta-feira. Quatro equipamentos, sendo dois controladores de avanços semafóricos e dois de controle de velocidade, serão ativados com a finalidade de evitar acidentes. Eles foram verificados e aprovados pelo Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Minas Gerais (Ipem/MG) e a homologação foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM).

Os dois equipamentos de avanço semafórico funcionarão na Avenida Cristiano Machado, esquina com Avenida Saramenha, sendo um no sentido Bairro/Centro e outro Centro/Bairro. Já os dois controladores de velocidade foram instalados na Via Expressa, sendo que o primeiro é localizado a seis metros do Viaduto Setenta e Sete, sentido Belo Horizonte/Contagem, e o segundo, no sentido oposto, a 72 metros do Viaduto Setenta e Três.

A BHTrans também informou que outros controladores de velocidade da Via Expressa estão sendo substituídos por equipamentos mais novos, que não precisam ser instalados na pista, e, dessa maneira, preservam a via, uma vez que isso evita infiltrações e outros danos. Dessa maneira, todos os equipamentos da Via Expressa utilizarão sensores fixados em um pórtico.

Essa nova tecnologia já está sendo utilizada em cinco radares da Via Expressa. Próximo à Rua Christina Maria Assis, no Bairro Califórnia, há equipamentos instalados no sentido Belo Horizonte/Contagem, e também no sentido inverso – ambos na pista interna. Na pista externa, no sentido contrário, há um radar também próximo à Rua Christina Maria Assis e outro perto da Rua do Garimpo, na Vila Oeste, sentido Contagem/Belo Horizonte. O último fica a 27 metros do Viaduto Setenta e Sete (Bairro João Pinheiro), na pista interna, no sentido capital.

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FONTE: Estado de Minas.


Área de segurança para motos começa a ser implantada e gera confusão
Dentre as 15 áreas que serão instaladas em toda cidade, segundo informou a BHTrans, está a avenida Cristiano Machado, por onde a inserção foi iniciada nesta manhã de terça-feira

Motobox
A primeira impressão das áreas de espera segura reservadas para motociclistas, chamadas de motoboxes, que começaram a ser implantada nesta terça-feira (17) em Belo Horizonte, para os condutores belo-horizontinos foi de confusão. Porém, alguns desses motoristas observam a medida com esperança e acreditam que ela possa ajudar a evitar acidentes.

Dentre os 15 pontos que receberão as áreas de segurança ao longo da avenida Cristiano Machado, segundo informou a BHTrans, está um ponto localizado no bairro Ipiranga, na região Nordeste da capital, por onde a inserção foi iniciada nesta manhã de terça-feira.

Os motoristas que passaram pelo local afirmam ter sido pegos de surpresas. “Parei para perguntar do que se tratava e achei interessante a iniciativa devido a segurança. Acho que deveria ser implantado esse projeto em toda cidade de Belo Horizonte”, explicou o professor de educação física Luiz Lisboa, de 27 anos.

Os condutores de veículos de passeio que disputam lugar com as motos no asfalto também aprovaram a medida. “Os motoqueiros passam entre os carros, em um espaço pequeno, chutam retrovisor. Acho que esse espaço de preferência pode ser bom para essa arrancada deles. Mas eficiente mesmo seria a educação no trânsito, se os motoristas e motociclistas se respeitassem mais”, alertou Marcelo Henrique Gonçalves, de 35.

Essas áreas de segurança compreendem a espaços instalados à frente do semáforo, que contam com 5 metros de largura e podem chegar a abrigar 24 motociclistas, cada. O objetivo é que as motos permaneçam neste local, posicionadas na frentes dos carros, formando um corredor, até a abertura do sinal.

A medida entrou em vigor em caráter experimental por 90 dias. Durante este prazo, muitos motoristas que invadirem as faixas reservadas não serão multados, já que a implantação ainda é analisada.

“A intenção é evitar essa competição entre motociclistas e carros. Com esse espaço, as motos ficam na frente dos carros, formando um pelotão e não impedido a visibilidade dos condutores e dos pedestre. Dessa forma, evitamos os acidente, uma vez que as motos não vão surgir entre os corredores”, explicou superintendente de Operações da BHTrans, Fernando de Oliveira Pessoa.

A implantação do projeto, que já é utilizado em países da Europa, como Espanha, começou a ser pensada no início deste ano. No Brasil, a cidade de São Paulo já conta com 300 pontos de motoboxes, o que mostra que o Estado vizinho se adaptou bem ao projeto.

Em Belo Horizonte, a implantação começou pela avenida Cristiano Machado já que a BHTrans entende que nela ocorrem mais acidentes envolvendo motociclistas. Porém, o órgão informou que não há um levantamento do número de colisões ocorridos na região.

As outras 14 áreas de segurança serão implementadas até o fim de maio também em caráter experimental.

Motociclistas atendidos no HPS

Os números de motociclistas vítimas de acidentes de trânsito atendidos apenas pelo Hospital de Pronto-socorro (HPS) João XXIII, no ano passado, assustam.

Um levantamento da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) aponta que 6.666 motociclistas foram atendidos em todo o ano passado. Em 2016, do início do ano até abril, foram 2.136 atendimentos.

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FONTE: O Tempo.


Homem com sinais de embriaguez dirige motocicleta em Belo Horizonte

Ele pilotava a moto em zigue-zague e não sinalizava as trocas de faixa.
Homem apresentava falas desconexas.

Uma equipe de reportagem da TV Globo Minas flagrou, na noite desta sexta-feira (19), um motociclista que admitiu ter bebido antes de dirigir. Ele pilotava a moto perigosamente pelas ruas de Belo Horizonte, em zigue-zague, não sinalizava trocas de faixa e chegou a deixar a moto a cair ao estacionar.

O motociclista saía de um posto de gasolina na Avenida Cristiano Machado. Logo ao entrar na pista, ele quase é atingido por um carro que subia a rua.

Lento e desequilibrado, ele quase é atropelado por outro carro que teve de frear bruscamente e precisou desviar em seguida.

No Túnel da Lagoinha, o homem segue na moto e depois de alguns metros começa a andar em zigue-zague na pista. Em alguns momentos parece que ele vai cair.

Já ao sair do túnel, ele muda de faixa sem dar seta e cruza perigosamente com uma moto e outros carros.

Durante o trajeto, a equipe de reportagem sinalizou para que outros veículos diminuíssem a velocidade e tentou alertar o motociclista do perigo piscando o farol, mas ele continuou dirigindo em zigue-zague.

Na Avenida Nossa Senhora de Fátima, a situação piora e o homem quase perde o controle da moto. Mais à frente ele para ao lado de um táxi e deixa a moto morrer.

Com dificuldade, ele tenta seguir adiante, como não consegue, estaciona. Em seguida entra em um bar, onde parece pedir uma bebida.

Minutos depois ele sai cambaleando e vai até a moto, que ele deixa cair. O motociclista se senta em um banco, quando chegam um guarda municipal e fiscais da BHTrans que estavam próximos.

Eles conversam com o homem e tentam orientá-lo. O motociclista foi multado por estacionar em local proibido. A moto foi removida para o pátio da BHTrans. O homem não foi preso porque não foi flagrado conduzindo a moto.

“Chapei todas”, disse o homem. O repórter Kássio Freitas pergunta: “E ainda assim o senhor teve coragem de pilotar a moto mesmo nessa situação? O motociclista responde: “Nossa Senhora… do mesmo jeito que você quando era criança, quando você era uma pessoa mais nova fazia…”.

FONTE: G1.


‘Não me arrependo de forma alguma’, diz homem que matou fiscal
Jovem de 20 anos confessou ter atirado em fiscal, apesar de negar a intenção de matar

Luquinha
Sem arrependimentos, jovem confessa ter matado fiscal de ônibus na avenida Cristiano Machado, na altura do bairro Ipiranga, na região Nordeste de Belo Horizonte, na última quinta-feira (1º).

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“Não me arrependo em momento algum. Eu ia pagar a passagem mas por que ele tinha que me bater? Cara não é lugar de bater, não”, disse Lucas Gomes de Oliveira, de 20 anos, que alegou ter cometido o crime em defesa, após ter sido agredido pela vítima e outros dois fiscais no dia anterior.

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O jovem foi preso e apresentado nesta terça-feira (6) pela Polícia Civil no Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Em entrevista à imprensa, Lucas disse que não tinha intenção de matar o fiscal, mas queria se defender de possíveis agressões.
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Segundo o delegado Emerson Morais, os investigadores conseguiram localizar o autor do homicídio na cidade de Antônio Dias, no Vale do Rio Doce. Para Morais, durante o depoimento, o criminoso se mostrou uma pessoa fria, sem qualquer piedade da vida humana.

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Sobre a arma usada no crime, Lucas afirma tê-la comprado na praça Sete por R$ 700, 00. “Eu tinha que me defender. Comprei ela no dia que apanhei. Sou trabalhador, o dinheiro fica no banco. No dia da confusão, não paguei a passagem porque estava sem a carteira”, justifica o homem.

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Lucas deve ser autuado por homicídio qualificado, por motivo fútil, além das duas tentativas de homicídio.

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O crime aconteceu em um coletivo da linha 1502 (Vista Alegre/Guarani) da Viação Zurick, que seguia no sentido centro, embaixo do viaduto Henriqueta Lisboa.

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Relembre o caso

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A discussão aconteceu em um ônibus da linha 1509 e começou depois que Webert Eustáquio de Souza, de 33 anos, e outros dois fiscais pediram que Lucas pagasse a passagem.

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Insatisfeito por ter sido repreendido, o autor começou a discutir com o trio e entrou em luta corporal com um dos colegas da vítima.

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A situação foi controlada e o homem desceu do coletivo dizendo que “isso não ficaria assim”. Mais tarde, ele foi até a garagem da empresa de ônibus, com uma arma, procurando pelo fiscal com quem havia brigado. De acordo com o delegado, o criminoso apareceu acompanhando de um colega, que segundo testemunhas, estava instigando o rapaz a matar o desafeto.

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Na manhã de quinta-feira (1°), o autor entrou no ônibus da linha 1502 próximo à estação São Gabriel. Souza embarcou pouco depois, na avenida Cristiano Machado, na altura do bairro Ipiranga, e pediu que os passageiros que estavam na parte dianteira do ônibus pagassem as passagens. “O autor ficou na escada, se recusando a passar na roleta”, disse o delegado. Após a negativa, o fiscal insistiu que ele teria que pagar a passagem.

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“O autor, então, se dirigiu até a roleta, virou-se, sacou uma arma de fogo que trazia dentro da mochila e falou: ‘você quer sua passagem? Então, toma aqui seus R$ 3,10’, e deu dois tiros no peito da vítima”, disse Morais. Quando a vítima já estava caída, o suspeito fez mais três disparos.

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A discussão aconteceu em um ônibus da linha 1509 e começou depois que Webert Eustáquio de Souza, de 33 anos, e outros dois fiscais pediram que o suspeito pagasse a passagem. Insatisfeito por ter sido repreendido, o autor começou a discutir com o trio e entrou em luta corporal com um dos colegas da vítima.

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A situação foi controlada e o suspeito desceu do coletivo dizendo que “isso não ficaria assim”. Mais tarde, ele foi até a garagem da empresa de ônibus, com uma arma, procurando pelo fiscal com quem havia brigado. De acordo com o delegado, o suspeito apareceu acompanhando de um colega, que, segundo testemunhas, estava instigando o rapaz a matar o desafeto.

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Na manhã de quinta-feira (1º), o autor entrou no ônibus da linha 1502 próximo à estação São Gabriel. Souza embarcou pouco depois, na avenida Cristiano Machado, na altura do bairro Ipiranga, e pediu que os passageiros que estavam na parte dianteira do ônibus pagassem as passagens. “O autor ficou na escada, se recusando a passar na roleta”, disse o delegado. Após a negativa, o fiscal insistiu que ele teria que pagar a passagem.

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“O autor, então, se dirigiu até a roleta, virou-se, sacou uma arma de fogo que trazia dentro da mochila e falou: ‘Você quer sua passagem? Então, toma aqui seus R$ 3,10’, e deu dois tiros no peito da vítima”, disse Morais. Quando a vítima já estava caída, o suspeito fez mais três disparos. As imagens mostram que o ônibus estava cheio no momento do crime.

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No último sábado (3), a Polícia Civil identificou o atirador e pediu a prisão temporária dele.

 

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FONTE: O Tempo.


Delegado diz que morte de fiscal de ônibus em BH foi vingança

Webert Eustáquio de Souza, de 33 anos, foi morto na Avenida Cristiano Machado. Autor dos tiros ameaçou vítima no dia anterior ao ser retirado de ônibus por não pagar passagem

Edesio Ferreira/EM/D.A Press

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A Polícia Civil trata a morte do fiscal Webert Eustáquio de Souza, de 33 anos, dentro do veículo da linha 1502 (Vista Alegre – Guarani), na Avenida Cristiano Machado, no Bairro Ipiranga, Região Nordeste de Belo Horizonte, como vingança. Outras duas pessoas ficaram feridas na ação do criminoso. Segundo o delegado Emerson Morais, o atirador brigou com outros fiscais no dia anterior. Depois do desentendimento, foi até a empresa onde os homens trabalham e os ameaçou de morte. Ele portava uma arma no momento das intimidações.
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O crime aconteceu por volta das 7h50. Segundo o delegado, testemunhas contaram que o autor dos disparos embarcou no veículo na Rua A, no Bairro Primeiro de Maio, 10 minutos antes do crime. O homem não passou pela catraca e ficou próximo a escada. Quando o coletivo passou próximo ao a um hotel no Bairro Ipiranga, foi parado pelos fiscais.
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Os trabalhadores entraram no veículo e pediram para todos que estavam na parte da frente pagassem passagem e seguisse para a parte de trás da catraca. “Testemunhas disseram que o autor ficou na escada e depois da ordem do fiscal, fingiu que iria pagar a passagem. Quando chegou próximo a catraca, sacou uma arma e disse: ‘Quer que pague a passagem, então toma aqui seus R$ 3,10’. Depois disso, atirou”, conta o Emerson Morais.

Arquivo Pessoal

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O fiscal foi atingido e morreu na hora. A passageira Maria das Graças Martins, de 65, levou um tiro em um dos pés e foi levada pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) para um hospital. Rogério Lopes, de 46, que também é fiscal de linha e trabalhava com Webert no momento do crime, foi atingido por estilhaços das balas e deu entrada no Hospital João XXIII. Os feridos passam bem. “Considero a banalização da vida humana matar um pai de quatro filhos e trabalhador por causa de R$ 3”, afirma Morais.
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Para o delegado, o crime foi por vingança. Segundo ele, na tarde anterior, o atirador brigou com três fiscais, entre eles Webert, na Rua Jacuí, no Bairro Ipiranga. O homem estava no ônibus da linha 1509 quando os fiscais o colocaram para fora por se negar a pagar passagens. Ele não gostou da atitude dos trabalhadores e chegou a brigar com um deles.
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Depois da confusão, o homem foi até a empresa onde os fiscais trabalham junto com um comparsa, que é deficiente físico. Lá, segundo a polícia, os dois ameaçaram os trabalhadores com palavras e exibindo uma arma. Os dois suspeitos seriam moradores da região do Bairro Primeiro de Maio. Quem tiver informações sobre a dupla pode passar pelos telefones 181 e 3478-7824.

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FONTE: Estado de Minas.


Gerente de revendedora de veículos suspeita de aplicar golpes é detida em BH

A mulher estava em um carro zero-quilômetro sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o documento do carro. A polícia suspeita que ela iria esconder o automóvel que deveria ser entregue para um cliente da empresa

via
A gerente administrativa da agência multimarcas Via Motors, suspeita de aplicar golpes em Belo Horizonte, foi detida nesse sábado com um carro zero quilômetro no Bairro São Francisco, na Região da Pampulha. A polícia acredita é que Ana Carolina Trindade levaria o veículo, que deveria ser entregue a um cliente, para um esconderijo do grupo. A mulher foi ouvida durante toda a noite na Central de Flagrantes da Polícia Civil (Ceflan) e depois liberada.
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A Polícia Militar (PM) chegou até a mulher depois de receber uma denúncia anônima. Uma pessoa, que não foi identificada, passava pela Rua Beira Alta quando avistou Ana Carolina entrando em uma casa com um Palio prata sem placa de identificação. A testemunha, que já sabia das investigações contra revendedora, acionou a polícia.
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De acordo com o boletim de ocorrência, quando os militares chegaram no endereço avistaram a mulher saindo com o carro da garagem. Eles seguiram o veículo e o abordá-lo na Rua Alcobaça. No local, segundo informações da polícia, Ana Carolina tentou fugir, mas não conseguiu, pois um ônibus estava na via e fechou a passagem.
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Os militares pediram o documento do carro e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), mas nenhum foi apresentado pela mulher. Segundo o boletim de ocorrência, Ana Carolina chegou a agredir verbalmente os policiais e tentou a gritar pedindo por socorro. A mulher disse que estava sendo vítima de crime. A PM também a acusa de tentar se machucar para simular uma agressão por parte dos policiais.
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Enquanto os militares aguardavam outras viaturas no local, um homem chegou e se identificou como a pessoa que guardaria os veículos para os suspeitos. Os dois foram encaminhados para o Ceflan, no Bairro Floresta. A vítima do grupo, que comprou o carro zero e não recebeu, foi identificada e também foi levada para a delegacia. De acordo com a Polícia Civil, a dupla prestou depoimento e depois foi liberada pelo delegado. O boletim de ocorrência foi encerrado como estelionato.
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O golpe
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A Via Motors está instalada em imóvel chamativo na Avenida Cristiano Machado, 300, onde destaca o slogan “o zero km mais barato do Brasil”. As investigações sobre o crime começaram em 2013. Pelo menos 92 boletins de ocorrências foram feitos. Mesmo assim, a polícia acredita que mais de 200 pessoas foram vítimas do golpe de estelionato. Fora isso, somam-se reclamações nos Procons da Assembleia Legislativa e do MP, cujos casos estão em fase de apuração.
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Segundo a Polícia Civil, a empresa é suspeita de vender carros zero-quilômetro e não os entregar. A revenda posterga a entrega dos veículos ou a devolução do valor pago pelos clientes por vários meses.

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FONTE: Estado de Minas.



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