Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Menina reage a assalto com arma de choque e ladrão chama a polícia

Adolescente de 17 anos sacou a arma de choque e começou a eletrocutar o ladrão que gritou por socorro na janela do ônibus. O motorista do coletivo viu a ação e parou em frente a uma delegacia

Prefeitura de Curitiba/Divulgação

Os passageiros de um ônibus em Curitiba, capital do Paraná, passaram por momentos tensão e um pouco inusitados. Um homem entrou no coletivo, anunciou o assalto e começou a roubar bolsas, celulares e carteiras. O que o ladrão não contava era que, entre as vítimas, estaria uma adolescente de 17 anos, que portava uma arma de choque. Ela reagiu e começou a eletrocutar o bandido. Segundo informações da polícia do Paraná, o ladrão se assustou e começou a gritar por socorro na janela do ônibus.
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O motorista viu a ação e parou o ônibus em frente a uma delegacia. O homem, de 23 anos, que já tinha passagens pela polícia por roubo e receptação, foi preso. A menina prestou depoimento acompanhada dos pais e foi liberada em seguida. De acordo com a polícia de Curitiba, o suspeito ficou revoltado e pediu a prisão da adolescente por agressão.

FONTE: Estado de Minas.


17 heróis: policiais se negam a bater em professor, são presos e dão lição

Assim a PM trata os professores no Paraná - Foto Joka Madruga/Futura Press/Estadão Conteúdo

 

Quem disse que os porteiros de Auschwitz não tinham escolha?

Que os médicos de salas de tortura não poderiam se recusar a estar ali?

Que soldados não têm chance de recorrer a objeções de consciência para não massacrar os mais fracos?

Que taxista carece do direito de se negar a rodar com o taxímetro adulterado pelo dono da frota?

Que funcionário de empresa privada e funcionário de companhia pública devem fingir que não veem assaltos ao patrimônio público?

Que jornalistas não têm como se rebelar contra a manipulação inescrupulosa de informações?

Sim, é possível dizer não.

Eis a lição dos pelo menos 17 policiais militares do Paraná que ontem disseram não à ordem de atacar milhares de professores que protestavam contra a iminente retirada de direitos seus pela Assembleia Legislativa.

A Polícia Militar informou que esses policiais foram presos por se recusar a participar do “cerco” contra os mestres em greve.

“Cerco” é eufemismo. Não se tratava de cercar, bem sabiam os 17.

A PM avançou contra os professores empregando cão pitbull. Um dos cachorros mordeu um cinegrafista da Band.

Quais são os valores de uma corporação que lança pitbull contra professor e jornalista?

Atiraram com bala de borracha mirando a cabeça.

Bala de borracha pode matar, ferir gravemente, deixar sequelas.

Um chefe mandou bater com o cassetete por baixo, para evitar imagens.

Os professores só queriam assistir à sessão da Assembleia que tornaria ainda mais difícil a vida dos trabalhadores da educação.

Os PMs jogaram bombas de gás que afetaram até crianças em uma creche vizinha.

Saber que há creche ao lado e lançar gás configura selvageria imoral.

É mais digna a retirada do que maltratar criança.

Os 17 do Paraná disseram não a tudo isso.

Pobre do país que precisa de heróis é uma boa tirada, mas circunscrita a circunstâncias.

Miserável é a nação que ergue monumentos para heróis de fancaria.

Como disse noutra quadra um grande cronista, o povo urina nos heróis de pedestal.

Os 17 PMs honraram a promessa de proteger os cidadãos.

E periga serem os mais atingidos pela truculência do governo Beto Richa.

A quarta-feira sangrenta deixou centenas de professores feridos em Curitiba.

Mas também legou a lição de 17 policiais que são heróis brasileiros.

P.S.: o post acima foi baseado em reportagem do “Estadão Conteúdo”. Tal reportagem foi reproduzida ou noticiada pelo UOL, “Veja”, “Gazeta do Povo” e outros portais e publicações. De acordo com o “Estadão Conteúdo”, a origem do relato sobre a prisão de policiais que se recusaram a participar do “cerco” aos professores foi a própria Polícia Militar do Paraná. Nesta quarta-feira, uma porta-voz da PM afirmou que não procede a informação sobre prisão de policiais. E que nenhum deles teria se negado a participar da operação contra os manifestantes. Quando houver mais informações sobre as versões da PM e o que realmente ocorreu, o blog voltará ao assunto (quarta-feira, 30/04/2015, às 16h04).

FONTE: Blog do Mário Magalhães – UOL.


Papai Noel causa polêmica ao tapar rosto de criança em shopping de Curitiba
Segundo postagem, somente poderiam ser registradas imagens por uma equipe contratada pelo estabelecimento

Noel

A atitude do Papai Noel de um shopping de Curitiba causou revolta e está gerando repercussão nas redes sociais. Ao tirar foto com uma criança, o ‘bom velhinho’ cobriu o rosto da menina com a mão.

De acordo com a postagem, o Papai Noel teria cobrido o rosto da menina porque só poderiam ser feitas fotos por uma equipe que é contratada pelo shopping e cobra pelo serviço.

“Absurdo! Papai Noel mercenário do Palladium! Uma mãe foi levar sua filha falar com o Papai Noel no Shopping Palladium. A menina toda encantada em ver o ‘bom velhinho’ e com a magia do Natal. No momento em que o pai foi bater uma foto da criança com o Papai Noel, ele puxou e tapou o rosto da criança. Absurdo! A criança sem entender nada do que estava acontecendo. O Papai Noel falou que o shopping Palladium não aceita que tirem fotos que não sejam as deles pagas. Sem ter um aviso sequer. Que horror!”, diz a postagem.

Segundo a assessoria de imprensa do estabelecimento, foi realizada uma reunião com os profissionais envolvidos e com a responsável pela empresa prestadora dos serviços e foi pedida a substituição da pessoa que representa o Papai Noel.

O shopping emitiu uma nota oficial lamentando o ocorrido. “Em relação ao fato ocorrido nesta quarta-feira, o Palladium gostaria de reforçar que possui um imenso cuidado na realização de todas as ações que envolvem os consumidores, principalmente quando lida com crianças, seus sonhos e fantasias. […] Neste caso específico, lamentamos pela atitude errada e fora dos padrões do Papai Noel, gerado a partir de um sinal irregular do fotógrafo”, afirmou.

O internauta Franklin Omori comentou: “Agora entendo porque dizem que o Natal virou comércio”. Já Wilson Gorj , resolveu ironizar a situação: “Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel…”.

 

FONTE: Estado de Minas.



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