Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Oportunidades são direcionadas a iniciantes e profissionais experientes.
Belo Horizonte tem mais de dez mil vagas disponíveis.

sine

O Sistema Nacional de Emprego de Minas Gerais (Sine-MG) tem mais de 70 mil vagas de emprego em oferta, em todo o estado. Segundo a empresa, as oportunidades são direcionadas tanto para profissionais experientes como para aqueles que desejam ingressar no mercado de trabalho. As áreas com maior demanda são a de construção civil, de serviços e de comércio.

O secretário-adjunto de Trabalho e Emprego, Hélio Rabelo, lembra que em Belo Horizonte existem mais de dez mil vagas a serem preenchidas e cursos de capacitação também são ofertados no Sine.

Na capital mineira, os interessados podem comparecer a uma das dez unidades do sistema, portando carteira de trabalho, CPF, carteira de identidade, comprovante de endereço e PIS, Pasep, NIT ou NIS.

Mais informações sobre as oportunidades disponíveis e cadastro podem ser obtidas nos postos do Sine. Veja abaixo.

Unidade Centro
Avenida Pasteur, 33– Santa Efigenia – Belo Horizonte
E-mail: sine.bhcentro@trabalho.mg.gov.br
(31) 3212-2415
(31) 3271-5566

Unidade Centro – Uai
Avenida Amazonas, 478 – Centro – Belo Horizonte
E-mail: sine.uaibhcentro@trabalho.mg.gov.br
(31) 3272-0108
(31) 3271-4597

Unidade Barro Preto/Uai
Avenida. Augusto de Lima, 1.833- Barro Preto – Belo Horizonte
E-mail: sine.uaibarropreto@trabalho.mg.gov.br
(31) 3295-2096

Unidade Barreiro/Uai
Avenida Afonso Vaz de Melo, 640 – 4ºandar- Loja 411 – Shopping Barreiro – Belo Horizonte
E-mail: sine.uaibarreiro@trabalho.mg.gov.br
(31) 3384-7653
(31) 3384-7683
(31)3384-9165

Unidade Venda Nova/Uai
Av. Vilarinho, 1.300 – 2º piso-Shopping Norte – Venda Nova – Belo Horizonte
E-mail: sine.uaivendanova@trabalho.mg.gov.br
(31) 3457-9889

Unidade Assembleia  
Rua Martim de Carvalho, 94 – Santo Agostinho – Belo Horizonte
E-mail: sine.bhlourdes@trabalho.mg.gov.br
(31) 2108-3474
(31) 2108-3473

Unidade Câmara
Avenida dos Andradas, 3.100 – Santa Efigênia – Belo Horizonte
E-mail: sine.bhcamara@trabalho.mg.gov.br
(31) 3555-1267
(31) 3555-1266

Unidade CDL
Avenida João Pinheiro, 495 – Funcionários – Belo Horizonte
E-mail: sine.bhcdl@trabalho.mg.gov.br
(31) 3249-1777
(31) 3249-1615

Unidade Belo Horizonte /Gameleira
Rua Engenheiro Felipe Caldas, 510 – Gameleira – Belo Horizonte
E-mail: sine.bhgameleira@trabalho.mg.gov.br
(31) 3332-2891
(31) 3371-6421

Unidade Utramig
Avenida Afonso Pena, 3.400 – Serra – Belo Horizonte
E-mail: sine.bhutramig@trabalho.mg.gov.br
(31) 3263-7511
(31) 3286-0445
(31)3263-7565

FONTE: G1.


bullying

A 5ª câmara Cível do TJ/RS manteve a decisão de 1º grau que determinou a reparação de R$ 10 mil por danos morais a uma adolescente que foi ofendida na escola e nas redes sociais. Os pais da jovem que deu início às ofensas, motivando seus colegas a fazerem o mesmo, serão responsáveis pelo pagamento.

A autora relatou que, em outubro de 2011, a ré realizou uma verdadeira campanha para sua desmoralização no meio escolar e nas redes sociais. Conforme as provas apresentadas no processo, a jovem a chamava de “escrota, homem mirim, inimiga, infantil“, entre outros.

A demandada reconheceu as ofensas verbais, porém disse que não teve a intenção de denegrir a sua imagem. A juíza de Direito Elisabete Correa Hoeveler, da comarca de Porto Alegre/RS, estabeleceu a reparação em R$ 10 mil, a título de danos morais.

A ré recorreu da decisão e pediu a redução do valor indenizatório. Alegou ainda que não foram comprovados os danos morais sofridos, sustentando que não houve intenção de ridicularizar ou denegrir a honra da adolescente.

Já a autora pleiteou a condenação também ao pagamento de indenização pelos danos materiais experimentados, já que necessitou trocar de escola, com mensalidade superior, em razão das ofensas sofridas.

A 5ª câmara Cível do TJ/RS negou por unanimidade os recursos, mantendo a decisão de 1º grau. O relator, desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto, reconheceu o dano moral, tendo em vista que a autora foi ultrajada pelo uso de palavras ofensivas que resultaram na violação do dever de respeitar a gama de direitos inerentes à personalidade de cada ser humano. Considerou ainda que “as referidas ofensas dão conta de um fenômeno moderno denominado de bullying, que se trata de conduta ilícita e deve ser reprimida também na esfera civil com a devida reparação“.

O relator destacou o valor da indenização por dano moral deve ter caráter preventivo, com o objetivo de a conduta danosa não voltar a se repetir, e também punitivo, visando à reparação pelo dano sofrido, não devendo, porém, se transformar em objeto de enriquecimento ilícito. Assim, manteve o montante fixado em 1° grau.

Quanto ao dano material, negou o pedido, pois a de troca de colégio teria sido decidida anteriormente pela família.

O processo corre em segredo de Justiça.

FONTE: Migalhas.



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