Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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O uso correto de “come” e “go” para você nunca errar nos vestibulares e Enem

Prof. Ton van Hattum

Um das maiores dificuldades para os falantes de português é o uso correto dos verbos “go” e “come”. O uso trocado pode causar problemas mais sérios de comunicação do que simplesmente errar uma questão na sua prova de vestibular e Enem. Para garantir que você nunca erre e cometa mal entendidos, foi desenvolvida uma técnica simples, especialmente para os brasileiros, denominada de “inversão parcial”. Para você entender seu uso e treinar para a prova, vão ser descritas as etapas seguintes em inglês com ilustrações explicativas. Let’s go!

The correct use of the verbs come and go causes problems for speakers of Portuguese. Depending on the context, come and go indicate a direction opposite to the corresponding words in Portuguese. There is a partial, context dependent inversion, of the direction indicated by come and go. Correct use is shown in Figure 1. Incorrect use and possible resulting problem is shown in Figure 2.

Ton van Hattum/Enfos
Ton van Hattum/Enfos

This context dependent inversion of come and go is probably result of the fact that Portuguese has a preposition indicating “there where you, the listener, are”, while English doesn’t have a preposition with this meaning. When responding to a request to come, one communicates “there where you are” by placing oneself in the place of the person who made the request. As a result, the direction indicated by come and go are inverted in these cases.

Answering “I’m coming” means “I’m moving to the place where you, who made the request, are” (See Figure 1). Answering “I’m going” means “I’m moving to a place where neither of us is” (Figure 2).

The same context dependent inversion happens with bring, which means “come and have something or somebody with oneself” and take, which means “go and have something or somebody with oneself”.

Not applying this context dependent inversion correctly in English, causes that a person who makes a request thinks the request is refused. This can lead to unpleasant situations, like in Figure 2.

The idea of placing oneself in the situation of the other also helps to find out which word to use when referring to a place where none of the speakers is at the time of requesting or suggesting. This can happen for instance when making an appointment and deciding where to meet.

Both of the following ways of suggesting are possible but there is a small difference in connotation.

  • Yesterday I met Julie. She wants to go to the open-air museum. Do you want to go with us?
    Explanation: We all move in the same direction.
  • Yesterday I met Julie. She wants to go to the open-air museum. Do you want to come with us?
    Explanation: We go and take you with us.
  • Let’s meet in the afternoon at Julie’s. I’ll meet her at lunch. When do you think you can come?
    Explanation: In the afternoon, “I” and Julie are already there so at that time “you” will be moving in “my” direction. That is why the word come is used.

The problem of mixing up come and go, can be avoided by using alternatives like the following.

  • “When do you think you can arrive.”
  • “When do you think you will be there.”

They are common expressions for situations like this.

Ton van Hattum é professor de Inglês do Percurso Pré-vestibular e Enem.

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FONTE: Estado de Minas.


DICA DA PROFESSORA DRA. HILDA GOSELING.

(Créditos da imagem: REDE IMPERIAL)

Queridos alunos, conforme prometido ontem na turma do CFO (e isso serve para os demais também), essa é a minha sugestão para a leitura do art. 62 da CF e estudo da Medida Provisória. Leia o art. 62 na seguinte ordem, e entenda melhor a dinâmica da Medida Provisória:

Art. 62, “caput”
Art. 62, §9º
Art. 62, §8º
Art. 62, §5º
Art. 62, §3º
Art. 62, §7º
Art. 62, §4º
Art. 62, §6º
Art. 62, §12
Art. 62, §11 (§3º junto)
Art. 62, §10
Art. 62, §1º
Art. 62, §2º

Dessa forma, você vai estudar, na seguinte ordem: a edição da MP pelo Presidente, atendidos os pressupostos constitucionais de relevância e urgência e imediato envio para o Congresso.

A comissão mista que examinará a MP e emitirá parecer; a Câmara como casa iniciadora; a apreciação em separado pela Câmara e Senado (sendo que antes de analisar o mérito da MP cada casa examina os pressupostos constitucionais); o prazo de eficácia da MP (60 dias, prorrogáveis por igual período); – sendo que tal prazo fica suspenso durante o recesso;o prazo de votação (45 dias) e consequente trancamento da pauta no caso de descumprimento.

Em seguida, na hipótese de aprovação da MP, o que acontece (§12).

No caso de rejeição (§§ 3º e 11), o Congresso tem 60 dias para elaborar o decreto legislativo.

Se elaborar, vigora a regra (§3º) de que a MP perde sua eficácia desde a edição (efeito ex tunc). Se não elaborar, vale a exceção (§11): a MP perde a eficácia desde a rejeição (efeito ex nunc).

Princípio da irrepetibilidade: MP rejeitada, o Presidente só edita novamente na próxima sessão legislativa.

E por fim, no §1º temos as limitações materiais – assuntos que não podem ser objeto de MP e no §2º temos a relação das medidas provisórias e o princípio da anterioridade tributária e uma regra específica aplicada somente aos impostos (e não tributos em geral).

 

(Créditos da imagem: DIREITO E EQUIDADE)


O valor do gostar de ler

LINGUAGENS – Prova avalia mais do que o português. Ela exige que o aluno entenda diversos tipos de mensagens

João Henrique Machado Delgado, de 18 anos, que vai tentar vaga no curso de engenharia civil, e Bianca Lemos Elias Lima, de 17, que em 2012 foi treineira, estudam no Colégio Santo Agostinho  (fotos: Túlio Santos/EM/D.A Press)
João Henrique Machado Delgado, de 18 anos, que vai tentar vaga no curso de engenharia civil, e Bianca Lemos Elias Lima, de 17, que em 2012 foi treineira, estudam no Colégio Santo Agostinho

No mesmo dia da redação e das 45 questões de matemática, os alunos que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 26 e 27 deste mês, ainda se deparam com uma prova que pede mais do que saber ler: a de linguagens, códigos e suas tecnologias. É preciso entender, interpretar e decodificar várias formas de textos. Se engana quem acha que essa prova cobra apenas língua portuguesa e literatura. Ali ainda estão abordagens de língua estrangeira – inglês ou espanhol –, artes, educação física, tecnologias da informação e comunicação. Nesta última reportagem da série sobre as áreas de conhecimento do Enem, o Estado de Minas publica também oito questões exclusivas elaboradas pelos professores do Colégio Santo Agostinho . É mais uma oportunidade para treinar a capacidade leitora e o nível dos estudos.

A prova de linguagens e códigos é uma das mais extensas, segundo especialistas, pela quantidade de textos. E ela cobra mesmo a habilidade leitora do estudante, sem decoreba. Segundo a professora de português do Colégio Santo Agostinho Else Martins dos Santos, o Enem pede essa capacidade do aluno desde suas primeiras edições. “O Enem quer saber se o candidato sabe ler, se percebe objetivamente como a linguagem é construída”, explica. Para tanto, é preciso estar atento a elementos de coesão, valor semântico, figuras de linguagem, sintaxe, entre outros conteúdos. Não é uma prova de muitas surpresas, segundo Else. Segue integralmente o que está descrito na matriz do Enem. “É uma prova inteligente, que conversa com o aluno.”

O professor de linguagens e literatura do Colégio Santa Marcelina Jair Alves Corgozinho Filho também considera a leitura fundamental. Para ele, o aluno que vai fazer a prova do Enem tem que estar acostumado a ler diversos gêneros textuais, não devendo se prender a apenas um tipo. “Vai ter um texto verbal, recortes de artigos, entrevistas, edital, editorial, enfim, ele vai se deparar com gráficos, imagens dos mais variados tipos”, alerta. Também é importante, segundo ele, que o aluno entenda como texto outras circunstâncias. “Ele deve perceber o teatro como texto, a dança como texto, o cinema, música, tudo é para ser lido. O Enem aposta num leitor como produtor de sentidos a partir de uma provocação que foi dada”, salienta. O estudante ainda deve ser capaz de ler situações comunicativas. “Isso quer dizer a influência de um contexto numa mensagem, se é formal ou informal, o padrão de linguagem, suas funções, ser um operador da linguagem e, mais que isso, interpretar outros operadores, como reconhecer a marca de um autor no texto”, diz.

Quando se fala em códigos, o Enem quer dizer nomenclaturas, ou seja, as regras, bases teóricas. Na tecnologia da informação entram as mídias sociais, linguagens usada em tablets e smartphones, concepção de arte, arte contemporânea, por exemplo. Na educação física, a ideia é que o aluno entenda a linguagem corporal. “É o que circula na grande mídia, no Facebook, é uma prova feita por um leitor contemporâneo, que se adapta a uma realidade histórica. O aluno pode encontrar uma questão sobre grafite, música, o que está na internet”, explica Jair Alves. “E ainda há um conteúdo de memória como arcabouço.”

Para a professora de português Else Martins dos Santos, a prova deve conversar com o aluno (fotos: Túlio Santos/EM/D.A Press)
Para a professora de português Else Martins dos Santos, a prova deve conversar com o aluno

ESTRATÉGIAS João Henrique Machado Delgado, de 18 anos, é aluno do terceiro ano do ensino médio do Colégio Santo Agostinho e vai tentar uma vaga no curso de engenharia civil. Mesmo habituado à área de exatas, gosta de ler, escrever e se interessa por português e literatura. Para ele, a prova de códigos e linguagens cobra o que o estudante vê em toda sua vida escolar, por isso, a melhor estratégia que adota é prestar atenção no conteúdo dado pelo professor na sala de aula. “É preciso saber aproveitar o momento em sala, é quando se aprende mais.” Para a área de exatas, conta que gosta de resolver exercícios, já para as humanas, lê muito e treina fazendo questões.

Candidata ao curso de direito, Bianca Lemos Elias Lima, de 17, também aluna do Santo Agostinho, vai fazer a prova do Enem pela segunda vez. No ano passado, foi treineira e agora é para valer. Para ela, o importante na prova é não pensar só no que está escrito, mas refletir dando um enfoque social. “É uma prova politicamente correta”, exemplifica. Por isso, disse ela, é preciso ter cuidado no posicionamento que vai tomar na redação e ter um bom conhecimento do que está ocorrendo lendo muitos textos e diversificando as fontes. Uma estratégia que adota como atividade de estudo é resumir os textos que lê. “É uma forma de memorizar.”

A professora de produção de textos do Santo Agostinho Camila Reis dá uma dica preciosa. Para ela, o aluno tem o hábito de “brigar” com a prova, ou seja, buscar o que está oculto naquela questão. Se esse tipo de “pegadinha” era praxe no vestibular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no Enem não está presente. “Não tem pegadinha, o Enem é simples.”

Segundo Camila Reis, professora de produção de textos, não há pegadinha, o Enem é simples (fotos: Túlio Santos/EM/D.A Press)
Segundo Camila Reis, professora de produção de textos, não há pegadinha, o Enem é simples

Alunos perguntam

Qual tempo devo calcular para
fazer cada questão e a redação?

Hiany Moreira Souto Lopes, de 18 anos,
candidata ao curso de medicina

Especialistas respondem

Existe um parâmetro matemático que sugere três minutos para cada questão. São 270 minutos divididos para 90 itens cada dia e uma hora para a redação. Mas essa é uma base e não uma regra. Uma dica é que o aluno, quando ver que não sabe aquela questão depois de lê-la com cuidado, passe para frente e depois volte nela, mas entendendo que não dá para ultrapassar todas, afinal o Enem é um desafio. Costumo indicar para os alunos que se lembrem e coloquem em prática os quatro passos do coaching: tenham clareza mental, poder de decisão, capacidade criadora e autocontrole.

Silvana Maria Dias Camelo
Psicóloga e orientadora educacional do Colégio Santa Marcelina

FIQUE ATENTO

Veja o que é preciso saber para fazer bem a prova de linguagens, códigos e suas tecnologias

» Colocação pronominal

» Articuladores textuais

» Regência nominal e verbal

» Ferramentas gramaticais são indispensáveis

» História da literatura brasileira, processo de formação dessa literatura

» Não cobra obra literária, mas traz os grandes nomes como Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade. É preciso perceber a presença desses nomes

» Aspectos de cultura popular, como ditados, trocadilhos

» Teoria da variação linguística

» Importante ler sobre “preconceito linguístico”

» Gêneros textuais

Teste seu conhecimento

Simulado – Com a leitura em dia, candidatos podem resolver questões de todas as áreas com mais facilidade

Ciências da Natureza e suas tecnologias

QUESTÃO 1Observe a situação mostrada na tirinha abaixo.

Mesmo com boa intenção, o personagem Cebolinha acabou por levar a flor a ter um fim trágico.
Na situação mostrada no último quadrinho, o conjunto balão + flor está em movimento ascendente com velocidade

A) que aumenta, pois a força de empuxo é maior do que o peso do conjunto balão + flor.
B) que aumenta, pois a densidade do ar é menor do que a do conjunto balão + flor.
C) que aumenta, pois o peso do conjunto balão + flor é anulado pelo empuxo.
D) constante, pois a densidade do conjunto balão + ar é igual à densidade do ar.
E) constante, pois a força de empuxo é igual ao peso do conjunto balão + flor.

QUESTÃO 2

Atualmente, os carros são dotados de dispositivos para diminuir as chances de ferimentos em seus ocupantes em caso de colisão. A figura mostra uma foto de um teste de colisão (crash test) feito para verificar como esses dispositivos estão atuando.

É fácil observar, na foto, a atuação de pelo menos duas medidas adotadas para preservar a integridade dos ocupantes do carro: a deformação progressiva sofrida pela parte frontal do veículo, e a atuação do air bag, no momento em que foi inflado, em frente ao rosto do motorista.
Esses dispositivos de segurança

A) diminuem rapidamente o valor da velocidade dos ocupantes do carro.
B) evitam o deslocamento dos ocupantes do carro para fora do mesmo.
C) aumentam o intervalo de tempo de aplicação das forças do impacto.
D) aumentam a desaceleração sofrida pelos ocupantes do carro.
E) reduzem o impulso aplicado sobre os ocupantes do carro.

QUESTÃO 3

Os feromônios são substâncias químicas usadas na comunicação entre indivíduos da mesma espécie.  As formigas comunicam-se usando essas substâncias, assim como as abelhas. A mensagem química tem como objetivo provocar respostas comportamentais, como alarme, agregação, colaboração na produção de alimentos, defesa e acasalamento. Cada tipo de comportamento tem um feromônio que o identifica  e isso explica por que formigas conseguem seguir uma trilha ou por que as abelhas conseguem voltar para suas colmeias.

A estrutura a seguir representa um feromônio de uma espécie de formiga, no caso de uma situação em que  se prepara para luta:

CH3CH2CH2CH2CH2CH2OH

Em uma pesquisa sobre feromônios, essa substância foi isolada e colocada em  presença de dicromato de potássio em meio ácido. O produto orgânico dessa reação será classificado como

A) ácido carboxílico
B) álcool secundário
C) cetona
D) éster
E) éter

Ciências Humanas e suas tecnologias


QUESTÃO 4

“(…) Quando Luiza Erundina, partindo das demandas dos movimentos populares e dos compromissos com a justiça social, propôs a tarifa zero para o transporte público de São Paulo, ela explicou à sociedade que a tarifa precisava ser subsidiada pela prefeitura e que ela não faria o subsídio implicar em cortes nos orçamentos de educação, saúde, moradia e assistência social, isto é, dos programas sociais prioritários de seu governo.
Antes de propor a tarifa zero, ela aumentou em 500% a frota da CMTC. Explicação para os jovens: CMTC era a antiga empresa municipal de transporte) e forçou os empresários privados a renovarem sua frota.
(…) Ela propôs, então, que o subsídio viesse de uma mudança tributária: o IPTU progressivo, isto é, o imposto predial seria aumentado para os imóveis dos mais ricos, que contribuiriam para o subsídio juntamente com outros recursos da Prefeitura.
À medida que os mais ricos, como pessoas privadas, têm serviçais domésticos que usam o transporte público, e, como empresários, têm funcionários usuários desse mesmo transporte, uma forma de realizar a transferência de renda, que é base da justiça social, seria exatamente fazer com que uma parte do subsídio viesse do novo IPTU.
Os jovens manifestantes de hoje desconhecem o que se passou: comerciantes fecharam ruas inteiras, empresários ameaçaram lockout das empresas, nos “bairros nobres” foram feitas  manifestações contra o “totalitarismo comunista” da prefeita e os poderosos da cidade “negociaram” com os vereadores a não aprovação do projeto de lei.
A tarifa zero não foi implantada. Discutida na forma de democracia participativa, apresentada com lisura e ética política, sem qualquer mancha possível de corrupção, a proposta foi rejeitada.
Chauí, Marilena: O inferno urbano e a política do favor, clientela, tutela e cooptação, in Revista Teoria e Debate: As manifestações de junho de 2013 na cidade de São Paulo. publicado em 27 de junho de 2013.

O fragmento de texto da filólofa Marilena Chauí, publicado no contexto das manifestações de junho de 2013, contribui para a análise das relações existentes entre os interesses públicos e privados dentro da ordem democrática.
As considerações feitas no fragmento de texto permitem-nos inferir que, na dinâmica das recentes manifestações no Brasil,

A) a apropriação dos protestos por grupos extremistas compromete as bandeiras originais do movimento.
B) a defesa da moralidade pública por si só não assegura a definição de uma ordem social justa e colaborativa.
C) o espontaneísmo das massas minimiza a importância dos partidos políticos como intermediadores institucionais.
D) a liderança horizontalizada dos movimentos sociais dilui, politicamente, o caráter classista dos novos protestos.
E) o resgate da capacidade auto-organizativa da sociedade reafirma a evolução da ordem democrática.

QUESTÃO 5

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o censo é uma ferramenta fundamental para a consolidação do Estado democrático contemporâneo:
“Por meio dos dados dos censos, é possível retratar, para níveis geográficos detalhados, a população e suas condições de vida, dando resposta às seguintes questões: quantos somos? Como somos? Onde vivemos?  Como vivemos? Os dados dos censos, sobre a população e domicílios, são, assim, fundamentais.”

Fonte: http://censo2010.ibge.gov.br/images/pdf/censo2010/textos_tecnicos/por_que_fazer_censo_2010. PDF acessado em 23/09/2013

A utilização dos censos como ferramentas políticas remonta ao Império Romano, tendo sido resgatada, posteriormente, por Guilherme I (1028–1087), o Conquistador, governante que teve um papel fundamental na formação do Estado nacional inglês. A realização de censos durante os processos de centralização.

A) permitiu a consolidação de políticas democráticas em toda a Europa, a partir do levantamento das necessidades sociais, o que contribuiu para a construção da legitimidade política dos reis.
B) viabilizou a construção de políticas públicas diversificadas e determinadas pelos interesses exclusivos da nobreza, permitindo a implantação de uma burocracia inclusiva que gerou maior estabilidade nos novos reinos.
C) permitiu antever a realização das reformas protestantes, ao evidenciar diferenças religiosas que permeavam as populações dos reinos, o que permitiu aos governantes se adaptarem ao novo contexto cultural.
D) contribuiu para a consolidação do poder dos reis, ao orientar a organização de uma nova administração a partir do conhecimento da quantidade de bens possuídos pelos súditos, passíveis de tributação.
E) não foi efetiva por não haver tecnologias disponíveis, nem interesse político dos grupos que assumiram o poder em toda a Europa, tendo permanecido tais pesquisas sem aplicabilidade até o surgimento dos governos burgueses.

Matemática e suas  tecnologias


QUESTÃO 6

Leia o texto a seguir.
“Com a escassez de mão de obra qualificada, faltam professores em diversas áreas. Ausência de estímulo à formação é apontada como causa. Problema vai  agravar-se nos próximos anos.”
Com essa manchete, o Estado de Minas publicou, em 22 de setembro, matéria que chama a atenção para a falta de mão de obra qualificada em diversas áreas, evidenciando a área da educação. Uma das saídas que os governos municipais, estaduais e federal vêm encontrando para a solução do problema é a importação dessa força de trabalho de outros países, como já foi feito na área da medicina. O gráfico a seguir traz uma visão geral de como vem acontecendo essa entrada de estrangeiros para trabalhar no Brasil.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego
Publicado no Estado de Minas – 22/9/2013 – Economia

Esses estrangeiros, quando chegam ao Brasil, têm que conseguir uma autorização do Ministério do Trabalho e Emprego para se legalizarem no país e trabalhar dentro da lei. Além disso, em alguns casos, são submetidos a avaliações de conhecimentos gerais, principalmente da língua, e também específicos, e só então são designados para um local de trabalho.
Uma dessas pessoas, que chegou ao Brasil vinda da Alemanha ou dos Estados Unidos, foi escolhida aleatoriamente para fazer uma prova de conhecimentos específicos da área em que vai trabalhar. Considerando que esse profissional foi aprovado no exame, a probabilidade de ele ser designado para um estado que não seja Minas Gerais é, aproximadamente,

A) 96%  B) 40%  C) 15%  D) 4%  E) 3%

QUESTÃO 7

A legislação brasileira atual permite que a gasolina comercializada nos postos tenha 25% de etanol misturado a ela.

Os órgãos competentes, ao fiscalizarem um posto de combustível, detectaram que a gasolina comercializada possuía 28% de etanol. Além de ter sido notificado, o proprietário do posto teria que, imediatamente, reduzir para o percentual permitido pela legislação os 8 mil litros de gasolina contidos no tanque. Sendo assim, o proprietário solicitou ao distribuidor que enviasse um carregamento de gasolina com 20% de etanol, para que fosse diluído à gasolina existente.
Qual é a quantidade de gasolina, com a concentração de 20% de etanol, necessária para acrescentar aos 8 mil litros do tanque, de tal forma que o percentual de etanol ficasse reduzido a 25%?

A) 640 litros
B) 848 litros
C) 960 litros
D) 4.800 litros
E) 8.000 litros

Linguagens, códigos e suas tecnologias


QUESTÃO 8

Texto 1
Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Buarque, Chico. Construção In: Homem, Wagner. Histórias de canções/Chico Buarque. – São Paulo: Leya, 2009.

Texto 2
Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.
(…)
E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.

E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:

Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.

E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.

Moraes, Vinicius de. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1998.

Chico Buarque e Vinicius de Moraes abordam em seus textos o cotidiano de um operário na construção civil. A diferença estabelecida entre os textos é que, enquanto

A) o texto 1 utiliza metáforas e aliterações para construir uma musicalidade na leitura, o texto 2 apresenta elementos prosaicos para tornar a leitura mais direta e menos lírica.
B) o texto 1 enumera as etapas do ofício do trabalhador, o texto 2 expõe um quadro mais amplo, a relação harmônica entre o patrão e o operário da construção civil.
C) o texto 1 revela um acidente de trabalho frequente na construção civil, o texto 2 trabalha a discussão e negociação salarial também frequente no universo das construtoras.
D) o texto 1 denuncia a realidade trágica do trabalhador por meio da naturalização do acidente, o texto 2 apresenta uma tomada de consciência do trabalhador.
E) o texto 1 tenta sensibilizar o leitor por meio do jogo de palavras e sonoridade, o texto 2 toca o leitor apenas pelo caráter melódico e irônico de seus versos.

Gabarito

1-A    2-C    3-A    4-B    5-D    6-A    7-D    8-D

FONTE: Estado de Minas.


OAB divulga gabarito da primeira fase do 11º Exame de Ordem

A candidata Juliana Regina Pereira foi para o local errado e perdeu o 11º Exame de Ordem (OAB) cuja primeira fase acontece neste domingo (18) Leia mais

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou o gabarito da primeira fase do 11º Exame de Ordem, que aconteceu no domingo (18). O candidato teve cinco horas para responder a 80 questões de múltipla escolha.

GABARITO DA PRIMEIRA FASE DO 11º EXAME DE ORDEM

Pre-pa-ra para me ver passar… No exame da OAB, é lógico! O professor Alexandre Sanchez chama a atenção pelo visual e aproveita para passar dicas de conteúdo em sua paródia do Show das Poderosas Leia mais

A segunda fase do exame deve acontecer em 6 de outubro de 2013 e terá, também, cinco horas de duração. Na segunda fase é cobrada a redação de uma peça profissional e aplicação de quatro questões discursivas sobre uma das seguintes áreas: direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito tributário

Mantenha o controle emocional Leia mais

Redução do número de Exames

Está em debate na Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado uma possível redução do número de provas anuais para a obtenção do registro para exercer a advocacia. Atualmente, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) aplica três provas por ano (cada uma com duas fases). O objetivo, segundo Leonardo Avelino Duarte, coordenador do grupo, é diminuir para dois exames a cada ano.

“A redução [do número de provas] se faz necessária para que haja mais tempo de correção. É uma medida de segurança para aprimorar a prova e melhorar a logística. Com dois exames, daria tempo de preparar melhor as questões, de fazer outras revisões. Hoje o calendário é muito apertado”, disse o coordenador nacional do Exame de Ordem.

OAB da depressão: piada com exame.

Com mais de 222 mil assinaturas somadas, cinco fanpages fazem sucesso dentro do “universo jurídico” no Facebook. Nas páginas, os autores fazem piadas sobre a vida do estudante, o trabalho do profissional de direito, questões salariais e, ainda, o Exame de Ordem Unificado. Diante desse sucesso, separamos algumas imagens relacionadas ao Exame da OAB. O objetivo é levar um pouco de descontração para os candidatos mais aflitos relaxarem nos dias que antecedem a prova Leia mais

FONTE: UOL.


Eles ficaram mais rápidos e são multifuncionais mas baterias descarregam rápido. Saiba como fazer para economizar energia

Bateria

Gabriel Gontijo, de 21 anos, é publicitário e usa smartphone praticamente o dia todo para trabalhar e conversar com os amigos. “Comecei com um Blackberry e já achava que a bateria acabava rápido, mas com o iPhone 4S que uso agora, vi que pode ser bem pior”, conta. Para o publicitário, isso acontece devido à quantidade de aplicativos, música, internet, e claro, ligações que ele faz. Gabriel até experimentou um case que recarrega o smartphone sem a necessidade de tomada, mas não se adaptou ao produto. Quando a bateria começa a diminuir, o publicitário usa técnicas para diminuir a ansiedade de ficar sem o celular. “Quando a bateria está acabando e eu não tenho onde carregar, tiro o brilho da tela e não deixo a porcentagem de energia restante aparecer, que é para não sofrer por antecipação”, brinca. “Tenho carregadores em casa, no carro, na agência e durmo com ele carregando do meu lado”, conta.O fato é que fabricantes de smartphones, dispositivos cada vez mais potentes e capazes de executar uma enormidade de funções, não conseguiram ainda vencer o desafio de desenvolver baterias com maior durabilidade. Pelo contrário, elas duram menos que as dos celulares comuns, ainda que com vantagens sobre eles. “As baterias de hoje são de íon de lítio, e antes eram de lítio. Tínhamos que esperar o celular descarregar para fazer uma nova recarga e não viciar o aparelho. Hoje ela é uma bateria inteligente que possibilita carregar o celular a qualquer momento sem viciá-lo”, explica o professor do projeto Informática e Tecnologia da UFMG César Adriano Mendonça de Oliveira.

Ele explica que, por outro lado, quanto mais poderoso o processador, quanto mais núcleos ele tem, mais consome energia. O tamanho da tela também influencia no gasto. “A bateria de um tablet, por exemplo, quase não dura”, compara Oliveira. Mas há procedimentos que podem ser adotados para a bateria durar mais tempo. A primeira, ressalta o professor, é desligar as redes bluetooth, wi-fi e 3G quando não são utilizadas. Em locais fechados e bem iluminados, a dica é diminuir o brilho, o que reduz consideravelmente o consumo de energia. Veja abaixo dicas e aplicativos para economizar bateria (Marcella Brafman ).

MODO ECONOMIA
Desligue o wi-fi

Se o wi-fi está ligado sem necessidade, o aparelho gastará muita bateria listando todas as redes encontradas no local onde estiver. Isso é pior no trânsito, pois como o sinal das redes fica muito variável, o telefone tem que usar mais potência para transmitir os sinais de rádio. O mesmo vale para bluetooth, 3G e GPS. Desative as redes não utilizadas e torne a ligá-las apenas quando necessário.

Diminua o brilho
Deixar a tela com o mínimo de brilho não vai fazer muita diferença na hora de utilizar o aparelho em locais fechados. Em ambientes mais claros, vale procurar um meio-termo para iluminar a tela.

Encerre ou desinstale aplicativos não usados 
Se você não está mais usando um aplicativo, não há necessidade de ele permanecer ligado. Em Androids e IOS é possível encerrar qualquer um que esteja na ativa, ajudando a poupar bateria. Outra tática é deletar do sistema programas ociosos.

Sem notificações e sincronização automática
Facebook, Twitter, Gmail e Instagram são apenas alguns dos aplicativos que contam com função de notificação automática. Eles sempre baixam dados da web para o aparelho para avisar sobre novidade ou sincronizar informações, exigindo hardware e gastando mais energia. Desativar as notificações ou sincronização no menu de configuração do celular é a melhor maneira de economizar.

Ative o modo avião se não precisar de receber ou fazer chamadas
Muitas vezes é preciso trabalhar no telefone mas não são necessárias conexões externas. Ative o modo avião nesses momentos e a bateria durará mais.

Desligue o aparelho quando não puder usá-lo
Em cinemas, voos ou reuniões, deixe-o desligado. Caso cheguem ligações ou mensagens nesse período, será possível saber pelas mensagens de texto da operadora quando ligar o telefone novamente.

Evite os recursos de multimídia
Ouvir música, entrar no YouTube, jogar ou assistir a filmes estão na lista de ações que gastam muita bateria nos smartphones. Se não tem como carregar o telefone e a bateria já está no fim, evite gastá-la com esses recursos.

Bloqueie o aparelho
Parece óbvio, mas é importante bloquear o aparelho quando não estiver sendo usado. Mesmo com ele bloqueado, será possível receber chamadas e mensagens de texto, mas nada acontecerá quando houver um toque na tela. Você pode também configurar o intervalo de bloqueio automático para que o celular desligue mais rápido após um período de inatividade.

APLICATIVOS CAMARADAS
Depois de baixar aplicativos e jogos para o smartphone, uma boa dica é tomar mais cuidado com a duração da bateria do aparelho. Os usuários do Android podem contar com aplicativos que ajudam a prolongar a vida da bateria.

Juice Defender 
O aplicativo economiza o consumo da bateria controlando a APN (conexão de dados). Quando o dispositivo está no modo sleep, o aplicativo desativa todas as conexões de dados, não sincronizando e-mails, contatos e calendários. Aplicativo gratuito, em inglês.

Easy Battery Saver
Gerencia as conexões de rede (wi-fi e 3G), brilho da tela e tempo de hibernação do dispositivo para prolongar a vida da bateria. É possível personalizar ou acessar diretamente os modos General Saving, Saving e Super Power Saving. Aplicativo gratuito, em inglês.

Deep Sleep Battery Saver 
Permite ao usuário definir o horário que o aplicativo deverá desativar funções como wi-fi, bluetooth e 3G. Aplicativo gratuito, em inglês.

Advanced Task Killer 
Economiza a bateria do dispositivo ao fechar todos os programas que rodam em segundo plano. O usuário pode personalizar o aplicativo, selecionando quais deles podem ou não ser desativados. Aplicativo gratuito, em inglês.

FONTE: Estado de Minas.


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