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Hormônio poderá substituir cirurgia de redução de estômago

Sensação de saciedade seria a chave para o combate à obesidade

Avanço

Pesquisadores já conseguiram comprar que a nova técnica é eficaz

Londres, Reino Unido. Um estudo em curso na Grã-Bretanha está testando o uso de hormônios para combater a obesidade e substituir cirurgias de redução de estômago em pacientes obesos, de acordo com a BBC.

Os hormônios pesquisados são praticamente os mesmos liberados naturalmente pelo corpo após todas as refeições e que indicam ao corpo que a fome foi saciada, explica à BBC o líder do estudo, o médico Steve Bloom, chefe do departamento de estudos sobre diabetes, endocrinologia e metabolismo do prestigioso Imperial College, em Londres.

Os médicos perceberam que esses mesmos hormônios são liberados em grandes quantidades pelo corpo de pacientes que se submeteram à cirurgia bariátrica – e esse seria um dos motivos para o sucesso da cirurgia em grande parte dos casos. Agora, a equipe de Bloom quer replicar esse efeito mesmo que o paciente não queira ou não possa se submeter ao procedimento cirúrgico.

“Ainda estamos na fase de desenvolvimento, mas já mostramos que a iniciativa funciona. Agora temos que torná-la disponível”, diz Bloom à BBC.

Longa Duração. Bloom prevê que os hormônios devam causar poucos ou nenhum efeito colateral, por serem “quase naturais” – sua alteração mais significativa é que estão sendo desenvolvidos de modo que seu efeito dure uma semana no corpo, em vez de apenas alguns minutos. Pacientes obesos receberiam, assim, uma injeção semanal da droga – em alguns casos ao longo da vida inteira, para controlar seu apetite.

Mas Bloom diz que, até agora, tudo indica que a droga não causará dependência e sua ingestão poderá ser interrompida, se necessário. “Se a pessoa ficar doente e perder peso, por exemplo, poderá parar de tomá-lo”, diz. O custo estimado do tratamento, com 52 injeções anuais, é de 3.000 libras (R$ 10,2 mil) ao ano.
Brasil é cogitado para testes
Londres.
 A equipe de Steve Bloom recebeu 2 milhões de libras (R$ 6,8 milhões) de um centro de financiamento de pesquisas para dar prosseguimento aos estudos e aos testes clínicos, que podem ser parcialmente feitos no Brasil, diz o pesquisador para a BBC.

“Escolheremos três ou quatro países para os testes internacionais, e o Brasil é uma possibilidade por ter boa infraestrutura e marcos regulatórios”, explica o médico, lembrando também que o país seria um “grande mercado” em potencial para a droga em desenvolvimento.

FONTE: O Tempo.


Segundo Karin Honorato, fruta pode ajudar na dieta.
‘Abacate possui gorduras benéficas, saudáveis’, diz Karin.

O consumo de abacate pode ajudar no emagrecimento, segundo a nutricionista Karin Honorato. Ela destaca, na coluna deste sábado (23), os benefícios da fruta. “A maior parte do abacate é feita de gordura. Por isso que muitas pessoas temem consumir durante a dieta de emagrecimento. Mas essas gorduras são benéficas, saudáveis”, explica Karin.

Segundo a nutricionista, a fruta é rica em ômega 6, ômega 9 e ômega 7. Essas substâncias equilibram o organismo, ajudando a perder gordura. O abacate possui também vitamina E, que faz as gorduras terem ação anti-inflamatória.

Segundo a nutricionista, o alimento é rico em beta sitosterol, uma substância que ajuda a controlar os hormônios do estresse. “Como hoje, o estresse é um grande causador de acúmulo de peso, o abacate pode ajudar a reverter o excesso desse hormônio”.

Outro benefício da fruta, conforme Karin, é a melhora da visão. A nutricionista aponta que o abacate é ideal para o controle da tensão pré-menstrual (TPM) e também para ajudar a ter um bom sono.

Por fim, Karin Honorato destaca que o abacate possui mais de 20 nutrientes. Entretanto, segundo ela, a fruta deve ser consumida com moderação. “Uma boa indicação é consumi-lo à noite, como lanche, ou nos intervalos entre as refeições”.

FONTE: G1.


Medicamento para disfunção erétil ajudou a converter células de gordura em ratos no laboratório, mas cientistas ainda precisam estudar uso em humanos

Getty Images

Comprimidos de Viagra: novos usos para o medicamento estão sendo estudados

Novas evidências sugerem que o Viagra, um medicamento para disfunção erétil, pode ter outro uso: ajudar a queimar a gordura em excesso.

A droga, genericamente conhecida como sildenafil, ajudou a converter indesejáveis células brancas de gordura em células bege de gordura que queimam energia em ratos de laboratório, de acordo com o que pesquisadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, reportaram no periódico The Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology.

Já se sabia que os ratos que recebiam Viagra tornavam-se menos propensos à obesidade quando alimentados com uma dieta rica em gordura. O que não estava claro era a razão disso.

O Dr. Alexander Pfeifer, diretor do Instituto de Farmacologia e Toxicologia da Universidade, disse que já tinha algumas pistas: o Viagra funciona impedindo a degradação do mensageiro intercelular cGMP. Há muito tempo que Pfeifer vem testando os efeitos do cGMP em células de gordura.

Assim, ele deu o medicamento aos ratos por sete dias e monitorou suas células de gordura. Como se viu, as incômodas células brancas de gordura, que estão associadas com problemas como os temidos pneus sobressalentes, estavam sendo convertidas em um tipo benéfico de células de gordura a uma taxa maior do que a habitual. Pfeifer considerou os resultados “muito promissores”.

Ainda assim, ele adverte sobre tomar o medicamento apenas para fins de emagrecimento. “A ideia de ingerir uma pílula e a obesidade ir embora é um sonho, mas não é fácil de se conseguir”, disse ele. “O que estamos fazendo é uma pesquisa básica com ratos. Esta pílula é aprovada pela Administração de Alimentos e Medicamentos para um propósito particular.”

 FONTE: iG.


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