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ANTT abre inscrição para concurso; salários podem chegar a R$ 10 mil
ANTT abre inscrição para concurso; salários podem chegar a R$ 10 mil
A ANTT fiscaliza e regulamenta as modalidades de transporte rodoviário, ferroviário e multimodal

Quem busca uma oportunidade de ingressar no serviço público federal deve ficar atento para o concurso público promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que abrirá inscrições para seu processo seletivo entre os dias 10 de junho e 2 de julho, com salários e benefícios que podem ultrapassar os R$ 10 mil.

Serão oferecidas 135 vagas, sendo 45 para técnico em regulação de serviços de transportes e dez para técnico administrativo, ambos de nível médio. Já as vagas de nível superior são divididas da seguinte maneira: 17 para analista administrativo e 63 para especialista em regulação de serviços de transportes terrestres.

Inscrições

O valor das inscrições é de R$ 80 para nível médio e R$ 100, para nível superior. As provas estão agendadas para 11 de agosto. Já os salários, partem de R$ 5 mil, para nível técnico, e R$ 9.567 para nível superior, no cargo de analista. Já o especialista tem salário inicial de R$ 10.323.

Para os cargos de nível superior, é necessário formação em administração, comunicação social, biblioteconomia, ciência política, ciências contábeis, direito e tecnologia da informação.

Os aprovados que assumirem os cargos ainda contam estabilidade empregatícia. Das 135 vagas oferecidas, 130 são para a cidade de Brasília, uma para Porto Velho, duas para Rio Branco e outras duas para Boa Vista.

O que é?

Antes de sair correndo para fazer sua inscrições, o candidato deve pelo menos saber qual é a atribuição da agência estatal. A ANTT foi criada em 2001 para fiscalizar e regulamentar as modalidades de transporte rodoviário, ferroviário, multimodal e até mesmo dutoviário.

Seus técnicos, analistas e especialistas atuam na concessão, permissão e autorização de sistemas de transportes. Para o publicitário Luis Carlos Pereira, o concurso é uma solução para rever seu antigo salário.

“Tenho 45 anos e fiquei desempregado há seis meses. Um cargo na ANTT permitiria retomar meu padrão de vida”, explica Pereira, que não vê perspectivas no setor privado.

FONTE: Hoje Em Dia.


Utilização incorreta da prática da hipnose em programas de televisão distorce verdadeiras funções da técnica que, segundo especialistas, só deve ser praticada por profissionais da saúde

Referência nos estudos e no ensino de técnicas de hipnose, o Instituto Milton H. Erickson (IMHE) promoveu no último final de semana o Congresso Nacional de Hipnose. O evento contou com a participação de profissionais de todo o país e, de acordo com a idealizadora das atividades, Angela Cota, é importante tentar acabar com os mitos trazidos pela hipnose de palco e programas de televisão que usam o recurso.
instituto
Para isso o instituto trouxe pesquisadores de várias regiões brasileiras, tentando aumentar a credibilidade da prática e levá-la para o cenário acadêmico. O evento aconteceu no campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e teve participação de vários profissionais da saúde.Ela também chama a atenção para a falta de estudos dentro da psicologia que tratam do tema da hipnose.
hipnotismo_03Hipnose em programa de TV
Além das discussões e de demonstrações do uso da hipnose em várias áreas como a odontologia e a psicoterapia, durante o congresso, o professor da Universidade Federal de Brasília (UNB), Maurício S. Neubern lançou o seu segundo livro: Psicoterapia e espiritualidade. Nele, o autor propõe a discussão entre o sujeito e o acolhimento de sua experiência religiosa e da relação com o divino como parte indissociável de sua vivência. Além disso, o psicólogo também coordena pesquisas sobre hipnose no tratamento da dor.
CREDIBILIDADE
“É preciso elevar a credibilidade da hipnose. A técnica deveria ser usada apenas por profissionais da saúde pois é um campo que ainda carece muito de estudo e acessa muita coisa que precisa ser trabalhada. A prática é muito simples mas o que vai ser encontrado e o que vai acontecer é a grande questão” explica Angela Cota. Para ela é importante se atentar para quem realiza essas práticas e cada um dos profissionais da saúde pode usá-la dentro de sua área de atuação. Essa questão também foi discutida durante o congresso.Mistérios da menteTécnica da hipnose trata pacientes de doenças como o pânico, ansiedade e depressão por meio do acesso ao inconsciente. Prática também pode ser utilizada por enfermeiros, médicos e dentistas
Angela-CotaÂngela Cota

“Senti um estado de relaxamento, um ritmo de respiração diferente e uma sensação muito marcante onde os olhos tremiam muito. Quando estava de olhos fechados vinham várias cenas na minha mente, mas em nenhum momento perdi a consciência”. É assim que o geógrafo, Alexandre Soares define as experiências que teve com a hipnose. A prática é muito usada como ferramenta da terapia e dá acesso a partes da mente humana que permanecem guardadas no inconsciente, não sendo reveladas normalmente.

De acordo com a psicóloga e presidente do Instituto Milton H. Erickson (IMHE), Angela Cota, além de ser utilizada no tratamento de doenças como o pânico, a ansiedade e a depressão, outros profissionais da saúde, como os enfermeiros, médicos e dentistas, também podem recorrer à prática no seu dia a dia.

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Destacando a importância de ter uma formação na área da saúde para trabalhar com a técnica de hipnose, Cota faz uma metáfora e compara o tratamento com uma injeção. De acordo com a psicóloga assim como é fácil injetar uma agulha em um paciente, colocar alguém em transe também não é difícil, mas o importante é o que está por traz disso. “Conforme o que estiver dentro de uma injeção, você pode matar uma pessoa e com a hipnose é a mesma coisa. O que vai acontecer depois do transe e o que será acessado é a grande questão. É importante estar preparado e saber o que fazer com essas informações”, explica.

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A técnica envolve uma sensação de relaxamento e pode ser usada no manejo e condução dos pacientes. Dentistas e anestesistas, por exemplo, recorrem a hipnose dentro da sua área de atuação. “Um anestesista ou um dentista, quando aprendem a hipnose, não deixam de usar a anestesia, mas reduzem a dosagem do medicamento. Só o fato de relaxar e tranquilizar, colocar a pessoa em transe, já faz com que a dor seja reduzida”, revela a especialista.

Exemplos como este mostram que a prática pode ser levada para outras áreas, mas a médica ressalta a importância da formação e alerta os pacientes da necessidade de perguntar sobre o currículo do profissional antes de passar por uma sessão de hipnose.

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A técnica também pode ser usada no tratamento da dor, que na maioria das vezes provoca contração e, na medida em que o paciente começa a relaxar e é distraído pelo processo hipnótico, a dor fica em segundo plano. O único problema de retirar a dor de alguém, segundo Cota, é que ela normalmente é um sinal de que algo precisa ser tratado. “Se você retira a dor de um paciente com uma crise de apendicite ela pode supurar e causar mais problemas. Em função disso, a técnica é muito usada apenas no controle dessa dor ou em dores que podem ser extintas de fato”, afirma.

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ABORDAGEM
Seguidora da hipnose Ericksoniana,  Angela Cota explica que a técnica foi desenvolvida, ao longo do século XX, pelo psiquiatra Milton H. Erickson, que dá nome ao instituto que a psicóloga  preside. Segunda ela, Erickson sentia dores fortes causadas pela poliomielite e começou a usar a auto-hipnose para controlar as crises.

FONTE: aQui.

Solução é temporária até que servidores sejam desligados.
Microsoft aposentou o Messenger no Brasil.

O Messenger Reviver 2, software desenvolvido por Jonathan Kay, especialista em Messenger, promete “ressuscitar” o programa de bate-papo aposentado pela Microsoft nesta terça-feira (30). O programa reinstala o Messenger (caso ele tenha sido removido pelo Skype) e modifica a maneira que é feito o logon na rede da Microsoft para que o usuário continue usando o Messenger, inclusive para conversar com amigos que já migraram para o Skype.

Muitos usuários continuam podendo acessar a rede de bate-papo mesmo sem nenhuma modificação, mas, no mundo, muitos já estão sem acesso desde o início de abril. O Messenger Reviver desfaz esse bloqueio.

Software reinstala e reativa o comunicador da Microsoft (Foto: Reprodução)Software reinstala e reativa o comunicador da Microsoft

O que permite que o acesso ao Messenger continue é que a Microsoft não desligou os servidores da rede de bate-papo, que também ainda continua funcionando na China.  De acordo com o blog da Cerulean Studios, que desenvolve o comunicador Trillian, o desligamento dos servidores deve ocorrer apenas em 2014 (clique aqui para acessar), o que significa que o Messenger continuará acessível até lá.

Clientes de acesso alternativos, como o próprio Trillian ou o Pidgin, também continuarão acessando o serviço do Messenger sem dificuldade até o desligamento dos servidores.

Jonathan Kay, desenvolvedor do software, foi por dez anos detentor do título de Microsoft MVP (“Most Valuable Professional” – Profissional Mais Valioso) do Messenger. O MVP é um título concedido pela Microsoft a profissionais que têm forte engajamento com a comunidade no suporte de produtos da empresa.

FONTE: G1.


Evento aborda projetos como o marco civil, que está parado há meses

 

Manifestação pela aprovação do Marco Regulatório na Campus Party (Cristiano Sant'Anna/indicefoto)
Manifestação pela aprovação do Marco Regulatório na Campus Party

Enquanto o fantasma das leis Sopa e Pipa, que ameaçam a liberdade de expressão na internet, reaparece com o nome de Cispa (sigla em inglês para Lei de Compartilhamento e Proteção de Inteligência Cibernética), no Brasil o Marco Regulatório Civil da Internet continua sem previsão para ser votado, depois de ser adiado seis vezes. Enquanto isso, segurança e privacidade são palavras lembradas, mas raramente colocadas em prática em um mundo onde todos têm urgência de compartilhar suas novidades. Esse é um dos pontos de discussão do 2º Congresso Mineiro de Direito Digital, que será realizado em 8 de maio. O evento, com temática inédita no estado, é promovido pela Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações de Minas Gerais (Sucesu-MG).
Entre os temas em pauta este ano estão a Lei Carolina Dieckmann, que entrou em vigor no dia 2 e que torna crime a invasão de aparelhos eletrônicos para obtenção de dados particulares, com pena de três meses a um ano de prisão e multa. Segundo Alexandre Atheniense, advogado especialista em direito digital e coordenador do evento, há um impasse político que impede o marco regulatório de ser colocado em pauta na Câmara dos Deputados. “O governo queria aprová-lo logo após a Lei Carolina Dieckmann, mas houve uma embate de interesses sobre a neutralidade da rede e a guarda de dados”, afirma.

A total neutralidade da rede é um ponto de divergência no projeto porque define que todo o tráfego na internet deve ser tratado de forma igualitária pelos provedores de acesso. Atualmente, serviços de chamadas de voz e streaming de vídeo, por exemplo, se beneficiam de uma velocidade maior. Já outros, como downloads, usam uma via um pouco mais lenta, com atraso de milissegundos. O problema é que se não houver essa neutralidade obrigatória, os provedores podem cobrar mais caro para oferecer maior velocidade de conexão para alguns serviços.

Pelo texto original do marco regulatório, em situações necessárias, ou por medidas técnicas, essa diferença é aprovada e caberia ao Comitê Gestor da Internet (CGI.br) definir quais seriam esses casos emergenciais. Mas o trecho foi removido do texto substitutivo e agora há um entrave para decidir quem seria responsável por essa definição: governo, CGI.br ou a Agência Nacional de Telecomunicações?

De acordo com o marco regulatório, os provedores de acesso teriam também a obrigação de preservar os dados durante um ano e revelá-los mediante o pedido de um juiz. “Os provedores defendem que não precisam atender ordem judicial, fornecendo os dados quando necessário. Isso é temerário”, ressalva Atheniense. Para ele, o interesse dessas companhias não pode se sobrepor à punição de cibercrimes. “Essa regra deveria incluir também os provedores de conteúdo”, complementa. O advogado conta que, atualmente, se não há uma reação rápida da pessoa que se sente lesada, o provedor diz que não tem mais os dados. Com o marco aprovado, eles serão obrigados a guardá-los pelo menos por um ano.

Os defensores da guarda de dados explicam que os registros são fundamentais para a identificação de usuários em casos de investigação criminal. Já aqueles que são contra argumentam que a regra invade a privacidade dos internautas. Atheniense lembra que a Constituição já garante o direito ao sigilo da privacidade. Projeto de lei (PL) de proteção de dados pessoais que está sendo avaliado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. O PL 4060/2012 (http://bit.ly/Y1GyoP) determina que as companhias não usem informações pessoais para qualquer outra finalidade que não a estabelecida pela legislação.

REPUTAÇÃO DIGITAL

Diante de tanta exposição pessoal na rede, cuidados com a reputação digital se tornaram essenciais. Esse será outro tema do congresso. “Reputação digital é um dos patrimônios do século 21. As pessoas deveriam ter o hábito de se ‘googlear’ constantemente”, lembra o advogado. Mudanças no Código do Consumidor que impactam o comércio eletrônico, como se proteger de ataques cibernéticos, e o check-list jurídico necessário para iniciar um negócio on-line também farão parte das discussões. A proposta de reforma da Lei de Direitos Autorais com proteção de conteúdos digitais será um dos pontos polêmicos a serem debatidos.

Para Atheniense, o direito digital tornou-se multidisciplinar. O próprio público do congresso demonstra isso – formado por advogados, estudantes, jornalistas, peritos, empresas de comércio eletrônico e qualquer outra pessoa que tenha envolvimento com o meio virtual. A expectativa é de 200 participantes. Além de Atheniense, que também será palestrante, estão confirmadas as presenças de Alexandre Secco, Fábio Appendino e Graziani Pengue, renomados especialistas em tecnologia e áreas afins.

Serviço
Dia 8/5, das 8h às 18h, no Espaço Meet (Avenida Raja Gabáglia, nº 2.671, São Bento).
Inscrições pelo site por R$ 100 (público em geral), R$ 50 (associados Sucesu e estudantes).

As vagas são limitadas. (31) 3280-3300
sucesuminas.org.br/direitodigital

FONTE: Estado de Minas, via Alexandre Atheniense.


Erro de atualização - Sr. Computador/Divulgação
O upgrade disponibilizado pela Microsoft deixa a máquina em “loop” (sequência) de reinicialização

Os últimos dois dias dos usuários da versão 32 bits do sistema operacional Windows 7 não têm sido dos mais tranquilos. Isso porque quem baixou a atualização de código KB2823324 teve problemas na inicialização de seu computador. O upgrade disponibilizado pela Microsoft deixava a máquina em “loop” (sequência) de reinicialização permanente, o que gerou inúmeros transtornos.

Em nota, divulgada na quarta-feira (10), a empresa afirmou que está trabalhando para a solução do erro. Porém, se você não está com muita paciência para esperar uma atitude da empresa norte-americana, pode seguir os conselhos do diretor de operação da Sr. Computador, Rogério Mendes Pereira. Ele dá dicas para que sua máquina volte à normalidade.

Antes de mais nada, Rogério afirma que os usuários do sistema operacional da Microsoft não precisam entrar em pânico e desativarem suas atualizações. “O Windows tem como padrão as atualizações automáticas. E isso é bom, pois deixa o sistema protegido contra vírus. Porém, infelizmente, esta atualização trouxe malefícios, pois gerou um bug”, explicou.

“A atualização desta versão afetou somente usuários do Windows 7, na versão 32 bits, em língua portuguesa. Era para reparar uma falha nos arquivos de extensão .sys, mas trouxe esse transtorno. Quem tiver esse sistema operacional, aconselho deixar desatualizado por uns 10 dias, até que seja solucionado o problema. Depois, basta voltar ao automático ”, afirma o especialista.

Rogério Pereira especialista em TI - Sr. Computador/Divulgação

Rogério Pereira afirma que os usuários do Microsoft 7 não precisam desativar as atualizações 

Quando ficou ciente do bug gerado pela atualização, logo na manhã de quarta-feira, Rogério e seus colegas da empresa desenvolveram um passo a passo para solucionar o problema, que pode ser conferido abaixo:

1 – Reinicie a máquina

2 – Enquanto a máquina estiver reiniciando, antes de entrar na tela do Windows, pressione seguidamente a tecla F8 até aparecer o menu de boot com as opções de inicialização.

3- Aparecerá uma tela de múltiplas escolhas. Clique em: “recuperar seu computador”.

4 – Aparecerá uma outra lista, clique em “Prompt de comando”.

5 – Digite o comando echo %systemdrive% e, em seguida, clique enter.

6 – Digite qual é a letra do drive do sistema, que geralmente é a C:.

7- Digite o segundo comando “dism.exe /image:C:\ /cleanup-image /revertpendingactions”, no qual o C: é a letra em que saiu a partir do primeiro comando.

8 – A partir deste momento, o computador é reiniciado e entrará no Windows.

9 – Após entrar no Windows, a primeira coisa que a pessoa deve fazer é ir no Windows Update e desligar a atualização automática. Para isso, entre em meu computador e clique com o botão direito em propriedades. Será aberta uma tela e no canto inferior esquerdo aparecerá Windows Update.

10 – Clique em Windows Update e, logo após, clique em alterar configurações, atualizações importantes.

11 – Deixe ticada a opção: procurar atualizações, mas permitir que eu possa escolher quando baixá-la e instalá-la, para que não baixe automaticamente.

12 – O último passo é clicar em confirmar. A partir deste ok, o Windows não vai mais realizar a atualização automaticamente.

Segundo Rogério, a solução está funcionando na grande parte dos casos. Porém, quando o computador possui algum um outro problema, a última saída é formatar.

 FONTE: Hoje Em Dia.



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