Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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PRAÇA DA ESTAÇÃO
Tigre vandalizado

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Um casal de jovens foi preso na tarde de ontem acusado de dano ao patrimônio público depois de atear fogo em uma estátua de tigre da Praça Rui Barbosa, conhecida como Praça da Estação, no Centro de Belo Horizonte. A dupla foi detida por guardas municipais e levada em um carro da PM para o Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infrancional (CIA), onde ficou à disposição do Juizado da Infância e da Juventude.

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De acordo com a superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Michele Arroyo, a estátua danificada ontem é uma réplica de um conjunto de 10 obras colocadas na praça nos primeiros anos de BH. Devido ao vandalismo, foram feitos moldes a partir das originais, que estão guardados em locais seguros.
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Nos anos 1980, a Avenida dos Andradas foi ampliada e seis das estátuas foram retiradas. Dois leões foram para um dos jardins da Fundação Zoo-Botânica, na Pampulha, e duas imagens de pessoas, representado estações do ano, foram para a Praça Afonso Arinos, no Centro. Outras duas, para os jardins do Palácio da Liberdade. Em 2007, a Praça Rui Barbosa foi revitalizada e voltou ao tamanho original. O paisagismo estilo francês dos anos 20 foi refeito e o espaço recebeu as 10 réplicas. Peças originais também podem ser vistas no Museu de Artes e Ofício, do outro lado da Praça Rui Barbosa, e no Iepha.

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FONTE: Estado de Minas.


Suspeito de pichar estátua de Drummond no Rio se entrega à polícia

Pablo Lucas Farias vai prestar depoimento e será liberado, diz delegado.
Casal foi identificado por câmeras de segurança pichando estátua.

Pablo Lucas empresário de Uberaba pichação Drummond (Foto: Polícia Civil/ Uberaba)Pablo Lucas será liberado após prestar depoimento

O homem suspeito de pichar a estátua de Carlos Drummond de Andrade, no dia 25 de dezembro, na Praia de Copacabana, Zona Sul do Rio, se apresentou à polícia no começo da tarde desta segunda-feira (6). Segundo o delegado José Fagundes de Rezende, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), Pablo Lucas Farias vai prestar depoimento e será liberado após assinar um termo circunstanciado.

Veja aqui a primeira matéria.

Pablo, que é de Minas Gerais e mora na Taquara, Zona Oeste do Rio, foi identificado por câmeras de segurança pichando o monumento ao lado da namorada. A mulher foi identificada apenas pelo primeiro nome, Mel.

O advogado de defesa do empresário, Sérgio Herbert da Silva Fonseca, solicitou no dia 30 que ele se apresentasse na cidade natal, Uberaba, mas a solicitação não foi aceita. O advogado disse que foi procurado pela mãe do réu em Uberaba para defendê-lo e que, a princípio, ele teria se proposto a reparar os danos causados.Pablo também é suspeito de pichar a imagem do jornalista Zózimo do Amaral, no Leblon, na mesma madrugada, e o monumento em homenagem a Estácio de Sá, no Aterro do Flamengo, também na Zona Sul. Lucas também é conhecido pelo apelido “Quase”.

Casal é flagrado pichando a estátua do Drummond (Foto: Reprodução/TV Globo)Casal é flagrado pichando a estátua do Drummond

Pichação é crime ambiental
Pichar bens públicos é crime ambiental e prevê detenção de três meses a um ano, além do pagamento de multa. Se for um monumento tombado, a pena é maior. A estátua de Drummond já tinha sido alvo de vários vandalismo anteriormente. Em junho do ano passado, os óculos de bronze tiveram que ser trocados pela oitava vez.

A estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade, que fica na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi pichada na noite desta quarta-feira (25). O monumento já tinha sido alvo de outros atos de vandalismo. (Foto: Marcelo Carnaval/Agência O Globo)
A estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade fica no Posto 6 e  já tinha sido alvo de outros atos de vandalismo.

FONTE: G1.


Roberto Burle Marx (1909-1994) chamava a serra do Cipó de “o jardim do Brasil”.

 

Não é à toa que o paisagista assim se referisse à região de Minas Gerais localizada a cem quilômetros ao norte da capital, Belo Horizonte.

A serra apresenta vegetação ímpar, como uma flor que atinge seis metros, e mais de 50 cachoeiras.

Uma porção de quase 34 mil hectares foi transformada em parque nacional em 1984 e, desde então, vem se firmando como um dos principais destinos ecoturísticos do Estado mineiro.

Cachoeira do Gavião, na serra do Cipó, em Minas Gerais
Cachoeira do Gavião, na serra do Cipó, em Minas Gerais

No ano passado, o parque recebeu 23 mil visitantes. A visita, gratuita, inclui caminhadas e banhos de cachoeira -com a possibilidade de ver espécies endêmicas da flora e da fauna brasileiras.

Nos arredores do parque, também há atrações, como a trilha dos Escravos e outras cachoeiras. É onde fica a vila Cipó, que reúne pousadas, restaurantes, sorveteria, capelinha e até cachaçaria.

A partir deste mês, as temperaturas são mais amenas, e a chuva é menos frequente.

FONTE: UOL.


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