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Junta diz que trem que descarrilou nos EUA estava a mais de 160 km

Segundo a NTSB, velocidade da composição era o dobro da permitida.
Maquinista foi ouvido pela polícia e deixou delegacia com advogado.

 

Equipes de emergência no local de descarrilamento de trem nos EUA. (Foto: Patrick Semansky / AP Photo)
Equipes de emergência no local de descarrilamento de trem nos EUA. 

Vários veículos de imprensa dos Estados Unidos identificaram nesta quarta-feira (13) o maquinista do trem que descarrilou na Filadélfia na terça (12), matando sete pessoas e ferindo mais de 200, como Brandon Bostian, de 32 anos, funcionário da companhia ferroviária Amtrak desde 2009.

As emissoras “NBC” e “CNN” relataram que Bostian deixou o hospital Einstein Medical Center, na Filadélfia, onde foi internado após se ferir no acidente, e foi levado para um Distrito Policial para ser interrogado pelos agentes.

De acordo com essas emissoras, o maquinista, que mora no bairro do Queens, em Nova York, deixou as dependências policiais acompanhado por um advogado.

Segundo a Junta Nacional de Segurança no Transporte (NTSB, na sigla em inglês), que investiga o acidente, o trem trafegava a mais de 160 km/h, o dobro da velocidade permitida em um trecho que fica antes de uma curva, antes de descarrilar.

Segundo a NTSB, Bostian ativou os freios de emergência “pouco antes” de o trem descarrilar.

As autoridades recuperaram a caixa-preta do trem, que deverá ajudar a esclarecer o que ocorreu na locomotiva antes do acidente.

Trem da Amtrack descarrila em trecho em curva e, segundo investigação, estava a mais de 160 km/h ao atravessar região. (Foto: Lucas Jackson / Reuters)
Trem da Amtrack descarrila em trecho em curva e, segundo investigação, estava a mais de 160 km/h ao atravessar região.

O prefeito da Filadélfia, Michael Nutter, disse que a velocidade da composição no momento do acidente era “no mínimo, irresponsável”.

O governador da Pensilvânia, estado em que fica a Filadélfia, Tom Wolf, também mencionou a atuação do maquinista, mas evitou julgá-lo e afirmou que é necessário “conhecer mais detalhes sobre o ocorrido”.

Sete vagões do trem da Amtrak, que fazia a rota entre Washington e Nova York, descarrilaram na localidade de Port Richmond, na Filadélfia. O trem levava 238 passageiros e cinco tripulantes. Sete pessoas morreram no acidente e mais de 200 tiveram que receber atendimento médico em hospitais próximos.

A última vítima foi encontrada na manhã desta quarta no local do descarrilamento, de acordo com o Departamento de Bombeiros da Filadélfia.

O acidente ocorreu no corredor ferroviário com maior volume de passageiros do país e evidencia as deficiências em sua infraestrutura, com muitos túneis e vias antigas, e no serviço prestado pela Amtrak.

FONTE: G1.


Vizinhos do barulho

Moradores do Centro e Região Centro-Sul de BH sofrem com festas que varam a madrugada

Quem mora perto de locais de bailes funk de BH apelam à PM, à direção de universidade e até a janelas especiais para tentar pôr fim a madrugadas sem sono

 
Arte: Quinho / EM / D.A Press

Moradores de prédios no Centro de Belo Horizonte e no Bairro São Lucas, Região Centro-Sul da capital, não conseguem mais dormir nos fins de semana por causa de bailes funk que chegam a durar até 48 horas, com a música a todo volume. Vítimas de um barulho ensurdecedor, essas pessoas já recorreram à Polícia Militar e à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), sem qualquer solução. No caso dos condomínios localizados na Região Central, o problema será levado ao conhecimento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pois a casa onde acontecem as festas barulhentas é a antiga sede do Diretório Central dos Estudantes (DCE), na Rua Guajajaras.
O barulho durante as festas no casarão é tanto, segundo os vizinhos, que muitos estão indo dormir e estudar em casas de parentes e amigos, todo fim de semana, em busca de sossego. “São muitos idosos morando na região e isso está afetando a saúde deles e de quem precisa dormir para trabalhar cedo. Sou professor e não consigo corrigir provas”, reclama o professor Rubens Figueiredo Evaristo, de 53 anos, síndico do prédio ao lado do casarão. “A gente telefona para a Polícia Militar, mas ela não resolve nada”, completa.

A última festa na velha sede do DCE começou na noite do dia 4, quinta-feira, e se prolongou até o feriado de segunda-feira, dia 8, segundo Rubens. “Toda madrugada é uma turma diferente na casa. São muitos adolescentes e rola muita bebida. Algumas vezes, é tanta gente que uma turma grande fica do lado de fora, na calçada. Eles fazem as necessidades em público, nas árvores e entre os carros, e não tem isso de ser homem ou mulher”, reclama o professor. Ele conta que no domingo o barulho era tão intenso que abafava o ruído dos foguetes soltos pela torcida do Cruzeiro, que comemorava mais uma vitória no Campeonato Brasileiro. “Uma vez, tentei conversar com os frequentadores da casa, mas um deles respondeu que idoso que quiser sossego deve voltar para o interior. Foi muito desagradável”, disse Rubens.

A publicitária Gabriela Benfica, de 24, também mora num edifício vizinho ao casarão e espera uma intervenção da UFMG. “Há um ano, quando mudei para cá, havia festas e reuniões dos estudantes, mas não causavam incomodo. Pelo que me disseram, fiscais da Secretaria Municipal de Meio-Ambiente tinham feito uma medição, em novembro do ano passado e, depois de constatado o nível acima do tolerável, a situação foi contornada. Só que nos últimos seis meses os organizadores dos eventos têm extrapolado”, reclama a publicitária. Gabriela diz que já registrou boletins de ocorrência na Polícia Militar e enviou e-mails para a UFMG, mas não foram tomadas medidas para minimizar os impactos. “Pelo que me disseram, com as restrições das festas no câmpus da Pampulha, aqui virou sede dos eventos estudantis, mas que na verdade são abertos aos mais variados públicos”.

Depois do sofrimento do fim de semana, os moradores dos prédios na região se reuniram e decidiram tomar algumas providências para tentar, mais uma vez, resolver a situação, uma vez que as ocorrências registradas na Polícia Militar e as reclamações encaminhadas à PBH não surtiram efeito. Uma das iniciativas será denunciar o problema à UFMG, por entenderem que a instituição de ensino teria alguma responsabilidade sobre a situação. Procurada pelo Estado de Minas, a UFMG informou que não é dona do imóvel, que pertence ao Diretório Central dos Estudantes, mas que vai procurar os dirigentes da entidade estudantil para conversar com eles e pedir o fim do barulho. A data dessa reunião, entretanto, não foi definida pela direção da universidade.

São Lucas Problemas com festas também ocorrem no Bairro São Lucas. Sem ter a quem recorrer, uma empresária, que pediu para não ser identificada, vai trocar todas as janelas do seu apartamento por outras com isolamento acústico. Um baile funk que acontece todo fim na Rua Argemiro Rezende Costa com Tarumirim, distante dois quilômetros da sua casa, não a deixa dormir. “Começa toda sexta-feira a partir das 20h. Minha janela fica trepidando. Não consigo dormir em nenhum lugar da casa nem escutar a televisão com tanta barulho”, reclama. “Fecho portas e janelas para abafar o som e até coloco toalhas debaixo das portas, mas não adianta”, lamenta. A empresária disse já ter feito várias denúncias à prefeitura e à PM, mas não obteve respostas. 

A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos informou que faz fiscalização preventiva e monitora fontes poluidoras com reincidência de reclamações. Disse, ainda, que as queixas diminuíram de janeiro a outubro deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, de 6.184 para 5.693 queixas – média de 19 por dia. Ainda de acordo com a secretaria, os infratores estão sujeitos a multas de acordo com a gravidade do ruído, de R$ 111,62 a R$ 13.951,89. Em caso de reincidência, os valores dobram. “O estabelecimento comercial ainda pode ter a sua atividade interditada parcial ou totalmente e até mesmo ser cassado o Alvará de Localização e Funcionamento de Atividades ou de licença”, informou. 

A Polícia Militar disse que trabalha em parceria com a prefeitura auxiliando na fiscalização e que apenas dá suporte porque o município não tem poder de polícia para garantir a integridade física dos seus fiscais na ação. Informou, ainda, que quando recebe denúncia manda uma equipe ao local para verificar a demanda e que orienta a pessoa a abaixar o som. “A PM não tem equipamento para medir o volume do barulho e não pode autuar o infrator”, informou a assessoria de imprensa.

O que diz a lei

Perturbação do trabalho ou do sossego alheio pode resultar em prisão de até três meses, independentemente do volume do ruído, segundo o artigo 42 da Lei das Contravenções Penais. Por outro lado, a prefeitura pode multar pessoas e fechar estabelecimentos, explica a defensora e diretora da Escola Superior de Advocacia da seção mineira  da OAB, Silvana Lobo. A Lei das Contravenções Penais, segundo ela, por não considerar a quantidade de decibéis. “O que interessa é o incômodo. A penalidade é prisão simples de 15 dias a três meses ou multa”, disse. Silvana Lobo afirma ainda que há possibilidade de condenação por danos morais.

Enquanto isso…

…Campeões de reclamações

Levantamento da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos mostra que bares, restaurantes e casas de show são os que mais tiram o sono da população durante a madrugada. Os estabelecimentos e eventos noturnos são responsáveis por 70% das 5.693 queixas que chegaram ao Disque-Sossego de janeiro a outubro deste ano, mas festas particulares também têm deixado muita gente com os nervos à flor da pele por não conseguir dormir. E o que não falta é reclamação à fiscalização da prefeitura e também ao atendimento da Polícia Militar, que nunca aparece quando é chamada, segundo as pessoas.
 

FONTE: Estado de Minas.


 

Oitenta quilos mais magra, americana se recusa a sair de camisa em revista

Brooke Birmingham enviou a imagem à esquerda para a Shape. Na imagem da direita, a blogueira aparece antes de emagrecer 80 quilos

  • Brooke Birmingham enviou a imagem à esquerda para a Shape. Na imagem da direita, a blogueira aparece antes de emagrecer 80 quilos

Muitas mulheres que emagreceram bastante têm como sonho ter sua história contada em uma revista para servir de motivação para quem está acima do peso. No entanto, a blogueira Brooke Birmingham, que emagreceu ao todo 80 quilos em quatro anos, resolveu não permitir a publicação de sua história na revista Shape americana.

É que depois de contar seu relato para a repórter da publicação, Brooke mandou algumas imagens suas antes e depois de emagrecer, sendo que uma delas mostra o abdome flácido, resultado do emagrecimento.

Em seu blog, a americana relata que depois da repórter receber o material, ela recebeu um novo e-mail pedindo para que ela enviasse novas imagens, só que desta vez cobrindo o corpo.

Decepcionada com a publicação, Brooke mandou um e-mail criticando a postura editorial de não publicar sua imagem com a barriga de fora e pediu para que suspendessem a matéria com sua história de emagrecimento.

Para a blogueira, a revista não tem interesse em mostrar as imperfeições de “mulheres reais”, o que faz com que muitas leitoras tenham vergonha do próprio corpo.

No blog, Brooke revelou que fazia questão de não se esconder atrás de uma camiseta ou de programas de edição de imagem, como Photoshop. “A revista deveria mostrar meu corpo como ele é para dar aos leitores esperança. Esperança de que eles podem emagrecer de forma natural e saudável, e que se mesmo depois de tanto esforço não ficarem com o corpo perfeito, não devem ter vergonha das imperfeições”, escreveu.

“Passei muitos anos odiando e escondendo um corpo que eu tinha vergonha porque não correspondia ao ideal de beleza da sociedade. O pedido para enviar uma foto vestindo camisa fez com que eu sentisse que deveria, novamente, ter vergonha de mim.”, finalizou a blogueira.

De acordo com o site E!,  uma porta-voz da revista Shape afirmou que o ocorrido não passou de um mal entendido com a repórter. “Os comentários feitos sobre a política editorial da revista não são verdadeiros, pois a Shape se orgulhar de valorizar histórias de mulheres como a de Broke. Qualquer indicação de que não publicaríamos a foto é errado, pois nós teríamos ficado orgulhosos de divulgar essa história inspirada”, declarou.

FONTE: UOL.


2013-03-26 12.34.07

CLIENTE: pare de dizer que a culpa é do advogado.

2013-03-26 12.33.55

ADVOGADO: pare de dizer que a culpa é do juiz!


Fatalidade ocorreu em uma cachoeira na Região do Serro e deixou amigos do rapaz inconsoláveis

Daniel Silveira

Publicação: 12/02/2013 17:42 Atualização: 12/02/2013 17:51

 (Reprodução/Facebook)

O excesso no consumo de bebida alcoólica pode ter contribuído para a morte de um belo-horizontino de 26 anos em uma cachoeira no distrito de Três Barras, no Serro, no Alto Jequitinhonha. Glauciano Nunes de Oliveira desapareceu nas águas enquanto se banhava na tarde de domingo e seu corpo só foi localizado na tarde dessa segunda-feira.

No sábado, por meio do celular, Glauciano publicou no Facebook quais eram as expectativas dele para o carnaval. “Bom galera.. Nesse carnaval ninguém vai roubar minha onda.. Vou ser feliz ate não poder mais. Vou beber tanto. Mais tanto que vou olhar para o céu e achar q a lua é um queijo.. Então bebam e sejam felizes. Partiu pro coma alcoólico”. Pouco mais de 24 horas depois ele faleceu.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, amigos de Glauciano contaram que, na tarde do domingo, o grupo registrava fotografias na cachoeira de Três Barras quando perceberam que o rapaz havia desaparecido nas águas. As buscas pelo corpo só tiveram início na manhã de segunda-feira e o corpo foi encontrado às 15h15 pelos mergulhadores da corporação.

O corpo de Glauciano foi entregue aos cuidados da Polícia Civil e liberado em seguida para familiares.

FONTE: Estado de Minas.

Tire 20 minutos do seu tempo para assistir, garanto que você vai gostar. Garanto mais ainda: você não vai guardar só para si.

Um excelente vídeo muito instrutivo, interessante e verdadeiro sobre o que estamos fazendo com o planeta, como são irresponsavelmente explorados os recursos naturais e humanos, de forma didática e cativante.

historia-das-coisas

FONTE: internet e Youtube.



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