Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Presos fazem alambique e vendem litro de cachaça por R$ 400 em CPP

Cerca de 120 litros da bebida foram encontrados no presídio de Palmas.
Presos usavam frutas e pão para fazer bebida artesanal; veja o vídeo.

Um alambique artesanal foi encontrado na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPP) durante uma vistoria. Os presos usavam pães e frutas para fazer a cachaça, que era vendida por até R$ 400 a garrafa de dois litros. Foram encontrados seis baldes com cerca de 20 litros, cada um, da substância em produção.

A fabricação da cachaça artesanal foi descoberta depois que os policiais começaram a encontrar alguns presos com comportamento diferente, aparentando estarem bêbados. Alguns, inclusive, foram levados para fazer teste de embriaguez.

Nos baldes, os presos deixavam frutas e pães para fermentarem. Os detentos improvisaram uma fiação ligada na rede de energia elétrica para esquentar o produto. Depois, o líquido era colocado em garrafas pet. O material foi apreendido durante uma vistoria nesta semana e as informações divulgadas neste sábado (16).

O agente penitenciário Dalberto Silva explicou como funcionava o sistema dos presos. “Eles colocavam fios e amarram pregos e pedaços de ferros na ponta. Depois jogam dentro do balde com o material em decomposição. Com isso, o liquido começava a ferver e começava o processo de purificação”, explicou.

“Conforme ia fervendo, eles tinham um sistema em que ligam mangueiras e canos de antenas de televisão para tirar a cachaça. O que saí de dentro, o vapor, é álcool puro”, completou. Os policiais também apreenderam aparelhos de celular, maconha, cocaína e vários comprimidos.

Lotação
A CPP reúne presos provisórios e condenados. Cerca de 600 detentos estão no local, mas o prédio foi construído para 260 homens. Em março, um vídeo de uma festa de aniversário no local viralizou nas redes sociais. Nas imagens eles aparecem ouvindo música e dançando.

Há uma semana, presos tentaram fugir por um túnel, mas acabaram voltando pelo mesmo buraco ao serem vistos pelos militares da guarita. Há cerca de dez dias, eles incendiaram três celas depois de uma discussão.

“Ou o administrador abre os olhos para essa realidade ou, infelizmente, nós teremos um futuro bem sombrio”, disse o juiz de execuções penais Luiz Zilmar.

Para o presidente da Comissão de Políticas Criminais e Segurança Pública da OAB Tocantins, Maurício Unghini, é preciso investimento. “Há necessidade de um maior efetivo. De pessoas trabalhando em prol da melhoria e do controle das casas de prisão provisória.”

Resposta
Procurada, a Secretaria de Cidadania e Justiça disse que a CPP de Palmas está sempre sendo vistoriada e que a unidade conta com novos equipamentos de segurança. A nota enviada, entretanto, não diz nada sobre a superlotação do local ou sobre as medidas que serão tomadas em relação ao alambique.

FONTE: G1.


Serra da Canastra é opção para férias de julho em São Roque de Minas

Trilhas e cachoeiras são algumas das atrações. 
Pousadas precisam ser reservadas antecipadamente, segundo Atusca.

 

Parque Nacional da Serra da Canastra (Foto: Atusca/Divulgação)
Parque Nacional da Serra da Canastra atrai turistas em São Roque de Minas

As belezas da Serra da Canastra em São Roque de Minas, no Centro-Oeste do estado, chamam a atenção de turistas. A região está na lista das opções de férias de julho dos apaixonados por ecoturismo. (Veja galeria de fotos)

Segundo a Associação de Turismo da Serra da Canastra (Atusca), as pousadas precisam ser reservadas com antecedência, já que o período é um dos mais procurados do ano. Para visitar o local é preciso se hospedar em algum município do entorno e um deles é São Roque de Minas. 

Namorados aproveiram belezas e romantismo da Serra da Canastra (Foto: G1/G1)Namorados aproveiram belezas e romantismo da Serra da Canastra

As cachoeiras e trilhas chamam atenção daqueles que querem um contato com a natureza. Cristina Rosa e Anderson Freitas, já estiveram na região e eles não descartam a ideia de retornar no período de férias.

“Estivemos na Serra da Canastra em um feriado e por isso tivemos pouco tempo para descobrir tudo o que há no local. Visitamos a cachoeira Casca d’Anta, várias outras cachoeiras com poços inesquecíveis para banho, e fizemos trilha. Não descartamos a possibilidade de retornar em julho, pois não conhecemos a nascente do Rio São Francisco”, disse Cristina.

Opções de lazer
A cachoeira Antônio Ricardo é uma das mais procuradas para caminhadas coletivas. O local fica a 18 quilômetros de São Roque de Minas, no povoado de Leites. O acesso é por meio de trilhas e encanta pelas águas cristalinas. O espaço é ideal para quem deseja descansar. “A cachoeira é muito linda e tem uma queda de 120 metros de altura. As pessoas nadam em um poço cristalino”, contou a diretora da Atusca, Daniela Labonia, que completou dizendo que para entrar é preciso contribuir com uma taxa de preservação da trilha no valor de R$ 5.

Ainda segundo Daniela Labonia, há outras opções como a cachoeira da Lavrinha, que fica aos pés do Chapadão da Canastra. “A caminhada para se chegar a essa cachoeira é exuberante. Sem contar a vista para o chapadão durante todo o percurso. Nessa cachoeira a entrada é gratuita. A queda é de 60 metros e a piscina natural é um convite para um bom mergulho”, disse Labonia.

Cachoeira da Lavrinha na Serra da Canastra (Foto: Regina Nicolette/Divulgação)
Cachoeira da Lavrinha na Serra da Canastra

A terceira opção é a cachoeira do Taboão, que fica no alto da Serra da Babilônia, e pode ser explorada acompanhando as margens do rio que formam uma sequência de quedas e lagoas. “O local é ideal para fotógrafos que querem fazer imagens de uma paisagem maravilhosa. O turista consegue chegar até uma das nascentes dessa cachoeira que forma uma piscina de água azul celeste”.

Cachoeira do Taboão (Foto: Valdeir Rabelo/Divulgação)Cachoeira do Taboão chama a atenção de turistas

A cachoeira fica em um local isolado e também não é preciso pagar taxa de visitação. Em um dos lagos é possível mergulhar debaixo de pedras que levam o turista a outras piscinas naturais e grutas. Para isso a Atusca oferece serviço de guias e condutores que orientam os banhistas em todos os roteiros.

Toda a visitação pode ser feita em apenas um dia. Mas o ideal é que os turistas permaneçam na Serra da Canastra de três a dez dias. “São mais de 30 atrações na região. Um dia não é suficiente para os amantes da natureza”, disse Labonia.

Cachoeira Casca Danta (Foto: Eduardo Issa/Divulgação)Turistas poderão ver belas cachoeiras na região 

Sobre hospedagens, Daniela Labonia ressaltou que existem excelente lugares na região.

“Existe a opção de hospedar em cidades que são bem pequenas e aconchegantes, com muita receptividade, tudo muito tranquilo. As mais procuradas são São Roque de Minas e Vargem Bonita, que estão mais próximas das principais atrações. Especificamente em São Roque de Minas temos dois distritos com menos de 500 moradores cada, São José do Barreiro e São João, ambos muito próximos de cachoeiras. Existem pousadas que ficam em fazendas e oferecem cardápios elaborados e produtos da roça”, contou.

Nascente do Rio São Francisco na Serra da Canastra (Foto: Daniela Labonia/Divulgação)
Nascente do Rio São Francisco pode ser visitada 

As atividades durante o dia variam. O que precisa mesmo é ter muita energia para caminhar pela região. “Temos passeios em veículos 4×4. Andar de bicicleta também é uma opção”, disse.

Além de todos os passeios, os turistas também visitam a nascente do Rio São Francisco que tem mais de 2.700 km e corta sete estados brasileiros – Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Goiás e Distrito Federal – o que dá a ele o título de maior rio totalmente brasileiro, com uma bacia hidrográfica que abrange 504 municípios. Na Serra da Canastra ele percorre 14 quilômetros.

Queijo canastra
O período de férias também pode ser aproveitado para visitas a fazendas que produzem o tradicional queijo canastra. Elas ficam espalhadas pelos caminhos que levam às cachoeiras.

Turistas podem participar da produção de queijo canastra (Foto: Daniela Labonia/Divulgação)Turistas podem participar da produção de queijo canastra

“Dependendo do horário que o turista passar pela fazenda, será possível acompanhar o processo de fabricação artesanal do queijo, como a retirada do leite e a colocação do “pingo”, que é o segredo cultural da produção do queijo canastra”, contou a diretora da Atusca.

A engenheira Caroline Belizário disse que se encantou com a forma como foi recebida pelos guias, que são os donos da propriedade onde fica uma das cachoeiras. “Chegamos na entrada da trilha da cachoeira e os próprios guias ofereceram um café para o grupo. Tinha biscoito, doce de mamão e café. Certamente é muito encantador esse jeitinho mineiro”, finalizou Caroline.

Mais informações sobre hospedagens e opções de lazer podem ser obtidas no site da Associação de Turismo da região.

FONTE: G1.


 

 

 

 

Pelo menos três pessoas morreram e uma ficou ferida em uma explosão em fábrica de fogos de artifício na cidade de Santo Antônio do Monte, no Centro-Oeste de Minas. Segundo a Policia Militar, a explosão aconteceu por volta das 7h20, na empresa Fogos Globo. Peritos da Polícia Civil e uma equipe técnica do Exército Brasileiro foram enviadas para o local da explosão. Eles vão apurar as causas do acidente, que anda são desconhecidas. 

A cidade de Santo Antônio do Monte tem tradição em produção de fogos e registra alto número de acidentes em fábricas. Em setembro de 2013, uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas em explosão na empresa Polvo, que fica na comunidade Buritis. Em maio de 2012, duas pessoas morreram em acidente parecido na empresa Fogos Estrela. Em janeiro de 2011, foram duas mortes em uma fábrica na MG-429, no limite entre Lagoa da Prata e Santo Antônio do Monte.

Cidade polo na fabricação de fogos

Segundo a Associação Brasileira de Pirotecnia, em 1800, já havia fabricantes de fogos de artifício em Santo Antônio do Monte. Em 1859, os irmãos Joaquim Antônio da Silva e Luiz Mezêncio da Silva (Luiz Macota) fabricavam rojões e castelos. Ganharam muito dinheiro com a fabricação e venda de foguetes. A arte pirotécnica foi passada para gerações futuras.

Entre 1931 a 1940 a produção ganhou escala industrial com as empresa Fogos 2 Irmãos, Fogos Primor, Fogos Radiante e Fogos Estrela. De 1945 a 1963 foram constituídas diversas fábricas, gerando empregos e impulsionando o comércio de fogos. A grande era dos fogos em Santo Antônio do Monte, aconteceu a partir de 1963. 

De 1970 até os dias de hoje a cidade conta com 75 empresas ligadas a pirotecnia. Segundo a associação, os produtos fabricados atendem as exigentes normas de segurança, passando pelo Centro Tecnológico em Pirotecnia, único na América Latina.

 

FONTE: Estado de Minas.


Cervejas produzidas em Belo Horizonte e região conquistam prêmios importantes e já podem ser encontradas facilmente em lojas e bares da cidade. Fábricas estão abrindo as portas para degustação

 

Na fábrica da Wäls é possível conhecer todo o processo de produção, provar as cervejas e degustar pratos e petiscos (Fotos: Paula Huven/Esp. EM/D. A Press)
Na fábrica da Wäls é possível conhecer todo o processo de produção, provar as cervejas e degustar pratos e petiscos

Os prêmios que a cervejaria belo-horizontina Wäls conquistou recentemente na World Beer Cup, nos Estados Unidos, impressionaram (foi a primeira vitória de brasileiros na competição) e jogaram ainda mais luz na já comentada cena cervejeira mineira. Entretanto, não é de hoje que os produtores locais vêm fazendo bonito. Amadores se profissionalizaram, fábricas pequenas apostaram na segmentação e marcas maiores se consolidaram no mercado. Nesse momento, a evolução entra num segundo estágio, no qual é cada vez mais fácil beber as cervejas produzidas aqui.

O público vem acompanhando com interesse o crescimento e diversificação da oferta de cervejas produzidas em Belo Horizonte e arredores. Como resultado, esses rótulos tornaram-se fáceis de achar não apenas em supermercados, mas também em bares e restaurantes (especializados ou não), sendo motivo de festivais, concursos de cervejeiros caseiros e passeios por fábricas. A nova etapa inclui fábricas estruturadas especificamente para visitação (e com bares próprios) e iniciativas muito criativas.

Virgílio de Barros, Daniel Pinheiro, Paulo Patrus, Humberto Ribeiro e Fabrício Bastos: cervejeiros se unem para fortalecer mercado local (Paula Huven/Esp. EM/D. A Press)
Virgílio de Barros, Daniel Pinheiro, Paulo Patrus, Humberto Ribeiro e Fabrício Bastos: cervejeiros se unem para fortalecer mercado local


Nesse quesito, destaca-se a Inconfidentes, espécie de cooperativa que reúne na mesma fábrica, no Jardim Canadá, em Nova Lima, as cervejarias Grimor, Jambreiro e Vinil. Além de diminuir custos ao compartilhar a mesma estrutura, eles resolveram usar uma Kombi como bar móvel. O veículo foi originalmente comprado para fazer carretos, mas hoje só roda com barris e chopeiras. “A gente é que serve e explica sobre os chopes. Ter contato direto com o consumidor é muito bom”, afirma Paulo Patrus, proprietário da Grimor.

Sempre nos últimos fins de semana de cada mês, a Kombi da Inconfidentes fica estacionada em frente a loja Confraria do Malte, no Mangabeiras, servindo dois chopes de cada uma das três cervejarias. Os chopes custam, em média, R$ 5 (cada), incluindo variedades como a amber lager Grimor 3, a american brown ale Badil (da Jambreiro) e a de trigo Baba (da Vinil). O carro também costuma bater ponto no bar Vintage 13, na Savassi, e em eventos cervejeiros. Fora isso, os rótulos estão disponíveis (em garrafa) em lojas como Confraria do Malte e Mamãe Bebidas e em cada vez mais bares.

Tour cervejeiro

Dia 17, o cervejólogo Rodrigo Lemos promove mais um Beer Tour, tradicional passeio guiado por ele por algumas das principais cervejarias de BH e arredores. Desta vez, estão no roteiro as fábricas da Falke Bier e da Wäls. A programação começa com café da manhã cervejeiro, às 8h30, e inclui visitas guiadas, degustações de mais de 10 cervejas, almoço e transporte. O preço é de R$ 200 por pessoa, com saída da Praça da Savassi e retorno por volta das 16h. Informações: rjlemosarq@yahoo.com.br.

Exigente e seletivo
O Haus München é tradicional reduto de apreciadores da bebida em BH. A casa recentemente incluiu em sua carta de cerveja – já com mais de 200 variedades – todos os rótulos produzidos pela Inconfidentes. A produção mineira pode ser encontrada em outros bares, como Grampa’s Attic, Adriano Imperador da Cerveja, Rima dos Sabores, Mercearia Mello, Duke’n’Duke, Stadt Jever (comprado pelo Wäls), Seu Romão, Jângal, CCCP e Vintage 13.

Nesse último, o cardápio conta com quase todas as marcas mineiras. “O pessoal está ficando mais exigente e seletivo, aderindo com força a cerveja artesanal. Quando a gente avisa que vai ter chope Küd, por exemplo, muita gente vem só por causa disso. As pessoas estão indo atrás das cervejas que querem tomar. O legal é que não temos exclusividade com ninguém”, avalia Lobão, proprietário do Vintage 13, que também funciona como butique voltada para apreciadores de rock, tatuagem e motociclismo.

Entre garrafas de marcas mineiras como Bäcker, Vinil, Grimor, Jambreito, Küd, Falke Bier, Áustria e Wäls, há cervejas a partir de R$ 10, mas as mais vendidas ficam entre R$ 25 e R$ 30. Para acompanhar, a cozinha prepara petiscos como a costelinha defumada ao molho de goiabada e acompanhada por batatas com pimenta calabresa e chucrute (R$ 37,70, para duas a três pessoas) e sanduíches de salsichão (entre R$ 15,90 e R$ 18,90, com recheios como queijo, cebola caramelizada no uísque e chucrute).
Da fonte para o consumidor
Para quem quer beber literalmente na fonte, a cena mineira disponibiliza cada vez mais fábricas capazes de receber visitantes para rodadas da cerveja mais fresca que se pode querer. Uma das pioneiras nisso é a Küd, no Jardim Canadá, em Nova Lima, que desde ano passado recebe apreciadores em seu brew pub (como são chamados os bares dessas fábricas). “Começamos a produção de forma caseira, em 2008, e em 2010 inauguramos a fábrica, com arquitetura já pensada para receber visitantes”, diz Bruno Parreiras, um dos quatro sócios. Atualmente, são produzidos seis cervejas por lá, como a witbier Tangerine.

No bar, que funciona nas noites de terça a sexta e o dia inteiro nos fins de semana, o público encontra petiscos como a porção de moela com pão feito no local com malte usado na produção da cervejaria (R$ 14,50) e pratos, a exemplo do frango com quiabo e da feijoada (cada um a R$ 42, ambos servindo duas pessoas). Os chopes custam entre R$ 7 e R$ 12 (330ml, cada). As visitas guiadas à fábrica são realizadas aos sábados, incluem café da manhã, degustação de cervejas e almoço, custam R$ 80 (por pessoa) e devem ser agendadas pelo e-mail bpk@cervejariakud.com.br.

Outras fábricas estão seguindo essa tendência. A Bäcker, por exemplo, anuncia para agosto o início das visitas a sua fábrica, no Bairro Olhos d’Água, onde será montado também um restaurante, já batizado de Templo Cervejeiro, funcionando em conjunto com loja de cervejas e souvenires e sala para degustação e treinamento. “O cardápio será direcionado para cerveja, utilizando ou não a bebida no processo, e estará aberto para almoço e jantar”, adianta Paula Lebbos, diretora de marketing da empresa.

A Krug Bier e a Taberna do Vale também estão se preparando para receber amantes da cerveja em suas instalações e a Wäls abriu um brewpub há alguns meses em sua fábrica, no Bairro São Francisco. Lá, mas somente aos sábados (das 11h às 17h), o visitante pode conhecer todo o processo de produção da marca e, no bar ao lado, experimentar qualquer cerveja da casa (12 das 14 são oferecidas também como chope, entre R$ 7 e R$ 20 cada) com petiscos. Na saída, há loja com todos os rótulos à venda.

ONDE IR

 ADRIANO IMPERADOR DA CERVEJA  
Rua Cristina, 1.270, Santo Antônio. 
(31) 3586-9066.

 CCCP
Rua Levindo Lopes, 358, Savassi. 
(31) 3582-5628.

CONFRARIA DO MALTE  
Av. Bandeirantes, 406, Sion. 
(31) 3245-5077.

DUKE’EN’DUKE 
Av. Augusto de Lima, 245. 
(31) 3567-7570.

GRAMPA’S ATTIC  
Rua Major Lopes, 470, São Pedro. 
(31) 3243-2906.

JÂNGAL  
Rua Outono, 523, Cruzeiro. 
(31) 3653-8947.

KÜD  
Rua Kenton, 36, Jardim Canadá. 
(31) 3581-3894.

HAUS MÜNCHEN  
Rua Juiz de Fora, 1.257, Santo Agostinho. (31) 3291-6900.

MAMÃE BEBIDAS
Avenida do Contorno, 1.955, Floresta. (31) 3213-9494.

MERCEARIA MELLO  
Rua do Ouro, 331, Serra. 
(31) 3221-4022.

RIMA DOS SABORES 
Rua Esmeralda, 522, Prado. 
(31) 3243-7120.

SEU ROMÃO  
Rua São Romão, 192, Santo Antônio. 
(31) 3786-4929. 

STADT JEVER 
Av. do Contorno, 5.771, Cruzeiro. 
(31) 3223-5056.

VINATGEi 13
Rua Antonio de Albuquerque, 382 D, savassi. (31) 3227-7505 e (31) 9441-4314.

 WÄLS 
Rua Padre Leopoldo Mertens, 1.460, São Francisco. (31) 3443-2811.
VEJA TAMBÉM: MINAS FAZ A MELHOR CERVEJA DO MUNDO!
FONTE: Estado de Minas.


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